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Adren-Aline

Tailândia - Camboja - Laos - Turquia (apenas falando hot-dog em inglês)

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LUANG PRABANG - DIA 3

 

Nesse dia acordei tarde, bati perna e deixei pra fazer o monte Poushi já próximo ao por do sol. Chegue cedo já que esse horário é bem concorrido. É bonito? Sim, mas confesso que já vi melhores. O local é bem fácil de chegar. Fica no centro próximo a pousada. A subida cansa os despreparados, mas dá pra ir parando com calma. No caminho vemos várias estátuas.

Fiquei até o início da noite, momento onde os turistas já foram e os moradores locais aparecem para namorar ou fazer atividade física. A descida é perigosa nesse horário, nada que a lanterna do celular não resolva. Me "perdi" na descida. Não sei como, subi por um lado e desci pelo outro. Mas como já me sentia em casa por lá, foi fácil retornar a pousada.

 

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Alguns custos:

Ingresso Poushi: 20000 kips

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LUANG PRABANG - DIA 4

 

Acordei bem cedinho para ver a ronda das almas, momento em que os monges saem em filinha indiana para arrecadar a comida que será consumida durante todo o dia. Claro que tem um significado mais espiritual e tal, mas não sei embelezar essas coisas rs. Então... A pousada é caminho da ronda mas eu preferi saí cedo e pegar o início do "evento". Durante todo o percurso banquinhos são colocados e comidas são vendidas para os turistas participarem doando os alimentos. Gostei muito!

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É chegada a hora é hora de partir me dá uma dor no peito ter que ir embora e te deixar aqui!

 

Reservei um translado para o aeroporto por 30000kips. Era chegado o momento mais tenso da viagem: entrar pela terceira vez na Tailândia.

Tenso pq? Antes de viajar entrei em contato com a embaixada tailandesa aqui no Brasil por email e telefone. Eles me informaram que dentro do período de 90 dias do visto de turista eu poderia dá 2 entradas e saídas no país. Com o retorno do Laos essa seria a terceira entrada ::putz:: .

Então estava bem tensa qd cheguei ao aeroporto de Don Muang. A fila da imigração demorou de andar e qd cheguei no oficial senti que foi diferente das duas primeiras vezes. Ele pediu mais informações. Me obrigou a mostrar a passagem de retorno para o Brasil (pelo menos foi isso que entendi e foi isso entreguei ). A passagem estava em português, ele olhou olhou acho que não entendeu nada e por fim me liberou. Ufa! Nem sei o que faria caso desse algum babado. Entao só depois de passar pela imigração reservei um hotel pelo booking. O GreenHouse na Rambuttri 240 bahts. Sabia chegar e era super barato! Dessa vez resolvi experimentar o sistema de translado compartilhado. Achei super confortável e prático, custa 150 bahts por pessoa. Ele não te leva na porta do hotel, a parada final é entre a Rambuttri e a Kaos San Road. Um depósito de 500 bahts é obrigatório! O quarto tem inúmeras camas, o banheiro não é dos melhores, não possui locker para malas grandes, apenas para pequenos pertences. Mas tava valendo. Tomei um banho e fui aproveitar minha última noite no continente asiático. Antes disso fui fazer a reserva do translado para o aeroporto pela manhã 150 bahts. Não lembro o nome do local. Mas fica na KSR.

Massagem, comida, cerveja, música e fim da noite.

Na manhã seguinte o translado chegou pontualmente para me levar de volta a realidade...

 

No to be continued.

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Olá Aline!

Muito massa a sua trip!

Vou fazer o mesmo roteiro, porém em 19 dias...

Você acha que USD 700,00 dá para sobreviver (Rango, passeios, transporte...) ? É o que tá tendo! kkkkk

 

E também vou em março... no calor do krai! kkkk

Obrigada!

Bj

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Olá Aline, tudo bom? Gostei bastante do Relato de Viagem">relato! Gostaria de tirar uma dúvida: Como você fazia pra levar o dinheiro de um lado para o outro, especialmente nos momentos em que iria se molhar (Exemplo: Passeio das ilhas e banho nos elefantes)? Usava alguma doleira a prova de água? Normalmente fico sempre com o dinheiro na doleira junto ao corpo, mas nessas situações não tem como ficar e confiar em deixar dinheiro no hotel é complicado...

Andou com o passaporte pra todo o lado ou usava cópia (deixava passaporte no locker do hostel)?

 

Obrigado pela ajuda!

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25 minutes ago, nato_bh said:

Olá Aline, tudo bom? Gostei bastante do relato! Gostaria de tirar uma dúvida: Como você fazia pra levar o dinheiro de um lado para o outro, especialmente nos momentos em que iria se molhar (Exemplo: Passeio das ilhas e banho nos elefantes)? Usava alguma doleira a prova de água? Normalmente fico sempre com o dinheiro na doleira junto ao corpo, mas nessas situações não tem como ficar e confiar em deixar dinheiro no hotel é complicado...

Andou com o passaporte pra todo o lado ou usava cópia (deixava passaporte no locker do hostel)?

 

Obrigado pela ajuda!

Fala meu caro. Olha, eu variava muito a depender da confiança que eu tinha no local. Mas pelo menos metade da minha grana estava sempre grudada ao meu corpo rs. Comprei uma cinta como a da foto abaixo, só que toda preta. Achei ela muito mais prática, discreta e confortável que a doleira. Se passada de boa como um cinto. O que fazia era dobrar os dólares no sentido do comprimento. Já quando o assunto era água eu comprei um daqueles porta celulares estanque. Então prendia na cintura ou pescoço e ia pra água. O passaporte eu tinha uma cópia, mas geralmente levava o original comigo quando saía, pra isso comecei a usar shorts de trilhas que vendem na Decathlon com zíper do bolso e que cabe perfeitamente o passaporte. Em alguns hostels não desgrudava de nada disso nem na hora de dormir ou ir ao banheiro. Exagero? Talvez! Mas segurança é tudo.

Ahhh só lembrando que os "crimes" por lá segundo pesquisei, está mais relacionado a furtos (mala, locker e quarto). Dificilmente ocorre roubo por meio de ameaça a pessoa diretamente.

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Obrigado pela resposta Aline! Meu último mochilão de praia foi pro México e mesmo comprando esses plásticos a prova d'água não tive coragem de colocar meu passaporte dentro e ir nadar...Rsrs...Imagina se entra água? Sofro nessas viagens de praia com isso... Hora eu vou nadar, hora minha esposa...Quase nunca juntos...Gostei da dica do falso cinto!

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Em 14/09/2017 em 12:52, Renatinha Ferreira disse:

Olá Aline!

Muito massa a sua trip!

Vou fazer o mesmo roteiro, porém em 19 dias...

Você acha que USD 700,00 dá para sobreviver (Rango, passeios, transporte...) ? É o que tá tendo! kkkkk

 

E também vou em março... no calor do krai! kkkk

Obrigada!

Bj

Temos um grupo no whats só de quem vai pra Tailandia 2018

 

https://chat.whatsapp.com/0Dx1VGETXjNHqY1bxLPpmx

 

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      A principio, o roteiro básico seria:
      Coréia do sul (entre 15 a 30 dias)
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      Tailândia (1 semana)
      Camboja (1 semana)
      Vietnã (1 semana)
      Vocês acham viável ter uma media de US$50,00 gastos p/dia (alimentação, hospedagem, transportes e passeios), sendo o meu orçamento máximo de US$5000?
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      De volta ao aeroporto, meu proximo destino seria Bangkok! 4 dias não foram suficientes para conhecer essa cidade incrível. Comida maravilhosa, rooftops de tirar o fôlego, tuk tuks pra todos os lados, templos incríveis e bares super animados. Aproveitei a oportunidade e com a ajuda de um grande amigo meu da minha terra natal consegui cantar em um live house. Com isso tive a oportunidade de conhecer excelentes músicos numa jam incrível com gente de vários países. Obrigada Caio pela noite maravilhosa (na verdade pelas duas noites!!!). Apesar de me despedir de Bangkok com desejo de ficar mais, eu também estava super ansiosa para chegar no meu proximo destino: Camboja.

      O Camboja é um país que sofreu muito com a guerra Khmer Vermelho, um dos maiores genocídios da história recente, matando grande parte da população e até hoje é possível ver as marcas deixadas dessa terrível catástrofe humana.

      Quando o avião pousou (graças a deus! Por que era um mini avião com hélice #medo), o calor estava de matar! Passei pela imigração e finalmente estava pisando em terras cambojanas. O motorista do hotel, seu Barang, estava lá me esperando e, apesar da dificuldade de comunicação, esbanjava simpatia. O carro deu partida e comecei a ver a cidade de Siem Riep através da janela. A cada quilômetro rodado, o cenário era o mesmo, muita pobreza. Cheguei no hotel e fui recebida com um delicioso chá e doces típicos do Camboja. Joguei minha mochila no quarto e fui rumo a Vila flutuante de pescadores que ficava a uma hora do centro.
      Na chegada à vila, a canoa passava pelas principais “ruas” onde é possível ver casas, igrejas e até uma escola suspensa. Pausa para o almoço num restaurante flutuante no meio de um enorme e importante lago para os pescadores. É ali que eles pescam e vendem para outros restaurantes no centro da cidade. Sentei à mesa e pedi o famoso Amok: um curry de peixe com toque de capim limão, prato típico do Camboja. Enquanto eu almoçava, uma criança linda dos olhos brilhantes não parava de me observar até que fui em direção a ela e começamos a nos comunicar através de sorrisos e olhares curiosos. Aprendi algumas frases em cambojano num pôr do sol lindo enquanto eu estava sentada à beira do lago com uma menina cheia de vida. Nesse momento, percebi a beleza do cenário e tirei uma das fotos mais lindas da vida!

      Dia seguinte, dia de visitar os templos do complexo Angkor, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, com a ajuda de um super querido guia, Sohkom. Eu queria saber mais sobre a história do Camboja e sobre os detalhes dos templos. Fiquei horas caminhando na imensidão desse lugar abandonado no meio da selva. No meio do passeio, fui indo em direção a uma música e me deparo com uns homens tocando instrumentos típicos da região. Quando eu percebi estava no meio deles tocando percussão. Todos os músicos eram sobreviventes da guerra, mutilados, vítimas das minas terrestres.
      Foram horas de aprendizado e informações sobre essas ruínas do império Khmer.
      À noite, tive tempo pra beber uma cerveja local, fazer massagem por 1 dólar, curtir um pouco da Pub Street e cantar com uma banda de rock no Hard Rock Café.


      No dia seguinte, levantei as 6 horas da manha, aluguei um quadriciclo e fui desbravar Siem Riep. Eu acho que foi o passeio que mais me comoveu. Foram mais de 4 horas explorando a cidade. Parei num mercado e comprei algumas caixas de macarrão pra doar aos alunos de uma escola construida pelos japoneses❤️. Excelente trabalho dos professores, todos voluntários. De volta a minha moto, coloquei meu capacete e máscara pois havia muita poeira (as ruas não são asfaltadas) e comecei a distribuir comida pras crianças. O mais impressionante é que todas vinham com um baita sorriso no rosto e falavam obrigado. Até mesmo algumas que não falavam por timidez, os pais agradeciam por elas.

      Hora de voltar pro hotel, pegar uma piscina e esperar o pôr do sol. À noite, me deliciei com o meu ultimo jantar no estilo cambojano e depois fui a um bar de musica ao vivo onde conheci uma cantora de voz linda e serena cantando músicas típicas da região. Fiz questão de falar com ela que ficou encantada quando a elogiei. Muito linda!



      Vim embora com um aperto no coração de quem precisa voltar. Apesar da pobreza, dos conflitos civis, das atrocidades de um general que aniquilou grande parte da população no passado e de tantos outros problemas em que esse país ainda se encontra, o Camboja e seu povo vão ficar guardados pra sempre no meu coração!
      Instagram: Yumi_oficial ou Yumiaroundtheworld
       
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