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Como esse destino se popularizou entre os brasileiros e ficou mais acessível ($) acho que algumas informações com base na minha experiência de viagem podem auxiliar, principalmente, quem não está acostumado com viagens internacionais. Vou então tentar detalhar um pouco os procedimentos de imigração também.

Antes de ir fiz umas pesquisas e tive que acessar vários blogs e sites para definir o roteiro, saber quanto e qual moeda levar, etc. Algumas informações estavam bem desatualizadas, principalmente, quanto aos valores dos aluguéis de veículos. Ah, uma coisa importante é entrar em contato com seu banco para solicitar autorização do uso do cartão internacional no período da viagem, além de consultar como estão as taxas para saque e compras no exterior para evitar surpresas. 

Com passagens e hospedagem não me preocupei porque comprei com a Agência Aventureiros de Nova Iguaçu. O pacote foi para o período de 03 a 08/06/2017 com hospedagem na Hosteria Mar y Sol. Ficou em US$ 902,55 = R$ 2.960,35 para duas pessoas (passagem, traslado e hospedagem com café da manhã). O hotel é afastado do Centro, uns 35 minutos de carro, isso foi ruim (se for possível, sugiro ficar no Centro), mas era bonito, a cinco minutos da praia Los Chaquitos e tinha traslado gratuito com ida para o Centro de manhã e retorno no final da tarde. A comida também era bem gostosa.

O voo do Rio de Janeiro a San Andrés durou cerca de 8h20, com conexão em Bogotá (vale lembrar que não precisou de passaporte, mas se a conexão fosse no Panamá precisaria). Bastou levar RG com menos de 10 anos de emissão e certificado internacional de vacina contra febre amarela (foi uma exigência quando viajei, precisava estar vacinado há pelo menos 15 dias, então é bom sempre verificar com antecedência).

No avião você recebe um formulário para declarar alguns itens da bagagem e a quantidade de dinheiro que está levando (foto abaixo). Posteriormente você entrega esse formulário preenchido quando desembarca e também preenche uma “tarjeta de migración”, com nome, sobrenome, identidade e data de nascimento. Essa tarjeta é solicitada novamente no retorno, então tem que guardar com cuidado. 

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Já no portão de embarque vendem a “tarjeta de turismo” exigida no desembarque em San Andres. Custou 105.000 pesos por pessoa, pode ser pago com cartão, em dólar ou em peso colombiano. Na saída da ilha também solicitam essa tarjeta, então também guarde com cuidado.

Bom saber que em comparação com o horário de Brasília o fuso horário tem diferença de 2h. Em San Andres é mais cedo.

Com relação à quanto e que moeda levar, sugiro levar dólares do Brasil e trocar por pesos colombianos no aeroporto de Bogotá – tem várias casas de câmbio no aeroporto, então vale uma pesquisa antes para comparar os preços, eram bem diferentes de uma casa para outra. Comprei na que tem logo quando você passa para área de embarque, Alcansa S.A., saiu a U$1 = 2.700 pesos.

Outra dica é levar ou comprar snorkels (cerca de 20.000 pesos) e os sapatinhos flexíveis que se usa muito lá para entrar no mar (de 12.000 a 15.000 pesos). Nas lojinhas do Centro é fácil encontrar. É bom comprar uns lanches no mercado para os passeios, tem praias que não possuem muita infraestrutura. Também sugiro levar uma bolsa impermeável ou com material plástico, para usar nos passeios de lancha e fazer as travessias pelo mar, isso vai proteger melhor seus pertences.

Quanta às reservas de passeio, na recepção do hotel que fiquei era possível reservar, exceto o voo de parasail. Os preços não variam muito na ilha, mas sempre dá para negociar e conseguir um desconto. Caso seu hotel não reserve, sugiro a lojinha Sun Island, na Av. Colombia Frente Hotel Tres Casitas – contatos: (57) 312 232 5050 / 318 759 3375 / 317 751 2212 (whatsapp) / e-mail: [email protected] - lá que reservamos o voo de parasail e os funcionários são muito simpáticos.

Agora, vamos ao roteiro.

DIA 01 (SÁBADO)

Chegada na ilha por volta de 17h20.

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Do aeroporto ao hotel que fiquei o táxi custou 35.000 pesos, mas tem hotéis no Centro que dá para ir andando do aeroporto.

Chegamos no Hotel por volta de 18h, guardamos as coisas e pedimos um táxi para ir ao Centro. Custou 30.000 pesos a ida e 40.000 a volta. Essa era a média do preço cobrado pelo taxistas no trajeto hotel-centro-hotel. Por isso, achamos melhor alugar um transporte.

Na ilha é comum o uso de motos, carrinhos de golfe e mules (um carrinho mais potente que o de golfe), os preços eram em média, 60.000, 120.000 e 160.000, respectivamente, para o aluguel das 8 às 18h. Lá as leis de trânsito ficam um pouco de lado, só vi policiais usando capacete e quando você aluga eles não te dão nenhum. Também é feita vista grossa se sua habilitação é pra moto ou carro. Então, dificilmente, alguém terá problema para alugar se quiser. Não vi acidentes, nem blitz, mas há muitos policiais circulando na ilha. Optamos por alugar uma moto no dia seguinte.

Visitamos algumas lojinhas no Centro e compramos os sapatos flexíveis, snorkels, lanches. Achei as coisas baratas para um lugar turístico.

A ideia inicial era irmos no Coco Loco, única boate da ilha. Mas ficamos muito cansados e só demos uma volta no Centro, que estava bem movimentado, com várias opções de bares e restaurantes.

Paramos no Bocca de Oro – Av. New Ball, em frente a praça - que estava tendo reggae ao vivo, tem todas sextas e sábados. Comemos crema de lagosta, que é tipo um caldinho, e um prato chamado Trilogia Del Sabor, que vem com carnes vermelha, de frango e de porco na chapa acompanhadas de arroz de coco e legumes refogados. Tava bom, amei o arroz de coco, o mais gostoso que comi foi nesse restaurante. Bebemos umas Coronas e água. A conta deu cerca de 110.000 pesos. Para quem prefere não jantar, tem várias opções de lanches na ilha, sanduíches e cevicherias, que também sai mais em conta. As principais cervejas além da Corona, que é em média 8.000 pesos, são a Club Colômbia, no mesmo valor ou um pouco menos, e a Aguila, que varia de 4 a 5.000 pesos. Então não é caro se embebedar na ilha.rsrs

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DIA 02 (DOMINGO)

Tomamos café no hotel e pegamos a van do hotel para o Centro às 8h30 para alugarmos a moto. Conseguimos por 140.000 pesos, pegando as 10h e entregando as 18h do dia seguinte.

Reservamos o dia para dar uma volta na ilha. Paramos primeiro na praia Cocoplum de onde você pode ir andando até a ilhota Rocky Cay. A entrada é gratuita, mas o estacionamento foi 5.000 pesos. É possível levar alguns pertences da praia até a ilha se você não for muito baixinho(a), a água fica no máximo até o peito, pelo menos no horário que eu fui, por volta de 10h30, mas tem armários que podem ser alugados no restaurante a 5.000 pesos. Fomos andando com a bolsa até a ilha e lá ficamos mergulhando com snorkels por um tempo, comparado aos outros lugares, não tinha tantos peixes, mas foi bem legal o primeiro contato com o famoso mar de 7 cores de San Andres. Voltamos depois de 1h e pedimos um petisco de frutos do mar e algumas cervejas no bar da praia. Deu cerca de 75.000 pesos.

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Depois seguimos até San Luis que tem diversos trechos de praia, paramos em uma que água estava bem clarinha e tranquila. A infraestrutura nas praias de San Luis é menor e nem sempre os quiosques estão abertos, alguns servem apenas drinks e cervejas.

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Em seguida, fomos ao West View. A entrada foi 4.000 pesos para cada um e lá é possível mergulhar num mar azul lindo e com muitos peixes. Na entrada você ganha uns pães para os peixes ficarem próximos, mas nem precisa. Tem um toboágua e um trampolim para a piscina natural, mas o acesso também pode ser por uma escada. Oferecem mergulho com cilindro e outros serviços no local. Lá que experimentei o drink famoso da ilha, o Cocoloco, que é um monte de cachaça, vodka e outras coisas que resultam numa bebida vermelha docinha. Os drinks custam entre 10 e 18.000 pesos, dependendo do lugar e do sabor.

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Depois fomos rapidamente ao Hoyo Soplador, paramos em uma parte que o atendimento era ruim e não foi dessa vez que conhecemos bem o lugar, só tiramos umas fotos da vista para o mar e saímos meio sem entender porque pagava para entrar. Pagamos 5.000 pesos pelo estacionamento, mas se tivéssemos consumido os drinks do local, não precisaria ter pagado.

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Aproveitamos o final da tarde para dar uma volta no Centro e ver uma lojas do Free Shop da ilha, algumas coisas estavam mais em conta que nos Free Shops do aeroporto de Bogotá e do Brasil, principalmente, eletrônicos, já outras estavam no mesmo preço. Vale visitar várias lojas antes de comprar porque os preços variam um pouco. Pode-se pagar em dólar, peso ou cartão na maioria das lojas.

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Fomos para o hotel e saímos a noite para jantar no Centro. Fomos no restaurante Café Café que fica bem movimentado, tinha até fila. Mas demos uma volta e logo a fila já havia acabado. O cardápio tem várias opções, mas as massas tinham sido recomendadas por algumas pessoas então comemos uns croquetes de peixe e o macarrão com camarão e com lula. Os pratos são individuais. Também experimentei lá a famosa Limonada de Coco, bebida maravilhosa e refrescante, sem álcool. Viciante! A conta deu cerca de 110.000 pesos. Valeu à pena. Tudo uma delícia. Recomendo.

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DIA 03 (SEGUNDA)

Tomamos café e fomos ao centro reservar o jantar no La Regatta, um restaurante super famoso da ilha. É fundamental fazer a reserva porque ele realmente lota. Reservamos para a noite seguinte. É necessário ser pontual.

Depois fomos até a loja Sun Island e reservamos o voo de parasail, que saiu a 150.000 pesos para cada um. Queríamos agendar para as 12 ou 14h porque falaram que era o melhor horário, mas só conseguimos para 16h. Então fomos conhecer a La Piscinita antes do voo.

Na La Piscina há uma piscina natural nos mesmos moldes que no West View, mas estava com menos pessoas e o restaurante não vende bebidas alcoólicas. Lá também havia muitos peixes e o pão foi desnecessário de novo, levei até uma mordida no dedo, mas não foi nada demais, só um arranhão ardido (kkkkk).

Em seguida, voltamos para o Centro. No caminho paramos num restaurante simples e dois pratos individuais, cervejas e refrigerante saiu por 30.000 pesos. Antes da refeição ainda serviram uma sopa de legumes, o que é comum por lá, apesar do calor de quase 40 graus. Suei horrores e descobri que pechuga não é costela, e sim peito de frango. Falha na comunicação... (é bom treinar palavras básicas em espanhol antes de ir, não é tão parecido com o português como a gente pensa! kkkk)

Depois de almoçar paramos um pouco na praia Sprat Bright, no Centro, que é bem movimentada, mergulhamos um pouco, não tinha muitos peixes, e seguimos para o local de saída do passeio. O lado positivo do horário das 16h é que o barco foi vazio, só a gente e mais um casal. Pode ter até 16 pessoas e o voo é sempre feito em dupla. Você deve informar a diferença de peso com relação a seu acompanhante, eles te colocam no equipamento, você senta no fundo do barco, eles aceleram e você voa sem muitos problemas. O passeio é fantástico, visual lindo demais e você ainda pode se molhar no mar durante os míseros 10 minutos que duram o voo. Ao final, eles te puxam de volta para o barco e você aterrissa em pé. Achei o preço salgado e o tempo curto, mas sem dúvida, foi o passeio que nos proporcionou a vista mais incrível do mar e suas diversas tonalidades de azul e verde. Amei e recomendo!

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Depois fomos devolver a moto e pegamos a van para o hotel na Praça do Centro (foto) às 18h30. Jantamos no hotel mesmo (bem bom!) e tiramos a noite para descansar. Reservamos o passeio para o Acuario no dia seguinte.

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DIA 04 (TERÇA) – 06/06/17

Tomamos café e às 8h30 saímos para o Acuario. Foi 20.000 pesos para cada e na hora cobram mais 5.000 pesos de entrada. A van nos levou ao local de embarque, pegamos um barco que nos levou até a ilha em uns 10 minutos. Chegando lá, há duas ilhotas, uma conhecida como Acuario, porque é mesmo um aquário natural, com muitos peixes de diferentes espécies, e a outra, Haynes Cay, que você atravessa caminhando pelo mar, e lá há vários restaurantes. Acabou que ficamos só no Acuario e só vimos a Haynes Cay de longe, foi um ato falho porque entendemos que tínhamos que ter comprado ingresso para ir nela também, mas foi só um mal entendido (falha na comunicação de novo!kkkk).

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Há armários para guardar as suas coisas enquanto mergulha, mas deixamos no chão atrás de um quiosque como muitos estavam fazendo e foi tranquilo. Para atravessar também é possível levar suas coisas na mão, então o armário é opcional, o aluguel estava 8.000 pesos. Serviam almoço nos quiosques, mas compramos só cervejas e comemos os biscoitos que tínhamos levado, então nem tenho noção dos preços. Retornamos por volta de 15h30, apesar deles terem avisado que nos pegariam as 13h. Então não confiem nos horários, essas idas e voltas são bem desorganizadas lá.

Optamos por alugar a moto das 16h desse dia até as 8h30 do dia seguinte, para irmos em outra praia de San Luis e jantarmos no La Regatta. Então fomos no mesmo lugar que reservamos o voo e fizeram o aluguel por 80.000 pesos nesse período.

Depois que curtimos a praia de San Luis de novo (dessa vez fomos na parte que tem um bar do Bob Marley com as cores do reggae, mas estava fechado), passamos novamente no Hoyo Soplador. Dessa vez foi bem legal e entendemos o nome do lugar. Realmente tem um olho soprador na pedra (rs). Com as ondas um buraco na pedra sopra um vento forte, é bem divertido, sua roupa voa e as vezes sai até água, tem que ter cuidado. 

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Em seguida, voltamos para o hotel, reservamos o passeio para Ilha de Johnny Cay para o dia seguinte e nos arrumamos para ir ao La Regatta. O lugar é simples, mas tem uma ornamentação fofa e o pessoal vai mais arrumadinho, algumas mesas ficam no deck, e ficamos numa dessas. Tem luz de velas e o cardápio é uma tortura com tantas opções que parecem deliciosas. Escolhi o risoto de camarão e meu marido um peixe com purê. Os pratos são muito bem arrumados, de comer com os olhos, e bem servidos apesar de não parecer nas fotos. Bebemos cervejas e pedi outra limonada de coco (divina!). A conta deu uns 144.000 pesos. Achei que valeu muito a pena e me arrependi de não ter deixado outro espaço no roteiro para comer lá de novo.

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DIA 05 (QUARTA)

Tomamos café, fomos entregar a moto e seguimos para o passeio à Ilha de Johnny Cay. Foi o mesmo valor do passeio ao Acuario e Haynes Cay, 20.000 pesos. E também é necessário pagar a entrada de 5.000 pesos antes de embarcar. É possível fazer esses dois passeios no mesmo dia por 35.000 pesos, mas me indicaram fazer separado porque ficava muito corrido, então se tiver menos dias ou quiser incluir outros passeios pode juntar.

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Essa ilha tem alguns restaurantes, passeio de banana a 10.000 pesos (uma volta bem rapidinha) e a água é mais agitada e com menos peixes, comparado aos outros lugares que fomos. O aluguel de tenda e espreguiçadeiras foi 35.000 pesos, e havia cadeiras e guarda-sol a 25.000, mas já estavam ocupadas. Depois vimos que vai fazendo sombra na areia em alguns pontos, então se quiser economizar é só jogar a canga e ser feliz. O almoço custou 25.000 pesos para cada e tinha algumas opções. Escolhemos robalo sem espinha com arroz de coco e bananas fritas. Bom. Voltamos da ilha por volta das 15h30 novamente, compramos algumas lembrancinhas e ficamos na Sprat Bright de novo até dar o horário da van que nos leva para o hotel. Recomendo o sorvete do quiosque no início da praia (lado próximo ao Cafe Cafe), é bem gostoso e tem sabores exóticos. Reservamos o jantar no hotel de novo para descansarmos e arrumarmos as malas.

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DIA 06 (QUINTA)

Tomamos café e a ideia era ficarmos na piscina, mas colocaram produtos de limpeza e ficou interditada. Decidimos então caminhar até a praia mais próxima do hotel. Foram cerca de 10 minutos e chegamos na praia Los Chaquitos. A areia estava bem suja, andamos mais um pouco em direção a um quiosque e melhorou. Tinha vários peixinhos e a água era azul bem clarinho. Tomei um Coco Fresa, drink com vodka, um pouco parecido com o Coco Loco, achei mais gostoso, e voltamos para o hotel, pois o check out era as 13h.

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Almoçamos no hotel. O táxi chegou para nos levar ao aeroporto as 15h, nosso voo era 17h55. Despachamos as malas e fomos andar mais um pouco na orla da Sprat Bright, paramos num restaurante para beber umas cervejas, limonada de coco e beliscamos um camarão com arroz de coco. A gente tinha acabado de almoçar, mas era clima de despedida de todos esses sabores (saudade!).

Voltamos para o aeroporto e depois de ficarmos mofando sem entender nada, como todos os outros passageiros, nos informaram que nosso voo ia atrasar e perderíamos o voo de Bogotá para o Rio de Janeiro. Só tinha outro voo para o Rio às 22h18 do dia seguinte, ou seja, tivemos que dormir uma noite em Bogotá. A Avianca se responsabilizou pela hospedagem, traslado ao hotel e alimentação nesse período. Falam que isso costuma acontecer com certa frequência então é bom não ter compromissos próximos à data de retorno.

DIA 07 (SEXTA-FEIRA) – BOGOTÁ

Tomamos café no hotel e apesar de alguns transtornos e compromissos ameaçados, aproveitamos para visitar uns pontos turísticos em Bogotá.

Pedimos um UBER (o app que usamos no Brasil funcionou normalmente) do Hotel Movich Buró 26 para La Candelaria, deu cerca de U$4,52 no cartão, a cotação do dólar estava R$3,44 nesse período, então ficou por uns R$15. O motorista era muito atencioso e foi nos falando da cidade e de alguns museus, nos orientou a tomar cuidado e pedir informação apenas para policiais, pois a cidade andava violenta (logo eu? carioca kkkk).

Acabamos soltando próximo ao Museu del Oro, o ingresso estava 4.000 pesos, não entramos, fomos apenas numa galeria de artesanatos que tem em frente.

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Decidimos ir andando até a Plaza de Bolívar, onde ficam a Catedral Primada de Colombia, Palacio de Justicia e o Congresso de La Republica. Achei estranho o povo brincando com os pombos na praça (tem muitos!!), vendem até milho para os turistas atraírem os bichinhos e tirarem fotos com eles nos corpos (de onde eu vim pombo é rato com asa kkkk).

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Próximo, ficam vários cafés e lojas. Fomos andando até o Museo Botero e a Casa da Moeda de Bogotá, uns 5 minutos da praça e a entrada foi gratuita. Bem legal lá e tem um jardim fofo também.

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Tínhamos almoço no hotel às 16h30 e decidimos voltar quando era umas 15h, mas foi bem na hora de um dilúvio, que só serviu para complicar nossa vida. Não consegui pedir o UBER sem internet, porque as zonas de WiFi ficavam na chuva e tivemos que pegar um táxi, o motorista falava enrolado e disse que sabia onde era o hotel mas estava tendo uma manifestação de professores e estava tudo engarrafado, ele nos deixou num lugar que não conhecíamos a umas 20 quadras do hotel e tivemos que ir andando porque o trânsito estava interrompido. Foi bem estressante, mas chegamos bem, almoçamos, descansamos e seguimos para casa.

Bogotá tem seu charme, valeu o pequeno tour e os artesanatos que comprei (lindooos!).20170609_122506.thumb.jpg.6d040b7302799a76d5f1d52a730e8930.jpg20170609_122605.thumb.jpg.dcb9fe12e3f8a1b4e775b8e973fa9450.jpg20170609_122533.thumb.jpg.0ac13e023a85fb2d62b41e8004b1ef8d.jpg

Então foi isso, pessoal! Espero ter contribuído.

Mais roteiros e dicas no Instagram @viajagora e na minha página do facebook: Sobre Lugares e Destinos (@sobrelugaresedestinos)

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Parabéns, ótimo relato atualizado. E que bela viagem hein e as fotos? Estão de parabéns. .Muito bom msm.

Iremos para a Ilha em Janeiro 2018, ansiosos pra chegar a data.
Fechamos passagens, mas ainda estamos vendo as hospedagens. Acho a iremos ficar em Hotel comum, não Resort. A idéia é conhecer bem a ilha e interagir bastante com a cultura e principalmente a culinária da região.
Quanto ao transporte, o que acham? Melhor opção é Taxi e aluguel de moto/carro de Golf?

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Obrigada pelo relato!
Os preços atualizados me ajudaram demais... 

Vou ter que internalizar que a melhor forma de conhecer a ilha é alugando o carrinho (e deixar de pão duragem e alugar um!)

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Em 05/09/2017 em 21:23, Filipe Salese disse:

Parabéns, ótimo relato atualizado. E que bela viagem hein emoji122.pngemoji122.pngemoji122.pngemoji122.pngemoji122.png e as fotos? Estão de parabéns. .Muito bom msm.

Iremos para a Ilha em Janeiro 2018, ansiosos pra chegar a data.
Fechamos passagens, mas ainda estamos vendo as hospedagens. Acho a iremos ficar em Hotel comum, não Resort. A idéia é conhecer bem a ilha e interagir bastante com a cultura e principalmente a culinária da região.
Quanto ao transporte, o que acham? Melhor opção é Taxi e aluguel de moto/carro de Golf?

Oi Filipe. Para fazer a volta a ilha com certeza o moto/carrinho de golf. Para o demais passeios se ficar no Centro dá pra ir até a pé. Bjs e boa viagem!

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Em 11/09/2017 em 18:33, brunasscarvalho disse:

Obrigada pelo relato!
Os preços atualizados me ajudaram demais... 

Vou ter que internalizar que a melhor forma de conhecer a ilha é alugando o carrinho (e deixar de pão duragem e alugar um!)

Nem precisa alugar todos os dias se ficar no Centro, mas para a volta a ilha com certeza! Boa viagem, que bom que ajudei.

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Em 07/09/2017 em 10:51, MENEZESCARLLA disse:

Bom dia....quero ficar sete dias na Colômbia nas cidades de Cartagena e San Andrés....qto acha que gastarei lá...devo leva qto? Me ajuda

Olá, n fui em cartagena, então nem posso dizer onde vale a pena ficar mais tempo, tenta fazer pelo menos a volta a ilha e ir no Acuario em San Andres, são os melhores passeios na minha opinião. Quanto levar depende dos seu modo de gastar. Na descrição citei os valores principais, soma os preços do que pretende fazer e já terá uma boa noção. Eu levei U$300 e gastei um pouco no cartão ainda. Meu marido fez o mesmo.

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Muuito bom! Seu roteiro foi perfeito. Vou em janeiro/2018 com minha prima e seguirei suas dicas. A única diferença é que a minha conexão será no Panamá. 

Beijos e obrigada. 

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    • Por Nilson Júnior
      Fala galera, boa tarde!
       
      Em julho/2019 pretendo fazer um mochilão de 20 a 30 dias pela Colômbia. Até então já estão definitivas as seguintes cidades na minha rota: Bogotá > Medellín > Guatapé > Cartagena > San Andrés. Gostaria de saber da galera que já foi se poderiam sugerir outras cidades ou até mesmo o que não deixar de fazer nessa trip. Pretendo conhecer o máximo possível de lugares e da cultura local gastando o mínimo possível. Quem puder colaborar eu agradeço.
    • Por EBNoronha
      Ilha de Boipeba – Moreré.

       

       

      ▪ Como Chegar?

       

      Olá viajantes, tudo bem? O destino que vamos compartilhar com vocês fica situado na ilha de Boipeba conhecido como vilarejo de Moreré. A ilha margeia a região conhecida na Bahia como costa do dendê e é ponto turístico famoso, na ilha vizinha (Tinharé) é onde fica a conhecida e plural Morro de São Paulo.

      Com infraestrutura mais simples, Moreré se torna uma ótima opção para os viajantes que fogem dos altos preços cobrados em morro de São Paulo, e, no quesito beleza não deixa nada a desejar. Aliás, muitos passeios que partem de Morro de São Paulo como o passeio de volta a ilha, param nas piscinas naturais de Moreré, um verdadeiro paraíso a parte, como também na foz do Rio do Inferno onde fica o vilarejo conhecido como velha Boipeba. Não se assuste com o nome, de inferno lá não tem nada!

      Partindo do aeroporto internacional de Salvador, são 24 quilômetros até o terminal marítimo do Ferry Boat, onde o viajante atravessará de balsa até o terminal de Bom Despacho na Ilha de Itaparica.

      O visual da Baía de todos os santos é lindo e merece pausa para apreciar as belezas da maior Baía do país com seus 1233 Km².


      • Lancha Rápida para Boipeba.

      Para a ilha de Boipeba partem lanchas rápidas de outros três terminais marítimos: Valença, Graciosa e Torrinha. O viajante deve optar pelo destino que melhor lhe convier.

      Partindo do terminal de Bom Despacho até a cidade de Valença são 109 quilômetros de estrada boa e rodando mais 14 quilômetros chega-se ao porto de graciosa. Para ilustrar melhor, o preço da lancha rápida de Valença a Boipeba custa em torno de 42 Reais, já de graciosa R$35 e de Torrinha, onde a viagem de carro é mais longa, custa R$25.

      Nesta viagem optamos por Graciosa, onde o preço do estacionamento para moto foi mais módico e custou R$10 por dia. Recomendo o estacionamento do Nil logo na entrada da vila após a ponte e ao lado do porto.

      Aqui vamos dar uma dica crucial para não estragar sua viagem! Certifique-se do horário da sua chegada ao porto, em Graciosa! A última lancha para Boipeba parte às 17h00min e, não sabíamos disso, chegamos às 17h30min, fazendo com que perdêssemos a última lancha. Por sorte ou azar, um morador da Ilha que estava aguardando a filha que chegaria de viagem nos cobrou o mesmo valor da tarifa e nos deixou em Boipeba com sua lancha.


      Não sei ao certo se seria melhor ter esperado e dormido a noite em um hotel ali perto mesmo. As lanchas rápidas não tem farol à noite, e, pasmem(!), muitos barcos fazem a travessia a noite também sem farol. No percurso de ida quase batemos a lancha duas vezes com outras embarcações totalmente apagadas, o que seria um desastre, sem contar o fato de que o marinheiro poderia não ser experiente e se perder entre os manguezais que conduzem as ilhas.

       

      • Desembarcando na Ilha.

       

      Chegando a velha Boipeba, a vila é um charme só, construções simples com gente acolhedora, movimentada a noite, entretanto, ainda nos restava mais um período de trator ou quadriciclo até Moreré. Como já conhecíamos a velha Boipeba, partimos para o ponto de partida do trator, uma caminhada de 15 minutos onde o viajante toma informações com os moradores até chegar lá. O trator cobra R$10 por pessoa e tem que esperar o mínimo de 6 passageiros, o quadriciclo a tarifa é R$20 por pessoa, partindo quando o viajante quiser.

      Chegando a Moreré fomos à pousada Aldeia de Moreré do Fernando, pousada que adota a construção simples indígena Pataxó nos seus chalés com um toque de conforto com banheiros com água quente. Os chalés são construções de taipa aliando simplicidade e conforto, além do chuveiro quente se pode contar com frigobar, varanda com rede e uma ducha fria na área externa, muito útil quando se retorna da praia.


      Logo na chegada, à noite, podemos ver que o local oferecia sossego e tranquilidade, nada de som veicular dando um toque rústico ao local. Fomos direto para pousada, estávamos cansados da viagem e dos sustos na vinda com a lancha.

      Quando amanheceu, vimos o quanto era celestial aquele lugar, os chalés dentro da propriedade do Fernando, eram totalmente conectados com a natureza. Acordamos ao som de um casal de pica-paus que faziam a primeira refeição matinal. Tudo na propriedade preserva a natureza e nos faz conectar com ela, afinal não tinha outro jeito, o sinal de WI FI é ruim, só fica legal nas proximidades da construção principal, mas diante daquela natureza que nos rodeava realmente isso ficou em segundo plano, na verdade foi até bom para desintoxicar um pouco da vida urbana e dos problemas do dia a dia.

       

      • Onde comer?

       

      Como a pousada não oferecia café da manhã, fizemos uma busca no vilarejo até encontrar um local chamado de “lá tem pão”, lá tem pão caseiro e um delicioso café com ovos mexidos a moda da casa! O pão é artesanal feito no próprio estabelecimento combinado com uma geleia também produzida por eles de manga com gengibre - tudo preparado com um toque muito especial, o café foi uma surpresa bastante positiva!


      Uma das impressões que sentimos é que de fato o local precisa melhorar um pouco para atender as demandas do turista. Não sei se o fato de termos ido no período em que não é alta estação influenciou, mas tivemos dificuldade de encontrar um local que servisse um café da manhã continental, só havia dois ou três lugares que serviam café da manhã, por sorte no “lá tem pão” tinha pão bom!

       

      • O que fazer?

       

      Após o café da manhã fomos explorar a praia (aqui tenho que me empolgar um pouco mais, que lugar edênico!). A praia da vila é simplesmente paradisíaca, quando chegamos no período da manhã o tempo estava fechado, mas lindo para fazer fotos e capturar a beleza do lugar de forma diferente da habitual.


      Ao lado direito, o viajante pode contar com um pequeno mangue repleto de vida marinha preservada. Por esse lado também nos leva para praia de Bainema, outro espetáculo. Ao lado esquerdo contamos com as praias de Cueira, Tassimirim e depois a velha Boipeba. O viajante pode fazer esse percurso caminhando e conhecendo as maravilhas do lugar e chegando a boipeba pegar o trator de volta para Moreré, não fizemos esse passeio, mas nos informaram que devagar dura cerca de duas horas caminhando e apreciando as paisagens.


      Como estávamos à espera de outro casal que chegaria neste dia, resolvemos não fazer nenhum passeio contratado, apenas conhecer o local. Aproveitamos para experimentar o bolinho de polvo e lagosta com Aipim, especiaria da região, delicioso.


      Após o petisco, voltamos a parte próxima do manguezal e ficamos apreciando o local, a natureza é realmente preservada. Um garoto de seus 14 anos nos abordou na praia se oferecendo para ser nosso guia, falou das belezas do local e ainda teceu críticas sobre a construção de um resort na região e que isso acabaria com a preservação do lugar. Cobrou-nos então módicos 60 reais por pessoa para nos guiar para Bainema e praia de ponta de Castelhanos, sabido todo! O passeio que nos levaria de barco no dia seguinte, abrangendo as piscinas naturais de Moreré, Bainema, Ponta de Castelhanos e Cova da onça com retorno por dentro do manguezal custou R$90,00, logo, não compensava o passeio guiado pelo prestativo garoto, mesmo assim agradecemos a gentileza e nos despedimos.


       

      • Lagosta na Manteiga para almoço.

       

      Aproveitamos mais um pouco a praia do vilarejo e fomos andando no sentido da praia de Cueira. Com o adiantar da hora resolvemos almoçar em umas barracas que ficavam antes da citada praia. Lá apreciamos a famosa Lagosta na manteiga com legumes. Em verdade, a lagosta já é muito saborosa, independente do acompanhamento, mas, neste caso, sentimos um gosto forte de abacaxi e que acabou por mascarar o sabor da lagosta. Depois perguntamos o porquê do gosto e o pessoal do restaurante informou que o abacaxi é utilizado para amolecer o crustáceo, o que acabou por retirar um pouco do sabor prevalecendo o gosto do abacaxi. Se tivesse que dar nota na escala de 0 a 10, eles ficariam com um 7.



       

      • Amigos são sempre bem vindos.

       

      Por volta das 14h00min resolvemos retornar para a pousada e encontrar o casal  de amigos que provavelmente já teria chegado. Em Moreré não há sinal de telefone - eis o motivo de não saber se já haviam chegado. Na pousada Fernando nos informaram que o casal não havia chegado, aproveitei para tomar banho e curtir a rede, mas, assim que deitei o pessoal  chegou.

      Assim que todos se acomodaram e conheceram, resolvemos ir à praia a qual no turno da tarde já estava com a maré cheia, ideal para banho. As águas da Baía de todos os santos são em regra mornas, mas neste dia estava especialmente quente. O sol caiu a tarde e as aguas mornas nos fizeram apreciar a praia até o anoitecer.


      Decidimos então que assaríamos um peixe na fogueira aproveitando toda a rusticidade daquele local. Fomos até a casa do pescador da região saber se tinha um bom peixe para comprarmos. Entretanto, o mesmo falou que  não tinha mais, que aquele período estava ruim de peixe, mas, que no dia seguinte ia sair para pescar de manhã e por volta das 07 se ainda quiséssemos poderíamos encontrar um bom peixe na mão dele.


       

      • Onde comer a noite?

       

      Voltamos então para pousada, tomamos banho e depois fomos a parte do vilarejo onde tinham supermercados. Compramos coisas essenciais para café da manhã e para um pequeno lanche, além de algumas cervejas, é claro! Tínhamos decidido preparar um café da manhã coletivo no dia seguinte, todavia, na volta passamos em frente a uma pizzaria e resolvemos entrar.

      Pizza muito boa e bom papo! À exceção da parte do cardápio que dizia que praticamente éramos obrigados a pagar 10% de gorjeta. Ora, o turista fica a vontade de contribuir com a gorjeta quando é bem atendido! No cardápio dizia que os 10% eram destinados à manutenção de banheiro, louças e toalhas novas (what?). Isso faz parte do custo do negócio! Enfim, não seriam aqueles 10% que estragaria minha noite.

      Para aquele dia já bastava, voltamos ao hotel sabendo que o melhor estava por vir.

       

      • Passeios para as Piscinas Naturais de Barco!

       

      Acordamos cedo e fomos tomar café da manhã no “lá tem pão” de novo. Ao voltarmos, um dos meninos que ofereciam passeios nos falou que tinha um marinheiro que poderia realizar o passeio de barco que queríamos. Era o filho do pescador da noite anterior. Acertamos então com ele o valor de R$90,00 por pessoa, marcamos a saída para as 09 horas.

      Atrasamos um pouco para chegar na praia e quando estávamos chegando ele  já estava acertando com outro casal, mas quando nos viu parou a negociação. Não o culpamos, de fato marcamos as 09h e chegamos as 09h30min. O combinado seria que o passeio passaria pelas piscinas naturais de Moreré, iríamos as piscinas naturais de Bainema, depois ponta de castelhanos, faríamos uma pausa para lanche depois almoçaríamos na cova da onça e por fim retornaríamos a Moreré pelo mangue.


      Pessoal, outra dica importante, quando forem contratar este passeio se possível contratem com barcos maiores! Eu sabia disso, pois quando fui a morro de São Paulo vim até as piscinas naturais de Moreré, e acabei esquecendo dessa vez. O percurso desse passeio é em alto mar, quanto maior o barco melhor, menor o risco de virar, em alto mar as ondas são grandes!

      Partimos então em direção as piscinas naturais de Moreré.

      Sabe aquele frio na barriga e o coração batendo mais forte?

      Você já sentiu isso?

      Pessoal literalmente o barco rompe as onda de frente - quem tiver medo do mar não vá, passará por maus bocados! Já tinha esquecido dessa sensação, mas logo as primeiras ondas me fizeram lembrar...

      O casal que nos acompanhava, não sei se por inocência disse: “Bota pra torar” incentivando o marinheiro, quem é da Bahia sabe o que isso significa, e eu apenas rezava!


      Quando chegamos às piscinas naturais de Moreré, estas já estavam cheias de barcos que faziam o mesmo passeio. Aproveitei a oportunidade e conversei com o pessoal para não incentivar o marinheiro, seria melhor fazermos o passeio na paz e tranquilidade.

      Quando desci do barco procurei relaxar e aproveitar o lugar. Lá tem barcos que servem roskas, cervejas e alguns aperitivos em mesas flutuantes. Aproveitei para tomar uma “breja” e curtir. Comemos também ostras vivas servidas nas mesas flutuantes (outra iguaria que não deixem de experimentar). Ficamos cerca de 40 minutos e o marinheiro nos lembrou que ainda tínhamos outras piscinas naturais que na avaliação dele eram melhores que aquela.


      Partimos, não sem antes eu conversar com ele que queríamos o passeio na tranquilidade e a segurança em primeiro lugar.

      Fomos sucessivamente às piscinas naturais de Bainema e Ponta de Castelhanos. O visual é praticamente o mesmo, entretanto, nestas últimas como há uma quantidade de barcos bem menor, dá para aproveitar com mais tranquilidade e fazer o mergulho com snorkel, além de fotografar a vida marinha submersa. Uma desvantagem é que nestas duas últimas piscinas não tem o barco que serve bebidas e aperitivos, então se previnam caso precisem de cerveja ou água levando um cooler.


      Ao sairmos de Ponta de Castelhanos paramos na foz do rio onde tem barracas servindo almoço. O acertado seria o almoço no local chamado cova da onça, então resolvemos ali apenas tomar umas cervejas e petiscar os frutos do mar. O visual é lindo além de ser ideal para banho também.


      Partimos em direção a cova da onça, navegando mais ou menos mais quarenta minutos. Lá pedimos duas moquecas, uma de polvo e a outra de camarão. Duas moquecas foram suficientes para quatro pessoas comerem bem - aqui destaco que a moqueca de polvo estava muito mais saborosa que a de camarão (se soubéssemos pediríamos apenas de polvo, mas o que vale é a experiência!).


      Fizemos então uma pausa mais demorada por cerca de duas horas. Isa, nossa companheira, aproveitou e foi andando conhecer o local e encontrou várias conchas enormes que os garotos vendiam por R$20,00 cada. Mais à frente, na parte do rio, é possível encontrar aos montes com o olhar mais apurado.


       

      • Tour pelo Manguezal.

       

      Descansamos um pouco após o almoço e resolvemos chamar o marinheiro para voltar, fiquei com medo do retorno caso escurecesse. Retornamos e entramos na parte do mangue onde nos levaria de volta até Bainema.

      Pessoal se puderem façam esse passeio! Os manguezais são conhecidos como os berçários da vida marinha. O mangue é repleto de vida emergindo por todos os lados, é possível notar desde espécimes que desovam no mangue para criar seus filhotes até os predadores que lá vão se alimentar. Pudemos ver dois tipos de manguezais, o de raízes vermelhas conhecido com mangue vermelho e o de raízes brancas.


      Uma vantagem de termos feito o passeio no barco menor foi o fato de como a maré não estava totalmente cheia, pudemos ainda sim navegar por dentro do mangue. Caso fosse um barco maior não conseguiríamos.


      Saindo do mangue chegamos a Bainema e  retornamos a Moreré. Chegamos por volta das 16h40min e aproveitamos as águas mornas até o anoitecer novamente.

      Por derradeiro, permanecemos três dias em Moreré, foram alguns dos melhores dias da minha vida e ficará registrado sem dúvida no álbum de recordações. O vilarejo alia a simplicidade com rusticidade o povo é acolhedor e visitantes são sempre bem vindos, a paisagem e o contato com a natureza tornam tudo ainda mais especial.


      Moreré têm opções para todos os bolsos, desde hospedagens com diárias entre R$100 até R$1.000,00, por exemplo. Se paga sempre um pouco a mais comparando com os preços de outros locais turísticos, em se tratando de uma ilha, tudo vem de barco o que acaba por encarecer preço dos produtos e serviços, mas nada que comprometa o turismo. Via de regra as refeições giravam em torno de R$80,00 e o café da manhã em torno de R$30,00, sempre considerando que servem duas pessoas.


      Sentimo-nos seguros em todos os locais do vilarejo apesar de não haver um policial sequer! Percebemos a simplicidade do local e que de fato trata-se de uma vila de pescadores começando a ser conhecida pelos turistas. Notamos que as pessoas querem tocar a vida de maneira simples e preservando a natureza, nada de muito agito!


      Faríamos sem dúvida o passeio pelas piscinas naturais novamente, dessa vez em um barco maior. Vale a pena conhecer todas as piscinas naturais, entretanto, caso queiram permanecer em uma só também é válido, as piscinas são parecidas, mas destacaria a de ponta de castelhanos pela história do lugar, lá naufragou uma caravela espanhola e os tripulantes que não morreram no naufrágio e conseguiram chegar à ilha foram mortos pelos índios da região.



       
      • A despedida

      Nos despedimos de Moreré aproveitando um lindo por do sol e sabendo que ali se escondia mais um paraíso da nossa querida Bahia.

      Gratidão por todos os momentos vividos naquele lugar era a sensação de todos.



       

    • Por Felipepamplona
      preciso de dicas 
      Estava planejando viajar a américa do sul inteira em 2019, mas acabou que ocorreu um imprevisto e acabei "perdendo" 2/3 do dinheiro que tinha economizado pra viagem.
      Agora estou pensando em fazer um plano B, que é cortar fora por enquanto a patagonia :((
      Tenho um voluntariado no natal e ano novo em punta ballena - Uruguai, e estou pensando em seguir até buenos aires, e de buenos aires seguir direto para o chile, passando por Rosario e Cordova.
      O que acham?? eu ia até o ushuaia e subiria devagar pelas cidades até chegar em pucon. Mas como falaram que "o mais caro da america do sul é Uruguai e Patagonia, estou pensando em cortar .
      alguma dica?? estou super aberto a isso.
      Estou pensando tbm, depois do voluntariado no uruguai, voltar e subir direto para bolivia e peru,
      A GRANA QUE TENHO SOBROU É R$4.500 :*(
    • Por Marceulua
      Oi pessoal! 
      Tô planejando ir pra Bogotá em Abril/2019, queria dicas pra uma viajem de baixo custo, é a minha primeira viagem e pretendo conhecer o Paraguai, Bolivia e Peru nesse caminho.
      Aceito acompanhantes e todas as dicas e recomendações que puderem me dar, meu wpp pra quem quiser entrar em contato 13 981341354
      ❤️
    • Por Sentiens Sapiens
      tenho Asperger (autismo), não tenho dinheiro, preciso chegar a Bogotá
      para audiências públicas da comissão interamericana de direitos humanos
      preciso de ajuda para chegar lá e levar o meu caso pessoalmente
      não estou a pedir dinheiro, peço apenas ajuda efetiva, preferencialmente pelo WhatsApp
      estou com dificuldades pelo autismo e violações graves que sofri / sofro
      agradeço a atenção
      (61) 9.8222-1938 
      WhatsApp apenas


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