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Acompanhando cheio de saudades do grande presidente comandante Hugo Chaves Frias.

Tomara que chegue logo nessa parte.

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Colômbia Parte 2 – Santander

Bucaramanga estava nos meus planos, porém, me imaginava no máximo 3 noites, pois só tinha em mente conhecer o canion de Chicamocha. Eis que a minha estadia ultrapassa os 15 dias. Fui convidada por um amigo a ficar alguns dias em sua casa, com sua família. Estava um pouco receosa com o que eu encontraria, porém fui surpreendida da melhor forma. Pessoas maravilhosas, amáveis, educadas e muito religiosas, daquelas que vão à missa todos os domingos, para pedir ou agradecer.

Após sair de Villa de Leyva, segui para Tunja e de lá peguei o ônibus para Bucaramanga as 12:15, viagem estressante, pois o cidadão que estava sentado ao meu lado estava bebendo cerveja e comendo Cheetos. Saí do meu assento e fui sentar em um assento vazio, caso chegasse o dono da poltrona me retiraria, mas por sorte não chegou. Viajar pela cordilheira é duro, não é para qualquer um, enjoa-se facilmente, por isso nem almocei. A viagem levou quase 8 horas e quando chegou na parte chamada Pescadero foi complicado, fiquei muito enjoada e fechei os olhos. Eram curvas de 180° ou mais e detalhe: na Colômbia não se exige o uso cinto de segurança nos ônibus em viagens rodoviárias. Eu fiquei com muito medo, mas os motoristas dirigem muito bem, por sorte.

Cheguei na cidade a noite e já fui logo sair. Me apresentaram um tal de wisky com crema. E achei bem gostoso. Fui logo dormir, pois estava muito cansada.

Canion de Chicamocha

Fui com meu amigo de carro pela manhã de carro, porém vendem esse passeio pela cidade. A verdade é que não tem como fugir do teleférico. Foi 50 mil pesos, um pouco salgado, mas a estrutura do parque é excelente. Só andando no teleférico levou mais de meia hora, um percurso muito longo. É possível pagar 75 mil pesos também utilizando todo o parque, tirolesa, parque aquático (não achei que tinha a ver um parque aquático com piscinas azul claro no meio de um Canion, se fosse com a cor mais natural seria fantástico). Mas aproveitei e caminhei por todo o parque. Muito bonito.

Barichara

Barichara fica perto da cidade de San Gil, a caminho de Bogotá, porém mais próxima de Bucaramanga. É conhecida como a Cidade Amarela, pois as construções das casas são de argila, cidade linda para descansar, ver a natureza e comer bem. Peguei o ônibus em Bucaramanga para a Parada “Papi quiero Piña” e de lá peguei um micro ônibus para San Gil, que custou 15.000 cop. De San Gil peguei outro ônibus para Barichara, que custou 6.000 cop. O tempo total de viagem foi de 3 horas. Gostei mais de Barichara do que de Villa de Leyva.

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Travessia para a Venezuela por Cúcuta – Colômbia

Estava em Bucaramanga, acordei às 6 da manhã para pegar a van às 7, seguindo para Cúcuta. Foram quase 5 horas de viagem, montanhas muito curvilíneas, com um panorama muito bonito. Cheguei em Cúcuta meio dia. Cidade muito quente, estava 34 graus. Desci no terminal e peguei um táxi, expliquei a situação ao motorista, que estava indo para a fronteira e pedi para ele parar numa casa de câmbio de confiança, ele mesmo pediu para eu ficar no carro que ele ia comprar os Bolivares para mim. Dei 200.000 cop e disse que queria 200.000 bolívares. Achava que estava mil para mil, porém ele veio com 30.000 Cops de troco e os 200.000 bolívares, que seriam 200 reais. Não recomendo trocar isso tudo. Troque no máximo 70.000 e leve na doleira os dólares, dentro da calça, finja que faz parte do seu corpo e só tire para tomar banho e dormir. O táxi até a fronteira “la Parada” foi 25.000 cop. Mesmo com o motorista parando para trocar o dinheiro e deixou eu almoçar. Muito gente fina. Ele levou a minha cargueira até a imigração da Colômbia e dei minha saída. Achei tudo muito organizado, sem caos algum e seguro. Cheguei na fila da entrada da Venezuela, estava com um pouco de medo por causa da grana que estava na mochila, mas foi tranquilo. Já tinham taxistas abordando para San Cristóbal. Vi o Taxista Jonathan, uniformizado e de crachá, dizendo se eu queria fazer a viagem sozinha. Seriam 21.000 Bolivares ou 20.000 cop. Isso me passou confiança. Mesmo sendo um serviço caro para eles, para nós é realmente barato, levando em consideração que é uma viagem de duas horas até San Cristóbal, me deu muitas dicas, disse inclusive que andando de táxi sozinha a polícia para menos. Além disso, Jonathan me ajudou a comprar um chip e me colocou dentro do ônibus para El Vigía. A Polícia só parou uma vez para verificar meu passaporte. Tudo tranquilo. Neste dia estava tendo manifestação em Mérida e cancelaram o ônibus das 16 horas. Pensei na solução de ir para El Vigía e de la pegar outro táxi para Mérida. O ônibus demorou a lotar, só gente Local e trabalhadora. A única estrangeira era eu. Tentavam puxar assunto e eu só balançava a cabeça e dizia “sim” eles falam muito rápido, não conseguia entender. Na estrada tinham muitos postos de polícia, antigamente eram pedágios, mas o Chávez mandou tirar tudo, só ficou um no caminho de Mérida, por se tratar de uma zona turística. A polícia entrou no ônibus e foi direto para a minha cargueira, tremi um pouco, ele pediu para abrir, comecei a tirar minhas bolsas de roupas e ele desistiu de ver tudo, ainda bem que não olhou a de ataque. Segui viagem até El Vigía, no terminal estava tudo aparentemente tranquilo. Chegou um casal de venezolanos e perguntaram se queria compartilhar. Pagaria 20.000 sozinha numa viagem de 2 horas ou 6.600 com eles. Como o táxi era oficial aceitei dividir. No caminho mais uma parada policial. Pediram para olhar minha cargueira e eu sorri para o policial, tentando não demonstrar nervosismo. Ele perguntou: “é comida?” eu disse que não. Comecei a tirar minhas roupas de novo e ele desistiu de ver tudo e me liberou. São muitas paradas policiais, é preciso calma e por isso não é recomendado levar consigo muito dinheiro e nem muita comida, pois é rota de tráfico de alimentos, combustível e drogas. Cheguei em Mérida às 11 da noite e pedi para o motorista me deixar em qualquer hotel. A diária de um quarto matrimonial era de 21.000 Bolivares, um pouco caro, mas se trata de uma região bastante turística e moradores com um bom poder aquisitivo.

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Antes de chegar a Venezuela – o que saber

Não há casas de câmbio
O dinheiro que você tiver deve ser trocado todo na fronteira, seja em Santa Elena ou Cúcuta, pois passando a fronteira, só trocam dólares. Quem vai a Caracas de Avião, deve ter dólares, não há Possibilidade de trocar real em Caracas. Notas de 20 são mais fáceis para trocar. Pois 40 dólares é uma mochila cheia de notas de 100 bolívares. Uns 180 reais aproximadamente, ou seja, nada para nós, mas para os Venezuelanos é mais que um salário mínimo. As cédulas novas ainda são raridade, então espere receber malotes e confira tudo, pois já peguei montos com 1.000 Bolívares a menos.

Não é exatamente barato para comer

Vim da Colômbia e achei um pouco mito a história de que tudo na Venezuela é muito barato. Não é bem assim. Há cidades e cidades. Em Mérida come-se muito bem sim e barato. Um prato com tiras de carne, batatas rústicas e salada de repolho com um copo gigante de Nestea foi 8 reais. No dia seguinte ostentei com uma costela de porco ao molho barbecue com salada e batatas rústicas com um copo de coca cola. O total deu 16 reais. Isso nos restaurantes brasileiros seria algo como 50 reais ou mais. Portanto, Mérida se come melhor no centro da cidade. Nos passeios oferecidos nas montanhas. Vai de 9 a 15 reais, se você quiser comer com a sopa. Coisa que na Colômbia é cortesia, na Venezuela é cobrado como um prato a parte.
Em Valência, Caracas e cidades do Caribe os preços são mais elevados, isso se justifica por ser metrópole e pelo alto poder aquisitivo de alguns, porém grande parte da população ainda precisa recorrer às filas da distribuição de alimentos subsidiados pelo presidente, chegando a ficar mais de 12 horas para receber a cesta básica. A fila para comprar pão também era grande, pois não há farinha de trigo o suficiente e quando tem é muito caro.
Queria fazer brigadeiro para os donos da casa em que estava hospedada e não pude, pois uma lata de leite condensado estava 9 reais e não havia chocolate em pó, nem cacau. Apenas achocolatado. Achei o preço um absurdo, depois eu vi que o leite condensado era importado do Brasil e que era de uma marca que não passaria de 3 reais. Portanto não tive coragem.
Uma dica para comer barato é justamente evitar comprar produtos industrializados. Coma o mais natural possível como carnes, ovos, verduras, legumes, arepas de milho no lugar de trigo. Isso sim é barato. No mais, não fará diferença se você comer fora ou não. Nas praias, caia dentro dos peixes, camarões e lagostas, é muito mais barato que em nosso país.

Beber é mais barato que comer

Tomem conhecimento de que uma cerveja aqui é entre 90 centavos e 1,50 real no bar. Só há uma marca de cerveja, a Polar, com vários tipos e, sinceramente, bem mais gostosa do que as 4 famosas brasileiras.
O melhor rum do mundo é Venezuelano e não cubano, uma dose de rum é 1,80 real. Para quem gosta, vale a pena. E não é dose contada no dosador, o copo é cheio mesmo, com gelo, claro. A melhor marca é Santa Teresa e a garrafa do mais caro é 22 reais no supermercado.

Serviços muito baratos

Comprei um chip da marca Digitel e o valor foi de 5.000 Bolívares e acrescentei um plano de 3 GB por mais 8.000 Bolívares, então, por 13 mil Bolívares Saí com um chip de celular com um plano de internet que dá para utilizar o mês inteiro.
Para as mulheres vaidosas, este é um destino de cirurgia plástica com baixo custo e de boa qualidade. A média das intervenções aqui é de 500 dólares. Como não tenho esse interesse, apenas utilizei serviços de depilação completo por 25 reais. No Brasil só faço as axilas com esse valor hahaha.
Serviços de lavanderia foi 3 reais. A senhora apenas contou as peças para anotar, porém o serviço é o mesmo valor, independente do peso.
O ônibus para percorrer uma viagem cruzando o país foi 6 reais. Um táxi rodando a cidade é no máximo 2 reais.

Hospedagem barata

Em Mérida paguei 7.500 bolívares a diária em um hotel simples, porém muito bom, se chama Luna Azul e fica na Plaza Heroínas.

Nas cidades grandes, utilizar o Airbnb e Couchsurfing é fundamental

Em Valencia, utilizei o Airbnb e foi muito importante estar com locais para ter dicas da cidade, como se prevenir dos delinquentes, como economizar nas compras, enfim, é como estar com uma família. São momentos que nunca esquecerei.
Em Higuerote utilizei Couchsurfing em um barco com um casal muito simpático. Foi uma experiência diferente e incrível. Não solicitei ficar por lá, apenas me foi oferecida a hospedagem e aceitei.

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Mérida – O início da Cordilheira dos Andes

Depois de ter chegado em Mérida quase de madrugada e ter ficado em um hotel de 21.000 bolívares, mudei de hotel para a Plaza Heroínas, em frente ao Teleférico de Mérida. Tive a dica de um amigo que se hospedou uma semana antes e se chama Luna Azul. Um quarto individual custa 7.500 bsf, não tem café da manhã, mas tem água filtrada a disposição dos hóspedes. O lugar é muito bem localizado e seguro. Recomendo muito.

Páramo

Comprei o passeio para o Páramo, custou 7.000 bsf e teriam 10 paradas, aproximadamente. É um tour de 10 horas e isso cansa a quem não está acostumado. Primeiro eles param em uma feira de artesanato para você comprar lembrancinhas, mas eu não comprei nada, depois eles vão subindo a montanha, alguns vomitam com as curvas, o motorista te dá um paninho é um spray de cheirinho bom, a pessoa que vomitou limpa e o ônibus segue viagem, depois param em uma casa de um tal de Juan, que tem a casa toda inclinada, inclusive os móveis. O ambiente é bem bonito, charmoso, com uma cafeteria e novamente o ônibus segue viagem. Depois param em uma capela de pedra, muito bonitinha, depois param em um ponto de um homem que cuida de cachorros chamados mucuchíes, que foi o melhor amigo de Simon Bolívar. Essa raça vem sendo salva de extinção graças às contribuições dos turistas e é considerado um símbolo na Venezuela. Depois era hora de subir mais a montanha e chegamos ao ponto mais alto do Páramo por estrada, que era chamado de Pico de Águila, com 4.118 metros. Visão linda, frio, muito frio. Luvas, toucas e um bom casaco térmico era mais que necessário. Após ter atingido o pico era hora de descer para almoçar. Escolhi uma sopa de legumes com carne e uma trucha a la plancha, que me fez lembrar da Trucha boliviana, porém a da Venezuela é feita com muito mais carinho. A conta no geral deu 12.000 bsf. A próxima parada era o melhor ponto de fresas com cremas (morangos com chantilly) do Páramo. Um copinho bem satisfatório era 2.000 bsf, muito barato e os morangos foram os mais doces que eu já comi. Muito natural, sem esse monte de agrotóxicos. Após ter comido a sobremesa era a hora da cereja do bolo, a Laguna de Mucubaji, estonteante, com uma vista de tirar o fôlego. Esse foi um passeio que me fez admirar os Andes Venezuelanos e o cuidado que eles têm com a sua montanha. Gostei tanto que repeti o passeio no sábado, na tentativa frustrada de conhecer o observatório de Mérida, porém frustrada com a chuva.

La Culata

Esse é um outro passeio muito interessante, que vai para o outro lado da montanha. O passeio foi 6.000 bsf e começou no zoológico Chorro de Milla. Não gosto de zoológico e, portanto não tirei nenhuma foto. Porém as crianças gostam muito e ficaram lá brincando com todos eles. Na saída do zoológico muita gente tirando foto enroscado com uma cobra e eu não via a hora de sair dali. Depois começou a parte mais interessante que é a subida da serra e uma criança já começou a vomitar com as curvas. Aquilo me deixou embrulhada o dia todo. Houve uma parada numa fazenda de trutas e mostraram as etapas do cultivo da truta. Em seguida paramos em uma floresta de uma árvore que se assemelha aos eucaliptos, porém não são, pois as folhas são mais vermelhas, linda vista, saímos sentido ao ponto mais alto de lá Culata de trator, lindo passeio, o problema foi a fumaça do trator que me fez muito mal. O ponto mais alto era um pasto, o mais lindo que se podia imaginar, com um lago bem bonito no alto do morro. Terminamos em um restaurante para almoçar. Bonito, porém o mais caro. 15.000 bsf com coca cola.

Não subi no teleférico mais alto e mais largo do mundo

A tarifa é 50 dólares para estrangeiros e uns 6.000 Bolívares para Venezuelanos. Pois bem, concordo que deve haver uma tarifa de incentivo ao turismo nacional, porém assim, tão exorbitante eu nunca tinha visto. E se é proibido trocar dólares por que existe uma atração no país justamente tarifado em dólares? Havia alguns estrangeiros de perto que conseguiam entrar com cédula venezuelana, mas não me sinto bem fazendo isso então em vez disso…

Voei de parapente pela primeira vez

Paguei 85.000 Bolívares, aproximadamente 25 dólares. Valor muito barato comparado aos preços do Rio. Aquela era a minha chance e aproveitei muito. O piloto tem 23 anos de experiência, é divertido e descontraído, se chama Geraldo. O voo durou 40 minutos e até quem é mais experiente disse que é um ótimo tempo. Já quero fazer outra vez. O nome da página dele é parapentemerida.com.

Bares legais

Frequentei na maior parte dos meus 7 dias um bar chamado La Botana. Um bar de reggae, com um ótimo atendimento e preços bem atrativos. Tocam muito reggae brasileiro, aliás eles amam brasileiros. Sinto falta de lá. Fui também no Birosca Carioca. Muito Birosca mesmo, porém depois da meia noite os outros bares fecham e vão todos para lá e a rumba começa pra valer.

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Mochima, a bela vila no Oriente da Venezuela

Depois de tanto bater cabeça tentando fugir de Caracas, Valencia e Higuerote, na tentativa frustrada de ir a La Tortuga, decidi ir a Mochima da forma mais mochileira possível: fazendo baldeação. E digo, apesar da boa experiência de parar por várias cidades tranquilas pelo caminho, não compensa, pois é muito demorado e corre o risco de ficar pelo caminho, procurando qualquer hotel para dormir e gastando mais dinheiro. Meu trajeto começou em Higuerote, a 2:30 de Caracas, com os seguintes trajetos:

Higuerote x San Jose – 450 bsf – Ônibus

San Jose x Río Chico – 150 bsf – Ônibus

Río Chico x Cúpira – 800 bsf – Ônibus

Cúpira X Clarines – 1.500 bsf – taxi compartilhado

Clarines x Barcelona – 3.000 bsf – taxi compartilhado

Barcelona x Puerto la Cruz – 5.000 bsf – taxi individual

Puerto La Cruz x Mochima – 25.000 bsf – taxi individual.

À medida em que eu chegava mais ao Oriente, os preços do deslocamento subiam e também era mais difícil conseguir passageiros para compartilhar o taxi. Saí de Higuerote 9:30 e cheguei em Puerto la Cruz 18:00. Fiquei esperando o taxista lotar o carro até 20:00 e nada, já estava sem dinheiro, mas não queria dormir em Puerto la Cruz, foi então que pedi o taxista para achar alguém que me comprasse 40 dólares que eu pagaria os outros lugares que faltavam no táxi, ele prontamente conseguiu com o dono do mercadinho em frente ao terminal. Negociamos a 3.500 por 1 dólar e consegui 140.000 bsf. Partimos e ele já me deixou na porta da pousada.

Mochima é uma viagem muito tranquila e barata. Consegui um quarto individual, cama de casal por 10.000 por dia, 10 reais. Muito barato. E lá já tinham 2 Brasileiros e duas francesas. Já trocamos ideia e marcamos de sair com o barco no dia seguinte. Infelizmente só fiquei 2 noites nesse paraíso.

No dia em que fizemos o passeio, fechamos com o barqueiro a 10.000 bsf cada um pelo dia de passeio pelas principais praias, fomos à Playa blanca, Manare, paramos para Fazer snorkel (os corais mais coloridos que já vi em minha vida, senti falta da Gopro nessa hora, (porém vamos de mochilão raiz, hehe). Também avistamos os golfinhos soltos no mar, saltando e fazendo aquele espetáculo, cena marcante. Na hora do almoço comemos peixes que o barqueiro pescou tranquilamente. Éramos 7 pessoas pra comer, pedimos a dona do restaurante para fritar e, acredite, o valor final ficou em 4.000 bsf. Menos de 1 real pra cada. Pagamos também o serviço da mesa e tenda. 5.000 bsf. Muito tranquilo e barato.

Volta a Caracas

Depois desses dois dias tranquilos e relaxantes, já era hora de voltar a Caracas. Peguei o ônibus noturno em Cumaná. Pense em um ônibus péssimo? Com bancos afundando? Lotado? Pelo menos tinha ar condicionado. O ônibus teve uma viagem de 9 horas com vários desembarques e paradas policiais. Não tinha mais medo, já tinha cédulas novas guardadinhas na carteira. Cheguei em Caracas às 6 da manhã. Pedi ao motorista parar no mesmo bairro onde fiquei em Sabana Grande. Como era Domingo de manhã, estava um clima de motel pós balada. As minas estavam lá no recepção com os caras. Não me importei nem um pouco. Queria mesmo era  una cama e dormir 5 horas para então partir para Los Roques.

 
 
 

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Los Roques – um paraíso não mochileiro

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Apesar de ser um arquipélago preservado, com uma vila simples, Los Roques não é dos destinos mais baratos, porém não chega a ser uma ilha como as vizinhas Aruba, Curaçao, com aqueles casinos e resorts 5 estrelas. O Carro-chefe do arquipélago é o mar azul turquesa. Dizem os mais experts em Caribe que só Maldivas chega ao Nível de Los Roques.

Tentei não incluir Los Roques no meu roteiro, visto que a passagem aérea de Caracas para Los Roques estava 275 dólares e as hospedagens na base dos 60 dólares por dia. Vi uma promoção pela Cia Albatros por 125 USD, pensei bem no saldo que eu tinha no PayPal e utilizei para a passagem. Comprei feliz, porém preocupada com o que eu ia comer lá, sobreviver. Bem, como não queria utilizar meus últimos 200 dólares que tinha em espécie, resolvi utilizar o saldo que eu tinha (por segurança) para também reservar uma hospedagem. Infelizmente, quem aceita o PayPal São os posaderos Italianos, os Roqueños não aceitam. Utilizei 180 USD do PayPal para 3 diárias na pousada Lagunita e utilizei 60 usd em espécie para 2 diárias na Casa de Sol. O esquema da maioria das pousadas é por pensão completa. Café da manhã, cava (tipo marmita pra levar na praia) e jantar com sobremesa.

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A pousada Lagunita tinha um padrão mais europeu, comida mediterrânea, requinte, quartos bem decorados. Bem recomendado para casais, enquanto a Casa de Sol tinha a hospedagem mais Simples, como se você estivesse em casa, com uma culinária igualmente espetacular, uma mistura Roqueña e mediterrânea também. Eu adorei as duas, porém o melhor custo benefício é na Casa de Sol.

Os passeios eu fiz com o Chichi, muito famoso com os Brasileiros. Um barqueiro atlético, pescador e dedicado ao bom atendimento e à amizade. Nos 4 dias que fiz passeios com ele, paguei 169.000 bsf (52 USD). E ele ia para lugares distantes como Cayo de Água, Carenero, Sebastopol, entre outras. Quanto mais dias, mais praias se conhece. A dica é conhecer os cayos mais distantes primeiro, para depois conhecer as mais próximas como Francisqui e Madrisqui.

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Los Roques é aquele destino que você vai e, depois da maravilhosa experiência, quer planejar a volta. O sentimento é assim com todos. Conversei com italianos que amam fazer Kitesurf lá e que voltam todos os anos no arquipélago, assim como argentinos, um casal maduro que já foi 7 vezes, um grupo de brasileiros no whatsapp chamado “Dicas Los Roques”, a maioria é frequentador assíduo na ilha. Então acho que não é uma ilha para se dizer: “bom eu já fui e ponto”, você vai querer voltar.

 

 

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    • Por Luizapcfranco
      Olá...
      Estou indo sozinha por 13 dias com voo de ida e volta para cartagena... Final de janeiro e volto 12 de fevereiro.
      Queria saber quais ilhas são legais de dormir.. para quem está indo sozinha.
      Não quero fazer só bate e volta e quero fugir daquelas praias lotadas de famílias ..
      Alguma dica e sugestão de 2 ou 3 lugares para eu ir saindo de cartagena?
      Santa Marta vale a pena???
      Obrigada
    • Por Alex Todeschini
      Esse roteiro descreve 14 dias viajando entre Colômbia e Equador em Abril de 2016. 

      Colômbia
      11-Fev (Quinta): Saída de Porto Alegre pela LAN às 10:30 com conexões em Guarulhos e Bogotá pela LAN para assim chegar ao destino (Cartagena) às 23:30 onde passei a noite no El Viajero hostel.

       
      12-Fev (Sexta): O dia iniciou com uma calorosa recepção na área de café do hostel que em pouco tempo pude trocar experiências com pessoas de diferentes lugares. Durante a manhã foi aproveitado o tempo de espera do check-in no próximo hostel e conhecer a Cidade amurallada,  Casa Gabriel García Marques e o Café del mar (recomendado no final da tarde), onde teve o primeiro negócio (eles adoram) para comprar uma pulseira com Andrés, simpático vendedor que mais adiante me pareceu como sendo uma das características desse povo. No início da tarde um City tour de Chiva (ônibus sem porta) passando por Boca Grande, Castillo San Felipe,  Convento Santa Cruz de la Popa, Torre del Reloj, Catedral Metropolitana, Monumento Zapatos Viejos, Conventos e Plaza Santo Domingo. A noite buffet de cerveja (Club Colombia, Aguila, Pilsen) en Donde Fidel (lugar muito boemio) e final da noite regrada a salsa no Cafe Havana.

      13-Fev (Sábado): Saída para Isla Grande (50.000 COB) às 8h. Espera para saída em torno das 9:30 com a mare baixa, assim foi uma tranquila viagem de 1h. Hospedagem em barraca com café,  almoço (arroz com coco e Patacon que parece uma banana frita) e janta por 140.000 COB. Após comer um delicioso peixe, o dia foi para aproveitar a natureza da ilha e relaxar.  A noite começou com umas cervejas e Rum junto com outros hóspedes e logog mais em um povoado próximo (15 minutos caminhando) com os nativos.

      14-Fev (Domingo): Aproveitado a manhã no paraíso, seguido de mais um negócio, agora com Andi, outro vendedor simpático determinado em fazer a compra baixou o preço de um colar de 60.000 COB por 22.000. A tarde barco até Playa Blanca no arquipélago del Rosario (15.000 COB), com adrenalina por 25 min. Busca por dormitórios barato, sendo a melhor oferta um quarto por 60.000 COB, havia opções mais baratas, mas com a taxa de conversão do dólar não valia a pena (Dica, lembrar de levar peso pois não aceitam cartão), outras opções ainda mais em conta era dormir em rede.

      15-Fev (Segunda): Um pouco mais de praia em águas caribeñas e saída a tarde de carro (60.000 COB) de volta a Cartagena para assim partir de ônibus para Medellín às 18h. Antes da saída foi provado o refrigerante Pony Malta, que entendo como alguém deve pode gostar.
      16-Fev (Terça ): Após 15 horas de viagem, chegada a terra de Pablo Escobar hospedagem no Hotel Nuevo Samaritano (34.000 COB) Internacional (23.000 COB) na "La Candelaria" . Passeio pela cidade, primeira volta no metro que impressiona na organização e visita ao parque Pies Descalzos e centro de convenciones y exposiciones Plaza Mayor onde foi provado o michelado (cerveja com limão e sal), o Museo del Agua estava fechado devido efeito El niño. A noite foi provado o Refaro (bebida com refrigerante colombiano e cerveja Pilsen).

      17-Fev (Quarta): TurBus de Chiva (23.000 COB) ônibus sem porta) saindo pela Plaza Botero com primeira parada no Parque dos Deseos e visita ao Parque Explora que é realmente incrível devido o volume de informação, disposição das pessoas para explicar, cada um dos atrativos e atividades interativas. Passeio no Metro Cable qué sai de Niquía (fantástico) e Pueblito Paisa. 

      18-Fev (Quinta): Visita ao Museo Antioquia (10.000 COB) e conhecer a história de Botero, artista famoso por suas obras em que aplica técnicas de volume, o museu é muito grande, com amostras de outros artistas desde arte abstrata a trabalhos audiovisuais com objetivo de trazer a tona problemas sociais. Saída de ônibus para Bogotá (60.000 COB).

      19-Fev (Sexta ): Hospedagem no hostel Internacional (23.000 COB) seguido de caminhada pelo centro da candelária, senso durante a caminhada possível ver a troca de guarda da polícia colombiana.  Passeio pela plaza Bolívar cercada pelos edifícios capitólio, palácio da justicia, la Alcaldía e claro a catedral. As pombas na praça e os protestos dos vendedores ambulantes por melhores condições fez parte das atrações.

      20-Fev (Sábado): Caminhada pelos pontos não percorridos, visita pelo museu da polícia onde se pode perceber uma excelente organização nacional para melhor segurança do país em diversas áreas. A noite, a saída estava programada para um bar chamado "Quiebra Canto", mas foi abordada devido o vazio das ruas.

      21-Fev (Domingo): Visita ao Cierro Monserrate usando o funicular para chegar ao topo (5.000 COB) , apesar do dia fechado a visita é indispensável seja pela vista ou sensação de tranquilidade. Saída para quito através de Viva Colombia (US$ 118,00), chegada no final do dia com transporte até parte histórica (US$ 27,00) e hospedagem em B&B (US$ 10,00).

      Outros destinos: Gostaria de ter feito o caminho sugerido em outros post de ônibus para conhecer Cali (Bogotá -» Cali -» Ipiales -» Otavalo -» Quito) mas necessitava mais tempo.
      Equador
      22-Fev (Segunda): Caminhada pela cidade e passeio por alguns dos pontos turísticos (Iglesia La Companhia e La Basílica, Calle das siete cruzes,  Plaza Grande, Plaza García Moreno, Mirador El Panecillos. Durante a noite visita dos bares na zona La Mariscal (Dirty Sánchez, El poblé diablo,...)

      23-Fev (Terça): Visita a Ciudad Mitad del Mundo e museo Intiñan.

      24-Fev (Quarta): Saída de Quito com trolebús até estação de Quitumbe (US$ 0,25) e ônibus até Baños 1.800m (US$ 4,45). Chegada no final da tarde e hospedagem (US$ 10,00).
      25-Fev (Quinta): Início do dia com rafting (US$ 25,00) nível III seguido de almoço pela agência Wonderful Ecuador. Durante as atividades amizade com pessoal incrível de Guayaquil, logo seguimos com Canopy de 1000m sobre o rio (US$ 15,00), visita a cascata Pailón del diablo (US$ 1,50) e "el Casa del árbol" que fica atrás do Volcan Tungurahua a 5.016m (US$ 1,00).

      26-Fev (Sexta): Saída às 11h para Guayaquil com carona.  Chegada no final do dia porque havia rompido uma ponte, logo tivemos que tomar rotas alternativas. Parada durante a viagem para provar fritada (Prato com pedaços de porco com batata frita preparada com cebola em formato de hambúrguer). No final do dia vista a praça das iguanas (incrível para quem nunca viu) seguido de um passado pelo Malecón. Van até Montañita porque o último ônibus das 18:30 já havia partido (US$ 10,00). Chegada às 23h e busca por hostel, existem vários mas fiquei no mas conveniente Borbor que pertence a surfista (Hamilton) por US$ 5,00.
      27-Fev (Sábado): Passeio pela praia durante o dia e reencontro de vários amigos feitos durante o percurso até o hostel (incrível a simpatia de todos). Saída de Montañita para Guayaquil às 18:30 (US$ 6,00) chegando às 9:30.

      28-Fev (Domingo): Retorno Brasil as 5:30 da manhã pela Lan até Lima, TAM até Guarulhos e TAM até Porto Alegre.
      Outros destinos: Entros lugares muito bem recomendados que não pude conhecer nesta viagem foram Cuenca, Otavalo, Rota do Sol e Galápagos.
       

    • Por flrc888
      Saudações Amigos!
      Meu nome é Franco Coimbra, sou de Minas Gerais. Sempre gostei de viajar, ônibus, avião, trem. Nunca tinha saído do País e achava que não tinha condições para isso. 
      Achei o site mochileiros.com, por acaso na net, é comecei a ler. Entre relatos de viagens, tutoriais, fui apreendendo formas de viajar barato. Muitos relatos de viagem me tocavam, as pessoas estavam sempre felizes amadurecidas e ansiosas, já planejando uma nova viagem. Agora tenho o maior prazer de ajudar e retribui toda a informação que consegui neste site.
       
      PLANEJAMENTO
       
      Transporte: Tenho uma facilidade com internet pois trabalho com tecnologia.
      Depois de várias buscas de preços descobrir que a melhor formar é se cadastrar no site Skyscanner. Após o cadastro, você criar um alerta de preço no trecho pleiteado. Fiz isso em janeiro de 2018. Em fevereiro comprei uma passagem Brasília a Campo Grande por R$179 incluindo bagagem. Também uma de Bogotá a São Paulo, com escala em Fortaleza por R$ 680,00, todas da Avianca.
       
      O resto do trecho foi todo de Bus, usei as páginas Busbud e redbus para estimar o preço das passagens para o planejamento. Felizmente não usei o sites para realizar a compra, pois a vista é bem mais barato. Os ônibus em geral são mais confortáveis e baratos que no Brasil. Em países como Peru e Bolívia tem serviço de bordo, e telas de interatividade. As passagens são pechichaveis pode se fazer um leilão indo em várias empresas, mais não deixem de conferir a qualidade das avaliações nos sites que vendem passagens. Foram milhares de quilômetros admirando paisagens deslumbrantes pela janela. Andei em empresas como Copacabana, Trans Titicaca, Oltursa, Tepsa, Civa, Berlinda del Fonce, Ochoa e Bolivariana. Não tive nenhum problema.
       
      Fiz uma planilha com a estimativas de custo, e levei 10% a mais. Fiz uma planilha, que ao longo da viagem fui trocando os custos estimados pelos custos reais.
       
      Pará reservar acomodações e estimar custos de hospedagem, usei Hostel Word e Booking.
       
      A VIAGEM
       
      Santa Cruz de la Sierra
      Realmente fiquei só um dia pra descansar, pois fui de bus de Campo Grande a Corumbá e de Puerto Quijarro a Santa Cruz. Não fui de trem da morte, porque estava caro no dia, em relação ônibus.
       
      La Paz
      Um choque cultural, muito bonito e diferente. Um povo amável que lhe mostrará outros níveis de humildade.
      Do taxi ao Uber, tudo muito barato. Deliciosas sopas, empanadas e sal tenhas. Fiquei no Llmas Hostel, próximo a praça Espanha e teleférico. Passei mal, uma forte dor de cabeça, mais nada que Sirochi Pill não resolvesse. Encontrada em qualquer farmácia custa cerca de R$2.00. Fui a todos os parques, praças, miradores e no teleférico. Na noite fui a disco chamada fórum. As pessoas são muito preconceituosas com a Bolívia, La Paz é bonito e seguro.

       
      Copacabana
      O lago titicaca é fantástico, a cidade é pequena e acolhedora. Fiz o passeio na Ilha do Sol. Paisagens perfeitas.

       
      Cusco
      Em Cusco os preços sobem um pouquinho. Pra economizar é só fugir da rota turística e ir a mercados e restaurantes frequentados por nativos.
      Recomendo o passeio ao Vale Sagrado. Cerca de R$70,00 com almoço buffet. Se conhece as Salineiras, Olaytaitambo, e muita histórias e ruínas do povo Inca.
      Machu Pichu é caro. Recomendo ir de Van até a hidrelétrica, seguir a pé até Águas Calientes, descansar em um Hostal, e subir no outro dia a Machu Pichu, fica cerca de R$230,00. Ao lado da igreja, na praça de Armas, existem 2 Pub s muito legais para sair na noite.

       
      Lima
      Fiquei num excelente Hostel perto do mar, na região do Barranco, na minha opinião a parte mais bonita da cidade.
      Fiz muitos amigos no Hostal.

       
      Mancora
      Passei do ponto no ônibus, tava dormindo e desci 20km depois num posto de fiscalização. Voltei de carona num ônibus que vinha de Caracas a Lima de refugiados Venezuelanos. Muito triste a situação, gente com a roupa do corpo e 20 dólares pra começar uma vida nova em Lima.
      Foi uma das minhas preferidas. Cidade puquena sem muita infraestrutura. Mais fiquei num Hostel chamado Misfit, fica 1km da cidade. Os quartos são suítes de madeira e palha. Muita tranquilidade e gente agradável. O tempo para. Lugar excelente pra relaxar. Amei.

      Cuenca
      O Equador é lindo. É hoje na minha opinião o país que tem melhor qualidade de vida. Quero trabalhar e viver um tempo no Equador, conhecer melhor o país. Passei no Equador rápido porque estava atrasado no tempo. Fui a Cuenca e de passagem por Guayaquil e Quito.
       
      Medellín
      Cidade fantástica, povo amoroso. Muito organizada, excelente sistema de transporte. Conheci o centro, o teleférico, o centro, o estádio.
       
      Cartagena
      Lidissima cidade, mais não deve sair do centro histórico. A cidade tem altos índices de assalto. Mais relativamente segura no centro. Recomendo passeio completo nas ilhas do rosário. Custa cerca de R$100,00. Inclui almoço e um passeio de Snooke muito bom. A praia Baru é super explorada comercialmente. Não sou contra quem tá correndo atrás do seus sustento, mais os vendedores são muito importunadores.

       
      Santa Marta
      Pelo menos uma vez tinha que me hospedar em um party hostal. Fiquei no Brisa Loca, tem um bar, e uma boate no terraço. Quem não gosta de festa não pode ficar lá. A música cessa só as três da madrugada. Muito boa.
       
      Bogotá
      Fiquei na região da candelária. Conhecia só locais próximos que dava pra fazer a pé e de transporte público. Gostei do clima fresco.
       
      DINHEIRO
      A melhor forma que encontrei, é levar um poço de dinheiro numa doleira. O resta deixa numa conta brasileira. Assim baixei o app da western Union e envia via app do meu banco e depois de meia hora sacava em uma loja local da western Union.
       
      PERRENGUES
       
      O tempo foi curto, talvez o trajeto deveria ser menor.
      Dava pra ter feito trechos de voo, se me programasse e comprava a passagem uma semana antes. Teria ganha tempo. E na maioria das vezes é mais barato que onibus.
      Já na cidade de Ipiales, comprei uma passagem em um bus noturno para Medellín. Por volta das 04:00 de hoje 19/09/2018, na carretera 25 no povoado de El Cruero, o ônibus é parado pela polícia para uma fiscalização de rotina. Eu estava na poltrona 01, o policial ao notar que eu era estrangeiro me acordou e me chamaram pra dentro da guarita. Era um policial de etnia branca e um de etnia negra. Lá revistaram todas as minhas malas. Não satisfeitos pediram para ligar meu celular e escutaram todas minhas ultimas conversas. Não satisfeitos pegaram minha carteira contaram meu dinheiro (540 dólares). Disseram que poderia pedir para o ônibus seguir viagem, porque estava preso para averiguação da interpol. Aí eu fiquei muito puto... Falei que estava correto. Que estava legal no país, que tinha visto em meu passaporte, e que o dinheiro que estava por tanta dó estava longe da quantidade limite que poderia portar. O polícial de uma forma muito truculenta disse que se não calasse ia me fazer uma multa. Peguei meu telefone, falei que ia ligar numa linha de emergência do consulado brasileiro (nem sei se existe). Para pedir ajuda. Nesse momento um dos policiais foi para fora da guarita, enquanto o outro que ficou, na maior cara deslavada me pediu 100 dólares. Falei que não ia pagar, porque primeiro estou correto, e em segundo porque meu dinheiro estava contado e 100 dólares me faria falta para voltar ao Brasil. Não paguei, repetive que não pagaria, até porque o dinheiro me faria falta mesmo. Perguntaram minha profissão, quanto era meu salário. E por fim quando viram que não conseguiria me estorquir, me liberaram. Atrasou o ônibus em meia hora.
      CONCLUSÃO
      Não sou a mesma pessoa. Mudei e muito. Mais humilde, aberto. Aprendi a chegar nos lugares me apresentar e conhecer todos. Que se tem uma amizade intensa, ou um amor intenso, e depois a vida segue, e a despedida pode ser um adeus. Me renovei quero iniciar novos projetos, estudar mais, melhorar meu salário, cuidar da minha saúde. conhecer muito mais. Viajar sempre. Quero cuidar mais da minha saúde, racionalizar o álcool e para de fumar.
      Estudei muito quase um ano pra fazer essa viagem. Quem quiser dicas e compartilhar experiências meu zap é
      34 9 9944 2608
      Abaixo uma planilha com todos os custos, as datas não estão certas mais os custos sim.
      https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_yIgkqtuVEvNEooOlkJhYwEIwpRGtyUKGMFkGk5KjZA/edit?usp=drivesdk
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