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Helen Pusch

México - Mérida, Tulum, Cozumel e Playa del Carmen

Posts Recomendados


Olá, Helen!

 

Que relato incrível. Amei que vocês fizeram a maioria dos passeios com um isopor chei de cerveja. Copiarei a ideia em outubro! haha

Me passa o contato do taxista que levou vocês até aeroporto na volta, por favor.

:)

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Em 21/08/2017 em 18:50, licealvess disse:

Olá, Helen!

 

Que relato incrível. Amei que vocês fizeram a maioria dos passeios com um isopor chei de cerveja. Copiarei a ideia em outubro! haha

Me passa o contato do taxista que levou vocês até aeroporto na volta, por favor.

:)

Olá, licealvess!

 

Obrigada! Que bom que gostaste!

Sim, o isopor cheio de ceva foi nosso fiel amigo, praticamente o 4º integrante da trip xD. Além de ser bem mais barato (a gente comprava o fardo com 12 latas de Corona no super por 120 pesos!), a ceva ficava mais gelada também, eles não são muito adeptos da bebida gelada como nós brasileños.

Infelizmente não guardei o contato do taxista... falha minha. Vou tentar entrar em contato com o proprietário do apartamento em que ficamos em PDC, pois foi indicação dele. Se eu conseguir, te passo.

Abraço!

 

 

 

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Bom dia, Helen. Estou indo com o meu namorado em outubro. Vamos passar 20 dias. Mas nosso cronograma de viagem está um pouco mais apertado, pois queremos passar mais dias em Oaxaca (para o dia de los muertos) e ir a Palenque. Estamos até agora em dúvida se de lá vamos para San Cristóbal de las Casas ou Mérida/Chichén Itzá. Queria saber se você lembra se esse ônibus que vocês pegaram de Mérida para  Chichén Itzá, se ele faz o trajeto de volta "direto" (ou se ele vai por outros lugares antes de voltar para Mérida) e se tem horários no trajeto de volta que viabilize voltarmos a Mérida (caso não der tempo de ir para Tulum) no mesmo dia do passeio.

Grata pela atenção!

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Em 19/09/2017 em 08:37, MayraMedeirosA disse:

Bom dia, Helen. Estou indo com o meu namorado em outubro. Vamos passar 20 dias. Mas nosso cronograma de viagem está um pouco mais apertado, pois queremos passar mais dias em Oaxaca (para o dia de los muertos) e ir a Palenque. Estamos até agora em dúvida se de lá vamos para San Cristóbal de las Casas ou Mérida/Chichén Itzá. Queria saber se você lembra se esse ônibus que vocês pegaram de Mérida para  Chichén Itzá, se ele faz o trajeto de volta "direto" (ou se ele vai por outros lugares antes de voltar para Mérida) e se tem horários no trajeto de volta que viabilize voltarmos a Mérida (caso não der tempo de ir para Tulum) no mesmo dia do passeio.

Grata pela atenção!

Olá, Mayra!

Que legal, passar o dia de los muertos por lá deve ser sensacional!

Consultando o site da ADO (www.ado.com.mx), vi que há um ônibus que faz o trajeto Chichén-Mérida às 17:35, com uma hora e meia de viagem. Aparentemente é direto, pelo tempo de viagem, mas não posso afirmar pois não utilizei. ;)

Ótima viagem para vocês!

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Obrigada, @sandro.brandt!

 

Sabes que nunca fiz uma soma dos gastos totais que tive? Hehe. Desculpe não poder ajudar nisso!

Mas os principais são esses aí que coloquei ao longo do relato.

 

Abraço!

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    • Por fmoreira
      MÉXICO, DE NOVO!!!! E DE NOVO SEM CANCUN!!!! 
      Por que o México de novo? Porque dessa vez não escolhi o destino, ele me escolheu. Na verdade, foi a companhia aérea que escolheu pelo valor irrecusável da passagem. 
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      Mérida é considerada a cidade mais segura do México e, provavelmente, a mais quente. Da Cidade do México para lá, fiz em voo interno pela Interjet, uma lowcoast mexicana super boa. E me presentei nutellando na hospedagem, ficando no Gran Hotel Merida, fundado em 1901 em um tradicional prédio colonial no coração da cidade. Era um domingo à noite e a região estava fechada para o trânsito, famílias nas ruas, feirinhas de artesanato e muita música.  
      Já havia contratado o tour pela Mayan Ecotours (http://mayanecotours.com/) para fazer os sítios de Uxmal e Kabah. E que me desculpem aqueles que acham que Chichen Itza é “O” lugar, eu achei Uxmal muito mais fantástico. Um lugar cheio de lendas que começa pelo imperador do lugar que era um anão e por isso a Grande Pirâmide tem degraus tão estreitos. Dizem que a cidade foi fundada por uma tribo chamada Los Xiues e que teve seu ápice entre os anos de 600 e 900 d.C, com uma população de 20 mil habitantes. Hoje, a cidade tem 15 edifícios em uma extensão de dois quilômetros. A primeira construção vista ao se entrar no parque é a Pirâmide do Adivinho, com quase quarenta metros de altura e laterais arredondadas e atrás dela o Quadrilátero das Freiras, subindo um pouco mais pelo terreno passamos pelo Jogo das Pelotas e em seguida o Palacio del Governador. O guia nos contou que o primeiro projeto de restauração do governo mexicano começou em 1927 e que em 1975 a rainha Isabel II esteve na festa de inauguração do espetáculo de luz e som, quando começou a tocar a oração maia ao Deus Chaac (da chuva), caiu uma chuva absurdamente forte fora da estação. 
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      Kabah fica 18 Km distante de Uxmal, que quer dizer “mão forte”. A área foi habitada desde meados do século III aC. A maior parte da arquitetura agora visível foi construída entre o século VII e o século XI.  A contrução mais interessassante é o Palácio Codz Poop, chamado também de Palácio das Máscaras, pois sua fachada é decorada com máscaras de pedra com o rosto de Chaac, o deus da chuva. 
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      O tour incluía o almoço (sem bebidas) em um restaurante típico yucateco. Estávamos em cinco: eu e mais dois casais mexicanos de Monterrey. É claro que mesmo com meu portuñol horroroso, conversamos pacas e uma delas me deu várias dicas de como não passar fome no México, já que eu não como milho.  Minha vida no México mudou com a palavra “harina”, que é a farinha de trigo. 
      Merida entrou nos meus planos por causa de uma foto que vi no instagram do Monumento a la patria (to the Fatherland). Então passei no hotel para uma ducha e uma horinha de descanso e fui e voltei à pé, batendo perna pela cidade até achar o monumento que fica no fim do Paseo de Montejo, uma avenida enorme, como uma Champs Elyses de Mérida, com casarões históricos, cafés, bares, bancos para sentar e ver a vida passar (e aproveitar o  wifi free).  
      No dia seguinte, fui na dica do recepcionista do hotel, que me ensinou a ir à Izamal de busão sem a necessidade de contratação de um tour. As ruas de Mérida são classificadas por números, subindo são ruas pares e as transversais ímpares e assim foi fácil chegar à estação de ônibus (praticamente na esquina da 50 com a 67). De Mérida a Izamal são 70 Km, percorridos em pouco mais de uma hora. Ao retornar voltei de van, quinze mil cabeças e eu a única turista no meio. Provavelmente o povo pensando: “o que essa louca está fazendo sozinha por aqui?” 
      Izamal é uma cidade colonial chamada de “cidade amarela”, pois suas construções são praticamente todas dessa cor, a começar pelo Convento de Santo Antonio, que é o símbolo da cidade. Além da igreja, há um museu que guarda as fotos, roupas e até a cadeira usada pelo Papa João Paulo II durante sua visita à cidade para o Encontro dos Povos Indígenas em 1993. O convento foi construído sobre as ruínas de uma pirâmide. Há outras cinco na cidade, mas só subi até à Kinich Kakmó (ruínas mesmo, só se vê a base). De duas a três horas é o suficiente para rodar toda a cidadezinha a pé. Voltei cedo para Mérida porque queria ficar umas três horas no Gran Museu Maia, mas bati com a cara na porta, porque o museu não funciona às terças e eu não sei onde eu estava com a cabeça para não me programar. Se eu soubesse, poderia ter feito o museu no dia anterior ao retornar de Uxmal.  
      À noite eu fui para a Praça do Relógio para assistir a um espetáculo (free) de Jarana, que é uma dança típica de Yucatan misturada ao sapateado. Os casais que dançam jarana fazem isso usando roupas típicas adornados com esplêndidos bordados de ponto de cruz, de cores e desenhos muito diferentes, mas principalmente de flores estilizadas, já os rapazes usam guayabera e calça branca. Foi o ápice da minha passagem por Yucatan e eu fiz muitas fotos das lindas bailarinas. Uns meses depois ao postar no Instagram,  a amiga de uma das meninas a marcou na minha foto e eu tive a oportunidade de mandar todo o álbum. Olha o mundo se encontrando! 
      E chegou então o dia do reencontro com a galera. Eles alugaram um carro em Cancun e eu peguei um ônibus às 6 da manhã para encontrar com eles em Chichen Itza. Chegamos com a abertura dos portões e conseguimos fazer o tour antes dos ônibus de turismo. Às 11 quando saímos, já estava insuportável. Fugindo das excursões, também chegamos (distante 3Km) ao cenote Ik Kil em um bom horário. Uma hora depois, já parecia o Piscinão de Ramos. Esse cenote é bem legal, ainda que o excesso de turistas tenha seu aspecto negativo. Está a 26 metros abaixo do solo e tem 60 metros de diâmetro (bem grande) com 50 metros de profundidade, o que te dá a segurança de pular sem medo. O lugar tem toda uma estrutura de vestiários, guarda volumes e até restaurantes, mas quando começou a encher nós resolvemos pular fora e seguimos para nossa próxima cidade de parada, onde ficamos duas noites: Valladolid, um dos “pueblos magicos”. 
      Almoçamos em Valladolid no espetacular restaurante La Casona, um buffet com comida yucateca de primeira, onde o barril de Corona está liberado! É ou não um sonho? Além da comida ser ótima, destaque para a sopa de lima, o lugar é lindo e tem um altar de mosaico  dedicado à Virgem de Candelária. A tadinha fomos ao Parque Francisco Canton Rosado e à Catedral de San Gervasio, construída em 1545. 
      Na manhã seguinte, partimos para Ek Ballan, um sitio arqueológico que não entramos porque estava o dobro do preço da entrada do Chichen Itza (que já não é barato). Ficamos com a opção de alugar bicicletas e ir só para o cenote. Ficamos a manhã toda lá, afinal era um “private cenote”. Só nós cinco. Foi aí que me colocaram o apelido de Thanos, por sumir com as pessoas. Esse lugar foi bem legal!!! É cheio de uns pássaros azuis muito lindos.  
      No caminho de volta à cidade paramos em um outro cenote, mas só lembro que traduzido era “umbigo”. Redondinho e fundo. Bem legal também, mas cheguei à conclusão que sempre vou gostar dos mais abertos. Fiz umas fotos turistonas com uns carinhas do lado de fora vestidos como maias (a cara de tristeza do cara mais alto depois que fui olhar as fotos me deixou bem chateada e até me arrependi de ter só colocado 50 pesos na caixinha).  Almoçamos no Pizza Hut para relembrar os dias no Marrocos (hahahhaha). 
      No fim da tarde fomos fazer o último cenote que fica numa Hacienda, o Oxman, é fundo, as escadarias sinistras, aí fomos nutellar na piscina e tomar uma cerveja. Finalizamos a noite andando pelas ruas da bonitinha cidade colonial, passando por toda Calçada dos Frades (de los Frailes) até o Convento de San Bernardino de La Siena. Voltamos pela mesma Calçada e paramos em um dos poucos bares abertos, bem típico de filmes mexicanos. Eu fiquei na Corona e a galera encarou os drinks a base de tequila. 
      De Valladolid fizemos o tiro mais longo da viagem: 260Km até Bacalar, saindo de Yucatan para Quintana Roo. Antes demos uma passadinha no cenote Suytun, só para fotos (hahahhaa). Não me lembro como resolvemos colocar Bacalar no roteiro, só sei que achamos que era muito bom para gastarmos 4 horas de estrada e acho também que era o fogo no rabo de estarmos perto da fronteira com Belize e marcar mais um pin no mapa. Não sei quem decidiu, mas fomos... e foi o melhor lugar dessa viagem!!!! Afinal, é um lugar com as cores do mar do caribe, mas com água doce. Todo mundo que me conhece sabe que eu não sou muito chegada a água salgada.  
      A lagoa tem 50 Km de extensão e 2Km de largura e ficamos hospedados em um hostel com o pé nela. Assim, a tarde foi para boiar, tomar cerveja e conversar até a língua cair.  Nada de balada, a cidade não tem muito para fazer. Fomos ver o pôr do sol em Chetumal (40Km) no final da tarde e comemos por lá e ainda fomos nos aventurar na Zona Livre, entre o Mexico e Belize. Entramos em um Cassino muito tosco e ficamos lá rindo dos entranhos viciados na jogatina.  
      Na manhã seguinte tomamos café no Madre Massa (porque no hostel não havia nada) e fizemos o passeio de barco pela lagoa, voltamos a Chetumal para ir pra Belize, mas a taxa de retorno era muito alta e não atravessamos (para não pagar a taxa, teríamos que ter 8 dias ainda no México),  então fomos a Calderitas e voltamos para nossa hostel, onde a lagoa estava bem boa. Saímos à noite para comer uns tacos na cidade. Foi o máximo da nossa badalação na pacata Bacalar. Sem carro não teríamos feito nada. A locação do carro foi uma excelente opção. 
      E assim, começamos a voltar no dia seguinte, parando para duas noites em Tulum. Tínhamos reservado um hostel na praia, um erro para quem está de carro, pois não tem estacionamento. Pagamos pela reserva e fomos parar em um outro hotel na cidade. Sem arrependimentos. Não curtimos nada de praia em Tulum, as águas estavam dominadas pelo sargaço (algas) e aquele azul lindo dos cartões postais estava avermelhado. Assim, focamos nos cenotes. Na tarde do primeiro dia, depois de conhecer o sítio arqueológico de Cobá (um tanto decepcionante), encontramos o “Car Wash”, um cenote aberto, não frequentado por turistas, super maravilhoso, com um tom de verde que nunca tinha visto antes. Foi eleito o nr 1 da viagem, sem falar que a entrada custou 50 pesos. Fomos também no Cenote Dos Ojos (350 pesos) e no Calavera (100 pesos) esse também muito maneiro, mas que merecia a visita ao meio dia com o sol incidindo diretamente no buraco (fomos cedinho, bom para curtir sem pessoas, mas não muito bom para fotos). Passamos a tarde no sítio arqueológico, o único a beira mar, o que nos faz deduzir que foi um porto maia. O sítio é muito bem preservado e vale demais a visitação. 
      Saímos de Tulum em direção à Playa del Carmen, onde devolvemos o carro. Paramos em Puerto Morelos para dar uma olhada na praia, mas não entramos, o sargaço também tinha dominado tudo.  Encontramos um cenote, aberto, grandão e ficamos por lá. Chegamos em Playa já no fim da tarde, podres de cansados. O Hostel era o exemplo de perfeição, ficava localizado na Quinta Avenida, ou seja, no fervo. Saímos para comprar o ticket para ir para Cozumel no dia seguinte e comemos fora do fervo, no restaurante indicado pela menina da agência de turismo, onde o pessoal local come. ADORAMOS tanto que voltamos lá no último dia de Playa. Só entramos na água em Cozumel, porque Playa del Carmem também estava tomada pelo sargaço. 
      Então fomos a Cozumel sem gastar a fortuna que as pessoas normalmente pagam quando fazem um cruzeiro. Fomos de ferry boat, a partir de Playa. Ao chegar do outro lado, alugamos um carro para rodar a ilha. Dormimos lá e não havia necessidade, mas no final foi sorte, pois em Cozumel não tinha sargaço e então finalmente curtimos praias caribenhas.  
      A questão está na privatização das praias. Assim como em Cancun, Cozumel tem 90% das praias privatizadas, logo para curtir você tem que estar hospedado em hotéis pé na areia, o que não foi nosso caso. Achamos a primeira praia possível, mas era vinculada a um bar, com consumo mínimo para poder utilizar. Era pagável e curtimos bem.  Depois seguimos até Palancar, onde é opcional utilizar a estrutura dos restaurantes. Seguimos de carro até a Ponta Sur, mas o jeep pifou e ficamos um tempão esperando a troca. Finalizamos o dia em um outro bar com acesso à praia. Não lembro o nome, mas também não era bom.  
      A noite é inexistentente em Cozumel, ficamos em hotel bem no centro, bom custo x benefício e piscina no terraço. Mas dormimos cedo, porque cedinho estava tudo fechado. Entregamos o carro cedo, porque o dia tinha sido reservado para o passeio de barco ao El Cielo, que é realmente muito fantástico, muitas arraias e estrelas do mar. No final da tarde, pegamos o ferry de volta para Playa e curtimos a noite na quinta avenida (mas comemos baratinho no El Fogon antes). Pegamos um ônibus da Ado até Cancun e de Cancun pegamos um voo interno para a CDMX, dessa vez ficamos em um hostel no Centro, justamente para dar um rolê pela manhã ao Zócalo, Palácio do Governo e Belas Artes.  
      Na volta ao Brasil, a galera voltou porque só tinha 15 dias de férias e eu ainda tinha mais cinco dias. Então, quando o voo parou na conexão em Lima, eu resolvi descer e ficar o finalzinho das férias por lá, dei uma esticada até Cusco, mas isso é papo para um outro post. 
       
      Hospedagem: 
      Cidade do México - Hotel Garibaldi e Mexico City Hostel 
      Merida – Grand Hotel de Merida 
      Valladolid – Hostel Tunick Naj     
      Bacalar – Ecocamping Yaxche 
      Tulum – Siete Deseos 
      Playa del Carmem – Hostal MX 
      Cozumel – Hotel Plaza Cozumel                                                                    
       
      As fotos estão publicadas no site: https://www.flaviamoreirafotografia.com/mexico-yucatan-e-quintana-roo
      Ou pelo instagram em: lugaresfotogenicos
    • Por Bogotá
      Estamos (amigos) com dúvidas sobre a logística das cidades que escolhemos nesta região, qual a melhor sequência logisticamente e financeiramente, desde a chegada em Cancún até a ida para Caye Caulker.
       
       Além disso, qual a melhor programação das atrações por cidade e quais dão para fazer no mesmo dia..
      Obs: não alugaremos carro nesta região 
       Sobre os destinos, Cancún não é um lugar que faz nosso tipo de turismo, queremos usar apenas como base para fazer um bate e volta em Isla Mujeres e como aeroporto para a chegada e partida.
      Pretendemos usar como base as cidades de Tulum, Playa Del Carmen e Valladolid. Estas seriam as localidades para a maioria dos destinos que queremos conhecer..
      Se der de usar um dia inteiro (só se encaixar no roteiro, caso contrário pode ser só uma visita rápida) para os bate e volta em Isla Mujeres e Cozumel, optaremos por fazer isso.
       
      Em Cozumel não dormiríamos, apenas faríamos a visita. Em Isla, só se for mais barato que Cancún (sua base para visita).
       Sabemos que dá para fazer mais de uma atração por dia, mas não temos ideia de como montar o roteiro ideal.
      Aqui estão as atrações que queremos conhecer:
      - Cancún 
      Base para conhecer Isla Mujeres
       
      - Playa Del Carmen 
      Cenote Chaak Tun Natural Park 
      Base para conhecer Cozumel
       
      - Tulum 
      Base para conhecer as Ruínas de Tulum (2km) e Cobá (47km)
      Cenote Sac Actun 
      Cenote dos Ojos
      Grand Cenote 
       
      - Valladolid 
      Base para conhecer Chichén Itzá (45km) e Ek Balam (27km)
      Cenote Ik Kil (pertinho de Chichén Itzá)
      Cenote Zaci 
      Centro histórico
       
      Teremos 10 dias inteiros para fazer todos estes destinos. 
       
      Alguém conseguiria nos ajudar?
      Obrigado!
    • Por caio.andrade555
      México, Belize e Guatemala
      Relato de Viagem
       
      Olá, Mochileiros. Meu nome é Caio Andrade, sou de Manaus – Amazonas, e junto com minha esposa, Gilci Helena, somos apaixonados por viagens.
      Diferente do que aconteceu com o Mochilão que fiz pelo Peru-Bolívia-Chile, eu não encontrei quase nenhuma informação sobre o mochilão México-Belize-Guatemala. Então, eu fui coletando informações isoladas de outros relatos e também do Instagram da maravilhosa Gabi (@viajandocomgabi). Por este motivo, resolvi fazer este relato o mais rápido possível.
      Gostaria de informar (e pedir desculpas para quem gosta) que este relato não terá fotos, mas apenas o relato detalho junto com valores, pois é isso que realmente importa. Caso você queira ver algumas fotos e alguns vídeos sobre o roteiro, visite o meu perfil no Instagram (@caioandrade.adv).
      Gostaria de ressaltar que 
      Então, vamos ao que interessa!!!
       
      Roteiro, Duração e Transporte
      O meu mochilão começou em 12.06.2019 e terminou em 03.07.2019, e perfiz o seguinte roteiro: Cancún (Mex) > Tulum (Mex) > Caye Caulker (Blz) > Flores (Gua) > Antígua (Gua) > San Cristóbal de Las Casas (Mex) > Cidade do México (Mex).
      Todo o meu trajeto foi feito por ônibus e shutles (minivans). No México, a empresa que domina o transporte é a ADO, que atende todo país. Para montar minha planilha de gastos, eu entrei no site da ADO, simulei os trajetos e obtive os valores. O site não aceita compras com cartões internacionais. Porém, comprando com antecedência no guichê da ADO, assim que você chegar no México, você terá descontos absurdos. Por exemplo: o trajeto San Cristóbal – Cidade do México estava custando cerca de 1.600 pesos, mas como comprei com dois dias de antecedência, ele saiu por 870 pesos.
      Já na Guatemala, os trajetos são feitos por shuttles (minivans), que são extremamente desconfortáveis, sem encosto para sua cabeça e você não consegue descansar. Ainda procuramos em varias agencias uma minivan que tivesse encosto para cabeça, mas TODOS não tinham. Então, prepare o seu corpo e o seu emocional.
       
      Hospedagem
      Todas as minhas hospedagens foram reservadas pelo Airbnb, pois queria pagar tudo antes da viagem e também porque eu queria ter mais comodidade e privacidade. A hospedagem é um dos pequenos luxos que eu e minha esposa nos permitimos durante a nossa viagem. Rsrsrs
      Uma dica muito importante: como eu não sabia os valores de certos passeios e precisava montar minha planilha de gastos, eu entrei em contato com o hotel que havia reservado e perguntei os valores dos passeios, visto que todos os hotéis de cidades turísticas oferecem esse serviço. Também já fiz isso pelo booking e funciona também.
       
      Qual moeda levar
      NÃO LEVE REAIS. Fiz isto apenas uma vez quando fui para o Chile e me arrependi. Muitos “nacionalistas” pregam que temos que devemos levar reais, pois, se levarmos dólares, faremos dois câmbios e pagaremos mais. MENTIRA. Já viajei para Chile, Argentina, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Venezuela, Peru e Equador, e em TODOS esses países, eu tive mais vantagem levando dólares do que reais. Sem contar que algumas cidades pequenas, como Antígua, San Cristóbal, Caye Caulker, não têm casa de câmbio que aceitem reais.
       
       
      1oDia – 12.06 (Cancún – México)
      Primeiramente, queria destacar o programa fidelidade Km de Vantagens, do Ipiranga. Foi graças a ele que consegui comprar milhas aéreas da Multiplus pela metadade do preço regular, o que me deu uma economia de mais de R$1.600.
      O voo de Manaus para Cancún estava muito caro. Pesquisando, encontrei uma passagem mais barata para a Cidade do México. Como eu queria ganhar tempo, comprei uma passagem pela Interjet, empresa low cost, para Cancún e saiu mais barato.
      Nosso voo chegou em Cidade do México às 07:30h e logo fui fazer o câmbio dos dólares que levei. No terminal 1, há excelentes cotações. Quanto mais distante do portão de desembarque, melhor será a cotação. Consegui um câmbio de USD 1 = 18,07 pesos mexicanos no CI Banco.
      No aeroporto, comprei um chip. O mais barato com internet ilimitada por 10 dias custa 100 pesos. Comprei um chip no primeiro quiosque que vi por 300 pesos e andando mais um pouco descobri esse de 100.
      Fizemos nosso check-in na Interjet e chegamos em Cancún às 15h. Fora da sala de desembarque há um guichê da ADO que oferece translado para a estação do centro por 86 pesos. Na estação da ADO, compramos nossa passagem para Tulum e tivemos desconto. Pegamos um táxi para o nosso apartamento.
      Nosso apartamento ficava localizado bem em frente ao Mercado 28, um mercado de artesanato e restaurantes, e a 15min andando da estação ADO. Não ficamos na zona hoteleira, pois estava muito caro.
      Desfizemos as malas, trocamos de roupa e fomos andar pela cidade. Almoçamos/jantamos no Mr. Habanero; pedimos tacos e burritos. Em quase todos dos restaurantes mexicanos, são oferecidos nachos com molhos picantes como entrada, sem qualquer custo.
      Passamos no supermercado e compramos água, café e sabão.
       
      Gastos:
      Chip: 300 
      Café espresso: 112
      Chip: 100
      ADO (do Aeroporto para o Centro): 172 (86 p/p)
      Passagem para Tulum: 238 (119 p/p)
      Taxi da rodoviário para o hotel: 80
      Mr Habanero: 410
      Supermercado (água, sabão e café): 47,60
      TOTAL: 1459,60 pesos
       
       
      2oDia – 13.06 (Cancún – México)
      Como eu e Gilci estávamos comemorando dois anos de casados, resolvemos fazer uma sessão de fotos. A sessão foi na Praia Delfines, uma praia muito linda e com poucas pessoas. Depois das fotos, fomos para o apto trocar de roupa, pois ele estava de vestido e eu de roupa social. 
      Resolvemos voltar para a praia Delfines. Todos os ônibus com a sigla R2 e a palavra Hotel passam pela zona hoteleira e pela praia Delfines. Muito fácil de chegar. Passamos o dia na praia, comi algumas mangas e piñas coladas. Na praia, há um letreiro de Cancún e sempre tem fila para tirar fotos.
      Voltamos para o apto e comemos sushi no restaurante Akky, o mais barato que encontramos.
       
      Gastos:
      Ônibus: 24 (12 p/p)
      Salgadinhos: 35,50
      Manga: 35
      Pina colada de 1 litro: 150
      Manga: 30
      Ônibus: 24 (12 p/p)
      Tacos: 99
      Helado: 30
      Sushi Akky: 418
      Total: xxxx pesos mexicanos
       
      *Desculpe qualquer erro ortográfico. Estou escrevendo do aeroporto internacional da cidade do México. Na próxima postagem, irei ter mais cuidado. 
       
       


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