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Alcides

Huaraz

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Huaraz eh sensacional

estou no meu terceiro dia aqui e vou embora amanha de noite... nao deu pra conhecer tudo, era soh pra conhecer os arredores

 

conheci o Chavin, Pastoruri, Lago Churup e amanha vou pra llanganuco...

eh uma pena pq eu queria mesmo amanha eh a Laguna 69 que eh sensacional

 

com certeza voltarei pra fazer o santa cruz e L.69 num futuro nao muito distante

 

abracos

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Ei pessoal, ble?

 

pesquisei neste forum, mas vi pouca coisa a respeito: alguem pode informar sobre a pratica do esqui na neve, em Huaraz? visitei alguns sites, como Enjoyperu.com, mas não há mtas informaçoes sobre preços, locais etc.

 

Como tenho vontade de ver neve pela primeira vez na vida, e gosto de esportes meio exoticos, acho q era a melhor oportunidade de juntar o util ao agradavel.

 

Se alguem souber de alguma coisa, me avise kkkkkkkkkkkkkkkkk

 

valeu...

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Morei um semestre no Peru, em Lima e dei umas voltas pelo país.

Pasei por Huaráz e acabei ficando apenas um dia. Fomos num grupo de quatro, um argentino que já tinha decidido que iria ficar por lá, eu, outro brasileiro e uma norueguesa. Infelizmente a Norueguesa e o brasileiro meu amigo estavam mais interessados no equador, destino final da viagem, perdi a votação pra ficar mais tempo por lá. Vendo aquelas paisagens não consegui entender o porque desta cidade estar fora dos roteiros dos brasileiros (talvez a grana e o tempo curto).

Apesar das lindas paisagens e da infinidade de roteiros de trekking o que mais me impressionou foi mesmo o templo Chavin de Huantar, que para alguns antropólogos peruanos é tão ou mais importante que Machu Picchu dado que a civilização Chavin foi a primeira considerada organizada do Peru.

Enfim, passei para dar mais um voto positivo a Huaraz e fazer uma correção:

Além do mais para ir por terra de Machu Pìchu a Lima tem dois caminhos dispendiosos: Via Arequipa, ou seja, você tem que retornar umas 24 horas ao sul para depois subir mais 24 horas ao Norte até Lima. Outro caminho é seguir de Cuzco para Lima atravessando toda a Cordilheira passando por Ayacucho (Sede do Sendero Luminoso) e Huancayo, mas aí me disseram que leva uns quatro a cinco dias,ficando mais caro do que o avião (em linha reta 50 minutos).

 

Fiz este caminho 3 vezes (ida pra Lima, volta pra Lima e a terceira numa segunda viagem para o Peru, de Cusco a Lima) e demora 24 horas, se o ônibus não quebrar.

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Oi Pessoal,

 

Estou planejando uma viagem ao Peru/Bolívia na segunda quinzena de julho. Não tinha incluido Huaraz no roteiro e depois de descobrir e ler o tópico todinho fiquei interessadissimo. Só tenho uma dúvida: é julho. Como é o clima nessa época, além do óbvio frio do inverno? As paisagens são bonitas, os passeios acontecem, o parque fica aberto??? Ou seja, nessa época do ano, vale a pena alterar o roteiro pra incluir ou não?

 

Obrigado!

Paulo

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Oi Pessoal,

 

Estou planejando uma viagem ao Peru/Bolívia na segunda quinzena de julho. Não tinha incluido Huaraz no roteiro e depois de descobrir e ler o tópico todinho fiquei interessadissimo. Só tenho uma dúvida: é julho. Como é o clima nessa época, além do óbvio frio do inverno? As paisagens são bonitas, os passeios acontecem, o parque fica aberto??? Ou seja, nessa época do ano, vale a pena alterar o roteiro pra incluir ou não?

 

Obrigado!

Paulo

 

Paulo, sugiro que utilize a ferramenta de busca, voce tem a opção de buscar apenas neste tópico. Usando palavras chave como "julho" ou "inverno" com certeza vai encontrar as repostas.

 

Caso ainda tenha alguma dúvida que não tenha sido respondida no tópico é so perguntar ::otemo::

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Oi Paulo (xará!)

 

Como eu havia dito, já tinha lido todas as 8 páginas do tópico. Refiz a pesquisa e tem, sim, duas pessoas comentando o assunto. Mas uma perguntava o que havia lido em outro lugar (que não seria indicado) e outro falava, mas na condição de quem ainda pretendia ir. E ambos em maio de 2009.

 

Perguntei porque alguém pode ter ido lá nessa época e que possa responder definitivamente a dúvida, pra mim, que permanece.

 

De qualquer maneira, obrigado pela ajuda.

 

Abraço!

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Cara, inverno por lá é alta temporada e melhor epoca pra fazer esportes de montanha por causa do clima mais estável. Mesmo que não pretenda fazer trekking ou andinismo é uma boa época porque a chance de pegar clima ruim é menor.

 

Por outro lado os preços sobem e o Parque fica mais cheio.

 

Eu gosto de pegar início/fim de temporada porque voce ainda pega a janela do clima e as trilhas nao ficam tão cheias, mas se você tiver apenas julho como opção pode ir tranquilo que é uma boa época.

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Oii !

 

Eu sou nova no site e estou me preparando para meu primeiro mochilão com um amigo pela América Latina, em julho agora

Eu pretendo sair de São Paulo, e ir direto pra Lima. De lá, eu pegarei um onibus para Huaraz e gostaria de fazer um trecking nessa região.

Quais vocês recomendam? o que eu preciso levar? Por qual agência? Dá para eu fechar o passeio direto na agência quando estiver na cidade, ou preciso reservar antes?

 

Obrigada,

Paula

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Oii !

 

Eu sou nova no site e estou me preparando para meu primeiro mochilão com um amigo pela América Latina, em julho agora

Eu pretendo sair de São Paulo, e ir direto pra Lima. De lá, eu pegarei um onibus para Huaraz e gostaria de fazer um trecking nessa região.

Quais vocês recomendam? o que eu preciso levar? Por qual agência? Dá para eu fechar o passeio direto na agência quando estiver na cidade, ou preciso reservar antes?

 

Obrigada,

Paula

 

 

Dá pra fechar tudo lá sem problemas. Eu fiz o Llanganuco-Sta Cruz, de 4 dias e 3 noites, e a agência incluiu tudo. Se você levar seu equipamento, no entanto, acredito que pode conseguir algum desconto sempre. Qual trilha vc vai fazer depende muito de quantos dias você tenha. Outro bastante popular - mas que não fiz - é o chamado Huayhuash, bem mais longo do que o que fiz. Chegando lá, você vê quais são possíveis nessa época e escolhe de acordo com seu tempo, mas cuidado também com o soroche, pq sair de Lima direto pra Huaraz, você provavelmente vai sentir, então pega leve nos primeiros dias porque essa é a região mais alta do Peru. Se quiser contratar um guia, em vez de agência, recomendo o Juan - [email protected]

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    • Por Ro St
      Junto-me ao "coro" de agradecimento aos relatos que li aqui e que me ajudaram a evitar perrengues e tomar decisões quanto ao roteiro e afins.
      Juntamente com o meu namorado, fui pro Peru do dia 06/06 à 15/06.
      Comprei as passagens GRU X Lima (meu namorado mora no Vale do Paraíba, eu moro no RS), na primeira semana de Dezembro, por 8500 pontos Multiplus o trecho para cada um + R$ 500 no total das taxas (4 trechos).
      Compramos as passagens de Lima X Cusco no site da LCPeru por 180 soles peruanos, cada trecho, diretamente no site da Cia. Não deu para comprar pelo cartão de crédito, daí foi feito pelo SafetyPay. Esta compra foi feita no mês de abril, quando havíamos definido totalmente as datas do roteiro da viagem.
       
      Estava decidida a comprar as passagens internas com Cia Peruana pq os preços da Latam e da Avianca eram muito maiores. Sabia que corria pouco risco dos vôos serem atrasados/cancelados (como é a fama quando se voa por estas Cias) em razão da época (inverno ser mais seco) e pelos horários dos vôos (li aqui, e em vários outros blogs que o problema é no aeroporto de Cusco -  se pousar ou decolar após às 17h, a chance de ter alteração é enorme).
      Eliminei a Viva Air (Viva Colômbia), pois vi que era a pior dentre as nacionais. Pelo o que li, a Peruvian seria a melhor, mas não tivemos stress com a LCPeru.
      Voamos nos 2 trechos com aviões Boeing 737, com direito a uma mala despachada de 30Kg para cada um (a minha deu exatos 10Kg). Lanches bem básicos (pacotinho de nuts variados) com direito a Inka Kola.
      Passeio para o Valle Sagrado: fizemos o tour completo (Chinchero, Maras, Moray, Ollanta e Pisac +Salineras) mas SEM ALMOÇO por 40 soles por pessoa. Levamos lanche!
      Ida para Machu Picchu: acabamos indo e voltando com o trem Vistadome da PeruRail por US$ 40 o trecho (Cyberday promotion), comprados no final de Abril.
      Ida para Huaraz: fomos pela MovilTours na opção "Ejecutivo Vip" por 45 soles peruanos o trecho, para assento de reclinação de 160 graus. O preço  normal para este tipo de assento/serviço é 65 soles, mas comprando com certa antecedência consegue-se encontrar alguns assentos promocionais.
       
      Terminada a informação sobre o investimento financeiro, irei tecer brevemente sobre o nosso roteiro e outras dicas e percepções, mas procurando evitar o óbvio.
      DIA 06/06
      Vôo GRU X Lima: saída às 7h40min (aguardamos em torno de 30min dentro do avião para poder decolar em razão do FLUXO aéreo, cfme explicação do piloto). Resultou em 1h de atraso na chegada: pousamos ao meio-dia em Lima. Avião super confortável ( poltronas no formato 2-3-2).
      Vôo Lima x Cusco: saída às 14h40min (atraso de alguns minutos no portão de embarque - fomos de bus até o avião).
      "PERRENGUE": Reservei todas as minhas hospedagens pelo Booking, que informava que a hospedagem de Cusco ofereceria transfer. Escrevi mensagem para eles ainda em SP. Acessando os 30min de wifi free do Aeroporto de Lima, e não haviam respondido. Chegamos em Cusco e... Não tinha wifi free e nada de transfer. Pagamos 25 soles para um taxista fazer a corrida até o bairro de San Blás.
      "RECOMENDO": Jantamos no SUMAQ II, na Calle Siete Angelitos - nosso restaurante em Cusco. Barato, sem movimento, pizza em forno a lenha. Pão de alho e massa da pizza feitos artesanalmente e de forma excelente. Wifi bom tb. 
      07/06
      Compramos os ingressos para Machu Picchu no "escritório" do Ministério da Cultura do Peru em effectivo (em soles, sem taxa extra nenhuma). Fiquei monitorando pelo site oficial a disponibilidade dos ingressos e, deu certo.
      "RECOMENDO": Mês de Junho é cheio de comemorações em Cusco. Pegamos vários eventos tri em razão do Corpus Christi, concurso de dança das escolas infantis de todo o Valle (ainda tem o Inti Raymi no "solstício do inverno").
      Passeamos por Cusco mas sem entrar nas opções pagas de museus,etc. Só compramos o boleto parcial (70 soles por pessoa).
      "DETALHE IMPORTANTE": Fizemos a carteirinha internacional pq estudante paga metade no boleto "general" (o mais completo), mas tem a mesma regra que M.P.: só até 25 anos! pqp!!!!  E tem outra: li aviso lá no Cosetur, que a carteirinha da ISIC (que nós fizemos) não teria mais validade nos próximos meses!
      08/06
      Fizemos o tour pelo ValleSagrado, mas sem entrar no Parque A. de Ollanta, pois pernoitamos naquela cidade, daí curtimos o acervo na manhã do dia 09/06 com toda a calma do mundo! Pq como vários relataram, é pouco tempo para contemplar e tirar fotos durante o tour grupal. Fora que, de manhã estava vazio!!!! (além dos tours grupais serem de tarde, a Copa do Mundo diminuiu mtooo o movimento lá na região!
      "DICA": se puderem ir lá pra Cusco/M.P. durante algum evento mundial importante (Copa/Olimpíadas) será ótimo! Nada de empurra-empurra, tumulto, dificuldade pra enquadrar fotos... oh maravilha!!!!
       
      09/06
      Ollanta de manhã, e de tarde pegamos o trem às 14h. Ollanta é muito agradável, mas bem pequena, com poucas opções de gastronomia (após às 21h, ao menos). De tarde pegamos o trem - confortável, pontual, etc.
      Ao chegarmos em Águas Calientes, encontramos a galera que reserva hospedagem por agência aguardando ser chamado... Meio ruim isso!
      Jantamos o prato menu (como em quase todos os dias no Peru) por 12 soles apenas! E com direito a Pisco Sour dupla gratuita! Pq? Copa do Mundo! Poucos turistas, vários restaurantes... É galera do "mete a faca no turista"! Nos mercadinhos os preços se mantinham exorbitantes, mas estavámos bem preparados. Só queria ter comprado BANANA (plátano) pois li no blog ApureGuria, que isso atraia as ilhamas em M.P.! Mas 1 sole por 1 plátano.. não!
      10/06
       Subida pela escada inca: mais do que dor nos joelhos pelos quase 35 anos "de velhice", senti minhas coxas "ficando pelo caminho". Me apavorei comigo mesma, ao ter que parar várias vezes para descansar, mas conseguimos fazer o trajeto em 1h10min! 
      Não pegamos guia, segundo informações que colhi, só o pessoal dos grupos das agências não conseguem escapar. Se fez falta/se foi melhor, acho que é questão de opinião pessoal. Pesquisamos sobre a historia de M.P. antes da viagem. Enquanto a galera dos grupos guiados tinha poucos minutos para tirar fotos dos lugares, quase zero de tempo para contemplar a energia "em paz", nós tivemos, e muito! Saímos às 10h40min, tendo feito as 2 voltas no parque. Sentado um pouco para lanchar. Explorado tudo o que tínhamos à disposição (não pegamos nenhuma montanha). 
      Na saída começou a chover. Uma garoa, mas constante. Não descemos muito rápido para evitar escorregões na escadaria, mas deu uns 45-50 minutos.
      Só na estação do trem é que fui ao WC. Ah! Sou alérgica a borrachudos, passei repelente, mas não senti nada de mosquitos querendo incomodar. Como pegamos o trem às 13h30min, chegamos cedo em Ollanta e fui tranquilo voltar de "colectivo" até Cusco (10 soles).
      "SOBRE AS  VIAGENS COM O TREM": é disponibilizado wifi... Que era ótimo, rápido! 
      11/06
      De manhã compramos alguns souvenirs e de tarde pegamos nosso vôo para Lima. Gastamos aproximadamente 5h no aeroporto de Lima (bus para Huaraz era às 23h30min - coloquei baita margem de segurança), usando o wifi do Starbucks, e tb resolvendo um PERRENGUE!
       
      "PERRENGUE": no dia anterior à saída do Brasil (05/06) recebo e-mail automático da Latam - nossa volta teria um atraso de 12 HORAS!!!! (vôo da volta seria às 23h30min de 15/06 com escala de uns 40min em Assunção). Só que o vôo "novo" sairia às 24h de Lima. E vôo saindo de Assunção às 5h40min não "existia" mais, e sim, só às 3h da madrugada (o que era inviável), ou às 17h - resultando numa chegada às 8h DA NOITE, quando inicialmente seria às 8h DA MANHÃ do dia 16/6.
      Escrevi no Twitter, no Facebook da Latam... expliquei que só teria wifi e em poucos momentos durante a viagem... Esperei por 1 semana para que tivessem a competência de resolverem. Nada! Escrevi minha reclamação no ReclameAqui. Entretanto, usei o tempo ocioso para buscar o guichê peruano da Latam. As atendentes alegavam que não poderiam remarcar os vôos por ter comprado por pontos. Mas, com mta insistência, e mostrando os e-mails de confirmação da época da compra com essa diferença absurda, elas resolveram o problema! Pegamos vôo direto, saindo às 24h30min de Lima! Então, salvem sempre suas negociações com print de tela e tal para estarem munidos!!!!
      12-14 de Junho
      Chegamos em Huaraz às 7h e o Scheler (Artizona Trekking) nos buscou e levou até o nosso hotel.
      O check-in só seria permitido a partir do meio-dia, mas em razão do Scheler ter bom relacionamento com os donos do hotel, pudemos fazer check-in mais cedo e comer o desayuno.
      Assim como em Cusco e Ollanta, espirrava muita água do chuveiro (ducha) e emporcalhava o chão sem pano/toalha.
      Ficamos espantados, negativamente, com a sujeira vista pelas ruas de Huaraz. Nosso hotel ficava localizado na Av. 27 de Noviembre, a umas 2 quadras da avenida principal (da Plaza de Armas), tinha muiiito movimento de motocars, collectivos, carros, buzinas... Consideramos a cidade de Huaraz tb a mais barulhenta em relação as milhares de buzinadas ouvidas enquanto se caminha pelas calçadas (todo  mundo parece ser Uber com seu próprio carro lá - não vimos bus pelas ruas da cidade).
      Tirando isso... nossos 2 passeios feitos - o Glaciar Pastoruri e a Laguna 69 foram maravilhosos!
      A caminhada até o Glaciar é curta, mas por causa da altitude, e pelo nariz escorrendo pelo friozinho, foi "puxadinho".
      A caminhada para a Laguna 69 é bem mais longa, mas é muiiiito bonito o caminho, e não possui apenas pontos de subida. Mas cansa bastante!
      Na volta tomamos banho no hotel (pagamos 10 soles por pessoa pelo "late check-out"), jantamos e fomos para mais uma viagem de bus com assentos reclináveis de 160 graus.
      Ah! Jantamos guacamole (com feijão preto junto - delicioso!) e um sanduíche quente para cada um no Café Andino (Jirón Simón Bolívar). Foi indicação de outros brasileiros que conhecemos durante o hiking, pois havíamos comentado sobre nossa avaliação "mediana para não-boa" dos restaurantes de Huaraz que havíamos pesquisado). 
      Como estávamos extenuados pelo hiking, nesta viagem dormimos até Lima "apagamos"!
       
      SEGUE IMAGENS DO CAMINHO ATÉ A LAGUNA 69
       
      Em Lima, "matamos" umas 5h no aeroporto, até que pudemos despachar as nossas malas, e daí partimos para Miraflores para explorar um pouco a cidade.
      Comemos Ceviche e um Arroz com Mariscos delicioso por 40 soles (Calle Berlim, ao lado da Casa de Ceviche, um restaurante que nem aparece no Google... Tapadita/Tarapadita... a atendente foi muiiiito atenciosa explicando os pratos!). Além disso, comemos este combo para 2 pessoas (um combo para 2! perfeito!).
      Fomos a pé no Parque del Amor e no Larcomar.
      Na volta...ninguém queria nos levar para o aeroporto... tudo em razão do alto tráfego! Com muita súplica, consegui um "Uber" por 40 soles (ele queria 70). Tinha alguns que nem faziam preço, ao informarmos que queríamos ir ao aeroporto já negavam a corrida!
      "DICA": evite ao máximo os horários de pico para se deslocar em Lima! (era uma sexta-feira, 19h).
      No vôo de volta ao Brasil (Lima x GRU) tivemos a desagradável surpresa do avião ser um usado nas rotas nacionais - assentos no formato 3-3-3, que reclinam pouco, sem tela de entretenimento... E a janta/lanche era "alguma coisa parecida com um tabule" e frango - frio (!!!!), um pedaço de bolo, 3 torradinhas  e um potinho de cream cheese.
       
      OPINIÕES FINAIS/ "DESCOBERTAS":
      *** Se quiseres fugir dos custos do cartão de crédito, boa notícia: em todos os lugares aceitava pagar em dinheiro - alguns em dólar, inclusive.
      *** Alguns restaurantes/lojas/hospedagens e o Scheler (passeios em Huaraz) cobravam uma taxa de aproximadamente  5% se usasse o cartão de crédito!!!! 
      *** Não sei como foi para os outros mochileiros que contrataram os passeios com o Scheler em Huaraz. Mas para nós, foram outras 2 agências que noas levaram (no mesmo esquema do tour do Valle Sagrado - turistas de várias agências). Inclusive, na volta da Laguna 69, o guia/agência não deixou a galera nas suas respectivas hospedagens. Todos tiveram que descer em frente da "oficina" da agência, a uma quadra da Plaza de Armas. Pra nós até era perto do nosso hotel, mas pra quem estava longe, foi uma baita sacanagem depois do cansaço físico do hiking!!!
      *** Vários relatos me ajudaram na montagem do roteiro, mas para mim, o melhor foi do Ronald Zirbes (
       
      *** Levei R$ 500 que troquei em Cusco, mais US$ 580. Já havia comprado antecipadamente as passagens GRU X Lima (pontos Multiplus- 8500 pontos por trecho+R$ 250 de taxa para cada um), os trechos Lima X  Cusco por SafetyPay, as passagens de trem e de bus (Huaraz) por cartão de crédito mesmo (direto nos sites). Só paguei em cartão de crédito algumas hospedagens (uns R$ 400) e restaurante (uns R$ 150), porque ficamos com receio que acabasse a nossa grana em espécie. No final, voltei com 100 dólares e 25 soles peruanos! 
      *** Considerei muito satisfatório o nosso roteiro, apenas em Huaraz e em Lima saiu um pouco fora do imaginado.
      Dormimos mal no ônibus (não conseguimos descansar), daí a ideia que era, ir no dia 12/6 "direto" pro Glaciar, fazer a Laguna Churup por conta dia 13, teve uma pequena alteração. Dia 12/6 para descansar, dia 13 o Glaciar.
      Em Lima tb modificamos um pouco. Eu tinha  comprado o bus com a opção de parar na "rodoviária" da MovilTours que fica no distrito de "La Victoria", que é o mais perto de Miraflores. Mas meu namorado não estava afim de perambular com a mala dele, daí descemos na "rodoviária" Tomás Valle, e de lá fomos pro aeroporto, esperando o horário para poder despachar as malas. Até existe um guarda-volumes no aeroporto, mas era por hora/$ e ficaria caro...
      *** O aeroporto de Lima não tem mais terminais, como GRU e vários outros aeroportos brasileiros, assim, tinha muita gente para poucas mesas na praça de alimentação. E sem opção de salas de "espera" fora da área dos portões de embarque. Era difícil encontrar mesa/cadeiras.
      ***Fiz minhas reservas de hospedagem pelo Booking e não tive nenhum estresse com as acomodações.
      *** Nos sentimos seguros andando pelas áreas turísticas. Um pouco menos em Lima e Huaraz, mas na região do Valle Sagrado foi mto de boa! Isso que, dia 08/06 - dia do Valle Sagrado Tour, ficamos uns 30 minutos num paradero em Pisac (isso após às 18h, e já escuro), e em torno de 1 hora  no paradero em Urubamba aguardando locomoção. A locomoção entre Pisac e Urubamba foi uma van lotadaça por 4 soles. Já o deslocamento entre Urubamba e Ollanta (onde pernoitamos antes de ir para águas Calientes) foi de "Uber" compartilhado por 3 soles por pessoa!!!!!!
      *** Repito a dica de que, se puderem visitar a região de Cusco/M.P. durante um evento mundial, aproveitem, porque a muvuca é bem menor! E Junho é um mês de comemorações em Cusco!
      *** O guia do passeio para o Glaciar repassou uma dica que seguimos à risca, e reproduzo aqui: COMA CHOCOLATES PARA REPOR ENERGIAS GASTAS PELO ESFORÇO FÍSICO. MASSSSSSS, NA VOLTA! Ou, ao menos, quando estiveres no local destino (lá na contemplação da Laguna, por exemplo), PARA EVITAR ENJÔOS!
      *** Não achamos "tudo aquilo" Miraflores! Nada do que um bairro de bom padrão, assim como há em SP, em POA... Ah, lá o trânsito não era caótico. Aliás, que trânsito mais agressivo!!!! Trancam cruzamentos, carros/motos/ônibus/caminhões...vão "cortando a frente"... e isso é "normal" para eles! Fora a "proliferação" de ubers autônomos! Sinal de luz/buzinadas...quanta  poluição sonora!
      *** Os peruanos são maravilhosos, conseguem entender e se fazer entender com o Português, mas para pechinchar... algumas palavrinhas em espanhol ajudam bastante!!!!
       
      Acho que é isso, AMEIII o Peru! Quero voltar o quanto antes!
       
    • Por carlos.renan
      Com o atraso de quase um ano, estou deixando aqui meu relato dessa viagem que fiz em Julho de 2017 para Bolívia e Peru. Na época Lula tava solto e tinha acabado de ser condenado, brasileiros ainda não tinham feito Piedras Rojas ser fechado pra visitação, Game of Thrones S07 tava estreando na HBO (assisti na viagem inclusive) e Despacito tava bombando no mundo todo. Desculpe quaisquer erros gramaticais ou de concordância desde já, e se esquecer algo que você quer saber, pode perguntar aí embaixo.
       
      PREPARATIVOS PRÉ-VIAGEM
      Os integrantes da viagem são eu e minha namorada. Planejamos a algum tempo nos mudar pra Irlanda, economizando nosso dinheiro para ir, portanto nas alturas de Fevereiro/17,  ela vivia triste por que não íamos ver Machu Picchu antes de ir, que era um sonho antigo de nós dois, e provavelmente se desse certo na Irlanda, só conseguiríamos visitar essa maravilha do mundo moderno depois de uns 4 ou 5 anos, de acordo com nossos planos.
      Então em um final de semana desse fevereiro, a família dela ligou dizendo pra eu verificar uma passagem pra Cuiabá, onde parentes dela moram, para eles irem visitar. Ligaram pra mim porque sou uma espécie de agente de viagens independente e comunitário, sempre verificando pra parentada passagens. Não sei se outros mochileiros também tem essa funções voluntárias, podia tirar uma grana boa com isso. Ao verificar vi que realmente estava com uma promoção boa, a passagem estava muito barata. Achar algo de Macapá pra qualquer parte do Brasil com bom preço é muito difícil, muitas vezes tem que ter sorte, como foi esse caso. Então enquanto pesquisava pra eles as datas, me bateu um estalo de um relato antigo que tinha lido aqui uma vez, que falava de ir pra Bolívia por Cáceres, cidade próxima a Cuiabá. Na mesma hora a cabeça de viajante começa a ficar a mil, comecei a maquinar o percurso na cabeça, pensar se valia a pena, fazer cálculos, etc. Fiquei como a Nazaré. 

      Bolando roteiro e calculando gastos de um mochilão ainda imaginário
       
      Após verificar tudo mentalmente, fui ver a volta. Tinha na conta Multiplus uns 15 mil pontos, que sobraram de outra viagem, e 15 mil na conta de minha mãe, que tinha transferido do cartão de crédito, que é de meu uso. Então como quem não quer nada, fui pesquisar quanto estava custando passagens de Lima para Macapá, somente a volta. Pan, 14.000 pontos cada! Com essa nova informação a cabeça ficou a mil, compartilhei com a namorada a descoberta. A gente tinha que decidir rápido, por que a qualquer momento podia mudar a pontuação ou o preço da passagem.
      Por fim, por causa da passagem muito em conta, e o sonho de ver Machu Picchu, resolvemos "embarcar" nessa!!   Uhul, em um espaço de tempo de 2 horas, fomos de conformados a não visitar Machu Picchu, a ter Julho praticamente todo e alguns dias de agosto lá pras bandas dele. Euforia da viagem tomou conta, e passei a planejar furiosamente o roteiro e preparativos. Como tiramos a passagem com muita antecedência, tempo para se programar não faltou. Juntamos uma graninha, compramos algumas coisas que precisavam, outras já tínhamos do Mochilão feito para o Chile em 2016 (que também ainda não fiz relato, futuramente quem sabe). Abaixo terá a relação do que levamos em detalhes.
      Tudo pronto, fizemos o seguro viagem com a Real Seguros, que era a mais em conta, e já adianto que não precisamos utilizar os seus serviços, mas isso é uma coisa boa, melhor passar a viagem sem perrengues de saúde, pois como bem já dizia Paulo Cintura “Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa”. Agora vou falar de outra parada importante pra você se organizar pré-viagem. Como garantir que você não vai perder suas fotos tão queridas que você vai usar pra ter uma ideia do visual que viu ao vivo futuramente. Parece clichê falar mas as fotos não passam nem 50% da sensação que você tem ao presenciar tudo pessoalmente, todo o seu campo de visão preenchido por aquelas paisagens, a proximidade que você sente de montanhas e quedas d’água que nas fotos parecem estar muito distantes. Por isso, você tem que garantir que você terá as fotos para avivar sua memória, e também, para os que curtem as redes sociais de fotografia, compartilhar com quem quiser suas aventuras e conseguir aqueles likes. Para lhes safar dessa, o que eu  digo é o seguinte: Tenha mais de um Backup. O sistema que eu uso até agora nunca perdi uma foto de viagens, dá um trabalho mas vale a pena.
      Ele consiste no seguinte: Ao final do dia, quando você voltar para o hostel faça o Ritual do Backup. Minha câmera tem Wifi, então eu passava as fotos que bati no dia pro Smartphone, e nele eu tinha o App Google Fotos instalado (tem pra iOS e Android). Com ele você consegue fazer o backup de fotos e vídeos ilimitadamente (mantendo a qualidade original das fotos) para a Nuvem. Então eu botava o celular pra fazer o backup no wifi durante toda a noite, enquanto recarregava-o. Além disso, sempre que o Hostel tinha Computadores para uso dos hóspedes, ou tava com um tempo livre e via uma lan house, eu pegava os cartões de memória e passava todas as fotos batidas pro HD externo, que ficava sempre comigo na mochila de ataque. Pode fazer isso que é garantido não perder nada! Durante nossa viagem achamos no chão uma bolsa contendo vários cartões de memória e acessórios de um casal alemão, que entregamos após gritar perguntando de quem era. Eles nos agradeceram bastante, porque disseram que não tinham backup e se perdessem teriam perdido as fotos de toda a viagem praticamente, que já estava no final. Não corra esse risco, sempre tenha o backup seguro.
      Desde já também já me desculpo por não ser mestre em fotografia como alguns que já vi por aqui, caras muito bons mesmo que manjam demais e nos entregam muitas pinturas para nosso deleite. Eu não tenho tanta noção assim de coisas básicas, mas tento fazer o máximo com o que sei, acho que deu pra fazer umas boas fotos na viagem. Julguem.
       
      INFORMAÇÕES IMPORTANTES
      LEVAMOS:
      R$3.500 cada, mais 150 dólares por via das dúvidas, com cartões de crédito para emergências (que não foram muito utilizados, só para pagar um ou outro hostel que não cobrava a mais ou até dava desconto).
      Deu de boa, usando o TrabeePocket pra calcular os gastos é difícil ficar apertado. Você vai saber quando o dinheiro tiver acabando, aí só pensar no que ainda vai querer fazer, calcular a comida, etc, que você não vai passar fome nem ficar sem camisinha pra uma eventualidade (mas se for fazer trilha, favor levar a uma boa quantidade, pra não ter que ficar pedindo nas outras barracas no meio da noite) e acabar gerando um mochileirinho não-planejado.
       
      CÂMERAS UTILIZADAS:
      - Semi-profissional Canon Powershot SX530HS. É boa por que a lente é angular, e tem um zoom bomzinho. Pelo preço, foi um bom negócio.
      - Gopro 3
      - Motorola G4
      - OnePlus 3T
      Para edição das fotos, não manjo muito desses aplicativos complicados, então somente fiz ajustes no Snapseed mesmo, nada mais.
       
      O QUE LEVEI:
      Em mim: Doleira durante toda a viagem, que não tirava pra nada (até tomava banho com ela.. brinks) contendo:
      - Dinheiro
      - Cartões
      - Passaporte
      Uma doleira é INDISPENSÁVEL no Mochilão. Todo mundo fala isso mas não custa repetir.
       
      Na Mochila de Ataque (uma caselogic de notebook veinha que tinha aqui): - Câmeras mencionadas acima, menos o Moto G4
      - Acessórios diversos para as câmeras, como Tripé, bastão, etc
      1 - HD externo para Backup das fotos sempre que possível
      2 - Cartões de Memória
      1 - Lanterna led (recomendo as pra cabeça, lhe deixa com as mãos livres) e baterias
      1 - Fone de ouvidos
      1 – Tapa-olhos (Para dormir sem incômodos)
      1 - Tapa ouvidos (Mesmo motivo acima, pode ser usado fones de ouvidos intra auriculares também)
      2 – Óculos de sol (favor levar um com uma lente de qualidade, especialmente pro Salar, pois seu uso é praticamente obrigatórios pois as corneas queimam por algum fator que eu esqueci agora, reflexo da luz solar no chão se não me engano)
      1 – Par de Luvas
      1 – Toalha Quechua Ultra Absorvente
      1 - Kit Viagem com Shampoo e Condicionador 250ml
      1 - Bepantol
      1 – Desodorante Rolon
      1 - Escova de dentes e pasta
      1 – perfume em uma embalagem de viagem 50ml
      1 – Protetor Solar (No mínimo uns 30fps, na altitude o sol dói mais na pele, pondo da maneira mais simples possível)
      1 – Repelente loção (Spray talvez barrem)
      1 – Rolo de papel filme
      1 – Pacote de lenços umedecidos
      1 – Pente
      1 – Pasta com papéis como: mapas Salkantay, Passagens compradas antecipadamente de volta e Santa Cruz-Sucre e Seguro Saúde
      1 – Powerbank 10000mHa (muito importante, principalmente nos dias sem energia que passei no Salar de Uyuni e na Trilha Salkantay)
      2 – Cadeados (Para deixar suas coisas seguras nos lockers de Hostels)
      1 – Carteira com pouca coisa, pra enganar besta em caso de um roubo, ou furto etc.
      1 – Carregadores de todos os eletrônicos
      1 – Extensão/filtro de linha e adaptadores de tomadas (As vezes você terá somente ou duas tomadas para utilizar e vários apetrechos para carregar, então leve no mínimo um Benjamin)
      3 – Cartelas de Clorin para usar nas trilhas, porém já adianto que não foi preciso, sempre havia água disponível, mas nunca é demais previnir
      1 – Bolsa com uma grande variedades de remédios: Estomazil, Ibuprofeno, Imosec, Multigrip, Aspirina, Buscopan Composto, Clarimir, Diamox, Tylenol, Esparadrapo, Gaze, Algodão, Oftalbiotica, Plasil, Tesourinha, Serra de unha.
      Foi bastante pesada, depois de um tempo deixei o shampoo e condicionador no mochilão, além de alguns acessórios de câmera que sabia que não ia precisar e a extensão e adaptadores de tomadas. Mas não tava nada absurdo, deu pra levar ou eu me acostumei depois de um tempo.
       
      No Mochilão (Uma Quechua de 40L que comprei na Decathlon): 8 - Camisas/Camisetas
      1 – Calça Jeans (fui vestido)
      1 – Calça Moleton
      1 – Calça de trilha Forclaz Quechua modulável
      2 – Bermudas
      1 – Blusa Fleece
      1 – Calça Fleece
      1 – Blusa Moleton
      1 – Corta vento
      1 – Blusa Segunda Pele
      1 – Calça Segunda Pele
      1 – Tênis
      1 – Sandália
      1 – Bota Impermeável Timberland Flume Mid
      As roupas em camada são essenciais para o frio que faz, comprem tudo na decathlon que sim, é a mais em conta que tem em 95% das vezes. Eu não recomendo a bota da Timberland, apesar de se dizer impermeável, ela molhou na viagem, meus pés ficarem ensopados. Quando voltei entrei em contato com a Garantia (mesmo fora do período) e pedi meu dinheiro de volta. Depois de uma ameaça de Procon eles devolveram meu dinheiro. Não acho que esqueci algo muito importante, tudo me serviu muito bem na viagem. Planejamento é tudo, pensem bem no que vocês podem precisar, se informem nos diversos relatos que tem aqui para basear o seu.
      Abaixo uma foto da arrumação (ainda não saiu tudo aí, faltou coisa):

      Era véspera de viagem, não reparem a bagunça!
       
      Tudo pronto, planejado e organizado (viagem sem planejamento é privilégio de quem tem dinheiro, se você é liso como eu e quer aproveitar, faça-o), embarcamos para Cuiabá, onde não começa o relato (já que vou focar só na Bolívia e Peru) e termina o pré-viagem que falei até agora. Segue o roteiro padrão que seguimos, bem simples, lembrando que ele foi bastante personalizado, devido as situações pouco comuns de entrada e saída que tínhamos e também as prioridades de visitações. Foi tudo escolhido a dedo, então não sei se ele como um todo pode servir para pessoas que não moram no Mato Grosso, mas partes com certeza podem se encaixar com o seu. O importante é não engessar o seu ao que outras pessoas fizeram, e procurar fazer o que você acha que vai dar mais certo.
       
      ROTEIRO

      05/07/2017    Macapá > Cuiabá
      06/07/2017    Cuiabá
      07/07/2017    Cuiabá
      08/07/2017    Cuiabá
      09/07/2017    Cuiabá > Cáceres
      10/07/2017    Cáceres > San Matías > Santa Cruz
      11/07/2017    Santa Cruz > Sucre > Uyuni
      12/07/2017    Uyuni
      13/07/2017    Uyuni
      14/07/2017    Uyuni > La Paz
      15/07/2017    La Paz
      16/07/2017    La Paz
      17/07/2017    La Paz
      18/07/2017    La Paz
      19/07/2017    La Paz > Copacabana
      20/07/2017    Copacabana >Puno > Cusco
      21/07/2017    Cusco
      22/07/2017    Cusco
      23/07/2017    Cusco
      24/07/2017    Cusco
      25/07/2017    Cusco
      26/07/2017    Cusco
      27/07/2017    Cusco
      28/07/2017    Cusco > Machu Picchu Pueblo
      29/07/2017    Machu Picchu
      30/07/2017    Machu Picchu > Cusco
      31/07/2017    Cusco > Huacachina
      01/08/2017    Huacachina
      02/08/2017    Huacachina
      03/08/2017    Huacachina > Lima > Huaraz
      04/08/2017    Huaraz
      05/08/2017    Huaraz
      06/08/2017    Huaraz
      07/08/2017    Huaraz > Lima
      08/08/2017    Lima
      09/08/2017    Lima > Macapá
       
       

      Partiu terra dos Jajajas que tanto me fazem estresse nos jogos online!
       
      RELATO
       
      05/07/2017–08/07/2017 Cuiabá
      Nesses dias ficamos mais com a família e fizemos passeios pela cidade. Então, para manter o foco do relato a Bolívia e ao Peru, vou passar pra quando fomos pra Bolívia. Fiquem abaixo somente com uma foto que tiramos na Chapada dos Guimarães:

      Meme look at all the fucks I give.jpg
       
      09/07/2017-11/07/2017 – Ida para Uyuni
      Começamos nossa peregrinação onibulesca para Uyuni indo para Cáceres, de onde dia 10 pegaríamos um ônibus que nos levaria até San Matías, para que pudéssemos comprar nossa passagem para Santa Cruz de la Sierra. Já tínhamos a passagem de Santa Cruz para Sucre, e de Sucre iríamos pegar um ônibus para Uyuni. Pra quem quiser pegar esse caminho para entrar no Bolívia, você deve chegar em Cáceres (Vans da Meira Tur lhe pegam onde você estiver em Cuiabá, e lhe deixam em Cáceres), se dirigir a PF que tem lá, para informar sua saída do Brasil, eles lhe darão um carimbo e um papel para você entregar no retorno, então se dirija a Rodoviária e compre sua passagem para Corixá, onde fica a divisa com a Bolívia, fizemos como nos foi recomendado, chegando lá você verá vários taxistas só esperando sua ilustre presença, para lhe levar por uma estradinha de terra até San Matías, onde você deverá ir até a imigração e também fazer câmbio para pagar a passagem de ônibus.
      Troque somente o essencial, pois a cotação não vai estar muito boa. Não esqueça do principal na viagem: a arte de pechinchar. É assim que você se identifica como brasileiro nas viagens, porque os gringão dasoropa só perguntam o preço e pagam. Não faça isso, sempre há margem para um desconto sulamericano. Nós fazíamos uma estratégia good cop / bad cop, onde minha namorada ia na frente, perguntar o preço, e depois me dizia, e eu fazia aquela cara de quem diz que tá caro, e perguntava se não dava pra dar uma baixada. Quase sempre dava certo, então tenha isso em mente em todas as transações comerciais que fizer.
      Não vou me prender tanto na questão do câmbio, até por que as cotações já não estão as mesmas de quando fui. Para efeitos de conhecimento, levei 150 dólares e o resto todo em reais, pois na minha opinião perder 2 vezes ao trocar para dólar e depois a moeda local não valia tanto a pena na Bolívia. Já no Peru sim, então recomendo levar dólares para lá (se bem quem tá em crise lá agora, se pá deve tá bom reais também). Há várias postagens com dicas para câmbio, então não posso lhes ensinar mais que eles. No final da postagem vou deixar o que gastei nos dias que estou relatando, e desde já deixo a recomendação de um excelente aplicativo para você calcular seus gastos na viagem sem ter que ficar contando os borós onde chegar. É o TrabeePocket, nele você cria uma viagem com um período de tempo, e vai inserindo quanto tem, quanto trocar e tudo que gastar. Pra lançar na moeda local os gastos, você tem que comprar o premium do App, se não me engano são uns 8 reais somente. Vale muito a pena, pois inclusive é de onde agora, quase um ano depois, estou tirando os valores de tudo que gastei. Após você pode exportar seus gastos em forma de planilha, para consultar. Foi uma mão na roda. Com o andar da carruagem também vou falando outros apps que auxiliaram bastante na viagem. Infelizmente eu esqueci de botar no TrabeePocket os câmbios que fiz, então esse é outro motivo pelo qual não vou detalhá-los aqui.
      Retornando ao relato, chegamos na rodoviária, com pesos bolivianos trocados e o passaporte de entrada na Bolívia carimbado, eles também lhe dão documentos para guardar e devolver na saída do país, então baste cuidado com tudo isso, deixe sempre na doleira, ou em um compartimento seguro da mochila de ataque. San Matías é uma cidadezinha com estrada de chão, então tem muita poeira por lá, e o SOL também não dava muito sossego. Não é interessante, é bastante feinha, porém sem ela não chegaríamos a nossos objetivos de viagem, então não vou difamar a coitada. Compramos duas passagens para Santa Cruz, dois Salgadinhos, e ficamos lá, esperando nosso ônibus.
      Estava pensando aqui, e é engraçado que nos grandes centros turísticos de nossas viagens, é comum encontrar outras pessoas como nós, com mochila nas costas, talvez um bronzeado, aquela pinta mochileira. Já no começo da viagem, somos só nós, nos dirigindo aos lugares onde nos reunimos com os demais de nossa tribo. Isso é algo que sempre percebi e achei legal. Em San Matías nossa companhia nos ônibus eram trabalhadores rurais, vendedores de coca, e família Bolivianas, só nós dois e talvez mais um casal de turistas. Não é uma rota muito comum para entrar na Bolívia, nem muito confortável ou agradável, mas era o que tinha pra gente, então foi o jeito. Os perrengues fazem parte da rotina mochileira, e eu principalmente estava utilizando essa viagem também como uma espécie de prova de fogo que vamos conseguir nos manter na Irlanda. Eu pensava que se conseguíssemos passar aquele mês em 2 países novos, com todos os perrengues e cuidados inerentes ao mochilão, a Irlanda ia ser fichinha. Daqui pro final do relato vocês vão saber se a missão foi cumprida ou não.
      Bom acho, que por agora é só, no próximo capítulo vou narrar nossa chegada em Santa Cruz até Uyuni, e talvez o começo do Salar. Até lá!
       
      GASTOS DO DIA (lembrando que somos 2, então vou dividir o que gastamos e colocar o valor individual):
      09/07
      Suco E Laka Oreo – R$5
      Passagens Cuiabá-Cáceres – R$66
      Hotel Cáceres – R$35
      10/07
      Táxi para PF ida e volta – R$15
      Passagem Van Corixá – R$25
      Taxi para a imigração, câmbio e rodoviária de Santa Matías – R$20
       
       
       
    • Por peter tofte
      Relato do trekking na Quebrada Santa Cruz. Trekking fácil e tranquilo, mas que deve ser feito com alguns cuidados . Quem sabe incentive outros a fazer o mesmo roteiro conhecendo este país tão bonito que é o Peru.
       
      Antes de fazer o escrito, um relato fotográfico, para quem quer só imagens e não blá-blá-blá....
       
      Início da Quebrada Santa Cruz, em Cachapampa.
       

       
      Bonitas bromélias as margens do Rio Santa Cruz
       

       
      1º acampamento: Llama Corral.
       

       
      A bonita Laguna Jatuncocha, de água azul turquesa.
       

       
      Lupínios azuis. Exalam um perfume forte e agradável no meio do dia.
       

       
      Vou postando aos poucos, as fotos!
       
      Peter
    • Por Blog Macuxi viajante
      Huaraz   Depois do calor de Paracas, voltamos para o frio, dessa vez desembarcamos na cidade Huaraz. Chegar lá, não foi nada fácil, houve até pausa para decisão se a viagem seria feita ou não. O motivo da quase desistência? Leia-se:   Não existe o trajeto Ica para Huaraz. Então, o desembarque em Huaraz só seria possível de Lima. Ou seja, teríamos que sair de Ica para Lima, o que nos rendeu quatro horas de viagem. Esperamos duas horas e depois voltamos para estrada direto para Huaraz, sendo mais 8 horas de viagem. Ao todo foram 14 horas de viagem, bem pouco se comparando com a viagem anterior. Mas, o item da grana e o cansaço da maioria, estava pesando sob a decisão.   Fizemos o cálculo e no fim, se ficássemos em Lima, os gastos seriam os mesmo ou um pouco mais. Então, encaramos e fomos para Huaraz. O horário do trajeto era das 14h às 18h, sendo que às 17h nos serviram um lanche. E depois, chegando a Lima o trajeto foi 21h às 5:30 até Huaraz.   Transporte:   Cruz del Sur: Ica – Lima (49 soles); Lima – Huaraz (70 soles); Huaraz – Lima (70 soles).   Huaraz nos recepcionou com um frio de arrepiar a espinha. Mais do que Cusco com toda a certeza. Huaraz é uma cidade pequenina com um pouco mais de 80 mil habitantes. É famosa por ser entrada do Parque Nacional de Huascaran, com suas cordilheiras brancas. Basicamente, a cidade vive do turismo, mas tem exportação de minérios e agricultura. Até pouco tempo era desconhecida pelos brasileiros, mais vem sendo parte dos pacotes turísticos, por suas lagunas e montanhas, principalmente por mochileiros que gostam de aventura e desafios.   Ficamos três dias na cidade, mas a grana já curta, fez nos optarmos só por um passeio. Então descansamos no primeiro dia, passeamos no segundo e conhecemos a cidade no terceiro.   SMLXL   Ficamos hospedados no Hostel Akilpo. Por questões de logística e contratempos, ao definirmos o roteiro com datas, arrisca-se o fato de que nunca sabemos se tudo vai da certo, então, o pagamento de hospedagem antecipado, às vezes é obrigatório ou então reservar duas vezes o mesmo hostel com datas diferentes, como foi nosso caso (hehe). No caso, do hostel de Huaraz, chegamos no horário posterior do da reserva, então fomos obrigados a pagar a mais. A principio não gostamos muito, pois além do excedente, tivemos que pagar taxas extras. Estávamos cansados, e aquilo aumentou nosso mau humor, e tudo piorou quando soubermos que o grupo ficaria em quartos separados e o café não era incluso. Sentimos uma falta de organização tremenda e um pouco de falta de respeito. Mas, não tínhamos outra opção e no fim, sabemos lidar com a situação, tudo se organizou e no fim ficou tudo bem.   continuação >> https://vivianln04.wixsite.com/macuxiviajante/single-post/2018/04/13/Peru-25-dias---Parte-IV
    • Por Andersonramos
      Olá, mochileiros e mochileiras!
      A pedido de minha amiga, priscila dos santos, e também com a intenção de contribuir para quem tem vontade de ir ao peru, vou relatar a viagem que fiz do dia 18 de maio de 2017 até 28 de maio de 2017 a esse país maravilhoso, peru!
      Bom, primeiramente fiz uma pesquisa pela internet em diversos site, inclusive mochileiros.Com, obviamente, para encontrar atrações, preços de passagens, hospedagem, transportes no peru e como estaria o clima, pois isso já influencia nas roupas que vão na sua mochila. Após decidir o meu roteiro, que foi lima, huaraz, cusco e machu picchu, comecei a fazer as reservas das passagens e hospedagens.
      Ok, vou primeiro mostrar como foram gastos os r$3.000,00.
      Utilizei o site skyscanner para buscar as passagens aéreas mais baratas, e encontrei na empresa avianca. 04 (quatro) voos, são paulo-lima, lima-cusco, cusco-lima e lima-são paulo= r$1.345,00. Depois comprei as passagens de ônibus com destino a belíssima cidade de huaraz, ida e volta r$ 86,00, comprei pelo site do gran terminal terrestre plaza norte. Nessa cidade fiz um trekking a laguna 69, saindo um valor de r$ 45,00 já com a entrada no parque. Comprei o ingresso para a entrada a machu picchu com a subida à montanha waynapicchu, aquela montanha que aparece nas fotos clássicas de macchu pichu, por r$ 276,00, no site ingressomachupicchu.Com. Para ir a águas calientes, cidade onde fica machu picchu, fui de trem da empresa inca rail saindo da cidade de ollantaytambo, por r$206,00, somente a ida, pois a volta paguei apenas r$30,00 saindo da hidrelétrica e ficando em cusco. Fiz um tour saindo as 07:00 de cusco para conhecer um povoado em chinchero, posterior as salinas de maras e após moray, parando para almoçar em urubamba e após prosseguindo para o sítio arqueológico de ollantaytambo. Fiquei nessa cidade para ir de trem a águas calientes, o tour retornou para cusco, sendo que iriam passar em outro lugar chamado pisac. Esse passeio custou-me r$165,00, com um mega almoço incluso. Ahh pessoal, tenho como hobby corrida de rua, então corri a meia maratona em lima, paguei r$ 92,00.
      Como vocês viram, o valor está em r$2.245,00, os r$755,00 foi gasto com hospedagem em hostel, em média r$30,00 a diária com café da manhã excelente incluso, alimentação, que é super barata, pode comer bem por r$ 5,00, r$10,00, r$15,00 ou r$40,00, vai da sua preferência e visitas a museus que você se depara nas cidades.
      Muito bem, pessoal, agora um pouco da minha aventura.
      Saí de são paulo no dia 18 às 05:00 am, cheguei em lima às 08:00 am (lá é outro fuso horário são duas horas a menos). Peguei um táxi fora do aeroporto e paguei r$ 30,00 até o terminal plaza norte após uma pechincha, dentro do aeroporto era r$60,00. No peru os táxis não têm taxímetro, então você tem que negociar o preço antes, e se você pechinchar terá belos descontos, em tudo que for comprar. Chegando no terminal rodoviário plaza norte, almocei no mercado central, comi arroz com mariscos e ceviche, por r$ 5,00. Às 14:00 embarquei com destino a huaraz no ônibus da empresa oltursa, que até serviço de bordo tem, chegando ao destino final às 21:00. Aqui no brasil combinei o trekking à laguna 69 com o scheler (esse é o zap contato de +51 943 397 706), ao sair do ônibus lá estava ele com uma plaquinha com o meu nome, achei sensacional rsrs. Fomos para o hostel casa blanca e lá já paguei o trekking para ele e no outro dia ás 05:20 am na porta do hostel como combinado lá estava o ônibus que iria me levar ao início do trekking, que eu fiz na companhia da débora, uma brasileira de minas gerais que conheci logo no início da caminhada. Fizemos o percurso no total de 02h45m, paramos para tirar diversas fotos, mas algumas paradas para fotos era estratégia para descansar kkkkk, a altitude para quem não tá acostumado e complicado, mas chegando a laguna você esquece de todo sofrimento, o lugar é incrivelmente lindo, a cor da água é surpreendente e a neve na parte de cima deixa a visão mais encantadora. Façam o trekking laguna 69, não irão se arrepender. Retornei para o hostel às 19:00 pm, tomei um banho caliente, comi alguma coisa e fui para a rodoviária. Às 22:00 pm estava retornando para lima. Cheguei em lima no sábado às 06:00 am, paguei r$10,00 no táxi para me deixar no hostel, onde conheci mais um brasileiro e um chileno, que também iriam correr a maratona de lima, e um colombiano que esta na cidade a trabalho. Logo fizemos amizade, fomos juntos a pé até o parque das águas buscar o meu kit da corrida, de lá fomos de ônibus coletivo visitar o museo arqueológico de pachacamac, r$ 19,00 a entrada. Almoçamos lá mesmo e retornamos ao hostel às 19:00 pm. No retorno passamos no mercado para comprar uns ingredientes para o alan (colombiano), fazer uma bela macarronada (energia para a corrida do dia seguinte kkkk). Após jantarmos fomos descansar, pois iríamos acordar cedo para a corrida.
      Às 06:00 am já estávamos de pé se preparando para irmos a correr, no café da manhã já se juntaram a nós outros atletas, um uruguaio, um polonês e outro chileno. Fomos todos juntos até o local da corrida. O oscar (chile), correu 10km, eu(brasil rsrs), corri 21km e o adilson(brasil) correu 42km, quando nós três concluímos nosso percurso retornamos juntos ao hostel, acordar o alan que havia ficado dormindo rsrs. Depois de todos terem tomado banho, fomos almoçar em um restaurante ali perto do hostel, em san isidro, após almoçarmos retornamos para dá uma descansada da corrida. Às 17:00 pm estávamos com as "Baterias recarregadas" e fomo visitar uma pirâmide ali em san isidro, a pirâmide huala hallamarca, porém só conseguimos vê-la por fora da grade, pois já estava fechada a entrada. No retorno ao hostel, outra passada no mercado para o chef alan pegar alguns ingredientes para a nossa janta, dessa vez foram deliciosas " tortillas", acompanhadas de suco de laranja e a tradicional bebida peruana pisco sour. No dia seguinte nos separamos, o adilson voltou para o brasil, o oscar para o chile e o alan continuo em lima, pois ainda tinha trabalho lá, e eu fui para cusco, mais antes de embarcar (meu voo era às 15:00pm), fui conhecer a plaza de armas de lima, a catedral lindíssima, com suas passagens subterrâneas e as lojinhas.
      Cheguei em cusco às 17:30pm, paguei r$15,00 no táxi até o hostel inka wild, diária por r$18,00, muito aconchegante e café da manhã delicioso. Aproveitei para fazer um câmbio (em cusco é o melhor lugar para fazer câmbio, em lima paguei 0,94, águas calientes 0,90 e cusco 0,96), e fechar o tour chinchero-salinas-moray-ollantaytambo.
      No dia seguinte às 07:00am a van foi ao hostel me buscar para iniciar o passeio. Esses lugares citados são fantásticos, o guia sempre muito alegre nos dando uma aula de história, os cenários são incríveis. Chegamos em ollantaytambo ás 15:00pm e após visitarmos o sítio arqueológico de ollantaytambo, fiquei por essa cidade mesmo, pois no dia seguinte iria a partir dali para águas calientes.
      Assim eu fiz, às 11:30am embarquei no trem com destino a àguas calientes, chegando lá por volta das 13:00pm. Saí para almoçar uma deliciosa alpaca grelhada e depois conhecer a fantástica cidade, e como o nome já diz, águas calientes, fui conhecer essas águas termais, a entrada é r$21,00 e tem umas cinco piscinas com águas quentes, ótimas para relaxar. Retornei para o hostel e ao entrar no quarto compartilhado conheci o jasper, da bélgica, que iria também no dia seguinte a machu picchu, da maneira como eu iria, a pé, porém tem a opção de ônibus também, ida e volta r$85,00. Combinamos irmos juntos então, e no dia seguinte ás 07:00 lá estava a gente subindo os inúmeros degraus que dá acesso a cidade perdida, total desde a saída do hostel foi 01h30m de caminhada, mas conseguimos kkkk. Já em machu picchu combinamos um horário para nos encontrar de novo, pois cada um iria subir uma montanha diferente, eu waynapicchu e o jasper la montaña. A montanha waynapicchu eu subi em 40 minutos, o caminho é perigoso e cansativo também, mas tendo cuidado consegue realizar a subida e descida tranquilo. O visual lá de cima da montanha é fantástico, a cidade machu picchu fica minúscula, eu super recomendo essa subida a waynapicchu. De volta a cidade perdida reencontrei o jasper no lugar e horário combinado e terminamos de conhecer as ruínas de machu picchu. Na saída do parque tem um lugar para você carimbar o seu passaporte, então o leve para ter mais essa recordação.
      Retornamos a águas calientes, a pé, agora foi mais fácil porque era só descida. Já na cidade, fomos almoçar e como bebida para acompanhar pedimos uma cerveja da marca cusqueña, uma delícia! Retornamos exaustos para o hostel. Tomei um banho e fui dormir, porque no dia seguinte iríamos até a hidrelétrica a pé pelos trilhos do trem, para irmos a cusco de van.
      Então, no dia 26 de maio, eu o jasper às 10:00am fomos em direção a hidrelétrica, o caminho é super tranquilo, não há subida, você se depara com um monte de turista indo, a pé, para águas calientes, e encontra outros também indo para a hidrelétrica. O tempo aproximado para chegar a hidrelétrica são 02 horas caminhando tranquilamente, parando para tirar umas fotos. Chegando lá, você se depara com centenas de vans com destino a cusco, elas saem geralmente ás 14h:15m. O jasper já havia reservado a van dele para às 14h15m, porém eu comprei lá na hora e essa iria sair às 13h30m, o preço inicial era r$35,00, mas como eu falei que no peru você tem que pechinchar, saiu por r$30,00. A viagem é um pouco cansativa, um total de 06 horas de viagem até a plaza san francisco, em cusco. Cheguei por volta das 20:00pm, fui comer porque estava com muita fome, então fui num restaurante e pedi um grelhado de frango com arroz, batata frita, buffet de salada a vontade e suco de chicha, por apenas r$18,00. Retornei para o hostel, tomei um banho e fui dormir. No outro dia, acordei as 08:00, me deliciei com o café da manhã do hostel, e fui dar um giro pelo centro de cusco, almocei no mesmo restaurante da noite anterior e após almoçar retornei para o hostel para buscar minha bagagem para ir ao aeroporto, estava terminando minha estadia no peru (buáááá). Na frente do hostel dei com a mão para um dos infinitos táxi de cusco e perguntei quanto custava até o aeroporto, resposta: r$8,00.
      Embarquei para lima às 17:00 cheguei às 18:30 e embarquei para são paulo às 22:00, chegando em no aeroporto de guarulhos às 04:00am do dia 28 de maio,
      É isso aí, pessoal, espero que tenham gostado do meu relato, caso quiserem mais esclarecimentos ou tiverem alguma dúvida, podem perguntar! Abraço, fiquem com deus!!!


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