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Volta Ilha Grande

 

O relato é da trilha de Volta a Ilha Grande, feito por mim e pelo meu namorado em junho. A trilha pode ser feita em mais ou menos dias, as trilhas são bem marcadas e há bastantes pontos de apoio, além de pontos de escape, caso precise desistir ou mudar de idéia. Espero que ajude quem esteja afim de realizar essa fantástica viagem ::love::

 

Dia 1 – Sábado – 03/junho

Chegamos a Angra às 6h da manhã, tomamos café na rodoviária e nos dirigimos a pé até o escritório da Turisangra, que fica na praia do Anil, no caminho para o cais. A Turisangra abre às 8h e nesse horário preenchemos uma autorização para pernoitar em Aventureiro. Na época em que fomos junho, não havia fiscalização alguma em qualquer lugar. Mas mesmo assim pegamos a autorização e a pulseirinha

Fomos ao cais e a barca maior só saia às 13h, resolvemos então pegar uma lancha rápida que saia às 9h. Pagamos 80 reais ida e volta, com o ticket de volta aberto para qualquer dia com saída em Abraão. Às 10h já estávamos em Abraão e assim que chegamos já começamos nossa caminhada.

A trilha começa no lado esquerdo da praia e há algumas placas de sinalização. Resolvemos ir primeiro à cachoeira da Feiticeira. Passamos antes pelas ruínas do Aqueduto e por um poço. Cerca de 1 hora e meia depois estávamos na cachoeira. A trilha até a cachoeira tem algumas placas no caminho e pra quem quiser ir direto ao Saco do Céu é só não entrar na última placa que diz que faltam 10 minutos e seguir direto. Depois da cachoeira fomos à praia da Feiticeira, são uns 15 minutos de caminhada, e também há placas. A praia da Feiticeira é pequena e bem bonita e de lá saem táxi boats de volta para Abraão. Nessa praia fomos adotados por uma cachorrinha que fez toda a volta conosco e demos a ela o nome de Lola.

Saindo da Feiticeira é só voltar pelo caminho que fez para chegar a praia e na segunda bifurcação a direita entrar. À partir daí estará seguindo os fios de eletricidade e será assim até o dia de Araçatiba. Depois da praia da Feiticeira se chegará a praia de Fora, que é uma praia bem extensa e na qual tem que ser andar pela areia e com a maré cheia às vezes é preciso correr um pouco para não molhar as botas.

No final da praia de Fora haverá uma trilha à direita que começará a passar pelo meio das casas, com alguns minutos de caminhada já se estará no Saco do Céu. O único camping que tenho notícia por lá é a Gata Russa, que cobra 60 por pessoa com café da manhã e 45 sem o café. Demos uma chorada e ela deixou por 35. No geral, achei o valor do camping caro na Ilha Grande.

Depois de montada a barraca e banho tomados fomos comer em um restaurante. Há uns restaurantes bons (e caros) no Saco do Céu, fomos em um com melhor preço, mas bem gostoso, se chamava Gruta das Estrelas.

 

Dia 2 – Domingo – 04/junho

Saímos às 10h do Saco do Céu, a trilha começa na rua ao lado da pousada da Gata Russa, seguindo o fio de eletricidade e contorna todo o Saco. Perto de um campo de futebol há o começo de uma outra trilha, mais íngreme e que já é um corta caminho para quem quer ir direto ao Bananal. O que não era nosso caso. Depois de 50 minutos de caminhada estávamos na praia de Japariz, que é uma praia em que há restaurantes e na qual muitos barcos de passeio param para o almoço. Descansamos um pouco e logo partimos para a próxima praia: Freguesia de Santana. Chegamos na Freguesia em mais 1 hora de caminhada e por lá ficamos bastante tempo, esticamos um pouco a caminhada e fomos numa praia chamada Baleia, para essa caminhada, de 10 minutos, deixamos nossas mochilas com uma vendedora. Essa praia também é parada de vários passeios de barco. Depois de descansados seguimos caminhada, no caminho passamos pela igreja da Freguesia de Santana e por uma praia menor, praia de Araça. Seguindo caminhada por mais de uma hora chegamos a praia de Bananal Pequeno, que fica já ao lado da praia do Bananal e é melhor para mergulhar. Ficamos lá um bom tempo e depois fomos ao Bananal procurar nosso camping. Perguntamos aos moradores pelo camping da Cristina e nos indicaram onde ficava. A Cristina cobra 20 reais para acampar no quintal dela e também serve janta por 12 reais.

 

Dia 3 – Segunda-feira – 05/junho

Nesse dia conseguimos sair um pouco mais cedo e antes das 9h já saímos para nosso próximo destino: praia Grande de Araçatiba. Novamente começamos seguindo os fios de eletricidade e em 50 minutos de caminhada chegamos a praia de Matariz, que é uma praia não grande e não parece ter atividade turística, tem uma construção abandonada na beira da praia e um mangue atrás dessa construção e é por aí que continua a trilha, passando pelas casas e depois começando uma subida. Depois mais uns 40 min de caminhada chegamos a praia de Maguariquessaba, nessa praia havia restaurantes mas ainda estava cedo e não tínhamos fome então continuamos a caminhada. Depois de alguns minutos de caminhada chegamos em Sítio Forte que é uma praia em que há uma gramado bem próximo a praia, seguimos caminhando e em poucos minutos chegamos a praia de Tapera, nesse momento já tínhamos fome e questionamos umas pessoas que estavam na praia se havia restaurantes e a resposta foi negativa, mas que na praia da Longa (a próxima segundo eles) haveria restaurantes. Seguimos nossa caminhada e logo que saímos da praia e começamos nossa caminhada encontramos uma cobra! Ficamos ali olhando ela ir embora e seguimos nossa caminhada até chegar na praia de Ubatubinha, decidimos comer uns snacks e entrar no mar. Depois do merecido descanso seguimos rumo a praia da Longa. Não havia restaurantes abertos mas nos falaram que havia uma senhora que faria comida se fossemos lá conversar com ela. Como a próxima praia já era a de Araçatiba, nosso destino final, decidimos continuar nossa caminhada. Saindo da Longa pegamos uma subida grande e depois de uma longa caminhada, grande parte já atrás das casas de Araçatiba, finalmente chegamos à praia. E só víamos restaurantes fechados! Já no lado esquerdo da praia encontramos o restaurante do Carlinhos estava aberto e ainda servindo almoço (já passava das 15h). Depois disso nos dirigimos ao camping Bem Natural e montamos nossa barraca. Burrice nossa esquecemos de perguntar o preço do camping!

 

Dia 4 – Terça-feira – 06/junho

Esse dia estava reservado para o descanso e foi isso que fizemos: dormimos até tarde! E tomamos café no próprio restaurante do camping: acho que 35 a vontade, ou pode-se comprar os itens separados (tipo 10 reais a jarra de suco, 6,50 o misto quente, 1 real a fruta). Em Araçatiba há um senhor que vende vieiras frescas e ao perguntar a Nice, dona da Bem Natural, sobre ele, Louro, encomendamos uma dúzia (60 reais a dúzia) e combinamos que ela faria pra gente no jantar. Saímos para fazer a trilha para a Lagoa Verde. Para fazer a trilha volta-se sentido praia da Longa e depois que passasse das casas da praia de Araçatiba no lado esquerdo haverá um portão trancado, continue andando e logo depois desse portão haverá uma trilha que desce a esquerda. Há algumas sinalizações, mas sutis. A trilha é curta em 20 minutos se estará na Lagoa Verde. O dia estava meio nublado, mas ainda assim vi bastantes peixes. Na volta tínhamos a idéia de fazer a trilha para a Gruta do Acaiá, pois nos falaram que demoraríamos 1 hora para chegar lá (demoramos 2 horas quando fomos, o dia seguinte). Mas como demoramos fazendo o almoço, decidimos que no dia seguinte iríamos até lá. Fora de temporada tudo é mais vazio, mas há o complicador que alguns lugares estão fechados como restaurantes e mercados. E quando estão abertos faltam alguns itens. Fomos ao mercado do Gabriel que estava fechado, batemos na porta da casa, para comprar mistura, mas só havia ovos. Ok, nós nos viramos bem com isso 

À noite comemos as vieiras, deliciosas! E nos deparamos com o preço do camping: 45 por pessoa! Mas como ficamos 2 noites ela deixou por 40...

 

Dia 5 – Quarta-feira – 07/junho

Às 8h já estávamos partindo para a trilha desse dia: chegar a Aventureiro com desvio pela Gruta. Nos informamos e havia uma trilha para Provetá saindo da praia Vermelha e fomos confiando nessa informação. Começamos a trilha e logo depois da praia de Araçatibinha, há uma bifurcação que está marcada com placa. Fomos direto rumo praia Vermelha e cerca de 50 minutos depois estávamos na praia Vermelha. Lá pedimos para um casal se podíamos deixar nossas mochilas enquanto íamos até a Gruta do Acaiá. A trilha para a Gruta começa no final da praia subindo uma escada, no final da escada, em um pé de jaca, há uma placa escrita Gruta, vire à esquerda e siga. A partir daí não tem erro é só ir reto nessa trilha, haverão outras bifurcações mas não as pegue. A trilha começa num subidão e depois fica subindo e descendo. 50 minutos depois chegamos num portão, o abrimos e fomos chamando. Aí apareceu o moço que cuida da Gruta que nos acompanhou lá dentro. O dia não estava com um super sol, mas ainda assim é espetacular o efeito da cor da água. Ele disse que da pra levar snorkel pra olhar os peixes que ficam ali, infelizmente não estávamos com o nosso. Novamente não perguntamos o preço na entrada e fomos apunhalados com a cobrança de 20 reais por pessoa! Ainda tentamos argumentar, mas foi esse o valor pago :oops:

Voltamos para a praia Vermelha, lanchamos numa lanchonete que havia acabado de abrir e que fica na praia mesmo. Pegamos nossas mochilas e partimos para a praia de Provetá. Fomos alertados que a trilha era puxada e não nos mentiram: 45 minutos de uma subida íngreme! E mais 45 minutos de uma descida com pontos bem íngremes, e chegamos na praia de Provetá. Essa trilha começa depois das casas da praia Vermelha, há uma escada que leva a essas casas e depois já vira uma trilha. Todos lá conhecem a trilha, que está bem aberta.

Em Provetá aproveitamos pra tomar um sorvete, comprar mistura (frango, que era a única coisa que tinha no mercadinho) e pães. Há uma padaria lá que vende vários tipos de pães e frios. Depois fomos para a parte mais aguardada: a subida para Aventureiro. Mas depois da subida da praia Vermelha essa aí foi fichinha: demorou uma hora de subida, mas era bem menos íngreme e às vezes tinha uma descidinha para aliviar. Depois de quase 2 horas de trilha chegamos à praia do Aventureiro com uma lua linda! Em Aventureiro há vários campings e ficamos no camping do Luiz, 25 por pessoa.

 

Dia 6 – Quinta-feira – 08/junho

A idéia inicial era ficar esse dia de boa no Aventureiro e no dia seguinte pegar um barco para Parnaióca, mas como nos falaram que estava tranqüilo atravessar a praia do Sul e do Leste, resolvemos que faríamos isso. Mas só depois de curtir um pouco a praia ::otemo::

Primeiro queríamos já encomendar almoço, mas no camping do Luiz a cozinheira chegaria tarde e só serviriam depois das 14h e seria já tarde para irmos pra Parnaióca. Fomos então aos dois restaurantes que há na outra ponta da praia e nenhum estava aberto, por volta das 11h a dona de um deles chegou e conseguimos encomendar nosso almoço. Aproveitamos a manhã para entrar na água, fazer snorkel, ir ao Mirante do Espia (no canto da praia continuar o caminho e subir as pedras e continuar por cima delas, no final vai ter uma escada de canos de PVC. Fácil de ir e com uma visão muito bonita da praia.

Depois do almoço seguimos rumo à praia de Parnaióca via Costão do Demo e praias do Sul e Leste. A caminhada toda durou 3 horas, sendo que uma hora foi a trilha entre as praias e a Parnaióca. O Costão do Demo foi muito mais tranqüilo do que achei que seria realmente é íngreme, mas apenas deve-se ter cuidado para não pisar nas partes molhadas para não escorregar, em 20 minutos havíamos o cruzado. Depois segue-se por quase uma hora na areia. No final da praia do Sul há uma ilhota que divide as duas praias. Há uma trilha que liga as duas praias, no dia em fomos haviam recolhido lixo da praia e havia um grande número de sacos de lixo a trilha começava bem ao lado desses sacos. Depois de fazer essa pequena trilha, cruza-se a praia do Leste e começasse a trilha que levará a Parnaióca. Depois de mais uma hora de trilha chegamos a Parnaióca.

Na Parnaióca há três campings, ficamos no primeiro, de quem vem do Aventureiro, o do Silvio. Ele cobrou 25 por pessoa, e o achei bem simpático e solicito, inclusive forrou o chão com colchão para armarmos a barraca em cima!

Antes de dormir fomos dar um mergulho na água gelada e vimos a lua mais linda da viagem nascer...

 

Dia 7 – Sexta-feira – 09/junho

Acordamos cedo e partimos rumo a Dois Rios. Para o inicio da trilha atravessasse o camping da Janete, e logo há uma placa indicando o caminho. São 3 horas de trilha com uma subida íngreme no começo e depois uma trilha suave terminando ao lado do Ecomuseu da Ilha Grande, que funciona onde ficava o presídio de Dois Rios. A entrada é franca e os funcionários atenciosos, vale ficar um tempo olhando e tentando conhecer um pouco da história da Ilha Grande. Depois de passar no museu fomos dar uma olhada na praia e passamos num restaurante em que estava servindo almoço.

Depois do almoço, demos inicio a ultima parte do dia: a ida até Abraão. A partir de Dois Rios a trilha vira uma estrada de terra, mas no caminho até Abraão há dois atalhos para diminuir um pouco a caminhada. Depois de uns 30 minutos do inicio haverá uma placa indicando Abraão e uma pequena trilha pode seguir a trilha e sairá mais a frente. Depois que voltar a estrada e já estiver na parte de descida bem em uma curva haverá uma placa preta de metal a sua direita, na qual não se lê mais nada, ao seu lado há uma trilha bem íngreme. Esse caminho leva até Abraão, na parte mais a direita da praia. Esse atalho é antes da entrada para o Pico do Papagaio.

Depois de 2 horas de caminhada chegamos a Abraão e decidimos que merecíamos uma pousada! Aí foi jantar e descansar.

 

Dia 8 – Sábado – 10/junho

A idéia era fazer a última parte da volta T10, T11 e T12, passando por Lopes Mendes e indo até o Farol de Castelhanos. Como resolvemos dormir mais e tomar um belo café da manhã resolvemos cortar uma parte da trilha e ir até Palmas de barco. Pagamos 40 ida/volta e como o preço para ir até Pouso era o mesmo fomos até Pouso  De Pouso até Lopes Mendes são uns 20 minutos de trilha e ainda dá pra conhecer a praia de Santo Antônio. Perguntamos há algumas pessoas na praia de Lopes Mendes sobre a trilha até o Farol e nos informaram que a trilha deveria estar muito fechada e que demoraria umas 2 horas, só a ida, e não tínhamos esse tempo. O tempo estava feio, ventava muito, e infelizmente acabamos voltando cedo. Mas na ida tivemos uma bela surpresa: vários golfinhos passaram por nós!

 

Dia 9 – Domingo – 11/junho

Para o ultimo dia de viagem o plano era ver o sol nascer no Pico do Papagaio. Para tal acordamos às 2h30 e às 3h saímos da pousada rumo a trilha. A trilha começa rumo a Dois Rios pela estrada de terra e uns 15 minutos depois do começo da estrada de terra haverá uma placa à direita indicando o inicio da trilha para o Pico do Papagaio. A trilha foi mais tranqüila do que achei que seria, demoramos cerca de 3 horas para chegar ao cume, sobe-se bastante, mas ela não é super íngreme o tempo todo. No final há uma corda, mas é trecho tranqüilo, talvez a corda seja mais útil em dias que teve chuva, pq deve ficar bem escorregadio. Durante toda a trilha há algumas placas indicando o Pico e na parte final há algumas setas feitas nas árvores e nas pedras. Conseguimos chegar a tempo de ver um lindo nascer do sol. E assim nos despedir dessa ilha maravilhosa!

Em cerca de 2 horas fizemos a trilha de volta e ainda conseguimos pegar o café da manhã na pousada. Na parte da manhã descansamos e a tarde fomos a praia Preta, que fica em Abraão ainda. Pegamos a lancha das 17h e ficamos até às 22h esperando nosso ônibus na rodoviária de Angra.

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  • 3 semanas depois...

  • Membros

Oi Taiza!

Que bom q o relato aguçou sua vontade, a Iha Grande merece muitas visitas! Então sobre gastos levei 100 para cada dia e foi o suficiente. Cozinhamos nossa janta em 3 dias e levamos lanches e café da manhã de casa. Os campings lá não são baratos. E em uma das jantas pagas ousamos e comemos vieiras :)

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Nossa q top... mas confesso q cansei só de ler, já imaginando todas trilhas....

deixa eu te perguntar, percebi q tem poucos relatos recentes da ilha, eu estou querendo ir em setembro, tirando a hospedagem e os translado, quanto vc acha que se gasta por dia só para almoçar? Vamos ficar em uma casa e pretendemos tomar café lá e jantar na casa. Só almoçar fora mesmo... qual valor vc recomendaria para 10 dias casal ?

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Letícia, dá para fazer a volta ficando em pousadas, e/ou casa de caiçaras, ao invés de barraca? :?:?:?

 

Acredito que dê sim, em quase todas as praias vi pousadas: no Saco do Céu, no Bananal, em Araçatiba e no próprio Abraão também. Na casa em que fiquei no Bananal a dona também tinha um quarto de casal para hospedagem. Não tenho certeza de Aventureiro, pq não vi, mas acredito que tenha também. E na parnaioca também não vi, mas acredito que no outro camping (fiquei no camping do Luis, há mais dois campings nessa praia) haja quarto para dormir sim.

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Oi Letícia,

Muito bom o seu relato!!

Vou fazer essa trip com meu namorado agora em agosto....

Li em alguns relatos que algumas pessoas levaram pastilha de cloro... vcs levaram tbm? Realmente tem algum lugar la que não tenha água potável?

Obrigada pela ajuda!

 

Mariany levamos clorin (aquele "liquidinho" que usa-se pra levar verduras e tal). Pegamos água sempre nos lugares em que acampamos, na torneira mesmo, e colocávamos clorin na garrafa.

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Nossa q top... mas confesso q cansei só de ler, já imaginando todas trilhas....

deixa eu te perguntar, percebi q tem poucos relatos recentes da ilha, eu estou querendo ir em setembro, tirando a hospedagem e os translado, quanto vc acha que se gasta por dia só para almoçar? Vamos ficar em uma casa e pretendemos tomar café lá e jantar na casa. Só almoçar fora mesmo... qual valor vc recomendaria para 10 dias casal ?

 

Olha, em geral, achei a Ilha Grande meio cara. Mas se vc for ficar em Abraão dá pra encontrar restaurantes com diferentes preços, além do que, lá é possível usar cartão se for necessário. Eu levaria uns 50 reais por dia, pra não ter perigo nenhum de faltar dinheiro.

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  • 1 mês depois...

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      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
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      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
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      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
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           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
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      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

       
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    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Pra chegar em Ilha grande
      Fomos de Jundiaí pra SP (Rodoviaria do Tiete) 16,00
       Depois de SP para Angra 112,00 (sem taxa de conveniência pq comprei na rodoviária)
      Da rodoviária pegamos uber (7,00) pro cais. (da pra ir andando, uns 20 min)
      No cais compramos a travessia de barco rápido (90,00 ida e volta ou 50 cada trecho se comprar separado). Tem a opção de balsa que é 17 reais por trecho mas os horários são mais limitados (Angra-Ilha as 15h e Ilha angra as 10:30 se não me engano). O barco rápido faz o trajeto em 30 min mais ou menos, a balsa faz em mais ou menos 1h. Na volta acho que não compensa (se bater os horários) pegar o barco rápido, pqe ele fez uma parada em outra praia pra depois ir pra Angra, então deu o msm tempo da balsa. Se comprar o Barco rápido antecipado vc precisa deixar agendado o trecho de volta mas da pra re-agendar facilmente com o número do bilhete ligando no numero descrito tb no bilhete.
       
      Hospedagem
      Ficamos no Hostel Beach House, café da manhã ok, tinha café, leite, um suco que acho que é natural (diluído), pão, presunto e queijo (teve um dia que não teve), melancia e bolo.
      Os quartos são limpos, tem onde trancar a mala, fiquei num quarto pra 9 com um banheiro dentro do quarto (no final ficamos só em 3 pessoas no quarto pqe era baixa temporada na ilha). Custo é de 30,00 reais em dias da semana e 35,00 em fds. Hostel fica bem localizado, perto de mercado, farmácia, restaurantes (se bem que a vila é pequena nada é mt longe). Embaixo do hostel tem uma agencia de turismo
      http://bit.ly/Hostel_Beach_House

       
      Passeios
      Dia 1 - Lopes Mendes
      Fomos andando e voltamos de barco (20,00 barco rápido 15,00 barco mais lento)
      Tem a opção de ir e voltar de barco ou ir e voltar de trilha.
      A trilha é cansativa pqe sobe mt, e é relativamente longa (umas 2h30). A trilha é de mata fechada e tem 1 mirante basicamente (logo depois que terminar de subir tem uma parte de barro a direita, é ali que tem que subir). A trilha é longa então é bom ir de tênis.
       
      Dia 2 - Abraãozinho (lado norte da ilha)
      Fomos andando até a praia do abraãzinho (passa por varias praias até la, que são mais bonitas que a abraãozinho inclusive). Essa caminhada é de boa, vai beirando as praias.
       
      Dia 3 -  Passeio Praias paradisíacas 80,00
      Melhor Passeio na minha opinião, é um passeio que passa em várias ilhas de Angra (botinas cataguases, praia do dentista, lagoa azul (acho que é isso e tem mais uma que não lembro). Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, agua e macarrão (boia). as praias e ilhas são mto bonitas msm. o passeio foi feito de lancha com capacidade para umas 12 pessoas. (o passeio foi mt animado pqe tinha um carioca engraçadíssimo e uma galera animada na frente. Na frente o barco bate mais se o mar estiver agitado e o visual é melhor. Atrás molha mais caso o mar esteja agitado. Faz frio na volta desse passeio)
       
      Dia 4 - Cachoeira da feiticeira e tentativa de praia da feiticeira (lado sul da ilha)
      A trilha passa pela praia preta, antigo hospital (hospital p pessoas com lepra se não me engano, parece um presídio, mas não confunda com o antigo presídio que existia em 2 rios)
      a trilha não é tãão fácil mas é mais tranquilo que a trilha pra lopes mendes. No meio do caminho tem um lugar que a sinalização é estranha, acabamos pegando o caminho errado e não saímos na praia da feiticeira, saímos em uma praia do lado. Voltamos de barco (20,00) 
       
      Dia 5 - Passeio meia volta 100,00
      Passeio para em algumas praias mas os principais são Lagoa verde e lagoa azul, tem também a praia do amor (que fica de frente p onde gravaram alguma coisa do filme crepúsculo) gostei bastante do passeio mas preferi o “praias paradisíacas”. Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, água e macarrão (bóia) assim como o “praias paradisíacas”
       
      DICAS: 
      Leve tenis, muita coisa é feita de trilha e tênis vai tornar muito mais confortável as caminhadas
      Para os passeios de barco, de preferencia para os dias de sol, deixa o passeio/praias mt mais bonitos e a prática de snorkel ainda melhor.
      Lagoa azul e lagoa verde tem muita vida marinha, não deixe de praticar snorkel.
      Se sentir mt frio, leve blusa p os passeios de barco qnd estiver nublado (na volta pega mt vento)
      Existem diversos passeios, alguns feitos de escuna, que são mais baratos mas perde-se mt tempo navegando e passa em menos lugares. 
      O Hostel “Aquário” (http://bit.ly/2ueaRPF) da uma festa td noite, é de graça e só paga o que consumir.
      Alimentação vc acha de td, comi pf por 23 reais e moqueca (no restaurante lua e mar) que ficou 90,00 por pessoa (a comida é deliciosa e o ambiente bem massa, pegamos um prato que teoricamente é pra 2 e comemos em 3. Estávamos famintos e deu de boa)
      Comer no “Coruja” é um lugar que vende uma empanada SENSACIONAL, 8,00 e tem opções vegetarianas. lá tb tem promoção de 3 caipirinhas por 25 reais (varios restaurantes do lado tb tem)
      La tem mto estrangeiro, fui em setembro e tinha mt frances e argentino.
      Me disseram que em alta temporada os preços sobem MUITO, tanto passeios qnt restaurantes, hostel TUDO.
      O clima da ilha é meio Roots, não tem carro, é mt bom pra relaxar e fazer amizade. Achei a galera mt gente boa no geral.
       
      Contatos 
      Hostel beach house: http://bit.ly/Hostel_Beach_House
      Nativos turismo (onde fechei os passeios, fica logo em baixo do beach house)                                      24 99997 6382
       
      Quem quiser ver fotos ou tirar duvidas, me chama no instagram @caioviniciusaleixo (lá eu fico mais atento as mensagens)
       
    • Por Guia Claudia Lucia
      Beleza pessoal? Passando só para deixar contatos. Somos um grupo de trilhas no RJ, sempre haverá companhia para trilhar. Quando passar pelo RJ da uma olhadinha na nossa agenda, trilhas de segunda a segunda por R$25.
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