Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

casal100

Serra da Canastra à pé  (324 kms) + Extrema - MG(+-60kms) + Ubatuba  (+-200 kms) -  Julho/Agosto de 2017.

Posts Recomendados

11° dia   -  05.08.2017 -  Sábado
Saída de Delfinopolis e chegada a Cachoeira do ouro.
+-32 kms em aprox. 06:45hrs
Acumulado: 257 kms

Acordamos antes das 05 da manhã,  o hotel deixou um cafezinho somente  (aí que saudades da Vanda).
Tempo frio e sem nenhuma nuvem no céu,  depois abriu um solao até o término do trecho, como estávamos caminhando num vale,  não tinha aquele ventinho frio da montanha.

Caminhamos até o trevo, viramos à esquerda e pegamos estrada de terra(sentido Sacramento) com algum movimento de veículos e muito pó. Depois de uns 6 kms de estrada com poucas subidas e descidas, viramos à direita e começamos uma subida bem forte com bela vista para o lago de furnas, mais um pouco e chegamos no início do vale da Gurita(uma placa indica).
Esse trecho tem muitas retas e algumas subidas e descidas fortes, principalmente no final, como era sábado o movimento de motos era muito grande, tem que tomar muito cuidado.
Obs.: no vale da Guarita tem algumas opções de hospedagem, e 2 bares que estavam fechados.
Depois desse trecho viramos à direita(conforme placa indicativa da cachoeira do ouro) e pegamos uma forte descida até a pousada.

Chegamos na cachoeira do ouro e já Almoçamos $25 por pessoa à vontade(comida ótima).
Nem fomos visitar a Cachoeira.
Hoje uma linda noite com lua cheia e céu estrelado.

Hospedagem: Pousada cachoeira do ouro 035 99931-6541, camas boas, tv aberta, wifi,  limpo. Preço: $70 por pessoa com café da manhã.
Fica no meio da serra num lugar lindo e com uma cachoeira para curtir(não fomos, apesar de ser a alguns metros da pousada)

Algumas fotos:

Saímos da estrada que ia para Sacramento-MG,  começa uma subida bem forte. 

20170805_070548.jpg

Visua do lago

20170805_071349.jpg

Placa indicando o início do Vale da Gurita

20170805_073806.jpg

Muita poeira depois que as motos passaram 

 

Estrada de terra com lindo visual de montanha, sem nenhuma nuvem e sem vento.

20170805_085844.jpg

20170805_090807.jpg

20170805_095342.jpg

Animais dóceis 

20170805_095722.jpg

Começando subida forte 

20170805_105536.jpg

Descida forte com visual maravilhoso das montanhas. .show

20170805_112510.jpg

Aqui funciona um bar mas estava fechado

20170805_103130.jpg

20170805_081619.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

12° dia  -  06.08.2017- Domingo
Saída da Cachoeira do ouro e chegada a Delfinopolis -Mg
+-20 kms em aprox. 05:15hrs
Acumulado: 277 kms

Pousada cachoeira do ouro: +- 850 msnm
topo: 1200msnm na descida pra Delfinopolis.

Acordei às 03 da manhã pra ver o espetáculo da lua cheia,  maravilhoso!
Dormi novamente e acordamos às 05:30hrs, o proprietário perdeu a hora e não preparou café da manhã para nós,  comemos o que tínhamos e partimos.
Tem 03 caminhos para Delfinopolis: voltando pelo mesmo caminho; voltando até estrada principal e virar à direita passando pelo condomínio de Pedras  (trecho que fizemos no primeiro dia aqui), ou seguir morro acima através da trilha dos motoqueiros
Resolvemos ir pelo último.

Começa com uma subida fortíssima (sentido casa proprietário), viramos à esquerda numa trilha estreita e continuamos subindo, sempre seguindo trilha dos motoqueiros, depois começa descida leve até um riacho, atravessamos pelas pedras.
Começa com uma subida leve, logo após outra subida fortíssima com pedras soltas e valas, novamente outro trecho leve, chegamos num entrocamento,  vire à esquerda, outra subida fortíssima com muitas pedras soltas e valas,  e no final outra subida fortíssima com pedras grandes.
Caminhamos um pouco  na crista da montanha,  trecho quase plano com subidas leves. Chegamos noutro entrocamento,  vire à direita e logo abaixo descortina um visual estonteante  (a represa de furnas na sua frente e Delfinopolis à direita).
Descemos rapidamente num trecho de estrada com piso gramado. Chegamos na "casinha branca", perguntamos ao morador como era a descida. Segundo ele, o trecho de trilha tem alguns proprietários que proíbem a passagem, mas não fomos oportunados por ninguém.
Dali tem dois caminhos: um pelo "caminho de pedras" e outro descendo a trilha.
Trilha: da casinha branca atravesse o riacho e segue uns 100 metros até virar à esquerda pegando outra trilha. Esse trecho tem muitas pedras soltas e, em alguns trechos, pedras grandes. Chegamos numa porteira e viramos à direita,  atravessamos pequeno riacho e seguimos retos até outra estrada,  seguimos à direita  (vimos uns 20 tucanos numa árvore), atravessamos outra porteira e seguimos num trecho com subidas e descidas bem leves.
Chegamos noutra estrada,  viramos à esquerda  (à direita vai pra cachoeira do Ezio).
Mais à frente chegamos na estrada principal e viramos à direita,  depois de alguns quilômetros estávamos no centro de Delfinopolis.

Almoçamos Self-service próximo do hotel e fomos ao supermercado comprar mantimentos para o outro dia.

Hospedagem: hotel Jp Delfinopolis.

Algumas fotos:
 

Trecho depois da primeira subida ao amanhecer 

20170806_063115.jpg

Atravessando o riacho 

20170806_064111.jpg

Segunda subida forte,  como é trilha de moto, muitas valas e pedras soltas. 

20170806_070321.jpg

Viemos laaaa debaixo

20170806_072028.jpg

Mais uma subida forte em pedras grandes.

20170806_072611.jpg

Término das subidas, lindo visual

20170806_073015.jpg

Caminhando na crista da montanha

20170806_075606.jpg

Vista de toda região e começo da descida, no primeiro plano a casinha branca, do lado direto dela começa a trilha para Delfinopolis. 

20170806_082214.jpg

Porteira informando que passamos numa propriedade particular 

20170806_093452.jpg

Comendo Jatoba no pé. 

20170806_100205.jpg

Chegando a Delfinopolis 

20170806_111151.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

13° dia   -  07.08.2017  -  Segunda-feira
Saída de Delfinopolis e chegada a São João Batista da Canastra - MG
+- 111 kms em aprox. 03:20hrs
OBS.: Trecho feito de carro.

Abastecemos o carro em Delfinopolis(Gasolina a $4,40 o litro), calibramos os pneus,  compramos alguns petiscos.
No trevo viramos à esquerda, pegamos estrada de terra com muita poeira e pouco movimento de veículos. Passamos ao lado do lago de furnas com belos mirantes.
Depois de uma forte e longa descida chegamos num entrocamento e viramos à direita  (esse trecho tem muita costelas de vaca e buracos).
Mais alguns kms chegamos noutro entrocamento e viramos novamente à direita  (neste trecho tem subidas fortes com buracos).
Extensas plantações de milho, soja, sorgo, trigo... algumas criações de carneiros e gado.
Após este entrocamento chegamos no topo com estrada mais larga e sem muitos buracos,  atravessamos alguns mata -burros.
Chegamos a primeira portaria,  segundo o guarda pode montar barraca no espaço gramado perto da Guarita  (fora do parque), não  foi cobrado tarifa pra ingresso no parque.
Percorremos mais alguns quilômetros até a segunda portaria e poucos metros chegamos ao distrito de SJB da Canastra.

Obs.:
A uns 55 kms de Delfinopolis tem algumas casas. Numa das casas  serve marmitex  mas não tem hospedagem
Mais uns 25 kms chegamos na portaria do parque  (não estão cobrando entrada). Neste trecho só tem hospedagem a uns 6 kms da rodovia  (deve ser caro, pois é hotel fazenda ) não tem nenhum apoio.

ALTIMETRIA:
Portaria  parque saída para Sacramento: 1265 msnm
São João Batista da Canastra: 1170 msnm

SÃO JOÃO BATISTA DA CANASTRA (distrito de São Roque de Minas): muito pequeno,  algumas casas, tem uma mercearia, padaria pequena,  algumas 4 pousadas, camping, vi somente um restaurante.
Pousada de $55 a $100 por pessoa.
Alguns moradores fornecem refeições a $25, na baixa temporada tem que reservar.

Hospedagem: Pousada Vila Canastra 035 98818-6366, quarto pequeno,  uma beliche com colchão fino, banheiro compartilhado, ventilador, wifi fraca. Preço: $60 por pessoa sem café da manhã.
Obs.: Tem área de camping $35 por pessoa sem café da manhã.
Tem cozinha mas sem fogão. Tem churrasqueira.
Tem opção de quartos mais caro, mas sem café da manhã.
Fornece refeição, cara e pouca, não compensa.
 

14° dia   -  08.08.2017 - Terça-feira
Saída São João Batista da Canastra chegada a Cachoeira do Fundão e retorno à SJB da Canastra.
+-33 kms em aprox. 08:10 hrs
Acumulado: 310 kms

IDA:
Acordamos antes da 05 da manhã,  o tempo estava frio com poucas nuvens, no transcorrer do dia o sol foi infernal.
Saímos às 05:30hrs, seguimos um bom trecho até o trevo para Araxa,
Viramos à direita,   passa mata-burro e continue seguindo a principal. .
Passa a segunda ponte de madeira e continue na principal(no entrocamento continue à esquerda )
No topo vire a direita chegando num colcho feito de um tronco de árvore do outro lado da cerca.
Siga à direita beirando a cerca de arame. Atravessa porteira de ferro.
Mais à frente tem um colchete à direita,  não entre, continue mais uns metros e atravesse outra porteira de ferro.
Quando chegar numa porteira de ferro à esquerda continue reto rente à cerca, vire à esquerda no colchete  entre nele e siga, vai ver um curral à esquerda, pegue a trilha que desce até o riacho  (trilha bem demarcada)  atravesse, pega uma subida forte até estrada.
Na estrada vire à esquerda, descida forte com muitos buracos e valas, pedras soltas.
Chegamos numa casa, o morador estava trabalhando mais a frente.
Seguimos à estrada até entrada da trilha, seguimos pela encosta com muita pedra e precipícios até base da cacheira,  lago bem grande.
Chegamos em 03:55horas,  altitude na base da cachoeira: 955 msnm

RETORNO:
Fomos por outro caminho,  por dentro do parque.
Pegamos uma subida fortíssima de uns 7 kms num sol forte. Chegamos na estrada principal do parque e viramos à direita, mais alguns quilômetros chegamos num trevo e viramos à direita e seguimos até outro trevo, seguimos à direita até portaria do parque,  anotaram nossos dados e logo chegamos ao distrito de SJB.
A mulher que disse que faria o almoço não tinha chegado até às 16 horas,  resolvemos ir na mercearia e comprar alguns petiscos pois na pousada não tinha fogão.
Topo dentro do parque : 1350 msnm
Tempo: 04:15hrs

Hospedagem: o mesmo do dia anterior

Algumas fotos:

Amanhecendo

20170808_061420.jpg

A lua cheia foi nossa companhia por um bom tempo 

20170807_180828.jpg

Cacheira do Fundão fica naquelas montanhas no horizonte 

20170808_062653.jpg

Lindo amanhecer

20170808_064146.jpg

Primeira porteira em companhia com uma moradora que encontramos 

20170808_070453.jpg

Caminho 

20170808_071632.jpg

Já depois do colchete

20170808_080802.jpg

Depois do riacho sempre subindo até estrada

20170808_082746.jpg

Atravessando o rio, já dentro do PN 

20170808_090057.jpg

Entrada da trilha para cachoeira do Fundão. 

20170808_091523.jpg

Cachoeirado Fundão 

20170808_093110.jpg

Primeira subida

20170808_103815.jpg

Na crista da montanha

20170808_105730.jpg

Lindo visual de montanha 

20170808_105822.jpg

Viemos lah de baixo

20170808_111222.jpg

Quase no final da subida

20170808_113006.jpg

Chegada a SJB da serra da canastra

20170808_140525.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

15° dia  -  09.08.2017  -  Quarta-feira
Saída de SJB da Canastra e chegada à garagem de pedra e retorno ao distrito de SJBC.
+- 24 Kms em aprox. 04:45hrs
Acumulado: 324 kms

Tivemos que sair mais tarde, o parque só abre as 08 da manhã.
Entramos no parque e pegamos estrada com subida forte e longa,  depois algumas retas e descida no final.
Passamos por dois trevos para Sacramento,  mais à frente passamos pela entrada da cachoeira do Fundão,  mais uns 4 kms chegamos a garagem de pedra.
Essa atração é bem simples, mas o mirante que fica atrás dela tem um ótimo visual de montanha.
Na volta tivemos a grata surpresa de ver, bem de perto, um tamandua-bandeira, ele quase nos "atropelou", passou uns 5 metros na nossa frente. MEMORÁVEL!
Retornamos à SJBC pelo mesmo caminho,  passamos pela portaria e fomos até o topo de uma cachoeira entrar num lago pequeno com água muito fria.

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Algumas fotos:

Do lado esquerdo entrada para cachoeira do Fundão 

20170809_090142.jpg

Chegando a garagem de pedra

20170809_100359.jpg

Garagem de pedra abaixo

Lindo visual de montanha atrás da garagem de pedra

20170809_101217.jpg

Aparição do tamandua-bandeira. MEMORÁVEL!  Atravessou a estrada na nossa frente. SEM DÚVIDA O MOMENTO MAIS EMOCIONANTE DA VIAGEM

20170809_110648.jpg

20170809_110652.jpg

20170809_110653.jpg

20170809_110655.jpg

Garagem de pedra.

20170809_101018.jpg

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

16° dia  -  10.08.2017  -  Quinta-feira
Saída de SJB da Serra da Canastra e chegada a SJB do Glória - Mg 
Trecho feito de carro.

Saímos depois das 08 pois o parque só abre neste horário.
Passamos na nascente do rio São Francisco, paramos no centro de visitantes mas estava fechado.
Almoçamos em São Roque de Minas.
Passamos em Piunhim rapidamente e seguimos para Capitólio(tem um pedágio  $5,80),conhecemos rapidamente a cidade e fomos até o mirante dos Cannyon na estrada.
Uns quilometros a mais pegamos estrada de terra à direita e fomos para SJB do Glória.

Hospedagem: Pousada Manga Rosa em SJB do Glória,  ver dias anteriores.

ÚLTIMO DIA EM MINAS GERAIS 

11.08.2017  -  Sexta-feira

Saída de SJB da Glória-Mg e chegada a Batatais-Sp
Trecho de carro

Tomamos café da manhã,  e partimos rumo a Passos, atravessamos a ponte sobre o rio grande e pouco depois chegamos a Passos.
Atravessamos a cidade rumo a Franca-SP,  estrada asfaltada com pouco movimento.
Reencontramos o Jean e a família dele  (aquele que nos deu carona no parque), ficamos 5 horas num animado papo(que pessoal amável), depois partimos e resolvemos pernoitar em Batatais.

Hospedagem: hotel Candeias,  camas ótimas, tv aberta, ventilador, frigobar, wifi, limpo. Preço  $63 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO.

BATATAIS: Simpática cidade do interior paulista,  visitamos o acervo do Portinari na igreja matriz da cidade.
Povo muito hospitaleiro.

Algumas fotos:

Nascente do rio São Francisco 

20170810_091807.jpg

Praia artificial em Capitólio -Mg

20170810_143732.jpg

Mirante Cannyon capitólio  (próximo estrada)

20170810_152720.jpg

Barragem de Furnas,  e aqui que segura toda aquela água do lago.

20170810_155711.jpg

Lembrança de Franca-SP,  fábrica da Amazonas (estive nesta fábrica a uns 40 anos atrás). Como o tempo Passa rápido.  

20170811_131824.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

 Farei um resumo de nossa estadia em Ubatuba- SP. 

Afim de recuperar uma lesão,  resolvemos tirar 10 dias em Ubatuba - SP,  local agradabilíssimo com pessoal gentil e hospitaleiro.
Pegamos um ótima safra de Tainha e camarões,  todos os dias esbaldamos com frutos do mar frescos  a um preço bem acessível. 
Nestes 10  dias caminhamos por várias praias,  sempre saindo antes das 06 horas da manhã e durante 5 horas caminhávamos cerca de 20 quilômetros.
Hospedagem: Pousada Sossego,  Fone 012 3832-2136 Itaqua - Ubatuba-SP.  Lugar ótimo, cama boa, tv, ventilador, wifi, ar condicionado cozinha com todos utensílios, geladeira e fogão, sofá cama, varanda. Preço: R$55 o casal sem café da manhã.  RECOMENDO.

Algumas fotos:

20170705_063549.jpg

20170705_072303.jpg

20170705_143458.jpg

20170706_080946.jpg

20170708_083848.jpg

20170710_065342.jpg

20170713_092106.jpg

20170711_064328.jpg

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Meu deus, estou lendo todos os seus relatos sobre as trilhas a pé, e fico encantado e cada vez mais empolgado!

Muito obrigado pela riqueza de detalhes, informações e dicas.

Vou começar meu mochilao a pé pelo Brasil após a pandemia, porém vou sozinho, vocês acham tranquilo fazer as trilhas só?

Em 04/09/2017 em 11:07, casal100 disse:

No nosso planejamento inicial era para somente ir de Delfinopolis a Cachoeira Casca d'anta, mas a região é muito bonita que resolvemos ir até SJB do Glória, terminando assim nossa estada na região. Até aqui,  pois quando chegamos em Delfinopolis-MG bateu uma vontade de conhecer outros caminhos, resolvemos algumas pendências em nossa cidade,  via fone, e conseguimos mais alguns dias. COMO É BOM VIAJAR.

Tudo resolvido,  fomos atrás de informação,  nisso o dono da sorveteria da praça da matriz de Delfinopolis  (recomendo,  ótimo sorvete. E gente muito boa),  falou sobre a Cachoeira do Ouro  e do Vale da Gurita (que vimos no primeiro dia de caminhada ). Pronto vamos conhecer! Negociamos com o hotel deixar o carro  no estacionamento de novo(pois ficaríamos um dia fora). No final não cobraram pelo estacionamentorno. 

 

 

9° e 10° dia -  03 e 04.08.2017 - Quinta-feira e Sexta-feira. 
Saída de SJB do Glória e chegada a Delfinopolis-Mg (de ônibus ) - e um dia para planejar outros caminhos na região. 

 

Deixamos nosso carro no estacionamento do hotel JP em Delfinopolis, tínhamos que buscá-lo.

Pensamos em ir à pé(mais 2 dias),  mas não compensava,  pois era somente estrada de terra com muita poeira e muito trânsito de caminhões grandes e, até ali, já íamos embora para casa.

Dia 03.08.2017 - Quinta-feira 
Acordamos e tomamos café,  saímos as 10 da manhã e conversamos na praça da matriz  com pessoal da cidade de SJB do Glória (até nos convidaram para almoçar nas casas deles). Em cidades pequenas o pessoal gosta de uma boa prosa.
Almoçamos Self-service à vontade na praça  $18 por pessoa. Como o ônibus só sairia as 15:30hrs,  tirei uma soneca num banco da praça onde tem uma parada de ônibus, que vai para Delfinopolis  (COMO É BOM A LIBERDADE).
Esperamos o ônibus que faz SJB DO GLÓRIA  a DELFINOPOLIS da empresa Cisne  (só tem um horário às 15:30hrs que saiu às 15:45hrs preço: $26,40 por pessoa).
Estrada com muita poeira e trânsito de caminhões enormes transportando cana-de-açucar.
Grandes plantações de banana, sorgo, milho, cana-de-açucar, e criações de gado de leite e corte.
Do lado esquerdo rio grande e do direito a serra da canastra.
A uns 25 kms tem Ponte Alta, lugar pequeno, vi propaganda de uma pousada.
Mais 17 kms chegamos ao distrito de olhos d'água,  bem pequeno, tem somente uma pousada.
Mais uns 23 kms e chegamos a Delfinopolis,  gentilmente o motorista do Ônibus nos deixou na porta do hotel, onde ficamos semana passada e o carro ficou estacionado. Esse trecho tem aprox. 63 kms e fizemos em 3 horas, estrada ruim.

Hospedagem: hotel Jp em Delfinopolis. Ver dia anterior.
Obs.: quando deixei o carro estacionado negocie o preço a $20 por dia.
Depois percebi que estava pagando caro, então negociei o preço,  no final me cobraram $10 por dia.

Dia 04.08.2017 - Sexta-feira 

Acordamos cedo, tomamos café da manhã, fomos ligar o carro e nada...a bateria arriou. 

Tentamos dar um tranco na descida e nada..pqp.

Nisso passou um rapaz e ofereceu ajuda, demos uma Chupeta e tudo resolveu.

Como atrasamos um pouco neste dia devido ao problema no carro, resolvemos conhecer mais alguns lugares na região,  então fomos atrás de informação. O dono da sorveteria da praça matriz sugeriu a Cachoeira do ouro.

Resolvemos algumas pendências na nossa cidade, via fone, compramos algumas coisas para levar na caminhada. Fomos até a balsa para preencher o tempo. Dormimos à tarde.

 

 

Balsa entre Delfinopolis e Cassia

20170804_095608.jpg

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 27/05/2020 em 02:20, Andrei Kazuma disse:

Meu deus, estou lendo todos os seus relatos sobre as trilhas a pé, e fico encantado e cada vez mais empolgado!

Muito obrigado pela riqueza de detalhes, informações e dicas.

Vou começar meu mochilao a pé pelo Brasil após a pandemia, porém vou sozinho, vocês acham tranquilo fazer as trilhas só?

 

Nós não tivemos nenhum problema nesses anos de caminhadas. Mas sempre fique atento.

A serra da canastra, por exemplo, é muito tranquilo no quesito segurança. 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por Caçadordeviagem
      No dia 14 de Junho de 2019 foi inaugurado o Caminho de Nhá Chica, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela e no Caminho da Fé, a rota se inicia na cidade de Inconfidentes/MG e vai até o Santuário de Nhá Chica em Baependi/MG, são cerca de 260 km cruzando as belíssimas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, é todo sinalizado com setas e placas, para mais informações há um grupo no Face com o nome "Caminho de Nhá Chica" ou visite o site: www.caminhodenhachica.com
      1° Dia: Inconfidentes/Borda da Mata (21 km).
      Eu percorri em Setembro de 2019, o 1° trecho, entre Inconfidentes e Borda da Mata, é o mesmo do Caminho da Fé, após Borda os caminhos se separam, o da Fé vai pra Tocos do Moji e o de Nhá Chica vai para Congonhal...
      2° Dia: Borda da Mata/Congonhal (25 km).
      Trecho muito bonito após uma fazenda com um haras, muito pitoresco, na metade do trecho há uma torneira ao lado da Igrejinha no bairro das Almas, o topo da Serra das Almas e Cachoeira das Almas são os destaques desse trecho...
      3° Dia: Congonhal/Espírito Santo do Dourado (26km).
      Trecho magnífico, logo de cara tem que superar a Serra de São Domingos, ainda na Serra, no km 07 tem fonte de água potável e mais uns 7 km depois tem o Santuário da Obediência, com estrutura de água e lanchonete, a paisagem é linda, com lindas araucárias e várias plantações de brócolis e morango, um dos trechos mais bonitos do caminho...
      4° Dia: Espírito Santo do Dourado/Silvianópolis (20 km).
      Trecho muito bonito e ermo até a rodovia MG-179, chegando nessa rodovia, a uns 100 mts tem uma barraca de frutas e doces mineiros onde adquiri bananas e doces, os últimos 3 quilômetros são em asfalto até Silvianópolis...
      5° Dia: Silvianópolis/Careaçu (20 km).
      Trecho plano e tranquilo perto dos anteriores, na saída de Silvianópolis há um belo lago chamado Lago dos Bandeirantes, próximo a Careaçu o caminho coincide com o Caminho de Aparecida até a cidade, paramos no bar da ponte para beber alguma coisa e seguimos para a belíssima Pousada Castelo...
      6° Dia: Careaçu/Heliodora (24km).
      Saindo de Careaçu por baixo da Fernão Dias, chegasse na Comunidade Rainha do Brasil, ali o monge Bernardo ofereceu café e batemos um papo, deixando o local passa-se por umas 3 porteiras e uma pequena trilha até pegar a estrada de terra novamente, a partir dali caminha-se por lugares muito ermos e bonitos até o km 16, ali há um comércio para abastecer e depois seguir pelos 8km finais pelo asfalto visualizando lindas montanhas...
      7° Dia: Heliodora/Natércia/Conceição das Pedras (24km).
      Entre Heliodora e Natércia há uma grande inclinação a ser vencida, ou seja; vai ter que subir muito e descer tudo até Natércia, lá de cima tem uma bela vista de ambas cidades, em Natércia me abasteci com víveres e segui rumo a Conceição das Pedras em meio a belíssimas paisagens, o destaque nesse trecho é a bela Cachoeira da Usina, eu aconselho a ficar em Natércia pois a pousada lá é muito boa e serve janta e a de Conceição das Pedras fica atrás de posto de gasolina, sem janta...
      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por losestradeiros
      Olá!
      Nós somos Los Estradeiros, dois grandes amigos viajando das mais diversas formas por esse Brasil afora. As vezes de fusca, as vezes de moto, as vezes de a pé e por ai vai. Viajamos SEMPRE com pouca grana, SEMPRE em busca de novas experiências, aprendizados, bons momentos, enfim tudo que a vida tem de bom pra nos mostrar. Temos um sonho de cair na estrada para viver uma longa aventura sem data para terminar. Nos ajude nessa, se inscreva no nosso CANAL NO YOUTUBE, somos meio malucos, mas muito divertidos  https://www.youtube.com/c/LosEstradeiros  SPOILER: Em nosso canal você vai encontrar VLOG's das nossas viagens, desafios em viagens (como: viajar de apé, viajar de bike), e uma série de comédia, onde nós somos 2 personagens vivendo as situações mais absurdas que você pode imaginar, cinemão de comédia mesmo. Enfim, tem muita coisa boa lá, não deixe de se inscrever 
      Acesse nossas outras redes sociais: linktr.ee/losestradeiros
      Nossos relatos são DIÁRIOS das nossas viagens, ricos em detalhes das nossas EXPERIÊNCIAS pessoais, perrengues, momentos divertidos e também informações dos lugares que passamos e os CUSTOS da viagem.
      O relato de hoje vai ser sobre uma viagem que fizemos de FUSCA pela Serra da Canastra MG, nessa viagem conhecemos:
      - Paraíso perdido;
      - Capitólio;
      - Cachoeira Casca D'anta (parte alta e parte baixa);
      - Piscinas naturais da região;
      - Cachoeira do grotão.
      Ao todo percorremos 906km pela região, GASTAMOS UM TOTAL de R$ 844,20 (Sendo: $400 com gasolina, $78,2 com pedágios, $116 com mercado, $150 com camping, $80 no paraíso perdido e $20 na casca d'anta).
      Para garantir o melhor custo dormimos alguns dias em postos de gasolina e outros em um camping em São José do Barreiro MG, fizemos nossa comida todos os dias.
      Nessa playlist estão os 4 episódios dessa viagem: 
       
      DIA ZERO (19/07/19)
      Tivemos um dia cheio, Gabriel em seu último dia de trabalho pré férias e eu passei o dia organizando as coisas da viagem e o logo do canal "Los Estradeiros", até aí tudo correndo como planejado. Bom, vou começar a nossa história indo direto para o final do dia. Por volta de 19:30, fui para casa do Gabriel buscá-lo, na volta estávamos indo em direção ao posto de gasolina, ainda perto da casa do Gabriel eis que a gasolina do Billy (o fusca) acaba (isso porque na hora estávamos falando sobre gasolina, coincidência ou não, não sei). Bom, tivemos que dar um jeito de voltar pra trás, Gabriel pegou sua moto e foi até o posto buscar gasolina.
      Depois de muito esforço finalmente conseguimos abastecer. Fomos para casa, chegando lá, mais um perrengue, a gasolina vazou por cima do tanque, tivemos que tirar um pouco em um galão para parar o vazamento. Feito isso organizamos as coisas no carro, jantamos e por volta de 1 am finalmente dormimos.

      DIA 01 (20/07/19)
      Acordamos as 5:30 am, tomamos aquele café top e as 7h saímos de casa, nosso destino é Paraíso Perdido em MG, após longos 310 km finalmente chegamos, sem nenhum problema com o Billy.
      Ao chegar no paraíso, descobrimos que teríamos que pagar, $40 por pessoa (valor fora de temporada), acabei induzindo o Biel a aceitar, pelo lado financeiro não foi nada bom, vamos ter que apertar os cintos, mas por outro lado, que lugar incrível. Grandes cânions em volta, muitas pedras e água para todo lado, várias quedas d'água, um verdadeiro paraíso.


      No final do dia, por volta de 18h, tomamos um banho e saímos do local, viemos em direção ao posto sul de Alpinópolis MG, e por aqui ficamos, fizemos nossa comida em baixo da janela do banheiro e por aqui dormimos por volta das 22:30.



      DIA 02 (21/07/19)
      Acordamos por volta de 5:30 am, tivemos uma péssima noite, porém dormimos mais do que na noite anterior. O carro é muito apertado, mas conseguimos nos ajeitar. Levantamos, tomamos um café da manhã, usamos o banheiro e as 7h saímos em direção ao nosso camping em São José do barreiro, camping tio zezico.

      Fizemos uma parada no meio do caminho no cânion de Capitólio, mas não sabemos se paramos no lugar certo. Nossa segunda parada foi na cidade de Piumhi para sacar dinheiro, uma cidade pequena mas com uma boa estrutura, porém toda cidade coberta de paralelepípedos. Chegando lá, encontramos um Bradesco e conseguimos sacar. De lá partimos para nosso camping, mais alguns km de estrada asfaltada, após passar por Vargem bonita só terra, estrada toda desnivelada, 20km de terra, após 150km finalmente chegamos no nosso camping, bem próximo a cachoeira casca dantas, um lugar muito bonito.

      O camping é muito simples, diária de 25 reais por pessoa, 2 banheiros (um deles falta telha) e uma grande área para acampar. Paramos o Billy e acampamos ao lado do rio São Francisco. Montamos nossa barraca, fizemos uma cozinha com pedras, pedaços de árvore e um plástico para evitar vento (a ideia mais sem sentido de toda viagem). Depois disso fomos conhecer as piscinas naturais que tem ao lado do camping.

      Passamos o dia mais tranquilos, ao final da tarde tomamos banho, por volta de 20h jantamos um Miojo top, depois jogamos um pouco 21 e logo pelas 22h fomos dormir.

      DIA 03 (22/07/19)
      Planejávamos acordar às 7:30, porém perdemos a hora, acordamos por volta de 9:30. Fizemos um café rápido, tomamos e fomos em direção a cachoeira casca d'anta.

      A cachoeira fica a 2km do nosso camping, fomos de a pé, chegando lá mais uma parte do nosso suado orçamento ficou na portaria, $20 para entrar.
      Fomos em direção a parte baixa da cachoeira, caminhada tranquila, 700m da portaria, um lugar incrível, a cachoeira é muito alta, a mais alta que já vi.


      Saímos de lá após um tempo e fomos em direção a parte alta, e dale subida, 3km só subindo, muita terra, pedra, mato, barro e tudo que mais se pode imaginar.

      Cansamos muito, paramos algumas vezes, escorregando outras, mas após 1h30min chegamos lá, na parte alta um rio se forma antes das quedas, de lá se vê tudo, montanhas, até são José do barreiro se vê, bem pequena a cidade. Vimos até nosso camping, bem pequeno lá de cima.



      Ficamos um pouco por lá, gravamos algumas story no Instagram, para falar da história do nosso projeto (canal no YouTube Los Estradeiros), recarregamos as energias e voltamos.
      Demoramos cerca de 1h para descer, escorregamos algumas vezes, mas não caímos. Após chegar lá em baixo comemoramos muito, mas nossos pés estavam fritando.
      Saímos de lá, tentamos pegar sinal no celular, mas nada, seguimos e já a noite chegamos no camping. Tomamos um banho, jantamos, enquanto jantávamos um rato quase subiu na minha perna, foi tenso. Após isso ficamos um pouco no fusca e por volta das 23h dormimos. Hoje está mais frio.
       
      DIA 04 (23/07/19)
      Acordamos por volta de 9:50, tomamos um café da manhã e fomos andar um pouco pela estrada, pegamos um pouco de internet, publicamos as fotos no Instagram do canal e seguimos pela estrada, mais a frente paramos em uma espécie de mirante e lá ficamos por um tempo, só pensando na vida.
      Passado um tempo um carro parou por lá, eu achei que tinham me chamado e fui até eles, mas eles só estavam vendo a cachoeira, eles riram de mim, o Gabriel riu muito, logo voltamos para o camping.
      Logo depois fomos almoçar. Hoje o almoço demorou um pouco mais, terminamos por volta de 16h. Lá pelas 17h demos um pulo nas piscinas naturais.

      As 18h voltamos e fomos tomar banho, depois do banho ficamos no fusca trocando ideia, quando de repente apareceu um cachorro chorando aqui. Passado um tempo projetei a luz da lanterna pela janela para fora do carro para procurar o cachorro e ele estava bem perto da janela, tomei um baita susto, o Gabriel riu muito.
      Após isso fomos jantar, comemos um miojo e voltamos para o Billy, ficamos conversando um pouco, jogamos um 21 e por volta de 22:30 fomos dormir.
       
      DIA 05 (24/07/19)
      Acordamos as 9h, tomamos um café, depois do café fomos arrumar o telhado do banheiro do camping (negociamos com a Neusa, a dona do camping a diária do dia seguinte, pois não teríamos grana para pagar). Logo depois fomos para a estrada pegar um sinal de internet.

      Depois voltamos para o camping e fomos para as piscinas naturais (descobri que o rio que passa ao lado da nossa barraca é o da Lagoinha). Ficamos um tempo na piscina, nadamos um pouco, o Biel ficou peidando na água (fazendo bolinhas), depois de um tempo voltamos para o camping para almoçar.


      Após o almoço arrumamos as coisas no carro e saímos para ver o pôr do sol no mirante.

      Após isso voltamos, tomamos um banho, gravamos o vídeo de apresentação do canal e fomos fazer a janta. No meio da janta o Biel lutou contra dois mosquitos gigantes enquanto eu protegia o molho e as salsichas, após isso ficamos tirando algumas fotos do céu e por volta de 22:30 dormirmos.
       
      DIA 06 (25/07/19)
      Acordamos as 5:30 AM, hoje tivemos um dia cheio. Após acordar arrumamos as coisas, tomamos um café e saímos do camping.
      Fomos em direção a Capitólio, chegando na cidade ficamos um pouco na lagoa principal, logo fomos conhecer a Prainha artificial, porém não é um lugar muito legal, um pouco sujo. Após isso fomos atrás de um adesivo da cidade, mas sem sucesso. Paramos na matriz e procuramos algum lugar para passar o dia, até que encontramos a cachoeira do grotão, que se dizia ser gratuita em um site, fomos até lá, cerca de 18km da cidade, sendo 12 de terra, chegamos lá, a novidade, tinha que pagar $15 por pessoa, ficamos tristes pois não tinhamos a grana, como já estava perto do almoço ficamos na portaria e íamos fazer comida por lá.

      Até que de repente chega um senhor em uma Mobilete (o Pezinho), disse que era o dono, logo começando a conversar com ele, fizemos amizade, expliquei a situação que estávamos sem dinheiro, ele, por ter gostado de nós, liberou nossa entrada de graça.


      Almoçamos por lá, passamos o dia, logo a tarde pezinho voltou, ficou um tempão lá conversando com a gente, muita conversa boa, na despedida ele explicou um caminho melhor para nós e seguimos, no caminho tinham uns bois e vacas na estrada, mas conseguimos passar.
      Paramos no mirante dos canyons de Capitólio (não entramos porque tinha que pagar), de lá fomos até o posto sul (o mesmo que dormimos no primeiro dia). Após um tempo lá resolvemos ir até a loja que tem em frente ao posto, uma loja de doces, queijos, etc Experimentamos uns doces, e TODAS as cachaças q tinham lá, saímos meio bêbados e não gastamos nada. Ficamos no carro conversando até a noite, depois jantamos, comemos uns chocolate e dormimos por volta de umas 23h.

      DIA 07 (26/07/19)
      Acordamos no posto por volta de 5:20, tomamos café, ganhamos um café preto da galera do restaurante. Por volta de 7h saímos. Chegamos em Jaguariúna as 11h.
       
      E assim termina essa longa viagem, foram 7 dias muito intensos pela serra da canastra, dias de novas experiências, de explorar novos horizontes, de fazer novas amizades.
      E assim fica a lição, permita-se, de a você esse presente de viver novas experiências, viver coisas que nunca imaginou, a felicidade está nas pequenas coisas e é isso que levamos dessa vida.
      Até a próxima  






    • Por QUERUBA
      Prainhas do São Francisco
       
      O dia começou com um café da manhã daqueles! Tudo bem mineiro como o visitante espera encontrar. Nem dá pra descrever tudo que a família de dona Idelzuita, de 83 anos, tinha preparado para os hóspedes da Pousada. Mas logo me vem à memória e ao paladar o pão-de-queijo feito com ovo caipira e o tradicional queijo Canastra.
      Esse vale a pena trazer um. Você encontra tanto nas Pousadas, quanto nas fazendas e nos mercadinhos das cidades que ficam ao pé da Serra. Os preços que encontramos ficavam entre R$ 15 e R$ 25 o quilo de queijo. Comprei um por R$ 15 num mercadinho no centro do município de Vargem Bonita.
      Nosso café da manhã – estávamos em 5 pessoas – foi ainda mais especial porque da varanda era possível avistar o paredão de rocha da Canastra. Refeição observada por duas Siriemas que todos os dias aparecem no gramado perto do refeitório. Ali, uma coisa já ficou clara. A gente era a visita. Elas os primeiros moradores da Serra que iríamos conhecer. E naqueles três dias viriam outros animais, alguns ameaçados de extinção.

      Olho nas Siriemas e ouvidos atentos às histórias de dona Idelzuita, que cresceu ao pé da Serra. Ali ela soltou a primeira frase que fiz questão de anotar no bloquinho que eu carregava no bolso: “O garimpo não deixou ninguém rico. Valeu a ilusão”. A região da Serra da Canastra é uma das mais recentes zonas produtoras de diamantes de Minas Gerais. Foi descoberta na década de 1930.
      A Pousada de dona Idelzuita fica numa fazenda. São vários chalés. O nosso ficava bem perto de uma das curvas do São Francisco. Dali partimos para o primeiro encontro com o Velho Chico que – na parte baixa da Serra da Canastra - ainda parece ser uma criança perto do que ele se transformará adiante. O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra e percorre 2.700 quilômetros em 5 estados brasileiros – Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas – até desembocar no Oceano Atlântico.
      Fomos a pé até uma prainha de água doce, claro. São várias espalhadas por todo o percurso do rio. Basta se aproximar de algum ponto da margem do São Francisco para você encontrar cenários como este:

      Como é comum com os mais antigos no interior de Minas pedimos a benção do Velho Chico tocando o leito do rio. Dali partimos de carro para a grande aventura do dia: conhecer a cachoeira Casca D’Anta.
       
       
      Cachoeira Casca D'Anta
       
       
      A explicação para o nome da cachoeira estaria numa árvore comum na região: a Casca D’Anta. A árvore ganhou esse nome porque tem propriedades medicinais cicatrizantes. Diz a lenda que quando a Anta está ferida ela vai até a árvore e se esfrega no tronco para curar ferimentos superficiais.
      Do município de Vargem Bonita até os pés da cachoeira Casca D’Anta são 23,5 quilômetros (22 Km de carro em estrada de terra + 1,5 Km de trilha a pé dentro da mata). Ainda no trecho de carro vale a pena ficar atento. De longe já é possível avistar a Casca D’Anta tamanha é a grandiosidade da queda d’água. Ela se forma 14 Km depois da nascente do São Francisco.

      Há placas indicando o caminho até a cachoeira, uma das principais atrações da Serra. Como é grande o trânsito de veículos 4x4 vale a pena fechar a janela do carro pra não ficar literalmente comendo poeira. Entre uma foto e outra vacilei e senti o gosto da terra na boca durante o percurso.
      A estrada termina numa casa de pedra. Está é uma das portarias do Parque Nacional da Serra da Canastra. É a Portaria 4. O visitante deixa o carro no estacionamento – um terreiro de terra bem em frente a casa. A partir deste ponto é preciso seguir a pé. Antes o visitante paga uma taxa de R$ 8 para ter acesso a trilha que leva até a Casca D’Anta.
      O pagamento é apenas em dinheiro. Estrangeiro paga R$ 16. A entrada é de graça para quem tem menos de 12 anos ou mais de 60 anos. Na portaria o visitante pode retirar um folheto com informações. O horário de entrada é das 8h às 16h horas. O visitante deve voltar e deixar o Parque até às 18h. No horário de verão, a entrada é estendida até às 17h e a saída até às 19h por conta da luz solar. É proibido entrar com bebida alcoólica e também com animais domésticos.
      O percurso da portaria até a cachoeira é de 1,5 quilômetros. A maior parte dele em estrada de terra. É bem tranquilo de fazer. Tanto que ao longo do caminho cruzamos com crianças e também idosos. Existe inclusive estrutura turística ao longo da estrada como área de camping, banheiro masculino e feminino e quiosques com mesas para o visitante descansar e fazer um piquenique.

      Mais próximo da cachoeira, a estrada dá lugar a uma trilha estreita em trecho de mata fechada. Vale a pena ficar atento porque alguns pontos são bastante altos. Esse percurso é às margens do rio São Francisco. Lá embaixo, as pedras formam piscinas naturais. Vimos grupos de pessoas se refrescando nas águas. Para chegar lá basta seguir por trilhas menores que levam até o leito do rio.
      Quem segue em frente pela trilha principal chega até um mirante com uma visão privilegiada da Casca D’Anta. O ponto é excelente para tirar umas fotos.

      Ali também construíram uma pequena arquibancada para o visitante descansar e já admirar a imensa queda d’água que vai encarar em instantes. E ela surge do nada em poucos minutos de caminhada.

      Interessante reparar na reação das pessoas nesta hora. Elas ficam mesmo de boca aberta e com a cabeça inclinada para o alto. A cachoeira impressiona. A Casca D’Anta é a primeira grande queda do São Francisco. O paredão de água tem 186 metros de altura. Cai com tanta força que o impacto no lago provoca uma chuva que é lançada em direção aos visitantes. Impossível não se molhar.
      Vale muito a pena levar uma capa de chuva para não ficar ensopado como eu fiquei. É tanta água que você tem a sensação de ter entrado na água com roupa e tudo. Vez ou outra é bom enxugar a lente da câmera. A água que acumula fica visível nas fotos...rs.
      Chegar até o lago lá embaixo é bem arriscado. A chuva que se forma deixa as pedras escorregadias. O risco de acidente é grande. Antes de chegar na cachoeira tem inclusive uma placa alertando para os riscos, entre eles o de afogamento. O folheto que entregam na portaria não recomenda o banho na parte baixa da Casca D’Anta. Eu até me arrisquei nas pedras mas não entrei na água.
      Importante usar uma calça comprida leve para não arranhar as pernas e um calçado com solado antiderrapante. Um repelente também é fundamental porque se você voltar no fim da tarde os mosquitos atacam mesmo. E funciona. Basta passar para eles se afastarem e dar sossêgo.

      As gotas d’água lançadas no ar formaram um belo arco-íris naquele fim de tarde. E pra quem acha que o espetáculo do dia termina ali vale a pena parar o carro na estrada durante o caminho de volta e observar o sol repousar atrás da Serra. É outra imagem que você não vai esquecer. O céu muda de cor. Fica laranja. Com o flash da câmera ativado, o céu fica avermelhado. Mas a maior surpresa da viagem aconteceria mesmo no dia seguinte, na parte alta da Serra da Canastra.

    • Por Marthon Luiz Garcia Livram
      INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017.
       
      HOSPEDAGEM: AirBnB – Aplicativo para hospedagem.
       
      ROTEIRO
       
      Planejamento
       

       
      Um feriado de Carnaval é preciso programar com pelo menos 2 ou 3 meses de antecedência devido a demanda e também para tentar correr dos preços exorbitantes que aparecem na época.
       
      Capitólio, como é turístico e anda na moda, não é diferente, e para reduzir o orçamento de uma viagem assim, uma das melhores alternativas que encontrei foi ficar em outra cidade nos arredores do lago de Furnas.
       
      Os hotéis e pousadas esta época do ano estavam com preços além do imaginável, por isso nesta viagem usei pela primeira vez o AirBnB, o aplicativo de alugueis de casas para férias e feriados, foi um teste, e agora virei cliente e recomendo.
       
      Eu e a turma pegamos um apartamento no centro de Piumhi para 5 noites e 4 dias por R$ 1.045 (com taxa de limpeza). Um imóvel de 3 quartos para até 8 pessoas, ou seja, o carnaval todo por R$ 130,63 / pessoa, bem em conta, não??
       
      O POST completo recheado de foto, contatos e demais informações esta no blog http://www.queromochilar.com.br.'>http://www.queromochilar.com.br.
       
      Sobre a hospedagem com AirBnB
       
      Foi a primeira experiência de muitas, após reservado o imóvel, entramos em contato com a proprietária, quem nos instruiu sobre passeios, recebeu os primeiros que chegaram no imóvel, apresentou o bairro e teve o cuidado de deixar um lanchinho para quando chegássemos. Não tivemos nenhum tipo de problema. Só tenho Elogios a Francisca.
       
      Sobre a escolha de Piumhi.
       
      A cidade fica a 20 km de Capitólio, é uma cidade bem estruturada e bem menos movimentada. Como os atrativos ficam afastados de Capitólio, você acabará andando 30 km a mais (ida e volta) para fazer os passeios, isso dará em torno de 10 reais a mais (R$ 2,50 por pessoa se dividir por todos do carro), e ira economizar até um terço do valor da hospedagem que pagaria na disputada Capitólio.
       
      Ah, outra coisa, tem um pedágio de R$ 5,50 de Piumhi à Capitólio, ida e volta, mas mesmo assim acaba compensando.
       
      Planejando os passeios
       
      Como saímos na sexta as 15h30 de Montes Claros e chegamos ás 00h40 – nove horas de viagem por causa do trânsito pesado – e acordamos no sábado cedo, tivemos o dia todo pela frente para curtir as atrações deste lugar.
       
      Como todos ainda estávamos cansados, fomos nos passeios mais “próximos” e planejamos Morro do Chapéu na parte da manhã e Cascata Ecopark na parte da tarde.
       
      Morro do Chapéu.
       
      Entrada: Gratuito.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.
       


       
      O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar ao Morro do Chapéu, peguei a MG-050, sentido Canyons e andei até a estrada do Dique. Você vai seguir as placas do Hotel Engenho da Serra.
       
      Após andar 24 km (de Piumhi), ou 12 km se sua referência for de Capitólio, você vai cruzar a pista e entrar sentido o hotel Engenho da Serra, esta entrada é em uma curva e péssima de visão, achei perigosa. Após entrar começa a estrada de terra de 10,1 km até o topo, você vai passar pela estrada do Dique, e vai seguindo. Há Placas, logo vai ver uma indicando a entrada para o Morro do Chapéu.
       
      Havia trechos muito ruins para o carro ainda mais por que havia chovido, não eram atoleiros, mas trechos com buracos e pedras, muito ruim mesmo. Achamos carros voltando, desistindo e nos alertando, mas teimosos que somos resolvemos seguir, fui de Uno, mas não indico carro baixo se não for habilidoso em estrada de terra.
       
      Uma hora de carro e chegamos a um ponto quase no mirante que preferimos não passar com o carro e seguimos a pé devido as mas condições da estrada.
       
      Mapas: Estão disponíveis no Blog: http://www.queromochilar.com.br
       
      Sobre o Trekking:
       
      Impossibilitados de subir o morro até o final com carro, resolvemos terminar a pé, pois estávamos bem próximos.
       
      Fomos cortar caminho, pois era mais curto que seguir a estrada e fomos por uma trilha bem íngreme no meio dos morros, andamos menos de 1 km, mas foi um pouco puxado devido a subida.
       
      Quando chegamos no topo o visual compensa tudo. Lá de cima temos uma visão privilegiada do lago de furnas com seu verde esmeralda incrível que rende excelentes foto.
       
      Cascata Ecopark.
       
      Entrada: R$ 35,00 – Preço do Carnaval; Preço normal R$ 30,00.
       
      Horário: 9h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.
       
      Como Chegar:
       
      Após o Morro do Chapéu, voltamos para MG-050 sentido Passos andamos por mais 24 km (22 min) e chegamos na entrada do Ecopark. Aqui também temos que cruzar a pista, mas é mais tranquilo e a estrada de terra é bem curta, praticamente insignificante.
       
      Sobre a Cascata Ecopark
       
      No lugar há um restaurante que serve somente porções pequena a preços bem salgados (Ex: R$ 35,00 de filé de carne e R$25,00 de mandioca) e uma trilha curta de 1,2 km (ida e volta) com acesso ao mirante, cachoeiras e piscinas naturais.
       
      No Ecopark há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.
       
      O começo da trilha é bem sinalizado, mas depois vamos seguindo a trilha rumo ao mirante e ficamos sem saber onde termina, então seguimos até ver que se andássemos mais não mudaria a paisagem.
       
      Depois dos Mirantes fomos rumo as cachoeiras, para chegar até lá temos algumas pedras escorregadias como obstáculos, mas nada perigoso, só ter cuidado. Em alguns trechos temos que passar por água, o que pode molhar o tênis. Como esta trilha é fácil, curta e com mais de três paradas, recomendo ir de chinelo.
       
      A primeira cachoeira é a melhor para banho, com uma queda d´água que termina no lago dos Canyons de furnas e é possível ver várias lanchas que fazem os tours chegando para apreciar a paisagem.
       
      Para finalizar a trilha temos uma pequena escaladas em pedras para passar por outro poço de banho e outra cachoeira, a da entrada do Ecopark, na primeira foto.
       
      Acabou que ficamos das 12h30min até as 17h curtindo este belo lugar até retornarmos para Piumhí.
       
      Acordamos cedo e às 9h00 fomos direto para o Paraíso Perdido.
       
      Paraíso Perdido.
       
      Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar no Paraíso Perdido, pegamos novamente a MG-O50 sentido Passos, e andamos por 53 km (vindo de Piumhi) até chegarmos a estrada de terra que está em boas condições e são somente mais 4,6 km até a portaria da propriedade.
       
      O acesso é fácil, não se preocupe, pois é bem sinalizado e daqui podemos ver a hidrelétrica de furnas.
       
      Quando chegamos a fila de carros para entrar estava enorme, e esperamos em torno de uns 30 min para conseguir chegar a portaria.
       
      Na portaria, recebemos as instruções de funcionamento do lugar e segurança e seguimos rumo as cachoeiras.
       
      Sobre o Paraíso Perdido
       
      O Paraíso perdido tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo, só que juro, esperava mais.
       
      Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei 40 reais e vi 3 quedas (eu considerei, não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.
       
      Nossa sorte foi ter chegado cedo e curtido a cachoeira e o poço, pois próximo ao meio dia os instrutores começaram a retirar todo mundo por risco de tromba d´água, e para sair foi bem chato, pois só tem um caminho e estava lotado.
       
      Sobre a trilha:
       
      Para fazer a trilha não é permitido levar comida, nem garrafas descartáveis, mas como não revistam a mochila todo mundo acaba levando. Só não deixar lá, né pessoal?? Acho que vocês não fariam isso…
       
      A trilha é bem curta, mas quase 100% sobre as pedras, o que pode deixá-la um pouco perigosa, principalmente em dias de chuvas. Há três quedas pelo caminho, onde podemos tomar banho, e também há travessia na água. Eu recomendo ir de chinelo nesta trilha ou sapatilha aquática.
       
      A trilha é bem sinalizada e por ser um caminho único de ida e volta se for temporada fica lotada e um caos para subir e descer, mesmo com a equipe do lugar orientando o povo.
       
      Acabamos almoçando por aqui, pois há um restaurante ótimo com comida a quilo (R$ 38,00 / kg).
       
      Saindo daqui fomos curtir a cachoeira do Filó que estava próxima e no caminho de volta para Capitólio.

       
      Cachoeira do Filó
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      A Cachoeira do Filó fica nas margens da MG-050, vindo de Capitólio está do lado direito, mas como estávamos voltando do paraíso perdido ela está ao lado esquerdo há 1,1 km.
       
      Não tem placa sinalizando o local, mas não tem erro, é cheio de carros parados no acostamento, ônibus, assim viu a muvuca fique sabendo que é lá.
       
      Sobre a Cachoeira do Filó
       
      A cachoeira do Filó é top!
       
      Uma bela queda d´água com um poço enorme excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.
       
      Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante, só ir contornando a queda dá água e subir pela mata, mais uns 100 m e você estará no topo da cachu, além de ter acesso ao poço atrás da mesma.
       
      O lado ruim é que ninguém cuida deste lugar, uma pena. E por estar assim ao Deus dará o pessoal MAL EDUCADO deixa lixo, e ouvi dizer até que estava tendo assaltos lá, por isso, cuidado.
       
      Trilha do Sol.
       
      Entrada: R$ 40,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Como quase todos passeios, a trilha do sol também fica na MG-050, no Km 304, há 38,1 km de Piumhi. Há sinalizações na estrada indicando a entrada da estrada de terra onde temos que entrar. A estrada de terra é ótima e somente 1 km.
       

      Sobre a Trilha do Sol
       
      Recomendo ir no primeiro horário, principalmente em véspera de feriado, pois a portaria estava lotada e uma bagunça no inicio da manhã.
       
      Neste dia fiquei feliz, pois realmente fiz uma trilha. E achei o melhor dos passeios pagos, sério, é imperdível este lugar.
       
      Há três atrativos principais na trilha do sol:
       
      1- Cachoeira no Limite.
       
      2- Cachoeira do Grito.
       
      3- Poço Dourado.
       
      Ah, e a parte naturista se não tiver acanhado…rs.
       
      Sobre a Trilha – Passando pelos 3 atrativos.
       
      Primeiro fomos em direção a Cachoeira no Limite e penso que é por onde devemos começar a trilha. Uma caminhada de apenas uns 25 minutos e estamos no lugar.
       
      A trilha é show, pelo cerrado florido e rodeado de paisagens incríveis, poucas subidas e descidas e a mais fácil das 3.
       
      Depois da cachoeira e do banho de chuva, voltamos o caminho até a bifurcação inicial com as placas e agora vamos rumo a cachoeira do Grito.
       
      A trilha para o grito também é bem tranquila, com subidas pouco íngremes e paisagens incríveis. Somente para descer até a cachoeira que os mais sedentários sofrem um pouco, pois tem uma escada com 69 degraus que na volta cansa um pouco as pernas rsrs….
       
      Após subir a escada para o retorno vamos seguindo as placas rumo ao poço dourado, que é o mais top de todos os atrativos na minha opinião. Como eu não tinha lido nada sobre este lugar, esse poço foi uma bela surpresa.
       
      Para chegar até lá temos uma descida íngreme, e chegamos em um poço, na hora não achei nada demais, mas então descobri que as pessoas estavam entrando em uma abertura na mata seguindo o córrego e descobrimos que o poço na verdade era lá dentro.
       
      Entrei no córrego e fui seguindo, tem horas que a água chega quase na cintura (minha cintura de uma pessoa de 1,67 m…rs), mas a maior parte do trajeto a água fica no joelho.
       
      O caminho dentro do córrego no meio da mata é espetacular, ainda mais que durante a trilha temos paredes com muitas pedrinhas empilhadas que deixam o lugar ainda mais interessante.
       
      No final da trilha temos uma cachu que é impossível resistir, ainda mais você estando todo suado da caminhada.
       
      Mesmo com travessia em água, recomendo na trilha do sol ir de tênis, pois são 4 km. O lugar tem estrutura com restaurante, que apesar de não ter comido por lá, parece ser bom.
       
      Daqui fomos direto para o lugar onde saem os passeios de lancha que já estava agendado. No local ficam dois restaurantes, entre eles, o do Turvo que estava saindo pessoas para fora. Então resolvemos almoçar no Águas Minas (R$ 40,00 / kg), fila menor e comida ótima.
       
      Passeio de Lancha nos Canyons.
       
      Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
       
      Horário: Agendado – das 8h00 as 16h00.
       
      Duração do passeio: 2 horas.
       
      Após o almoço fomos procurar o Furnas Aventura, a empresa que nos levaria para fazer o Canyon de lancha, o passeio foi incrível, mas a empresa uma decepção. Umas duas semanas antes do passeio liguei e reservei o mesmo para 6 pessoas, na data que liguei me informaram o preço de R$ 80,00 por pessoa, informei todos meus amigos e na hora que chegamos lá estavam cobrando R$ 100,00, ok, entendo que aumentam o preço do carnaval, mas deviam informar seus clientes, pois combinar uma coisa e fazer outra para mim é falta de respeito.
       
      Questionamos a situação e a única alternativa que nos deram foi desistir do passeio, disseram claramente que não precisavam da gente e que a fila de espera era grande, se quiséssemos desistir podíamos ficar à vontade. Sem outra opção e sem vontade de ficar sem fazer o principal de Capitólio, acabamos indo e curtindo muito, mas nunca mais uso esta empresa e nem recomendo.
       
      Nosso passeio de lancha saiu as 14h00 de frente ao restaurante do Turvo e teve duração de 2 horas. Pedem para não levar garrafas de vidros, destilados e caixas térmicas grandes, pois o espaço é pequeno.
       
      Mapa do passeio de lancha no Aplicativo Wikiloc.
      Fomos direto nos Canyons com as duas cachoeiras, cuada e de cuadinha, quando vamos chegando a paisagem é fantástica e ver aquelas duas quedas de água no meio daquele Canyon com águas verde esmeralda com certeza é uma cena para se gravar na mente para vida toda. Este lugar é o cartão postal de Capitólio e Lago de Furnas.
       
      O lugar estava lotado demais e não atrapalhou o bom banho no rio e as fotos.
       
      Depois daqui fomos conhecer o Vale dos Tucanos, onde nosso motorista explicou sobre a história do lago de furnas e esclareceu várias dúvidas. Este vale tem pontos de 80 até 190 metros de profundidade. Não paramos para nadar, pois o tráfego de lanchas e jets estava grande, sendo nadar perigoso.
       
      Fomos então na cachoeira do Ecopark pelo Canyon – onde fomos no nosso primeiro dia – e a vista deste angulo foi demais.
       
      Depois fomos para frente da Lagoa Azul, que estava bem cheia e ruim descer para nadar, penso que nem azul estaria….rs.
       
      Tinha que pagar R$ 20,00 para acessar e como é possível fazer por terra este passeio, o nosso piloto nos levou para finalizar o passeio em um lugar desconhecido, o Vale das esmeraldas, lá estava bem tranqüilo e finalizamos nosso passeio com um banho delicioso aqui.
       
      Mais paisagens incríveis na volta e ao som do Bob Marley tocando na lancha retornamos, foi um passeio incrível, com certeza imperdível.
       
      Aproveitando que ainda era 16h00 fomos conhecer outro lugar muito procurado – o Mirante do Canyon.
       
      Sobre o Mirante do Canyon
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Aberto.
       
      Duração do passeio: Em torno de 40 min.
       
      Como Chegar:
       
      Após o restaurante do Turvo, andei sentido Passos mais 5,4 km e cheguei a entrada do mirante. Você irá ver muitos carros estacionados no acostamento. Neste dia, paramos um pouco mais afastado, uns 100 m, em uma entrada de estrada de terra, pois tínhamos escutado que a polícia estava multando os carros estacionados irregularmente no acostamento.
       
      O acesso ao mirante é supertranquilo, apenas 300 metros da rodovia e plano, lá temos uma visão incrível das duas cachoeiras que desaguam no Canyon. Por ser gratuito e de fácil acesso nem preciso dizer que lá está sempre lotado, né?
       
      Em frente ao mirante há uma outra cachoeira gratuita e bem bonita, a Diquadinha.
       
      E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??
       
      1- Orçamento minha viagem: R$ 249,75 / dia / pessoa.
       
      Considerado: Gastos com carro (14 km /l) e pedágio dividido por 4 passageiros + Passeios + Compras + Alimentação fora Hospedagem AirBnB + Viagem de Montes Claros a Piumhi.
       
      2- Orçamento sem hospedagem e combustível do deslocamento MOC – Piumhi: R$ 122,98/ dia / pessoa.
       
      Muito mais dicas e informações no http://www.queromochilar.com.br

    • Por casal100
      Fizemos a maioria dos caminhos que passam pela Serra da Mantiqueira(Estrada Real, Caminho da Fé, Crer....), alguns mais de 1 vez.
      É quase unanimidade entre os caminhantes que, indiscutivelmente, a Serra da Mantiqueira têm as mais bonitas paisagens e, nós concordamos integralmente. São caminhos que proporcionam lindas fotos,  clima agradabilíssimo, povo acolhedor e simpático, ingredientes que definiram esse roteiro.
      Foram quase 50 dias e mais de 1.100 quilômetros de muitas alegrias, felicidade e paz,  poucas tristezas e decepções.
      Começamos e terminamos na MAGNÍFICA cidade de Campos do Jordão-SP, depois de rever vários lugares (passei alguns invernos nesta bela cidade, quando eu era "bacana"). A cidade se transformou,  criaram vários roteiros turísticos, belas e caras casas dos novos e velhos "bacanas", ótimos restaurantes, atrações mil,  pousadas e hotéis de todo tipo e preço, tem até o refúgio do peregrino, comércio bom, povo hospitaleiro, clima perfeito e, ainda por cima fomos no verão,  baixa temporada,  onde com facilidade encontramos boa hospedagem com preços menores que muitas hospedagem em cidades pequenas.

      Outra coisa que pesou em escolher fazer essa travessia é que a região se assemelha muito com um projeto que temos em mente, que é a travessia entre Punta Arenas x Arica no Chile,  então serviu como treinamento.


×
×
  • Criar Novo...