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EUROTRIP – MARÇO/17 – MADRID – LISBOA – PARIS – ROMA – 15 DIAS

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Oi, gente!

 

Depois de ter feito diversas viagens pegando muitas dicas aqui no Mochileiros, tomei vergonha na cara para escrever o meu primeiro relato.

 

Eu já tinha definido que iria fazer uma Eurotrip em 2017 e, como sou autônoma, tenho uma boa flexibilidade de datas para viajar. Por isso, quando retornei da minha ultima trip pro Chile, comecei a monitorar as promoções de passagens até que, em agosto de 2016, encontrei uma promoção com voo Salvador – Madrid direito e com taxas por R$ 1533,00, pela AirEuropa para uma data que seria viável pra mim.

Vale dizer que esse valor ainda incluía as taxas do Viajanet, pq mesmo com a comissão deles ficava mais barato que comprando diretamente pelo site da companhia.

 

Assim, 07 meses antes da viagem, estava eu com as passagens em mãos para passar 15 dias viajando pelo velho continente!!!! ::hahaha::

 

Logo após a compra das passagens, surgiu uma promoção de seguro da Mondial para a Europa dando 50% de desconto! Assim, paguei R$ 197 pelo seguro por 15 dias.

Então comecei a pensar mais ou menos no roteiro: não abria mão de Paris e Roma e pensava em incluir Londres.

 

Foi ai que minha mãe, que sempre teve o sonho de viajar para a Europa e nunca pôde realizar, cerca de 01 mês depois da minha compra de passagem, decidiu que ia também já que ela não fala outra língua e sairia mais em conta do que ir pela CVC hahaha. Vale dizer que a passagem dela, comprada um mês depois, ficou cerca de R$ 350 mais cara para o mesmo vôo e que o seguro também, pois só consegui depois uma promoção de desconto de 30%.

 

Ai veio um porém: eu queria MUITO ficar em hostels. Prá mim, a integração que um hostel proporciona é um dos pontos mais altos da viagem. E claro que não dava pra ficar em quarto privado a viagem toda, pq sairia muito caro e seria até melhor ficar em um hotel pelo preço. Conversei direitinho com ela, expliquei meus motivos e falei que escolheria os hostels com carinho e que ficaríamos em quartos femininos e com menos camas.

 

Sobre os hostels, um parênteses: foram muito maravilhosooos! ::love::::love:: Recomendo todos os que fiquei. Vou colocando mais infos a medida que for escrevendo, mas vale dizer desde já que recomendo de olhos fechados: Ok Hostel Madrid, Home Lisbon Hostel, Generator Paris e The Yellow Roma. Minha mãe não cansa de repetir o quanto eu acertei em todas as escolhas.

Bom, sobre minha mãe, a única coisa que ela interferiu no roteiro foi me pedir pra incluir Lisboa, pois ela queria muito conhecer. Assim, fechei o roteiro da seguinte forma:

 

Dia 01 – Chegada em Madrid as 11h

Dias 02 e 03 – Madrid

Dia 04 – Ida para Lisboa com chegada as 14h

Dia 05 e 06 – Lisboa

Dia 07 – Ida para Paris com chegadas as 17h

Dias 08, 09, 10 – Paris

Dia 11- Ida para Roma com chegada as 19h

Dias 12, 13, 14 – Roma

Dia 15 – Ida para Madrid com chegada as 19h

Dia 16 – Retorno para o Brasil

 

Ainda na fase pré-viagem, vale dizer que em razão de eu não ter rendimentos fixos, preferi ir comprando tudo que podia comprar antecipadamente aqui do Brasil mesmo (ingressos das atrações), ainda que tivesse que pagar o IOF do cartão. Sério, foi a melhor coisa que fiz (no meu caso). Antes da viagem eu já estava com tudo praticamente pago, o que foi ótimo, além de ter conseguido tudo pros horários que ficariam melhor na minha programação, além de bons descontos (como na Disney Paris que comprei dois parques pelo preço de um). Também vale dizer que o euro sempre estava fechando abaixo no cartão do que os valores que encontrei nas casas de cambio da minha cidade, o que acabou compensando.

 

Como decidi fazer os deslocamentos de avião, também fui monitorando as passagens e consegui valores razoáveis, incluindo em todos eles o despacho de uma mala de porão para cada uma.

 

Outra observação é que tinha reservado sempre dormitórios em todos os hostels. No entanto em Roma consegui uma promoção no Booking para quarto privado por um preço que valia a pena. Como era o último destino da viagem, pensando no conforto de minha mãe, acabei pegando o privativo e foi ótimo (eu também estava bem cansada e todos os dias acabando dormindo até tarde hahaha). ::hãã::

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Abaixo seguem meus gastos de antes da viagem (gastos individuais):

 

Passagem aérea SSA – MADRID IDA E VOLTA: R$ 1533,00

Seguro viagem – R$ 196,47

Ok Hostel Madrid (quarto feminino, 03 noites, 06 camas com imposto incluído) - € 59

Ok Hostel Madrid (quarto feminino, 01 noite, 06 camas com imposto incluído) - € 18

Home Lisbon Hostel (quarto feminino, 03 noites, 06 camas, com café da manhã) - € 50 (em Lisboa tem um imposto de 1 euro por diária)

Generator Paris (quarto feminino, 04 noites, 08 camas) - € 106,20

The Yellow Roma (quarto privado com banheiro, 04 noites) - € 106,57 (Observação: em Roma tem um imposto de €3,50 por diária – mais caro que o quarto ::grr:: ).

 

Voo Madrid – Lisboa (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 179,30

Voo Lisboa – Paris (Orly) (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 182,61

Voo Paris (CDG) – Roma (FCO) (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 208,34

Voo Roma (CIA) – Madrid (já incluindo o valor da bagagem paga) – 74,55 EUR

 

 

Scavi Tour - € 13,00 – Melhor coisa que eu fiz em toda a Europa. Se for pra Roma, tem que ir, independentemente de religião!!!!

Disney Paris - € 47,00 para os dois parques

Torre Eiffel - € 11,00

Louvre - € 17,00

Coliseu - € 14,00

 

Fora isso tive que comprar umas roupas de frio, pois a previsão estava bem tensa para uma baiana hahaha. Comprei um casaco em Madrid que me salvou, pois peguei bastante frio em Paris. ::Cold::

Enfim, essas são as informações gerais. Já começo o relato de verdade!

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Meu voo de Salvador para Madrid partiria as 22h30, então neste dia saí de minha cidade às 17h30.

Não canso de dizer quanto o aeroporto de Salvador está uma VERGONHA! Ar condicionado, elevadores, escadas rolantes: nada funciona. Esperamos abrir o embarque internacional e só havia dois policiais para fazer o controle de passaportes. Fila enorme. Na espera, duty free sem funcionar, quase nenhuma opção de alimentação e poucas cadeiras para todos que esperavam o voo. A cada dia que eu embarco em SSA sinto como se tudo estivesse pior..

 

Embarcamos no horário programado. O avião que fomos tinha configuração 2 – 4 – 2 e era bem apertadinho. Além disso, não tinha entretenimento a bordo. Quem quisesse, teria que alugar um Ipad que eu não me recordo agora o valor, mas obvio que não pagaria por isso.

Tomei meu remedinho, dormi por alguns momentos, acordando sempre pra comer, claro hahaha.

 

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Chegamos em Madrid antes do horário previsto e corri pra fila da imigração já tensa.

Sério, devo ter lido uns 1000 depoimentos sobre o quanto a imigração de Madrid é severa e tudo mais. Levei tanto papel para provar que eu era uma menina boazinha que não queria ser ilegal na europa que até pesava!

Peguei um agente bonitão que me fez várias perguntas e por vezes me olhou com cara desconfiada. Minha mãe estava comigo. Perguntou quantos dias eu ficaria na Europa, quantos em Madrid, pra onde eu iria, hospedagem em Madrid, se nós eramos parentes, se iriamos e voltaríamos juntas.. olhou meu passaporte página por página (parou na página da Colômbia, olhou nos meus olhos..) e depois carimbou. Ufa!

 

Desci no terminal 01 e para sair do aeroporto teria que ir até o 04 (o aeroporto de Madrid é enorme!!). Há ônibus gratuito entre os terminais. Entre o 01 e o 02 leva menos de 03 minutos de ônibus. Já até o 04 dura uns 08 minutos.

Tinha planejado a saída do aero de metrô. Teria que fazer apenas uma baldeação para chegar até o hostel. Um mês antes da viagem descobri que a linha do metrô que sai do aeroporto estaria fechada até abril para reformas.

Assim, optei por sair do aero usando a combinação Trem + metrô. O trem me custou €2,60 e o metrô €1,22 (explicação abaixo). Aqui vale uma observação: o sistema de transporte de Madrid é ótimo (trem e metrô, que foi o que usei). Limpo, vazio, pontual.

Para locomoção no metrô compramos um passe que se chama Metrôbus. Pode ser usado por mais de uma pessoa e dá direito a 10 viagens de metrô. Custou 12,20 euros e foi tranquilo comprar nas máquinas de autoatendimento.

 

Enfim chegamos ao Ok Hostel, antes do horário do check in. Grata surpresa nas aéreas comuns: o hostel parecia ser ótimo!

 

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Largamos nossas malas e partimos para bater perna.

Seguimos andando do hostel até a Plaza Mayor, depois Puerta del Sol e Grand Via. Andamos por todo o centro – é tudo muito perto.

Fomos até o terraço do El Corte Inglés, que oferece uma linda vista do centro da cidade, com uma pequena praça de alimentação. Lá tomei meu primeiro Amorino da viagem (de muitos). Aquele formato de flor acaba com meu emocional.

 

Para as meninas, vale um adendo sobre a Primark da Grand Via (gente, sério. Fiquei doida!!). Se não quiser gastar, nem passe lá. São cinco andares e é tudo MUITO BARATO! Ficamos meio surtadas pensando como poderíamos comprar a loja toda hahaha

 

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Na volta pro Hostel, passamos pela Plaza Mayor e nos deparamos com a torcida do Bayern Leverkusen. A Plaza Mayor de Madrid é fechada por construções e eles gritavam tanto que o barulho ficou ensurdecedor. Foi lindo de ver! Naquela noite o Bayern encararia o Atletico de Madrid pela Champions.

 

Voltamos para o hostel para tomarmos um banho e ocupar nosso quarto. Era um quarto feminino com 06 camas e banheiro interno. A cama era ótima e o locker enorme. Pagamos € 2 pelas toalhas e mais €5 pelas chaves, que foram devolvidos no check out.

 

A noite fomos ao mercado de San Miguel mas não jantamos por lá – tudo bem caro, apesar do lugar ser ótimo. Fomos a um restaurante próximo a Plaza Mayor e ficamos tomando umas cervejas e degustando umas tapas.

 

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Ainda a noite as ruas eram movimentadas e foi ótimo circular pelo centro de Madrid. Quando o cansaço bateu, voltamos pro hostel.

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Depois de um sono dos justos, acordamos para o nosso primeiro dia oficial em Madrid. Já tínhamos aproveitado muito o dia da chegada e percebi, inclusive, que o roteiro que fiz ficaria leve.

O Hostel não incluía café da manhã. Eles cobram €3 com buffet livre. Vale muuuuito a pena – sério!!! Tem frutas, pães, cereais, iogurte, queijo, presunto, geleias, máquina de crepe, nutella.. meu Deus, eu comia demais!!! ::hahaha::::hahaha::

 

Pegamos o metrô e seguimos para um passeio que eu e minha mãe estávamos ansiosas: o tour pelo Santiago Bernabéu. Sério, tem que ir, independentemente de gostar ou não de futebol!!! Nós amamos e era o passeio mais certo que faríamos em Madrid – e não decepcionou em nada!

 

O metrô para na porta do estádio e já é impactante a chegada junto a ele. O ingresso do tour custou €24 e levamos mais de 2 horas lá dentro, percorrendo todo o estádio.

 

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Você vai passando por um circuito que inclui museu, vestiários, etc até chegar no gramado.. é sensacional!

 

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Saindo do Bernabeu, almoçamos em um pequeno centro comercial ao lado que foi um ótimo custo benefício. Fomos num restaurante chamado Café e Tapas, que depois descobri ser uma rede espalhada por toda a cidade. Pegamos um menu do dia (entrada, prato principal e sobremesa) mais bebidas (refrigerantes e mojito), pagando no total €25,50 para eu e minha mãe.

Pegamos o metrô até a estação Banco de España. De lá seguimos andando até a Puerta de Alcalá, Fuente de Ciebeles, chegando até Parque de El Retiro.

 

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O parque é enorme e lindíssimo. Andamos por horas! Fico imaginando como seria no auge da primavera!

 

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Para completar, ainda abriga o Palácio de Cristal que é um encanto!

 

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Ficamos por horas e já estávamos bem cansadas de tanto andar, mas ainda assim, com muito fôlego neste primeiro dia de viagem. Resolvemos, então, pegar o metrô para ver o pôr do sol no Templo de Debod, o que só faríamos no dia seguinte.

Obs: O app do metrô de Madrid é ótimo e funciona off-line. Me ajudava muito nas mudanças de roteiro.

 

O templo estava fechado para visitas quando chegamos e já tinha muita gente à espera do por do sol na área externa. Olhei no celular e faltava algum tempinho para o sol se por. O que fizemos? Fomos atrás de um barzinho para tapear. Esse costume de ganhar petiscos ao beber já estava incorporado em nós hahaha.

 

A área do templo é linda e oferece uma ótima vista da cidade. Vale a pena pegar um por do sol por lá!!

 

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Após escurecer, resolvemos que íamos andar até onde aguentarmos. Assim passamos por Plaza de España, Grand Via, Plaza Mayor e quando vimos, já estávamos de volta ao hostel.

Vale ressaltar que nesse trajeto ai passamos na Chocolateria San Gines, comer o tradicional churros com chocolate quente! ::love::

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O dia anterior tinha sido bem puxado (o app do celular apontava que andamos mais de 15km) então acordamos um pouco mais tarde.

Fomos andando do hostel até o Palácio Real.

 

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Das 16h as 18h (outubro a março) e das 18h as 20h (abril a setembro) o palácio oferece visita gratuita para algumas pessoas (cidadãos da união europeia, ibero-americanos, etc – vale consultar o site, pois tem informações detalhadas). Fora isso, a visita custa 11 euros. A ideia seria voltarmos nesse horário para entrarmos gratuitamente (o que acabou não acontecendo hahaha). ::putz::

 

Toda a região do Palácio é linda e ele é cercado por jardins que merecem a visita (Jardins de Sabatine, Campo del Moro, Plaza de Oriente). Na sua frente está o Teatro Real e ao lado a Catedral de Madrid.

 

A Catedral tem visita gratuita no seu interior. Há também a possibilidade de subir na cúpula, mas preferimos não subir. A parte de dentro é bem bonita e, pra quem é católico, vale procurar pela Capela onde fica o Santíssimo. É linda!

 

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Saindo da Catedral e seguindo no sentido oposto ao Palácio há as ruinas da antiga Muralha Árabe. È uma área pequena, mal sinalizada.. poderia ser melhor explorada, até mesmo pela localização.

 

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De lá, seguimos andando, passamos pela Plaza de Espana e chegamos até a Grand Via novamente.

Fizemos um tour de compras e gastronomia nesta tarde :lol: por isso deu preguiça de retornar para a visita gratuita no Palácio.

 

Fomos para o Hostel para participarmos do jantar lá. Além do café da manhã caprichado, todas as noites o hostel oferece um jantar coletivo por €10, com direito a entrada, prato principal, sobremesa e OPEN BAR (sangria e cerveja)! Optamos por jantar nesta noite porque era a Noite da Paella!! ::love::

Eles também organizam Pubcrawl todas as noites por €15. Querendo jantar e ir para o pubcrawl na mesma noite fica tudo por €20.

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Nosso voo para Lisboa era no começo da tarde. Acordamos, arrumamos as malas, tomamos nosso café e fizemos o check out no hostel, seguindo de metrô + trem até o aeroporto.

 

Embarcamos às 14h20 e chegamos em Lisboa às 14h45 (Lisboa tem o fuso de 1h a menos). Voo pela TAP, super tranquilo.

 

Para locomoção em Lisboa compramos o cartão Viva Viagem (€0,50) – necessário um para cada uma – e recarregamos com €10 cada cartão (sobrou e perdemos dinheiro ::putz:: ) na modalidade Zapping. Fizemos a compra e recarga nas máquinas de autoatendimento no próprio aeroporto.

A recarga nessa modalidade permite que o cartão possa ser utilizado em qualquer tipo de transporte (ônibus, metrô ou bonde). O cartão é de papel e é bom ter cuidado, pois se estragar não há reembolso dos valores.

 

Fomos de metrô do aeroporto até bem próximo ao Hostel, na estação Baixa-Chiado. O Metrô de lisboa também é ótimo e tranquilo de usar.

A recepção no Home Lisbon Hostel foi com uma Ginginha, bebida típica portuguesa.

 

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O hostel é bem charmoso e super bem localizado, próximo à Rua Augusta.

 

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Já estavámos azuis de fome e fomos até o Armazens do Chiado, um shopping bem próximo ao hostel, pois queríamos comer rápido. Há boas opções de restaurantes com um precinho bacana. A partir daí, passamos a percorrer o centro de Lisboa.

 

No fim da tarde, achamos um barzinho que fica no canto esquerdo da Praça do Comércio com uma vista linda para o por do sol chamado Cais da Favorita. A estrutura do bar é em um barco e tem umas cadeiras de praia ao ar livre, voltadas para o Tejo (gostamos muito e acabamos voltando outro dia também!).

 

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A noite fomos até o Mercado da Ribeira onde funciona o Time Out Market. Assim como o Mercado de São Miguel em Madrid, eles revitalizaram o local, dando um ar mais gourmet e convocando grandes chefs para colocarem seus stands.

 

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Vale dizer que os preços não são dos melhores – gourmetizaram, né? Mas tem excelentes opções pra comer e tomar uns drinks.

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No roteiro que havia traçado para este dia estava previsto conhecer as atrações do centro de Lisboa e ir até o castelo de São Jorge.

Como havíamos chegado cedo ontem, já havíamos passado por vários lugares que estavam programados. O dia então ficou mais leve..

 

A diária do hostel incluía café da manhã. O café era muito bom: pães, iogurte, queijo e presunto, geleias, sucos, café, cereais, etc.

Assim como em Madrid, todas as noites ele fazem um jantar pelo custo de €10 que é feito pela mãe do dono do hostel, a Mama, com entrada, prato principal e sobremesa.

O Home Lisbon Hostel é um charme!

 

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De barriga cheia, saímos andando com destino ao Castelo de São Jorge. No caminho, passamos pela Catedral da Sé.

 

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O interior da Igreja não me conquistou – e olhe que sou fã delas, então não demoramos muito.

 

Seguimos para o Castelo. O ingresso custa €8,50 e a área é grande e muito agradável, com vários espaços bem arborizados, jardins, locais para tomar vinho..

 

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Lá dentro há banheiros, lanchonete, restaurante. Fizemos uma parada na lanchonete e os preços eram ok – ainda tivemos a companhia de muitos pavões durante nosso lanche (e pombos também :?).

 

As vistas lá de cima são lindas (e talvez por isso eu não tenha achado graça nos demais Miradouros por onde passei).

 

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Ainda estava cedo e eu e minha mãe cogitamos aproveitar pra passar a tarde em Belém (o que faríamos no dia seguinte). Por sorte, encontramos um casal que conhecemos no aeroporto de Salvador que nos informou que estava acontecendo a Maratona de Lisboa em Belém e que estava um caos por lá.

 

Assim, mantivemos a programação e seguimos andando em direção à Praça do Rossio e Elevador Santa Justa (€5,50 a viagem – caro demais!!!). Almoçamos nesta região, que oferece várias opções de restaurante por um preço bacana – pagamos €9 euros em um bacalhau com natas (gratinado com batatas).

 

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Passamos no hostel, tomamos um banho e fomos para o outro lado do bairro do Chiado, passando pelo Café a Brasileira e chegando até a Praça Luis de Camões. No Caminho, Amorino ::love::

 

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Voltamos andando para a Praça do Comércio para vermos o por do sol no mesmo local do dia anterior.

 

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Ali na praça mesmo fica o Museu da Cerveja – além de Museu, eles funcionam como bar. Decidimos encerrar nossa noite por lá, assistindo futebol português, tomando cerveja e comendo o delicioso Pastel de Bacalhau com Queijo Serra da Estrela (é o mesmo da famosa Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, vez que as empresas são do mesmo grupo). Os preços são salgados, mas achamos o lugar agradável.

 

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Logo ao lado do Museu tem um quiosque da famosa Ginginha do Carmo, onde você pode tomar a ginginha num copinho de chocolate (tirei foto mas não sei onde foi parar). Vale pela tradição – a ginginha do hostel era mais gostosa! hahaha ::otemo::

 

Uma coisa que notei em Lisboa é que mesmo nessa região da Rua Augusta e da Praça do Comércio as coisas encerram bem cedo. Por volta de 21h30 não tinha mais quase ninguém pelas ruas – e olha que estávamos por lá no fim de semana.

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Para chegarmos à parte mais moderna de Lisboa, pegamos o metrô na estação Baixa-Chiado e fomos até a estação Oriente.

A estação é interligada com o Centro Comercial Vasco da Gama, um shopping bem charmoso e com wi-fi grátis.

Atravessando o shopping, saímos de frente ao Parque das Nações com uma linda vista pra o Rio Tejo.

Demos uma volta pela região, que conta com restaurantes, espaços de eventos, teleférico (ou telecabine, como eles chamam - €3,95 só ida ou €5,90 ida e volta).

 

De lá fomos ao Oceanário. Li muitos relatos falando o quanto o passeio valia a pena – e realmente vale! O ingresso comprado na hora custa €15. Ficamos por umas 2h lá dentro.. eu tenho paixão pelo mar e não cansava de observar o grande aquário central. Indo com crianças, acredito ser indispensável na programação.

 

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No oceanário há um restaurante com preços acessíveis – não posso dizer o mesmo da loja de souvernirs. ::ahhhh::

Decidimos almoçar no shopping, pois tinha mais opções. Minha mãe acabou achando um restaurante que servia churrasco e vinha feijão, arroz e batata frita. O prato era enooorme e custou €8 com suco e cafezinho.

 

De lá, pegamos um ônibus até Belém (nº 728). O ônibus vai direto e você para em frente ao Mosteiro dos Jerônimos. O local pra pegar é na lateral do shopping Vasco da Gama, onde tem um ponto mais escondido debaixo de um viaduto – ele não passa no terminal que fica no fundo do shopping.

 

Chegando ao Mosteiro, descobrimos que estava fechado. Olhaaa, quase me bato.. ::toma::

Eu pesquisei tanto sobre essa viagem e nem acreditei que não olhei os horários de funcionamento do Mosteiro. Então, segue a dica: o Mosteiro e a Torre de Belém não abrem às segundas.

 

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O ingresso custa €12 junto com a Torre e €10 só o Mosteiro ou €6 só a Torre.

 

Do Mosteiro, fomos até o melhor lugar de Belém: os Pastéis de Belém (fica ao lado do Mosteiro). Eu achava que era exagero quando falavam o quanto era bom: É MUITO BOM MESMOOO!!!! ::love::::love::

Quando você vê a frente da confeitaria, você acha que é pequeno e a fila te desanima a entrar. Pode entrar sem medo: o local é enoooooooorme. Você vai entrando e tem muitas salas, jardim interno e muitas mesas. Fora que você vai passando pela cozinha e vendo as fornadas de pastéis saindo bem quentinhos.

 

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Comemos até quando a barriga aguentou.

 

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Esta região tem muitos museus: Arqueologia, de Arte Popular, dos Combatentes, dos Coches.

Em frente ao Mosteiro, fica a linda Praça do Império, o Jardim de Belém e o Jardim Afonso Albuquerque. É uma região muito agradável.

 

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Seguimos até o Padrão dos Descobrimentos, que fica logo em frente (tem uma passagem subterrânea pra atravessar a avenida Brasília).

 

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O ingresso para subir custa €4.

De lá seguimos andando até a Torre de Belém. Tinha um artista de rua tocando violino e o clima estava uma delícia. Fica muita gente sentada curtindo a música e o visual.. ficamos um bom tempo por lá.

 

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Voltamos então para onde? Para os Pastéis. Decidimos que íamos fazer uma jantar típico com pastéis de bacalhau com queijo serra da estrela e de Belém de tomar ginginha no Hostel mesmo para celebrar nossa última noite em Lisboa. Compramos vários pasteis e assim fizemos.

 

O retorno para o Hostel também foi de ônibus (nº 714). Pegamos na frente dos Pastéis de Lisboa e descendo na Praça do Comércio (cuidados com os horários de pico - lotaaado!).

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Dia de embarcarmos pra Paris! O voo era no comecinho da tarde e foi só o tempo de tomarmos café e fazermos o checkout e seguirmos pro aeroporto.

 

Eis que na saída do hostel minha mãe cai da escada! Foi uma queda muuuuito feia, pq ela se embolou com as malas e tudo. Na minha cabeça só veio o relato que Tia Polly fez aqui contando da queda dela no Peru .. É aquela fração de segundo que vc pensa que a viagem acabou ali..

Felizmente a bicha deu um pulo, bateu o pé no chão (com medo de alguma lesão) e começou a se acabar na risada. Ufaaaa!

 

Seguimos pro aeroporto de metrô e o voo foi super tranquilo até o aeroporto de Orly, onde chegamos por volta das 16h55 (Paris tem 1h a mais que Lisboa). Houve uma demora absurda na entrega das malas e acabamos saindo tarde do aero.

 

Foi a partir de Paris que começamos a ver um esquema de segurança mais forte, com muitos policiais com fuzis em todos os lugares. No aeroporto já foi bem impactante.

Minha mãe estava bem reticente com a ida a Paris, com muito medo mesmo. Além disso, houve um atentado em Londres quando já estávamos na Europa, o que a deixou mais aflita ainda.

 

Quanto à saída do aeroporto, eu já cogitava em pegarmos um taxi. Com a queda de minha mãe (ela estava bem dolorida), optei pelo taxi mesmo.

Saindo de Orly em mais de uma pessoa, é vantajoso! A saída de taxi tem um preço fixo de €35 para o lado oposto do Rio Sena. Outra opção seria pegarmos o Trem Orly Val mais o RER B, o que nos custaria €12,05 cada uma. Ainda, teríamos que pegar o metrô para chegar até o hostel. Fomos pelo mais prático, já que a diferença de valor era mínima.

 

O caminho de táxi até o hostel tá até hoje gravado em minha memória.. Parecia que eu estava em um filme!

 

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A hospedagem foi no Generator Paris. O hostel é sensacional.. tem uma pegada de hotel, moderno, enorme (7 andares), bem equipado e tem uma estação do metrô bem em frente. O staff foi bem atencioso. Vale dizer que tem um restaurante/café muito bom no térreo, uma boite no subsolo e um bar rooftop com uma vista linda de Paris.

Os preços dos drinks são bem salgados, mas a comida tem um preço bacana e é muito gostosa (acabamos jantando lá todos os dias – recomendo a lasanha e o hambúrguer generator).

 

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Após o chekin, fomos até a estação do metrô para fazer o cartão NaviGo. Pesquisei um monte para ver qual opção de tickets do metrô seria melhor para o período que estaríamos lá e achei um post no blog Conexão Paris falando sobre este cartão e que o mesmo tinha sido dezonado, ou seja, comprando o cartão, valeria para ir a qualquer lugar de Paris.

O cartão custa €5 e a recarga semanal €22,15. Vale dizer que o cartão é vantajoso para quem chega em Paris no começo da semana, pq a recarga semanal tem validade fixa das segundas-feiras aos domingos. Ou seja, se vc chega numa sexta, o seu cartão só vale até o domingo mesmo. No meu caso, cheguei uma terça e fiquei até o sábado.

 

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Comprei no cartão de crédito e levei daqui do Brasil uma foto minha impressa (na impressora mesmo..) no tamanho 2,5 x 3cm. É um pouco menor que a 3x4, mas se tiver uma 3x4 da pra usar.. basta cortas as bordas.

 

Conhecemos umas brasileiras em nosso quarto e jantamos no hostel. Uma das meninas resolveu colar em nosso roteiro e combinamos a programação do dia seguinte antes de dormir.

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Havia comprado o ingresso do Louvre antecipado pro horário das 09h30. A brasileira que decidiu nos acompanhar não tinha ingresso. Eu queria ir bem cedo pra evitar a lotação e assim fizemos.

Fomos de metrô até a estação Palais-Royal Musee do Louvre. Chegamos pouco depois das 8h ao museu e havia uma pequena fila tanto pra quem estava com ingresso quanto pra quem não tinha.

 

Tiramos algumas fotos no exterior do museu e entendi quando as pessoas falavam que o museu é enorme: é mesmo! De fora já é bem impactante.

Nesta foto aqui embaixo dá pra ver o tamanho das filas: na esquerda quem tem ingresso, na direita quem ia comprar – a brasileira que estava conosco entrou uns 20 minutos depois da gente. Vale dizer que mesmo nosso ingresso sendo pras 09h30 entramos as 09h, quando o museu abriu.

 

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Entramos na fila por volta de 08h40 – já estava um pouco maior. O frio estava de lascar e os 20m na fila até a abertura do museu foram puxados.. ::Cold:: Mas sobrevivemos e depois de passar pelo detector de metais e pela conferencia dos ingressos, saímos correndo atrás da bendita Monalisa.

 

Se você, como eu, também quer ir logo atrás da bonitona, não se preocupe: o museu é todo sinalizado com a direção que você deve seguir até alcança-la.

Fomos quase correndo e quando chegamos na sala onde o quadro está exposto havia umas 10 pessoas, no máximo. Contemplamos, tiramos fotos, fizemos homenagem pra minha irmã que leva o seu nome e tudo mais.. alguns minutos depois, a sala foi enchendo e a nossa companheira brasileira chegou. Mas ainda estava suportável.

 

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Fomos em busca da ala egípcia (enorme e muito interessante) e ficamos um bom tempo nos perdendo no museu até que nós três decidimos que já tava bom de museu ... saímos por volta do meio dia e, gente do céu, que fila era aquela? Estava gigantescaaa!!!!

 

Do Louvre saímos andando com direção ao Arco do Triunfo, passando pelos Jardins de Tuileries, Praça da Concórdia e Champs Elysee. Lanchamos uma baguete numa feirinha que tem próximo da Roda Gigante na Praça da Concórdia – tudo muito caro por lá. Estavamos no iniciozinho da primavera e o caminho foi bem florido.

 

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Do Arco pegamos o metrô até o Hotel de Ville e seguimos andando até a Notre Dame que é linda, por fora e especialmente por dentro. Atravessamos a ponte Saint Michel e uma rua atrás encontramos diversos restaurantes com menu do dia por 10 euros (incluindo entrada, prato principal e sobremesa). Optamos por um com cardápio em português, wi-fi e aquecedor potente - parecia o paraíso. hahaha

 

De lá, pegamos o RER até a Torre. Eu e minha mãe tínhamos ingresso para as 17h30 – comprei com antecedência na esperança de ver o por do sol lá de cima, resultado: estava nublado. E frioooo! ::Cold:: Vida que segue...

Ao sair da estação do RER e me deparar com a torre meu pobre coração disparou! A primeira visão dela, bem de pertinho, é inesquecível. ::love::::love::

 

Tiramos muitas fotos no entorno até chegar próximo ao horário da nossa entrada. Pegamos uma filinha pra o detector de metais e seguimos para a fila dos que tinham ingresso, enquanto nossa amiga seguia para a dos sem ingresso. Entramos na fila uns 10 minutinhos antes das 17h30 e assim que deu o horário fomos liberadas pra subir (tinham 5 pessoas em nossa frente, bem tranquilo). Nossa amiga pegou cerca de meia hora de fila e nos encontramos lá em cima.

 

Nem preciso comentar sobre a vista.. É realmente estonteante! Ficamos lá em cima até as luzes da torre serem acesas e a cidade luz se iluminar!

 

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Começou uma chuva fina e fomos até o Trocadero. Estava muito frio e, sabe Deus porque, nós três esquecemos completamente de esperarmos para ver a torre piscando – só lembramos quando entramos no metrô com destino ao Hostel. Acho que o frio afetou os neuronios! :cry::cry: Arrasei! Prometemos voltar no dia seguinte só prá isso.

 

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No hostel, fomos ao bar que tem no terraço e passamos o resto da noite conversando entre brasileiros e tomando bons drinks com uma vista linda de Paris.

 

Eu já estava completamente apaixonada pela Cidade Luz! ::love::::love::

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ola monique tudo bem?

 

Seu relato foi um achado para mim, pois quero fazer esse mesmo roteiro para inicialmente Fevereiro de 2018.

E as dúvidas são várias né exemplo:

 

Para chegar até os aeroportos você achou dificil?

A passagem aérea de Salvador a Madri bem em conta, quero igual kkkkkk

 

Aguardo seu relato de Roma, pois é uma das principais que quero conhecer.

 

Obrigada desde já.

Bjs

Karla.

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Oi, Karla!

 

Pode deixar que até semana que vem eu termino o relato, incluindo Roma!!

 

Vamos a suas dúvidas:

 

Os traslados pros aeroportos foram super tranquilos.

Madrid eu usei trem + metro. Lisboa metrô.

Paris cheguei por Orly e usei táxi. Saí pelo CDG e usei metrô + RER.

Roma eu cheguei por CIA e sai por FCO e nos dois usei ônibus.

 

Os trechos internos eu monitorei os valores pelo skyscanner e comprei pelos sites das companhias oq tinham melhor valor e horário. Usei TAP (MAD-LIS e LIS-PARIS), Alitalia (PARIS-ROMA) e Ryanair (Roma - MAD).

 

Quanto aos hostels, todos foram ótimos. Em Madrid, Lisboa e Paris fiquei em quartos femininos com 6 ou 8 camas e foi tranquilo, inclusive banheiro (Lisboa o banheiro foi coletivo feminino fora do quarto).

 

Qualquer outra dúvida é só falar! Bjo

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Parabéns pela viagem e pelo detalhamento do relato ! Irá ajudar demais aqui.

 

Obrigada, Eric!

Já tinha passado da hora de eu contribuir com o site que tanto me ajudou!

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Acordamos bem mais tarde que o previsto e, por isso, tivemos que cortar alguns locais que pretendíamos visitar (culpa dos muitos quilômetros andados no dia anterior - e também dos mojitos da noite).

 

Perdemos o horário do café e acabamos seguindo a dica do funcionário da recepção super simpático que fala português (esqueci o nome dele!) e fomos até uma típica padaria francesa na rua de trás do hostel – SENSACIONAL! (não lembro o nome prá variar, mas fica atrás do Generator e tem a parede azul turquesa..) Nos acabamos em baguetes, croissants e macarrons que eram deliciosos!!

 

Pegamos o metrô até a estação Trocadero para: 1º: ver a Torre pelo Trocadero de dia. 2º pegar um barco para passearmos pelo Rio Sena.

 

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São várias empresas que fazem o passeio de barco com roteiros, preços e modalidades variadas. Já havíamos decidido pela Batobus tendo em vista que poderíamos subir e descer em qualquer um das 09 paradas ao longo do dia pelo preço de um único bilhete. As paradas estão no mapinha abaixo.

 

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O valor do passeio é €17. Na hora de pagar descobrimos que com o cartão Navigo sairia por €11 (mais um ponto pro Navigo!)

Começou a chover, o que atrapalhou um pouco nossas subidas e decidas. Vale dizer que neste barco não há aquele guia que fala sobre os lugares que estamos passando: ele apenas cita o ponto e quais as atrações turísticas próximas a eles. Para quem tem mais dias, o passeio em dois dias consecutivos sai por €19.

 

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Após a volta completa (dura umas duas horas e meia), no meio da tarde descemos próximo à Notre Dame para almoçarmos na mesma região do dia anterior, pois gostamos das opções e dos preços.

 

De lá, decidimos ir para Montmartre e a Sacre Coeur. A igreja é realmente linda e a vista é apaixonante!!

 

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Aqui vem mais um ponto pro Navigo: a subida do furnicular também está inclusa no passe. De lá de cima, enquanto apreciávamos a vista, vimos os golpistas na escadaria aplicando o famoso golpe da fitinha nos turistas.. Incrível como tudo acontece tão escancaradamente e ninguém faz nada!

Vale dizer que há uma escadaria lateral mais tranquila, no canto esquerdo de quem olha de baixo.

 

De lá fomos ao Marais, mas estava chovendo e não achamos nada demais no bairro.

Decidimos retornar aos locais que já tínhamos ido para vê-los iluminados – só não contávamos com o fato da chuva ficar quase que torrencial e o frio estar de lascar.

 

Só conseguimos mesmo ir à Champs Elysse e ao Arco, tudo de metrô, mesmo em distâncias curtas (ponto pro Navigo!) – estávamos congelando e o combo guarda-chuva e capa de chuva não estava dando conta mais Já se aproximava das 20h e fomos pra torre vê-la piscar.

 

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Retornamos felizes pro hostel. Tão felizes que paguei €9 euros numa TAÇA (sim, uma taça!) de espumante pra brindar esse dia! Ainda fizemos uma horinha na night club de lá antes de dormirmos.

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    • Por Carol Ninow
      Fiz essa viagem no feriadão do dia 01 de maio de 2017, com duas amigas, uma de São Paulo e a outra Americana. Como moro em Goiânia, peguei as meninas no aeroporto em Brasília, e seguimos rumo a São Jorge, isso na quinta-feira.
      Chegamos lá por volta das 18h, e fomos direto para nossa linda Pousada Raízes, que fica na rua principal. A noite fomos na Santo Cerrado Risoteria, comemos muito bem e tomamos alguns drinks.
       
      Para a sexta-feira tínhamos programado ir até a cidade de Cavalcante, para visitar a Cachoeira Santa Bárbara. Então saímos por voltas das 6:30 e a viagem levou 1h, a estrada está muito boa. Fomos direto ao CAT ( Centro de Atendimento ao Turista ) e pedimos por uma guia mulher. Já com a guia, paramos numa padaria e também num posto de gasolina, e seguimos rumo a Comunidade Kalunga, que é onde se paga entrar na cachoeira, R$20,00. A estrada de chão está muito ruim com muitos buracos e erosões, meu carro é baixo e batia toda hora. Como chegamos na Santa Barbara por volta de 11h, já tinham muitas pessoas, mas nada que atrapalhasse a contemplar aquela água maravilhosa. Detalhe: há uns 5km antes da entrada da cachoeira, tem um estacionamento para quem não quer arriscar a ir de carro, devido a estrada estar muito ruim, então tinha uma camionete fazendo o transfer por R$5,00 o trecho.
       
      De lá seguimos para o Restaurante Rancho Kalunga, onde comemos uma deliciosa comida caseira, e tomamos suco de mangaba. Por R$35,00 o almoço + R$12,00 do suco.
      Descemos para a Cachoeira da Capivara, que não paga para entrar. Como o sol já estava baixando, ficamos somente no primeiro poço, e amamos! A melhor parte do dia foi tomar banho na jacuzzi natural e tirar muitas fotos da borda infinita. Voltamos para a cidade, deixamos a guia e fomos para São Jorge, chegamos lá às 20h. Tomamos banho e fomos comer no Papalua, onde tinha um casal bem simpático tocando ao vivo.
       
      No sábado tomamos café da manhã cedo e já seguimos para o Parque Nacional, para fazer a Trilha dos Cânions. Cheguem cedo, pois tem um número de visitantes por dia. Não paga para entrar no parque, porém o estacionamento custa R$15,00, por ser área particular. Saímos do parque e fomos para o Vale da Lua, não entramos na água, apenas tiramos fotos, R$20,00. De lá fomos “almoçar” no Rancho do Waldomiro, comida sertaneja deliciosa! O PF gigante por R$35,00. Vale muito a pena. A noite comemos tapioca no Tapioca do Cerrado, R$10,00. Tomamos umas cervejas no Bar do Pelé e seguimos para o forró, R$20,00.
       
      Domingo tomamos café da manhã e fomos conhecer o Mirante da Janela, no caminho vimos muitos carros voltando do parque, pois já estava cheio e não estavam permitindo mais a entrada. Pagamos R$15,00 para entrar na propriedade onde fica a Cachoeira do Abismo, que estava vazia e sem queda d’água e o Mirante da Janela. A trilha é meio puxada, estava muito quente e não tem rio ou água para se refrescar, então levem muita água de beber, e lanches de trilha. Muita descida no começo e muita subida no final, para ver o que em minha opinião, é a paisagem mais espetacular da Chapada. Que lugar lindo!!!! Fiquei tão encantada com a beleza, que nem me importei de ficar na “fila” para tirar foto na janela.
      Passamos em São Jorge para um almoço rápido e seguimos para a Fazenda São Bento, já era umas 15:30. Fomos direto para a Cachoeira Almécegas 2, onde a trilha é menor e o poço é maravilhoso! Pagamos R$30,00. A noite fomos comer pizza na Pizzaria Lua Nova, onde aquele mesmo casal de sexta, estava tocando ao vivo. Bebemos um vinho e fomos dormir.
       
      Na segunda cedo tomamos café da manhã e nos despedimos desse lugar incrível e inesquecível.
    • Por Diego.Fernandes
      Cordisburgo é um município mineiro localizado a 86 km de Belo Horizonte (aproximadamente), com uma população com cerca de 8.981habitantes (2014), a pequena cidade é palco de importantes fatos científicos e literários do país. A importância científica da cidade é devido ao fato de Cordisburgo fazer da “Rota das Grutas Peter Lund”, a qual começa em Belo Horizonte no Museu da PUC e se estende por várias cidades de Minas. A rota recebe esse nome em homenagem ao importante naturalista dinamarquês, Peter Lund, que fez grandes descobertas em Minas no século XIX.
       
      “Desde ali, o ocre da estrada, como de costume, é um S, que começa grande frase. E iam, serra-acima, cinco homens, pelo espigão divisor. Dia a muito menos de meio dia, solene sol, as sombras deles davam para o lado esquerdo.” (O recado do morro, Guimarães Rosa)
       

       

       

       

       

       
      Em Cordisburgo a maioria das descobertas foi feita na Gruta do Maquiné, onde Lund encontrou muitos fósseis de animais do período Quaternário.
       
      “E nas grutas se achavam ossadas, passadas de velhice, de bichos sem estatura de regra, assombração deles – o megatério, o tigre-dente-de-sabre, a protopantera, a monstra hiena espélea, o páleo-cão, o lobo espéleo, o urso-das-cavernas-, e homenzarros, duns que não há mais. Era só cavacar o duro chão, de laje branca e terra vermelha e sal. Monte de ossos, de bichos [...]” (O recado do morro, Guimarães Rosa)
       
      A Gruta do Maquiné muito me impressionou pelo tamanho e pela beleza, mas antes de entrar vale muito a pena ir ao museu que tem onde se compra o ingresso para a gruta, é um museu interativo e tem exemplares de animais que vivem e viveram naquela região.
       
      “Pelas abas das serras, quantidade de cavernas – do teto de umas poreja, solta do tempo, a aguinha estilando salobra, minando sem-fim num gotejo, que vira pedra no ar, se endurece e dependura, por toda a vida, que nem renda de torrõezinhos de amêndoa [...]; enquanto do chão sobem outras, como crescidos dentes, como que aquelas sejam goelas da terra, com boca para morder. Criptas onde o ar tem corpo de idade e a água forma pele muito fria, e a escuridão se pega como uma coisa.” (O recado do morro, Guimarães Rosa)
       

       

       

       
      A cidade é berço de João Guimarães Rosa, escritor consagrado da literatura nacional, e esse feito faz da cidade um verdadeiro atrativo literário regional e nacional. Por quase toda a cidade é possível encontrar algo fazendo referência ao escritor. Aqui irei colocar os lugares que estive:
       
      Capela Patriarca São José
      Como chegar: Seguir até o final da Rua São José, saída para a rodovia LMG 754, o destino fica na Praça Miguilim.
       

       
      Portal Grande Sertão
      Como chegar: Seguir até o final da Rua São José, saída para a rodovia LMG 754. Fica na Praça Miguilim.
       

       
      Zoológico de Pedra “Peter Lund”
      Como chegar: Siga na Rua São José, vire a direita na rua Governador Valadares, o destino se encontra na Praça Octacílio Negrão de Lima.
       
      Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa e Grupo Estrelas do Sertão
      Como chegar: Siga em frente na Rua São José, vire a direita na Rua Governador Valadares, vire a esquerda na Avenida Padre João.
       
      Museu Guimarães Rosa
      Como Chegar: Avenida Padre João, 744 (Centro)
       
      Casa Elefante
      Como Chegar: Avenida São José, 1552
       

       
      Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus
      Como chegar: Rua Frei Estevam
       

       
      Ps.: Vale a pena visitar a estação ferroviária e também na rua do Museu Casa Guimarães Rosa tem uma "lojinha" que na verdade não é uma loja, mas uma coleção de diversos tipos de objetos e cada tem uma história é outro lugar com uma delicadeza incrível.
       

       

       
      Lugares para comer (super recomendo):
       
      Restaurante Sarapalha: comida maravilhosa, ambiente limpo e agradável. (cheio de ações poéticas)
       
      Restaurante um conto e cem: Pizza muito boa, bom atendimento e local agradável.
       
      Enfim, Cordisburgo me encantou, espero que desperte um pouco do interesse em vocês também, pois a cidade merece ser visitada.
       
      “Ele sabia – para isso qualquer um tinha alcance – que Cordisburgo era o lugar mais formoso, devido ao ar e ao céu, e pelo arranjo que Deus caprichara em seus morros e suas vargens; por isso mesmo, lá, de primeiro, se chamara Vista-Alegre. E, mais do que tudo, a Gruta do Maquiné – tão inesperada de grande, com seus sete salões encobertos, diversos, seus enfeites de tantas cores e tantos formatos de sonho, rebrilhando risos na luz – ali dentro a gente se esquecia numa admiração esquisita, mais forte que o juízo de cada um, com mais gloria resplandecente do que uma festa, do que uma igreja.
      Não, bronco ele não era, como o Ivo, que nem tinha querido entrar, esperara cá fora: disse que já estava cansado de conhecer a Lapa. Mas, aquilo, daquela, ninguém não podia se cansar. Ah, e as estrelas de Cordisburgo, também – o seo Olquiste falou – eram as que brilhavam, talvez no mundo todo, com mais agarre de alegria.” (O recado do morro, Guimarães Rosa)
    • Por Fernanda Marcelino
      - 1º dia:
      Cheguei no aeroporto de Curitiba numa 3ªf, por volta das 9:30h. De lá, eu e meu marido pegamos um ônibus próprio do aeroporto, para seguir até o Centro Cívico de Curitiba, a passagem foi 3,80 por pessoa. Levamos em torno de 50 min para chegar até lá;
      Ao chegar no Centro, paramos para tomar um café e logo seguimos para o hotel Rochelle. Fizemos o check-in, deixamos as malas lá e partimos para os passeios do dia.
      De primeira, fomos ao Jardim Botânico, pensamos que ele fosse perto e por isso fomos a pé, levamos quase 1 hora para chegar até lá, mas até que valeu, pois conhecemos os bairros e percebemos o quando a cidade é bem cuidada, limpa, com belíssimas residências e muitas lindas flores por todos os lados.
      Bem, após o passeio no jardim, fomos almoçar ali por perto mesmo, no restaurante Mãos Mineira, com comida caseira e preço acessível. Depois do almoço, solicitamos um transporte do uber e voltamos para o hotel.
      Como a caminhada até o jardim foi um pouco cansativa, ficamos bem exaustos na parte da tarde, e acabamos dormindo à tarde para recarregar as energias. Para aproveitar a noite, fomos até o Shopping Estação, onde tem o Museu Ferroviário, porém estava fechado. Vimos somente algumas coisas pelo lado de fora e paramos para jantar no “Das Arábias”, super recomendo as esfirras e o Beirute. Para fechar a noite, passamos na Lojas Americanas, dentro do shopping mesmo, para comprar algumas garrafas de água e deixar no frigobar do quarto, no hotel. Voltamos mais uma vez de uber, pois apesar do shopping estar próximo do hotel, estava um pouco tarde para andar a noite em uma cidade desconhecida.
       
      - 2º dia:
      Seguimos para a Praça Tiradentes e de lá fechamos o passeio do dia seguinte para Morretes, com um guia de uma agência que estava na praça, e compramos no transporte de turismo da cidade, uma passagem de ônibus que passa por 25 pontos turísticos, o valor foi de 40,00 por pessoa, e dava direito a um embarque e mais 4 reembarques. Olhamos o roteiro e escolhemos as descidas que faríamos neste passeio.
      Subimos no primeiro ponto, Pça Tiradentes e as descidas foram as seguintes: Museu Oscar Niemeyer (não sabíamos, mas neste dia da semana a entrada é gratuita – toda 4ªf); Bosque do Alemão (onde tem a trilha do conto de João e Maria); Parque Tanguá (sendo que antes de entrar, paramos para almoçar no bar Viva Curitiba, em frente ao parque, (comida caseira e preço acessível); depois do parque voltamos o caminho a pé até a Ópera do Arame (fizemos o caminho inverso, porque da ópera até o parque é uma subida, fazendo desta forma, apenas descemos invés de subir); e por último, Santa Felicidade, lá tomamos um sorvete, passamos numa loja para comprar lembrancinhas e fomos na vinícola Vinhos Durigan (lá, experimentamos vinhos, queijos, suco de uva e salames).
      Após o último reembarque, descemos na Pça Tiradentes e voltamos para o hotel. Por volta das 19hs fomos até Shopping Itália, próximo ao hotel, parece uma galeria, e neste horário muitas das lojas estavam fechadas já. Compramos um lanche e voltamos para o hotel para se preparar para o próximo dia.
       
      - 3º dia:
      No dia anterior, tínhamos fechado com o Henrique da Gálatas Tour (que estava na Pça Tiradentes), o passeio para a cidade de Morretes, ida e volta + translado 160,00 por pessoa (ida de trem e volta de van). A ida dura 4hs, a partir da saída da ferrovia (30km/h). Neste valor, já estão inclusos: a passagem do trem, a busca e o retorno do hotel, o lanche dentro do trem e o guia com ótimas histórias ao longo do roteiro feito pelo trem. Este passeio é incrível, e com o tempo bom, é possível admirar toda a paisagem, não da para perceber a hora passando.
      Morretes é uma cidade pequena e bonita, lá vende lembrancinhas da cidade, tem feira e muitos restaurantes que oferecem o prato típico da região para o almoço, o famoso Barreado (carne picada feita na panela de barro, com pirão de farinha e banana flamada). Nós escolhemos almoçar no Estação Barreado (em frente a estação ferroviária de Morretes), mesmo conceito de todos os dias, comida caseira e preço acessível. Experimentamos o barreado e também tinha a opção de peixe. Após, fomos na sorveteria Bola de Neve, compramos umas lembrancinhas, andamos um pouco pela cidade e fizemos o regresso de van. Ao longo do caminho de volta, o motorista passa em mais alguns pontos turísticos e por isso o retorno pode levar de duas à três horas.
      Como eu gostei muito do Jardim Botânico, aproveitamos a volta de van, e pedimos ao motorista para nos deixar lá, já que passaríamos ali por perto, invés de ir para o hotel. Assim, mais uma vez passeamos no jardim, aquele lugar é belíssimo. E depois de aproveitar mais um pouquinho, voltamos de uber para o hotel.
      A noite, solicitamos um serviço turístico e gratuito da cidade de Curitiba, que busca a pessoa no hotel, leva para jantar e regressa com a pessoa (descobrimos isso no último dia). Site http://www.levaetrazgratis.com.br/, basta verificar os restaurantes e hotéis conveniados para este serviço. Fomos para o restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, lá você entra e come a vontade, em torno de 50,00 por pessoa.
       
      - 4º dia:
      Saímos bem cedo do hotel, pois o vôo era logo pela manhã. Combinamos com o rapaz do uber que conhecemos no primeiro dia, e ele nos buscou no hotel e levou para o aeroporto, cobrou apenas 30,00 pelo serviço e favor, já que ele morava próximo ao hotel.
      O custo total desta viagem foi em torno de R$ 2.100,00, incluindo passagem e hotel.
    • Por lukasmauro
      10 Porquês de Pernambuco Ser Tão Foda – Recife, Olinda, Nazaré da Mata, Itamaracá
       

       
      Introdução
       
      Olá, Meu nome é Lucas, meu parça é Marcelo.
      A última vez que escrevi um relato nesse site foi do mochilão em Cuba:
      http://www.mochileiros.com/cuba-mochilao-mulambo-ponta-ponta-havana-cienfuegos-trinidad-baracoa-santiago-cayo-guilhermo-vinales-t117960.html
      Naquele contexto éramos dois mulambos.
      As condições financeiras, tanto minha, quanto de Marcelo, melhoram muito desde então.
      Daí que essa trip pra Pernambuco não foi tãao rootzera quanto aquela pra Cuba.
      Pudemos viajar com mais conforto, se alimentar melhor e etc.
      Ainda assim, esse relato traz algumas dicas daquele que foi, disparado, O MELHOR CARNAVAL DE NOSSAS VIDAS.
       

       
      10 Constatações:
       
      1- É O MELHOR CARNAVAL DO MUNDO
      Simplesmente.
      Frevo, maracatu, afoxé, samba, marchas líricas, caboclinhos....
      A lista de tradições carnavalescas de pernambuco parece não ter fim.
      Não tem nenhuma região no mundo que viva tão intensamente o carnaval.
      É uma energia incrível!
      É de arrepiar e faz a terra tremer.
       

       
      2- ELES “BRINCAM” O CARNAVAL
      Brincar é comumente uma coisa associada a crianças, mas não para os pernambucanos.
      Crianças, adolescentes, adultos e senhores brincam o carnaval.
      Essa palavra maravilhosa: BRINCAR!
      Quem dera brincássemos mais, lamentaríamos menos.
      Vestiríamos mais cores e menos cinza.
      Mais urucum e menos gravata.
       
      3- MEO DEOS DO CÉU OQ É O CARNAVAL DE NAZARÉ DA MATA?
      Essa talvez tenha sido o momento mais incrível da viagem.
       

       
      Pegamos um Uber e fomos pra essa cidade que fica a 1h30 de recife.
      Lá tem o maior encontro de maracatu de baque solto (maracatu rural) de Pernambuco.
      É muito difícil tentar usar palavras para descrever momentos que nos enchem os olhos só de lembrar.
      Meu amigo, minha amiga: NÃO DEIXE DE IR PARA NAZARÉ DA MATA!
      Os brincantes de todas cidades próximas vem para Nazaré pra esse grande encontro de maracatu.
      São senhores e senhoras que em grande parte trabalham no corte de cana-de-açúcar e que ralam o ano inteiro para que “um dia, afinal, tenham direito a uma alegria fugaz, uma ofegante epidemia, que se chama carnaval”.
      Enquanto os mestres fazem seus repentes, a cidade inteira escuta, compenetrada.
       

       
      Quando o mestre pausa, a banda retoma o baque e os caboclos de lança dão seu show.
      Incrivel. Fabuloso. Inesquecivel. Indescritivel.
       
      4- DESFILAR POR UMA NAÇÃO DE MARACATU É MUITO MASSA
      Somos dois aficionados pelo maracatu de baque virado.
      Em São Paulo participamos das oficinas do Bloco de Pedra aos sábados (todas/os convidadas/os).
      Por aqui cantamos e tocamos as loas das nações do maracatu de Recife.
      Pois que se não admirá-las ao vivo foi muito emocionante.
      Como se não bastasse fomos convidados para desfilar pelas nações do maracatu Encanto do Pina e Porto Rico.
       

       
      Para coroar, Porto Rico se sagrou campeã do carnaval 2017.
      Demais!
       
      5- FOI ÓTIMO FICAR NO BAIRRO DO PINA
      As duas nações de maracatu pelas quais desfilamos ficam no bairro do Pina.
      Mais precisamente na favela do Bode.
      Ficar nesse bairro nos facilitou para estarmos próximos das nações.
      Foi muito bacana conhecer a história e a reverência que os batuqueiros de recife têm pelos orixás, pelos ancestrais, pela história do maracatu, pelos reis, rainhas e mestres de suas nações.
      O Pina também é um bairro que tem acesso fácil para o recife antigo, em que tem os festejos tudo.
      Além disso é perto do shopping Riomar que dá bastante opção pra comer.
      E, por não ser uma região muito valorizada, o aluguel da casa ficou relativamente barato.
      É uma boa pedida.
       
      6- HÁ GRANDE RIVALIDADE ENTRE AS NAÇÕES DE MARACATU
      Esteja atento para não cantarolar, inadvertidamente, uma toada do Estrela Brilhante quando você estiver em um ônibus do Porto Rico.
      Sim, eu fiz isso.
      Bem, me perdoaram, mas não curtiram não.
      O baguio é Corinthians x Palmeiras.
      Não brinque com isso.
       
      7- O IDIOMA SERÁ NORDESTINENSE
      To até agora procurando no google:
      “como me livrar do sotaque recifense”
      É um jeito muito gostoso de falar
      Um diálogo convencional faz parecer um eterno recital de poesia.
       

       
      Caso um dia o nordeste se torne independente, realizando o sonho de Bráulio Tavares, o idioma será nordestinense, a bandeira de renda cearense e “Asa Branca" será o hino nacional.

       
      8- BEBA AXÉ
      É uma cachacinha com canela, mel e mais umas ervas misteriosas que os rastafári vendem no carnaval.
      Não tenha medo de beber.
      É gostoso e dá um barato
       
      9- NOITE DOS TAMBORES SILECIOSOS É MUITO EMOCIONANTE
      pqp chorei demais vei
      Não vou estragar a surpresa do que rola, mas pelamor não deixe de ir.
       

       
      É na segunda feira de carnaval
      #descubra
       
      10- NÃO PERCA O GRUPO BONGAR NA COMUNIDADE XAMBÁ
      O grupo Bongar é o mais famoso grupo de coco do Brasil
      Se vc nunca sentiu a energia dos cara dá uma chegada nesse vídeo:

      Eles são provenientes da favela Xambá em Olinda e todo carnaval se apresentam num palco instalado lá.
      O trabalho que eles desenvolvem lá vai muito além da música e da dança.
      É todo um trabalho de desenvolvimento social, aliado a preservação do patrimônio cultural.
      Trabalho com crianças e tudo mais.
      Bem bacana.
      Vale demais conferir.
      Ocorre na quarta feira de cinzas.

       
      Day by Day
       
      *Os gastos mencionados são relativos a uma pessoa.
      *Os uber dividíamos em dois, salvo nas viagens para Nazaré da Mata e pras praias, que dividimos em quatro. Então qd vc ler “uber.. R$ 12” é pq o preço total da viagem é R$24.
      *Ida e volta de avião: R$ 900, de Avianca.
      *Alugamos uma casa com amigos, deu R$ 270 por dez dias.
      *R$ 250 com alimentação e outros R$ 300 entre cervejas, uber e passeios.
      *custo total: R$ 1820/pessoa – 11 dias
       
      Dia 1: CHEGADA – 22.02
      “volteeeei recifee”
      Mentira.
      Não voltei pq nunca tinha ido.
      Mas já vai se acostumando com essa música pq ela vai tocar móinto em seu carnaval

      Ao chegar no aeroporto já fomos recebidos com caipirinha de Pitú e frevo. (emoji)
      Deixamos as malas na casa e saímos para um rolê no Recife Antigo chamado “Tambores de Ogum”
      Já deu pra sentir o gostinho
      Teve Afoxé, teve maracatu de baque virado e muita cerveja.
       
      uber do aeroporto até o bairro do pina: R$13
      uber do pina ao recife antigo e volta: R$12
      “três latão é dez”: R$20
       
      Dia 2: TURISTAS + CABOCLINHOS + BAQUE MULHER – 23.02
      Dia de caminhada para conhecer a cidade.
      O Paço do Frevo - Durante muitas décadas, o carnaval de recife e Olinda eram o frevo e o frevo era o carnaval.
      O “fervo”...
      A sombrinha que hoje usamos para dançar o frevo é apenas uma metáfora dos verdadeiros guarda-chuvas com os quais se dançava em outros tempos.
      O frevo nasceu da capoeira, até então proibida, e o guarda-chuva era uma verdadeira ferramenta de luta disfarçada.
      No Paço do Frevo você vê as fotografias, estandartes e relatos que trazem toda essa história.
      Além disso dê um bizoi na programação de lá porque sempre tem umas apresentações de frevo e musica erudita.
      Casa de Cultura – é um presídio abandonado que se tornou pólo de artesanato. É interessante brisar na arquitetura do local, as lojinhas são mais ou meno.
      Casa dos bonecos gigantes – a gente se divertiu pacas com os bonecos.
      Mas é um pico estilo “madame trousseau”, saca? Um role meio pra gringo ver. Se vc tiver com pouca grana dexa no gelo.
      É um espaço pequeno, com cerca de 100 bonecos gigantes das mais diferentes áreas – política, artes, folclore e etc..
       

       
      Teatro Mamulengos – esse é mais interessante, mas é o mesmo estilo do anterior. É legal, mas só se vc tiver tranquilo de tempo e grana.
      É pequeno, mas tem representações de figuras clássicas do carnaval de Pernambuco – como a dama de passo, o caboclo de lança e etc.
      De noite fomos pra recife antigo porque tava tendo encontro de caboclinhos
      Caboclinhos é uma dança folclórica em que índios e grupos fantasiados de índios, com cocares, adornos de pena, colares, representam cenas de caça e combate.
      Foi muito massa.
      Durante o carnaval vêm grupos do estado inteiro para recife apresentar suas danças.
       

       
      Depois disso acompanhamos o “Baque Mulher”, um grupo de maracatu formado apenas por mulheres e que mandam benzão.
      Começou a chover forte e enquanto todos se abrigavam, eu e Marcelo jogávamos capoeira na chuva.
       
      uber do pina ao recife antigo: R$6
      Paço do Frevo – R$ 4 (a meia)
      Casa de Cultura – regata R$ 10
      Casa dos bonecos gigantes - R$ 10
      Teatro Mamulengos - R$ 10
      “três latão é dez”: R$20
       
      Dia 3: COMEÇOU – 24.02
       
      Nesse dia conhecemos as duas nações de maracatu do bairro do Pina e providenciamos todos os preparativos para o desfile de domingo.
      De noite no marco zero teve a abertura oficial do carnaval 2017, com mais de 600 batuqueiros de 13 nações de maracatu de baque virado.
      O homenageado foi Naná Vasconcelos que faleceu em 2016.
      Eleito oito vezes o melhor percussionista do mundo pela revista americana Down Beat e ganhador de oito prêmios Grammy (brasileiro com mais prêmio Grammy).
      Só.
      Olha o que esse homem e vê se ele não merece 600 batuqueiros:

      Lenine e Virgínia Rodrigues, acompanhados do Coral Voz Nagô, deram um show e a abertura do carnaval ficou tão grandiosa que mais parecia a noite da virada de ano.
       
      uber do pina ao recife antigo e volta: R$12
      “três latão é dez”: R$30
      Axé: R$ 10
       
      Dia 4: OLINDA– 25.02
      Enfim, o carnaval de Olinda.
      Muito frevo, muita ladeira, muita cerveja.
      Chegamos as 15h e saímos de madrugada.
      Muitos nos deram a dica de fugir pra Olinda durante o Galo da Madrugada em Recife.
      Isso porque Olinda fica intimista enquanto recife fica tumultuado demais.
      Seguimos a recomendação e não nos arrependemos.
      Vimos o Homem da Meia Noite, que é bastante tradicional e dançamos um forrózim de uma banda familiar.
      uber do pina e a Olinda e volta: R$24
      “três latão é dez”: R$30
      Caipirinha de pitu: R$ 8
       
      Dia 5: DESFILE– 26.02
      Passamos o dia ajudando às nações de maracatu do Pina a se preparar para o desfile da noite.
      Pela noite vestimos as fantasia e saímos pela passarela.
      Foi mágico.
       

       
      Nesse dia também foi muito emocionante assistir, dançar e cantar enquanto desfilavam outras nações como Estrela Brilhante de Recife, Leão da Cambinda e Aurora Africana.
      Ainda deu tempo pra dançar um forrózinho com a dupla Caju e Castanha.
      uber do pina ao recife antigo e volta: R$12
      “três latão é dez”: R$30
       
      Dia 6: NAZARÉ DA MATA + TAMBORES SILENCIOSOS – 27.02
      Esse dia foi louco.
      Já contei como foi nos itens 3 e 10 das constatações.
      uber do pina a Nazaré da Mata: R$40 (total R$ 160)
      ônibus de Nazaré da Mata a recife antigo: R$ 11
      “três latão é dez”: R$30
       

       
      Dia 7: SHOWS – 28.02
      Dormimos a tarde toda pq a viagem até aqui foi realmente muito intensa
      No fim da tarde fomos pro marco zero.
      Desfile das campeãs do carnaval de 2016: Sóbrios
      Show do Geraldo Azevedo: Altos
      Show do Lenine: Beubos
      Show da Elba Ramalho: Dormindo de boca aberta na cabine de uma pick-up estacionada na rua.
       
      uber do pina ao recife antigo e volta: R$12
      “três latão é dez”: R$30
      Axé: R$ 20
      Ganjah: R$ 10
       
      Dia 8: XAMBÁ – 01.03
      Esse dia eu também já contei no item 10.
      uber do pina ao xambá: R$24
      “três latão é dez”: R$30
      Axé: R$ 15
       
      Dia 9: COROA DO AVIÃO + PRAIA DO SOSSEGO + FESTA NA NAÇÃO – 02.03
       
      Visitamos pouquíssimas praias nessa viagem.
      Mas, também, com o carnaval batendo forte em Recife, quem quer saber de praia?
      Quero voltar pra Pernambuco pra conhecer Porto de Galinhas, Carneiros e Cabo de Santo Agostinho.
      Conversamos com um motorista de Uber que fechou o dia pra nos levar a conhecer dois tesourosna ilha de Itamaracá.
      A praia do forte Orange é uma praia belíssima com uma relativa estrutura pra receber turistas.
      O destaque dessa praia é mesmo as ruínas de um forte construído pelos holandeses na época da colonização.
      Depois disso nosso motorista nos levou a Praia do Sossego que é uma praia quase deserta.
      Lindissima.
       

       
      Conhecemos o “mozão” e a “mozona” que mantém um barzinho lá e choramos de rir com as histórias deles.
      Voltando de lá recebemos a notícia de que Porto Rico tinha sido campeã.
      Fomos pra sede da nação, tava tendo open de cerveja.
      Bebemos, dançamos e bebemos mais ainda. Selok
      Pina às praias e volta – R$ 40 (R$ 160 no total)
       
      Dia 10: CINEMA SÃO LUIZ + BARES DA AURORA – 03.03
      O cinema de Recife é muito foda.
      Pra quem ainda não manja, aí vai algumas recomendações:
      - Boi Neon, Amarelo Manga, A Febre do Rato, o Som ao Redor e Tatuagem.
      O cinema São Luiz é tradicionalzão em Recife, tombado como monumento histórico e tudo mais.
      Assistir um filme pernambucano (Redemoinho) naquele lugar foi muito massa.
      Depois fomos beber nos famosos bares da Aurora onde os “alternativos” da cidade se reúnem (Rua Mamede Simões).
       

       
      uber do bairro do pina até o são luiz: R$8
      Heinekens: R$ 40
       
      Dia 11: ATÉ BREVE – 04.03
      uber do bairro do pina até o aeroporto: R$13
       
      CONCLUSÃO
      Marcelo: Às vezes nós que moramos em outros Estados e regiões temos um contato muito distante com a cultura popular e o que esta representa.
      Quando a nós chega algo que faça referencia a ela logo caricaturamos e pensamos aquilo como algo pitoresco e folclórico, algo que ficou no passado e nada tem a ver com nossa vida.
      Porém quando pisar em Pernambuco propomos que você esteja disposto a romper com essa visão e mergulhar em toda a beleza e cor, infância e calor, todo sabor e grandiosidade desta cultura.
      Lá você irá se compreender e enxergar suas raízes e perceber que toda essa herança permanece até os dias de hoje!
      Vai se apaixonar pelo movimento sincero da dança dos caboclinhos, pelo baque forte dos batuqueiros de Maracatu, pela leveza e frenesi dos passos do frevo, pela expressão sincera e majestosamente colorida e bela dos Maracatu Rural, do sorriso negro estampado nas faces de cada pessoa do afoxé, pela alma sertaneja em cada nota tocada em uma rabeca, sanfona, triangulo e zabumba, pela alegria sincera dos blocos líricos.
       

       
      Com certeza depois desta experiência temos o desejo sincero de gritar para o mundo inteiro ouvir o quanto nos orgulhamos do nosso povo e o quanto hoje fazemos de nossas vidas também uma busca por conservar e espalhar as belezas que tanto são marginalizadas!
       
      O nome dos poetas populares.
      (Antônio Vieira)
       
      A nossa poesia é uma só
      Eu não vejo razão pra separar
      Todo o conhecimento que está cá
      Foi trazido dentro de um só mocó
      E ao chegar aqui abriram o nó
      E foi como se ela saísse do ovo
      A poesia recebeu sangue novo
      Elementos deveras salutares
      Os nomes dos poetas populares
      Deveriam estar na boca do povo
       
      Os livros que vieram para cá
      O Lunário e a Missão Abreviada
      A donzela Teodora e a fábula
      Obrigaram o sertão a estudar
      De repente começaram a rimar
      A criar um sistema todo novo
      O diabo deixou de ser um estorvo
      E o boi ocupou outros lugares
      Os nomes dos poetas populares
      Deveriam estar na boca do povo
       
      No contexto de uma sala de aula
      Não estarem esses nomes me dá pena
      A escola devia ensinar
      Pro aluno não me achar um bobo
      Sem saber que os nomes que eu louvo
      São vates de muitas qualidades
      O aluno devia bater palma
      Saber de cada um o nome todo
      Se sentir satisfeito e orgulhoso
      E falar deles para os de menor idade
      O nomes dos poetas populares.
       

       
      Lucas e Marcelo
       
      Lucas: (11) 993380033 https://www.facebook.com/Lukasmauro10?ref=bookmarks
      Marcelo: (11) 98899-2391https://www.facebook.com/marcelo.guglielmi?fref=ts
    • Por jehvick
      Amo CWB é já fui algumas vezes. O que aconselho:
      Museu da Resistência (tem que agendar a visita pelo site e ir com o endereço certinho, porque não há qualquer placa ou indicação do local na rua, e lá vc entenderá o motivo)
      Museu Oscar Niemeyer - paga para entrar.
      Mercadão na 7 de setembro
      Feirinha do Largo da Ordem no domingo
       
      Jardim Botânico
      Parque Tanguá
      Parque Tinguí (Memorial Ucraniano e comer um Cutiá, acho que escreve assim... Rs)
      Opera de Arame
      UniLivre (Universidade sustentável belíssima)
       
      Comer
      Velho Madalosso, não é barato.
      Churrascaria Jardins, achei muito melhor que a famosa Batel.
       
      Noite
      Ir na quinta ao Bagdad Café. Tem que agendar e estar pronto para uma noite animada e com muita dança árabe. Paga-se cover na quinta.
      Bar Aqueces (bem legal, com música ao vivo, água potável e pipoca gratis)
      Bar do Alemão no largo da Ordem (experimente o submarino escuro o joelho de porco)
       
      Hospedagem, aconselho algo na 7 de Setembro ou entornos. Aconselho o aplicativo AirBnb. Sempre uso e é confiável.
       
      Se tiver tempo, visite as Cidades de Antonina e Morretes. Tem o.passeio de trem, mas como achamos muito caro, fechamos com um motorista de UBer, ficando a gasolina mais 150 a diária.
       
      Vale a pena fazer o circuito do vinho aos sábados. Não achei deliciosos os vinhos, mas o café colonial e as cervejas artesanais valem o passeio.
       
      Fui em Agosto, e tirando o frio, tudo perfeito. Inclusive as cerejeiras em flor.
      Quando fui dezembro, a maioria dos locais estava fechado.
       
      Espero ter ajudado e qualquer coisa, só perguntar.
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