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PERU - Cusco - Machu Picchu - Lima - Huaraz - Paracas - Ica - MAIO/17


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Olá Mochileiros,

 

Primeiramente gostaria de agradecer aos usuários do fórum, pois seus relatos foram de grande contribuição para o planejamento da minha viagem, e nada melhor para retribuir do que fazer o relato sobre minha viagem para o Peru ocorrida em maio 2017.

 

Após alguns meses de planejamento, no dia 29/04, eu e meu amigo Yukio colocamos nossas mochilas nas costas partimos para Cusco, nosso primeiro destino no Peru.

 

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Antes de entrar em detalhes, nosso itinerário foi o seguinte:

29/04 - Cusco

02/05 - Águas Calientes (Machu Picchu pueblo)

04/05 - Cusco

05/05 - Lima

08/05 - Huaraz

12/05 - Lima

13/05 - Paracas/Ica

14/05 - Lima

16/05 - São Paulo

 

 

Itens fechados antes da partida

 

[*][*]Transporte

[*]Vôo

Compramos três passagens aéreas pela Latam (São Paulo-Cusco / Cusco-Lima / Lima-São Paulo).

Gasto ~R$ 1.500,00.

 

[*]Trem

Optamos em realizar o trajeto Cusco-Águas Calientes por trem, duas empresas fazem o trajeto, Peru Rail e Inca Rail, e oferecem diversos tipos de horários e cabines.

Um detalhe importante na hora da compra é saber o local da partida do trem, há duas opções, estação de Poroy (30 minutos do centro de Cusco) e estação de Ollantaytambo (1 hora e meia do centro de Cusco). Para chegar nas estações é necessário pegar táxi ou vans.

Fechamos nossas passagens com a Peru Rail, o preço é muito semelhante mas os horários nos agradaram mais, tivemos também a sorte de pegar uma promoção e compramos a passagem de ida num trem de categoria superior (Vistadome) pelo preço do trem mais simples (Expedition). As compras dos tickets foram realizadas pelo site da Peru Rail, sem dificuldades. É necessário buscar os tickets no Peru em algum dos muitos guichês listados no site, é importante não esquecer de levar o cartão de crédito utilizado na compra para pegar o ticket.

Gasto ~R$ 450,00.

 

[*]Ônibus

Os trechos Lima-Huaraz e Huaraz-Lima realizamos de ônibus, dado que é uma viagem de aproximadamente 8 horas decidimos pernoitar no ônibus, por esse motivo pegamos poltronas bem confortáveis para melhorar a qualidade do sono.

Fechamos a ida pela empresa Movil Tours e pegamos o assento premier. O assento reclina muito, reclina tanto que chega até a ficar desconfortável quando você desce no máximo. Empresa excelente, muito confortável, recomendo bastante.

A volta foi pela empresa Cruz del Sur, fomos de assento vip, não é tão confortável quanto a Movil Tours, mas não tenho do que reclamar.

Ambas as passagens foram compradas nos sites das respectivas empresas.

Gasto ~ R$ 200,00

 

[*][*]Hospedagem

Pesquisamos bastante na internet e decidimos concentrar nossas hospedagens pelo Airbnb para economizar. No entanto, em Lima ficamos hospedados na casa de um amigo e em Cusco pegamos um hostel pelo booking.com para o dia 12/05, esse hostel foi um grande erro que irei relatar mais para frente.

 

 

Antes de começar meu relato, uma dica muito importante sobre o Peru que nos fez economizar muitos soles: Negocie muito!

Nunca aceite o primeiro preço, conseguimos descontos substanciais negociando.

 

 

29/04 - Cusco - Partindo de São Paulo e primeiras impressões

Transporte: Vôo Latam - São Paulo -> Cusco (rápida escala em lima)

Hospedagem: Airbnb

Embarcamos logo cedo em São Paulo com destino a Cusco, no aeroporto de Guarulhos apesar de chegarmos de madrugada e com bastante antecedência fomos surpreendidos por uma longa fila, acredito que tenha sido por conta do feriado prolongado. Na hora de despacharmos as malas fomos instruídos a despachá-las em outro local pois segundo o atendente os mochilões são "malas moles" que podem enroscar nas esteiras, despachamos elas no local correto para "malas moles" e partimos para a sala de embarque.

O vôo para Lima foi tranquilo, chegando no Peru passamos pela imigração rapidamente, pouquíssimas perguntas e nada a mais.

Uma dica: na sala de embarque do aeroporto de Lima há um quiosque da PeruRail onde é possível pegar os tickets de trem.

Logo partimos para Cusco. Chegando em Cusco fomos abordados na esteira das malas por funcionários de uma agência de turismo, evitem eles, além de oferecerem passeios e tickets com custo muito mais elevado, eles tentam te convencer na base da mentira, eles chegaram a alegar que só restavam 5 tickets para Machu Picchu para a data que queríamos o que estava longe de ser verdade.

A proprietária do Airbnb nos ofereceu um táxi por 20 soles para nos buscar no aeroporto, o motorista estava nos esperando na saída do desembarque com uma plaquinha. Há muita oferta de táxis no aeroporto, um ponto importante é que não existe taxímetro no Peru, portanto pergunte sempre antes o valor da corrida e dê uma bela negociada. Gostamos do taxista e resolvemos agendar com ele uma corrida até Poroy no dia 02/05, de lá partiria nosso trem para Águas Calientes, ele pediu 45 soles pela corrida, fechamos em 30.

Ficamos hospedados muito próximos a Plaza de Armas (toda cidade no Peru tem uma Plaza de Armas, é a praça central da cidade), fomos muito bem recebidos pela dona da hospedagem, ela nos ofereceu chá de coca para ajudar na adaptação com a altitude (aproximadamente 3.000m) e nos deu muitas dicas do que fazer em Cusco. Na hora de ir para o quarto sentimos os primeiros efeitos da altitude, tivemos que subir 3 lances de escada e chegamos extremamente ofegantes. No primeiro dia o ideal é não abusar, tire o dia para aclimatação com a altitude.

Deixamos as coisas no quarto e partimos para a Plaza de Armas com quatro missões: comprar os ingressos para Machu Picchu na loja oficial, trocar dólares por soles, fechar os passeios e jantar.

A loja oficial do ministério da cultura é bem próxima a Plaza de Armas, lá é possível comprar os ingressos pelo preço correto e comprar ingressos de estudantes com desconto. Para adquirir o ingresso de estudante é necessário fazer a carteirinha internacional de Estudante da ISIC, quem ainda estiver estudando pode conseguir diversos descontos com essa carteirinha. Há diferentes tipos de ingresso para Macchu Picchu, mais detalhes serão mencionados mais adiante, porém a partir de agosto de 2017, o sistema de visitação para Macchu Picchu sofrerá modificações.

Para fazer câmbio fomos para a Av. El Sol, próxima da Plaza também, lá há diversas lojinhas de câmbio, tudo muito informal, demos uma pesquisada e todas estavam com a mesma cotação, nessa data trocamos 1 dólar por 3,23 soles. Importante: as cédulas de dólares tem que estar em perfeito estado, se estiver minimamente danificadas eles não aceitarão ou não pagarão o câmbio integral.

Quando estávamos fazendo o câmbio, conhecemos um brasileiro que atualmente é dono de uma agência de turismo em Cusco, sentamos com ele para ver as opções de passeios e fechamos 3: passeio de quadriciclo para Salineras Maras e Moray, City Tour e tour pelo Vale Sagrado, pagamos 205 soles pelas atividades. Há muitas agências que vendem esses serviços nas redondezas da Plaza de Armas, o negócio é dar uma pesquisada.

Fomos jantar e após a janta começamos a sentir o efeito do Soroche (mal da altitude), estávamos andando na rua minimamente inclinada e começamos a perder o fôlego, minha cabeça começou a latejar, era hora de voltar e dormir.

 

30/04 - Cusco - Quadriciclo e City tour

Hospedagem: Airbnb

Acordamos cedo, a cabeça ainda doía um pouco, tomamos nosso café da manhã, mandamos um chá de coca caprichado e fomos para o nosso passeio de quadriciclo, saímos às 7:00 da Plaza de Armas. O passeio foi sensacional, os quadriciclos eram modernos e bem potentes, andamos por estradas de terra e por asfalto até nossos destinos.

Retornamos às 13:30, comemos algo rápido e partimos para o City Tour às 14:00. Iniciamos o tour a pé, caminhamos até o Qorikancha (antigo templo Inca), de lá partimos para os sítios arqueológicos de ônibus. No primeiro sítio compramos o boleto turístico no valor de 130 soles (estudante de até 25 anos com a carteirinha ISIC tem desconto), esse boleto dá direito a entrar em diversas atrações na cidade de Cusco. Conhecemos os sítios Sacsayhuaman, Q’enqo, Pukapukara e Tambomachay.

Os dois passeios valeram muito a pena, recomendados!

 

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01/05 - Cusco - Vale Sagrado

Hospedagem: Airbnb

Às 7:00 da manhã já tínhamos tomado nosso chá de coca e estávamos na Plaza de Armas aguardando pelo tour pelo Vale Sagrada, as entradas das atrações estão no boleto turístico que compramos no dia anterior, esse tour dura o dia todo e o almoço está incluso.

Partimos para conhecer Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero. Esse tour é o auge de Cusco, eu considero Pisaq e Ollantaytambo as melhores atrações da cidade.

 

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02/05 - Águas Calientes - Trem e Cascata de Mandor

Transporte: Trem - Peru Rail

Hospedagem: Airbnb

Nosso trem partia de Poroy às 8:25 com destino a Águas Calientes, o taxista do aeroporto chegou para nos buscar no horário combinado e partimos para a estação que levou cerca de meia hora para chegarmos. Viajamos com o Vistadome da Peru Rail, é um trem muito confortavel, serviram um lanche bom e bebida a vontade. A viagem é muito bonita com belas paisagens.

Chegamos em Águas Caliente e fomos para o local que reservamos no Airbnb. Na realidade, o local era um hostel que disponibilizava os quartos pelo Airbnb, o quarto não era dos melhores, nada arejado e com um pouco de cheiro de mofo, mas tudo bem, prosseguimos pro almoço. Na hora de se alimentar outra dica importante, fomos instruídos a evitar saladas e frutas em Águas Calientes, a água da cidade não é de qualidade, muitas pessoas tem problemas ao comer esses alimentos.

Depois do almoço fomos pesquisar o que fazer na cidade, encontramos relatos sobre a Cascata de Mandor, decidimos ir conhecer. Para chegar na cascata fomos até o trilho de trem e seguimos no sentido oposto a Cusco. Caminhamos muito pelos trilhos (1:30h), e acabamos passando da entrada da cascata, a sinalização não é das melhores, fique ligado em todas as placas. É necessário pagar cerca de 10 soles para entrar no local da cascata.

Voltamos da cascata, jantamos, compramos o ticket do ônibus para subir até Machu Picchu e fomos descansar para o dia seguinte.

 

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03/05 - Águas Calientes - Machu Picchu

Antes de entrar em detalhes sobre a experiência em Machu Picchu vou explicar três pontos importantes:

Primeiro, fomos informados que Machu Picchu será fechado em julho/17 para readaptar a forma de visitação, não sei exatamente como ficará.

Atualmente, na hora de comprar os ingressos para Machu Picchu além de conhecer as ruínas é possível comprar a opção de subir uma das duas montanhas que ficam próximas a cidadela, Huayna Picchu (a montanha que geralmente fica ao fundo nas fotos de Machu Picchu) e a montanha Machu Picchu. A trilha para Huayna Picchu não exige tanto fisicamente para ser feita, ela exige que você não tenha medo de altura pois ela te expõe em algumas situações que podem realmente dar medo, no topo da montanha há algumas ruínas, porém a vista para Machu Picchu não é boa. A montanha Machu Picchu exige bastante fisicamente, o longo caminho é constituído quase integralmente por escada, essa montanha oferece a melhor vista para as ruínas. É importante mencionar que se você quiser subir Huayna Picchu, compre seu ingresso com bastante antecedência, pois é muito concorrido!

O outro ponto é a forma de chegar de Águas Calientes a entrada de Machu Picchu. É possível ir de ônibus ou ir a pé, cada trecho do ônibus custa aproximadamente 15 dólares. Para chegar a pé é necessário subir uma longa escada até a entrada, esteja fisicamente bem se optar por esse meio.

Optamos pelo ingresso com a montanha Machu Picchu inclusa e a subida de ônibus pois nosso horário para subir a montanha era às 7:00, então tínhamos que chegar bem cedo. A volta fizemos a pé.

Chegamos na fila para pegar o ônibus às 5:00 e a fila já estava gigantesca. Entramos em Machu Picchu e estava muita neblina, não era possível ver nada, nos dirigimos para a entrada da trilha da montanha e aguardamos até às 7:00 para começarmos a subida. Subimos relativamente rápido, em cerca de uma hora, considerando o grau de dificuldade da subida . No topo da montanha estava frio e choveu em alguns momentos, ficamos aguardando a neblina sair para enxergar a cidade, demos azar e apenas por poucos segundos conseguimos ver parte das ruínas, o tempo não estava bom pela manhã, às 11:00 começamos a trilha de volta pelas escadarias.

Agora era o momento de conhecer as ruínas, saímos do parque em busca de um guia, o ingresso dá direito a entrar 3 vezes, entramos num grupo e começamos a visita guiada, éramos em 6 pessoas, cada um pagou 40 soles para o guia. Eu recomendo o guia, senão você verá apenas construções e não entenderá o contexto das coisas. Após a visita guiada demos mais uma explorada e às 17:00 fomos convidados a nos retirar, pois o parque iria fechar. Seguimos a pé até Águas Calientes, levamos aproximadamente 50 minutos.

Machu Picchu é realmente impressionante, foi o maior custo da nossa viagem somando trem e ingresso, mas valeu cada centavo, é só mais uma amostra de como os Incas foram grandiosos em um curto espaço de tempo.

Outra dica, lá em cima só tem um restaurante ao custo de 40 dólares por pessoa e uma lanchonete bem cara, recomendo que leve alguma coisa para comer (e coma longe das lhamas).

 

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04/05 - Cusco - De volta a Cusco

Hospedagem: Hostel Real Cusco

Por volta das 9 da manhã embarcamos no trem de volta, esse trem parava em Ollantaytambo. Chegando na estação você começa a ser abordado por muitos motoristas de vans e taxis para realizar o trajeto de volta para o centro de Cusco. Fechamos com um motorista de van por 5 soles, o trajeto leva cerca de uma hora e meia com bastante emoção, esses motoristas de vans e taxistas correm feito loucos, fazem ultrapassagens proibidas e etc…

Chegando a Cusco almoçamos e fomos conhecer um pouco do centro, conhecemos os museus que estavam inclusos no boleto turístico e o mercado San Pedro, que eu particularmente não gostei, tentamos comprar algumas lembrancinhas lá mas era tudo de péssima qualidade. Uma opção melhor para comprar lembrancinhas em Cusco é uma galeria localizada na avenida El Sol.

Já eram quase 23:00 e fomos para o hostel Real Cusco que reservamos no booking, escolhemos esse hostel por ser próximo ao aeroporto e oferecer transfer gratuito, pois como iríamos pegar nosso vôo às 7 da manhã pareceu uma boa saída. Chegando lá deu tudo errado, fomos recebidos por um atendente mal humorado, discutimos bastante com ele porque ele disse que não tinha o serviço de transfer (não é o que dizia o booking) e tivemos que trocar de quarto duas vezes pois os chuveiros estavam quebrados. Em resumo, um péssimo hostel…

 

 

05/05 - Lima - Uma folga da altitude

Chegou o momento de partir de Cusco, pegamos bem cedo o vôo para Lima, chegando no aeroporto pegamos um táxi até Miraflores onde nosso amigo mora. Miraflores é impressionante, um contraste total dos locais que passamos de táxi, tem uma beleza e infraestrutura de primeiro mundo. Após acomodar as mochilas e almoçarmos partimos para a Plaza de Armas de Lima, lá estão os principais prédios públicos do país. Seguimos andando pelo centro até o Circuito Mágico das Águas, lá é um parque bem cuidado, onde encontramos muitas fontes de água. A noite acontece o show das águas, em uma das fontes eles fazem projeções sobre a história do Peru.

 

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06/05 - 07/05 - Lima

A culinária de Lima é muito rica, na maior parte dos locais que você vai a comida é muito boa e preço muito inferior ao do Brasil.

No fim de semana, ficamos basicamente em Miraflores e arredores. Conhecemos o sítio arqueológico da civilização Lima, fomos até Barranco e surfamos. Negociando é possível alugar pranchas na praia por cerca de 25 soles

Domingo pela noite fomos até a Movil Tours e pegamos o ônibus até Huaraz, nossa viagem atravessaria a noite e pela manhã estaríamos em Huaraz.

 

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08/05 - Huaraz - Llanganuco e Yungay

Hospedagem: Airbnb

Chegamos cerca de 05:30 em Huaraz, logo fomos abordados por um funcionário de uma agência de turismo, como havíamos chegado naquele dia e o preço não estava ruim decidimos fechar o passeio do dia com ele mesmo. A ideia era fazer algo leve para aclimatar novamente com a altitude, Huaraz está a mais de 3.000m de altitude, optamos pelo passeio para laguna Llanganuco e conhecer a cidade de Yungay.

Fomos para o hostel, comemos algo e às 9:00 uma van passou para nós buscar.

Primeiro fomos para a cidade de Yungay, uma cidade que décadas atrás foi soterrada por uma avalanche ocorrida após um terremoto, até hoje a cidade está soterrada.

Depois fomos para a laguna de Llanganuco, é uma laguna muito bonita com águas cor turquesa. Está localizada a cerca de 3.800 metros de altitude, mas a van para a poucos metros da laguna, portanto não é necessário esforço físico.

Foi um excelente passeio para voltar a aclimatar com a altitude, mas não recomendamos a agência da rodoviária que apesar de ter um preço bom não oferece um serviço de qualidade: a guia falava muito baixo, pedimos para ela falar um pouco mais alto e não resolveu nada, ouvimos poucas palavras da guia. Além disso, a parada para o almoço foi em um lugar bizarro e a qualidade da van era bem questionável comparada com as demais que pegamos.

Quando voltamos a noite fomos procurar uma nova agência para fechar os demais passeios, estávamos andando próximos a Plaza de Armas e conhecemos o Dário da Peruvian Classic Adventures, citamos os problemas ocorridos no passeio do dia e ele garantiu que não teríamos os mesmos problemas na agência dele. Ele pareceu muito mais profissional então decidimos fechar o próximo passeio, Glaciar Pastoruri, e se gostássemos deste, iríamos fechar os demais. Nossa ideia inicial era fazer nos próximos dois dias as ruínas de Chavin e Laguna 69, mas o Dario nos falou sobre um passeio diferente oferecido pela agência dele, subir até o cume do Pico Mateo. A princípio pareceu loucura, o cume do Pico Mateo fica a cerca de 5.200 metros, ficamos de pensar, mas estávamos certos que iríamos manter o cronograma inicial.

 

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09/05 - Huaraz - Glaciar Pastoruri

Umas 8:00 da manhã uma van nos buscou para o passeio para o Glaciar Pastoruri, a primeira impressão era muito boa, o transporte era um micro ônibus novinho e conseguimos ouvir muito bem o guia, boa parte de nossas queixas do dia anterior estavam resolvidas. O Glaciar fica a um pouco mais de 5.000m de altitude, nunca tínhamos ido tão alto. O guia nos passou instruções sobre o passeio para lidarmos bem com a altitude, ele disse que para chegar no glaciar é necessário caminhar cerca de meia hora em um caminho íngreme, nos instruiu a caminhar tranquilamente, tomar chá de coca e comprar balas de coca na parada que iríamos fazer.

O caminho do micro ônibus até o Glaciar é muito bonito, fizemos algumas paradas para ver fontes de águas gaseificadas, pinturas rupestres, alguns poços de água com uma cor azul muito bonita. Quando chegamos na base para o início da trilha do glaciar tínhamos duas opções, subir a pé ou a cavalo, compramos um chá de coca para dar aquela calibrada final e seguimos a trilha. A altitude dificulta bastante, é uma constante subida, não muito íngreme, chegamos em cerca de 30 min, o negócio é ir tranquilamente, demos sorte no dia pois nevou em alguns momentos.

O glaciar é impressionante, um grande bloco de gelo, infelizmente devido ao aquecimento global ele está sumindo, ele já é um quinto do que foi anos atrás, por esse motivo, para preservá-lo, não é mais possível acessá-lo. Ficamos cerca de 45 minutos no glaciar, e devido a grande altitude para evitar o soroche é melhor não ficar muito tempo.

Voltamos para o centro de Huaraz e fomos para a agência definir os próximos dias. Depois de passar o dia pensando bastante decidimos subir o Pico Mateo e a Laguna 69. Para subir o Pico Mateo é necessário equipamentos especiais, pegamos emprestado na agência as botas para altitude, calça, luvas, capacete, casacos e óculos para montanha pois os nossos óculos de sol não conseguem nos proteger da radiação na montanha. Voltamos para casa para descansar, nossa aventura iria começar às três da manhã do próximo dia.

 

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10/05 - Huaraz - Pico Mateo

Estava rolando a festa do padroeiro da cidade durante a semana, mas nessa noite eles capricharam na festa, durante a noite toda lançaram fogos, tocaram flautas e bumbos, e simplesmente não deu para dormir praticamente nada. Às três da manhã passaram para nos buscar, nos falaram para tentar dormir porque levaríamos 2 horas para chegar na base da montanha.

Chegamos a base da montanha, estava muito escuro ainda, saímos do carro e estava uma garoa e um vento congelante, colocamos a cadeirinha de escalada e a lanterna no capacete e partimos caminhando para a montanha. Pelo cenário do local e pela atividade que faríamos dava a sensação de estarmos indo para um caminho sem volta.

O início da subida é em uma parte rochosa, o guia ia a frente mostrando o melhor caminho. Devido a grande altitude que já estávamos a subida exigia muito do corpo, íamos subindo devagar, a palavra “despacio” era a palavra mais falada pelo guia, tínhamos que dar os passos mais curtos possíveis. Após um bom tempo subindo na pedra chegamos na parte nevada da montanha, era hora de colocar os cravos de metal nas botas para possibilitar a caminhada na neve. Além disso, nós três ficamos amarrados por uma corda, caso alguém caísse os outros dois evitariam que a pessoa escorregasse montanha abaixo. Fomos subindo, subindo, subindo, o nível de exigência física é altíssimo. Subir uma montanha é difícil, subir uma montanha na neve para atingir 5.200 é muito mais difícil, a falta de oxigênio atrapalha muito, a cada 6 passos perdíamos o fôlego.

Após algumas horas de subida conseguimos o que pareceu impossível em certos momentos, chegamos ao pico. Foi uma sensação incrível chegar lá, infelizmente estava uma nevasca muito forte no momento que chegamos ao cume, não tínhamos muita visibilidade, quando o tempo está aberto, do cume temos uma vista incrível, é possível ver adiante o Nevado Huascarán, que é a montanha mais alta do Peru. Devido a altitude e para não deixar os músculos esfriarem, ficamos um tempinho lá e era hora de descer. A descida exige bastante do corpo também, quando estávamos descendo comecei a sentir o efeito do soroche. Começou a doer bastante a cabeça e o estômago começou a ficar ruim, foi um mix entre altitude, cansaço e falta de sono.

Foi uma experiência sensacional, mas se prepare muito bem fisicamente se quiser tentar fazer algo do tipo, tenho um preparo aeróbico bom e senti dificuldade. Lembro também que é uma atividade que te expoem a riscos altos.

Voltamos aproximadamente às 17 horas para o hostel, banho tomado e fomos descansar, durante a noite a festa rolou novamente mas estava tão cansado que nem dei conta.

 

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11/05 - Huaraz - Laguna 69

Um dos dias mais esperados da viagem, conhecer a incrível Laguna 69. Às cinco da manhã uma van passou para nos pegar, levamos cerca de duas horas para chegar na primeira parada, foi excelente para dar mais uma dormida para ajudar a nos recuperar do dia anterior. Paramos para o pessoal ir ao banheiro, reforçar o café da manhã e comprar mais alguma coisa para comer durante a trilha, afinal depois dessa parada não teríamos a oportunidade de comprar mais nada, seríamos só nós e a natureza. A próxima parada foi novamente na Laguna Llanganuco, dessa vez do outro lado, parada rápida para fotos e seguimos.

Chegamos no ponto de partida do trekking para a Laguna 69, o guia nos passou todas as instruções, o caminho era dividido em três partes, uma plana, uma subida em zigue zague e uma subida bem íngreme no final. Teríamos três horas e meia para chegar na laguna, quem não chegasse nesse tempo teria que retornar. Fomos instruídos a andar tranquilamente que daria para chegar a tempo.

A Laguna está a 4.600m de altitude, estávamos bem aclimatados com a altitude graças aos dias anteriores, mas fomos andando tranquilamente e constantemente. A trilha é bem puxada, muito tempo subindo, mas a vista é sensacional, com uma cachoeiras, lagos e pastos, o negócio é ir com calma apreciando a bela paisagem. Após duas horas e meia chegamos a Laguna 69, um dos lugares mais bonitos que vi na minha vida, realmente impressionante, só indo para entender o que estou dizendo.

Hora de voltar, o caminho da volta é bem tranquilo pelo fato de ser praticamente o tempo todo descida.

Retornamos, arrumamos as coisas e pegamos um táxi para o terminal de ônibus da Cruz del Sur (dentro do perímetro urbano de Huaraz qualquer corrida custa 3 soles). Pegamos o ônibus para retornar para Lima, compramos o assento vip, era confortável mas o da Moviltours é melhor.

 

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12/05 - Lima

Dormi a viagem toda e acordei em Lima umas 6 da manhã. Fomos para a casa do nosso amigo em Miraflores, ele conseguiu uma folga então tomamos café da manhã e resolvemos partir para mais uma tentativa de surf nas águas de Lima. Mais tarde fomos comprar algumas coisas e ficamos num dia mais tranquilo para nos recuperarmos do ritmo intenso de Huaraz e também porque no dia seguinte iríamos para Ica de madrugada.

 

13/05 - Paracas - Ica

Fechamos numa agência em Lima um passeio de um dia para Paracas, Islas Ballestas e Ica por 125 soles. Incluso no passeio estava o transporte, guia, passeio de barco até as Islas e passeio de buggy pelo deserto de Ica com sandboard.

Às três da manhã pegamos o ônibus rumo a Paracas e deu para dar aquela dormida. Umas sete da manhã chegamos em Paracas, fomos direto para a fila da lancha do passeio para as Islas Ballestas, no passeio podemos ver toda a fauna do local que é constituída de muitos pássaros, pinguins e leões marinhos, além disso as ilhas são muito bonitas.

Após o passeio tivemos duas horas livres, tínhamos algumas opções do que fazer, optamos por andar de quadriciclo no deserto de Paracas.

Seguimos para o oásis de Ica onde pegaríamos o buggy para nosso passeio no deserto. O passeio tem bastante adrenalina, o buggy pega bastante velocidade nas descidas. Fizemos uma parada para praticar sandboard, retornamos do passeio e tivemos um tempo livre para conhecer o oásis.

Acredito que esse passeio bate e volta seja o suficiente para conhecer esses locais, não vejo necessidade de passar mais tempo por lá.

 

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14/05 - 15/05 - Lima

Seguimos mais uns dias em Lima antes de retornar para São Paulo, conhecemos museus, e tentamos ficar ricos no Cassino, compramos algumas coisas e comemos muito bem. Era o momento de dar tchau para o Peru e regressar…

 

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Conclusão: Peru é um país com muitas riquezas históricas, naturais e culturais, valeu muito a pena ir para lá, recomendo fortemente conhecer esse incrível país, além de ser financeiramente acessível.

 

Gastos totais: R$ 4.500,00

 

Se tiverem perguntas é só falar.

 

=)

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  • 2 semanas depois...
  • Membros
Marcelo,

 

Muito bom o relato.

Poderias me passar o valor dos passeios de Huaraz, o Glaciar e o Laguna 69?

Achas que precisa de um dia para aclimatação antes de fazer o Glaciar? Ou dá para chegar em Huaraz de manhã e já encarar o passeio.

Outra dúvida, 3 dias em Lima, é suficiente?

 

Obrigada!!!! ::otemo::

 

Sthefanie,

 

Eu paguei 35 soles por passeio, Glaciar e Laguna 69, em Huaraz.

 

Sobre a aclimatação, vai depender da altitude que você está chegando, se for sua primeira experiência na altitude pode ser bem complicado, o ideal é já estar adaptada pelo menos com os 3.000 metros, o Glaciar está a mais de 5.000 m. Há a opção de subir o Glaciar com cavalo caso não esteja aclimatada, não sei o valor disso.

 

3 dias em Lima é o suficiente.

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  • Membros
Ótimo relato!

 

Realmente impressionante, que lindas paisagens em Huaraz.

 

Fiquei interessado na agência que fez de Lima a Paracas/Ica, qual o nome?

 

Meus parabéns meu caro!

 

 

Olá Caio,

 

Obrigado!

 

Segue o contato da agência:

 

GRUPO INCATREKPERU S.A.C.

e-mail: [email protected]

site: www.incatrekperu.com

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    • Por Marcelo Manente
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      Serão 30 dias de viagem com o meu Renault Symbol 1.6 2013. Vamos partir no dia 26/12/2017 e devemos voltar dia 24/01/2018.
      Estou me preparando para a viagem desde junho com manutenções, melhorias e equipamentos extras.
      Também já paguei os seguros de saúde, carta verde e Soapex (Chile).
      Nesta etapa os custos foram estes:
      Seguro Carta Verde= R$ 60,00 para 30 dias (só Argentina) pela Seguros Proteges, de São Borja-RS.
      Seguro Soapex do Chile= R$ 34,00 para 12 dias pela internet.
      Seguro de saúde= R$ 252,00 para cada, pela Assist Card por intermédio do site SegurosPromo . com . br.
      Troca de óleo, filtro do óleo, filtro de combustível, filtro do ar condicionado e filtro de ar = R$ 205,00
      Então o custo inicial (fora a troca de peças na revisão) é de R$ 551,00
      A seguir vou detalhar o roteiro pretendido.
       
       
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
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      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/
    • Por Felipe de Melo
      Senhoras e senhores, boa noite! Fiz meu primeiro mochilão pela América do Sul ano passado (set/2019) e resolvi compartilhar com vocês meu relato de viagem feito da Trilha Inca Clássica. Espero que gostem e que possa ser útil de alguma forma. Agradeço primeiro a Deus pela oportunidade de tê-lo feita e por ter encontrado, aqui no fórum, pessoas acessíveis para tirar dúvidas (valeo Rodrigo). Bom, esse é meu relato de viagem, espero que gostem e qualquer dúvida estou a disposição, paz!











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