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Lavínia Oliveira

Vale do Capão - Chapada Diamantina - BA, 2010.

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Olá pessoas, vou relatar aqui a viagem que eu e mais três pessoas fizemos a duas cidades da Chapada Diamantina - Bahia: o Vale do Capão e Lençóis. Fiz esta viagem entre os dias 17/01 e 23/01/2010. A intenção desse relato é apresentar um roteiro - que pra mim foi maravilhoso - e apresentar dicas e valores que serão úteis para os que queiram seguir este destino.

Saí da rodoviária de Salvador as 7:00 da manhã do dia 17 rumo à cidade de Palmeiras, pois, não existe ônibus direto para o Vale do Capão (também não existe para vários outros distritos da Chapada como Igatu e Iraquara, por exemplo). A empresa que faz este destino é a Real Expresso (http://www.realexpresso.com.br/). Existem três horários para Palmeiras: as 7h, as 13h e as 23h e a passagem custa R$ 50,00. Ao chegar à Palmeiras, pegamos uma rural (nome dos carros que levam as pessoas até o Vale do Capão) até o Vale (R$ 8,00 por pessoa). Estes carros sempre ficam esperando os turistas quando os ônibus chegam, o problema é sair do Capão para voltar à Palmeiras. Só existe rural de volta as 7h, as 10h e as 20h.

Chegamos ao Capão por volta das 16h – são 8h até Palmeiras e 1h30 até o Capão. Chegando lá, ficamos no camping de Seu Daí (75 3344 – 1057), um senhor super conhecido e amável de lá. Este camping oferece também chalés com dois andares (R$ 12,00 por pessoa) e o camping custa R$ 7,00 por pessoa. O lugar é bem amplo, os banheiros são limpos, mas o barulho é grande, principalmente perto da cozinha. Toda vez que eu fui lá sempre há dois grupos: um que acorda as 6:00 e conversa e toca violão até as 18:00 e outro que assume o posto das 18:00 as 6:00. Eu não tive problemas porque durmo com barulho e gostava das músicas que eles tocavam, mas meu namorado disse que dormiu mal todos os dias ::grr:: . No Capão faz frio à noite mesmo no verão, é bom levar um casaco, principalmente para a madrugada. No inverno chega a fazer 13°.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110155732.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]A vila do Capão[/picturethis]

 

Depois de montarmos a barraca fomos jantar numa pizzaria na vila. Essa pizzaria é super famosa, ela serve uma pizza natural que leva queijo, tomate, cenoura e outras coisas que agora não lembro mais. Nessa pizzaria só existem dois sabores de pizza: um salgado que é a pizza natural e outro doce que é a de banana com canela. O lugar é lindo, a música é boa, a pizza é feita com ingredientes da própria horta do dono e tudo orgânico. Existem dois ambientes, ambos agradáveis. Além disso, ainda tem um molho de mel e pimenta para colocar na pizza que é tudo de bom, não deixe de experimentar! Para beber há sucos de diversos tamanhos até a jarra com 1L (R$ 6,00). Todos são feitos com a própria fruta, o que é bem diferente de usar polpa. Tem um de maracujá da região, mangaba (o que eu mais gosto), de melancia etc. Mangaba é uma fruta daqui do Nordeste que cola a boca. Os sucos são adoçados com mel. Obs.: a região é uma das maiores produtoras de mel orgânico e quase tudo lá tem mel: sabonete de mel, shampoo de mel etc. O molho de pimenta também é vendido por R$ 12,00. As pizzas têm tamanhos variados: P (R$ 15,00), M (R$ 20,00), G (R$ 25,00) e GG (R$ 30,00). Elas são muitos grandes, para duas pessoas a M é mais que suficiente, posso garantir. Por mais que você esteja com fome e diga que comeria sozinho, facilmente, um boi inteiro, se for só duas pessoas não caiam na besteira de pedir uma G, todos que fazem isso deixam um resto grande no prato.

No segundo dia fomos fazer a trilha da Cachoeira da Fumaça. Essa cachoeira leva este nome porque é tão alta que a água que desce evapora antes de chegar ao chão formando uma nuvem de fumaça. A subida leva 1h30, tem grau de dificuldade médio. Para falar a verdade achei a subida pesada. No caminho vi um casal desistindo e também vi duas pessoas torcendo o pé, aliás, durante a viagem toda e pelas outras trilhas que fizemos perdi a conta de quantas pessoas torceram o pé. Dá para fazer a trilha da fumaça sem guia, o caminho é fácil, mas como foi a primeira vez que eu fui fazê-la preferi não arriscar. Após a subida todo o resto do percurso é em terreno plano. A trilha começa fora da vila. Anda um pouco e no caminho tem a Associação dos Condutores de Visitantes do Vale do Capão (ACVVC) (75 3344-1087), foi lá que contratamos o nosso. Os preços da diária variam de passeio a passeio sendo o mínimo R$ 60,00. O valor é por grupo e não individual. Um grupo pode conter até 5 pessoas.

Procuramos desde o camping pessoas para formar um grupo - é que só estávamos eu e meu namorado, as outras duas pessoas só chegaram no dia 21, quando já estávamos em lençóis. Como ninguém de lá quis nos acompanhar, saímos perguntando por toda a vila e nada. Já quase na Associação achamos um casal de Brasília que também ia fazer a Fumaça, nos juntamos a eles e foi bem legal.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110151812.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Morro do Camelo e Morrão vistos da trilha para a Cachoeira da Fumaça[/picturethis]

 

Enfim, chegamos à Cachoeira. É linda! Indescritível. Quando olhei para baixo pensei: da próxima vez vou fazê-la por baixo.

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110153453.JPG 374.796747967 500 Legenda da Foto]Cachoeira da Fumaça[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110153552.JPG 374.796747967 500 Legenda da Foto]Cachoeira da Fumaça[/picturethis]

 

Vale lembrar que há épocas do ano em que ela está mais cheia e épocas que ela está fazia. Nesta última não vale nem a pena ir. Eu não sei dizer quais são esses períodos, no que eu fui, achei o melhor de todos, pois, não estava chovendo e mesmo assim ela estava com um bom volume de água. É bom saber também que na Chapada há tromba d’água e que acontecem vários acidentes, com mortes inclusive, por causa delas. Então as épocas de chuva não são uma boa opção, assim como também as épocas de seca (entre julho e acho q até novembro) não é bom fazer trilhas por causa das queimadas (tanto as criminosas quanto as naturais.

No caminho vimos três pessoas vendendo alimentos. Uma senhora vendia coco (R$ 5,00), outro geladinho (R$ 1,00) e no topo da Cachoeira tem um senhor vendendo pastel de palmito de jaca. É uma delícia! Custa R$ 3,00 e é impossível comer só um! Para mim, boa baiana, só faltou uma pimenta caseira, ele só tinha aquelas de mercado. A região tem muita jaca, parece até praga.

Quando terminou a trilha, umas 18h30 (saímos do camping 8:00), já marcamos tanto com o casal quanto com o guia a trilha do outro dia.

Uma das comidas típicas da região é o godó de frango com pirão de banana verde, é muito bom, mas difícil de achar. Achamos na própria vila um restaurante que aceitava encomenda desse prato. Tem que pedir com um dia de antecedência. A refeição para quatro pessoas saiu a R$ 60,00, mas dá para 5 a 6 pessoas tranquilamente.

No 3º dia fizemos a trilha do Gerais do Vieira,o casal que disse que iria não foi. À noite eles explicaram que foi porque Gabriela torceu o pé e estava com os joelhos doendo da Fumaça. O Gerais do Vieira fica a 12Km do Vale do Pati. Para chegar até o inicio da trilha precisa ir para uma vila que fica a 8Km do Capão de carro, acontece que não tínhamos carro, decidimos ir a pé mesmo ::putz:: . Andamos, andamos... até que vimos outro casal com carro e pedimos carona. Fomos de carona com eles até boa parte do trajeto. Depois andamos, andamos... até que chegamos ao início da trilha. A subida é bastante íngreme e pior que a da fumaça, leva mais tempo também.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110163339.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Serpente caninana. Ela fugiu quando me aproximei para fotografá-la, por isso só aparece parte do corpo. [/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110155409.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Trilha sobre as pedras soltas e escorregadias[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110155527.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Início da trilhas para o gerais do Vieira[/picturethis]

 

20110110155704.JPG

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110163608.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Caminho para o Gerais e para o Pati[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110163714.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Gerais do Vieira[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110163811.JPG 374.796747967 500 Legenda da Foto]Serra da Coruja [/picturethis]

 

Na volta o guia disse que mudaríamos o roteiro para passar pela cachoeira da Purificação. Não recomendo a ninguém fazer este caminho. Quem quiser conhecer essa cachoeira vá por baixo, pela trilha que leva diretamente a ela. Começamos a descer e, em certo momento, meu namorado disse que pensou: esse cara está levando a gente para um barril! Realmente foi. Descemos um penhasco de aproximadamente 30m de altura cujo terreno era todo de barro molhado pelas gotas de água da cachoeira. O local é de mata muito fechada, você desce abrindo na mão mesmo, o caminho até o penhasco é repleto de tiririca (uma planta que corta) e as árvores (único apoio na descida) têm o tronco super fino, quando segurávamos nela o tronco curvava. O espaço para caminhar dava apenas para uma pessoa magra por vez, fora este espaço só se via o penhasco cheio de árvores entrelaçadas a perder de vista o fim. O local era tão íngreme e escorregadio que não dava para subir de volta, só nos restava descer mesmo. A certa altura meu namorado escorregou com mochila e tudo e só parava quando batia em mim que estava na frente, mas, ainda me tendo como apoio, não conseguiu levantar e continuou a descer escorregando e se ferindo todo entre as árvores e as tiriricas por mais ou menos uns 2m. Tive a impressão de que nem todos os lugares que estávamos pisando era chão,por vários momentos senti que eram apenas as raízes das árvores que, entrelaçadas, nos suportavam ::mmm: . Foi uma aventura e tantas!

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110110163941.JPG 500 374.796747967 Legenda da Foto]Cachoeira da Purificação[/picturethis]

 

20110110164039.JPG

É isso. Não vou escrever sobre Lençóis porque ficará grande demais.

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Olá Lycia Scharmer!

 

Que maravilha de relato!! bateu uma saudade agora de "minha casa fora de casa" ( O Vale do Capão). Humm essa pizza é realmente uma delícia, eu até postei aqui no mochileiros um tópico sobre ela e tb sobre o pastel de palmito de jaca (gastronômia)!

 

O camping de seu Dai é tudooooo!!! mas eu deixei de ficar lá justamente por causa deste pequeno problema, aliás deixei de dormir lá, pq fico lá com a galera e na hora de dormir vou para a Pousada Sempre Viva q é mais tranquila.

 

Olha, este caminho de ir para a Purificação por cima é barril mesmo, eu tb não recomendo, a possibilidade de acidente é muito grande, outro dia uma moça teve fratura exposta e foi o maior perregue para resgatá-la. Eu costumo ir à Cachoeira da Purificação sempre no período mais seco (primavera e inverno) e andando pelo leito do rio, é uma maravilha para quem gosta de fotografar, são os cliques mais perfeitos!

 

No mais que beleza de viagem, hein!!! Parabéns pelo relato! showww! ::otemo::

 

PS: Não entendi pq foram para Os Gerais do Vieira??? Existem outras opções bem melhores e agradáveis: Poço do Gavião, Águas Claras e Morrão, Rodas e Rio Preto, Conceição dos Gatos e Poço das Cobras etc. (anota aí q vcs vão adorar, garanto!) ::otemo::

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Pessoal, me ajuda ai por favor.

Preciso comprar uma bota urgentemente e barata. Achei uma bull terrierattack mid por R$229,00. Aqui em salvador só existe as marcas bull terrier e timberland. Experimentei esta última e achei dura, já a bull terrier achei confortável. A bull terrier não é impermeável. Eu preciso para subir o monte tambor na chapada diamantina. Gostaria de ficar com esta bota para usar em terrenos acidentados e em temperaturas de até -2°. Gostaria de saber se alguém já usou este modelo, se ela escorrega, rasga com facilidade, ou seja, a ficha completa. Se possível me respondam até amanhã.

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Lycia:

 

Antes de mais nada parabéns pelo seu tópico.

 

Não conheço a Bull terrier mas, pela pressa, talvez vc esteja pensando em usá-la já agora no feriadão do São João. Independente de que bota vc escolher não vá para a trilha com ela, pois não vai estar amaciada até lá e é calo na certa, mesmo para o Morrão que não fica longe do Capão. Prefira usar o que vc já tem. A trilha não é muito exigente.

 

Em todo caso veja no tópico de calçados, em equipamentos. Deve ter algo lá.

 

Abs, peter

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Primeiro muito obrigada as duas pelas informações aqui postadas.

 

Agora em dezembro pretendo levar minha família para conhecer este lindo lugar e gostaria de saber

 

sobre esse PS: Não entendi pq foram para Os Gerais do Vieira??? Existem outras opções bem melhores e agradáveis: Poço do Gavião, Águas Claras e Morrão, Rodas e Rio Preto, Conceição dos Gatos e Poço das Cobras etc. (anota aí q vcs vão adorar, garanto!) ::otemo::

 

Gostaria de saber se são locais a visitar e tomar banho, pois levarei meus filhos (crianças 8 e 10 anos). Gostaria de saber se recomenda esses locais acima e se os mesmos ficam no capão?

 

Obrigada mesmo pelas informações.

 

Grata

 

Criss

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Oi Crisca, bom saber que te ajudei. Vamos lá.

Poço do Gavião, Águas Claras e Morrão e Gerais do Vieira não são locais recomendados para crianças, pois, necessitam de trekking para chegar; alguns são feitos em até mais que um dia.

Rodas e Rio Preto - a trilha é pequena, sai da próprio vila e se você quiser pode ir até sem guia, é super fácil de chegar. Dica: saia cedo para aproveitar.

Conceição dos Gatos e Poço das Cobras - estas eu não conheço. Pergunta à Frida que ela sabe te informar.

Vocês só vão para o Capão ou tb para Lençóis?

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Crisca:

 

Conceição dos gatos é possivel ir andando do Capão mas é bem melhor ir de carro. Fica a esquerda na estrada Palmeiras-Capão, sentido Capão. A cachoeira vale a visita. Fica em propriedade particular e vc paga uma pequena taxa. Poço das Cobras não conheço. Dá tb para deixar o carro lá e ir para o Morrão Águas Claras. Não conheço a trilha mas pelo mapa parece mais perto.

 

Aguas Claras e Morrão depende das crianças de 8 a 10 anos. Estão bem acostumadas a andar??

 

Abs, peter

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O Peter deu uma boa dica: Conceição dos gatos é um paraíso para crianças, tem uns pocinhos com areia, e são rasos, também tem aquelas "mini cachoeiras", que são pequenas quedas dágua, que as crianças adoram. Poço das cobras fica acima da Conceição dos Gatos, bem próximo mas como tem que andar entre pedras, acho que tem um risco de ocorrer machucados nas crianças se houver queda ou escorrego.

 

Outra trilha muito boa para crianças seria Rodas e Rio Preto. Em Rodas também tem uns locais rasos e no Rio Preto também, porém só um detalhe: no Rio Preto, vc deve ficar atenta pois o poço maior é fundo, as crianças devem saber nadar!

 

O Poço do Gavião fica longe para os pequenos. É uma pernada bastante puxada pra criança.

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      Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb)

      Roteiro que pensei 21 dias 

          1º Dia 7h00
          São Paulo(SP) -> Búzios(RJ)  (já conheço o RJ de cabo frio para baixo)
          11h de viagem - 700km
          2º Dia 
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          3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?)
          Passeio por Búzios
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          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          8º Dia   
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
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          10h de viagem - 600km
          10º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          11º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
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          Passeio por Salvador e arredores
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          Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA)
          6h de viagem - 450km
          Passeio durante a tarde Chapada Diamantina
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          Passeio Chapada Diamantina
          15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?)
          Passeio Chapada Diamantina
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          13h de viagem -> 900km
          17º Dia
          Passeio Montes Claros
          18º Dia 7:00
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          19º Dia
          Passeio por Ouro Preto
          20º Dia 7:00
          Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG)
          2h de viagem - 100km
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      Poço Azul, na Chapada Diamantina.
       

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      Pedra Furada, em Jericoacoara.

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      Falésias em Morro Branco (CE).
       

      Já na viagem de volta, passamos por João Pessoa, onde fizemos o passeio de barco até o Picãozinho.
       

      Em Maceió ficamos só descansando e procurando apartamento, pois pretendemos morar lá.
       

      Em Guarapari fizemos a trilha do Morro do Pescador, para a Praia do Ermitão, muito legal.
       

      Em Búzios fizemos um passeio de barco muito legal.
       

      Praia da Ferradurinha, em Búzios, uma das mais belas do Brasil.
       

      Virou o hodômetro do computador de bordo... 13.043,5 km percorridos...
      Quem quiser uma visão mais detalhada da viagem pode acessar o álbum que criei no Facebook, com fotos de todos os lugares visitados, com descrição em cada uma, no link a seguir.
      facebook.com/luciordbandeira/media_set?set=a.1298889086919382&type=3
       
       
       
    • Por Vanderoots
      Bom dia a todos!

      Vale do pati do melhor jeito baiano de ser, desacelerado.
      Se alguem estiver afim de colar na trip, manda um salve.

      Saída: 01/04/2019 (Andaraí)
      Chegada: ???? (vale do capão).
       
      só vamos! 
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Yuri Gondim
      Fala galera, sou Yuri Gondim, estou focando em começar minha primeira viagem como mochileiro... Interessado em começar pela chapada Diamantina, ainda esse mês de Dezembro 2018... Alguém tem dicas... Interesses em ir nessa jornada? Contatos para voluntariado e trabalho para manutenção da viagem etc...


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