Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
Amanda Dias Ferraz

Caribe Colombiano: San Andres, Cartagena, Santa Marta, Palomino, Riohacha, Costeno, Taganga, Parque Tayrona e Rincon

Posts Recomendados

Olá pessoal!!

Sempre busco por relatos aqui antes das minhas viagens, porém esse é o primeiro que compartilho, espero que ajude os próximos viajantes.

No ano passado decidi que deixaria meu trabalho porque assim como a grande maioria das pessoas que conheço, estava totalmente descontente e aquilo acabou se tornando um fardo.

Depois de me privar de muitas coisas, consegui juntar o suficiente para passar dois meses fora, levando em consideração que teria que economizar bastante durante a viagem e também fazer trabalho em troca de moradia por algumas semanas.

Sendo assim começo meu relato, com experiencias, dicas e gastos:

Fiz a compra da passagem bem em cima da hora e paguei R$1500 pela COPA. Uma semana depois as passagens estavam por menos de R$1300.

O voo para San Andres fiz pela Viva Colombia, e ficou por R$350.

Vale a pena ficar de olho porque são muitas promoções para o país e eu já vi por bem menos que esses valores. O mesmo vale para a Viva Colombia, fiz a pesquisa num dia e o valor estava mais baixo, porém deixei para comprar dois días depois e já tinha subido.

Minhas impressões das duas cias aéreas. Sempre viajo na clase econômica, porém o aviao da COPA me pareceu ter bem menos espaço que as demais, o que tornou o voo um pouco desconfortável para mim, porém fora isso nao tive problema algum.

Voar com a Viva Colombia é uma confusão, primeiro para comprar a passagem, eles te cobram por tudo. Apenas uma mala de mao pode ser levada “de graça” e essa tem que ter o tamanho definido por eles, caso contrário você paga um extra. Se você escolher a opção de fazer o check in diretamente no aeroporto paga extra. Para escolher o assento, paga extra. E se você escolher fazer o check in online e nao levar o Boarding Pass impresso, tamém vai acabar pagando uma taxa na hora, então fiquem atentos a tudo isso no momento da compra.

Meu voo saiu de Guarulhos no dia 31/03 as 01:10 e teve conexão no Panama. Vale lembrar que caso seu voo faça conexao fora da Colombia, você precisa sim de um passaporte. Tambem pediram por minha carteira de vacinação internacional, porém conheci pessoas que nao tiveram que mostrar em momento nenhum. Acredito que o melhor seja evitar problemas e levar a sua.

Cheguei em Cartagena pela manhã e fiz o câmbio mínimo (R$50) no aeroporto somente para pagar o Taxi. O câmbio era COP 686,50.

Encontrei uma casa no AirBnB bem baratinha que ficava próxima ao aeroporto. Como não sabia como chegar e era perto, gastei somente COP 3000 num Bicitaxi que encontrei fora do aeroporto.

Essa é uma dica muito válida, se você optar por tomar o taxi diretamente no aeroporto os valores são mais altos, mas se você atravesar a rua e chegar na avenida, pode encontrar taxis para o centro (onde ficam a grande maioria de hoteis e Hostels) por COP 10.000 ao invés de COP 15.000.

Depois de descansar um pouco e me refrescar, finalmente criei coragem de ir ate o centro, digo criar coragem porque o calor é realmente massacrante. A humidade faz com que a sensação térmica seja muito maior e você nunca para de suar… Fiz esse caminho de taxi e me custou COP 8.000.

Há muitas opções de casas de câmbio na cidade velha e não se deixem enganar!! Todos dizem ter o melhor valor, porém a verdade é que encontrei câmbios desde 730 até 805.

A melhor que encontrei fica bem próxima a entrada da Torre Del Reloj, é só atravessar a quadra e entrar na primeira direita. Não perguntei muito a respeito, mas se não me engano, o câmbio de dólares estava COP 2.750.

Por conta do cansaço e a fome que já tinha batido acabei desistindo de procurar uma opção de restaurante e almocei no SubWay. Eles tem o menú do dia que custa COP 7.800.

Para voltar optei por pegar um ônibus. O terminal fica na mesma rua da Torre, é só sair e seguir para a esquerda. Porém para pegar este ônibus que custa COP 2.100, é preciso ter um cartão que custa COP 4.000. Como eu só descobri isso quando chegou minha vez na fila, uma alma boa disse que podía fazer a recarga no seu cartão para que eu pudesse entrar.

Na rua dessa casa que fiquei, tinha um homem que fazia pizzas e vendia por fatias, comprei pra todas da casa por COP 16.000 e esse foi o jantar.

 

Gastos Cartagena:

Bicitaxi: 3.000

Taxi: 8.000

Subway: 14.800

Onibus: 2.100

Mercado: 9.456

Pizza: 16.000

Total: 56.356

 

No dia seguinte tinha um voo para San Andres as 7:45.

Como eu disse anteriormente, a Viva Colombia é uma confusão. Eles não te perguntam da sua bagagem de mão, nao te falam sobre a taxa que precisa ser paga para entrar na ilha… então pergunte. O pagamento só pode ser feito em dinheiro. Nos relatos que havia lido antes de ir o valor era de COP 99.000, porém quando fui paguei COP 105.000

Chegando na ilha, mais uma vez sai do aeroporto para encontrar um taxi com um precinho melhor e paguei COP 8.000. No aeroporto me ofereceram por COP 10.000, mas tinha um outro brasileiro no Hostel que pagou COP 15.000. Ou seja, eles falam um valor diferente para cada pessoa, por isso vale a pela negociar o valor antes, alguns ficam bravos, mas deixa ele para trás e vai pro próximo que você com certeza consegue um preço melhor.

Também tem a opção de pegar um Mototaxi, não se assuste porque é super comum na ilha. Eles andam em 3 pessoas, carregando coisas enormes e sempre sem capacete. Eles passam pelas ruas buzinando para todo mundo e o valor geralmente é de COP 2.000.

Por estar próximo ao feriado da páscoa, a Ilha estava bem lotada e as opções que haviam sobrado de hospedagem não eram as melhores…

O Hostel famosinho da ilha, El Viajero estava lotado. Vale lembrar que é lá que ficam a maioria dos brasileiros, então se quer fugir dos seus conterrâneos e da música brasileira, procure outro lugar hahaha

Me hospedei no Blue Almond Hostel e preciso dizer que a primeira impressão nao foi das melhores, mas depois amei! O Hostel é pequeno, os donos sao bem amigaveis e fazem questão de apresentar todos os hóspedes, o que faz com que o ambiente seja otimo. No final todo mundo fica amigo e faz tudo junto. Então se esta viajando sozinho acho que é uma ótima opção. Preço por 7 noites COP 360.000

O Wifi nao era muito bom, caia o tempo todo e banho só gelado! Mas depois descobri que em todos os lugares o chuveiro é gelado…

Neste dia andei pelo centro que mais parece um freeshop a céu aberto. Vale lembrar que San Andres é livre de impostos, mas não sei dizer ao certo se os preços realmente valem a pena porque não fui na intenção de comprar muita coisa.

Decidi comprar também um snorkel para ficar livre dos alugueis diários e paguei COP 10.000, enquanto os alugueis geralmente saem por COP 15.000 . Porém posso afirmar que me arrependi horrores e numa próxima vou deixar de ser tão mão de vaca e comprar uma melhorzinha hahaha

Pagando um pouco mais você encontra mascaras melhores e ainda assim vale mais a pena do que o aluguel porque lá da para usar todos os días em quase todos os lugares.

Procurei por um restaurante em conta para almoçar e encontrei uma boa opção perto do centro que servia pratos executivos. Pelo que vi todos os restaurantes com esse tipo de almoco serve mais ou menos a mesma coisa, uma sopinha do dia de entrada, a refeição que tem carne, peixe ou frango, arroz, salada, batatas fritas ou patacón que é uma banana frita, e um suco que em lugar nenhum consegui definir do que era. Inclusive tem um bem perto do El viajeiro.

Os valores vão de COP 11.000 até 16.000 ou mais para pratos mais elaborados. Provei frango e peixe de várias formas e tudo estava delicioso, então acho que vale super a pena. Mas se você busca algo mais refinado, há muitas opções pela Ilha, porém não posso recomendar já que nao fui em nenhum…

Alias, muitos dos dias vocês vão notar que não cito nenhum restaurante, mas não é porque não me alimento ou algo do tipo, e sim porque afim de economizar compramos diversas coisas no mercado como pão e frios para fazer sanduiches, frutas e macarrão.

E para terem noção de alguns gastos, uma garafa de agua no supermercado varia entre COP 850 – 1000. Uma de 1 L COP 1.100 – 3000. Tem um bom supermercado chamado Supertodo próximo ao El viajeiro, foi lá que encontei os melhores preços.

Passei o resto do dia na Praia central, Spratt Bight. Ali é possível alugar umas cabaninhas e cadeiras, mas também é super tranquilo ficar na sombra dos coqueiros.

No dia seguinte fui ate o aeroporto receber uma amiga australiana que iria viajar comigo por duas semanas. Depois fomos mais uma vez ao mesmo restaurante com pratos executivos e passamos o resto do dia na Praia central.

No terceiro dia decidimos dar a volta na ilha e optamos pelo carrinho de golfe. Só por curiosidade para dar a volta sao aproximadamente 40Km.

Tem muitos lugares para alugar os carrinhos e scooters. Encontramos um por COP 90.000, mas nos demais lugares os preços são a partir de COP 120.000. Os carros que eles chamam de mula tem os preços a partir de COP 160.000 e as Scooters COP 55.000. Os melhores preços que encontrei são nos estacionamentos próximos ao Sunrise Beach Hotel. Mas como disse anteriormente, sempre tente negociar, eles acabam chegando num preço mais agradável.

Gente, os carrinhos de golfe andam no máximo a 20Km/h, então se você não tem paciência, alugue uma mula! Mas como eles mesmo dizem, para que pressa quando se está no Caribe.

Nossa primeira parada foi na Praia San Luis, mas ficamos por somente uns 10min.

Seguimos e paramos na “La Piscinita”, que cobra COP 4.000 pela entrada e você já ganha uns pedaços de pão para alimentar os peixes. Foi lá que descobri que o Snorkel não prestava hahahaha

Caso precise, eles alugam por COP 15.000 pelo tempo que você ficar por lá.

A cor da agua é maravilhosa!! A visibilidade é incrível e tem muitos peixes por lá brigando por um pedaço do seu pão. Da para passar um bom tempinho por lá só relaxando e nadando com eles.

 

Seguimos e paramos para ver o Hoyo Soplador, que nada mais é do que um buraco no chão. Toda vez que uma onda bate nas pedras faz o ar soprar com força por esse buraco. Já li relatos de pessoas que tiveram a experiência de se molharem pois a onda era forte, mas nao presenciei.

Nao considero que seja uma parada obrigatória nesse passeio, mas se tiver curiosidade da uma parada e quem sabe tem mais sorte que eu.

Depois chegamos no West View, que é como se fosse um clube. A entrada também é COP 4.000. Eles tem um toboágua, que é de procedencia muito duvidosa, mas fui e sobrevivi. Um trampolim para os corajosos (diferentes de mim) e também da pra fazer snorkel por lá.

Mais uma vez fiquei completamente encantada pela água, em alguns pontos a profundidade chega a uns 7mts e vocêpode ver claramente o fundo.

Os coqueteis custam COP 10.000, e foi lá que provei pela primeira vez o famoso Coco Loco. Eu pessoalmente nao curti porque não tem gosto de nada além de álcool, preferi a pina colada.

 

Seguimos viagem e chegando de volta ao centro percebemos que não vimos nenhuma placa para a famosa Rocky Cay e então ficamos sem passar por lá nesse dia.

Na noite nos juntamos com o pessoal do Hostel e fomos para o El Viajeiro. Eles tem um bar no último andar e todos podem entrar, mas como era segunda estava bem vazio. As bebidas tem um preço bom, COP 5.000 pela Corona, COP 4.000 outras cervejas como Aguila e Club Colombia e COP 10.000 alguns coqueteis.

Infelizmente nesta noite minha amiga acabou exagerando na bebiba o que comprometeu nosso dia seguinte…

Sai em busca de uma casa de câmbio, porém não tem nada além de um Western Union e eles só trocam Dólar e Euro. Acabei descobrindo meio que sem querer que algumas pessoas fazem a troca, mas nada oficial. Então caso você precise e assim como eu ficar com preguiça de voltar no aeroporto, pergunte para uma das vááárias pessoas que ficam pelas ruas oferecendo passeios e com certeza uma delas conhece alguém para indicar. Mas já aviso que o câmbio não é dos melhores, consegui por COP 710 porque chorei um pouco.

Com o dia comprometido pela ressaca da amiga, somente saimos para jantar e comemos hamburguer com fritas por COP 15.000, também em frente ao Sunrise Beach Hotel.

No dia seguinte haviamos decidido fazer o passeio de barco até Jhonny Cay, porém por conta do mal tempo a ilha estava fechada. Então ai vai uma dica importantíssima!! Não deixe para fazer esse passeio no seu último dia pois podem ter esse mesmo problema e acabar voltando sem visitar a ilha, o que seria uma pena.

Todos os días as 08:30 os hoteis recebem uma notificação dizendo se a ilha esta aberta ou não, então pergunte na recepção antes de ir até o porto.

Decidimos então dar mais uma vez a volta na ilha, mas dessa vez com uma scooter. Eu nunca tinha dirigido uma antes e também nao tenho habilitação para motos, mas mesmo assim me alugaram uma hahahaha

São todas automáticas, a pessoa te explica direitinho e no meu caso me deixou dar uma volta no quarteirão para ver como era antes de pagar. No começo fiquei com bastante receio, mas depois que você pega o jeito é bem fácil, mas lembrando que ninguém usa capacete por lá e o trânsito no centro é um tanto quanto caótico.

 

Dessa vez fomos bem atentas e decididas a visitar Rocky Cay. Na verdade é a Praia mais próxima do centro, ou seja, seria a primeira parada da volta. Realmente não tem sinalizacao nenhuma e para entrar na Praia você estaciona na rua ou num estacionamento que cobra COP 5.000 e entra por um Beach Club.

É possível almoçar por lá e alugar barracas, mas se assim como nós não estiver disposto a pagar por esas regalias, saiba que é muito fácil achar uma sombrinha para ficar.

De lá você pode ir andando a ilhota que fica a frente da Praia e tem também um navio naufragado. No dia que fomos estava nublado e ventando bastante, mesmo assim quisemos nadar até próximo ao navio, mas para ser sincera nao recomendo se no dia o mar estiver bem agitado. Mesmo não estando tão distante da ilhota o mar nessa parte é fundo e não vi nenhum salva vidas nessa Praia.

Eu já tinha visto fotos de pessoas nesse navio, inclusive pulando de cima dele e para ser sincera não tenho a mínima idéia de como conseguiram subir nele.

Ah e vale lembrar que o sapatinho horrível que acaba com qualquer look é sim bem útil pela ilha porque todo lugar parece ser cheio de pedras. Pudemos usar de graça os que tinham no Hostel, mas é possível comprar por menos de COP 15.000.

 

Quisemos ir ao West view mais uma vez e passamos um tempão fazendo snorkel por lá.

Gente a delícia é fazer essa volta sem pressa e parar nos lugares para adimirar a paisagem e também tirar muitas fotos, o lugar é super fotogênico hahahaha

Para devolver as scooters o tanque precisa estar cheio, porém fiquei chocada com o pouco de gasolina que gastamos. Para completar pagamos COP 3.000

Depois de entregar as Scooters fomos jantar num restaurante também próximo ao Hotel Sunrise. Eles tem ceviches, sucos naturais, sanduiches e pizzas. Gastei COP 19.000 numa pizza e num suco natural.

Mais uma vez tentamos fazer o passeio de barco e felizmente a ilha estava aberta neste dia. Os primeiros barcos saem por volta das 9hrs do porto. O camino até Jhonny Cay é impresionante, porque nele é possível ver as mudancas de cor na agua e finalmente entender porque é conhecido por “El mar de 7 colores”.

Pelo que nos explicaram no barco, as mudanças nas cores são por conta da profundidade e também recifes. Mais uma curiosidade, em San Andres está o terceiro maior recife de coral do mundo.

Pagamos COP 35.000, já com a taxa de COP 5.000 para entrar em Jhonny Cay pelo passeio VIP. Então se quem te vender o passeio não falar sobre essa taxa, pergunte, pois caso contrário você será surpreendido quando chegar na ilha e terá que pagar por lá, melhor evitar o susto.

Neste passeio está incluso Jhonny Cay, El acuario, Mantarrayas e os Manglares. Eles vendem como se fosse super diferente e exclusivo, mas na verdade você vai aos mesmos lugares de quem paga COP 25.000 pelo Jhonny Cay + El Acuario, somente passa pelos mangues no final, mas realmente não tem muito o que ver lá. Acho que a maior diferenca é mesmo o horário, você fica mais tempo em cada lugar.

Chegando na ilha levamos um susto, as ondas estavam grandes e todos estavam tendo dificuldades para descer dos barcos. Segundo o nosso guía, a ilha deveria ter sido fechada também naquele dia e acabou acontecendo 30min depois que chegamos.

Eles avisam que vão parar o barco na beira e que todo mundo precisa descer o mais rápido possível. E realmente é assim, você se joga do barco e eles jogam as suas coisas para fora.

A ilha estava completamente lotada, mas nem isso tira sua beleza. Acho que não consegui tirar nenhuma foto que faz juz ao lugar…

Tem restaurantes por lá e o almoço sai por COP 25.000 em todos eles e os drinks COP 12.000. Tem lockers por COP 5.000 para deixar suas coisas e dar uma volta na ilha, que leva uns 15min. E também as barraquinhas com cadeiras para alugar, mas se você andar para a esquerda assim que sair do barco consegue encontrar uma boa sombra nas árvores e quase ninguem te incomoda.

Se você andar para dentro da ilha tem uma área verde cheia de iguanas.

Ai sim chegou a parte complicada do passeio, voltar para dentro do barco, sem brincadeira, é uma batalha! As ondas estavam grandes e jogavam o barco contra a areia. Um homem caiu, eu também quase cai e uma onda molhou todas as minhas coisas, então é bom saber se você tem algo que não pode molhar, coloque em bolsas estanque ou sacolas plásticas, porque durante o trajeto também entra muita agua no barco.

De lá fomos até o El Acuario, que é lindooo!! Dois mocinhos ficam com arraias e você pode chegar perto para “segurá-las”, tirar foto, ficar com medo e tudo mais hahahah

Eu pessoalmente amei, achei uma graça e faria de novo. Fazendo snorkel também vimos um tubarão de coral e muitos peixes. Na verdade por chamar ser chamado de acuario, eu esperava que fosse ver muito mais peixes, mas mesmo assim valeu super a pena.

Por último passamos muito rápiro pelos mangues e retornamos as 17:30/18hrs.

Mais uma vez jantamos um executivo que custou COP 11.000.

 

No último dia, acreditem se quiserem já estavamos cansadas então optamos por relaxar na Praia central o dia todo. Almoçamos no Subway e o sanduiche do dia era de carangueijo, achei bem estranho mas decidi encarar e adorei, COP 7.800.

Para quem se interesar por outras atividades:

Antes de ir quería fazer Parasail, mas acabei desistindo por conta do preço, COP 160.000.

Para alugar um Jetski por 30 min, COP 120.000.

Mergulho com cilindro também é consideravelmente barato na ilha COP 140.000, e esse valor se não me engano era para duas pessoas.

Tem também um tour em caiaques transparentes que parece muito interessante, porém acabei não perguntando o valor. Vi uma plaquinha quando estava fazendo a volta na ilha.

 

Gastos San Andres:

Hostel: 360.000

Taxa de entrada: 105.000

Taxi/ Mototaxi: 15.000

Mascara: 10.000

Restaurantes: 81.000

Mercado: 54.311

Aluguel carro de golf: 30.000

Aluguel Scooter + gasolina: 29.000

Las piscinita/ West View: 12.000

Aluguel Mascara: 30.000

Bebidas: 90.000

Souvenir: 21.000

Total: 822.311

G0502330_Easy-Resize_com.jpg.be7816bb07ced9ae6f278dcd83828e7d.jpg

G0562430_Easy-Resize_com.jpg.73b9f27663eaaabdded54a9daf33f082.jpg

G0201982_Easy-Resize_com.jpg.e199b8308b240021f9c7ab15aea800d5.jpg

G0402170_Easy-Resize_com.jpg.43883188bb20cdadc0c56ba988514857.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

No dia seguinte tinhamos nosso voo de retorno a Cartagena as 7:45 da manhã. Pegamos um Mototaxi para chegar até o aeroporto por COP 2.000.

Se possível, chegue com antecedência. Neste dia a fila estava enorme e nenhum dos atendentes realmente se importa se o horário do seu voo está próximo ou não, o que acaba gerando um certo stress em todos. E também já vá preparado para a dezena de colombianos que descaradamente cortam a fila.

Chegando em Cartagena pegamos um taxi fora do aeroporto para o centro por COP 10.000.

Nos hospedamos no El Arsenal Hostel Boutique e pagamos COP 216.000 cada, por 4 noites. Eu fiquei bem surpresa ao chegar pois o lugar parece mais um hotel, é tudo bem lindo e organizado e o café da manhã está incluso na diária.

Tem piscina, bar e eles também tem serviço de lavanderia por COP 20.000, que você pode dividir com alguém, como eu e minha amiga fizemos.

Este Hostel esta fora da cidade velha, mas fica a menos de 5 min caminhando. Preciso dizer que não é dos mais baratos, é possível encontrar bons Hostels por melhores preços. Porém mais uma vez o fato de deixar para a ultima hora nos deixou meio sem opção.

Neste dia aproveitamos para descansar no Hostel e saimos mais tarde para jantar. Encontramos um restaurante com pratos executivos e também aproveitei para provar a famosa Limonada de côco. Eu amo côco e amo limão, mas nao gostei dessa combinação … de qualquer forma é bem refrescante e vale a pena provar, tudo ficou COP 12.500.

Dentro da cidade antiga, assim que você entra pela Torre del Reloj, é possível ver várias “banquinhas” que vendem diversos tipos de doces, muitos a gente já conhece do Brasil, mas tem muitas coisas diferentes para provar.

No dia seguinte fomos caminhar pelas ruas da cidade antiga e preciso dizer que é simplesmente apaixonante. Tanto no dia quanto na noite, a cidade te encanta.

Tente esquecer um pouco do calor e aproveitar a vista. Se você tiver um boné ou chapéu, essa é a melhor hora para colocar em uso! Caso não tenha, pode comprar um chapéu por lá mesmo.

Esse é mais um momento em que eles falam um preço só de olhar para você, então depende muito da sua cara de turista hahahaha Pelo menos comigo eles começaram a vender o chapéu por COP 35.000, no final paguei COP 15.000, pode negociar que eles cedem.

Conheci muitas pessoas que disseram não gostar muito de Cartagena pois é muito cheia de turistas. Realmente, a cidade estava lotada e os precos se comparados com outras cidades da Colombia são bem altos. Mas da sim para abstrair tudo isso e aproveitar muito.

Nesse dia finalmente me rendi e provei uma arepa de queijo. Essa não era frita, tinha uma textura de pure de batata com queijo dentro, mas o sabor em si não me agradou muito, mas de novo, vale a pena provar e custa COP 2.000.

No terceiro dia decidimos ir até a Playa Blanca na Isla Baru. Estavamos decidimos a ir por conta própria, porém acabamos fechando um tour no caminho da parada do ônibus.

Eu sinceramente achei todos os tours que saem de Cartagena exageradamente caros. Esse para a Playa Blanca era o mais barato e custou COP 50.000, inclue o transporte ida e volta em ônibus e almoço na Praia. Porém a Praia estava completamente lotada e o almoço era bem mal servido, na minha opnião não valia o valor. Me arrependi de não ter ido por conta propria e economizado.

A Praia em si é bem bonita, porém achei a areia um pouco suja. Os barcos também ficam muito próximos a areia e os Jetski quase atropelam todo mundo.

Um tour para Isla del Rosario custa no minimo COP 130.000 pelo dia. Todo mundo que vai recomenda e diz que é lindo, porém não consegui abstrair do valor e acabei não indo.

Neste dia saímos para jantar e encontramos uma pizzaria bem próxima ao nosso Hostel e também próximo a Plaza Trinidad. A pizza é uma delicia e os sucos naturais também, o jantar ficou em COP 17.000.

Já aproveitando para dar um dica, nessa Plaza Trinidad tem varias opções de restaurantes e todos tem uma cara ótima, vale super a pena dar uma passada por lá. Nesta parte da cidade também tem varios grafites, outro motivo para passar por lá.

Ah também fiquei sabendo que tem City Tours gratuitos pela cidade velha e também pelos pontos com grafites, quem tiver interesse da uma perguntada no Hostel, porque infelizmente não tenho as informações certinhas para passar.

No nosso último dia decidimos aproveitar a piscina do Hostel. Saímos no final do dia para asistir ao por do sol no famoso bar Café del Mar.

Os preços no bar são bem salgados, mas mesmo assim vale a pena ir até lá para apreciar a vista que é incrível, afinal você não paga para entrar no local e também não é obrigado a consumir nada.

Fomos mais uma vez até a Plaza Trinidad e comemos hamburgues num dos carrinhos que ficam por lá, COP 7.000

Nesse dia ficamos sabendo de uma festa que podíamos entrar de graça e ainda ganhavamos um Welcome Drink. Pensamos que era um outro Hostel, porém quando chegamos era uma balada. Eram dois andares, um chamado de Ice Room e realmente o ar condicionado era meio que insuportável e na cobertura era um lounge. Era impossível descobrir do que se tratava o Welcome Drink, mas mesmo assim foi muito divertido e valeu a pena. Neste dia tocaram de tudo, rumba, eletronica, salsa e até funk.

Minha percepção geral de Cartagena, se assim como eu você também ta com a grana curta para fazer os passeios de barco, 3 ou 4 dias são mais do que o suficiente para conhecer bem a cidade.

As praias da cidade, Marbella e Boca Grande me pareceram bem ruins, por isso acabei nem parando por lá.

E sim, mesmo sendo lotada vale muito a pena!!

Gastos Cartagena:

Hostel: 216.000

Mercado: 22.102

Restaurantes: 45.250

Tour: 50.000

Taxi: 10.000

Chapéu: 15.000

Souvenir: 5.000

Total: 147.352

Santa Marta

No dia seguinte partimos para Santa Marta, optamos por pegar uma van que nos buscou no Hostel COP 45.000, a empresa se chama SolMar.

Você pode pegar um ônibus que sai da rodoviária, mas acredito que dependendo de onde você estiver não compense muito, pois fica longe do centro, mais longe que o aeroporto.

De qualquer forma, fica aquí o site para consultar: http://www.clickbus.com.co

A viagem de Cartagena até Santa Marta levou mais ou menos 5h.

Fizemos reserva no Hostel Tiki Hut, COP 35.000 por uma noite, também havia piscina e café da manhã incluso, muito bom por sinal.

Neste dia almoçamos num shopping próximo ao hostel. Mais uma vez em busca do que havia de mais barato, comemos lasanha por COP 8.900.

Depois de quase duas semanas por aquí, decidi finalmente comprar um chip local para não depender somente do WIFI nos Hostels. Paguei COP 48.000 pelo chip e por 3g de internet. Mas caso queira pode comprar o chip por COP 5.000 e recarregar sempre que precisar.

Nosso plano para o dia seguinte era ir até o Parque Tayrona, porém somente chegando em Santa Marta descobrimos que precisavamos reservar o ingresso no site pois o parque poderia estar lotado por conta do feriado. Dito e feito, não haviam mais ingressos para o dia 13/04.

Se você for na Baixa temporada e longe de qualquer feriado, pode ir tranquilamente direto ao parque, mas caso não, pode fazer a reserva no site: http://www.parquetayrona.com.co/ escolhendo a zona Tanquila Zaino.

Por conta disso tivemos que mudar nossos planos. Infelizmente o Hostel ja não tinha mais quartos disponíveis e no dia seguinte tivemos que mudar para o El Hostal de Jackie. Paguei COP 74.000 por 3 noites.

Neste dia decidimos conhecer a Praia Bahia Concha em Santa Marta mesmo. A Praia é uma delicia, e se caminhar um pouco consegue encontrar um lugar na sombra sem precisar alugar as tendas e cadeiras. Vale muito a pena se estiver por lá!

Para chegar a esta Praia é preciso pegar um Taxi que te deixa num bairro próximo por COP 5.000, naquele mesmo esquema, negociando o preço. E de lá você pode tanto pegar um Mototaxi quanto ir num carro por COP 5.000. E na volta a mesma coisa, sobe com o Mototaxi e pega um taxi para a cidade.

Eu acordei com o pescoco travado e aproveitei para aceitar uma das dezenas de ofertas de massagens que passam pela Praia. Negociei o valor e consegui por COP 8.000, mas no final acabei pagando os COP 10.000 porque ela mereceu hahahaha Agora não sei se todas são boas ou se eu dei muita sorte mesmo…

No dia seguinte podíamos ir até o parque Tayrona, porém pensamos a respeito e achamos que não valia a pena ir somente para passar o dia, pelo seguinte motivo: A entrada custa COP 47.000 e o parque abre as 8 e fecha as 17hrs. Para chegar a primeira Praia, consequentemente a mais cheia, você precisa caminhar por quase 2 horas. Então não aproveitariamos tanto quanto gostariamos.

Por isso escolhemos passar o dia em Palomino e fazer o que eles chamam de Tubbing, que nada mais é do que descer o rio numa boia de pneu de caminhão.

Pegamos o ônibus no mercado central de Santa Marta por COP 9.000 e levou umas 2hrs. Tenha em mente que os motoristas dirigem como loucos aquí e não seguem nenhuma regra de trânsito, além de correr muito, então esteja preparado. Mesmo com o ônibus já cheio, eles continuam parando para mais pessoas entrarem e se espremerem, então o melhor assento é ao lado do motorista, tem espaço pras pernas e pras mochilas (pequenas).

Chegando lá o sol estava quentíssimo, então decidimos ficar um pouco na Praia e fazer o Tubbing por volta das 14hrs.

Você vai encontrar dezenas de lugares oferecendo as boias e todos com o mesmo valor. De cara eles te falam o valor de COP 25.000 pois um guía te acompanha numa trilha até chegar o rio, mas isso é totalmente dispensável, então o preço vai para COP 20.000.

Eles te levam numa moto enquanto você estranhamente carrega a boia gigante morro a cima. Chegando num ponto você precisa seguir a pé por uma trilha que leva uns 15min e dar inicio a descida. A natureza por lá é linda e é ótimo para relaxar, mas é beeeem demorado. Pode levar água e até um petisco hahaha.

Levamos mais de 2 horas para chegar até a Praia e tivemos que correr para pegar o último onibus de volta, então acho que o melhor mesmo é fazer na parte da manhã caso você não esteja ficando na cidade.

O ônibus de volta também custa COP 9.000 e te deixa no mercado central.

No dia seguinte minha amiga tinha o voo de volta para a Austrália e eu aproveitei a piscina do Hostel durante o dia fui até a marina para ver o por do sol, que por sinal foi divino!

Custos Santa Marta:

Hostel: 106.200

Restaurante: 8900

Mercado: 28.300

Taxi/Mototaxi/Onibus: 38.000

Tubbing: 20.000

Chip: 48.000

Massagem: 10.000

Total: 259.400

Total geral (2 semanas): 1.285.419

Fazendo uma média dos cambios que consegui, COP 770, Total em Reais: R$1670

Depois de Santa Marta segui para Riohacha que é onde estou no momento trabalhando em um Hostel que encontrei no Workaway (para quem não conhece é um site com oportunidades no mundo todo para trocar trabalho por moradia).

Aqui não tem praticamente nada além de uma Praia, mas é a parada dos viajantes que seguem até Cabo de La Vela e Punta Gallinas, que ficam no deserto ao fim da Colombia e é também o ponto mais norte da America do Sul. O que tenho ouvido até o momento é que não é um destino para todos, é um lugar remoto, a agua e a energia sao escassas e também há muita pobreza! É o lar das tribos Wayu então é cheio de cultura!

É também o paraíso para quem faz Kite e Windsurf!

Estou aqui faz duas semana e ainda não encontrei nenhum brasileiro, então acredito que seja desconhecido para nós.

Como não achei nenhum relato sobre esse lugar e ainda não tenho certeza se vou ou não, vou postar fotos com todas as informações sobre como chegar lá com tour ou por conta própria para quem se intessar, porém esta tudo em Ingles.

Fico aquí por mais duas semanas e depois volto para Cartagena. Ainda não sei ao certo em quais outros lugares vou passar, as possibilidades sao Cabo de la Vela, Parque Tayrona, Minca, Taganga. Então vou atualizando meu relato aos poucos.

Até o momento estou apaixonada pelo país e a vontade é de conhecer cada canto. Tem sido uma experiência incrível!

Espero que gostem das minhas dicas e quem vier para Colombia, bom provecho!!

20170410_131024_Easy-Resize_com.jpg.4cea1303086a20ae1c4ad1e2439dc4f7.jpg

IMG-20170410-WA0008_Easy-Resize_com.jpg.279e6f5bbc87a45cc51ce1d4f1abc3c4.jpg

received_890306561144919_Easy-Resize_com.jpg.253c88a2366f58b57ed7ae4037816137.jpg

received_890306297811612_Easy-Resize_com.jpg.c6ad12483fbbe594758a4e7ffeaaa8dd.jpg

IMG_20170415_175516_755_Easy-Resize_com.jpg.5603c0a6a2d244dae8c83da71d8faf7c.jpg

20170426_171932_Easy-Resize_com.jpg.372fda2f83f77d93a17e89880846f985.jpg

20170426_171943_Easy-Resize_com.jpg.74e04fbfe8601d2536bbc8e2818b30fa.jpg

20170426_171956_Easy-Resize_com.jpg.3a5605bcfb61b1197339c925403dad94.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Gastos Riohacha: 494.829

Voltando ao meu relato, vou seguir a partir do momento em que terminei meu voluntariado.

Nesse meio tempo, uma amiga que foi para Cartagena trocou um pouco de dinheiro para mim. Porém o câmbio lá tinha caído para COP 750.

COSTENO BEACH, SANTA MARTA E TAGANGA

Saindo de Riohacha, segui com uma amiga brasileira que trabalhou comigo para um hostel bem famosinho por lá que se chama Costeño Beach. Ele fica direto na praia entre as cidades de Palomino e Santa Marta.

Para chegar lá pegamos um ônibus por COP 15.000 e da estrada pegamos um mototaxi que nos deixou no hostel por COP 3.000.

O lugar é incrível, tem uma estrutura bem legal, com várias redes, cadeiras de praia, rede de vôlei... Não da pra esquecer o repelente! Em 15min eu estava com umas 10 picadas nas costas!

Tenha em mente, que se for pra lá você estará longe de tudo e não tem cozinha, terá que fazer as refeições no restaurante do hostel. No máximo você consegue ir no restaurante do hostel ao lado, que se chama La Brisa Tranquila.

O restaurante parece bom, tem um cardápio com boas opções e os preços até que são acessíveis. No jantar, tem somente uma opção de prato.

Porém infelizmente a noite que passei lá se tornou um pesadelo! Não sei exatamente o que aconteceu, se foi a comida ou a água, mas eu e outras pessoas passamos muito a noite toda. E no dia seguinte a única vontade era de ir embora o quanto antes.

No total paguei COP 52.000, por uma rede, um almoço e um suco.

A fraqueza era tanta que precisei mudar meus planos de visitar Tayrona naquele dia e ainda por cima tive que gastar uma fortuna num taxi pois nem minha mochila eu conseguia carregar, COP 70.000 até Santa Marta.

Esse foi um dia morto pra mim, passei o dia todo dentro do hostel tentando descansar e me hidratar, fiquei no mesmo que havia ficado na primeira parada na cidade, Tiki Hut.

Paguei COP30.000 pelo quarto, COP 2.710 no mercado e mais COP 14.000 num almoço no shopping.

No dia seguinte, segui para Taganga que é uma vila de pescadores que fica em Santa Marta.

O lugar é pequeno, tem uma praia bem legalzinha e pelo que vi tem muita festa! Para chegar lá você pega um ônibus em Santa Marta por COP 1.600. Pela localização do Tiki Hut, tive que pegar dois ônibus e chegando na vila, peguei um Mototaxi pois não sabia onde o hostel ficava, COP 2.000.

Lá me hospedei no Casa Moringa e super recomendo. O lugar é bem legal, parece uma mansão antiga, tem uma cozinha enorme e bar e piscina no rooftop.

Meus gastos foram, COP 25.000 pela acomodação (num quarto de 8 camas com ar condicionado), COP 5.000 no mercado e COP 15.000 num jantar no próprio hostel.

Custos:

Hostel: 85.000

Restaurante: 44.000

Mercado: 7710

Onibus: 18.200

Taxi/ Mototaxi: 72.000

Total: 226.910

PARQUE TAYRONA

Finalmente consegui ir para o parque!!

Deixei meu mochilão no hostel em Taganga e peguei um ônibus para Santa Marta, que leva somente uns 15min, COP 1.600, de lá peguei o ônibus que passa pelo parque, COP 7.000.

Na entrada encontrei um amigo que também havia trabalhado no mesmo hostel que eu e caminhamos juntos. A entrada no parque estava por COP 44.000 para estrangeiros, porém na alta temporada o valor é de COP 47.500.

Da entrada você pode pegar uma van que te deixa no estacionamento e te pouco 1 hora de caminhada, COP 3.000.

À partir desse ponto, você precisa caminhar 1:30h até o primeiro camping disponível. Este tem o valor mais caro, porém pelo que vi, a melhor estrutura. São COP 35.000 para dormir numa rede. Caminhando mais 15min você chega no segundo que se chama Dom Pedro. Este é bem beeeeem ruinzinho, porém por COP 15.000 você pode dormir nas redes. E por último e já no destino final e mais popular, está Cabo San Juan, COP 25.000 pela rede e COP 30.000 pela barraca.

Como era baixa temporada não nos preocupamos em reservar, porém, caso vá na alta temporada, reserve seu lugar na entrada do parque, pois pode acontecer de você caminhe 2:30h e não tenha mais lugares disponíveis no camping.

Em Cabo não tem cozinha e o restaurante tem preços um pouco abusivos, então vale muito a pena levar algumas coisas como pão, latas de atum, frutas, biscoitos... com relação a roupas, leve somente o necessário! O melhor é deixar seu mochilão ou mala no hostel que esteve anteriormente e levar poucas coisas pra lá, pois caminhar naquele calor com uma mochila pesada, não vale a pena.

Também vá desapegado(a), o lugar é bem simples!! Fica no meio do nada, as redes não tem redes de mosquitos, então se previna. E os banheiros são completamente cheios de insetos hahaha Vale a pena levar uma lanterna, bastante água porque lá é caro e não esqueça de jeito nenhum o repelente.

Por lá as paisagens são incríveis, alguns pontos realmente parecem intocados! Porém muitas das praias são proibidas para banho por conta do força do mar, então vale a pena tomar cuidado.

Passei o dia comendo as coisas que tinha levado e deixei pra gastar somente com o jantar e paguei COP 17.000 num macarrãozinho beeem fuleiro, COP4.000 num coca e COP 5.000 numa cerveja.

O dia seguinte estava bem nublado então resolvemos ir embora cedo, nos preparamos e mais 2:30h de caminhada. Mais uma vez pegamos a van por COP3.000.

Na saída peguei um ônibus para Santa Marta COP 7.000 e de lá um ônibus para Taganga, COP 1.800.

Custos Tayrona:

Onibus/ Van: 23.400

Entrada Parque: 44.000

Camping: 25.000

Restaurante: 17.000

Bebidas: 9.000

Total: 118.400

TAGANGA e CARTAGENA

Pelo cansaço, optei por dormir mais uma noite na Casa Moringa ao invés de seguir para Cartagena.

Outra vez fiquei sem dinheiro e esse hostel não aceita cartão, portanto tive que ir até Santa Marta para trocar e voltar. Ônibus COP 3.200. O cambio em Santa Marta é bem ruim, portanto não deixe para trocar lá, COP 600. Passei também no mercado, COP 9.527.

Após pagar pela noite, COP 25.000, segui para Cartagena. De lá tem a opção te pegar a van MarSol por COP 55.000. A vantagem é que é porta à porta, porém o preço é um pouco alto se comparado com o ônibus saindo da rodoviária que é COP 22.000.

Então peguei um ônibus de Taganga até a rodoviária COP 1.600 e da lá um para Cartagena. A rodoviária de Cartagena fica bem longe de tudo, se estiver sozinho e for chegar a noite, melhor repensar pois pode ser um pouco perigoso. Um mototaxi até o centro custa COP 10.000 então um taxi deve ser pelo menos COP 15.000. Eu que precisava economizar mais do que nunca, peguei outro ônibus, que levou quase 1:30h...

Em Cartagena fiquei no mesmo AirBnb que já tinha ficado no primeiro dia e como a reserva é feita pelo site, paguei no cartão o valor de R$ 43,00. Como já estava tarde, apenas jantei num fast food, COP 11.900.

No dia seguinte fui ao centro com um coletivo COP 2.000, para trocar mais dinheiro, e realmente em todas as casas de câmbio o valor era de COP 750. Fui ao mercado comprar comida para levar ao meu próximo e último destino COP 37.348. Voltei à casa também com coletivo, COP 2.000.

CUSTOS

Mercado: 46.875

Restaurante: 13.400

Transporte: 34.900

Total: 95.175

1.jpg.f11e66847801a420c7981bfac7d5e944.jpg

2.jpg.b95aaa1d84b96d2021ccbeef7060bb0d.jpg

3.jpg.669725ae2cb14f48b7d72e24524c4428.jpg

4.jpg.9273f6d30ed33ac032021b678d85e538.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

RINCON DEL MAR

Eu não sabia da existência deste lugar, essa é a verdade! Hahaha Eu estava na busca por um lugar diferente para terminar minha viagem e foi quando me falaram deste lugar. Para quem já ouviu falar do hostel Casa en El Agua, nas Islas San Bernardo, essa é a cidade mais próxima para seguir até lá.

Para chegar deu um pouco de trabalho, confesso. Tive que pegar um coletivo até o ponto de ônibus, pegar um ônibus até a rodoviária de Cartagena e de lá um outro ônibus até San Onofre. Chegar nas rodoviárias da Colombia chega a ser engraçado, você mal pisa dentro e dezenas de pessoas ficam gritando e perguntando para onde você vai, caso não seja para o lugar onde estão oferecendo as passagens, eles te levam até o guichê certo. Ou seja, não tem muito como fica perdido, ou em paz... Eu já havia pesquisado a passagem na internet para ter noção de valor e recomendo que você sempre faça o mesmo, caso contrário vai acabar pagando bem mais caro. Eles começaram me dizendo que custava COP 30.000, porém quando eu aleguei que sabia que o valor era COP 20.000, eles aceitaram como se estivessem abrindo uma exceção para mim, até parece.

O ônibus na verdade era uma van, eles esperam ela lotar e só assim saem. O caminho até San Onofre dura quase 2 horas. Chegando lá, eles te deixam num posto de gasolina, mas mais uma vez não tem como ficar perdido e em paz. Sem exagero, umas 10 pessoas ficam em volta de você gritando e tentando te convencer. Eu tentei umas 3 vezes pedir que me dessem um pouco de espaço para que eu pudesse ajeitar minha mochila ou até mesmo respirar, porém não tive sucesso hahaha

O mototaxi até Rincon custa COP 10.000 e leva de 30 à 40min, a estrada é de terra e se tiver chovido acredito que possa até ser um pouco perigoso pois eles não estão nem ai pra nada, essa é a verdade.

Já tinham me recomendado o Hostel Mamallena, porém tem também um outro que agora não me lembro o nome. Fora esses dois, tem outras poucas opções de hotéis. Esse lugar realmente não é muito turístico, acredito que estão começando a se desenvolver mais agora.

O hostel é uma delícia, pé na areia, mas tudo bem simples! O quarto com ar custa COP 30.000 e o sem COP 25.000. Fiquei no sem ar e realmente não senti falta, mas fica a critério de cada um.

Já adianto que lá não tem muito o que fazer além de relaxar!! Fui sem planos e no mesmo dia chegaram mais 3 pessoas na mesma situação que eu, éramos os únicos por lá... Fui ficando, ficando e no final foram 6 noites hahahaha

Como levei bastante comida, fui somente um dia num restaurante e paguei COP 15.000 por uma refeição deliciosa!! Um peixe feita na folha de bananeira que só de lembrar da vontade. Infelizmente não me lembro o nome do restaurante, mas tem muitas opções por lá, mesmo!

E no mercadinho de lá, só comprei algumas coisinhas que faltaram e cervejas. Se você quiser cozinhar, vale mais a pena comprar as coisas antes de ir, pois lá é mais caro e não tem muita opção.

A vila é bem pequena, vale a pena dar uma volta a pé para conhecer um pouco. As ruas são de terra, as crianças todas brincando de bolinha de gude ou correndo pela praia e em alguns lugares você vê até porcos andando por ai.

Como disse anteriormente, lá é o ponto mais próximo para visitar as ilhas de San Bernardo. Minha vontade era passar pelo menos uma noite em uma das ilhas porém o valor do barco é um pouco pesado... COP 50.000 por trecho.

Então fiz somente o passeio durante o dia por esse mesmo valor. O trajeto até a ilha leva uns 45min. No meio ele para que você possa mergulhar e ai minha surpresa, o mar é incrível! Me lembrou muito San Andres.

Depois o barco vai até a Santa Cruz Del Islote, que segundo eles é a ilha mais populada do mundo, se é verdade eu não sei. Mas realmente ela é bem pequena e toda tomada por casas. Tem um aquário de tubarões e também é possível fazer um tour pelo meio da ilha, mas ninguém do nosso barco quis fazer.

Saindo de lá passamos pelo Casa en El Agua e pra ser sincera foi uma decepção... pelas fotos que você vê na internet a impressão é de que o hostel fica completamente isolado e longe de tudo, mas a verdade é que ele fica à uns 30m da ilha e me pareceu bem um zoológico humano, pois todos os dias vários barcos passam por lá para que as pessoas vejam de perto hahahaha Pelo que fiquei sabendo o valor é mais ou menos COP 55.000 para dormir numa rede.

Seguimos para a Isla Tintipán. Tava bem cheio por ser feriado, mas mesmo assim deu para aproveitar bem. O barco nos deixou numa parte quase que deserta da praia que mais parecia uma piscina. Caminhando por 5 minutos chegávamos a parte cheia, onde tinham bares e restaurantes. Lá comi uma porção de Patacóns por COP 7.000 e uma cocada por COP 1.500.

Pra minha felicidade, lá é cheio de estrelas do mar!! Como eu tinha caçado elas em San Andres mas não tinha encontrado nenhuma, quase surtei quando achei duas de uma vez lá 

Saindo de lá ainda tínhamos mais uma parada, na Isla Mucura. Eu tinha encontrado um hostel muito legal por lá e era onde eu gostaria de ter ficado, Hostel Isla Mucura. Acho uma ótima alternativa ao Casa em El Agua para quem quiser ficar numa ilha e não conseguir um lugarzinho no tão disputado hahaha Ele fica no lado mais isolado da ilha, portanto tem bastante paz! Por lá também a água é cristalina, uma verdadeira piscina com estelas do mar hahaha

Tem muitos hotéis lindos por lá viu, mas não sei nomes e muito menos valores....

Depois disso seguimos de volta a Rincon.

Tem outras opções de passeios por lá, um que me chamou muita a atenção foi o Plancton Noturno, infelizmente já não tinha mais tanto dinheiro e não pude fazer. Custa COP 50.000 e todo mundo que fez disse ser incrível, sai as 18:30h.

E assim finalizei meus dias nesse paraíso quase que desconhecido.

Custos:

Hostel: 160.000

Restaurante: 23.500

Mercado: 19.700

Passeio: 50.000

Total: 253.200

CARTAGENA

No meu último dia segui para Cartagena bem cedo. Mesmo caminho, peguei um Mototaxi até San Onofre, COP 10.000 e um ônibus até Cartagena, COP 20.000. Chegando lá eu já estava bem cansada e negociei com um mototaxi para deixar próximo a casa que eu ficaria e ele me levou por COP 8.000. Fomos loucamente na moto enquanto eu comia um dedo de queijo e bebia uma coca-cola que me custou COP 5.000.

Depois de descansar um pouco, fui até o centro de Cartagena para ver a cidade uma última vez e comprar algumas coisinhas para trazer. Comprei vários pacotes de café Juan Valdez, alguns docinhos e também algo para comer no jantar e cafá da manha, COP 82.466.

O dia seguinte foi meu dia de partir, peguei um taxi até o aeroporto por COP 7.000 e assim teve fim minha aventura.

AirBnb: 35.000

Transporte: 49.000

Mercado: 82.466

Restaurante: 5.000

Total: 171.466

Total geral: 1.359.980

Pela média dos câmbios que troquei nesse período COP 725, o valor em REAIS é de 1875.

Valor 1º período R$ 1670 + 2º período R$ 1875 = TOTAL EM DOIS MESES R$ 3545

Esse valor poderia ser exato se eu não tivesse cometido a falha de não trocar dinheiro antes de ir para a cidade que fiz o voluntariado... Infelizmente tive que passar tudo no cartão o que literalmente me FERROU por conta do IOF de 6% :(

O que eu posso dizer é que eu amei a Colombia! Para mim foi mais uma experiência incrível e enriquecedora. Quem ta se planejando, boa sorte e aproveite muuuuito!! Hahaha

Realmente eu vi muito pouco do que o país oferece, por tudo que eu ouvi, pelas pessoas que conheci, tem muitos outros lugares interessantes por lá, que com certeza valem muito a pena serem visitados. Sair um pouco da rota turística pode trazer surpresas, como já falei anteriormente no meu relato, a grande maioria dos brasileiros vai somente a Cartagena, Bogotá, Medellin e San Andres....

Pra quem interessar, vou citar alguns lugares que tive boas recomendações: San Gil, Salento, Cali, Eje Cafetero.

Espero que ajude os próximos viajantes :)

5.jpg.86bd1f80e30b1f63182a0979cc188e24.jpg

6.jpg.2638bb34e0b4ebddfae7999ac8e7b0bf.jpg

7.jpg.e0e31b04609d2db62ecc68ac266e441d.jpg

9.jpg.49e2d5cbad1ba5958db20ed3797789a0.jpg

10.jpg.9c64a8a7f5178f26eac126750f401a51.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá! Vou a Bogotá e San Andrés em julho e adorei o seu relato, foi extremamente útil, principalmente sobre os valores atualizados das coisas.

Muito obrigada!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bem legal seu relato Amanda! Parabéns! ::otemo::

 

Eu estive na Colômbia em 2015 e fiz o tour pra La Guajira e adorei (fiz um relato sobre isso). O passeio de 4x4 me lembrou de certa forma o passeio para o Salar de Uyuni!

 

De toda forma, fiz esse passeio via agência/tour e achei bem legal! Uma pena que poucos brasileiros conhecem La Guajira! Me pareceu um passeio complicado de ser feito independente (ainda mais pra quem tem pouco tempo de viagem), de toda forma, se vc conseguir detalhes de como fazer isso independentemente agora que está aí em Riohacha, deve ajudar bastante gente aqui que tenha interesse em conhecer essa região.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Olá! Vou a Bogotá e San Andrés em julho e adorei o seu relato, foi extremamente útil, principalmente sobre os valores atualizados das coisas.

Muito obrigada!

 

Obrigada!!

Aproveita muito pq a ilha é incrível!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Bem legal seu relato Amanda! Parabéns! ::otemo::

 

Eu estive na Colômbia em 2015 e fiz o tour pra La Guajira e adorei (fiz um relato sobre isso). O passeio de 4x4 me lembrou de certa forma o passeio para o Salar de Uyuni!

 

De toda forma, fiz esse passeio via agência/tour e achei bem legal! Uma pena que poucos brasileiros conhecem La Guajira! Me pareceu um passeio complicado de ser feito independente (ainda mais pra quem tem pouco tempo de viagem), de toda forma, se vc conseguir detalhes de como fazer isso independentemente agora que está aí em Riohacha, deve ajudar bastante gente aqui que tenha interesse em conhecer essa região.

 

Obrigada!!

Sim, realmente é uma pena que quase nenhum brasileiro venha para cá.

Espero que quando voltar ao Brasil possa passar as dicas de Cabo em Portugues hahaha

Pelo que tenho ouvido até o momento nao é complicado nao. Todos os dias muitas pessoas saem do hostel e vao por conta, mas é sim mais trabalhoso....

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por takami
      Olá Pessoal, aqui vai meu relato da minha viagem feita no mês de março nas três principais ilhas caribenhas da Colômbia. Fiquei uma semana explorando, só tenho a agradecer pelas dicas que a galera deixou neste site. Meu gasto total incluindo as passagens foi em torno de R$ 3.000,00
      Dia 1
      Antes de entrar na ilha foi necessário pagar uma taxa de U$40 e preencher um formulário com 3 vias. Precisará guardar para apresentar no seu retorno.
      Como cheguei na hora do almoço, aproveitei para fazer um snorkel na Ilha Rose ou conhecido como nome de aquário. No final da tarde é quando aparecem inúmeras raias. Nesse dia essa ilha estava muito lotada.
      A maior atração é ver os guias pegarem as raias e deixar passar a mão nelas. Pelo menos os bichinhos parecem gostar da brincadeira, senão já tinham lhe dado uma ferroada.
      Dia 2
      Resolvi alugar uma vespinha para explorar melhor a ilha. O mar caribenho realmente é muito encantador. A areia branquinha torna a água de coloração azulada, deixando um visual incrível.
      As principais praias que conheci foram Cocoplum, Rocky Cay, Peatonal, entre outras.
      Fui para um lugar conhecido como Piscinita, bom para fazer snorkel. Como o pessoal tem o habito de jogar pedaços de pão na água então atraem bastante peixinhos.
      Depois estive em West View, fica bem próximo de Piscinita. Também é um outro ponto excelente para o snorkel. Os peixes são atraídos pelos pedaços de pão jogado na água. Por ser um dos pontos turísticos da ilha, costuma ficar bastante cheio de gente.
      A ilha é pequena, em poucas horas é possível conhece-la totalmente.
      Com relação às hospedagens existem vários hostels e hotéis a disposição. Variam de $60 pesos pra cima, todos tem ar condicionado. Normalmente os hostels tem uma cozinha comunitária o que ajuda nas despesas e na hora de fazer novas amizades.
      Dia 3
      Fui  visitar a ilha de Providência. Como o lugar é distante, o ideal é dormir pelo menos 1 noite lá. Existem 2 meios de chegar lá, de avião ou de barco. Para ir de avião é preciso reservar com bastante antecedência, pois é bastante concorrido. Um vôo de apenas 20 min já é possível chegar em Providência.
      Acabei indo de catamarã. Deve-se chegar com pelo menos 45 min de antecedência do embarque, pois todas as mochilas são vistoriadas pelo policial. A ida foi com bastante marola, muita gente passou mal, ficaram com enjôo. Foram 3 horas de montanha russa no mar. Os catamarãs saem por volta das 8h da manhã e chega às 11h.
      Visitei a Ilha de Santa Ketlina e fiz uma trilha pequena até Morgan´s Head.
      Um dos lugares imperdíveis de Providência é a visitação ao Cayo Cangrejo. É uma pequena ilha excelente para fazer snorkel. Tem várias tartarugas no local. O mar cristalino deixa a vista espetacular.
      Dia 4
      Para quem gosta de ver tubarões os mergulhos em Providência são imperdíveis. Fiz um mergulho num local chamado de confusion. Avistei vários tubarões, apesar de já ter visto em vários outros mergulhos, é sempre emocionante o encontro com eles. A visibilidade estava perfeita, a água estava transparente.
      Depois mergulhei num local chamado Manta city. Tinha alguns peixes coloridos e bastante algas.
      Resolvi alugar uma bike para conhecer a ilha,  já que ela é bastante pequena.
      Alcancei o ponto mais alto da ilha. Tinha uma vista surpreendente.
      Em aproximadamente 2h de pedaladas é possível contornar toda ilha. As bikes não estão em bons estados devido a degradação da maresia. É difícil escolher alguma que preste.
      Dia 5
      No meu último dia nesta ilha de Providencia fiz mais 2 mergulhos. Novamente o encontro com belíssimos tubarões. O guia desta vez matou uns 4 peixes lions para alimentar os tubarões, fiquei com um pouco de dó, pq os peixes lions eram muito bonitos. Tem que tomar cuidado de não alongar muito o “pau de selfie” nas horas das filmagens com a gopro, pois muitas vezes os tubarões mordem porque confundem com os peixes lions.
      Os lugares que mergulhei foram Felipe place e Cantina Santa Ketlina
      Dia 6
      Voltei para San Andres, fiquei passeando pelo comércio.
      Dia 7
      Retorno para SP - Capital
      San Andres agradaria todos os tipos de pessoas, para aqueles mais aventureiros tem os inúmeros mergulhos com os tubarões em Providência. Já para aqueles que querem apenas descansar e desfrutar a natureza, então podem escolher as diversas praias, ou ilhas, hotéis requintados, enfim, um investimento que será bem retribuído ao final de alguns dias.
      Editei as minhas filmagens, para quem quiser estou deixando o link abaixo
       
      https://www.youtube.com/watch?v=leSIxKxCOq4&feature=youtu.be
       
    • Por FlavioToc
      Antes de mais nada, sobre mim e minha esposa, tenho 59 e minha esposa 55 anos, frequentamos academia e caminhamos diariamente. Buscamos destinos que tenham contato com a natureza envolvido, colecionar experiências e conhecer pessoas com sua cultura. Um ponto fundamental que buscamos é segurança, logo, destinos que sejam bastante seguros. No Panamá, com exceção de San Blas que não é necessário, em todas as ilhas tinham policiais bem alertas. Em Cartagena também pode ficar bem tranquilo e andar à noite.

                  Fiz esta viagem com minha esposa entre os dias 22/02 a 16/03/2018, ou seja, 23 dias. O caribe é um destino muito atraente com uma variedade de ilhas e de culturas, porém a dificuldade é de caber no bolso. Já tinha conhecido San Andrés e Providência, então procurava outro destino que não fosse à falência. Então encontrei no Panamá, Bocas del Toro e San Blás. Também desejava conhecer Cartagena. Então, fiz uma pesquisa de voos multidestinos que valeu muito a pena. Acrescentar Cartagena custou, pelo que lembro, apenas uns 100 a 150 reais a mais.

      O Panamá não é um destino de massa e também tem muito mais do que o Canal. É também o que chamam “hub de las Américas”, ou seja, é um lugar que permite a ligação ou conexão fácil com todas as três Américas e Caribe, e inclusive é saída de vários cruzeiros pelo Caribe. Mas além do óbvio Canal, também tem muito turismo de contato com a natureza. Nós passeamos bastante na capital Panamá City e também fomos à Bocas del Toro e San Blás. O Panamá é um destino um pouco caro para nós brasileiros mas economizando dá para encarar. O dólar oficial na época estava em torno de R$ 3,30.

                  Bocas del Toro também é pouco conhecida pelos brasileiros, é um arquipélago com várias praias e também muito procurada para mergulho e surf. A natureza é preservadíssima.  Sugiro pesquise em imagens no Google para San Blás e Bocas del Toro e tenho certeza que ficará de boca aberta e vão entrar na sua lista de desejos. Tanto San Blás como Bocas del Toro são muito frequentadas por europeus e americanos.

      Para quem nunca ouviu falar em San Blás, também um arquipélago com mais de 360 ilhas paradisíacas que parecem aquelas de desenhos animados com náufragos, tudo aquilo que imaginamos só haver na Polinésia Francesa. É uma região autônoma (como um país) administrada pelos índios Kuna Ayala. Muitas listas de viagem colocam como um dos destinos mais fantásticos do mundo, e eu também. Tinha visto um ótimo relato no Mochileiros anos atrás, mas tinha um pouco de receio de ser um pouco programa de índio, no caso, literalmente. Porém, não se preocupe com isso. Apesar de ter certa dificuldade de acesso, porque tem que ir de veículos 4x4 a viagem é dura e demorada, além de pegar uma lancha até a ilha desejada. Os índios só permitem 4x4. É um pouco cansativo, depois só alegria e paisagens que são tão lindas que até parecem falsas. Nós desfrutamos até do caminho até lá, foi a mais pura aventura.

      San Blás, como chegar:

                  Para mais informações veja o que diz no blog da Lala Rebelo, que é uma especialista em Panamá, escreve para a revista Viagem & Turismo e residia na época no Panamá. https://lalarebelo.com/country-cat/caribe/panama-caribe/. O site Melhores Destinos também tem ótimos guias para San Blás e Bocas del Toro. Também neste blog encontrará ótimas informações http://www.daninoce.com.br/viagem/san-blas-kuna-yala/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir-a-san-blas/. Alguns hostéis também organizam os pacotes para San Blás. Você vai ter que usar uma agência. Pode se hospedar com sua barraca ou em cabanas muito básicas mesmo. É para quem não tem frescura.

      Tínhamos visto no blog da Lala Rebelo a opção de se hospedar em um veleiro e conhecer várias ilhas. Então, foi o que fizemos. Acreditamos que viajar é também colecionar experiências e que essa nós tínhamos que ter. Foi caro e valeu cada dólar. Fizemos a reserva pelo site http://www.sailinglifeexperience.com/home/ que é tipo um “Booking” de veleiros e é bem seguro. Reservamos pagando 5% do valor fazendo uma remessa pelo Pay Pal. A proprietária do site, Marina, nos colocou em contato com o proprietário do veleiro pelo WhatsApp  e combinamos tudo. O transporte terrestre de SUV 4x4 e de lancha até o veleiro foi organizado pelo capitão. Chegando ao porto, não se preocupe com a confusão, é bem caótico mesmo. Mas dá tudo certo. O motorista te coloca em contato com o índio responsável para te levar até o veleiro. Ou se for o caso, para as cabanas da ilha escolhida por você. Todos se comunicam via WhatsApp o tempo todo. Ah, escolhemos o veleiro Lycka, recomendado pela Lala, que agora foi vendido para outro casal. Ah, com a Marina pode escrever em português que ela gosta de praticar. No veleiro a comida e bebida estão incluídos no preço.

      Para chegar até a sua ilha ou barco você pagará:

      -Transporte em SUV 4x4 - US$50 por pessoa

      -Taxa de entrada no território Kuna Ayala US$20 por pessoa

      -Taxa do porto US$2 por pessoa

      -Lancha até a ilha desejada ou veleiro US$35, por pessoa por trecho (depende da distância do porto até a ilha)

                  Combine com seu hotel de deixar parte da bagagem e leve apenas o mínimo como o que couber em uma mochila de ataque ou bagagem de mão e se não for impermeável (a prova de respingos) ponha na hora da lancha em um saco de lixo.

                  Você vai sair do hotel em torno das 5 da manhã. Então, leve um lanche e evite tomar leite, pois pode dar enjoo. A estrada é muito sinuosa e li sobre tomar Dramin antes e pensei que era bobagem, mas não. Nós não precisamos, mas tínhamos. Alguém em seu transporte provavelmente vai vomitar. As curvas e o sobe/desce são terríveis. O trecho de lancha, dependendo das condições do mar também pode ser com bastante emoção. No nosso caso foi. Sabe aqueles saltos que os caras fazem com jet-skis, é coisa fraquinha perto do nosso traslado de lancha. Mas foi bem legal, nem minha esposa sentiu medo.

      Nosso itinerário foi o seguinte:

      -São Paulo –22/02 Viajar as 12:00 (meio-dia) para Panamá City

      -Panamá City – dia 23 a 24/02 (Viajar à noite para Bocas)

      -Bocas del Toro – dia 25/02 a 04/03 (Viajar às 6 da manhão para Panamá City)

      -Panamá City – dia 05/03 a 06/03 Viajar pela madrugada para San Blás

      -San Blas – dia 06/03 a 09/03

      -Panamá City – dia 09/03 a 11/03 (Viajar as 7:25 para Cartagena)

      -Cartagena – dia 11/03 a 16/03

      -São Paulo – dia 16/03 a 17/03


       
      Panama City, o que fazer:
      -Albrook Mall – Shopping gigantesco. Você vai ter que passar por lá mesmo. Então aproveite.

      -Calçada Amador – andar de bicicleta. A vista parece com Miami ou Dubai.

      -Calle Uruguay – Bares, restaurantes e vida noturna

      -Canal do Panamá – É uma obra fantástica que mudou os rumos do mundo. Há uma segunda passagem mais moderna para navios maiores ao lado da turística que todos veem. Não deixe de ver o filme explicativo que é bem legal.

      -Casco Viejo –Catedral, o Palácio Presidencial (só é possível ver de fora e um pouco distante), Plaza de la Independencia, Teatro Nacional, Paseo de las Bovedas, Plaza Francia, Iglesia de San José, Plaza Bolívar, Ruínas da Companhia de Jesus, Teatro Nacional e o Convento Santo Domingo.

      -Cerro Ancon – morro com 200m de altura com vista da cidade e do canal

      -Cinta Costera – Calçadão a beira- mar

      -Ponte Las Americas – Mirante

      -Bio Museu – Não deixe de ir

      Dicas do Panamá

      -Se você tem alguma frescura San Blás e Bocas del Toro, então não vai ser a sua praia.

      -Procurei descrever como fomos e a logística. Mais informações sobre o Panamá veja no blog da Lala Rebelo.

      -Uso o site: https://www.numbeo.com/cost-of-living/ para ter uma estimativa de gastos. E é bem preciso.

      -Não se esqueça do Certificado Internacional de Vacinação para a febre amarela.

      -A moeda oficial do Panamá é o Balboa, mas o que é usado mesmo é o dólar. Então, não se preocupe em trocar.

      -Táxi Aeroporto Panamá. O valor é de US$30 até o hotel ou outros da zona costeira

      -Uber Aeroporto Panamá: Uber X: US$ 10-18; Uber XL US$ 14-22 (fiz um orçamento on-line) e dizem funcionar muito bem.

      -Os táxis não tem taxímetro, então pergunte no hotel para ter uma referência, quanto custa do ponto A ao B. Mas são bem baratos e vale pechinchar.

      -Compre um cartão (tarjeta) para o ônibus e outra para o metrô. As do metrô você compra em uma máquina. É bem simples, mas tem que pedir ajuda. E coloque uma pequena recarga. As do ônibus vendem na estação rodoviária que é junto ao shopping Albrook Mall. Você vai ter que ir lá mesmo, para comprar a passagem para viajar à noite para Bocas del Toro. Os ônibus saem entre 19:30 e 20:00h. Mas tem que comprar a passagem antecipada. Vá depois das 14:00 horas, dizem que antes não vendem. Não se preocupe, não é longe da zona hoteleira. Aproveite para dar uma volta no Albrook Mall que é enorme. Na rodoviária você vai comprar além da passagem, o táxi até o cais e o barco para Bocas Town, é tudo junto mesmo. Isso dá em torno de US$ 30.

      -O Albrook Mall é um shopping para todas as classes sociais e tem de tudo. Desde dentista até armas, de lojas populares até as de grifes caríssimas como Prada, etc. Tem duas enormes praças de alimentação e com preços que dão para pagar. São quase da metade de um campo de futebol cada. Localize-se pelos bichos em cada corredor, como o do pinguim, da girafa, do urso, etc. São estátuas enormes dos bichos, é bem prático para se guiar.

      -Você vai precisar da tarjeta do ônibus para acessar a plataforma dos ônibus na rodoviária para Bocas del Toro. E só vai saber disso na hora do embarque, então compre para evitar stress e aproveite para andar de ônibus que são muito envidraçados (vidros enormes).

      -Supermercado Riba Smith, bem próximo do hotel Ojos del Río (550m). Para comprar frutas e lanches.

      -Canal do Panamá- ingresso US$15. Táxi US$$10. Ônibus US$0,50. Os ônibus custam $0,25, mas tem que passar o cartão na entrada e na saída. O mesmo no metrô.

      -Compras no Panamá. Verificar se o preço inclui o imposto de 6%

      -Táxi do Hotel Ojos del Río Casco Viejo US$ 2 (ida) $5 na volta sim todos os taxistas pedem mais na volta, pechinche.

      -Escolhemos o Hotel Ojos del Río no Booking por estar localizado perto de uma estação do metrô e valeu a pena.

      -Jantar no Hotel Ojos del Río US$ $ 8. Massa caseira à bolonhesa, uma delícia.

      -Para ir ao canal do Panamá, compre um cartão para usar nos ônibus e metrô. Entre na estação de metrô mais próxima e compre o cartão nas máquinas automáticas,   carregue-o com alguns dólares. Apanhe o metro para a estação Albrook (US$ 0,35). Tanto nos ônibus quanto o metrô tem-se que passar o cartão na entrada e na saída. É estranho.

      Do outro lado da avenida fica o terminal de autocarros de Albrook. Atravesse a passagem superior e chegará facilmente ao terminal. Atravesse o hall do terminal e, do outro lado, caminhe para a direita. É provável que veja uma fila com muita gente à espera dos ônibus que param lá ao fundo. O ônibus que precisa pegar diz Miraflores. O destino final é o em frente ao Centro de Visitas do Canal do Panamá (US$ 0,25) é bem fácil. Gostamos dos ônibus porque eles têm uma ótima vista panorâmica.

      -Para voltar de Bocas del Toro compre a passagem no mesmo lugar onde desembarcou. Outros lugares também vendem, porém na hora de embarcar está sujeito à confusão, nós vimos acontecer. Umas meninas tiveram que comprar outra passagem entre choro e falta de lugar.

      -Em Bocas del Toro procure se hospedar em Bocas Town, pois é onde tudo acontece e cada travessia para outras ilhas custa US$ 2. Então, faça as contas.


       
      O que fazer em Bocas Del Toro:
      -Bahia de los Delfines

      -Cayo Coral

      -Cayo Zapatilla. Estes costumam ser um pacote.

      -Bocas Del Drago

      -Playa Estrella (evitar sábado e domingo porque fica muito cheia) Na Isla Colón. Ir de ônibus (16 km) descer em Bocas del Drago e caminhar no sentido de volta pela praia. Comida cara.

      -Isla Carenero. Tem aluguel de caiaques.

      -Isla de los Pájaros. Linda, mas de difícil acesso, depende das condições do mar.

      -Paki Point (ou Playa Paunch) praia de surf.

      -Playa Bluff. Na Isla Colón. Ir de ônibus, a playa Paunch é na metade do caminho. Lindas playas para surf.

      -Isla Bastimentos. Red Frog Beach (surf) Ir de barco. E Praias: Playa Larga, Playa Polo, Playa Wizzard, Turtle Beach, e Cayman Beach.

      Cartagena

       
      -Castillo de San Felipe

      -Plaza San Domingo (Point à noite)

      -Palacio de la Inquisición

      -Museu del Oro Zenú

      -Museu das Esmeraldas

      -Museu Naval

      -Torre del Reloj

      -Los Zapatos Viejos

      -Convento de Santa Cruz de La Popa

      -Iglezia de San Pedro Claver

      -Iglezia de San Domingo

      -Plaza de San Pedro Claver (Point à noite)

      -Avenida San Martin o Carretera 2 (Bocagrande)

      -Café Havana (bar, música e agito)

      -La Vitrola (Restaurante, bar e agito)

      -Café del Mar

      -La Cocina de Pepina (comida típica e barata) fica no Getsemani

      -Playa Blanca (nós não fomos decidimos curtir mais da cidade)

      -Islas del Rosário – Também não fomos


       
      Dicas de Cartagena
      -Táxi Aeroporto Cartagena – COP 10.000–15.000

      -Trocar alguns dólares por COP ao chegar ao Aeroporto de Cartagena e depois dentro da Cidade Amuralhada pode pesquisar em várias casas de câmbio. Passando pela Torre do Relógio é a segunda rua à direita.

      -Aproveite para comprar livros usados em espanhol e inglês nos inúmeros “sebos” junto da praça antes da Torre do Relógio.

      -Ficamos no bairro Getsemani no Hotel Boutique Casa Isabel. Recomendo, pois fomos super mimados. Tudo é bem perto, tem vários lugares mais econômicos e é cheio de mochileiros. Dentro da Cidade Amuralhada os hotéis em geral são mais caros.


       
               ORÇAMENTO (dólares) US$
      PANAMÁ

      -San Blás:                            1.142 (total)

                  Taxa dique:              4

                  Taxa Kuna:               40

                  Lycka:                                    918 (+170 já pagos como sinal) Total 1088

                  Jipe:                           100

                  Lancha:                     80

      -Hotéis Panamá:                 600

      -Compras Panamá:            250

      -Ônibus p/ Bocas                120

      -Ingressos e Passeios

      Panamá:                               100

      -Táxi Panamá:                     120

      -Alimentação Panamá:      780

                  Panamá total:           3.112


       
      CARTAGENA

      -Hotel Cartagena:               325 (pago)

      -Alimentação Cartagena:  170

      -Táxi Cartagena:                 20

      -Passeios Cartagena:        50

                  Cartagena total:       565


       
      Total geral:                          3.677


       
      Os preços em Cartagena foram convertidos para dólares, mas tem que trocar por pesos colombianos (COP) e como era pouco (o hotel já estava pago), eu troquei tudo no aeroporto mesmo.


       
      Abaixo as fotos em sequência:
      -Canal do Panamá

      -Bio Museu

      -Calzada Amador

      -Bocas del Toro – Playa Estrella

      -San Blás – vista do veleiro

      -Vista do veleiro, também

      -Cartagena. Torre del Reloj à noite

      -Cartagena. Ruas










    • Por PEDROMG
      Oi galera!
      Estou aqui (depois de alguns poucos meses) pra compartilhar com vocês sobre a minha primeira (de muitas kkk) solo trip.
      Se me perguntassem há uns 2 anos atrás se eu teria coragem de viajar sozinho, eu certamente responderia que não faria isso (por medo+tensão+acho que não consigo).
      Até que a vontade de romper essa barreira passou a me consumir e comecei então a trabalhar a mente e me preparar aos poucos pra que eu realizasse isso que se tornou um sonho, uma necessidade.
      Minhas férias do trabalho venceram mas decidi que só as tiraria quando definisse um destino bacana, que tivesse praias lindas (e que eu acreditasse ser capaz de me virar sem companhia rs).
      Foi aí que decidi ir em abril para #Cartagena e #SanAndrés (aquele paraíso onde fica o famoso mar de 7 cores).
      Comecei então a olhar as passagens, lugares para me hospedar, definir rotas, pesquisar sobre a moeda e preços locais e assim fui me familiarizando com cada detalhe e adquirindo a segurança necessária pra embarcar na minha #primeiraviagemsozinho.
      Comprei minhas passagens de Brasília > Panamá > Cartagena / Cartagena > San Andrés / San Andrés > Cartagena / Cartagena > Panamá > Brasília...
      E FUUUI!!!
      Ao chegar no aeroporto de Brasília, bateu aquele leve medo de: é agora!
      Embarquei e durante o voo, devido a tensão, me lembro que tive até um pesadelo.
      Cheguei ao Panamá, celular sem bateria, sem adaptador de tomada mas feliz e empolgado, confiante e pronto pra continuar.
      Lá estava eu desembarcando no aeroporto de Cartagena arrepiado e sorrindo ao mesmo tempo.
      Sem celular e sem voucher de onde eu me hospedaria, fui até o balcão de informações e pedi pra que olhassem pra mim o endereço do hostel... deu certo.
      Que cidade linda, que energia boa, cheia de pessoas felizes, contagiante!!!
      Conheci lugares incríveis, conheci pessoas legais (sou tímido pra isso, mas estar sozinho e naquele lugar maravilhoso acabou mudando isso até sem eu percebesse).
      Dica: se hospedem no Bourbon St Hostel Boutique.
      Depois de 3 dias muito bem vividos, bora pra San Andrés conhecer o Caribe...
      Chegando no aeroporto (que tumulto!!!), eu só queria ver aquele mar das fotos que me fizeram chegar até lá...
      E WOOOOOOOOOW!!! Inacreditável! "P**rra, eu realmente tô no Caribe!"
      Dica: se hospedem no El Viajero.
      Depois de uma semana, de conhecer a beleza surreal da ilha e nadar bastante, partiu voltar pra Cartagena (com todo prazer!) por mais 3 dias.
      Em San Andrés, assim como em Cartagena, conheci outros viajantes que estavam viajando sozinho pela primeira vez também e compartilhar as experiências e momentos foi fundamental.
      Talvez se eu estivesse esperado alguém pra me acompanhar, eu não teria tido essa experiência sensacional, nem conhecido tais lugares e ainda estaria me questionando: será que eu consigo viajar sozinho?
      Sobre os lugares que visitei, recomendo e recomendo de novo.
      *A única coisa que me contrariou durante a viagem foi que comprei um sombreiro (esse das fotos) de um vendedor ambulante por 20.000COP e pouco depois achei numa loja
      por 7.000COP... aff, kkk...
      Se tiverem curiosidades ou quiserem dicas, é só me contactar :)
      Estou pronto pra próxima... a dificuldade agora é escolher algum destino dentre tantos maravilhosos pelo mundo... porque meu medo, eu já venci \o/








    • Por victor.marques
      Pessoal,
      Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve.
      Passagem/Transporte
       
      Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres
      Pela Avianca:
      18/08 RIO>BOG
      19/08 BOG > SMR
      1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG)
      Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso.
       
      Pela Viva air (antiga Viva Colombia)
       
      25/08 CTG > ADZ
      Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs).
      Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. 
      *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena.
      Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato.
      Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso.
      Câmbio
       
      Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse:  cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava).
      Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo.
       
      Chip Colombiano
       
      Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas.
      Hospedagem (Booking)
       
      Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375  em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos.
      Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta.
      Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado.
      San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias.
      Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento.
      Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip
       
      Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo.
      Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim.
      Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal.
      Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG
       
      Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade.

      Esse é o caminho de entrada na Catedral
      Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos!


      Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs)
       
       

      E as lindas artes com sal!!!
       
      Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções.
      Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz.
      Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus.
      20/08 - Santa Marta
       
      Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor.

      Orla SMR
      Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência.
      Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo!
      21/08 - Santa Marta - Bahia Concha
       
      A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior.

      Praia de Bahia Concha
       

      Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha.
      Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente.
      22/08 -  Santa Marta - Playa Del Ritmo
      No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos.  Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs.

      Interior do ônibus da ida

      Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo

      Playa Del Ritmo
       
       

      Banho na Playa Del Ritmo
      Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel.
      23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena
      A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos.
      24/08 – Cartagena
      Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam!

       
       
       
       
      Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens).
       

      Teve arco-íris sim

      À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente.

      Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa.
       

       
      24/08 – Cartagena – Bendita Beach
      Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos...
       

       
      O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite.
       
       

      Engarrafamento de charrete
       
       
      25/8 Ida à San Andres
      Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres.
       

      Interior do avião da Viva Air
       
       
      Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia.

       
      Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros.
      Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra.
      26/8 – Volta à Ilha de Mula.
      Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu  COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas.

      Estradas mais tranquilas em volta da ilha

      I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos
      Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon...

      Brincando com os peixes
       

      Meu contatinho com Poseidon
       

      Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio
      O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali).
      Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro.
      Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos.
      Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos:

      Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar.
      27/08 e 28/08 – Praias do Centro
      O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos...

      Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton:
       

      A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas.
      Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs
      29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais
      Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!!

      Essa cor de água chega a dar raiva

      Ilha do lado do Acuário

      Arraias...

      Me cagando de medo das arraias
      https://vimeo.com/288555840
      Video incrível do acuário
      https://vimeo.com/288556520
      Vídeo da piscina-mar em San Andres
      https://vimeo.com/288556833
      Nadando com os peixes
      30/08 – Johnny Cay
      A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles:

       
       
      O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte).
       
       

      Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos

      E um amiguinho loiro...
       

       
      É lindo, mas lotado demais
       

      Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs
      Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco

       
      Deu medo, mas até assim esse mar é lindo
      Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços.
       

       
      Compras
      Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs.
      31/08 – Volta à ilha de bicicleta
      Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano.
       

       
      De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido
      Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada.
      Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco.
      1/9 – Volta para casa
      Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim:
       

       
      Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil.

       
      Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea.

      Hasta luego, San Andres.
       
      E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem!
      Bjos
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       


×