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Lua de Mel - 10 dias Playa del Carmen/Cancun Abril 2017


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Boa noite gente, resolvi criar o tópico aqui pra ajudar os futuros viajantes. Apesar de Cancun ser ja um destino bem explorado e ter muitas informações pela Net, vi que muitas coisas não são reais ou mudara, enfim.

 

Nosso roteiro foi ficar 4 dias em Playa del Carmen (PDC) e 5 dias em Cancun. Esta escolha foi muito acertada, tendo em vista que os principais passeios da região ficam super perto de PDC. Outro ponto importante foi que achamos uma boa opção de hotel e com bom preço, bem diferente de Cancun. Ficamos no Fiesta Inn Playa del Carmen, que fica na 10º Av, a uma quadra da 5º Av.

 

Voamos pela Latam, que por sinal vem perdendo bastante a qualidade depois da Fusão. Ja havia viajado com a LAN antes e era uma companhia ótima. A TAM sempre foi bem razoável também, mas agora, sinceramente me decepcionou um pouco, principalmente o trecho BOG-CUN, onde fomos com um A320 bem básico, pra um voo de quase 4 horas. O lanche neste trecho tb era horrível. Enfim, nos levou e trouxe, isso no fim é o que importa.

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1º Dia- BOGOTÁ 17/04/2017

 

Bem, nosso voo foi FLN-GRU-BOG-CUN. Na ida houve uma pernoite em Bogotá, então pegamos um Hotel próximo ao Aeroporto El Dorado (que por sinal é um ótimo aeroporto, muito moderno). Nesta noite aproveitamos pra conhecer o Bar/Restaurante Andres DC que é bem famoso por lá, muito temático e exótico. A comida e o atendimento não foram tudo aquilo, mas no geral vale a visita pelo local mesmo. Pagamos em torno de R$ 100,00 por dois pratos de carnes e algumas brejas.

 

Segue uma foto que peguei na NET pra mostrar bem o local.

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Ficamos hospedados no Hotel Airport Travel, pertinho do aeroporto, bom hotel visto o valor baixo R$ 120,00. Ficaria novamente...

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2º Dia - Playa del Carmen 18/04/2017

 

Chegamos no aeroporto de Cancun em torno das 15:30 hrs, a imigração é super tranquila, nem nos olharam direito, porem um pouco demorada porque são muitos e muitos turistas chegando a toda hora, loucura mesmo. Saindo da área de desembarque, ja existe um guichê da ADO (se lê soletrado, A - D - O). Comprei ja nossas duas passagens de ônibus até PDC, acho que custou U$$10,00 por pessoa só ida, ali ja percebi que não valeria muito a pena trocar os dólares por peso, pois lá td é dolarizado e se fosse converter perderia dinheiro, poucas coisas que não valiam a pena, mas pra isso trocava de vez enquanto uns dolares por pesos.

 

Os ônibus da ADO são muito bons e saem regularmente pra vários destinos da Riviera Maya, é bem tranquilo mesmo. Pra pegar ônibus vc vai virar pra direita quando sair do aeroporto e seguir até o fim, lá irá ver outro guichê e o local de embarque, uns 5 minutos caminhando com as malas, mas bem fácil e seguro.

 

Segue foto da plataforma onde ficam os ônibus:

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Chegamos no terminal em PDC por volta das 18:00 e pegamos um taxi pois nosso hotel era um pouquinho longe do terminal e com as malas atrapalhava um pouco, mas o taxi ali foi barato, acho que 7 dólares.

No restante do dia só descansamos e saímos a noite pra andar na 5º Av, por sinal muito animado e gostoso andar por lá, já gostei de cara.

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3º Dia - Playa del Carmen 19/04/2017

 

Acordamos meio cansados, após a longa jornada de nossa viagem e também ainda havia o cansaço do casamento, abrimos a cortina e pra nosso desanimo chovia, um tempo bem cinzento. Nosso hotel não havia café incluso, era caro pra pagar por dia, R$ 44,00 por pessoa por dia. Saímos então em busca de um café, rodamos, rodamos e acabamos em um Starbucks, por sinal bem caro, mas enfim, seria só este dia mesmo, depois pegamos o jeito.

 

Ficamos rodando pela cidade quase o dia inteiro, mas nosso primeiro passeio acabou ficando de lado por conta da chuva. Este dia até foi bom pois conhecemos todo o centrinho de PDC e tiramos o cansaço, porém nas previsões seriam 4 dias nublados e chuvosos. :(:(:(

 

Neste dia aproveitamos pra ir comprar um CHIP da TelSel pro meu celular. Paguei $ 50,00 pesos, algo em torno de R$ 10,00 e fiquei com internet 4g uns 5 dias por este valor. Vc tb pode pegar ja um pacote melhor para mais dias ou recarregar depois, mas pra isso peça pro atendente anotar o seu numero mexicano. :lol:

Pra comprar o chip, qualquer loja de conveniência la vende, porem comprei em uma lojinha de assistência que ficava na 30º Av, tem várias nesta AV, pois achei que precisaria cortar o Chip pro Iphone. Vc ja deve pedir pro atendente liberar pra vc, se for nas conveniências eles não irão fazer pra vc. Na lojinha ja sai com 4g a mil. ::otemo::::otemo::

 

Também na 30º Av existem 2 grandes supermercados, um Walmart e outro chamado Mega. No inicio eu só ia no Walmart achando que era melhor, mas o outro no fim achei muito melhor. Como são próximos vc pode ir conhecer os dois. Aqui vale relembrar que nos supermercados de lá vc comprar muitos dos souvenir que vendem nas lojinhas, os mesmos, mas por menos da metade do preço. Compramos muita coisa, de essência de baunilha a bolsa e chinelo.

 

Também comprei uma caixa de isopor, uma bolsinha termina pequena com alça, cerveja e gelo. Pode parecer feio fazer isso viajando, mas acredite, é super comum e barato. Só como coparação, cheguei a pagar em uma Corona R$ 15,00 em uma praia, e no Walmart comprava 12 Corona por R$ 20,00 mais ou menos. O gelo custava em torno de R$ 3,00 e a caixa de isopor custou R$ 18,00. Como eu gosto de uma cervejinha valeu muito a pena.

No walmart tb comprábamos nosso café da manhã pro dia seguinte, pão, manteiga, presunto, queijo, geleia, não gastava nem R$ 20,00 e comíamos muito bem.

 

 

Walmart

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Mega

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Este dia foi basicamente isto, deu pra passar boas dicas do que aprendemos nesse inicio de viagem.

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4º Dia - Chichen Itza 20/04/2017

 

Como a previsão não era das melhores, resolvi que iriamos pra Chichen Itza, pois caso estivesse nublado seria um dos passeios possíveis de fazer pra não perder mais um dia da viagem. No dia anterior ainda a noite fui ver os preços dos pacotes e me assustei, U$$ 77,00 por pessoa o transfer até Chichen Itza, Cenote Ik-kil, entradas e um almoço, que pelos comentários que li na internet era péssimo.

Resolvi cotar o aluguel de um carro, que me custou U$$ 50,00. Além deste valor gastei em torno de R$ 120,00 de pedágios ida e volta pela Carretera 180D (existe uma opção paralela, mas achei em muita má condição). Fazendo por conta cheguei a economizar um pouco, alem de ter me sentido realmente no México, dirigindo por la, parando onde queria e ficando onde queríamos, eu pagaria até a mais. Gastei R$ 85,00 de gasolina pra este dia.

Li muitos relatos desencorajando a alugar carro lá, porém minha impressão foi totalmente oposta, achei os policiais muito solicitos quando perguntava algo inclusive, porém vale ressaltar pra andar na linha, cuidar com bebidas, velocidade, com certeza vc não terá problema nenhum.

 

O sítio arqueológico de Chichen Itza é muito legal, realmente diferente do que somos acostumados e é um dos passeios imperdíveis de quem viaja pra aquela região. O que estraga um pouco é a quantidade absurda de turistas e vendedores de artesanato. Como fomos de carro chegamos razoavelmente sedo e pegamos ainda um pouco vazio, mas logo estava lotado de turistas. Não vou entrar em detalhes sobre o local pois minha intenção e relatar mais a viagem mesmo.

 

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Saindo de lá tocamos pro cenote Ik-kil que fica 3km a frente da entrada do Chichen Itza. O cenote é surreal, lindo lindo, porém novamente centenas de turistas estragavam um pouco, não consegui tirar nenhuma foto legal como queria.

A Agua do cenote é um verde escuto e um pouco gelada, mas valeu muito a pena ter mergulhado nele, vc tem uma visão bem privilegiada e uma sensação super diferente, tem que fazer.

 

 

No retorno para PDC entramos na cidade de Valladolid, tem uma arquitetura pré colombiana, uma igreja e alguns casarões muito bonitos, mas não achei uma obrigação entrar na cidade, se não tiver muito tempo pode tocar embora sem problema.

 

Resumindo, pra chegar em Chichen Itza de carro não precisa nem GPS, é super fácil e tranquilo, eu recomendo muito ir por conta neste passeio.

 

Este dia se encerrou comendo uma pizza e uma Sol Mexicana pra comemorar o primeiro dia aproveitado da viagem.

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5º Dia - Cozumel 21/04/2017

 

Neste dia, já com o tempo aberto de vez, resolvemos em cima da hora ir conhecer Cozumel. Fomos a pé desde nosso hotel, cerca de 10 min caminhando e compramos nossos tickets no local, não lembro o valor exato, mas acho que foi em torno de U$$ 60,00 dolares pros dois.

O proprio ferry ja é um passeio, cerca de 1 hora apreciando aquele mar incrível. Chegando em Cozumel vc se assusta com a quantidade de Transatlanticos ancorados simultaneamente, realmente estão muito a frente em questão de turismo naquela região, tudo funciona muito bem. Como minha namorada não gosta muito de mergulhar, não optei por fazer mergulho, então alugamos um Jeep pra circular e conhecer melhor a ilha. Pagamos U$$ 70,00 pelo carro.

Seguimos em direção ao sul da ilha, passando por diversas paisagens lindas. Também existem muitos beach clubs com ótimas praias, onde a entrada é gratuita, caso vc queira uma espreguiçadeira basta consumir alguma coisa do beach club. Seguimos um pouco mais e de repente começou a se formar uma tempestade, como o Jeep era aberto dos lados resolvi retornar. Chegando no centro novamente, olhamos pra trás e a tempestade havia passado, então resolvemos cruzar por uma avenida bem no centro da ilha que cruza ela pro lado Leste. Neste dia batemos muitas fotos legais e conhecemos a ilha de ponta a ponta, confesso que fiquei na hora triste por não ter mergulhado naquele paraíso, mas minha tristeza acabou no dia seguinte.

 

Retornamos a PDC la pelas 18:30, pegamos um lindo por do sol.

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6º Dia - Tulum 22/04/2017

 

Este seria nosso quarto e ultimo dia em PDC, então logo sedo saí pra alugar outro carro, deste vez um Volks Vento (Nosso Bora, mas modelo novo), pois precisava de um carro com porta malas pra ja levar nossas malas. Este dia foi muito vantajoso sair com o carro, visto que economizamos com o transfer pra Tulum e também economizando também com o Transfer pra Cancun, pois combinei um valor fixo pra devolver o carro em Cancun.

 

Saímos de PDC por volta das 8:00 hrs e seguimos pela Carretera Cancun-Tulum. O caminho é super fácil e tranquilo, muito bem sinalizado, nem liguei o GPS. Cerca de 1 hr depois chegamos em Tulum. A entrada do parque ja é sinalizada desde a rodovia e fica a poucos metros em uma entrada bem identificada, não tem como errar.

 

Eram por volta das 9:30 e o estacionamento estava relativamente vazio. No local existem alguns guichês de informações muito úteis. Apesar de os guias também venderem passeios, não me senti forçado a comprar nada e por este motivo acabei comprando um passei que incluía a entrada ao parque e um passeio de barco para ver as ruínas desde o mar, com um guia explicando sobre o sítio arqueológico. O passeio ainda compreendia um mergulho na barreia de corais que fica relativamente próxima da praia e que foi o ápice deste dia. Custou U$$29,00 por pessoa.

 

Inicialmente entramos no sitio e devagar fomos apreciando tudo, fotos e mais fotos...

 

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Com um mapa fornecido pelo guia, seguimos em direção a tal da Playa Maya. O que não foi dito era que a entrada para a praia ficava a cerca de 20 min caminhando debaixo de uma torreira de sol de matar. Não estávamos muito animados e nos sentindo enganados até que thãram, surge a praia com aquele degrade de azuis que encheram nossos olhos.

 

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O mergulho com Snorkel na barreia durou apenas uns 45 min, porem suficiente pra ficar maluco de tanta beleza. Haviam muitas tartarugas, raias, barracudas e diversos peixinhos coloridos. A transparência da agua foi a maior de tudo que conhecemos, fácil fácil chegava a 20 metros ou mais.

 

Saímos de lá realizados, até minha esposa que não gosta muito de mergulho saiu super feliz, realmente valeu a pena ter ido até lá. Por volta das 15:30 hrs saímos em direção a Akumal, porém um guia nos indicou um passeio a um Cenote da região (queríamos ter ido ao Dos Ojos) mas não vi recomendações pra ir nele caso vc não mergulhe e pegue um guia pra atravessar entre Os Ojos. Este cenote indicado era bem próximo de Akumal, o que ajudou na escolha, se chama Aktun Chen. Entramos na porteira onde tinha a placa e andamos uns 10 min. Quando chegamos lá ja eram 16:00 e o parque fechava as 17:00. Tentei um desconto pois só queríamos entrar pra bater umas fotos e conhecer e tal, mas não quiseram dar desconto (e era bem caro a entrada, pois era tipo um parque), resolvemos abortar e seguimos pra akumal.

 

Em Akumal deixei o carro no estacionamento e fomos para a praia, que por sinal cheia de Sargaços e muitas famílias mexicanas. Entrei na agua com meu snorkel mas a visibilidade estava muito ruim, parecia ter uma poeira na agua. Como ja havia visto as tartarugas no mergulho anterior tocamos embora.

Ainda no caminho pra Cancun, entramos novamente em PDC pra pegar nossas roupas na lavanderia e passar no Walmart pra reabastecer os suprimentos. kkkkkk

 

Chegamos em Cancun ja a noite e quando entramos na zona hoteleira nosso queixo caiu no chão, o que é aquilo??? Uma mini Las Vegas pra dizer o mínimo. Ficamos encantados com a suntuosidade de tudo. Fomos passando devagarinho e olhando aqueles mega hotéis que não sairão mais da cabeça, até que chegamos ao Km 9 onde ficava nosso hotel e tb o centrinho de Cancun pode-se dizer assim, ou ao menos onde ficam as baladas.

 

Ficamos hospedados no hotel Krystal Cancun, que foi um dos melhores custo/beneficio que consegui. Ele já é um hotel antigo, porém reformado. O hall do hotel e atendimento na chegada te surpreende, porém os quartos possuem um cheiro forte de mofo/ar condicionado velho. Pegamos um quarto no segundo andar, abrimos nossa sacada e apesar de ser noite e não conseguir ver nada, aquela brisa do mar e o som do mar nos cativou.

 

Deixei minha esposa no hotel e aqui se passou um fato. Fui na locadora devolver o carro, porém faltavam 10 min pra fechar e eu ainda tinha que completar o tanque. Sem conhecer ainda a região, saí meio desorientado atrás de um posto e acabei fazendo uma burrice, retornando em um local proibido (mas não tinha placas). De cara um carro da policia me abordou e uma Policial mexicana veio no vidro me enchendo. Mantive a calma e disse que não havia placa, ela então me deu mil explicações e queria levar minha carteira como garantia da multa, mas que se eu pagasse diretamente pra ela sem recibo eu seria liberado. kkkkkk Falei que não tinha muito dinheiro (ela me mediu 1200 pesos, em torno e 80 dólares). Então fui puxar dinheiro e saiu U$$ 20,00 da carteira, que ela arrancou da minha mão e saiu sem nem me olhar mais. Mesmo tendo ocorrido este fato não me arrependo de ter alugado carro no méxico, e alugaria novamente. Confesso que depois de 4 dias com carro alugado eu ja havia perdido o medo e estava andando normal sem me preocupar muito o que favoreceu ao erro.

 

Emfim voltando ao hotel, saímos pra caminhar em frente as boates pra sentir o clima e vimos como realmente Cancun e Playa não tem nada a ver uma com a outra, são dois Life styles diferentes. Cancun muito agitada e PDC bem cidade praiana.

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  • 2 semanas depois...
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7º Dia - Cancun 23/04/2017

 

Este dia começou sensacional, ainda lembro da sensação incrível da minha esposa me chamando na sacada pra ver o mar. Ainda era sedo, umas 7:30, e quando abri os olhos realmente doeu um pouco em ver aquele azul incrível, juro por Deus. Ficamos um tempo na sacada tomando nosso café e admirando, realmente a praia de Cancun onde estávamos era tudo aquilo que imaginávamos, ou mais.

 

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Preparamos nossos mantimentos (Digo cervezas) e descemos para pegar um pergolado na praia, ai ocorreu um detalhe ruim do hotel. Chegamos na praia por volta das 8:15, somente metade dos pergolados estavam ocupados, porém nos demais havia igualmente uma toalha seca esticada e uma garrafa de agua sobre ela. Em todas elas havia uma placa escrita que era proibido reservá-las com algum objeto, então ignoramos as garrafinhas e sentamos. Ficamos ali por cerca de 1 hora até que percebemos qual era o esquema. Os hóspedes do hotel, na maioria americanos, davam uma gorjeta para os carinhas do hotel que cuidavam da praia para eles reservarem as camas (o que era proibido), então vimos diversas vezes o pessoal chegando e dizendo que a cama eles estavam usando e o pessoal tendo que sair, o mesmo aconteceu conosco. Fiquei meio puto na hora, mas pra não estragar o dia saímos de boa e fomos pras espreguiçadeiras.

 

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Curtimos a manhã por lá e a tarde fomos tentar fazer o Parasailling, que segundo informações do hotel o local ideal era a playa tortugas. Fomos até lá, que é a praia onde fica o hotel Rio. Achamos a praia muito feinha, muitos sargaços e como era aberta, estava cheia de gente. É também a praia onde saem os ferryes para Isla Mujeres. Resolvemos abortar por o visual ali não era o mais bonito.

 

Pegamos o bus novamente e fomos até a outra ponta da zona hoteleira, em Playa Delphines, esta sim magnifica. Fomos ver o preço do parasailling lá, mas percebemos que ventava muito e não estava legal, como era caro o passeio, resolvemos deixar pra outro dia. Aproveitamos para fazer algumas fotos no letreiro escrito CANCUN que fica lá, preparem para uma fila de 40 min no sol, mas valeu a pena, são ótimas recordações as fotos lá.

 

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Voltamos ao hotel e ficamos curtindo o resto do dia relaxando naquele mar que nunca mais iremos esquecer.

  • Gostei! 1
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    • Por LisTrancoso
      Olá viajantes incríveis de todo o mundo. 
      Estou n-morando no México desde 15 de janeiro por conta de um intercâmbio. Sim, meu intercâmbio ocorreu justamento numa época louca de pandemia. 
      Enfim, eu vivo em Pachuca, Hidalgo, fica cerca de 1h30 da CDMX, porém, minhas aulas acabavam em maio e comprei passagem para voltar para o Brasil saindo de Cancún, porque a ideia era fazer um roteiro de pelo menos 15 dias entre Cancún, Playa del Carmen e Tulum. 
      Porém, com toda essa loucura eu estou em dúvida do que fazer, se essas coisas ainda vão poder acontecer, medo de aglomeração e tudo mais. Mas, para não pirar e conseguir fazer alguma coisa, caso a quarentena acabe em Cancún em 10 de junho, estava pensando em alugar um quarto e viver o ultimo mês la e talvez pegar alguns dias de praia. 
      Porém, como é uma cidade muito cara, não sei se é viável e seguro. Gostaria da opinião de vocês. Caso a quarentena acabe, será que vale a pena alugar um quarto por um mês? Ou talvez somente os últimos 10 dias em julho em hostel mesmo? 
      Se puderem me ajudar, tiverem dica de local seguro para ficar. Agradeço. 
    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉
    • Por [email protected]
      Estamos programando uma viagem de 10 dias, sendo dividido da seguinte forma;
      Do dia 30/10 ao dia 03/11 Cidade do México
      do dia 03/11 a 06/11 Playa del Carmen
      de 06/11 a 09/11 Cancún
      Gostaríamos de indicação de Hotel ou Apto para alugar, para curtimos o dia dos mortos pois, sabemos que e´ grande a aglomeração na Av. La reforma, por isso, gostaríamos de um lugar que fique o mais próximo possível no sistema Bom, Bonito e Barato.
      Do mesmo modo gostaríamos de sugestões para ficarmos em Playa del Carmo.
      estaremos viajando em três pessoas do dia 30/10 a 03/11 e depois encontraremos outra turma em Playa del Carmen, totalizando 8 pessoas.
      Desde já agradeço que puder nos ajudar quanto a hospedagem e experiencias na Cidade do México no dia dos mortos.
    • Por Bogotá
      Estamos (amigos) com dúvidas sobre a logística das cidades que escolhemos nesta região, qual a melhor sequência logisticamente e financeiramente, desde a chegada em Cancún até a ida para Caye Caulker.
       
       Além disso, qual a melhor programação das atrações por cidade e quais dão para fazer no mesmo dia..
      Obs: não alugaremos carro nesta região 
       Sobre os destinos, Cancún não é um lugar que faz nosso tipo de turismo, queremos usar apenas como base para fazer um bate e volta em Isla Mujeres e como aeroporto para a chegada e partida.
      Pretendemos usar como base as cidades de Tulum, Playa Del Carmen e Valladolid. Estas seriam as localidades para a maioria dos destinos que queremos conhecer..
      Se der de usar um dia inteiro (só se encaixar no roteiro, caso contrário pode ser só uma visita rápida) para os bate e volta em Isla Mujeres e Cozumel, optaremos por fazer isso.
       
      Em Cozumel não dormiríamos, apenas faríamos a visita. Em Isla, só se for mais barato que Cancún (sua base para visita).
       Sabemos que dá para fazer mais de uma atração por dia, mas não temos ideia de como montar o roteiro ideal.
      Aqui estão as atrações que queremos conhecer:
      - Cancún 
      Base para conhecer Isla Mujeres
       
      - Playa Del Carmen 
      Cenote Chaak Tun Natural Park 
      Base para conhecer Cozumel
       
      - Tulum 
      Base para conhecer as Ruínas de Tulum (2km) e Cobá (47km)
      Cenote Sac Actun 
      Cenote dos Ojos
      Grand Cenote 
       
      - Valladolid 
      Base para conhecer Chichén Itzá (45km) e Ek Balam (27km)
      Cenote Ik Kil (pertinho de Chichén Itzá)
      Cenote Zaci 
      Centro histórico
       
      Teremos 10 dias inteiros para fazer todos estes destinos. 
       
      Alguém conseguiria nos ajudar?
      Obrigado!
    • Por Karina Faria
      Quanto custa viajar para Cancún?? Veja quanto eu gastei nessa viagem

       
      Vocês com certeza leram o post Cancún( senão leia aqui) e ficou sonhando em visitar esse paraíso na terra tão perto da gente. Mas você deve ter ficado se perguntando: Mas quanto custa viajar para Cancun?Será que é muito caro?
      Ao contrário do que muitos pensam viajar, em geral não é algo tão caro assim.Nesse post te darei dicas de como fazer uma viagem econômica e acessível e demonstrarei os meus gastos na minha viagem de Maio de 2015
      .Quanto custa viajar para Cancún
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