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laisdourado

Tailândia - 10 dias - Maio/2017 - Chiang Mai, Railay, Koh Phi Phi e Bangkok

Posts Recomendados

Olá!

 

Quem está pesquisando sabe que já tem MUITA informação sobre a Tailândia na internet e foi através delas que organizamos nossa viagem. Apesar do risco de ser repetitiva, acredito que a melhor forma de agradecer pelos relatos é contribuindo com as minhas impressões. Viajei em casal por 10 dias, em maio de 2017, pelas cidades de Chiang Mai, Railay, Koh Phi Phi e Bangkok. Se tiverem alguma dúvida podem postar, ficarei feliz em tentar ajudar.

 

De modo geral, achei que é um país muito tranquilo, com uma infraestrutura bacana para turismo e pessoas muito cordiais e em nenhum momento me senti insegura. Acredito que é um país tranquilo pra viajar sozinho ou com conhecimentos apenas básicos de inglês. E fora a passagem aérea, os gastos são bem menores que outros destinos.

 

Compramos chips 4G no aeroporto de Bangkok, no andar do desembarque, foi muito prático ter internet o tempo inteiro, sem depender de wi-fi. Contratamos o pacote da TrueMove de 7 dias, 2.5GB, por ฿400. Pegou super bem, mesmo nas ilhas.

 

IDIOMA

Embora o Tailandês continue ininteligível pra mim ::mmm: , a comunicação foi tranquila. Muitos profissionais do turismo como guias, taxistas ou funcionários do hotel falam inglês, embora o sotaque carregado possa ser um pouco difícil de entender. E quando as pessoas não falavam inglês, todos se esforçavam e a comunicação acontecia. Era bem comum ter fotos no cardápio, por exemplo, e nas lojas eles usam muito a calculadora para mostrar o preço. Se você não souber inglês muito bem, mas souber desenrolar algumas frases básicas, acho que consegue levar numa boa.

 

GASTOS

Em comparação com o Brasil, as coisas eram bem baratas. Fora hospedagem, passagens aéreas e alguns passeios, levamos U$ 1.000 para gastar e foi o suficiente. Claro, vai depender do seu perfil de consumo. Se você comprar bastante na 7 eleven e comer em lugares mais baratos, vai gastar menos. Em compensação, se quiser beber todos os dias, provavelmente vai gastar mais, pois a bebida alcóolica é um pouco mais cara, principalmente nas praias.

Fizemos câmbio em vários lugares diferentes, e as melhores cotações foram no aeroporto de Bangkok e Khao San Road, cerca de ฿34,40 e a pior foi nas praias, cerca de ฿32,30.

 

HOSPEDAGEM

Reservamos toda a hospedagem do Brasil mesmo, através do hoteis.com (estava mais barato que o booking) e gastamos R$ 1.164,97 com 9 diárias em uma mistura de hotéis caros e baratos. Não chegamos a ver se seria mais econômico não reservar, optamos pela comodidade de já ter um lugar certo pra ir. Ao longo do relato, falarei mais sobre cada hotel.

 

DESLOCAMENTOS

O mais caro da viagem realmente é a passagem aérea. Compramos as nossas por R$ 2.380 pela Ethiopian Airlines, saindo de São Paulo. O voo é longo (cerca de 26h), mas dá pra aguentar tranquilamente. Recomendo a companhia aérea, os aviões eram bacanas e o serviço de bordo de qualidade. Lembrando que a Ethiopian é membro da Star Alliance, então você pode pontuar uma quantidade bacana de milhas em um programa parceiro, como a Avianca, TAP ou United Airlines.

 

Internamente, fizemos três trechos aéreos pelo total de R$ 469,50 por pessoa, com a passagem comprada ainda no Brasil. Certamente é mais barato viajar de ônibus ou trem, mas não achei que o preço compensava o sofrimento. Se quiser economizar, fiquem de olho em promoções e pesquisem em outras companhias como a Bangkok Air, Nok Air, Thai Smile Airways e Lion Air. Dá pra pesquisar também nesse agregador https://12go.asia/en.

 

Nós fizemos Bangkok>Chiang Mai e Krabi>Bangkok pela Thai Airways e Chiang Mai>Krabi pela Air Asia e foi tudo normal. Uma vantagem da Thai Airways é que ela também é membro da Star Alliance e dá pra pontuar.

 

Lembrando que no caso das low cost, como a Air Asia, a política de bagagem é diferente. Pra evitar pagar um excesso de peso caríssimo, na hora de comprar as passagens nos já compramos um adicional de bagagem e ficou bem em conta. Observem também que em Bangkok tem dois aeroportos e as companhias low cost operam somente no Don Muang. No nosso caso, ao voltar pra Bangkok demos preferência a uma companhia que operasse no Aeroporto Suvarnabhumi, pois li que ele era mais bem estruturado.

 

Em Bangkok e Chiang Mai nos deslocamos de Uber e Taxi. Se você for pelo taxímetro é muito mais barato, mas, mesmo sem - naquela exploração básica do turista ::bruuu:: - o preço é ótimo se comparado com o Brasil. Entre as ilhas, nos deslocamos de Ferry, com o bilhete comprado no dia anterior mesmo, tem muitas lojinhas vendendo e o preço era tabelado. Do píer para o aeroporto usamos o serviço de minivan (shuttle bus), mais barato que táxi.

Por exemplo (preços por pessoa):

 

* Aeroporto de Krabi > Ao Nang: Shuttle Bus (40min) – ฿ 150,00

* Píer de Ao Nang > Railay: Long Tail (20min) – ฿ 100,00

* Railay > Koh Phi Phi: Ferry (2h) – ฿ 400,00

* Koh Phi Phi > Krabi: Ferry (2h) – ฿ 350,00

* Píer de Krabi > Aeroporto: Shuttle Bus (20min) – ฿ 150,00

 

TOURS

Em todos os lugares que fomos, havia uma imensa variedade de passeios, para todos os gostos e bolsos. A maioria deles dá pra contratar até na véspera, como foi o caso dos nossos passeios para Chiang Rai (฿700,00 por pessoa), Hong Island (฿1.600,00) e Ayutthaya (฿550,00). Esses foram tours compartilhados, então ter muita gente nos lugares é uma certeza. Se você puder optar por passeios privados, mais carinhos, tente organizar o dia para visitar os lugares no contrafluxo da programação.

 

Alguns passeios nós reservamos e pagamos do Brasil, pois são bem mais concorridos. Foi o caso do Elephant Nature Park (฿2.500), Maya Bay Sleep Aboard (฿3.500) e Thonburi Food Tour (฿1.800). Você percebe que os valores são bem acima do normal para Tailândia, mas, todos eles trouxeram algo diferenciado, que, em nossa opinião, valeu a pena.

 

No roteiro falarei mais de cada um, mas já destaco o Thonburi Food Tour como um ponto alto da viagem: foi um passeio pela região do Thonburi, com foco em experimentar a culinária local. Foi uma experiência ótima e muito autêntica, provamos comidas muito saborosas e conhecemos uma região mais antiga de Bangkok, parece que você voltou no tempo. No site você vê mais detalhes e pode conhecer outras opções de tours da empresa: http://www.bangkokfoodtours.com/thonburi-food-and-canal-tour/

 

CLIMA

Quem viaja em Maio sabe que é o clima é uma roleta russa, pois é o começo da época das Monções, havendo sempre um risco de chuva. Apesar de termos sido recepcionados em Chiang Mai com um temporal daqueles (até energia faltou no hotel :shock: ) o resto da viagem foi com pouca chuva. Em Koh Phi Phi, por exemplo, só choveu um pouco à noite e em Bangkok tava um sol do capeta :P !

A exceção foram os dias que estivemos em Railay, onde o tempo estava meio feinho, um pouco nublado e com pancadas de chuva, inclusive um temporal rápido quando estávamos em um passeio por Hong Island. Mas mesmo sem aquele solzão bonito, deu pra aproveitar a beleza do lugar.

 

Vou tentar aproveitar que está tudo fresquinho na cabeça e descrever logo o nosso roteiro e as impressões dos lugares que visitamos. Lá vem textão! ::lol4::::otemo::

  • Obrigad@! 1

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Acompanhando! :)

uma pergunta: vc comprou sua passagem de ida/volta com quanto tempo de antecedência?

E foi por internet ou em alguma agência? Se foi pela internet, qual foi o site?

Obrigada

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Acompanhando! :)

uma pergunta: vc comprou sua passagem de ida/volta com quanto tempo de antecedência?

E foi por internet ou em alguma agência? Se foi pela internet, qual foi o site?

Obrigada

 

Oi!

Comprei pela internet mesmo, pelo site da decolar, estava mais barato que direto no site da Ethiopian.

 

Comprei no início de janeiro, quando apareceu uma promoção.

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DESEMBARQUE e IMIGRAÇÃO

Já que quem tá na chuva é pra se molhar, optamos por emendar a chegada na Tailândia com um voo para Chiang Mai, já que esse seria um dia meio perdido por conta do jet lag, achamos melhor gastá-lo com deslocamentos. Chegamos de 13h30 no Aeroporto de Suvarnabhumi e embarcamos para Chiang Mai de 17h20, dando tempo de respirar, fazer a imigração, pegar bagagem, fazer câmbio e comer a primeira refeição Tailandesa.

 

A imigração foi rápida, não fizeram nenhuma pergunta, só conferiram os documentos. Só não esqueçam de passar primeiro no balcão do Health Control, onde eles conferem seu certificado de vacina de febre amarela e carimbam o papelzinho de entrada que eles distribuem no avião. Lembrando que no final da viagem vão te pedir o canhoto desse documento.

 

CHIANG MAI

 

Do aeroporto de Chiang Mai para o hotel optamos por contratar uma corrida de táxi fixa, dentro dos stands no aeroporto, ao custo de 150B, pois eu tinha lido que pelo taxímetro era quase a mesma coisa. Fomos recepcionados com uma chuva torrencial em Chiang Mai, que até energia faltou, mas que por sorte foi embora logo.

 

Optamos por uma hospedagem mais baratinha e ficamos no Chowdhury Home, no centro histórico de Chiang Mai. Três diárias custaram R$ 234,33, com café da manhã. Embora simples, o hotel era muito confortável e os funcionários simpáticos, não tenho do que reclamar (o banheiro podia ser melhor, mas, estava ótimo para os padrões da Tailândia, hahaha). A localização também era ótima, deu pra ir andando ver o Sunday Market.

 

Só tínhamos dois dias na cidade e a prioridade era conhecer o Elephant Nature Park e fazer um bate-volta em Chiang Rai, para conhecer o White Temple e a Black House. Com isso, acabamos não visitando os templos de Chiang Mai. Escolher é perder, afinal.

 

Se você quiser fazer qualquer tour que envolva elefantes, não posso deixar de recomendar que se pesquise bem, pois a maioria dos ditos “santuários” não cuida bem dos animais. Se eles estiverem fazendo truques, acrobacias ou carregando pessoas nas costas as chances de que eles estejam sendo maltratados é imensa. Com isso em mente, optamos por visitar o Elephant Nature Park, pois foi o que mais sentimos confiança em um trabalho sério.

 

Foi um dia super agradável, eles nos pegaram pontualmente no hotel e cumpriram toda a programação descrita no site: alimentar os elefantes, interagir com eles pelo parque, ajudar no banho, etc. Eles serviram um almoço vegetariano e um lanchinho a tarde. Também tem uma lojinha, onde você pode comprar lanches ou lembrancinhas.

 

O parque tem diversas opções de passeio, nós escolhemos a mais básica, de passar um dia na sede. Existe a opção de dormir uma noite ou de ser voluntário por 7 dias, eu não faria, acho que um dia é suficiente pra conhecer o lugar.

 

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À noite, fomos para o Sunday Market, praticamente na esquina do hotel. Vou confessar que não achei tanta graça, é uma feirinha de artesanato como tantas outras, com todo tipo de bugiganga para turistas. Se eu voltasse lá, iria no Night Bazzar, que não tive oportunidade de conhecer. Na mesma rua, conseguimos contratar em uma agência o passeio para Chiang Rai, no dia seguinte, por 700B cada um. Tem várias opções de tour, você pode ir, por exemplo, pra Chiang Rai e o Golden Triangle por 900B.

 

No dia seguinte, a minivan nos pegou bem cedo no hotel e partimos para Chiang Rai, a umas 2h de distância. Foi engraçada a nossa surpresa ao entrar na van e perceber que todo mundo era chinês. Sorte que a guia falava inglês e não nos deixou no vácuo. No caminho, tem uma paradinha na 7 eleven.

 

A primeira atração foi o Templo Branco, criação de um renomado artista local. É uma obra em andamento e ainda vai levar anos para estar concluída. Confesso que pelas fotos eu achei que era um lugar maior, mas, ainda assim é muito lindo (e, claro, muiiito quente). O chato desses passeios coletivos é que todos fazem a mesma programação, então você tem que dividir a experiência com outras centenas de pessoas, o que diminui o impacto do lugar.

O almoço incluso no passeio foi em uma praça de alimentação ao lado junto com várias outras grupos.

 

Em seguida, fomos para a Black House, é um grande terreno de propriedade de um artista Tailandês com várias obras espalhadas. Ele se utiliza muito de carcaças de animais e referências da cultura local para criá-las. Achei bem bacana e legal pra dar uma variada dos templos. Por fim, o grupo se dirigiu para a tribo das long neck, que não estava incluso no passeio, custava 200B a mais. Não sei dizer se é legal pois optamos por aguardar na van, este tipo de turismo não faz muito nosso estilo.

 

No dia seguinte, o nosso voo para Krabi era bem cedo então já deixamos um Uber programado para às 5h20. Deu tudo certo e foi baratinho, recomendaria.

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KRABI

 

Descemos no aeroporto de Krabi para iniciar o deslocamento para a península de Railay. Assim que você chega no saguão vai ver pessoas vendendo por 150B um serviço de shuttle bus para o píer de Ao Nang. A viagem durou uns 30/40min e foi tranquilo. No píer de Ao Nang compramos a passagem de long tail para Railay por 100B e saímos de imediato. O caminho foi rápido e com algumas ondas, então você pode se molhar um pouco. Para descer em Railay tivemos que pisar na água, então recomendo usar um sapato fácil de tirar.

 

Railay é um lugar muito pequeninho e linda, tem um clima muito gostoso . Tem bastante opção de restaurantes para comer, com todos os tipos de preço. É um lugar mais calminho, não tem aquela badalação toda de Koh Phi Phi, mas é muito aconchegante.

 

Tem hospedagem para todos os bolsos, do lado West é um pouco mais caro por que é o lado que tem a praia mesmo. De cabeça, lembro do Rayavadee Resort (o melhor e caríssimo), o Sand Sea Resort e o Railay Bay Resort e Spa (parecidos em termos de estrutura). Do lado East é o píer e a praia é tipo um mangue, não dá para nadar, por isso tem opções de hoteis mais barato, mas com boa estrutura, é muito próximo do lado West, então pode ser uma ótima opção para o orçamento!

 

Nós optamos por ficar do lado West, no Railay Bay Resort, e investir um pouco mais pra curtir a vista (R$ 226,07 a diária). Ficamos bem satisfeitos com a estrutura e o atendimento. É claro que não dá pra comparar com os resorts brasileiros, que oferecem muito mais conforto, mas pelo que observamos, o padrão Tailandês é diferente, não dá pra querer a mesma experiência.

 

Em Railay tem muitas coisas legais para fazer, como escalada e trilhas. As praias de lá também são muito bonitas, adoramos Phra Nang Beach. Também tem muitos passeios que se pode fazer partindo de Railay, entre os mais famosos, li que o tour de Hong Island era o mais legal, então foi a nossa opção. Entramos em um tour compartilhado por 1.300B, mais 300B de taxa. Por ser baixa estação, apesar de lotados, os lugares não estavam insuportavelmente lotados, mas, com toda certeza, você vai ter uma experiência melhor se fizer um passeio privado e tentar ir no contrafluxo, pois todas as agências fazem o passeio na mesma ordem.

 

O passeio foi ótimo e é tudo muito lindo. São três paradas em algumas ilhotas, com bastante snorkel. O almoço servido estava bem gostosinho. Infelizmente só passamos pelo Lagoon, sem parar, por causa do mau tempo. O dia estava um pouco nublado e já na última ilha caiu um temporal, mas ainda bem que estiou a tempo e retornamos na hora prevista sem transtornos (quem mandou viajar em maio? ::mmm: )

 

KOH PHI PHI

 

Em Railay é super fácil de comprar a passagem de ferry para Koh Phi Phi e o preço era tabelado em 400B. A viagem dura umas 2h e é tranquila, o barco é confortável e dá pra ir em cima ou embaixo, no ar condicionado. No píer de Koh Phi Phi você precisa pagar 20B para entrar e é lá que você pode encontrar gente do seu hotel para te levar de graça em um barquinho até eles (o que só descobrimos depois de andar muito, claro ::lol4:: )

 

Koh Phi Phi dispensa apresentações, é um lugar incrível, de onde se fazem passeios para lugares belíssimos como a famosa Maya Bay. A ilha tem um clima bem descontraído e muitas opções de barzinhos, restaurantes e festas.

 

A escolha de hospedagem vai depender muito do seu perfil. Tem os resorts de Loh Dalum, que ficam em uma praia mais legal e são famosos pelas pool partys e por ter mais badalação. Tem os hotéis mais perto do píer e das ruas comerciais, que não são a beira mar. Tem opções de resorts em long beach, que pela distância são mais isolados e tem um clima mais família. É uma praia lindíssima, mas você não consegue ir andando a noite curtir um barzinho no centro da ilha, por exemplo. E tem a região entre a parte do píer e long beach, que foi onde nos hospedamos.

 

Ficamos no Arayaburi Resort (173,74 a diária). Fica a uns 15min andando do píer, mas eles oferecem um translado gratuito de barquinho, em alguns horários do dia. Ele fica em uma parte mais alta da ilha e não foi muito prejudicado pelo tsunami, então dá pra ver que ele tem uma estrutura mais antiguinha. O quarto era bacana, mas a área da piscina estava meio caída. De lá até long beach tem uma trilha de uns 30min, é bem legal, mas tem umas partes meio íngremes e no barro.

 

O passeio que optamos por fazer lá foi o Maya Bay Sleep Aboard, ele custa bem mais que outros tours (3.500B), mas achamos que compensou por tudo que ele entrega. Os guias são muito atenciosos e se esforçam pra que seja tão divertido e confortável quanto possível. Não vou detalhar muito por que já tá cheio de relatos aqui, a minha opinião é de que se o objetivo é unicamente ver Maya Bay mais vazia, um long tail privado de manha cedo é suficiente para garantir esse resultado (ao menos na época em que fomos). Mas, se o que você quer é justamente todo o pacote aventura, a experiência é incrível e divertida, é só ir preparado para os perrenguinhos de não tomar banho e não ter uma dormida lá muito confortável. Nós dormimos na parte de cima, que tinha uma parte coberta, e foi nossa sorte, pois choveu de madrugada e quem estava no teto teve que descer correndo para o convés.

 

De Koh Phi Phi voltamos direto para o aeroporto de Krabi. Compramos uma passagem de Ferry por 350B para o Klong Jilad Pier, em Krabi Town. Eles oferecem também um translado do píer para o aeroporto por 150B, não compramos por que achamos que dava pra negociar lá mesmo, mas, quando chegamos vimos que o Píer tinha uma estrutura péssima e acabamos comprando pelo mesmo preço, só que de um dos caras que ficam lá oferecendo transporte. No fim da contas, todos acabam entrando na mesma van, mas acho que teria me sentido mais segura de comprar o bilhete já no barco mesmo.

 

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BANGKOK

 

Pegamos um taxi do aeroporto para a Rambuttri e acabamos pagando 500B. Certamente o custo devia ser menor, mas estávamos tão cansados que não quisemos negociar muito. Na volta, contratamos em uma agência um serviço de van, por 130B por pessoa.

 

Ficamos hospedados na Rambuttri Guest House (R$ 101,58 a diária e eles pediram uma caução de 500B, devolvidos no final). É um hotel muito simplesinho, o banheiro é meio chato, por que não tem a área do box (um padrão que se repetiu muito por lá), mas não posso reclamar de nada, deu tudo certo.

 

Se eu pudesse voltar atrás, acho que eu não me hospedaria na região da Khao San Road. Achei que a rua é bastante legal e vale com certeza a visita, além de ser prático ter um monte de opção de lazer bem ao lado do hotel, mas, no nosso caso, acho que essa comodidade se transformou um pouco em comodismo e acabamos explorando mais o que tinha por perto, ao invés de ir pra lugares diferentes. Hoje, acho que me hospedaria em algum lugar próximo ao Sky Train.

 

Por exemplo, um lugar que acabamos não indo, mas que eu fiquei com muita vontade de conhecer são os barzinhos da Phra Atit Road, é bem perto da Khao San Road, ficam na beira do rio e parecem ter uma vibe bem interessante, mais local.

 

Nos três dias que ficamos por lá fizemos os passeios básicos, uma visita ao Grand Palace (lindo, mas insuportavelmente lotado e quente) e ao Wat Pho, um day tour por Ayutthaya em van compartilhada (550B por pessoa) e um passeio pelos shoppings MBK, Siam Paragon, Siam Discovery etc.

 

Mas o ponto alto de Bangkok com toda certeza foi o Thonburi Food Tour (R$ 341,68 por pessoa, fazendo a reserva pelo site deles http://www.bangkokfoodtours.com/thonburi-food-and-canal-tour/ ). Essa agência tem vários passeios que misturam turismo com gastronomia. O que escolhemos foi explorar a região do Thonburi, um bairro mais antigo e que conserva um pouco do ritmo da Bangkok de antigamente. Fizemos uma parte a pé mesmo, circulando por mercados, templos e restaurantes locais e outra parte de long tail, para percorrer a parte dos canais.

 

Achei incrível, foi o passeio onde me senti menos turista e que mais deu pra interagir com as pessoas e provar muitas coisas deliciosas e diferentes. A guia era uma simpatia, nos explicou tudo com muita paciência. O bairro também é muito gostoso, um clima mais relax, menos de cidade grande e cheio de coisas bonitas para ver e fotografar. Aprovadíssimo!!

 

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Então é isso, pessoal. Obrigada por acompanharem até aqui, acabei resumindo beeem algumas partes por medo de não ter fôlego pra ir até o fim, mas fiquem sempre a vontade pra perguntar/comentar qualquer coisa. A Tailândia foi incrível pra gente e espero que também seja pra vocês! Beijo!

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Muuito bom seu relato lais. Sua riqueza de detalhes me ajudou bastante. Uma dúvida: esses mil dólares que vc disse até ter sobrado é por pessoa ou pro casal?

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Muuito bom seu relato lais. Sua riqueza de detalhes me ajudou bastante. Uma dúvida: esses mil dólares que vc disse até ter sobrado é por pessoa ou pro casal?

 

 

Obrigado!!

Foi mil doláres pro casal, mas lembrando que isso não inclui a hospedagem, os trechos aereos e os dois passeios mais caros, que já haviamos pago no Brasil.

Esse valor foi o que gastamos com taxi, alimentação (alguns restaurantes mais legais e outras vezes comida de rua), passeios mais comuns (sem tour privado nas praias) e algumas comprinhas. Nós não economizamos demais, mas também não esbanjamos. Se o almoço era em um restaurante legal, o jantar era mais simples. Também compramos lanchinhos na 7 eleven e não exageramos na bebida alcoolica!

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    • Por lolahandforever
      Faaaaala galera das trips e mochiladas!!! Desde já deixo meu muito obrigada por toda ajuda e experiências compartilhadas aqui, dessa vez resolvi me organizar melhor durante a trip e anotei o máximo que pude de info pra postar o relato e disponibilizar pra comunidade mochileira! 

      Desde 2013 uso o site Mochileiros nas trips seja antes ou durante sempre pra pegar os bizus de como gastar menos, busca por vida local, foco na natureza, essas coisas que exploramos quando vamos por aí...
      Obrigada demais Mochileiros.com enfim chegou minha vez de contribuir!
      Bom, essa foi a primeira trip que fiz sozinha, bateu um medo de leves, o que durou apenas um dia até a chegada no Hostel. De longe a experiência de viajar só foi incrível e foda demais!!!
      Meninas, mulheres lindas e mochileiras: Viajem só ao menos uma vez na vida!!!
      Vamos ao Relato...

      INFO DE GASTOS
       
      U$$ 418 Passagem Aérea Los Angeles - Bangkok
      U$$ 98 Passagem de Chiang Mai a Krabi
      U$$ 25 Passagem de Krabi a Bangkok
      U$$ 1100 Gastos gerais com (Transporte, Hospedagem, Alimentação, Tour e Tatuagem).

      Saí de LA já que resido no USA no momento, logo fiz a trip com dollares e a dica é: Leve notas de 100! A melhor cotação que encontrei foi em Chiang Mai pra quem vai com Dolleta. Também é o melhor lugar que indico pra comprar lembrancinhas. No aeroporto tem um SuperRich no subsolo (casa de câmbio) com a cotação melhor que na cidade de Bangkok. Por incrível que pareça a cotação na ilha Ko Phi Phi estava boa, mas sugiro Chiang Mai pra câmbio.
      Optei por ficar em hostels como sempre fiz, eu amo demais a vibe de dividir quarto, conhecer gente do mundo inteiro, e claro os preços encaixam direitinho no plano de gastar menos. Apenas em Railay fiquei em Resort mas era bem roots, no meio da floresta e o banheiro era compartilhado. 
      Minha mochila levei a de 35 L pra não ter que despachar.
      Recomendo pegar um chip local pra comunicação. Não peguei porque tinha acesso normal no meu plano de telefone pra usar internet.
      Transporte usava bastante o Grab Bike (sem medo real). Mais barato e mais aventureiro!
      O tempo inteiro comia thai food e claro frutas e sucos, aliás suco era o tempo inteiro!!!
      U$$ 1 = 30.08 Thai baht
      Vale lembrar que não gastei com bebidas, o que foi bom pro meu orçamento e bom pra minha memória que é muito seletiva 😝
       

       
         

       
      ROTEIRO TAILÂNDIA 14 DIAS
      Bangkok [4 dias]    
      Chiang Mai [3 dias]   
      Railay Beach [3 dias]
      ko Phi Phi [4 dias]
      1o dia (31/10/2019) LA - BANGKOK
      O dia D pra quem viaja sozinha(o) pela 1a vez!!! Cheguei em BKK por volta de meio dia e tava decidindo como fazer pra chegar até o hostel. Fechei um preço com o piloto do táxi no aeroporto que saiu uns 340 THB até o hostel, mais o pedágio que tem pagar que são dois (Um de 50 THB e outro de 25 THB). Chegando no Hostel (Here Hostel) fechei os dias lá (663 THB por 2 noites). Deixei minhas paradas na cama, doleira na cintura e parti pro abraço bater aquela perninha básica como todo carioca gosta de fazer hehehehe. Fui pra Khao San Road e dei um rolê perto dos Templos. Passei no 7 eleven (recomendo pra lanches rápidos) e lancei um suco de maracujá de respeito!!! Voltei pro Hostel de motoca (cheia de medo mas fui assim mesmo) e decidi fechar o tour do Ayutthaya por lá mesmo. (800 THB) O Max, um holandês lá do hostel que eu conheci tinha comentado comigo que fez por conta própria, gastou bem menos mas conheceu só um templo. Como tinha tempo curto optei por fechar o tour mesmo pagando um pouquinho mais. 
      Ouvi recomendações de fazer Ayutthaya de bike ou de motoca.
       



       
      2o dia (01/11/2019) BANGKOK - AYUTTHAYA 
      Acordei 7 da matina de boas (já tava de boa com o fuso) conheci o suíço Steven na saída do tour ele tava indo pro floating market com a mesma galera que fechei o tour pro Ayutthaya. Chegamos na Khao San Road pra encontrar o restante da galera que ia partir pra Ayutthaya. Motoba da van parecia velozes furiosos real! Mucho crazy e não reclamo! Adrenalina motiva e sempre faz parte das trips! Conhecemos as ruínas de Ayutthaya que incluía:
      Wat Phra Sri Sanphet e Grand Palace 
      Wat Chedi Phukhao Thong   
      Wat Lokayasutharam   
      Wat Mahathat 
      Wat Chaiwatthanaram
      Durante o tour fiz amizade com uma francesa que tava viajando sozinha também, Carroline super gente boa e curtimos praticamente juntas o tour inteiro. Voltamos um pouco atrasadas pra van e o motoba tava boladaço porque só faltava nós duas pra meter o pé. 
      Chegamos em BKK umas 4pm. Fui pro meu quarto e tive a sorte grande de conhecer um casal de brasileiros no quarto q eu tava, Carol e Gilberto! Ficamos amigos e logo em seguida conhecemos Jon um espanhol e Elisa uma italiana que estavam tbm no mesmo quarto, galera do dormitório G10!!! Firmamos uma equipe e partimos pra Khao San, com a Ammie da Austria q nao tava no dorm G10 mas era como se estivesse.
      Comemos aquele espetinho de inseto, experimentei meu novo vício PadThai e dançamos muito na Khao SAN! Parecia carnaval real! Partimos p Hostel depois...
       





       

       


       
       
      3o dia (02/11/2019) BANGKOK - CHIANG MAI
      Esse dia foi o mais correria de todos pq o “follow the flow” não colou muito bem mas faz parte. Eu, Carol e Gilberto acordamos e fomos tomar café antes de ir pra saga templária em Bangkok. Decidimos ir até a estação de trem pra comprar a passagem pra Chiang Mai. Eles conseguiram porque íam um dia depois q eu. Deixei pra cima da hora (pleno feriado e sábado) não consegui. Daí comecei a tentar os busão da vida e nada tbm. Tudo lotado!!! Bom resolvemos ir lá no mall de rolê e depois eles me levaram num lugar lá pra comer o verdadeiro padthai da parada. Bem apimentadinho mas super local mesmo! Foi o melhor de todos que experimentei! Pegamos um grab pra voltar depois e conseguimos ir no Grand Palace (500 THB) Tive que perder uns 100 THB em uma saia longa, pq tava de short... Não pode entrar com joelhos e ombros descobertos nos templos. (Já sabia mas dei essa bisonhada tática). 
      Ainda não tinha decidido minha ida pra Chiang Mai mas fui de maluca tentar o busão nas rodoviárias. A Saga do busu pra Chiang Mai foi louca mas lembrando aqui que foda bagaraiii! Os locais me ajudaram demais! Gratidão! Piloto do Grab me levou na 1a rodoviária me desovou lá e disse pra eu tentar noknanchairair, não consegui. Uma local viu minha tentativa e me indicou pra Sombatour bus peguei um grab e fui tentar de novo (tente outra vez estilo Raul hahahhahahaha). Dessa vez consegui mas foi correria máxima pq o ônibus ia sair em 30 minutos. O bus até Chiang Mai deu 530 THB e tive q ir de motoca pra chegar a tempo. E na moral, que sorte a minha! Peguei o melhor motoba, já era um senhor de idade, super sagaz! Cara eu quase dei um beijo na boca dele de tão grata que eu fiquei. Tava muito trânsito e ele cortava tudo e todos! Chegando lá, eu comecei a procurar a plataforma e mano, era muita gente e eu me dei conta q eu era a única mochileira ali, mas foi de boa e valeu demais a experiência! A galera ficava olhando pra mim e tentando me ajudar sabe?! Cara o povo Tailandês mora aqui ❤️ pra sempre! Peguei o busão e virei a noite no busu de boa dormindo a pampa.
       
       

       

      4o dia (03/11/2019) CHIANG MAI 
      Cheguei bem cedinho no meu lugar predileto da Tai! Passei no 7 eleven pra comprar uns sandubinhas e depois peguei a motoca até o hostel que deu 150 THB. Cheguei no August Hostel (old city) umas 7am e não dava pra fazer check in ainda. Só deixei a mochila lá e fui pros desbraves. Nesse dia eu dei um super rolê e conheci os templos de Chiang Mai que ficam bem pertinho um do outro:
      Wat Phra Singh 40 THB
      Wat Chedi Luang 40 THB    
      Wat Chiang Man Free (Donation)
      Esses foram os templos que visitei. Entrei em outros também gratuitos. Tem o Doi Suthep que gostaria muito de fazer mas não tive tempo. Ou era esse ou Chiang Rai. Bom, voltei pro hostel, fiz o check in (650 THB por 2 noites) fechei o tour pra Chiang Rai (900 THB bate e volta), logo depois conheci a Duna da Espanha que falava português para nossa alegria e conheci Romain e Rayan da França. Fechamos o bonde e fomos pro Sunday Market dar esse rolê. Esse é o mercado mais famoso e bem local de Chiang Mai! Sorte de estar lá no dia certo. Voltamos p hostel e ficamos de boa trocando ideia.
       



      05o dia (04/11/2019) CHIANG RAI
      Esse dia foi muito mágico e inesquecível tb! Tomei um café rapidex e aguardei a van do tour pra Chiang Rai. A Apple (melhor guia de todas) estava lá esperando comigo! Trocamos ideia até a van chegar e nossa cara que sorte de conhecer esse anjo! Que menina especial a Apple! Partimos p longa jornada e seguramente a melhor jornada templária que eu tive!
      Iniciamos pelo Templo Branco Wat Rong Khun. Depois almoçamos e experimentei Ka gai, uma sopa bem apimentada! Muito apimentada enfim.. Matilde e Naomi da Bélgica e Andrew da Cali se juntaram a mim e tivemos essa experiência juntos! Voltamos pro tour direto pra Black House Baan si dum é um museu de taxidermia bem legal. E Fechando a saga templária do norte, o melhor templo de todos pra mim, o Templo azul ou Wat Rong Seur Ten. Adorei demais não sei explicar porquê! O Buda branco me trouxe uma energia e uma sensação inexplicável fiquei presa lá dentro conectando com a energia e tudo mais... dia lindo! Gratidão! Cheguei no hostel encontrei com os meninos e marcamos um dez. Me despedi deles e fui de berço.
       








      06o dia (05/11/2019) CHIANG MAI - KRABI - RAILAY BEACH
      Rumo a saga litorânea do sul! 👊🏼
      Acordei bem cedo, tomei um café rápido no hostel novamente pq meu voo pra krabi era de manhã bem cedo. Fui de Grab car por conta da mochila e saiu por 180 THB. Escala em BKK depois finalmente parada em Krabi peguei um bus 150 THB até o Ao Nang Mao pier. Conheci no píer dois portugueses gente boa Daniela e Antonio esperamos o barco juntos pra partir pra Railay Beach. O Barco até Railay era 100 THB. 
      Chegando em Railay já senti o vibe de praia, maresia e pah abri aquele sorriso feliz em saber que os próximos dias sería de pura praia, sol, e relaxxx... Encontrei um resort mais em conta que era o Rapala Rockwood Resort no meio da mata em Railay East. Fechei (1460 THB por 3 noites) era bem simples com banheiro compartilhado, tinha que fazer um hiking pra chegar no quarto mas oh, super válido! Chiang Mai de longe meu lugar predileto, mas Railay é superrr vibeee!!! Que lugar encantador! Fui direto pra prahnang, não ia perder tempo em me encontrar com as águas do mar já que moro nas montanhas de Utah e faz mais frio que calor. Lindíssima a praia! Fui fechar o tour Hong island que foi a maior “facada” da trip tirando a tattoo (1600 THB). Depois voltei pro resort, peguei meu livro (único momento que consegui ler) e fiquei marolando. Até que dormi bem cedo!




       
      07o dia (06/11/2019) RAILAY BEACH - HONG ISLAND 
      Esse foi o melhor tour das ilhas que fiz! Antes de partir tomei um café da manhã, dessa vez mas de boaça e talz... Antes de partir conheci um casal de brasileiros gente boa demais Carlos e Laís minha xará, ambos de MG. Parti pra Railay west fazer o passeio. Conheci Oxana da Ucrânia (casada com 3 filhos e tb tava viajando sozinha) e o Carl de Wales UK durante o tour. Nos divertimos muito nesse passeio e firmamos a família Railay Beach! Marcamos na praia pra assistir o pôr do sol que foi irado demais! Chegamos e marcamos de comer um padthai de moral barato e gostoso! O casal brasileiro encontrou com a gente mas foram embora cedo. A gente partiu pro Last Bar, movimento tava maneiro lá, conhecemos uns alemães e um casal de americanos que vivem em Chicago ficamos jogando sinuca com a galera. Depois partimos.
       












      8o dia (07/11/2019) RAILAY BEACH
      Vishhh acordei e muita chuvaaa depois do café da manhã! Conheci o Austin do Alabama e a Clara uma brasileira de SP. Depois o Paul australiano gente fina chegou e agrupou. Voltei pro quarto e esperei a chuva passar. Aproveitei pra fazer laundry nesse dia tb no resort mesmo (60 THB). A chuva passou e eu fui pra praia prahnang e nossa mano que água perfeita! Que praia! Simplesmente entrei na água e só fui sair em 2020. A Oxana e o Carl apareceram e a gente  fez até um ioga de leves com um Russo que tava praticando por conta própria chamando geral pra participar rs mas ngm parava, que figura! Voltamos e fui pra massagem (450 THB) depois do banho. Também comprei o transfer pra Ko phi phi (400 THB). Nos encontramos pra comer e até dei palhinha de hostess no restaurante (vai que cola um trampo em Railay???) nunca se sabe!!! Voltamos e passamos no Last bar de novo. Foi chato despedir mas faz parte da vida né? Foi ótimo o tempo que passamos juntos Oxana e Carl! Dois abraços inesquecíveis. Sorte na vida conhecer essas duas almas lindas! Mochileiros deixam um pouco de si, levam um pouco de cada. 
       


       
      09o dia (08/11/2019) RAILAY BEACH - KO PHI PHI      
      Na real queria mais um dia em Railay, maassss estava animada demais pro sonho Ko phi phi! O trajeto até a ilha foi bizarro pq a gente troca de barco no meio do mar e o barco balança a vera. Fizemos a troca louca, sentei no ferry até phi phi e dormi a lot!!! Hahahhaha acordei já na ilha e de cara vi um MC donalds e um Burguer King e eu fiquei como??? WTF??!! Mas tudo bem tb faz parte. Cheguei lá e procurei um hostel que tinha visto no booking.com (indico mais que hostelworld) um preço legal pra 4 noites (1080 THB) fechei! Nome do hostel é ploydorm! Super curti o hostel e a galera que trampa lá. Conheci a linda Soph e o carioca Tailandês Pah. Larguei tudo por lá mermo e parti pra praia Long Beach. Que foi meu destino em quase todos os dias lá. Uma caminhada de leves, eu fiz com a Kayla e o Tom do Texas. Conheci eles lá no ferry quando aportamos e indo p praia encontrei com eles de novo no caminho. Acabei me machucando com a pedras que tem dentro do mar então já fica a dica tb pra essa praia que é linda mas têm muitas pedras! Marquei lá até escurecer, a galera foi embora mas eu fiquei (rata de praia somos com orgulho). Voltei e fui dar um rolê na ilha, de noite é muito agitado o que me incomodou um pouquinho mas nada que tirasse a vibe boa q já habitava em mim. Voltei e fiquei no hostel mesmo onde acabei conhecendo a Silvia da Itália e o Alex da Cali. Trocamos mohhh ideia até altas horas e dps partimos pro bercin.
       

      10o dia (09/11/2019) KO PHI PHI
      Acordei no gás e já parti pra fazer trilha! Pointview (30 THB) Irado o pico vale a pena demais chegar lá! Voltei, comi uma parada de leves, fui pra Long Beach de novo e voltei decidida a fazer a tattoo (14000 THB). Comecei a fazer mas a princípio queria com bamboo só que não daria tempo de ficar pronta. O Bao foi o artista local que fez o trampo. Fiquei lá 6 horas com ele entre intervalos e ficou top a arte! Fui dar um rolê depois na noite e voltei fiquei no hostel trocando ideia com a Silvia de novo e uma sueca mucho crazy que tava morando lá no hostel hahahhahahaha (um dia chego lá). 





      11o dia (10/11/2019) KO PHI PHI 
      Esse dia tava bem de boa querendo só relaxar e um pouco cuidadosa com a tattoo e novamente fui de Long Beach. Dessa vez na companhia da Sara de Vancouver, Cíntia espanhola e do Paul (australiano que conheci em Railay). Fomos pra Long e passamos o dia lá! Voltamos e fomos comer. Nesse dia fui no Karaokê com o Pah, o local que tava me ajudando nas paradas da tattoo. Nos divertimos e depois eu voltei pro hostel, dormi cedo dessa vez porque tinha tour pra fazer no outro dia. Función!


      12o dia (11/11/2019) KO PHI PHI - BAMBOO ISLAND
      Último tour da trip e a praia com água mais cristalina que vi por lá! O tour custou total (900 THB) e foi de longtail. Todos os tours de barco incluem almoço e talz se não mencionei anteriormente. Bom começamos na parada do sharkpoint mas não rolou de ver porque eles não brotaram. Depois paramos na Bamboo Island, e que paraíso!!!!! Lugar lindo demais! Super clara e temperatura da água maravilhosa! Marcamos uma hora e meia lá e voltamos pra monkey beach e tiramos uma casquinha na Maya Bay do lado oceânico, já que tá fechada pra acesso. No final voltamos na hora do por do sol dentro do mar. Que experiência!!! Muito lindo! Voltei do passeio e fui tomar banho e me encontrar com as meninas Cíntia e Sara. Também encontrei nesse dia com Carol e Gilberto de novo!!! Acabei indo com as meninas pra praia mas decidi voltar pq queria ficar tranquila de boa. Marquei no Karaokê um pouquinho e voltei pro hostel. Na volta encontrei com Alex meu vizinho de hostel e trocamos uma ideia lá. A Sara voltou e colou com a gente tbm! Gilberto e Carol tb brotaram e ficamos de social lá. Aproveitei o máximo q podia com eles pq dia seguinte já ia partir.






      13o dia (12/11/2019) KO PHI PHI - KRABI - BANGKOK 
      Tudo que é bom dura pouco mas a gente aproveita até a última ponta de tempo né?! Nesse dia acordei e já fechei o ferry pra krabi que deu (300 THB) a Soph fez um desconto pra mim lindo! Encontrei com o Alex e partimos pra Long Beach juntos! Follow the flow joeee. Claro que rolou aquele suco da fruta de lei antes da praiana. Tivemos um dia incrível em Long Beach, trocando altas ideias até chegar o ponto de esquecer o horário do ferry hahahahahhahaha fiquei mais na correria do que pra chegar em Chiang Mai. Valeu a pena cada segundo que atrasei! Corri até a China pra pegar esse ferry né? Não tive nem tempo de despedir dos locais que conheci na ilha mas sabe aquela sensação de que voltaremos no lugar? Pois é. Só entrei no ferry e fui. E agradeci muito pela oportunidade de ali ter criado tão boas conexões e experienciado momentos que vou levar pra sempre comigo. 
      Cheguei no aeroporto de van (150 THB) com um casal de espanhóis que estam morando no Chile. Me atualizaram todos eventos em ultimato! O voo atrasou pra BKK mas chegamos com muita fé em BKK. Peguei um grab até o hostel (HeRe Hostel de novo) que deu (180 THB). Conheci uns caras do Paquistão que me contaram que amam o Brasil e que aliás sabiam de muita coisa que rola. Fiquei de cara! E fui morgar sério depois.
       

      14o dia (13/11/2019) BANGKOK 
      Despedida da Tai com chave de ouro. Acordei tomei café e colei com os malucos do hostel, o Scott de Montana, o Diether da Bélgica e um alemão que não lembro o nome dele mas gente boa! Fomos no Wat Pho (200THB). Missão final da trip. Fui com eles e no final voltei pra Khao San pra ver umas paradas pra levar pra casa. Fiquei no hostel com a galera de Netherlands que tava em massa em BKK naquele dia! Voltei na Khao San pra comer e regressei ao hostel. Combinei com um casal holandês de ir pro aeroporto juntos no dia seguinte e teve um alemão que tb ia colar c a gente pra ratiar esse grab! Dormi um pouco tarde, fiquei trocando maior ideia com o Diether antes de dormir.
       

      15o dia (14/11/2019) BANGKOK - LA 
      TCHAUUU Tai!!! Sat wat dee ka 🙏🏼 Khop koon ka
       
      Muita gratidão e também aquela vontadinha de ficar mais tempo né?! Mas enfim, tomei meu café e fechei c a galera o grab até o aeroporto (140 THB pra cada um contando pedágio.) 
       
      E essa foi a minha jornada nesses dias incríveis e inesquecíveis nesse país maravilhoso! O medo de ir sozinha não durou quase nada, e por fim, foi uma grande experiência pois abri mais meu coração e tive oportunidade de conhecer tanta gente legal pra compartilhar experiências! É isso que levamos da vida né? E viajar nesse estilo pelo menos pra mim é a melhor forma de aprender a viver. A Rotina é importante e faz parte mas é fundamental não ter planos tb. Essa foi a grande lição da trip!
       
      ” O que se leva da vida, é a vida que se leva!” 
       
      OBS: Ainda tô montando a planilha com gastos mais detalhados, mas qualquer dúvida estou aqui aberta e disponível pra ajudar! Mais uma vez obrigada Mochileiros!!! 🎒👊🏼🙏🏼
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       







       



    • Por Bruno Miguel
      Pessoal,
      A temporada 2019/2020 está começando na Tailândia e outros países do sudeste asiático e queria dizer que estamos ajudando os brasileiros e organizando passeios pelo país, com guias em português, principalmente nas Ilhas Phi Phi. Aos interessados, é só entrar em contato o pessoal do @passeiosemphiphi | https://www.instagram.com/passeiosemphiphi/ ou mesmo o passeiosemphiphi.com
      A ideia é principalmente ajudar àqueles que nunca viajaram antes, não dominam o inglês e que querem ficar mais tranquilos ao chegar no país.
       
      E aqui tem muitas dicas também sobre a Tailândia, como planejar e dicas de roteiro de 12, 15, 20 e 30 dias pelo país: https://naproadavida.com/viagem-para-a-tailandia/
    • Por AnaMoreira19
      Galera, estou planejando um mochilão pela Ásia com duração de aproximadamente 60 dias começando em março/2020 e gostaria de uma ajuda com o roteiro/gastos.
      A principio, o roteiro básico seria:
      Coréia do sul (entre 15 a 30 dias)
      Taiwan (1 semana)
      Tailândia (1 semana)
      Camboja (1 semana)
      Vietnã (1 semana)
      Vocês acham viável ter uma media de US$50,00 gastos p/dia (alimentação, hospedagem, transportes e passeios), sendo o meu orçamento máximo de US$5000?
      PS: Na Coréia, como é o país mais caro, tentaria Worldpackers para economizar com hospedagem, por isso planejei ficar mais tempo. E os voos entre os países não entram no valor de 5000 dólares.


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