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3 Países:Portugal, Espanha e Itália- fevereiro 2017 (22 dias) – gluten free - DETALHADO

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Dia 10- Madrid

Chegamos em Madrid de manhã e deixamos as malas no hostel. Dia de city tour!

Pelas opções sem gluten que botei no mapa (tem no app que indiquei também), tinha uma bem perto do hostel: AS Jamoneria, onde fomos tomar café. Provei um pão que nossa.. me dá sensação de arrepio até hoje. Quando dei a primeira mordida fiquei em dúvida se continua mastigando..era crocante, parecia um pão de trigo. Fui mastigando em câmera lenta.. na dúvida se continuava ou parava.. Era uma delícia, mas fui comendo com receio.. E chamamos a atendente.. ela disse que todo celíaco faz a mesma pergunta e afirmou que claro que é seguro, senão não ofereceria (ouvi muito isso dos portugueses..)

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Seguimos para a Plaza Mayor e Mercado San Miguel. Que dificuldade em encontrar um lugar com mesa para almoçarmos (sábado!). Estava tudo lotado e com fila de espera.. Após almoçar no primeiro que tivesse lugar pra sentar, Seguimos para a Catedral de Santa Maria Real de Almudena, que fica ao lado do Palácio Real de Madri. O objetivo era entrar no palácio também, mas ficamos satisfeitos só com a vista externa (muita fila, chuviscando = mau humor).

Finalizamos o dia no Templo de Debod, peguei a dica aqui no fórum que tinha um lindo pôr do sol.. Mas estava nublado. ::lol4::

O templo constitui um dos poucos testemunhos arquitetônicos egípcios que podem ser contemplados fora do Egito e o único destas características existente na Espanha. Foi construído no século IV a.C. para reverenciar o Deus Amun e doado à Espanha, em 1968, pelo Estado egípcio em agradecimento pela ajuda no salvamento de templos localizados no sul do Egito, em decorrência do aumento do nível do rio Nilo. Para representar o rio que teve o templo nas suas proximidades, construiu-se um tanque de pouca profundidade que se estende ao longo dos três portais de acesso ao templo.

Não dava de fazer a visita ao interior do templo, pois estava fechado para reformas. ::lol4::

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Hostel em Madrid: WAY HOSTEL

Valor Diária: 52,7€ (quarto casal com suíte).

Ponto positivo: Localização, conforto, Atendimento. Próximo de restaurantes, supermercados, estações de metrô. Tem uma ampla cozinha e fogão. Os funcionários organizam diversos eventos, como a noite da paella, jogos, saídas de free tour..Quarto casal privativo bem grande e, o meu, tinha decoração do Freddie Mercury ::love::

Ponto negativo: Barulho, mas nada muito exagerado.

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DIA 11- Madri --> Toledo

Dia de ir pra Toledo (20,8€ ida e volta) com chuva ::lol4:: . O trem Madrid Toledo parte da estação Puerta de Atocha e chega na estação Central de Toledo. OBS: Na estação Atocha, lá pertinho da área de embarque, tem 2 opções de lanches gluten free.

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Eu havia feito todo um roteiro e locais a visitarmos.. mas na hora decidirmos não seguir o roteiro..e sair andando.. Tudo era interessante, inclusive a própria estação de Toledo (“A estação foi construída no estilo neo-mudéjar, que tem influências árabes e que imita o estilo das torres das igrejas da cidade. O interior da estrutura é igualmente belo, e você poderá ver janelas com vitrais no melhor estilo árabe, e, do lado de fora, a enorme torre do relógio.”)

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Saindo da estação há táxis e agentes turismo oferecendo para levarem até o topo da cidade. Na verdade é bem perto.. e fomos a pé. Entrando na cidade chega-se à Puente de Alcantara e Puerta de Doce Cantos, dão acesso à cidade e formam uma paisagem única que causa uma bela primeira impressão de Toledo.

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Passando o portal cometemos um erro.. saímos caminhando sem perceber que havia uma placa, à direita do portal, que indicava haver uma escada rolante pro topo da cidade. Fomos subindo, subindo, subindo as escadas.. e minha tia, mais uma vez, quase teve um baque. ::grr:: Nãi lembro de ter lido em nenhum tópico sobre essa escada..

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Havia lido em outro tópico que era essencial comprar um mapa logo que chegasse na estação.. pois é fácil se perder na cidade (concordo). Subindo a enorme escadaria, antes do Palácio de Alcázar, tem um Centro de Informações Turísticas com mapas grátis! \o/ Além disso, o aplicativo Maps Me tem todos os nomes de ruas, locais (não esquecer de baixar o mapa da localidade que vc quer ir. Esqueci de baixar o de Toledo, mas meu noivo tinha baixado e usamos o cel dele).. As vezes estávamos diante de algo atrativo e abríamos o mapa para ver o que era.

Começamos o passeio pelo Palácio de Alcázar (gratuito), um dos mais importantes pontos turísticos de Toledo. Fica junto com o museu do exército. Tem diversas salas com as mais variadas exposições: armas, uniformes, quadros, tendas, armaduras, espadas.. você pode passar o dia inteiro conhecendo esta atração.

Não encontrei indicação específica para almoçar em Toledo, mas achei o restaurante La Malquerida, que fez um disco de ovo com batata pra eu comer. Eles tem uma lista (interna, na cozinha) com os alergênicos, então os atendentes sabem dizer o que você pode comer dentre as opções do menu.

Seguindo passeio, visitamos a parte externa da catedral Primada. Passamos 2x por ela, na primeira estava fechada por causa do horário (depois almoço), e na segunda tinha uma fila gigante embaixo da chuva. Então ficamos só na parte externa, que também é linda (mas é recomendadíssimo conhecer seu interior, parece que custa 10€ a entrada). Em torno dela existem inúmeras ruas estreitas e charmosas, repletas de lojas que vendem antiguidades (Comprei um brasão – cuja espadinha foi confiscada no aeroporto, não despachei (culpa do Roberto ::putz:: )- e um paliteiro em forma de espada).

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Peguei a indicação aqui de conhecer a Igreja de São Tomé. A entrada custa 2,5€ e a visita é bem rápida.. apenas uma voltinha de 10 min (ou menos) no interior da igreja. Pra mim era dispensável, mas isso é bem pessoal (devia ter entrado na Catedral Primada).

Também peguei a indicação de conhecer o Monastério de San Juan de Los Reyes (entrada 2,5€). O ministério é do século XV foi fundado pelos reis que unificaram a Espanha, Fernando de Aragão e Isabel de Castilla, para comemorar o nascimento do seu filho. Sua arquitetura impressiona.

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Antes de ir embora, paradinha no El Cafe de Las Monjas, onde tomei um chocolate quente sem gluten.

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Tinham muitos outros pontos turísticos pra se visitar, mas com chuva é um pouco mais complicado..mas aproveitamos e adoramos a cidade! E ó as escadinhas na hora de ir embora.. e laiaá.. é descida que não acaba mais.

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Dia 12- Madri

Hoje o roteiro incluía museus e atrações que abriam após as 15hs (O planejamento é bom pra você não perder tempo..). Acordamos tarde e fizemos autos rango no hostel.. Perto do hostel descobrimos uma livraria muito bacana, chamada Desnível. Tem de tudo quanto é livro de aventura.. É um local de encontro de grandes montanhistas e aventureiros. Ao fundo da livraria tem um mural de 36 metros onde normalmente são realizados lançamentos de livros.

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Se você gostou do mural, dá de baixar para celular no site: http://www.extremos.com.br/noticias/120919_livraria_desnivel/ . Segundo esse site, ela é a mais completa do mundo no quesito Aventura. Fica a dica! :mrgreen:

Continuamos o city tour, desta vez pro lado oposto da cidade. Concentrei as atrações do lado leste tudo pra esse dia (Puerta de Alcala, El retiro Park, Palácio de Cristal, Museu do Prado). O Museu do Prado é grátis das 18 as 20hs. Chegamos perto das 18:20h e ainda não tinham liberado a entrada e a fila tava gigante.. Abriram a bilheteria as 18:30h.. e a fila andou bem rapidinho.

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Mochilas grandes e guarda chuvas devem ser deixados no guarda volume.. Pensa naquela galera toda guardando casaco, mochila, guarda chuva.. e algo extremamente organizado, sem fila.. a parada funciona. Bati uma foto no museu até saber que era proibido (não tinha avisos, só no mapa do museu que é pego na entrada- o qual pegamos depois..). Minha tia fugiu da gente e ficou batendo foto escondido ::putz:: A visita ao museu foi fantástica..tem um acervo impressionante. O objetivo era ir também ao Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, mas estávamos com os pés bem cansados.. nem vimos todas as galerias do museu, pois é gigante.

Janta na Taberna La Concha, indicado pela Associação de Celíacos. Quase todos os pratos do menu normal podem ser feitos sem glúten. Recomendo!

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Dia 13- Segóvia

O planejamento inicial era conhecer Segóvia e Ávila. Durante e a viagem olhamos as atrações de cada um e o que mais gostaríamos de ver. Ávila tem uma muralha, uma catedral.. é linda. Mas ficamos com Segóvia (passagem 20,6€ ida e volta), pois tinha mais atrações a se visitar. Essa mudança de roteiro ocorreu pelos mesmos motivos anteriores, fazer as coisas com calma torna os passeios mais prazerosos. O trem de alta velocidade chega em pouco menos que 30min!

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A estação de trem fica afastada da cidade (5km, parece bem mais!), mas tem ônibus bem próximo ao desembarque (4€ ida+volta). O ônibus (nº 11) deixa exatamente no aqueduto (Obs: na volta tem que pegar do outro lado da rua! Quase que perdemos..). ::hãã::

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Estima-se que o aqueduto foi construído na segunda metade do século I e início do séc. II d.C. e possuem 35 mil blocos de granito! As pedras estão apenas encaixadas, sem qualquer tipo de cimento entre elas (Caraca!!!), e permanecem em pé graças ao equilíbrio de forças. O aqueduto foi declarado Patrimônio da Humanidade em 1985. O trecho do aqueduto que fica acima do solo (Ponte do Aqueduto) tem 728 m de comprimento, e depois segue soterrado até o Alcazar de Segóvia.

 

Logo ao lado do aqueduto tem um centro de informações turísticas (Pelo MapsMe aparece o símbolo),onde você pode pegar um mapa gratuitamente. Há uma escadaria ao lado do aqueduto, daonde você tem uma visão privilegiada desta maravilha. Além disso, havia um artista local (

) deixando uma musiquinha de fundo durante a (nossa) visita. Uma coisa que gostamos muito na viagem foram os artistas de rua..nos ônibus, trens e metrôs dificilmente alguém entra pedindo dinheiro e contando uma historinha (foram poucos!). Geralmente entram tocando uma música agradável e você se sente mais tentado a ajudar (ou não). Seguindo em direção ao Alcazar, paramos na Catedral de Segóvia (Ntra. Sra. De La Asunción y de San Frutos), uma catedral gótica do séc. XVI (obs: Entrada 3€). Linda tanto por fora quanto por dentro.

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E por fim o Alcázar. Tem vários tipos de visita (pacote completo e com guia, somente a torre ou visita geral). Fizemos a visita geral (6,5€), em que se pode visitar várias salas do castelo (Sala das armas, dos Reis..). A sala dos reis é o ponto alto! Até o museu do alcazar é sensacional! Vale muito a pena! Li que esse castelo, junto com outro da Alemanha, serviram de inspiração de Walt Disney para projetar o castelo da Disneylandia.. Não duvido!

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Celíacos: Entramos no El DeSvan.. acho que foi o primeiro que apareceu quando decidimos sentar e comer. Havia uma salada deliciosa com camarão.. e batata frita seguras. Acho que pelo aplicativo não tinha nada nda na cidade (não me lembro bem agora).

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Finalizamos a visita lá pelas 16:30h.. ou seja, se fosse pra ir pra Ávila ficaria muito corrido. Talvez no verão seja possível, mas no inverno creio que não.

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Dia 14- Madri --> Roma

Voamos pela ALITÁLIA (R$329,16 cada) de Madri para Roma, a passagem foi comprada com antecedência também (outubro ou novembro). No aeroporto tem ônibus (no terminal 3) que leva para o centro da cidade (5€), tem 2 empresas que vendem o bilhete. Compre a que sair primeiro.. ou talvez a que tiver menos ônibus menos cheio.. Galera não respeita fila.. meio caótico.. Desespero pra embarcar.. ::dãã2::ãã2::'> Deixamos a mala no hostel e saímos pra conhecer a cidade. Do hostel dá de ir a pé em todos os pontos turísticos que selecionamos. Até o Vaticano, por exemplo, dava 25min (Mas a estação TERMINI fica tão próxima do hostel, que mais valeu ir de metrô e voltar caminhando).

Sobre o idioma.. não falamos italiano.. mas nem precisou.. É uma mistura de povos que falam um pouco de tudo.. Eu estava com o cérebro meio embaralhado, falava metade da frase em portunhol, um pouco de inglês e, quando percebia, já tinha soltado um 'grazie también'. E entendem. Falando nisso..acho que só precisamos saber 2 palavras em italiano.. é grazie (ou grazie mille), que quer dizer obrigado(a), e prego. Prego é um dilema pra nós, a priori significa Por favor e de nada. Mas era usado em tantas situações que ficamos em dúvida.. mas ok.. Todos garçons falam inglês ou tem noções de espanhol..e os comerciantes são maioria estrangeira – da Índia, Bangladesh, África (São os primeiros a abrir as portas e os últimos a fecharem). Minha tia fala somente o português.. e ela batia autos papo com a indiana do quarto dela, que não falava português. 8) Então dá pra se virar sim, ainda mais em um local que tá lotado de estrangeiro.

OBS: A Itália é o paraíso para qualquer celíaco.. O aplicativo da associação de celíacos é muito funcional, você liga o GPS e o aplicativo mostra quais opções tem por perto.

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Saímos a pé e logo já estávamos na Fontana di Trevi. Lotada de turistas.. você é abordado o tempo todo por vendedores ambulantes, é chato demais. Você quer apenas olhar a parada, mas é abordada o tempo todo.. No começo eu tentava ser querida e simpática apenas dizendo: ‘no, gracias; não obrigada; no thanks..’.. Mas insistem que você compre um pau de selfie ou uma cambuca de madeira que abre e fecha. No começo éramos simpáticos, mas começamos a ser mais rígidos no decorrer dos dias.. Se você estabelece contato visual mesmo.. fuuu..! não desgrudam!

A janta gluten free foi no Pantha Rei, fica ao lado do Panteão.. ótimo ambiente!Voltamos outros dias também.

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Hostel em Roma: FREEDOM TRAVELLER

Valor Diária: 48,28€ (quarto casal com suíte)

Ponto positivo: Localização, conforto, Atendimento (O atendimento do funcionário de Bangladesh era perfeito!!! Pensa num cara bom!). Próximo de várias padarias, Restaurantes, pizzarias, da estação Termini (é quase ao lado!), serve café da manhã (café e croissant). Tem cozinha. Tem local para guardar a bagagem após o check out. Tem vinho gratuito após as 18h (mas a criançada pagando de ‘olha eu posso beber’ botavam na própria mesa e acabavam com tudo logo). Ótimo custo benefício.

Ponto negativo: Cozinha não era muito boa, panelas muito velhas, não era tão bem arrumada, geladeira com cheiro de comida estragada. Quarto casal privativo era em outro prédio próximo, nada de outro mundo.. mas é bom simplesmente descer quando quiser usar a cozinha.

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Dia 15- Roma (Vaticano)

Hoje é dia de conhecer o Vaticano. Compramos os bilhetes do museu + Capela Sistina pela internet (https://biglietteriamusei.vatican.va) . Custou 20€ (16€ o bilhete + 4€ de taxa). Levamos impresso e trocamos pelo bilhete na entrada. Vale muito²²² a pena comprar antes..a fila na hora é absurda! O tempo a visita varia muito, mas acredito que de 2 (superficial) a 3hs (mais detalhado).

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No museu é permitido bater fotos.. É tudo muito impressionante, tem diversas galerias. Na Capela sistina não é permitido foto, mas tinha vários espertalhões se achando o James Bond porque estavam batendo escondido. É um saco. Tava o pai com a máquina escondida sob o casaco rindo pro filho porque tinha conseguido bater foto (Alouuu? ::putz:: ).. Fora isso, os funcionários ficam o tempo todo, e em vários idiomas, pedindo silêncio.. pois as pessoas acham que tão no meio do circo. A Capela é linda, mas eu queria ter um ‘botão de delete’ pro bando de sem noção. Sério, não sejam esse tipo de turista. Ah.. tem diversas esculturas A.C., não façam igual minha tia.. dando batidinhas pra ver como o material daquela época era bom.. #morri ::prestessao::

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Parada pra almoço no Mama Frites- um local totalmente gluten Free (Tá no app, só traçar a rota a pé e ir! Além desse, tem outros na região do Vaticano). Passando esse restaurante tem uma sorveteria com opções sem gluten ao lado (não tem selo da associação, por isso perguntei à atendente.. só um sabor tinha gluten e parece que tomam todos os cuidados. Sou bem sintomática e não passei mal!). Esse foi o melhor sorvete da viagem.

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Depois do almoço ficamos matando tempo na praça da Basílica de São Pedro. Havíamos agendado com antecedência (dezembro) o passeio subterrâneo ao túmulo de São Pedro (http://www.scavi.va/content/scavi/it/prenotazione.html), ao custo de 13€, com guia em português. Acho que agendei com tanta antecedência que me deixaram escolher o dia ainda (Obs: um amigo nosso tentou agendar próximo da viagem dele e não conseguiu!). No voucher explica certinho onde você tem que entrar, no lado esquerdo da basílica, passando pelo detector de metais e mostrando o bilhete aos guardas suíços). No voucher também pede que se chegue com antecedência de 15min.. uma casal de brasileiros do grupo chegou em cima da hora e demoraram pra conseguir entrar.. O passeio dura 1:30h (pra menos) e é bem interessante. Não é permitido fotos/vídeos, mas aqui descreve bem como é a visita --> http://www.romapravoce.com/visita-ao-tumulo-de-sao-pedro/) . Há divergências sobre o túmulo ser de Pedro.. mistérios da fé. Ahh uma dica: se você fizer esse passeio sai direto dentro da Basílica de São Pedro.. não precisa encarar a fila gigante que tem na praça..

 

Finalizamos o dia indo conhecer a La Pasticciera, uma confeitaria 100% gluten free (e perto do hostel!)

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Dia 16- Roma

Dia de conhecer o Coliseu, o fórum Romano e Palatino. Nossa ideia inicial era adquirir o Roma Pass, pelas contas que eu havia feito valeria a pena.. Mas desistimos, ficaríamos muito preso ao roteiro..e ter que fazer tudo no prazo de validade do cartão (24h,48h ou 72h).. A diferença era tão pouca, que nem pegamos.. E acho que saiu mais barato não pegar mesmo, pois algumas atrações não quisemos visitar.

Para as 3 atrações você compra um bilhete único (12€). Havíamos pegado a dica de começar o passeio pelo fórum romano ou palatino, pois as filas são menores.. aí você chega no Coliseu já com o ingresso e pula a fila (ótima dica!). Íamos fazer isso, mas passando ao lado do Coliseu não tinha fila alguma!!! Viva o inverno!!!! Até deu um bug no nosso cérebro, porque estávamos programados pra começar o passeio pelas outras atrações.

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Do coliseu fomos pro Fórum Palatino, ficamos meio perdidos, pois não tínhamos mapa.. Depois descobrimos que meio que entramos pelo ‘lado errado’.. na verdade tem uma entrada principal onde fornecem o mapa..Como viemos do Coliseu, meio que entramos pelos fundos. Fomos nos guiando pelas placas físicas e pelo celular, o app Maps Me mostrava bastante coisa. Do Fórum Palatino você tem vista para o Circo Massimo, que, hoje, é que uma pista oval abandonada, que no passado era a melhor e maior pista de corrida e de jogos de Roma. Em seguida, o Forum Romano.. fica ao lado do palatino.

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Na hora de ir embora tem um monumento bem legal.. impossível você não passar por ele (eu acho). Monumento à Vítor Emanuel II da Itália

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Parada pra comer no Voglia di Pizza.. comi pizza..mas tem outras coisas também!

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Deu tempo de irmos ainda no Panteão (gratuito), em perfeito estado de conservação. “Quase dois mil anos depois de ter sido construído, esta cúpula é ainda hoje a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo”.

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A Noite fomos fazer compras no mercado CONAD, perto do hostel, e descobri uma prateleira cheio de pão sem gluten. Taí uma grande vantagem de ficar em hostel.. meu café todo dia era pão sem glúten..os preços variavam de 3€ a 4€, bem melhores que no Brasil.

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Dia 17- Roma

Durante a visita ao túmulo de São Pedro, a guia falou que existe também a basílica de São Paulo (“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine..”) ::love::::love::::love::::love::

A Basílica San Paolo Fuori le Mura é Patrimônio da Humanidade desde 1980. Obs: Atração gratuita!

Descobrimos o endereço (Piazzale San Paolo, 1) e fomos visitar: Basílica di San Paolo Fuori Le Mura (tem esse nome porque fica fora dos muros aurelianos). Para chegar basta pegar a linha B do metrô (a mesmo que vai pro Coliseu) e descer na parada Basílica San Paolo. A basílica fica bem próxima à parada do metrô e, como todas as atrações importantes de Roma, é protegida pelo Exército e por detector de metais.

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Gostei mais dessa basílica do que a de São Pedro.. essa não é tão lotada, muvucada, craudiada.. Conserva um certo silêncio.. tem uma música de igreja ao fundo, tornando o ambiente mais aconchegante.. sem contar que a basílica é linda! Na parte superior, circundando toda a Basílica, há vários medalhões em Mosaico com o rosto dos Papas. Estes medalhões foram iniciados sob o papado de Leon Magno, no século V, e desde então cada vez que é escolhido um novo Papa, é feito um mosaico com seu rosto. Obs:No interior da igreja tem uma corrente que supostamente São Paulo usou em seu martírio.

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Na volta uma passada pela Basílica Santa Maria Maggiore. Um detalhe.. no My Maps você consegue botar comentário.. e quando exporta como KML e abre no MapsMe, os comentários são exportados juntos! Então várias histórias sobre as atrações eu olhava antes de ir ao local.. na porta de entrada geralmente.. então entrávamos nas atrações sabendo onde olhar.. o que procurar.. essa igreja foi um desses casos. “A basílica foi construída entre 432 e 440 durante o pontificado do Papa Sisto III e dedicada ao culto de Maria, Mãe de Deus, cujo dogma da Divina Maternidade acabara de ser declarado pelo Concílio de Éfeso (431). Dentro tem mosaicos medievais que contam a infância de Cristo (Annunciazione, Presentazione al Tempio, Adorazione dei Magi, Incontro con il governatore Afrodisio, Strage degli Innocenti, Re Magi presso Erode). No altar, encontra-se o maior tesouro da Basílica, composto de cinco pedaços de madeira presos por grampos de ferro e que, segundo contam, teriam sido parte do berço de Jesus. É nesta basílica que está enterrado o maior escultor de Roma da época barroca, Gian Lorenzo Bernini.

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Dia 18- Pompei

Dia de ir à Pompéia, a cidade petrificada pelo vulcão Vesúvio em 79 d.C.. Já havíamos visto alguns documentários sobre a tragédia e sempre nos despertou interesse naquele que foi um dos maiores desastres naturais da história. Para chegar lá deve-se pegar o trem até Nápoli e, de lá, pegar outro trem até Pompeia. Se eu fui em baixa temporada e esse último trem já tava lotadaço.. não quero nem pensar como é na alta temporada. Pra quem se acostumou aos trens tops de linha.. esse regional já é mais zoado..

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Uma dica de app, que só vimos lá na hora.. é: http://www.pompeiitouch.com/ . O uso do audioguia foi essencial para entendermos as estruturas. Na entrada tem vários guias oferecendo serviço a 8 euros.. Acho que vale mais a pena contratar um guia, pois eles sabem já os lugares certos pra ir..e a história bem mais profundamente.

Aqui você acha um circuito a ser seguido: pompeia-circuito-da-cidade-a-ser-seguido-t67639.html

A cidade é impressionante..pode-se ter noção do estrago feito pelo vulcão.

 

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Mas não vá achando que tá cheio de corpo petrificado.. tem bem poucos, a maioria está no Museu de Nápoli (bem como várias esculturas.. em Pompeia ficaram as réplicas). Na verdade, também não são corpos petrificados. A chuva de cinza fina que cobriu o local durante a erupção aderiu às formas dos corpos e roupas das vítimas, preservando o momento em que morreram. Com uma técnica que utiliza gesso e água foi possível mantê-los intactos como foram encontrados pelos pesquisadores. O local que mais possui ‘corpos’ petrificados é o ‘Orto dei Fuggiaschi’, localizado na área I.

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Algo beeeeem interessante (pra mim que trabalho com isso) são essas pedras grandes no meio da rua..As águas pluviais coletadas das casas caíam direto na rua, que ficava alagada.. Essas pedras eram pras pessoas atravessarem com segurança:

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Seguimos um grupo inglês, que tinha guia, até o prostíbulo mais famoso da época (sem o guia alheio jamais íamos ter encontrado o lugar), o LUPANAR. Tem vários afrescos de posição sexual pintados na parede, tipo um menu, indicando os serviços oferecidos. Na rua mais adiante tem até um falo no chão, indicando a direção do prostíbulo.

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O passeio começou pelas 10h e terminou perto das 15:30h. Daria pra ficar mais tempo ainda, mas vai ficando tudo muito repetitivo. Meu planejamento inicial constava subir o vulcão Vesúvio e ir no museu de Nápoles.. mas o pessoal não tava muito a fim.. Talvez se estivéssemos há menos tempo viajando estaríamos sempre com vontade de fazer tudo, mas as longas caminhadas diárias cansavam.. ::hãã::

OBs: Pesquisando no app sobre refeições sem gluten, tem opções fora do sítio de Pompeia.. eu levei meu sandubão da Schar e comi lá dentro. Para os 'normais', lá dentro tem um restaurante/pizzaria.

Gasto:

Passagens Roma --> Nápoles: 40€ (ida e volta)

Passagem Nápoles --> Pompeia: 6,4(ida e volta)

Entrada: 11€

Audio Guia: 8€

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Dias 19 - Roma

A partir daqui teríamos mais 3 dias de viagem.. a qual seria pra conhecer o resto das igrejas, escolhemos conforme os relatos aqui no fórum. Não vou citar todas, mas a Basílica Santa Maria Degli Angeli e del Martiri merece o seu tempo.

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Dentro da basílica tem uma linha meridiana encomendada pelo papa Clemente XI, no início do século XVIII. Funciona como uma espécie de relógio solar e calendário. Além de utilizar a linha para medir a posição do sol, há orifícios no teto para marcar a passagem de estrelas (dica: visitar perto do meio dia para ver a luz solar iluminando a linha).

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No caminho cruzamos com a sorveteria Della Palma.. tem mais de 150 sabores, cheia de gente.. Tem algumas opções para celíacos.. Não é aquilo tudo, acho que não tem lactose.. Aproveitam pra juntar várias restrições em um sabor.. então não foi meu preferido.. mas pra quem tem mais restrições.. se joga! ::hãã::

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Janta no Melarancio, outro lugar com opções para celíacos.

 

Dia 20-

Saímos cedo pra ir na Decatlon.. uma loja que os mochileiros devem conhecer, é a nossa preferida.. Tem pessoas que vão no shopping passear, a gente vai lá.. mesmo sem nda pra comprar. Roma tem umas 4 lojas, mas vimos que a maior dela ficava na Porta de Roma. Pegamos um ônibus até lá e nos realizamos, é gigante! Preço bem inferior ao do Brasil.. ::love::

O Almoço foi no ‘La Soffitta Renovatio’, perto do Vaticano, com opções gluten free. Uma coisa que não mencionei é que a pizza é pra uma pessoa (essa da foto).. pra nós dava pra 2 pessoas comerem.. a quantidade italiana é meio exagerada.. mas como a massa é fininha, até vai 1 por pessoa.. se tiver com muita fome.

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Demos uma passada pela Piazza Campo de' Fiori, em que há uma estátua em homenagem ao filósofo Giordano Bruno, queimado vivo na condição de herege, por ter afirmado que a Terra é que girava em torno do Sol (e não o contrário, como apoiado pela igreja). Passamos por ali outros dias e tinha mercadinho, feira.. acabamos nem vendo a estátua.. Aí antes de ir embora eu lembrei de pesquisar onde ficava essa estátua.. e já tínhamos passado ali.. ufa.. essa foi quase. ::putz::

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E finalizamos o dia visitando os túmulos de mais dois apóstolos: Filipe e Tiago (menor), na Basílica dei Santi XII Apostoli.

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O dia seguinte foi só passeio no Centro e início da viagem de volta. Apesar da comilança, perdi 1,5kg e o Roberto 4 kg (homens, homens..) ::mmm:

Obrigada aos leitores e demais colegas pelas dicas! Se eu puder ajudar em algo, só chamar! ::otemo::

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    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       



    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
      [PARTE 07] - [PARTE 08] - [PARTE 09]
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      Para que o conteúdo não fique massivo estarei dividindo o relato em várias partes menores, e caso você queira apenas saber o que Campos do Jordão e Aparecida têm a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite] Viagem de ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jordão, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jordão]
      [Parte da Tarde] Missão Fondue!
      [Parte da Noite] Missão Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia] Viagem de volta de ônibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH até São Paulo de ônibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no ônibus!

      Às 22:00h entramos no ônibus da São José, mas ele não saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele [ou eles] estavam vindo de Ipatinga e agarraram no trânsito, e o bus só partiu mesmo às 22:20h, com destino a São Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada às 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que não consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e não queria molhar a câmera ou o meu óculos.


      Nesse lugar a parada foi bem rápida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal é que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de ônibus.

      Passado mais algum tempo, às 4:00h da manhã fizemos nossa segunda e última parada do percurso até Campos do Jordão. Dessa vez até que eu tinha conseguido dormir bastante no ônibus.



      Havia até um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espaço muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista é muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela já estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no ônibus sem poder esticar os pés.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jordão, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma população de pouco mais de 50.000 habitantes e está a 173 km da cidade de São Paulo, a 350 km de distância do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jordão
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham opção para água quente e fria. A única coisa que não gostei do Parque Hotel é que o WiFi só ficava disponível na área da recepção e não tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV também era bem pequetita [nada importante, já que quem veio aqui deve é passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Palácio Boa Vista
      Ás 9:00h entramos no ônibus da São José e seguimos até o Palácio Boa Vista, que é considerado como a residência oficial de veraneio do governador de São Paulo, e está localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jordão.




      Andamos um pouco de ônibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da São José, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade já ter ficado com -8ºC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e só não nevou porque o clima dessa região é bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar não era perigoso ao ponto da pessoa entrar e não sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um palácio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no palácio, e como eles não deixavam tirar fotos ou fazer gravações lá de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as únicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o palácio é super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de salões e todos eles com móveis luxuosos, alguns até importados de outros países e em sua grande maioria os objetos são bem antigos, datando das décadas de 60, 40, e até mesmo contando com algumas peças do Século XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns móveis folheados a ouro, outros de latão dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os cômodos, que iam desde estátuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de São Pedro
      Saindo dali fui na Capela de São Pedro, que estava praticamente do lado do palácio, já a Lu não quis entrar nesse local. É uma estrutura íntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da região. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que não compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
       E voltamos novamente para o ônibus da São José para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
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