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Carlosfuca

Cachoeira da Usina Capivari via Jamil - Marsilac - SP

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    • Por Diogo Rodrigues
      Visitei a Cachoeira do Jamil, em São Paulo (capital). Ela está em uma propriedade particular, e é cobrada uma taxa de 25 reais para o acesso. Pode-se também acampar, pagando 50 reais.
      Vídeo da Cachoeira do Jamil:
      Saí de São Bernardo, e segui as orientações que os proprietários me passaram por whatsapp. Segui até a Marginal Pinheiros, e de lá coloquei no GPS “Cachoeira do Jamil”, pois se colocasse direto daqui, ele iria indicar um caminho muito mais difícil.


      Você anda muito, pega trânsito, muito farol, e bairros residenciais. Depois entra na estrada de terra, e o mais indicado é ir pela 2ª opção de estrada, que está melhor para o carro. Aí você atravessa trilho de trem, uma subida cheia de pedras que foi difícil fazer o carro 1.0 passar, mas descendo todo mundo do carro, e deixando ele mais leve, subiu.Na entrada o próprio Jamil te dá um “termo de responsabilidade” (um caderno que você assina seu nome, e explica que é perigoso entrar na água em alguns lugares, e fala da correnteza. Já ouvi relato de mortes ali.
      Chegamos bem cedo, e ela estava praticamente vazia, e tive uma surpresa com o tamanho de uma queda. O que também impressiona é como a paisagem da cachoeira parece ter saído de algum outro país, como Canadá ou Estados Unidos, pois o entorno da cachoeira é repleta de Pinheiros. A trilha dura uns 20 minutos, e indo até o final dela, chega-se a uma prainha, que é uma parte que o rio fica mais calmo, e tem um espaço maior para nadar. Ali realmente parece uma praia, pois tem uma faixa de areia para ficar. Na minha opinião, a trilha sendo curta, e com as “regras” dos proprietários, a cachoeira só é legal de ser visitada enquanto está vazia, pois depois chegou muita gente com churrasqueira, e uma família levou uma caixa de som enorme, fazendo um barulho que me deu vontade de ir embora.

      A trilha e a cachoeira são bem limpas. Existem avisos de levar seu lixo em todo lugar, mas quando ela fica lotada, o lixo começa a aparecer. Como lá só pode ser visitado em fim de semanas, provavelmente durante a semana eles fazem uma limpeza. Dá para chegar de transporte público, mas você vai andar bastante. Viajar me fez perceber que todo local tem seus atrativos, inclusive com natureza.
      E São Paulo tem vários assim.
    • Por Raffa
      Fim de semana em Sampa, nada programado. Marcamos de acampar no Jamil e ir na Cachoeira da Usina no Bairro da Barragem em São Paulo. Sim, é São Paulo. Já fui duas vezes (agora é a terceira) e não conhecia o Jamil. Missão cumprida. Agora é retornar para lá e fazer a travessia até Itanhaém.
       
      Nadamos nos últimos rios limpos de São Paulo: Monos e Capivari.
       
      Saímos as 7h da manhã do metrô Vergueiro e seguimos via 23 de maio, Teotonio Vilela, até Parelheiros aonde pegamos a placa sentido Barragem. Depois virou estrada de terra, pegamos um caminho diferente, passamos por varios buracos e o Minduim mandou bem com a Atoladinha (Kombi).
       
      Chegamos na propriedade do Jamil por volta das 10h da manhâ (paramos antes no supermercado). Lá estavam o Paraná e o Sr. André caseiros. A Dani minha amiga que trabalha com a recepção e visitas não estava. Liberaram a gente, montamos as barracas embaixo de um telhado, tinha banheiros, churrasqueira e tipo um balcão e pronto, estávamos instalados.
       
      Propriedade do Jamil

       
      Dali, é só pegar a trilha e 1km já da para ver a Cachoeira do Jamil. A Cachoeira do Jamil é a junção dos dois rios, Monos e Capivari. OooO Agua gelada. Nem peixe tem nesse rio. Seguimos rio abaixo e chegamos na Prainha, local gostoso para tomar sol e nadar. Só que cuidado nessa piscina natural. O rio tem uma correnteza forte por baixo e é perigoso ele te jogar para o fundo. Nade próximo ao banco de areia e não deixe que a agua cubra sua cabeça.
       
      Rio

       
      Ponte

       
      Prainha:

       
       
      Cachu do Jamil

       
      Depois de uma hora por ali, voltamos pela trilha, passamos nas pedras, ali mais algumas piscinas e voltamos para o QG para fazer almoço.
       
      Almoço, nem falo nada, Minduim, assumiu as panelas, saiu aquele rango: Arroz integral, tabule, feijão com linguiça, batata palha e ate umas jalapengos.
       
      Almoço:

       
      Depois ficamos ali de bobeira tomando cervejinha, Marcelo tocando o violão, Cris cantando e esperando a noite chegar.
       

       

       
      Batatas

       
      Jantar

       
      A noite chegou para mim, o minduim e a Cris, para o Marcelo não. PT. queimou a largada antes das 21h. rsss Nessa hora estavamos escutando o sonzinho via ipod, comendo batata assada com molho de requeijão, alho e tomate seco e acompanhado de vinho.
       
       
      Viajamos com os vaga-lumes dos olhos iluminados e por volta da meia noite todos estavam dormindo. O bom que não colocamos o teto nas barracas, então deu para dormir bem frescos.
       

       
      Domingão de sol, acordamos 8h da manhã e após o café, fomos conhecer a cachoeira da Usina. Só seguir pelo trilhos, antes do túnel 27 tem a entrada a direita para a trilha. Do Jamil até a Usina dá umas 2h. Rolou umas emoções até chegar lá. Passamos entre os vagões de trem parados que podiam andar a qualquer momento.
       

       
      Ponte

       
      Outra ponte

       
      Travessia por baixo da ponte

       
      Chegando na usina, aquela velha ponte que um dia passavamos por cima, está só a carcaça. Optamos ir por baixo, atravessando o rio. A Usina está totalmente com o mato dominando, pessoal que acampa por ali destruiu tudo infelizmente, só sobraram os muros das casas. Calor estava forte, agua refrescante. Encontramos um pessoal por ali, nos despedimos e fomos até a casa das maquinas, trilha que segue por trás das casas. Agora tinha uma bela pirambeira para descer.
       
      O que sobrou da Usina, infelizmente

       
      Usina

       

       
      A casa se já estava destruída a uns 4 anos atrás quando fiz essa trilha, agora estava destruída² e cheia de lama. Uma pena. Fomos em outra queda d agua, descemos pelas pedras lisas e avistamos a queda principal da Cachoeira da Usina. Fantástico.
       
       
      Descida para ver a queda principal

       
      Queda Principal

       

       
       
      Ficamos ali parados alguns minutos, escalamos as pedras e voltamos a subir a pirambeira. Ops. Cobra no caminho ?? nem reparamos, mas era um reptil, tinha pernas. mas na hora parecia uma cobra mesmo... Marcelo tomou um susto, mas foi tudo tranquilo, ela voltou para o mato e seguimos a trilha.
       
      Que bonitinho

       
      A volta é bem chatinha, caminhar pelas pedras nos trilhos enche o saco. rs O visual é bonito, não tem sombra e tem que ficar esperto com os trens. Eu e o Minduim fomos na frente, conseguimos sair dos trilhos quando um trem estava parado e vinha outro descendo. O marcelo e a cris, não tiveram a mesma sorte e ficaram parados encostados numa mureta. Bem perto dos vagões descendo.
       
       
      Depois de uns 3/4km andando nos trilhos, chegamos no Jamil. Paraná estava acordado e sentando em frente a nossas barracas. Tomamos uma ducha, e para variar Minduim foi para cozinha fazer o rango. 25minutos depois chegaram a Cris e o Marcelo. Almoçamos e ficamos morgando por ali.
       
      Depois desmontamos o acampamento, e seguimos rumo a nossas casas. baterias carregadas, novas histórias, muitas risadas e esperando a próxima.
       
      Custo: +ou- 40 reais o fim de semana.
       
      Em breve o tracklog da cachoeira do jamil e da Usina
       
      Album do Marcelo: https://picasaweb.google.com/104688595237238766461/APA_CapivariMonos_0211#
      Album do Minduim:http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=18077518749167150875&aid=1297010820
      Album da Cris:https://picasaweb.google.com/negrabela/ApaCapivariMonos#
       
      Minhas Fotos dessa trilha: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150562662024812.404756.576754811&type=3



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