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25 dias na Europa: Londres-Amsterdã-Praga-Cracóvia-Budapeste-Bratislava-Salzburgo-Innsbruck-Munique


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  • 1 mês depois...
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Estive em Praga no Abril de 2010 com minha esposa e com mais dois amigos e de todas as cidades que visitamos foi a que mais nos encantou: música, história e beleza.

Certa vez eu li o seguinte comentário: o melhor de Praga é se perder em Praga!! Não perca essa dica quando vc estiver lá!

 

Reservamos o hotel K+K Central - é um estabelecimento quatro estrelas. Há muitas outras propriedades distrito, que fica a uma curta distância a principais atrações da cidade (cidade velha). Temos uma ótima promoção no site oficial, cada noite, por cerca de 110 Euros (Pacote de quatro noites).

Fácil acesso a principal estação de trem (por cerca de 10 minutos ou táxi). Ele também fica próximo ao florenc estação de ônibus e a principal estação de metrô. Um nice Mall fica nas proximidades.

É um lindo edifício histórico. Ele tem dois elevadores. O quarto foi espaçosas, limpas e confortáveis. que tinha, cabladas internet (wifi no lobby), chá, refrigerador, cofre. O Breakfast foi excelente, um dos melhores nós já teve (uma refeição completa). Ele também possuem sauna e fitness center, mas não utilizar. Business center com computadores, DVD Gravador e impressora.

http://www.kkhotels.com/en/hotels/prague/k-k-hotel-central/overview-k-k-hotel-central/

 

Fizemos o tour com a Tania Sochorova - foi ótimo, bem explicado e nada de correria. Além de nos encantarmos com a cidade maravilhosa, também ficamos conhecendo um pouco mais da história deste lindo país. Tania é muito inteligente e fala muito bem portugues. Foi uma experiência enriquecedora. Ela falou muito sobre a época de comunismo.

 

Entrar em contato com Tania é fácil - escrever um email: [email protected]

ou entrar no site dela: www.guia-em-praga.com.br

 

Boris

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  • 4 semanas depois...
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Slovensko

 

Rumando em direção aos Alpes Austríacos, havia uma República relativamente nova no meio do caminho, a Eslováquia.

Depois da separação com a Republica Tcheca em 1993, ela tornou-se mais atrativa (pelo menos pra mim), pois é mais um país a ser conhecido (mais uma bandeirinha para a coleção).

Fomos então a sua capital Bratislava, que fica bem perto de Viena na Áustria.

Nossa casa lá foi o hostel Blues, que fica num antigo prédio comunista na região central da cidade.

Bratislava é bem pequena e não precisa-se de muito tempo para conhecê-la. Ela tem um centro medieval bem bonito com a arquitetura preservada. Lá estão muitos restaurantes, pubs e lojas. Seguindo a idéia medieval da cidade, há um castelo, mas ele está em reforma há trocentos anos e nos seus arredores consegue-se boas fotos de seus andaimes e tapumes de obra...

A cidade se estende nas margens do rio Danúbio e uma de suas marcas registradas é a ponte nova (Nový Most), onde há uma torre com um restaurante (quem viu MIB sabe que não é restaurante, e sim uma nave espacial).

 

Existe um bairro universitário, onde está o alojamento da principal universidade da cidade e lá fomos nós para ver o que rola a noite. Ficamos um pouco desapontados, pois esperávamos mais de um lugar cheio de estudantes. Havia uns dois ou três bares, porém nada de mais. Talvez tenhamos ido num dia ruim.

No centro da cidade também existem uns bares legais pra tomar uma cerva e ouvir um rock n’ roll.

 

No dia seguinte, depois de uma visita ao castelo e seus andaimes levantamos acampamento e seguimos para a Áustria.

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Gostei do teu relato porque fala da parte mais interessante e que não vejo as pessoas comentarem aqui: a noite!

 

Parece que só tem senhoras da Liga Das Senhoras Católicas Apostólicas Romanas nesse site! ::lol4::

 

Diga-me una cosa: o que as europeias acham dos brasileiros? Ouvi dizer que em alguns países elas tem preconceito, então tenho que saber onde dizer que sou brasileiro e onde dizer que sou italiano! ::otemo::

 

 

P.S.: Outra coisa: Nos museus do sexo e da maconha não dão amostras grátis não? Não que eu queira, só por curiosidade mesmo! ::xiu::

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Fala Murilo!

 

A noite é a parada, né! Não pode faltar!

 

No geral, falar que é brasileiro é um boa. Não lembro de ver a mulherada com preconceito não. Nos lugares onde há muitos brasileiros, vc será mais um. Onde brasileiro é raro, vc será o cara!

Não sei quanto sucesso os italianos fazem, mas se fosse vc, mandava o brazuka sempre.

 

Sobre as amostras grátis de sexo e maconha, nem rola, mas se vc desembolsar uma graninha, terá os dois com muita facilidade... ::otemo::

 

Abraço

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  • 2 meses depois...
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O compositor e o bigode

 

A Eslováquia foi o último país do leste europeu e saindo de lá entramos na sua vizinha Áustria. Como primeira parada, fomos pra cidade de Mozart: Salzburgo.

 

A cidade, que fica na beirola da Alemanha, faz muita referência a seu filho mais ilustre. É possível visitar a casa onde ele morou (preferimos não ir, pois dizem que é só uma casa sem nada demais) e pode-se comprar de tudo com o nome dele. Eu comprei um imã de geladeira e um CD, mas acho que não foi ele quem o gravou...

 

Outro ícone histórico famoso, não muito amado, que andava pela região era Hitler. O alemãozinho curtia os Alpes austríacos e escolheu esse lugar pra construir uma casa e uma base de reuniões, o Ninho da Águia (Eagle’s Nest) (http://www.kehlsteinhaus.de/en/).

Muitos pensam que o Eagle Nest era a casa dele, mas na verdade era só um local aonde ele ía para se reunir com outros figurões como Mussollini e curtir um visu dos Alpes (o bigodinho tinha bom gosto nesse quesito!). Quando ele ficava na região, dormia em sua casa na base da montanha.

Como a gente curte muito montanha e Segunda Guerra Mundial, é claro que fomos no Eagle Nest!

Pra ir lá pegamos uma excursão no hotel que estávamos, que nos leva de ônibus até o elevador (de ouro, usado por Hitler), e lá a gente subiu até o Ninho da Águia.

O visual é eletrizante e dá vontade de ficar por horas olhando as montanhas nevadas, mas como estávamos em uma excursão, tínhamos tempo cronometrado pra ficar lá em cima (p*taqueopariu, viu!).

Não sei como se faz pra ir pra lá sem excursão, mas se houver um jeito, gostaria de tê-lo conhecido.

 

Na volta pro hotel, paramos perto de uma outra montanha e, por sugestão de um casal mineiro que conhecemos, desertamos da excursão e subimos a montanha.

É, eu sabia que deveria ter anotado o nome da tal montanha... Quando lembrar eu escrevo aqui...

Passamos umas boas horas lá em cima, com mais um belo visual dos Alpes e a companhia do Luiz e da Cristina (os mineiros, uái!). Batemos um rango e tomamos uma cerva lá também!

 

No dia seguinte demos o tradicional role a pé pela parte central da cidade e fomos no Castelo Hohensalzburg (http://www.hohensalzburgcastle.com/). Ele fica no alto da montanha Festungsberg (desde a cidade, vê-se uma escarpa, na verdade) e de lá tem-se uma vista bem maneira de Salzburgo e o rio Salzach.

 

A noite é cheia de pubs e bares-boates no centro, mas não se pode entrar com boné em nenhum deles (os seguranças mandam você tirar o boné para entrar nos lugares, sei lá por que!).

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