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Chile em 10 dias - Abril/2017: Santiago, Valle Nevado, Pucón, Puerto Varas e Puerto Montt


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  • Colaboradores

Chile- Geral:

Hospedagem: Todas as reserva foram realizadas via Booking. Optamos por apartamentos, pois estávamos em 04 pessoas e os preços eram mais acessíveis.

Pagamos tudo no Chile, em dólares. Facilita bastante, porque você não precisa pagar taxas ou fazer troca de moeda duas vezes.

Passagens aéreas internas: compramos com a Sky Airlines, empresa de low cost chilena. O processo de compra via site da empresa, inicialmente, não foi tranquilo, pois era preciso fazer um cadastro e aguardar a confirmação, que nunca chegava. Depois de algumas tentativas, a minha amiga conseguiu emitir as passagens. O preço foi excelente! Pagamos cerca de R$ 300 em dois trechos: Santiago > Temuco e Puerto Montt > Santiago. Viagem tranquila e foi possível fazer checkin antecipadamente.

Gastos Totais (exceto passagem aérea do Brasil para o Chile): R$ 3.500, sendo que eu havia levado US$ 600,00.

Eu considerei o Chile um país bem caro, os gastos foram bem superiores aos demais país da América do Sul que visitei. Por exemplo, para comer (nada sofisticado, restaurantes bem simples, mesmo) gastamos em média R$ 70,00.

 

Santiago:

Impressões sobre a cidade: limpa e organizada, povo acolhedor e educado. Metrô funciona muito bem. Hospede-se perto de uma estação de metro para maior mobilidade.

Hospedagem: YQ Santiago Suítes, General Macknna, 1490. Apto bem equipado, prédio seguro, localizado próximo ao Mercado Central e a Plaza de Armas. Custou 130 dólares para 4 pessoas, 2 dias.

 

Dia 1:

Chegamos a Santiago à tarde, deixamos as coisas no apto e fomos dar uma caminhada no Centro. A ideia era passar no Mercado Central e trocar um pouco de dinheiro nas casas de câmbio localizadas numa rua próxima ao Mercado, mas como chegamos num feriado da sexta-feira santa (próximo à Páscoa), todos os estabelecimentos estavam fechados.

Fizemos uma caminhada na Plaza de Armas, mas não havia muito para ver, somente algumas intervenções de artistas de rua.

Pegamos o metrô para ir ao bairro de Providência, pois tínhamos lido que lá havia muitos restaurantes e vida noturna... mas adivinhe?! Tudo fechado.

Achamos um restaurante aberto, que servia sanduíches a base de peixe. Uma delícia!

Depois continuamos caminhando pela Av. Providência e paramos em uma sorveteria! Sorvete maravilhoso! (não lembro o nome)

Voltamos para o apto de metrô, super tranquilo.

Obs.: Nos finais de semana, o preço do metro é mais baixo, pagamos 660 pesos o trecho.

 

Dia 2:

Fomos ao Valle nevado.

Contratamos um carro particular com um rapaz que trabalhava no prédio, onde estávamos hospedadas.

Ficou em 20.000 pesos por pessoa, ida e volta do Valle Nevado.

Havíamos visto o passeio em uma agência de viagens por 17.000 pesos, mas decidimos ir de carro, pois teríamos mais liberdade.

A estrada para o Valle é bem bonita e sinuosa. Só havia neve nos picos mais altos e distantes, mas ficamos imaginando como seria no inverno com neve.

Apesar da curta distância (20 km), levamos umas 2h de viagem até lá.

Fomos parado para fotos, apreciando a vista.

No Valle há opções de ingresso para o ‘teleférico’ ou ‘teleférico + almoço’. Escolhemos a última opção, pois poderíamos experimentar um prato típico chileno, como nos falaram: los pobres. Mais tarde, depois descobrimos que esse prato era bastante comum em todos os lugares.

Pagamos 19.000 pesos (teleférico + almoço)... um pouco caro, mas já estávamos ali e não havia muita escolha.

O prato é delicioso (salmão grelhado com cebola e ovo frios em cima, mas pode ser com qualquer outro tipo de carne) e o restaurante agradável.

Depois pegamos o teleférico e ficamos caminhando nas partes mais altas, admirando a vista e novamente imaginando como seria com neve...

Atenção: Leve muitos agasalhos, pois faz muito, muito frio lá.

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Voltamos para Santiago em torno das 14h e pedimos para o motorista nos deixar no bairro Bellavista, pois queríamos visitar a casa do Pablo Neruda.

Trocamos pesos no Pátio Bellavista, uma espécie de centro comercial bem arrumado, cheio de várias lojas e restaurantes. Conseguimos uma cotação um pouco superior a do aeroporto, mas acredito que se tivéssemos ido ao centro seria melhor (pois lá há mais concorrência).

Depois fomos a La Chascona (7.000 pesos com audioguia em português), de Neruda. A casa é muito linda, ao pé do Cerro San Cristóbal, com espaços interligados por áreas verdes.

Há algumas áreas bastante preservadas, que remetem a história de Neruda e do Chile.

Saímos da casa e fomos a um dos muitos bares de Bellavista.

Todos os bares lotados. Aí percebemos que poderia ter sido uma opção boa para o dia anterior, muito mais animado que Providencia.

Obs.: Algumas pessoas nos alertaram que o bairro não era um local seguro, mas acho não difere muito de qualquer bairro boêmio nas grandes cidades do Brasil, só não dar bobeira, ficar com celular amostra e tal.

 

Dia 3:

Pucon

Impressões sobre a cidade: a cidadezinha é uma graça. Pequena e organizada, com construções em estilo germânico.

É possível ver o Villarrica de praticamente todos os locais, o que é bem impressionante! É como se ele fosse o guardião da cidade e todas as pessoas a ele devessem respeito.

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Hospedagem: Hostal French Andes, Pasaje Tinquilo, 3. Pagamos cerca de 100 dólares, 2 diárias para 4 pessoas. Ficamos num quarto privativo com banheiro. Quarto independente do hostel.

Os demais quartos para uma ou duas pessoas são tipo cápsula, bem pequenos e com banheiro compartilhado.

O hostel possui menos de um ano, bom staff, bem moderno e organizado.

Sem café da manhã, oferece cozinha equipada e com vista para o Vulcão Villarrica.

 

Pegamos o voo com a empresa Sky Airlines para Temuco. O voo era às 07h30, mas tínhamos que estar 2h antes em função das regras da companhia. Íamos pegar uber, que era metade do preço do táxi, mas ficamos com medo, pois era muito cedo. Então reservamos com o rapaz que havia nos levado ao Valle nevado (20.000 pesos).

A viagem de avião foi tranquila, sentamos a esquerda do avião e conseguimos avistar os vulcões da região.

Quando estávamos descendo do avião reparamos num anúncio de aluguel de carro e decidimos pesquisar. Como estávamos entre 4 pessoas, poderia ser uma opção mais cômoda e não precisaríamos ficar refém dos passeios turísticos.

Conseguimos um carro básico, com a empresa Alano, a um valor equivalente a R$ 150 por dia. E, melhor, sem adicional para entregar em Puerto Montt, de onde pagaríamos o voo de volta.

Obs.: na volta para o Brasil, ficamos que sabendo que o valor não se confirmou. No total, o aluguel do carro ficou em R$ 1.237,00 (5 dias e com devolução em outra cidade). Até tentamos reclamar com a empresa, mas vacilamos! Assinamos contrato, mas não ficamos com uma via. Foi-nos entregue documentação na hora, mas era somente o documento do carro. Como não conferimos, não tínhamos muito como argumentar...

Rumamos a Pucon, nossa primeira parada. Estada linda! Sol maravilhoso!

Deixamos nossas coisas no hostel, almoçamos e fomos para o Ojos de Caburga, uma cachoeira com águas azuis cristalinas. A água do rio é muito gelada. Ficamos admirando a paisagem e curtindo o sol.

Clima agradável!

Depois voltamos a cidade e fomos procurar uma agência para fazer a subida ao vulcão Villarrica.

Optamos pela Antu, que nos passou mais confiança.. também não tínhamos achado muitas opções de agências para fazer o passeio.

Deixamos o passeio pago (80.000 pesos), bem como as roupas e os acessórios acertados.

Antes perguntamos se daríamos conta, o rapaz da agência informou que a pessoa deveria ter condicionamento físico de normal e excelente... será que conseguiríamos????

Para subir ao Vulcão é necessário equipamento de proteção e roupas adequadas, tudo fornecido pela empresa, inclusive mochila e calçados. Você prova as roupas e calçados no dia em que reserva o passeio. Fica tudo arrumado com o seu nome e, no dia do passeio, vai-se ao local para trocar de roupas e acomodar os alimentos na mochila.

Depois da agência, passamos no mercado para comprar os alimentos recomendados: sanduíches, barrinhas de cereal, chocolate, frutas e água (2 litros).

Fomos ao hostel, deixamos tudo preparado (comidas e roupas), pois no outro dia sairíamos cedo.

Jantamos no centrinho da cidade (comida leve para não ter problemas no outro dia.. hehe) e fomos dormir cedo.

 

Dia 4:

Acordamos antes da 06h00, tomamos café reforçado e, às 6h30, a agência passou para nos pegar.

Trocamos de roupa na agência e rumamos ao Villarrica numa van da empresa. Subimos até a base do vulcão por uma estradinha de terra, já dentro do Parque Nacional, até chegarmos a um estacionamento. Dali em diante, somente caminhando...

Ainda era escuro quando chegamos e fazia muito frio... O guia ia passando as instruções e nos congelando com o vento gelado... ele informou que o teleférico (que nos economizaria mais de uma 1h de caminhada) estava fechado em função das condições climáticas e que aquele seria o último momento para quem quisesse desistir com devolução integral do valor pago.

Não desistimos... começamos a caminhada! Só no trecho curto que teríamos feito com o teleférico, e não é tão íngreme assim, já sentimos como seria o resto do trajeto: difícil!

Foram praticamente 5h de caminhada com elevado grau de dificuldade (pelo menos para mim!), pois o terreno é bastante íngreme e irregular. Sem contar o fato de não termos muito tempo para descanso, pois teríamos que estar no cume até as 13h, caso contrário, deveríamos retornar onde quer que estivéssemos.

Senti maior dificuldade de passar nas parte aonde o terreno estava úmido e bastante escorregadio.... medo de cair vulcão abaixo... kkk

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Numa dessas partes, muito perto do falso cume, como estes chamam, quase desisti... se não fosse minha amiga ter me motivado, teria certamente desistido.... O estado psicológico é parte fundamental nessas horas!

Ah, havia também algumas partes em que o vento era tão forte que desequilibrava ou que as rochas rolavam vulcão abaixo...

Chegamos ao falso cume às 12h55 (muito próximo das 13h), dali eram mais 15min de subida até o cume. Nessa hora, ainda nos foi permitido subir, pois teríamos tempo suficiente para a descida em segurança.

Chegar ao cume foi incrível, vimos as lavas de vulcão borbulhando, a fumacinha...

Se contar que o visual lá em cima é espetacular... e possível ver outros dois vulcões da região.

Ficamos curtindo um tempo e começamos a descer às 13h45.

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A descida é por um caminho diferente da subida. Fizemos ‘esqui bunda’ nos pontos onde a neve permitia.

Levamos umas 2h30 para descer e cai uns muitos tombos (nada grave)... as minhas pernas já não aguentavam mais.

Pegamos a van para retornar a agência, trocamos de roupas e, no final, o dono da agência nos ofereceu umas cervejas... merecíamos depois de tanto esforço!

 

Obs.: Fomos num grupo de 7 pessoas com a Antu, eu e minhas amigas mais 3 meninos europeus, sendo 2 guias e 1 assistente que seria responsável por retornar com quem não conseguisse aguentar ou tivesse problema.

Os 3 meninos possuíam bom preparo e foram bem a frente com um dos guias. Nós 4 ficamos no nosso ritmo mais lento com o outro guia e o assistente. O assistente era ótimo, nos acompanhando e orientando. Já o guia, péssimo! Sem paciência, ia na nossa frente e nem olhava direito para trás, só nos apressando... parecia que não se tocava que não tínhamos experiência em subir montanha.

 

Depois do vulcão, fomos as termas Los Poziones (8.000 pesos) a uns 30km de Pucon. O guia recomendou que seria bom tomar banho nas ternas, alternado com banho gelado, para minimizar o cansaço ou as dores... assim fizemos. O lugar é bem legal com piscinas termais naturais e vestiário, além de um rio ao lado das piscinas... você fica na piscina e relaxa com o barulho das águas do rio.

A noite fomos jantar e tomar cervejas no Mama's and Tapa's, na rua principal. Segundo o pessoal do hostel, o lugar é bem agitado durante o final de semana. Como era segunda-feira, não vimos muita coisa... mas talvez fosse o lugar mais movimentado de Pucon naquele dia.

 

Dia 5:

Dia de se despedir de Pucon... Dormimos até um pouco mais tarde para descansar da caminhada do dia anterior, tomamos café, arrumamos as malas e pegamos o carro rumo a Puerto Varas.

A estrada é bem sinalizada e vai-se um trecho pela Panamericana.

Há alguns pedágios no caminho (1.300 pesos, cada) e paga-se também para entrar nas cidades (600 pesos).

Nosso destino era Puerto Varas, mas a ideia era passar por Puerto Octay ou Frutillar se a sinalização fosse fácil e não fôssemos desviar muito do caminho.

Entramos em direção a Puerto Octay, fácil acesso e estrada linda.

O Vulcão Osorno foi nos acompanhando por boa parte do percurso. Lindo! O dia estava bem aberto e ensolarado.IMG_1451.jpg.1c20a2eb996dbb6289875eb19c4cdc51.jpg

A cidade é uma graça, bem pequena e com inúmeras casas em estilo alemão.

Almoçamos em um restaurante próximo a praça principal: cazuela (uma espécie de sopa com pedaços de milho, abóbora, carne ou frango) e kuchen (torta típica da região, assemelha-se a cuca do Sul do Brasil com creme de frutas. Experimentei uma de framboesa, nada muito espetacular...).

Passamos em um Centro de Informações Turísticas, localizado próximo a Praça Central, e pegamos informações sobre o que poderíamos visitar na cidade. A atendente nos indicou os miradores, a praia e, ainda, um roteiro pelas casas históricas (são várias na cidadezinha e todas com placa de identificação). Optamos pelos dois primeiros pontos, pois não tínhamos muito tempo até escurecer o dia. Foi-nos fornecido um mapa.

Tomamos uma rua atrás do Centro de Informações, que nos levou até uma região mais alta, costeando o lago Llanquihue. Passamos por um primeiro mirante, mas não paramos. Descemos no próximo mirante e acabamos entrando em um cemitério, de onde se tinha uma vista muito bonita dos dois lados do lago. Tiramos fotos e seguimos para a praia.

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Saímos da estrada principal e fomos em direção à praia (mais ou menos uns 3km). Paramos próximo a um camping. Novamente, vistas ótimas do lago e do vulcão.

Tiramos fotos e partimos em direção a Puerto Varas.

No caminho passamos em Frutillar, que achei bem feinha... segundo alguns relatos que li, há uma cidade alta e outra baixa, uma dessas partes é a parte bonita da cidade.... ficamos sem conhecer!

Localizamos o apto que havíamos reservado.

Depois de instaladas, fomos comprar comidas para café da manhã e jantamos na Casa Valdez, na rua de frente para a orla (quase no final). Considerei esse um dos melhores restaurantes que comemos em toda a viagem. Não ė barato, mas vale muito a pena. Excelente comida e atendimento.

Quando estávamos buscando o restaurante descobrimos que no outro dia seria feriado no país, em função de Censo. Todo o país para nesse dia e aguarda o funcionário do censo ir até a sua casa. O Censo é utilizado para desenvolvimento das politicas públicas, segundo propaganda do governo. O cidadão não se manifestar ou prestar informações incorretas pode pagar multa que varia entre 7.000 e 150.000 pesos.

 

Dia 6:

Puerto Varas

Hospedagem: ficamos no Departamento Decher, na Calle Decher, 638, Departamento 101, Torre H. Custou cerca de 100 dóllares para 04 pessoas.

O apto é bem bonitinho e super equipado, até máquina de lavar e secar roupas possui (que foram muito úteis depois da subida ao Villarrica). Com aquecimento e garagem.

O lado ruim é que fica um pouco longe do Centro (cerca de 1,2km) da cidade. Como estávamos de carro, não houve muito problema, mas se estivéssemos sem carro, seria mais custoso para os deslocamento de passeios, restaurantes, etc.

Impressões: A cidade é bonitinha, mas perde para Pucon. Não demos muita sorte para conhecer o local em função do Censo.

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Acordamos sabendo que era dia de Censo no Chile e havia possibilidade de quase todos os atrativos estarem fechados. Além disso, estava nublado e chuviscando... enfim, como não tínhamos muito tempo, partimos em direção a Lagoa de Todos os Santos.

Fomos no sentido anti-horário do Lago Llanquihue, parando nos mirantes para tirar fotos.

Realmente todos os negócios estavam fechados em função do feriado.

Paramos no Salto Saltos del Río Petrohue, estava fechado, mas vimos algumas pessoas passando por um caminho alternativo pelo meio das pedras. O caminho estava meio escorregadio, mas uma das minhas amigas conseguiu cruzar. Ficamos esperando próximas a um pequeno laguinho, com as cores azuis impressionantes...

Começaram a chegar mais pessoas e cruzar as pedras. Percebemos que havia um caminho não tão difícil e decidimos passar, quando estávamos cruzando apareceram uns homens gritando que era proibido e iriam chamar os carabineiros (polícia). Falamos que haviam outras pessoas do outro lado, mas não tivemos como argumentar. Eles entram e foram atrás do pessoal que havia passado.

Nossa amiga voltou e seguimos viagem.

Fomos parando nos pontos da estrada que tinham acesso fácil ao rio (são muitos), a cor azul era realmente linda... Ficamos imaginando em um dia de sol, quando as cores ficariam ainda mais intensas.

Paramos, finalmente, na Lagoa de Todos os Santos. Tudo estava fechado também, mas havia um Sr. oferecendo o passeio a Lagoa.

Pagamos 5.000 mil por pessoa.

O passeio é legalzinho, da para ver a água bem azul. Mas como estava nublado e algumas vezes até chovendo, não conseguimos ver nadinha do Osorno, que acredito que deve ser uma vista impactante com a Lagoa azul. IMG_1566.JPG.583dec1fca4359aa23d709ea33ffb2ad.JPG

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Voltamos em direção à cidade, paramos para comer no único local que achamos aberto e comemos o único prato que estava disponível: uma cazuela de carne (4.850 pesos). Como dá para perceber, não tínhamos muita escolha...

Paramos no centro da cidade para dar uma caminhada, como já era final do dia e o censo já teria terminado, imaginamos que poderia ter algo aberto... engano! Nada e poucas pessoas na rua! Além de estar muito frio...

Voltamos para o apto, dormimos um pouco e depois repetimos o Casa Valdez. Delícia!

 

Dia 7:

Amanheceu meio nublado, chuviscando...

Queríamos ir ao Osorno, mas, com aquele clima, era quase impossível.

Passamos no Centro de Informações Turísticas de Puerto Varas, localizado na orla do Lago. A atendente nos informou que havia um passeio para o Vulcão as 14h, mas não sabia se o tempo iria abrir. Pensamos, se o passeio está sendo ofertado, vamos tentar...

Era em torno de 11h. Pegamos a estrada bem de boa, parando em alguns mirantes para tirar fotos e curtir a vista.

O sol abriu, mas o Osorno continuava lá, totalmente encoberto pelas nuvens. Num dado momento, as nuvens tomaram o formato do vulcão... bem intrigante.

Seguimos pela mesma avenida que leva aos Saltos (sentido anti-horário do lago), até chegarmos a uma grande rotatória, com indicação 'Ensenada'. Ali, pegamos a esquerda e, logo adiante, pegamos a estrada do vulcão. A estrada do Vulcão é somente subida, bem sinuosa, com mirantes e algumas vistas lindas da cidade.

Consideramos essa estrada bem mais arborizada que a do Villarrica, acredito que em função da inatividade do vulcão.

Ao seu final, há uma grande estrutura com lanchonete, locais para locação de equipamentos (usados na temporada de neve) e uma estação de teleférico.

O Osorno, como não está em atividade, transforma-se numa estação de esqui na temporada de inverno. O teleférico tem 02 estações e serve para levar os esquiadores e turistas. Em cada parada é possível fazer caminhadas. Custa 12.000 pesos.

Também é possível escalar o Osorno, para tanto, são necessários equipamentos e guia. Segundo me falaram, a altitude do Osorno é menor que o Villarrica, mas o grau de dificuldade é maior... precisa usar cordas e tal. Para mim, já estava bom de subida a vulcões...

Nesse dia, em função da mau tempo, o teleférico não estava funcionando. Fomos ao café, tomamos um chocolate quente maravilhoso, e depois tiramos umas fotos... mas não muitas, pois fazia muito frio lá em cima. Imagino que seja sempre frio em função da altitude. Então, vá agasalhado.

No café, conhecemos 2 casais de brasileiros que haviam subido ao Villarrica no dia anterior. Eles disseram que o guia deles era excelente, que foi super paciente e motivador. Eles comentaram que chegaram ao topo em torno das 15h, talvez não seja muito recomendado em função da segurança, mas segue contato da empresa: Sur Explorer - passeio inclusivo.

Passamos rapidamente por Puerto Varas e tocamos em direção à Puerto Montt, pois queríamos chegar antes das 18h para ir à feira de artesanato.

O trânsito em Puerto Montt é meio caótico e chegamos bem na hora de pico. Acabamos passamos pelo hotel, pois era difícil de parar (fica bem no centro).

Voltamos caminhando, fizemos check-in, pegamos informações de como se orientar na cidade e decidimos encarar a feira artesanal da região portuária de Angelmó.

Antes de chegar na feira, já há um monte de lojinhas na rua que vendem todos os tipos de artesanato.

Como chegamos um pouco tarde, havia muitos estabelecimentos fechados, mas mesmo assim conseguimos visitar as peixarias e comprar alguns artesanatos.

Valeu a pena! No entanto, em meu ponto de vista, não há nada de muito diferente no artesanato chileno, que também é um pouco caro.

Aproveitamos para comer num dos restaurantes no mercado, bem simples, mas era o único que tinha centoulla, um caranguejo típico da região.

Comi salmão fresco com salada e purê (16.000 pesos).

O legal é que tínhamos uma garrafa de concha y toro no carro e a dona do restaurante nos autorizou a consumir no estabelecimento.

Retornamos ao Hotel (que tinha garagem, ainda bem!), deixamos as coisas e fomos dar uma caminhada na orla. Até que essa parte da cidade é bonitinha, mas como já era tarde, não deu para ver muito.

 

Puerto Montt

Hospedagem: Hotel Castellano – Benavente, 480. Hotel antigo e bem central. Com café da manhã. Em torno de 90 dólares uma diária para 04 pessoas.

Impressões: Não há muito o que fazer na cidade, a exceção do Porto e artesanatos. Trânsito caótico.

 

Dia 8:

Acordamos cedo, pois o nosso voo para Santiago era as 7:30.

O pessoal do hotel foi super gente boa e organizou um mini café para nós as 6h da manhã. Rumamos para o aeroporto, que fica a uns 13km do Centro da cidade. Como a locadora de carros Alamo não estava aberta, deixamos o carro em uma das vagas do estacionamento e a chave numa caixinha no guichê da empresa (tipo caixa de correios).

 

Santiago

Hospedagem: Edifício Carmen Matta, Calle Carmen, 1153. Custou em torno de US$100, duas diárias para quatro pessoas. O apto é bem equipado, com dois quartos e internet. No entanto, fica longe do metrô e numa região próxima a oficinas mecânicas, fato que dificultou bastante a nossa locomoção e passou uma sensação de insegurança.

 

Chegamos em Santiago perto das 10h da manhã, dessa vez pegamos um Uber até o apto (13.000 pesos).

Atenção: o Uber te pega bem em frente da entrada principal de um grande hotel que fica no aeroporto. É na rua imediatamente em frente a saída do aeroporto, não precisa caminhar quase nada. Acabamos nos atrapalhando um pouco para achar o motorista, pois entramos no estacionamento (onde o carro estava sinalizado no aplicativo) e perdemos a conexão da internet do Uber, pois estávamos usando a rede do aeroporto. A nossa sorte foi que o motorista nos achou. Se tivéssemos ido ao local de espera indicado (hotel), não teria dado desencontro.

Deixamos as coisas no apto e fomos caminhando até o centro histórico, passamos pelo La Moneda, palco do golpe contra Salvador Alende em 1973. Tiramos fotos. Visitamos o Centro Cultural que fica no La Moneda (gratuito).

Obs.: a visitação no La Moneda deve ser agendada com antecedência. Não tínhamos feito isso e não conseguimos visitar o interior do palácio.

Continuamos caminhando, passamos pela Plaza Constituición.

Nessa região, prepare-se para ser abordado por jovens brasileiros vendendo passeios para agências de turismo chilenas. Bastante curioso, quando você vê é abordado por alguém falando português... acredito que é uma estratégia em função dos inúmeros turistas brasileiros que invadem o país.

Continuamos caminhando. Vimos o Museu de Arte Pre-colombiando e decidimos entrar. O Museu é incrível, inclusive, eu fiquei com o sentimento de que deveria tê-lo visitado antes de ir a região de Pucon. Fala muito sobre os índios mapuches e outras etnias que habitaram o Chile, além dos demais índios da América, passando de marajoaras aos mayas (mexico).

O Museu merece boas horas de visitação para apreciar tudo.

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Depois fomos comer no Mercado Central, repleto de opções de restaurantes... escolhemos o Donde Augusto, que é um dos mais famosos e não sei se foi a melhor opção. O garçom que nos atendeu era meio estressado, sem paciência. Os pratos ficam em torno de 9.000 a 15.000 pesos, a depender do peixe (são muitas opções).

Escolhi uma Albacora (10.000 pesos). Minhas amigas comeram trucha.

Na saída passamos no Mercado Santa Izabel (um supermercado próximo ao mercado central) e compramos vinhos para trazer para o Brasil.

Obs.: se você quiser rótulos mais conceituados, opte pelas vinícolas. Agora, se um Concha y Toro, Gato Negro ou outro, os mercados são opções econômicas.

 

Dia 9:

Queríamos ir a alguma vinícola e também a Vina del Mar. Como tínhamos somente um dia, teria que ser uma vinícola próxima àquela cidade.

Optamos pela região de Casablanca, famosa pelos vinhos brancos. Buscamos na internet e a vinícola mais indicada era a Casa del Bosque.

Pegamos um táxi até o Terminal San Borja, que fica ao lado a Estação Central (poderíamos ter ido de metrô, caso no apto ficasse próximo a alguma estação de trem). No terminal há inúmeros guichês de empresas que levam a Valparaíso e Vina del Mar (empresas Turbus, Pullmann, Condor, etc). Pesquise! Nós pegamos o que sairia mais cedo, pois queríamos aproveitar mais o dia (4.800 pesos).

A viagem demorou cerca de uma hora. No caminho já íamos vendo as parreiras de uva. São inúmeras as vinícolas na região.

O bus nos deixou em um viaduto na entrada da cidade de Casablanca. Caminhamos até a praça principal (cerca de uns 10min) e lá pegamos um táxi até a Casa del Bosque (1.000 pesos).

Chegamos na vinícola e ficamos esperando um tempinho, pois o próximo tour sairia as 12h. Não precisamos fazer reserva com antecedência.

O passeio com degustação de 04 vinhos (dois brancos e dois tintos) custou 12.500 pesos.

O tour dura em torno de uma hora. Há explicações sobre a produção de uvas e bebidas, bem como sobre harmonização dos vinhos.

Ao final, pedimos para o pessoal da vinícola chamar o táxi para retornarmos à cidade.

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Se você quiser, pode almoçar no restaurante da vinícola (Tanino), que é bastante conceituado.

Na pracinha da cidade, pegamos outro bus que nos levou à Valparaíso, mais uns 30 min de viagem (cerca de 1.000 pesos). Descemos próximo ao Mercado Central, mas não paramos para visita-lo. Logo pegamos outro ônibus para Vinha del Mar (uma espécie de circular que liga as duas cidades, custou menos de 1.000 pesos).

Descemos próximo à praia. Caminhamos na beira do mar e no calçadão. Depois, paramos para comer e tomar cerveja em um quiosque a beira mar.

No retorno, pegamos o circular até Valparaíso, descemos no Terminal de ônibus da cidade e pegamos o primeiro horário de bus a Santiago (3.500 pesos, empresa Pullman).

Descemos no terminal que fica na Estação Pajaritos (linha vermelha) e pegamos o metrô para Los Dominicos. Queríamos visitar a feira de artesanato.

Chegamos na feira no final do dia e já não havia muitas lojas abertas.

A feira tem coisas interessantes e você pode encontrar um artesanato mais requintado que nos outros locais. Vá com mais tempo.

Pegamos o metrô para Bellavista. Paramos numa feira de artesanato um pouco antes do Pátio Bellavista. Achamos boas opções.

Comemos no bairro e retornamos para o apto de táxi.

Quando chegamos ao apto aconteceu um fato estranho: estávamos à mesa tomando uma cerveja e, de repente, a parede começou a balançar. Ficamos nos olhando sem entender nada e aí nos tocamos que se tratava de um terremoto!!

Saímos correndo para o corredor para pedir socorro e nada dos vizinhos aparecerem (o apto ficava no 15o andar!). Estávamos apavoradas! Acho que um dos vizinhos ouviu nosso barulho e abriu a porta. Nos disse que era tudo normal e que podíamos voltar para o apto tranquilas... mesmo assim, demoramos um pouco para dormir naquela noite.... hehehe.

No outro dia vimos no jornal que o abalo sísmico havia ocorrido no mar, perto de Valparaíso, numa escala de 5,9 graus e com reflexos nas cidades próximas.

 

Dia 10:

Acordamos cedo, pegamos um táxi para o Museu da Memória e dos Direitos Humanos. Chegamos quando estava abrindo.

O prédio é bonito e moderno. Na região há inúmeros outros museus que merecem ser visitados, pena que não tínhamos mais tempo.

O museu aborda as violações de direitos humanos cometidas pelo Estado Chileno durante a ditadura militar (1973 e 1990). Também há exposições sobre a violência contra os direitos humanos em outros países do mundo, inclusive os da América do Sul.

A exposição é enorme e bem completa. Há vários recursos audiovisuais.

Saímos do Museu, passamos em um mercado para pegar mais uns vinhos, voltamos para o apto, arrumamos nossas malas e rumamos para o aeroporto.

Uma última observação: nós empacotamos todos os vinhos em saco bolha e em meias (peguei a dica aqui no site dos Mochileiros, achei super validada, deixa as garrafas bem protegidas e a embalagem firme!) e colocamos na mala que despachamos. No entanto, no guichê da Gol ficamos sabendo que poderíamos ter trazido mais 06 garrafas de 750 ml em cima da aeronave, pois nos voos que partem do Chile ao Brasil não há a restrição de 100 ml para líquidos. Que tristeza... poderíamos ter trazido mais vinhos! Fica a dica: consulte sua empresa aérea antecipadamente!

Bom galera, espero contribuir na organização das viagens de vocês ao Chile! Qualquer dúvida, estou à disposição!

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  • Colaboradores

Oi Edna,

 

Muito bacana o relato. ::cool:::'>

Me ajudou bastante com meu roteiro.. vou agora em Julho, passarei por Santiago, Pucón e Puerto Varas.

 

Confesso que estou com um pouco de receio do Vila Rica ::lol4:: Todo relato que leio o pessoal tem dificuldades e falam que eles vendem como um passeio comum. Eu já tenho experiência com alta montanha e trekking, mas estou a um bom tempo sedentário.. vou tentar subir, mais já vou consciente. rs

 

A questão do Uber é o mesmo aplicativo que o nosso? Usaram no cartão de crédito? É cobrado IOF encima da taxa, né? Ou eles tem a função em dinheiro também?

 

Tinha lido um relato que os Uber's geralmente não ia até o aeroporto devido as rixas com taxistas.. você ouviu algum relato desses por lá?

 

Beijos,

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  • Colaboradores

Olá! Beleza?

O Uber é o mesmo aplicativo que o nosso, sim! Débito no cartão de crédito e IOF (6,38% em cima do valor). Não usei a função dinheiro, nem reparei se era possível.

 

O cabify funciona lá também. Tentamos chamar, mas demorou muito e não localizou carro. O preço era parecido com o do Uber.

 

Quanto ao Uber no aeroporto, só houve uma situação: um dos motorista disse que caso a fiscalização parasse o carro, nós teríamos que dizer que éramos amigas dele. Mas foi tranquilo de conseguir carro e nenhum se negou a nos levar.

 

Ah, a subida ao vulcão valeu muito... mas acho que é só uma vez na vida... kkkk

 

Estou à disposição para qualquer dúvida.

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  • Colaboradores

Oi Edna,

 

Obrigado pelas dicas. :D

Com wifi do aeroporto eu consigo chamar o uber?

E você chegou a fazer câmbio no aeroporto? Minha preocupação é que vou chegar lá de madrugada.

Vou cotar um transfer.. mais é bom ter uma segunda opção. Já que os taxistas roubam em qualquer lugar do mundo. haha

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  • Colaboradores
Oi Edna,

 

Obrigado pelas dicas. :D

Com wifi do aeroporto eu consigo chamar o uber?

E você chegou a fazer câmbio no aeroporto? Minha preocupação é que vou chegar lá de madrugada.

Vou cotar um transfer.. mais é bom ter uma segunda opção. Já que os taxistas roubam em qualquer lugar do mundo. haha

 

Olá!

 

Consegue sim! Chamamos pelo wifi do aeroporto. Só fica a dica: o ponto de parada do uber é em frente o hotel e ali vc já não consegue mais pegar a rede, por isso é bom ficar no ponto certo. Não tem erro, quando vc sai do prédio do aeroporto, é só cruzar a rua.

 

Fizemos o câmbio lá mesmo, só não sei o horário de atendimento. Chegamos à tarde.

 

À disposição! Abs,

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Um dos melhores relatos ::otemo::::otemo::

Nosso plano inicial é chegar em Santiago e no mesmo dia pegar um ônibus à noite com rumo para Puerto Varas (onde passaremos 2 dias e meio) e de lá seguir para Pucon (passar 3 dias e meio - se tudo der certo subir o Villarica), por último voltar para Santiago e passar mais 02 dias.

 

Tenho algumas dúvida :roll:

Esta sua viagem foi em que mês?

Conseguiu trocar o Real pelo Peso a quanto?

Deixou para comprar alguma roupa de frio no Chile? Sou da Paraíba e não tenho nenhuma roupa para frio (lembrando que para nós abaixo de 20º já é frio de congelar kkkkk)

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  • Colaboradores
Um dos melhores relatos ::otemo::::otemo::

Nosso plano inicial é chegar em Santiago e no mesmo dia pegar um ônibus à noite com rumo para Puerto Varas (onde passaremos 2 dias e meio) e de lá seguir para Pucon (passar 3 dias e meio - se tudo der certo subir o Villarica), por último voltar para Santiago e passar mais 02 dias.

 

Tenho algumas dúvida :roll:

Esta sua viagem foi em que mês?

Conseguiu trocar o Real pelo Peso a quanto?

Deixou para comprar alguma roupa de frio no Chile? Sou da Paraíba e não tenho nenhuma roupa para frio (lembrando que para nós abaixo de 20º já é frio de congelar kkkkk)

 

Obrigada Nathali! Espero ter ter dado algumas dicas úteis para a sua viagem :-D

 

Bom vamos as resposta:

- a minha viagem foi em Abril/2017 (vou ajustar o post... esqueci de colocar.. hehe);

- não troquei reais lá, mas a minha amiga havia levado e desistiu de trocar, pois a cotação era ruim comparada ao dólar;

- eu havia levado as roupas de frio daqui, pois li alguns relatos de que lá eram bem mais caras. Não pegamos tanto frio quanto imaginávamos (durante o dia a mínima foi de 12 graus, mas alguns dias pegamos em torno de 22 graus). Demos sorte com alguns dias lindos de sol! No entanto, se você for no inverno, deverá estar melhor preparada. Ah, evite levar muita roupa para subir o vulcão, nós sentimos frio no início, mas depois a caminhada se tornou tão pesada que suamos muito e tivemos que colocar os casacos na mochila... assim, carregamos mais peso do que o necessário!

 

À disposição, se vc tiver mais dúvidas!

Abraços

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Olá! Também queria ir a vinícola Casas del Bosque. Como foi a ida de ônibus até lá? Era um ônibus para Valparaíso?? Vocês desceram na estrada? Caminharam até a cidade? É longe? Porque o ônibus que entra na cidade deCasablanca parece que é super demorado, que passa em outra cidadezinha primeiro...

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Olá! Também queria ir a vinícola Casas del Bosque. Como foi a ida de ônibus até lá? Era um ônibus para Valparaíso?? Vocês desceram na estrada? Caminharam até a cidade? É longe? Porque o ônibus que entra na cidade deCasablanca parece que é super demorado, que passa em outra cidadezinha primeiro...

 

Olá!

 

A ida de ônibus é tranquila. Como escrevi, viagem demorou cerca de uma hora.

No terminal há inúmeros guichês de empresas que levam a Valparaíso e Vina del Mar (empresas Turbus, Pullmann, Condor, etc). Se tiver dúvida, se informe nos diversos guichês (há mais de um guiche para cada empresa).

Nós descemos na estrada (entrada da cidade de Casablanca), pois pegamos o bus que sairia mais cedo. Nos relatos que li, parece que o ônibus que entra na cidade demora mais, mas não sei afirmar.

Do viaduto na entrada da cidade até a praça principal leva cerca de uns 10min. E de lá pegamos um táxi até a Casa del Bosque.

 

Espero ter ajudado!

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  • 2 semanas depois...

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    • Por ms.priscila
      ROTEIRO CHILE (11 DIAS)
      INFORMAÇÕES GERAIS

      Visto: dispensa de visto por até 90 dias
      Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG
      Vacinas: não há exigências
      Quando ir: funciona bem para visitar todo o ano, se a sua preferência for neve (jun-set), calor (dez-mar) ou temperaturas mais amenas (mar-jun e set-dez)
      Capital: Santiago
      Moeda: PESO CHILENO ou CLP ($)
      Idioma oficial: castelhano
      Cod. telefone: +56
      Padrão bivolt: 220V
      Tomadas: C, L


      Chile é um país que encanta e o que mais me chamou a atenção foi a poesia de Pablo Neruda, inscrita na história do país. Por isso, não deixe de conhecer todas as casas localizadas em Santiago, Valparaíso e Isla Negra.
       
      ROTEIRO DIA A DIA

      DIA 01
      Chegada e descanso

      Dia 02
      Passeio pago – Cajon del Maipo

      Dia 03
      Palacio de La Moneda, Plaza das Armas, Catedral Metropolitana de Santiago, o Museu Histórico Nacional, Museu de Arte Precolombino, o Edifício dos Correios, Paseo Ahumada

      Dia 04
      Cerro San Cristóbal (ou Parque Metropolitano de Santiago), Casa Museo La Chascona (a primeira casa de Pablo Neruda), mercado central (Don Augusto), Museo de Bellas Artes, Sky Costanera (por do sol)

      Dia 05
      Cerro Santa Lucia, Centro Cultural Gabriela Mistral, Templo Bahai de Sudamerica

      Dia 06
      Vinicola De Concha y Toro

      Dia 07
      Aluguel de carro e Isla Negra; a noite chegada em Val Paraiso

      Dia 08
      Tour gratuito por Val Paraiso, Casa La Sebastiana, Museu Naval e Maritimo e fim de tarde no Muelle Baron

      Dia 09
      Tour por Viña del Mar

      Dia 10
      Dia livre

      Dia 11
      Retorno ao Brasil
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       

      SANTIAGO
      Cerro San Cristóbal (ou Parque Metropolitano de Santiago)
      Endereço: Calle Pio Nono, 450, Bellavista
      Horário: seg, das 13-20h; ter a dom (e feriados), das 10-20h
      Preço: consulte o valor no site

      Casa Museo La Chascona (a primeira casa de Pablo Neruda)
      Endereço: Fernando Márquez de la Plata 192, Bellavista
      Horário: ter-dom, das 10-19h
      Entrada: $7000/R$50 para visitas guiadas em espanhol 
      Como chegar: metrô Baquedano, Parada Turistik
       
      Casa Museo La Chascona

      Mercado Central
      Endereço: San Pablo, 967, Centro
      Horário: Diariamente, das 8 às 19h
      Metrô: Puente Cal y Canto, linha 2-amarela. Parada Turistik
       
      Restaurante Donde Augusto (um dos mais recomendados)

      Plaza de Armas
      Endereço: entre as Ruas Catedral e Compañia de Jesus

      Catedral Metropolitana
      Endereço: Plaza de Armas de 9-19hs
      Entrada gratuita

      Museu Histórico Nacional
      Endereço: Plaza de Armas, 951, Região Metropolitana
      Horário: ter-dom das 10-17h30h
      Entrada gratuita

      Museu de Arte Precolombino
      Endereço: Bandera 361, Região Metropolitana
      Horário: ter-dom, das 10-18h
      Preço: consulte o valor no site

      Palacio de La Moneda
      Endereço: Moneda S/N, Región Metropolitana
      Horário: visitas guiadas de seg-sex às 9:30h, 11h, 15h e 16:30h (necessário agendamento)
      Obs.: às 10h há troca de guardas.
      Entrada gratuita

      Museo de Bellas Artes
      Endereço: Paque Forestal S/N, Santiago, Región Metropolitana
      Horário: ter-dom de 10-18:45h
      Entrada gratuita

      Cerro Santa Lucia
      Endereço: Avenida Bernardo O’Higgins 499, Barrio Lastarria
      Horário: Diariamente, das 9-19h
      Entrada gratuita

      Centro Cultural Gabriela Mistral
      Endereço: Av Libertador Bernardo O’Higgins 227, Barrio Lastarria
      Salas de exposição abertas de ter-sab das 10-20h; dom das 11-20h; visitas guiadas com agendamento prévio
      Entrada gratuita

      Calle Lastarria – de qui-sab há uma feirinha de antiguidades das 10-20h; escolha um restaurante para jantar em alguma noite da sua estada

      Templo Bahai de Sudamerica
      Endereço: Diagonal Las Torres, 2000, Peñalolen
      Horário: ter-sex de 17-21h; sab-dom de 9-19h; não abre às segundas
      Entrada gratuita

      Vinícola Concha Y toro
      Endereço: Avenida Virginia Subercaseaux, 210, Pirque
      Entrada: $18000/R$128 a $22000/R$156; é necessário fazer a reserva da visita no site
      Horário: Diariamente (exceto feriados), das 10-17h
      Transporte: por conta própria, vá de metrô (linha 4-azul) até a estação Las Mercedes; lá tome o ônibus MB 72 ou um táxi (10 minutos). De transporte público, 1h30min desde o centro
       
      Vinícola Concha y Toro

      ISLA NEGRA
      Depois de alugarmos o carro para seguir para Valparaíso e Viña del Mar, optamos por parar em Isla negra, onde está localizada a casa de praia de Pablo Neruda, assim chamada por conta de suas rochas escuras. Sem dúvida alguma, foi um dos pontos altos da viagem. A poesia está impressa em cada manifestação da vida dessa poeta e as casas exalam esse atmosfera. Isla Negra, sem sombra de dúvida, é a mais bonita de todas.
      As estradas são boas, mas a sinalização não o é. Isla Negra está localizada na comuna de El Quisco, a cerca de 114km de Santiago pela rota 68 (1h33 de carro).

      Casa Museo Isla Negra
      Horário: ter-dom de 10-18h
      Preço: $7000/R$50
       

      VALPARAÍSO
      A distância entre Valparaíso e Viña Del Mar é cerca de 20 minutos de carro. Por isso, se você não deseja se deslocar entre as duas cidades, no que diz respeito à hospedagem, escolha Valparaíso (que é a primeira delas) como sua base.

      Free Tour Valparaiso
      Endereço: ponto de encontro Plaza Anibal Pinto
      Horário: seg-dom de 10-15h (inglês, espanhol e português)
      Obs.: Somente buscar aos guias com camisas vermelhas com as palavras FREE TOUR

      Ascensor Artilleria
      Endereço: Artillería 199

      Paseo 21 de Mayo

      Museo Naval y Maritimo
      Endereço: Paseo 21 de Mayo Nº 45 – Cerro Artillería – Playa Ancha
      Horário: ter-dom das 10-17:30h
      Preço: $3000/R$22
      Obs.: aqui se encontra a cápsula usada para resgatar os mineiros soterrados em 2010.
       
      Museo Naval y Maritimo

      Plaza Sotomayor
      Endereço: Prat, Valparaíso

      Museu La Sebastiana (casa de Pablo Neruda)
      Endereço: Ferrari, 692, Cerro Florida
      Horário: ter-dom das 10-18h 3 mil pesos (R$ 10,40)
      Preço: $7000/R$50

      Muelle Baron
      Endereço: Av. España

      VIÑA DEL MAR
      Relógio de Flores
      próximo à Playa Caleta Abarca, bem no final da Av. España
      Entrada gratuita
       
      Relógio de Flores

      Castelo Wullf
      Endereço: Av. Marina, 37, Vina Del Mar, aos pés do Cerro Castillo
      Horário: ter-dom das 10-13h30h e das 15-17h30h

      Playa Miramar
      Obs.: almoçar no Divino Pecado – San Martín 180, Viña del Mar

      Museo Fonck
      Endereço: 4 Norte, 784, Viña del Mar
      Horário: seg de 10-14h e 15-18h; ter-sab de 10-18h e nos dom de 10h-14h
      Preço: $3000/R$22

      Playa Renãca
      7 km ao norte de Viña

      Parque Quinta Vergara
      Endereço: Av. Errázuriz 596

      Casino Viña Del Mar (entrada R$ 15,20; 24hs)
      Av. San Martín, 199, Valparaíso

      Jardin Botanico
      Endereço: Caminho El Olivar s/n El salto
      Horário: seg-dom de 9-18:30h; visitas guiadas gratuitas sab-dom as 11:30 e 15h
      Preço: $2000/R$15
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/
    • Por Adriana Araújo1502435418
      Salve galerinha do bem ! 
      Satisfação em compartilhar com vcs minha viagem de final de ano no Chile. Eu como uma boa geógrafa e louca por viagens tinha obrigação de ir conhecer o deserto, que afinal tá do lado da nossa casa por assim dizer 🤓.
      Eu passei Natal e Réveillon por lá, vou fazer um resumo dos assuntos relevantes mas se alguém quiser alguma informação só me contatar.
      Bom, eu planejei tudo em 4 meses, comecei com as passagens, hospedagens e pacotes dos passeios. Fechei tudo no Brasil. Embarquei 23/12/19 e fui direto pro Atacama ''c/ escala em Santiago pq n tem vôo direto p lá." Vc tem que chegar a Calama e de lá pegar um transporte para San Pedro " cidade base para quem vai ao deserto". 
      Eu fechei o transfer pelo decolar e deu tudo certo, a propósito fechei os passeios de Atacama com eles tbm. 
      A cidade de San Pedro é bem movimentada e fornece o básico para os viajantes, eu notei muita coisa de indústria brasileira lá nos mercadinhos, os preços em Atacama é BEM salgadinho, principalmente alimentação, as coisas ficam um pouco mais amenas fora de alta temporada, mas segundo o pessoal de lá não é muito diferente. Mas vale estar por lá...
      Existem restaurantes para todos os gostos!! Confesso que não sou apaixonada pela culinária chilena, mas uma coisa que eu ameiss foi o pão de lá... E o chopp, p/ os apreciadores não deixem de experimentar 😋

      Agora falemos então do magnífico deserto 😍
      São diversos passeios que vc pode fazer por lá, o bom do deserto é que a beleza de lá se encontra com todas as estações e tem atrações diversificadas. Eu vou citar os passeios mais marcantes p mim, mas se pretende ir, pesquise os que vc deseja conhecer de acordo com tempo e dinheiro que vc terá. 
      Sem dúvida o que eu mais gostei foi... 
      Ternas de Puritama 
      Olha a vista desse lugar e lá embaixo tem as piscinas termais. É muito interessante porque o sol tá rachando, aí vc pensa que vai tá muito quente p entrar em água com temperatura de 28-30 ° e aí que se encanta... Porque lá embaixo a temperatura cai e fica perfeito.

      O segundo eu destaco...
      Laguna Cejar
      Esse passeio é ideal para ser feito no verão porque a água é bem gelada. Com 40% a mais de sal do que a água do mar, seu corpo não afunda, porém não se recomenda molhar o rosto e tão pouco mergulhar e vc sai coberta de sal.

      E por fim vou destacar...
      Lagunas Altiplânicas e Piedras Rojas
      O lugar e lindo, lindo, o vento, o ar pela altitude, tive que mascar folha de coca p não sentir o ar  rarefeito. Vimos muitas Lhamas por lá foi bem legal, e apropósito a noite acabei indo comer carne de Lhama super tradicional por lá.
      Enfim o deserto é um lugar surpreendente de muitas aventuras e diferentes paisagens, se viagens pra curtir a natureza é teu forte então vc tem que fazer Atacama um dia!
      Agora vamos para  o posto de tudo isso hahaha... Santiago 
      Minha viagem aconteceu quando os protestos no Chile em 2019 já estavam controlados então foi sussa viajar por lá.
      É sabido que estamos falando sobre a capital neoliberal da América do Sul então... Empreendedorismo e modernismo e o foco de lá.
      Cidade agitada com muita comida e balada pra quem gosta. No verão Santiago perde sua maior atração que é o Valle Nevado, porém ele ainda oferece passeios. 
      Tire um dia pra dar um rolê no centro "tipo 25 de Março aqui em Sampa". Vale a pena pra fazer comprar e trazer presentes inclusive o Pisco "bebida típica" de lá rsrs. Vá ao Cerro de Santa Lucía e Mercado Municipal, eu fiz isso tudo no msm dia e o bom que dá pra ir a pé, e confesso que foi o dia mais agradável que eu tive, no final da tarde tomamos chopp e comemos no Mercado ao som de música típica e do zunzunzun de muitas conversas! 

      Depois de ficar ligeramente alegre e rindo a toa 🙈 pegamos Uber que por sinal até o momento não é legalizado mas funciona muito bem por lá, e fomos pro hotel. Falando nisso, o setor hoteleiro de Santiago é muito bom e o melhor é que, se vc procurar bem pode achar preços incríveis. Eu fiquei nesse hotel Maravilhento rs, por um preço ótimo.
      Para finalizar vou resumir os passeios clássico de
      Valparaíso e Viña del Mar
      Cidades costaneiras, na minha modesta opinião... Pura propaganda, não há nada a se perder em visitar, Valparaíso é uma favela antiga, que as imagens falem por si.
      Em Viña del Mar, tem o famoso relógio de flores, restaurantes de frutos do mar em abundância, mas para mim o que valeu foi passear pela orla e por o pé nas águas do pacífico Sul que é gelada demais, isso me fez valorizar nosso litoral top ❤️ e tivemos a sorte de ver leões marinhos  a 1mt. de distância.
      Bom enfim termino por aqui, esse foi meu primeiro relato, e peguei a  minha viagem mais recente, da um trabalho danado escrever sobre isso, então aproveitei o tempo de quarentena pra fazer isso. Esperamos o fim da pandemia para voltarmos a fazer nossas viagens com segurança pelo mundo! 
      Abraços e boa sorte 🙏 
       
    • Por Daniela Alvares
      O horizonte chileno, com suas montanhas nevadas em todo o redor que fazem da cidade um vale, é tão balsâmico quanto o mar. É um cenário um tanto inacreditável, ver-se numa metrópole enquanto os olhos alcançam picos cobertos de neve em meio ao sol.
      Fizemos essa viagem em setembro de 2018. Começamos em Santiago, visitamos Valparaíso e seguimos para o San Pedro do Atacama (farei os posts das cidades separadamente).
      Ficamos 3 dias na capital e foi suficiente. Nos hospedamos em Providência, bairro cheio de bares e restaurantes, com uma vida noturna bem ativa e de fácil acesso para todo lugar. Ali também fica o shopping Pátio Bellavista, um shopping aberto, pequeno e charmosinho.

       

       
      Cerro San Cristóbal
      Santiago pede a ida a um lugar alto para entender a cidade-vale. Das duas opções que a cidade oferece, uma é algo super urbanóide, chamado Sky Costanera, uma espécie de Empire State chileno, o prédio mais alto da América Latina. A outra é um teleférico em meio a natureza que leva até o Cerro San Cristóbal. É claro que escolhemos a que o homem portou-se de maneira um pouco menos troglodita com o mundo.
      O Cerro San Cristóbal, lá no topo da cidade, poderia ter menos pessoas, mas a vista vale o passeio. Nos impressionou ver uma camada de névoa ao longe e saber que é poluição. É triste e sem nexo ver o homem construir locais e acessos a pontos altos numa tentativa de apreciar o horizonte e seguir produzindo carros e ônibus e fábricas para tornar todo esse trabalho vão.
      Subimos de teleférico e descemos de funicular. Há a opção de subir e descer a pé, para quem curte uma escalada.
      Endereço: Pio Nono, 450 - Bellavista
      Site: http://www.parquemet.cl
      Horário de funcionamento
      Funicular: de segunda a terça, das 14h30 às 19h30; quarta a sexta das 12h30 às 19h30; sábado e domingo, das 10h30 às 19h30.
      Teleférico: de segunda a terça, das 14h30 às 19h30; quarta a sexta, das 12h30 às 19h30; sábado e domingo das 10h30 às 19h30.

       

       
      Lastarria
      Lastarria é o bairro charmoso da cidade. Ruazinhas pequenas, cafés, restaurantes, o Centro Cultural Gabriela Mistral - primeira poeta chilena a receber um Prêmio Nobel e alguém de quem os chilenos sentem imenso orgulho. Vale uma visita para ver o que está rolando na programação ou para tomar um café e um solzinho no pátio interno. 
      Ali perto também tem sorvetes maravilhosos. A paleta de pistache é de outro mundo. Você encontra no Empório La Rosa, que fica nas esquina da Calle Merced com o Parque Forestal, outro lugar imperdível para caminhar, brisar ou fazer um picnic. 
      Emporio La Rosa - Calle Merced, 291

       

       
      La Chascona
      La Chascona é o xodó de Santiago, e não poderia não ser. A casa que Pablo Neruda construiu para encontrar-se com Matilde, por um período sua amante e depois sua mulher até a morte, é toda pensada para ser parte da natureza que a rodeia, fazendo do lugar uma espécie de ninho de amor.
      Chascona significa descabelada, e era assim que ele chamava sua Matilde. A casa é quase um clichê do romantismo poético, com as iniciais M e P espalhadas nas janelas de ferro de todos os cômodos. O amor chega a ser palpável ali.
      Colecionadores de arte e grandes amantes dos encontros, Pablo e Matilde moldaram uma casa que permitia a delicadeza de receber diferentes amigos em ambientes distintos, e em todos eles, muitas referências ao mar. 
      A casa foi brutalmente invadida e inundada no golpe militar que levou Pinochet ao poder e Salvador Allende ao suicídio - o que acelerou a morte de Neruda, que sofria de um câncer há anos e, ao saber da cruel invasão, foi para o hospital e morreu dias depois, de tristeza e desgosto.
      Matilde, que foi uma mulher forte e importante e figura essencial nas causas de direitos humanos, lutando com Neruda contra a ditadura chilena, fez questão de velar o marido ali, no meio daquele vandalismo descomunal. Transformou as 3 casas de Neruda em uma fundação, abrindo-as ao público e levando o poeta para perto das pessoas.
      Os dois estão enterrados juntos numa delas, Isla Negra, de frente para o mar.
      Endereço
      Fernando Márquez de la Plata 0192, Barrio Bellavista, Providencia, Santiago.
      Fone: +56-2-2777 87 41 / +56-2-2737 87 12
      Site: [email protected]
      Horário de Funcionamento
      • Março a dezembro: terça a domingo de 10:00 a 18:00 hrs.
      • Janeiro e fevereiro: terça a domingo de 10:00 a 19:00 hrs.
      • Segunda - fechado.
      Valores
      • Entrada geral: $7.000 (Siete mil pesos) por pessoa.
      • Entrada preferencial: $2.500 para estudantes e chilenos maiores de 60 anos.
      *Os estudantes estrangeiros devem apresentar a Credencial Estudantil Internacional
       

       

       

       

       

       

       
       
      O que não recomendamos:
      - A ida ao mercado municipal para comer o famoso King Crab é uma furada. O lugar é super turístico, meio sujo e a iguaria é fortunosa, quase 500 reais o prato. 
      - Sky Costanera, o prédio mais alto da América do Sul. Uma torre imensa e espelhada, plantada no meio da cidade, totalmente comercial e com a vista de toda a metrópole. Não subimos. Nosso estilo de viagem não é tão urbano assim. 
      ***
       
       
      https://www.instagram.com/trip_se_/
       
       
       
       
    • Por fahypolito
      Olá pessoal,
      O fórum sempre me ajudou demais em todas as viagens que havia feito e nunca fiz um relato, peço desculpas, mas dessa vez vou tentar contribuir como posso no roteiro que voltei recentemente.
      LOGÍSTICA
      GOL e Latam todas conhecem, sem muitas novidades.
      A BOL (Boliviana de Aviacion) foi novidade para mim, achei OK, pontual, aviões igual a todos só que um pouco mais antigos, preço justo, só o check in que não consegui fazer online mas os guichês tinham vários funcionários e foram super rápidos.

      DICA: Perdi o voo de La paz - Uyuni (subestimei o trânsito de La Paz) a opção era remarcar (acho que 60 BOL de taxa, que é super barato) mas só tinha opção para o outro dia e iria atrapalhar meu planejamento. Fui conversando com várias pessoas no aeroporto e cheguei até um local onde saem os BUS (mas só tinha opção de tarde, e isso era 08 - 09 h da manhã) ou pegar as VANS (fica na mesma rua em quadras diferentes, não tem como não ovir pq os cara ficam gritando o destino). Então peguei uma VAN de La Paz -> Oruro (50 BOL - 2h trajeto) e Oruro - Uyuni (60 BOL - 3:30h tajeto), as VANS são dignas e bem novas mas super apertado e o trajeto tranquilo basicamente uma reta com estrada bem conservada. Esse local fica bem na saída do aeroporto, caminhadinha considerável mas peguei uma VAN de transporte oficial por 1,50 BOL que me deixou na rua de trás.
      Foto da Van
       
       
      HOSPEDAGEM
      Pesquiso e fecho tudo pelo BOOKING tem outras opções mas eu já acostumei e eles me dão alguns descontos esporádicos. Já fechei tudo antes, apenas Uyuni que desenrolei na hora e foi tranquilo.
      La Paz - Selina Hostel ( encurtador.com.br/chCGW ) - Localização boa com mercado, restaurante e farmácia bem próximo, possuem um restaurante/lanchonete que é bem bom e bem caro. Pegada deles é mais para galera que curte uma festa inclusive uma mini baladinha dentro do hostel, quartos e banheiros tudo ok.
      O centro é uma caminhada considerável visto que estará na altitude mas isso depende de cada um, eu particularmente fui até o mercado das bruxas e mirador kili kili a pé pq curto andar para explorar a cidade. Custo x benefício eu recomendo.
      Uyuni - Como era apenas uma noite fiquei num hotel bem barato (50BOL) que é bem zuadinho (não lembro nome e nem tem site), tem várias opções por todo canto, dá para chegar e procurar ou olhar no booking também.
      San Pedro Atacama - Aji Verde Hostel ( encurtador.com.br/ejlop ) - Hostel bem diferente, gostei muito da estrutura e do ambiente único problema é que ficava longe do centro, nada impossível de caminhar mas no fim do dia após os passeios eu deixei de ir no centro à noite por cansaço. Se pudesse ficaria em algum local mais próximo da rua Caracoles que é onde tem tudo. Tem mercado próximo do hostel e um restaurante de bairro.
      Santiago - Pariwana Hostel Santiago ( encurtador.com.br/rAHKY ) - Um dos hostels mais top que já fiquei, tudo nota 10 MAS se vc não gosta de farra/bagunça não vai gostar. Fica bem na região como se fosse a  Vila Madalena em SP, a Lapa no RJ, o Batel em Curitiba e assim por diante então a noite tem bastante barulho, se estiver indo para descansar, que não era meu caso, não vai conseguir. Mas tem TUDO perto, todos principais pontos turísticos da cidade estão próximos, mercado, restaurante tudo tudo próximo. 
       
      CÂMBIO
      Fiz um tópico exclusivo sobre o tema porque vejo que sempre tem muita dúvida e discussão sobre isso. A ideia foi tirar as fotos das cotações para tentar ajudar.
      Sempre levo DOLAR, acho que no fim das contas vai ser sempre a melhor opção na maior parte das vezes. É aceito em qualquer lugar do mundo e terá menos dor de cabeça MAS poder variar dependendo do destino, dependendo da cotação entre outras situações.
      Em Santa Cruz não sai do aeroporto então peguei só um pouco, no aeroporto de La Paz a cotação é melhor mas tem a pegadinha dos 20BOL de taxa, e na Calle Sagargana acredito que será a melhor opção, como eu estava no carnaval só tinha uma casa de câmbio aberta então com certeza não estava com a melhor cotação. Uyuni não tirei foto, não lembro o cotação mas em La Paz era melhor.

       
      Em San Pedro do Atacama o câmbio era 810 dollar, 176 reais mas pergunta em todas pq tem uma do lado da outra que dá bastante diferença.
       

       
      Simulações 

       
       
      DESTINOS 
      Não vou postar as fotos dos passeios para não deixar muito longo o post, mas tem bastante coisa no meu insta ( @fahypolito ) caso queira ver. Vou focar em postar imagens úteis que da trip que não estão no insta.
      DICA: Pode ser óbvio mas talvez alguém não tenha pensado nisso, pesquisa por hashtag no insta (caso não saiba segue foto abaixo) assim poderá ter ideias dos locais que irá visitar. Isso me ajudou bastante quando pesquisar o salar de uyuni para ter umas ideias para as fotos.
       

       
       
       
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