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Domcarioca

PERU - 10 DIAS - 13 A 22 DE SETEMBRO 2017 - LIMA/CUSCO/TRILHA INCA JUNGLE/MACHU PICCHU

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Visita realizada de 13/09/2017 à 22/09/2017. 2 dias em Lima, 3 dias em Cusco , 4 dias de trilha Inca Jungle e 1 dia Machu Picchu. Fomos em 5 pessoas, gastos por pessoa.

DIA 13/09/2017 – QUARTA FEIRA

Chegamos em Lima às 10:00. O transfer José já estava nos esperando no aeroporto. Fomos para Miraflores para o apartamento alugado pelo AIRBNB, o trânsito é muito intenso em Lima, todos os carros buzinando. Chegamos ao apartamento, deixamos as malas e fomos almoçar na Praça Kennedy, uma caminhada de 30 minutos, no caminho trocamos dinheiro numa casa de câmbio na avenida principal. Tem várias casas de câmbio no caminho, inclusive pessoas credenciadas na rua. Tem vários restaurantes na praça Kennedy, almoçamos no Rústica, um restaurante de esquina, comida muito boa e bem servida, pisco de brinde, cerveja boa e preço bom. Caminhamos um pouco pela praça Kennedy e fomos caminhando até Huacla Pucllana, um sítio arqueológico no bairro Miraflores, quase 1 hora caminhando. Fizemos uma visita em 50 minutos, 12 soles inteira. Na volta passamos num mercado para comprarmos nossa janta e café da manhã, chegamos no apt às 17:30h. Jantamos e fomos descansar.

GASTOS:

·         TRANSFER – 5 DÓLARES POR PESSOA

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 39 SOLES POR PESSOA

o   MERCADO – 48 SOLES POR PESSOA

·         PASSEIOS

o   HUCLA PUCLLANA – 12 SOLES + 6 SOLES

TOTAL :

·         15 DÓLARES

·         291 SOLES

·         TOTAL – 336,00 SOLES

TROQUEI R$ 1.000,00 POR 900,00 SOLES  - 1 POR 0,90

 

DIA 14/09/2017 – QUINTA FEIRA

Tomamos café no apartamento e às 10h fomos em direção ao shopping Larcomar, passeamos pelo calçadão de Miraflores e Praça do Amor, local muito bonito e bem cuidado, com vista para o mar. Andamos um pouco no shopping Larcomar, bem bonito e com vária lojas de grife e vários restaurantes. Pegamos um taxi para o centro, 50 soles total, é um pouco longe. Chegamos ao centro e visitamos a Plaza das Armas, onde fica a Catedral de Lima, Palácio do Governo, estava havendo a troca da guarda. Ficamos “passeando” pelas lojas(comprando) por algum tempo e por volta das 14:00 fomos almoçar no Toque Crioulo, em frente ao Convento São Francisco, comida razoável, 14 soles o menu. Depois fomos visitar o convento São Francisco com as catacumbas, uma visita guiada de 01 hora, muito legal a visita, o guia era muito bom. Depois fomos andando por 01 hora até o Circuito das Águas, é um pouco cansativo ainda mais depois de andar o dia todo, estava frio e com uma garoa. Chegamos por volta das 18:30h. O circuito é muito bonito à noite, com várias fontes luminosas, mas como estava frio e estávamos cansados ficamos pouco tempo. Pegamos um taxi (30 soles) para o shopping Larcomar para jantar, o trânsito estava horrível. Jantamos no Mangos, um restaurante muito bom, comida muito boa, atendimento ótimo, porém bem caro. Pegamos um taxi para o apartamento (15 soles).

GASTOS:

·         TRANSPORTES

o   TAXI LARCOMAR ATÉ O CENTRO – 10 SOLES POR PESSOA

o   TAXI CIRCUITO DAS ÁGUAS ATÉ LARCOMAR – 6 SOLES POR PESSOA

o   TAXI LARCOMAR ATÉ APT – 3 SOLES POR PESSOA

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 15 SOLES POR PESSOA

o   JANTAR – 68 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 10 SOLES

·         PASSEIOS

o   CONVENTO – 10 SOLES POR PESSOA + 5 SOLES(MEIA)

o   CIRCUITO DAS AGUAS – 4 SOLES POR PESSOA

·         COMPRAS  –150 SOLES

 

TOTAL :

·         503,00 SOLES

 

DIA 15/09/2017 – SEXTA FEIRA

Saímos do apt as 04:10 em direção ao aeroporto, chegamos às 04:40 sem trânsito, tem que chegar com 02 horas antes do voo. Transfer feito novamente por José Rebaza – 25 dolares. Voo de 01:20 até Cusco, na chegada já somos recebidos com folha de coca. O taxi de Carlos já estava nos esperando, muito simpático e já fechamos os passeios de sábado e domingo com ele e o transfer de volta. Chegamos no hostel as 09:40h, fizemos o check-in, mas só poderíamos entrar nos quartos as 13h, ficamos deitados nums pufs no hostel para aclimatar. O hostel é bem legal, o visual é bem colorido e com várias atrações programadas, almoçamos no próprio hostel, uma sopa por 10 soles, bem gostosa. No hostel há um bar com alimentação e bebidas. Depois de irmos ao quarto deixar as malas fomos passear pela cidade, muito bonita e interessante, mas estava bem frio. Fizemos umas compras e fomos tomar café numa padaria, Sabor Del Inca, com pães e salgado bem gostosos e um bom café. Andamos um pouco pela Plaza das Armas e voltamos para o hostel às 18:00. Fomos jantar numa pizzaria em frente ao hostel, La Divina Patrícia, pizza ruim e atendimento também ruim.

GASTOS:

·         TRANSPORTES

o   TAXI AEROPORTO AO HOSTEL CUSCO – 8 SOLES POR PESSOA

o   TAXI APT LIMA AO AEROPORTO – 5 DOLARES POR PESSOA

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 10 SOLES POR PESSOA

o   JANTAR – 12 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 37 SOLES

·         COMPRAS  – 65 SOLES

 

TOTAL :

·         15 DOLARES

·         192 SOLES

·         TOTAL – 236,00 SOLES

 

TROQUEI R$ 1.000,00 POR 940,00 SOLES  - 1 POR 0,94

 

DIA 16/09/2017 – SÁBADO

Saímos para fazer o City tour por Cusco as 08:30 com nosso Guia particular Carlos. Conhecemos 4 sítios arqueológicos nas proximidades de Cusco, lugares bem interessantes e fundamental ir com um guia, Carlos é muito gente boa, tem muito conhecimento sobre a história Inca, fala Inglês e Espanhol. É necessário ter o Boleto Turístico para visitar as atrações O passeio foi de 08:30 até as 13h. Fomos de carro até as atrações, que ficam um pouco acima de Cusco. Almoçamos no The Point, perto da Plaza das Armas, menu de 25 soles, mas não é bom, comida ruim e atendimento médio. Voltamos para o hostel e fui descançar, pois estava passando mal, o pessoal foi fazer compras no mercado central. Acordei melhor e à noite fomos jantar no Fusion, comida boa e atendimento bom.

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 29 SOLES POR PESSOA

o   JANTAR – 35 SOLES POR PESSOA

·         PASSEIOS

o   CITY TOUR – 30 SOLES POR PESSOA

o   BOLETO TURÍSTICO – 130 SOLES POR PESSOA + 70 SOLES MEIA

o   TRILHA INCA – 145 DOLARES POR PESSOA(pagamento do restante)

 

TOTAL :

·         435 DOLARES

·         605 SOLES

TOTAL – 2.213,00 SOLES

TROQUEI R$ 400,00 POR 372,00 SOLES  - 1 POR 0,93

 

DIA 17/09/2017 – DOMINGO

Saímos as 08:00 com Carlos para fazer o tour particular pelo Vale Sagrado. Fomos para Chinchero, a 3.800m de altitude, visitamos um lugar onde os artesões demonstram como são feitas as roupas e acessórios Incas, depois visitamos a parte arqueológica, muito bonita e interessante. Fomos depois para as salinas de Maras(10 soles), bem interessante tb. Seguimos para Moray, um lugar tb fantástico. Seguimos por uma estrada sinuosa para Olanntaytambo, passamos pelo hotel na via ferrata, são 3 cápsulas que ficam suspensas na encosta. Almoçamos em Olanntaytambo, num restaurante bom, com a comida boa. A cidade é belíssima, com vários restaurantes em volta da praça, valia um pernoite por lá. Após o almoço visitamos o sítio arqueológico por 45 minutos, bem grande e bonito. Depois seguimos para Pisac, chegamos bem tarde, as 17:07, o parque fecha as 17:00, mas Carlos deu um jeito de entrarmos, local tb interessante. Chegamos em Cusco as 19:00, tomamos um banho e fomos para o briffing no próprio hostel com o guia da trilha Inca Jungle, Leo. Após o briffing fomos jantar no Fusion, bom atendimento e comida, e voltamos para o hostel para arrumar as malas para a trilha.

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 30 SOLES POR PESSOA

o   JANTAR – 30 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 20 SOLES

·         PASSEIOS

o   VALE SAGRADO – 50 SOLES POR PESSOA

o   MARAS – 10 SOLES POR PESSOA

·         COMPRAS – 75 SOLES

TOTAL –455 SOLES

 

DIA 18/09/2017 – SEGUNDA FEIRA

Saímos do hostel as 07:30 para iniciar nossa jornada para a trilha Inca Jungle, deixamos as malas guardadas no hostel de graça. Fomos de Van até Olanntaytambo para tomarmos um café, bem caro 70 soles para três. Após o café subimos em direção a Abra Málaga, uma serra a 4350 metros de altitude, chegamos no topo da serra e paramos para nos equipar, estava uma neblina forte e muito frio. Após o briffing, descemos, Eu e Caio, de bike por 50km em 02 horas , chegando a 1250 metros de altitude. O percurso é todo no asfalto, passando por alguns rios que cruzam a estrada com risco de molhar os pés, não precisa ter um preparo físico bom, pois é só descida, basta ter o controle da bike, as vans de apoio vão atrás dando suporte. No início estava muito frio e com muita neblina, depois de 40min a neblina acabou. O final da bike é logo após o término da descida, próximo a Santa Maria. Após a bike fomos de Van para almoçar, perto de 14h, o lugar do almoço era legal, comida razoável. Depois fomos para a hospedagem na cidade de Santa Maria, bem legal, apesar do banheiro compartilhado e só com um chuveiro com água quente e sem internet. Eu fui fazer o rafting, 100 soles por fora do pacote, fomos de Van até o rio e o rafting durou 45 minutos, por um rio tranquilo e sem perigo, água gelada, mas devido ao calor estava bem gostosa. Voltei para o hostel e fomos sair para jantar às 19:30, a pé, no mesmo lugar do almoço, comida tb razoável. A cidade é bem pequena e sem muitas opções. Nosso grupo é composto por 2 holandeses, 2 israelenses, 2 britânicos e 1 indiano, todos jovens e bem legais.

 

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   CAFÉ – 23,30 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 20 SOLES

·         PASSEIOS

o   RAFTING – 100 SOLES

TOTAL – 190 SOLES

 

DIA 19/09/2017 – TERÇA FEIRA

Acordamos às 05:45 e fomos para o café já com as mochilas, razoável. Deixamos duas mochilas para ir direto para o hostel onde iríamos dormir, por 17 soles, só levamos uma mochila para a trilha. Depois pegamos uma Van para ir até o início da trilha (3 soles), com isso economizamos 2h de caminhada. Às 08:30 iniciamos a trilha com uma subida de 30 minutos bem íngreme e paramos num lugar bem legal no meio da selva, onde havia um alojamento e lugar para comprar alimentação e vários animais silvestres. O guia ficou explicando a história Inca por quase 1 hora, muito interessante. Prosseguimos na trilha, um caminho bem sinuoso, por mais de 2 horas, a trilha é um pouco perigosa para quem tem medo de altura e pouco preparo físico, um amigo nosso passou mal e desmaiou, ficamos preocupados e ele fez o restante da trilha apoiado no guia. Paramos num outro lugar de apoio, nossos amigos ficaram e foram para a cidade de Santa Teresa de carro. Continuamos na trilha por mais 50 minutos até o local do almoço, um lugar bem legal, na beira do rio, com redário e comida boa, chegamos as 13:30, deu até tempo de relaxar um pouco nas redes. Às 15h prosseguimos na trilha, fomos beirando o rio, passando por paisagens lindas, cruzando o rio por pontes e por um carrinho numa tirolesa, atravessamos um túnel e chegamos às 17:40 no Hot Springs, um local com piscinas de águas termais (10 soles)  e ficamos por 01:30 relaxando nas piscinas, nossos amigos já estavam lá esperando. No total foram quase 9 horas de atividades, com 22km e 06:30h de caminhada. Depois fomos para a hospedagem na cidade de Santa Teresa de van (5 soles), bem legal, quarto com banheiro quente e internet, às 20:00 fomos jantar num restaurante bem legal, comida boa e ambiente legal. Voltamos para a hospedagem e fomos dormir.

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   EXTRAS – 60 SOLES

·         PASSEIOS

o   ÁGUAS TERMAIS – 10 SOLES POR PESSOA

·         TRANSPORTES – 8 SOLES POR PESSOA

TOTAL – 114 SOLES

 

DIA 20/09/2017 – QUARTA FEIRA

Às 07:30 já estávamos no café com todas as mochilas, café muito bom. Após o café pegamos uma van e fomos até a tirolesa, são 5 tirolesas e uma ponte como desafios, local bem seguro, bastante adrenalina, todos fizemos. Depois pegamos uma Van e depois de 1 hora chegamos à Hidrelétrica, numa estrada bem perigosa,  local de início da trilha, almoçamos num restaurante legal e com comida razoável. Nossos amigos decidiram não fazer a trilha e foram de trem até Águas Calientes. Fomos beirando a linha do trem por 02:50h, num percurso tranquilo, basicamente só plano, de vez em quanto passava o trem e todos saíam do trilho, este dia foi um pouco cansativo, devido ao cansaço acumulado e termos de levar todas as mochilas, paisagens lindas, muita gente fazendo o percurso, tanto indo quanto voltando. Chegamos à Águas Calientes as 16:00h e fomos para o hostel, bem fraco, o pior de todos. Compramos os tickets do trem para Machu Picchu (24 dólares ida e volta) e tentei trocar alguns dólares e comprarmos lanches para o dia seguinte. Às 19h fomos jantar, comida e lugar razoável, o guia nos deu um kit de alimentação para o café da manhã. Voltamos para o hostel para dormir. A cidade de Águas Calientes é bem legal, vários restaurantes, comércio bom, e tem até um local com águas termais, que não fomos. Não aceitam dólar com rasgos, num restaurante me passaram uma nota falsa de 20 soles.

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   EXTRAS – 50 SOLES

·         TRANSPORTES

o   ÔNIBUS MACHU PICCHU –24 DOLARES POR PESSOA

50 SOLES

72 DOLARES

TOTAL – 266 SOLES

TROQUEI 60 DOLARES POR 189 SOLES – 1 DOLAR = 3,15 SOLES

 

DIA 21/09/2017 – QUINTA FEIRA

Acordamos às 03:15 e chegamos no ponto do ônibus às 03:50, já tinha mais de 200 pessoas e a fila só aumentando, a saída dos ônibus começa às 05:30, mais flui bem rápido. Na fila tem vários lugares para tomar café da manhã. Entramos em Machu Picchu às 06:10 e fizemos um tour guiado com nosso guia da trilha de 02h. Após o tour nos despedimos do nosso guia e dos nossos amigos de trilha, ficamos andando um pouco e pegamos a direção da saída para irmos ao banheiro, saímos às 09:30, fomos ao banheiro e entramos de novo, depois fomos caminhando até a porta do sol, uma subida de 50 minutos e com um visual incrível de Machu Picchu. Só pode sair uma vez. Pegamos o ônibus para retornar a Águas Calientes as 12:30, paramos para almoçar no Bijon, comida muito boa, mas o preço é bem caro, foi nos dado um desconto em alguns pratos, mas cobrou 19% do serviço, reclamamos e ele só cobrou 10%, mas estou desconfiado que no troco ele me passou uma nota falsa de 20 soles. Há outras opções mais em conta na rua de trás, mas não sabíamos, há vários restaurantes que parecem ser bons. Demos uma volta no comércio e fomos para o hostel pegar as mochilas, deixamos na recepção enquanto íamos para Machu Picchu, ficamos na recepção do hostel esperando a hora do trem 18:20), poderíamos ter ido nas águas termais para passar o tempo e conhecer. Foram 01:40 de trem até Ollanntaytambo, o trem é bem legal, confortável e com serviço de bordo, depois o transfer estava nos esperando e foram mais 01:50 até Cusco. Chegamos no hostel em Cusco às 22:30, saímos para comer uma pizza em frente ao hostel, até que a pizza era boa, não sei se era a fome. Voltamos para o hostel para dormirmos.

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 40 SOLES POR PESSOA

o   JANTAR – 7 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 10 SOLES

·         COMPRAS – 50 SOLES

 

TOTAL – 201 SOLES

 

DIA 22/09/2017 – SEXTA FEIRA

Acordamos às 08:00, tomamos café e aguardamos o taxi do Carlos para nos levar ao Aeroporto, nosso voo era às 12:50, tem que chegar com 02 horas de antecedência.

 

GASTOS:

·         ALIMENTAÇÃO

o   ALMOÇO – 8  DÓLARES POR PESSOA

o   LANCHE AEROPORTO – 22 SOLES POR PESSOA

o   EXTRAS – 15 SOLES

·         TRANSPORTES

o   TAXI AEROPORTO –8 SOLES  POR PESSOA

·         COMPRAS DUTY FREE – 26 DOLARES

105 SOLES

50 DOLARES

TOTAL – 256 SOLES

 

TROCA DE DINHEIRO

TROQUEI R$ 1.000,00 POR 900,00 SOLES  - 1 POR 0,90 – EM LIMA

TROQUEI R$ 1.000,00 POR 940,00 SOLES  - 1 POR 0,94 – EM CUSCO

TROQUEI R$ 400,00 POR 372,00 SOLES  - 1 POR 0,93 – EM CUSCO

TROQUEI 60 DOLARES POR 189 SOLES – 1 DOLAR = 3,15 SOLES – EM ÁGUAS CALIENTES

 

TOTAL SOLES: 2.401 SOLES

 

 

 

 

RESUMO DAS DICAS

 

LIMA

·         Cidade de Lima nesta época (SETEMBRO) é muito cinzenta, não tem sol e a neblina é constante, um frio de 15°, só faz sol durante 4 meses no ano

·         Vale 3 dias de visita, ficamos por 2 dias e faltou visitar algumas coisas

·         Cidade bem segura, não vimos nenhuma situação de perigo

·          NÃO alugar carro, o trânsito é caótico

·         Bairro Miraflores é bem bonito, seguro e perto de restaurantes, mercado, casas de câmbio e da praça do amor e shopping Larcomar

·         Transfer do aeroporto com José Rebaza - WhatsApp: +51955335089
E-mail: [email protected] – ficou 5 dólares por pessoa. Muito gente boa e pontual.

·         Chegar ao aeroporto com 2 horas de antecedência para voos local e 03 horas para voos internacionais

·         Apartamento alugado pelo AIRBNB, muito bom e bem localizado. Apt de Daniela, Calle Roma 441, apt 203, Miraflores

·         Almoço no Rústica, restaurante bom, preço justo comida boa e bem servida, média de 29 soles por pessoa

·         Sítio Huacla Pucllana, passeio legal para conhecer um pouco da história, são 50 minutos de visita guiada com preço de 12 soles inteira

·         Passeio a pé pelo bairro Miraflores até o Larcomar é muito bonito e seguro, um visual bem legal da praia, Praça do Amor, Farol.

·         Taxi Larcomar até o Centro – 10 soles por pessoa

·         Centro de Lima, Catedral, Plaza das Armas, Palácio do Governo, Convento São Franciso com as catacumbas e várias lojas. Ponto forte é o Passeio no Convento São Francisco com as catacumbas. É um pouco longe de Miraflores.

·         Dá pra ir andando do centro até o Circuito das Águas, 01h aproximadamente.

·         Restaurante Mangos no Larcomar é muito bom, mas é bem caro.

 

CUSCO

·         Cusco é uma cidade muito interessante, bem fria nesta época, à noite chegando perto de 5 °. Está a 3.400 metros de altitude e é necessário a aclimatação, é aconselhável não consumir álcool. Há muitas lojas de artesanato local. Há vários restaurantes, de todos os tipos e preços, Cidade muito segura, apesar de ser pobre.

·         Guia  Carlos Quispe é muito competente, pontual e responsável – zap – 051 940184277, fizemos o City tour particular(30 soles por pessoa) e o passeio do Vale Sagrado com Maras e Moray( 50 soles + 10 soles(Maras) por pessoa. Vale a pena fazer o passeio particular, pois vc faz seu tempo e com pouca gente, nós éramos 5.

·         Hostel Milhouse , local bem legal, bem localizado e com um bar e atrações diariamente, os quartos não são bons, com muito mofo. Perto da Plaza das armas e vários restaurantes. Bom custo benefício

·         O Câmbio em Cusco é melhor

·         City Tour é bem legal, um pouco cansativo, mas tem que ser feito com um Guia competente. Comprar o Boleto Turístico, 130 soles

·         Restaurante The Point não é bom

·         Restaurante Fusion é bom.

·         Passeio no Vale Sagrado é bem  legal, todos os lugares são interessantes, mas demora o dia todo. Tem que ter o boleto turístico

·         Salinas de Maras e Moray não fazem parte do passeio no Vale Sagrado, nosso guia particular Carlos incluiu no pacote. Maras tem que pagar a parte, 10 soles.

·         Olanntaytambo é uma cidade muito bonita, há vários restaurantes em volta da praça, vale a pena um pernoite, podendo ser na volta de Machu Picchu.

 

TRILHA INCA JUNGLE(empresa WILLKA TRAVEL)

·         290 dólares por pessoa com direito a 03 almoços, 03 jantares e 03 cafés da manhã. 03 hospedagens, passagem de trem para Ollanntaytambo e ônibus para Cusco.

·         Percurso de bike é bem legal, curvas sinuosas, só asfalto, 50 km em 02 horas, descendo de 4350 metros para 1250 metros de altitude. Muito frio no início.

·         Rafting é bem legal, não é perigoso e equipe de guias competentes.

·         Almoço, jantar e café em Santa Maria, razoável

·         Hospedagem em Santa Maria boa, com quarto confortável e banheiro compartilhado, tem água quente em só um chuveiro

·         Cidade de Santa Maria é bem pequena e sem muitas opções.

·         Trilha total de 22km bem legal, alguns trechos perigosos, mas muito bonita a paisagem, NÃO RECOMENDADO PARA QUEM TEM MEDO DE ALTURA E SEM PREPARO FÍSICO

·         Almoço durante a trilha é bom, num lugar bem legal na beira do rio

·         Banho de águas termais muito bom, local organizado. 10 soles. No fim da trilha

·         Hospedagem em Santa Teresa bem legal, com água quente, banheiro no quarto e internet

·         Jantar  e café bem legal, comida boa e ambiente agradável

·         Cidade de Santa Teresa é bem legal e tem várias opções de restaurantes.

·         A Tirolesa é muito legal, segura e com paisagem linda.

·         Almoço na Hidrelétrica é razoável

·         Trilha até Águas Calientes é tranquila, 12km em 02:50 com paisagens belas e pela linha do trem.

 

ÁGUAS CALIENTES/MACHU PICCHU

·         Hostel em Águas Calientes bem fraco(fazia parte do pacote). Tem vários na cidade que são melhores

·         A cidade de Águas Calientes é bem legal, vários restaurantes e um bom comércio.

·         Não aceitam dólar com rasgos na cidade, em lugar nenhum.

·         Chegar cedo ao ponto de ônibus( antes das 04:00) para entrar entre os primeiros em Machu Picchu, os ônibus saem às 05:30, comprar passagem no dia anterior

·         Tem lugares que servem café da manhã na fila

·         Levar lanche e água para Machu Picchu

·         Só pode sair uma vez para ir ao banheiro

·         Cuidado ao andar em Machu Picchu para não pegar o caminho da saída, pois não tem como voltar

·         Há vários restaurantes na rua paralela a principal de Águas Calientes com preços bons. Não ir no restaurante BIJON, a comida é boa, mas o preço é bem salgado e desconfio que me passaram uma nota falsa de 20 soles

·         Caso não consiga o trem para à tarde, pode tentar ir passar o tempo nas águas termais em Águas Calientes

·         O trem é bem legal, 01:40 até Ollanntaytambo

 

 

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    • Por Alexandra Tiengo
      Olá, estou montando um roteiro para passar 7 dias em Cusco em dezembro/2019, gostaria de dicas para a subida para Machu Picchu e quais os valores em média. Estou indo sozinha, encontrei um pacote pela Inca Rail com trem+ingresso+onibus para mp por quase 200 dólares, está em conta esse preço? Consigo fazer este trajeto por menos??
    • Por Sergio-Mota
      Faaaaaaaaala, [email protected]! Mais uma trip na veia! Dessa vez, uma viagem de 15 dias na companhia de minha querida esposa, em JUNHO de 2019, ao "Umbigo do Mundo", a região de Cusco, no Peru.
      Segue o relato:
      14/06 - Chegada à Cusco
      Desembarcamos às 11h em Cusco e nos guichês turísticos já tinham disponíveis folhas de coca. Fazia 16°, de boa. Táxi saiu por 10 soles até o centro histórico(negocie que eles baixam o preço). Comemos em um restaurante chamado Mamajama, comida muito boa, mas cara. Precisávamos comer bem, mas tinha que ser uma comida leve para evitar o sorote, então fomos de sopas de quinua regionais. Foram 2 sopas e 2 capuccinos, total de 66 soles.
      Umas 13h, fizemos o check-in na Mallku Guest House, onde Odwaldo nos recebeu muito bem e nos acomodou no quarto. Foi um quarto duplo, com duas camas de solteiro, pois não havia nesta data cama de casal disponível. Vi muito relato reclamando de água fria ou pouca nos hostals em Cusco. Lá a água era quente e maravilhosa. Foi uma benção depois de uma loooonga viagem. As camas super confortáveis, com edredons bem potentes. Também tinha TV, armário e chá de coca. Recomendo demais, principalmente para casais que não querem dividir quarto em hostel. A diária saiu por 28 dólares com café da manhã. Claro, tinha opções um pouco mais em conta. Mas essa época do ano, a segunda quinzena de junho, é a mais cara. Descansamos muuuuito… Sorote começou a bater. Uma dorzinha de cabeça chata em mim, uma enxaqueca na minha esposa. Quem tiver enxaqueca, leve seu remédio! Tinha uma farmácia bem do lado do hostel e ajudou muito essa localização da nossa hospedagem, perto de tudo, pontos de ônibus, centro histórico, mercadinhos, padaria.
      Sobre o SOROTE ou MAL DA ALTITUDE: devido à altitude elevada, a quantidade de oxigênio disponível no ar é menor. Isso ocasiona reações no corpo: dor de cabeça, falta de ar, cansaço, peso nas pernas, enjoos ou vômito. Varia muito de pessoa pra pessoa. Tem gente que não sente nada. Mas é comum sentir algo. Por isso, nos primeiros dias, é importante não fazer esforço físico extremo, nem fumar ou consumir álcool ou comida pesada. Também é importante ter algumas medicinas para diminuir o efeito do sorote: folha de coca (sempre), água florida (para inalar) e pílula para dor de cabeça/enjoo. Depois de alguns dias o corpo se acostuma.
      15/06 - Rolê pela cidade
      No dia seguinte fomos trocar os dólares e comprar o boleto turístico na CONSETUR, por 130 soles cada. Passeamos pela Avenida El Sol, a principal do centro turístico, vimos o ensaio do Festival Inti Raymi, no jardim de Qorikancha, que aconteceria no dia 24/06. Aproveitamos e conhecemos o primeiro ponto do boleto, o Museu de Qorikancha. Depois fomos conhecer a Plaza de Armas, onde se concentram os principais pontos turísticos. Ali perto almoçamos, dessa vez achamos um "combo turistico" que valeu a pena, 28soles com entrada, prato principal, bebida e sobremesa.Vimos o Festival de Artes de Rua, compramos alguns lanches e regressamos ao hostel. A noite fomos a Plaza de Armas, onde havia um festival de música. Muita gente, música, frio, fogos de artifícios, foi muito massa!
      16/06 - City tour
      Pela manhã, fomos à Plaza de armas, onde estava tendo um Desfile de Alegorias. A tarde saímos para o City Tour. Primeiro ponto: Qorikancha, que fica quase do lado do hostel. Encontramos nosso grupo e conhecemos a história inca naquele templo sagrado. É impressionante! Contudo, a visita foi bem rápida na nossa opinião, dava pra explorar muito mais, mas o tour ainda havia outros 4 lugares naquela tarde. Seguimos para a van e fomos a Sacsayhuaman. Um local muuuuito foda! Um dos mais incríveis! De lá se tem a vista de Cusco. Novamente, também não foi tempo suficiente para explorar tudo. Seguimos a Quenko, local de mumificação inca. É bem pequeno e logo seguimos a Puka Pukara, onde se tem uma vista sensacional, e muito frio. Por último fomos para Tambomachay, local de purificação dos sacerdotes incas com água. Muuuuito frio. Retornamos a Cusco por volta de 18:30. Sorote bateu pesado na minha esposa. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada de 15 soles de Qorikancha). Não curtimos esse city tour por ser muito rápido e não ter a liberdade de ficar mais onde achamos mais interessante. Esse passeio era para durar o dia todo, mas todas as agências iniciam pela tarde. Então a dica é ir sem agência. Todos os locais tem guia na entrada, que é opcional. E sinceramente, se fôssemos de novo, apesar de todos os locais serem interessantes, iríamos apenas para dois: de manhã a pé para Qorikancha, e de tarde de bus (2 soles) para Sacsayhuaman e ainda iríamos ao monumento Cristo Blanco que fica no complexo de Sacsayhuaman.
      17/06 - Valle Sagrado
      Saímos por volta de 9h na van em direção ao primeiro ponto: Pisac. Antes de chegar ao sítio arqueológico, paramos numas tendas que vendem artesanatos e roupas. Depois seguimos ao sítio. Simplesmente incrível aquele lugar encravado nas montanhas peruanas. Aqui tivemos tempo livre para explorar o local após as explicações do guia. Muitas escadarias. Depois seguimos para uma fábrica de prata, onde produzem a prata pura 950 e pedras semi preciosas da região. A grama da prata aqui custa cerca de 17 soles. Depois seguimos para o almoço em Urubamba. Buffet completo muito bom! Seguimos ao sitio arqueológico de Ollantaytambo. Que lugar sensional!!!! De lá seguimos para Chinchero, mas antes paramos num centro de tecelagem onde é demonstrado como é feito o tingimento da lã com plantas naturais e os significados dos desenhos! Finalmente, a noite, chegamos no sítio de Chinchero. Não deu pra ver muita coisa, estava um pouco escuro e frio. Ficamos uns 20 minutos e regressamos a Cusco às 19h. O passeio custou 50 soles cada pessoa. Esse passeio indicamos fazer com agência. Contudo, uma dica: o passeio original do Valle Sagrado vai primeiro pra Pisac, depois Ollantaytambo e depois Chinchero (esse a maioria das vezes se chega à noite). Então, se você for conhecer Moray e as Salineras de Maras, é melhor incluir Chincero nesse passeio, ao invés do Valle Sagrado, pois fica na mesma estrada. Com isso você conseguirá conhecer Chincero de dia, e no passeio do Valle Sagrado terá mais tempo pra conhecer as maravilhas do sítio de Ollantaytambo, pernoitando lá para ir para Machu Picchu no outro dia (de trem direto para águas calientes ou van para a hidrelétrica). Já é meio caminho andado. Muita gente faz isso.
      18/06 - Moray e Salineras de Maras
      Saímos na van às 09h e pegamos a mesma estrada do Valle Sagrado. Paramos na mesma tenda onde se demonstra o tingimento de lã. Nós já tínhamos decorado até as brincadeiras que elas falavam. De lá partimos a Moray, sítio arqueológico inca de experimentação agrícola para evolução de sementes. Muito bonito e interessante! E muito sol! Fazia era calor por isso vá com roupas bem leves por baixo dos casacos! Depois fomos as Salineras de Maras, custa 10 soles, pois não está incluído no boleto. Muito sol e sal. Bem massa! Mas a estrada foi sinistra! Quem enjoar fácil, tome Dramin. O passeio custou 25 soles para cada pessoa (fora a entrada das Salineras). Descemos no meio do caminho, em Chinchero, para visitar o sítio de dia, mas com aquele sol na cabeça e muito cansaço, decidimos partir logo para Ollantaytambo. Poderíamos pegar um bus ou van (cerca de 15 soles pros dois), mas decidimos pegar um táxi, que saiu 30 soles. Chegamos umas 16h em Ollantaytambo e fomos ao Inti Wassi Hostal. Fica bem perto da praça e do mercado. É barato, café simples, cama mais ou menos, chuveiro quente não funcionou uma das noites. Saiu 42 soles a diária.
      Ollantaytambo é uma cidadezinha muito charmosa, bem pequenina, praticamente uma praça e várias ruazinhas. Adoramos o ar da cidade. Tudo é perto, inclusive o sítio arqueológico. Lá é mais baixo e um pouco menos frio que Cusco, mas venta mais. Acertamos em ficar duas noites lá!
      19/06 - Ollantaytambo
      Amanhecemos nesse lugar abençoado e fomos para as ruínas de Pinkuylluna, que fica de frente ao sítio arqueológico. Muuuuito massa! Que visão se tem de lá! Dá pra ver todo o sítio arqueológico de Ollantaytambo, com uma montanha nevada ao fundo. Perfeito pra fotos e meditação. É grátis e é uma subida de 20 a 30 minutos em escadarias. Devagarinho se chega lá. Vale muito a pena. Descemos e almoçamos no restaurante Ausangate, delícia, recomendo. A ideia era de tarde ir a cascata Peronyalc, mas era preciso pegar um transporte até Pacha, depois outro até o povoado de Somaq, depois subir uma montanha. Estávamos cansados e desistimos. Então criamos nosso roteiro: na entrada da cidade tem um caminho que leva à uma ponte inca. Não está no roteiro turístico. Fomos até essa ponte sobre o Rio Urubamba e tiramos várias fotos lá e seguimos caminhando pela rua paralela ao Rio Urubamba e aos trilhos do trem. Que visual!!!!!! Muitos pássaros e montanhas, e poeira, hehehe. Seguimos andando até chegarmos na estação de trem de Ollantaytambo. Sentamos numa mureta em frente e aguardamos o pôr do sol. Não preciso nem comentar né. Depois saímos pela estação e fomos perambular pelas ruas da cidade. Pessoal, Ollantaytambo é muito hermosa. A maioria das pessoas só conhece o sítio arqueológico, no passeio do Vale Sagrado, e vai embora. Mas vale muuuuuito a pena ficar um outro dia inteiro nessa cidade. E é mais barato que Cusco e Águas Calientes.
      20/06 - Ida para Águas Calientes (ou Machu Picchu Pueblo)
      No outro dia, partimos às 09:30 para a Águas Calientes. Para isso, tomamos a van que vem de Cusco, passa em Ollantaytambo e segue para a Hidrelétrica. Custou 35 soles cada. São 4h30 de muita estrada sinuosa. Bom, era isso ou o trem caríssimo. Recomendável se prevenir do enjôo com remédio e folha de coca. Vistas deslumbrantes e vertiginosas. Chegamos na hidrelétrica por volta de 14h e seguimos caminho a pé pelo trilho. O caminho é praticamente plano, quase todo dentro da floresta seguindo o trilho. O dia estava nublado e muito gostoso para caminhar, mas depois de 1h andando começou a cair uma garoa fina. Capa de chuva! Na trilha é possível tirar muitas fotos, da pra descer no rio, e tem algumas barracas de comida. Tem até camping. Depois de muita caminhada (12km), chegamos na entrada de Águas Calientes (também chamada de Machu Picchu Pueblo). Andamos mais um pouco até o Hostel Killa Sumaq (U$25/dia). Chegamos beeeeeem cansados, sonhando com um chuveiro quente. Essa caminhada vale a pena pela aventura, fotos e economia, vá o mais leve possível com uma mochilinha pequena com o básico, roupas leves pois lá é ameno não necessita de casaco pesado nem muitas camadas de roupa. O hostel é perto da estação de trem, é bem simples, quartos novos, cama confortável, limpo, chuveiro quente, café da manhã simples. Único problema era o barulho dos hóspedes de outros quartos, da cozinha e da escada. Uma dica: quando chegar em Águas Calientes, compre logo seu ticket do bus (caso vc não queira chegar a Machu Picchu subindo por 2h escadarias até lá). O bus é beeeem caro (U$12/trecho), o ônibus mais caro do mundo. Mas pra gente valeu a pena, pois iríamos subir a Montanha Machu Picchu também. Para comprar os tickets do bus, é preciso apresentar passaporte ou RG.
      Sobre Águas Calientes: nos relatos que lemos, só havia observações de que é numa cidade apenas para dormir e ir embora, pois não tem o que fazer e tudo é mais caro. Pois nós achamos a cidadezinha muito massa!!! TUDO na cidade é detalhadamente decorada com simbologias incas: estátuas, bancos de praça, placas, pontes. Tem muita coisa legal pra ver. Vale a pena um rolê de pelo menos um turno, antes de pegar o trem.
      Como chegar em Águas Callientes - existem 4 maneiras: caminhando alguns dias pela Trilha Salkantay; caminhando alguns dias pela Trilha Inca; pegando um trem em Poroy ou Ollantaytambo; pegando a van até a hidrelétrica em Santa Teresa e caminhar 12km.
      21/06 - Machu Picchu
      Chegou o grande dia: Machu Picchu! 21 de junho, Solstício, o ano novo andino. Um dia muito especial na nossa vida. O dia começou bem cedo. Às 4:30 acordamos e já fomos para a parada do bus para subir a Machu Picchu. E já tinha bastante gente. Estava frio. Mas depois que o sol aparece, esquenta. O hostel prepara no dia anterior uma sacolinha com lanches para você comer no caminho. O trajeto demorou uns 25 min até a entrada. Lá tem vários guias que você pode contratar (20 soles/pessoa) mas pode entrar sem guia. Abre as 6am e você entra de acordo com o seu ingresso (compre com no mínimo 3 meses de antecedência no site do governo!). Entramos e já nos encantamos com o local. Tiramos algumas fotos e já seguimos o trajeto para a Montanha Machu Picchu, a imponente montanha que batiza o local. Abre às 7am. É uma subida de muuuuuuuitos degraus, haja fôlego! São mais ou menos 2h de subida até os 3.061m de altitude. Se você pensa em subir a montanha, se prepare antes da viagem. Exige bom preparo físico. E muito joelho! Mas chegar lá em cima compensa todo o esforço. Não tem como descrever a vista de todo o sitio em 360°. Pode ficar lá em cima até às 12h. Descemos devagarinho, por 1h, e chegamos bem cansados lá embaixo. Agora era a hora de visitar a cidade de Machu Picchu. Saímos do parque (para comprar água e ir no banheiro, pois não tem lá dentro) e entramos novamente. Quem tem os tickets das montanhas pode sair e entrar novamente no parque uma vez. Entramos e pegamos um guia e seguimos pelas ruínas. Que história massa! Vale a pena o guia! O passeio guiado acabou umas 15:30, e aí se pode ficar de boa no parque até às 17h. Sobre os horários: quem vai pras montanhas (ou Montanha Machu Picchu ou Montanha Waynna Picchu) pode entrar bem cedo e sair às 17h. Quem tem boleto só para conhecer a cidade, ou fica pela manhã ou pela tarde. Não pode ficar o dia todo. Porém, nós não vimos nenhum controle sobre isso. Pegamos o bus de volta às 16h, comemos umas besteiras e dormimos (capotamos) até o outro dia.
      22/06 - Retorno à Cusco.
      Às 10h da matina seguimos para a estação de trem que fica bem próxima ao hostel. Compramos as passagens 2 dias antes no site da IncaRail, numa "promoção" do vagão 360°, até a estação de Ollantaytambo. Saiu por U$68 cada. É beeeem caro! A nossa ideia era voltar de novo pela hidrelétrica e pegar a van de 6h de viagem até Cusco, mas estávamos bem cansados e ainda tínhamos 1 semana pela frente. Digo: valeu muito a pena! Não só pela comodidade e rapidez, mas pela experiência. O caminho do trem vai seguindo o rio Urubamba, um cenário de filme. Ainda mais nesse vagão 360°, que tem vista sensacional. Chegando em Ollantaytambo, já pegamos uma van (10 soles) até Cusco, pouco menos de 2h de viagem. Almoçamos assistindo ao jogo do Brasil x Peru (5x0!) pela Copa América. Curtimos um pouco mais do movimento da cidade. Nossa! São muitos desfiles e manifestações culturais. Cusco não pára em junho! A noite fomos ao bairro San Blas, conhecido por sua igreja e pela boemia noturna. Conhecemos um bar chamado ECO180, que tem uma vista de 180° de cima da cidade de Cusco, com música ao vivo e cerva gelada! Recomendamos demais!
      23/06 - Dia de compras
      Fomos ao Mercado Artesanal de Cusco, que fica no final da Av. El Sol. Lá é um dos locais mais baratos para comprar artesanatos, presentes, etc. Almoçamos por lá e deixamos as coisas no hostel e fomos a uma loja com peças de designers locais (Isa Luna). Fim de tarde voltamos para o hostel.
      24/06 - Inti Raymi
      Festival do Sol. O dia mais esperado do ano em Cusco. Muuuuuuuuuuuita gente na cidade! O festival começa às 09h no jardim de Qorikancha. Depois as pessoas todas seguem para a Plaza de Armas, e às 10:30 começa lá. Depois todos seguem para Sacsayauman, iniciando às 13h. Lá é o único local que tem que pagar ingressos (caríssimos), mas dá pra ver de grátis de cima do sítio. Nós não fomos. Em Qorikancha e na Plaza de Armas foi bem difícil de ver as encenações, pois havia muita gente. Os nativos alugam banquinhos (5 soles) para vc subir para (tentar) ver melhor. Estava muuuuuito lotado! Ficamos um pouco decepcionados com a falta de estrutura para acomodar a multidão. Mas se você for cedo para um dos dois locais e guardar um lugar legal, dá pra ver de boa, leve água, chapéu, protetor solar. Almoçamos e fomos visitar o Museu de Arte Popular e o Museu de Arte Regional (inclusos no boleto). Voltamos, pedimos uma pizza e descansamos para o outro dia: Montanha Colorida (Rainbow Montain).
      25/06 - Montanha Colorida (Montana 7 Colores ou Rainbow Mountain)
      Às 04:45 a van passou no hostel. Nesse dia minha esposa não foi porque ficou bem gripada, e sabíamos que a Montanha era o lugar mais punk de todos. Assim, ela decidiu ficar para não perder os outros dias. A van pegou os outros passageiros e partimos em direção a um vilarejo para tomar café da manhã (incluso no pacote). Demorou 1h30 até lá. Então sugiro comer algo antes de pegar a estrada para não ir em jejum. Após o café, seguimos por mais 1h até o ponto de subida. Essa parte da estrada é de terra e bem sinuosa, estilo a estrada da hidrelétrica. Por volta de 9h chegamos no local para subida, a uma altitude de 4.200m. O guia fornece bastão para ajudar na subida e tem folhas de coca, água florida e oxigênio (para casos graves). A subida começa quase plana, mas já dá pra sentir um peso no corpo e o cansaço. Na metade do caminho começam as subidas íngremes. Essa parte é bem cansativa, começa a bater o sorote (é normal). Uma leve dor de cabeça, cansaço, pernas pesadas. A cada 10 passos uma parada. Tem que ir devagar, no seu ritmo. Muita gente fica pelo caminho, outros utilizam os cavalos para subir e/ou descer. Custa 50 soles o trecho ou 80 soles subir e descer até certo ponto. O cavalo não sobe até lá em cima. Na subida tem banheiros (1 soles), gente vendendo lanches/água. Depois de 1h subindo, cheguei no ponto onde a maioria das pessoas que conseguem subir ficam e tiram as famosas fotos. Ali são 5.000m!!! Um sentimento de superação! Mas dá pra subir mais! Quem quiser chega aos 5.036m! Parece pouca a diferença, mas nessas condições 1cm é muito, acredite. Ao chegar lá em cima a recompensa é a visão de 360° do Valle Rojo. Muitas montanhas coloridas, montanhas nevadas, águias, riachos, que visual!!! E que frio!!!! No topo venta muito, sensação de zero grau! Então vá preparado pro frio extremo: segunda pele, fleece, casaco corta-vento, gorro, luvas, cachecol, óculos. Esse é o passeio mais frio de todos. Fiquei cerca de meia hora lá em cima. Depois começamos a descer, que é muito mais fácil. Por volta de 13h partimos pro mesmo lugar do café da manhã para comermos um farto almoço (incluído no pacote). Após um breve descanso, regressamos à Cusco. Nesse retorno, a van deu problema no motor e tivemos que pegar um transporte de linha urbana, que parava em toda parada e estava lotado. Foi foda! Já estava bem cansado. Pelo menos a parada final da Topic era perto do meu hostel. Cheguei já de noite, beeeem cansado. O passeio completo custou 80 soles (transporte, guia, entrada, café da manhã e almoço).
      26/06 - Rolê pela cidade
      Pela manhã fomos ao museu que ainda restava do boleto: Museu de Arte Contemporânea. Almoçamos muito bem no restaurante Chia (recomendo aos veganos!). Depois conhecemos a Catedral por dentro, pois havia uma missa acontecendo, a visita na catedral tem tours guiados pagos, mas quando está havendo missa pode entrar gratuitamente. Demos mais um rolê pela cidade, entramos em algumas lojinhas e retornamos ao hostel. Foi um dia light. Amanhã teria outro passeio puxado: Laguna Humantay.
      27/06 - Laguna Humantay
      A van passou às 4:30 e seguimos para buscar os outros passageiros. 5h pegamos a estrada em um longo caminho até chegar em Mollepata, onde tomamos café da manhã às 8h. Fica a dica para comer algo antes ou levar pra comer no carro. As 08:30 saímos em direção a Soraypampa, início da caminhada. Lá tem vários acampamentos onde o pessoal que faz a trilha Salkantay fica. Iniciamos a subida por volta de 9h, a uma altitude de 3.900 metros. Começa plana e vai ficando íngreme, parecida com a da Montanha Colorida. Mas como a altitude é um pouco mais baixa, não é tão cansativo e nem frio quanto. Mas é puxado. Sobe e pára, sobe e pára. 1h de subida e a montanha Humantay vai se mostrando. A recompensa vem com a vista mais linda de toda a viagem: a Laguna Humantay. Que cenário de filme aquele. Valeu todo o esforço chegar aos 4.300m! Ficamos até 13h e voltamos pro mesmo ponto para almoçar. Às 14h partimos de regresso a Cusco. O passeio custou 95 soles por pessoa (incluído café da manhã, almoço, guia, transporte e entrada).
      28/06 - Adios Cusco
      Nosso vôo era às 18h, então caféaproveitamos a última manhã para ir no Mercado San Pedro. Típico mercado popular, onde os nativos frequentam, tem muita opção de comida, artesanato, roupas, etc, aquela confusão massa, hehehe. Vale muito a pena comprar por lá e ver os costumes do povo local. Voltamos ao centro histórico e almoçamos no restaurante Avocado (especialista em Abacate, delícia!) e voltamos ao hostel, depois aeroporto.
       
      Bom, de acordo com nossa experiência nessa viagem, esse seria um roteiro que faríamos para otimizar tempo/dinheiro/esforço físico:
      Sugestão de roteiro de 14 dias: (PRINCIPALMENTE NA SEGUNDA QUINZENA DE JUNHO)
      Dia 1 - Aclimatação
      Dia 2 - Comprar boleto turístico, trocar dólares, rolê pela cidade (museus, praças, igrejas, lojas, mercado).
      Dia 3 - Qorikancha e Sacsayauman
      Dia 4 - Moray, Salineras de Maras e Chinchero
      Dia 5 - Valle Sagrado: Pisac e Ollantaytambo (pernoita lá)
      Dia 6 - Ollantaytambo
      Dia 7 - Ida de Ollantaytambo para Águas calientes de van pela Hidrelétrica
      Dia 8 - Machu Picchu
      Dia 9 - Águas Calientes e retorno de tarde de trem a Ollantaytambo ou Poroy, depois ida a Cusco.
      Dia 10 - Inti Raymi
      Dia 11 - Laguna Humantay
      Dia 12 - Rolê (museus, praças, igrejas, lojas, mercado etc)
      Dia 13 - Montanha Colorida
      Dia 14 – Rolê/Adios Cusco
      Frio/Altitude:
      Cusco > Ollantaytambo > Águas Calientes
      Nível de dificuldade:
      Montanha colorida > Montanha Machu Picchu > Laguna Humantay > Outros
      Locais inclusos no Boleto Turístico:
      Sacsayhuaman
      Q’enqo
      Puca Pucara
      Tambomachay
      Museu de Arte Contemporânea
      Museu Histórico Regional
      Museu de Arte Popular
      Museu de site Qoricancha
      Centro Qosqo de Arte Nativo
      Monumento ao Inca Pachacuteq
      Pikillaqta
      Tipon
      Pisac
      Ollantaytambo
      Chinchero
      Moray
      O que levar para os passeios:
      Roupa de frio, roupa de caminhar, bota ou tênis, chapéu ou boné, filtro solar, batom de cacau, óculos escuros, folha de coca, capa de chuva, mochila pequena com lanche e água.
      Sugestão de restaurantes (o TripAdvisor não falha!):
      Cusco: Yaku, Avocado, Chia.
      Ollantaytambo: Ausengate
      Dica para economizar comendo fora: muitos restaurantes têm o "menu do dia" ou o combo (entrada + prato principal + bebida + sobremesa), por volta de 25 soles.
      Onde comprar mais barato: Mercado San Pedro e Mercado Artesanal de Cusco.
      Site oficial Machu Picchu: https://www.machupicchu.gob.pe/
      Sites das companhias de trem:
      https://incarail.com/
      https://www.perurail.com
      Aplicativo Fiestas de Cusco 2019: Disponível na Playstore e App Store
      Documentos necessários para entrar no Peru:
      Passaporte ou RG (com data máx. de 10 anos de emissão). Não vale CNH ou CPF ou certidão de nascimento.
      Sobre cartões de crédito: nem todo lugar aceita todas as bandeiras. Muitos não aceitam Mastercard. O mais aceito é VISA. Então leve ao menos um dessa bandeira.
       
      Bom galera, essa foi nossa maravilhosa viagem à região de Cusco, no Peru. Foi uma trip banhada pela cultura peruana (pré-inca, inca e pós-inca) com muita história, arqueologia, arquitetura, dança, arte, misticismo, gastronomia e natureza. Depois enviaremos fotos e mapas!
      Hasta Luego!
      Sergio e Sabrina.
       
    • Por FlavioToc
      A nossa viagem ao Peru foi em junho de 2019, um dos melhores meses para ir, pois não chove. O clima nesta época é bem frio pela manhã e à noite fazendo com que a gente se vista em camadas, vá tirando à medida que esquenta e colocando novamente ao final do dia (famoso efeito cebola). Este país é bem rico em atrações e precisaria pelo menos uns 30 dias para fazer um roteiro mais completo.

      O país tem muito mais do que Machu Pichu e é muito valorizado por turistas de todo o mundo, vê-se mochileiros e esportistas de aventura, como montanhistas, aos bandos. Em todas as cidades no atendimento aos turistas é mais comum a língua inglesa do que o espanhol. É comum encontrarmos turistas falando idiomas que não se consegue definir. Os povos antigos não foram só os incas, existiram outros que conviveram na mesma época e os pré-incas. Há ruínas por todo o país.

      Coloco o roteiro dia a dia, para ajudar no planejamento. Não fiz descrições dos lugares porque creio que quem planeja uma viagem além de Machu Pichu já terá lido bastante sobre outras opções. A natureza do local onde foi construído Machu Pichu por si só já valeria a ida até lá. Quanto às hospedagens, cito para ajudar quanto à localização, já que foram todas (com uma exceção) muito boas. Não foi para fazer propaganda. Em Lima a escolha dos Ibis foi por nossa exigência de ar-condicionado, mas não tinha o café da manhã, o que foi um problema porque nas redondezas foi super caro.

      Compramos todas as passagens aéreas e de ônibus on-line, além do ticket para Machu Pichu e as passagens de trem. É importante checar se há vagas para ingressar à Machu Pichu para a data prevista, e então começar por aí o planejamento comprando antes mesmo das passagens aéreas. É bom comprar previamente também as passagens de trem, se for o seu modo de transporte escolhido (abaixo, nas observações, explico porque escolhemos).

      Escolhemos ir de Arequipa a Lima via aérea pela distância (1000 km), além do que os preços são bons e tem vários horários. Voamos pela Sky.

      Cidades em nosso roteiro: Cusco, Ollantaytambo, Águas Calientes (Machu Pichu), Puno, Arequipa, Lima e Huaraz.

      05/06 - São Paulo - Cusco – pernoite em Cusco: Cusco Bed and Breakfast

      Cusco e Machu Pichu

      -Em Cusco táxi do aeroporto combinado com o hotel 20 soles. O motorista vai esperar.

      -Câmbio: trocar $50 no aeroporto para o táxi. Depois na av. el Sol, tem várias casas de câmbio. Em todos os hotéis que ficamos a cotação para pagamento em dólares era mais favorável do que nas casas de câmbio.

      -Compre o seu Boleto Turístico na COSITUC fica na Avenida do Sol, 103, próximo à Plaza de Armas. Valor 70 soles 2 dias e 150 soles 3 ou mais dias.  Nas atrações também tem, mas pode ser mais caro.

      -Contrate uma agência para o chamado “city tour”. Eles vão percorrer os principais pontos turísticos da cidade e da periferia de Cusco. É um passeio fundamental ao contrário de outros city tours pelo mundo.


       
      -1º dia (06/06): –       

       –City Tour (20 soles).  pernoite em Cusco: Cusco Bed and Breakfast

      -2º dia (07/06): -Tour Maras e Moray (25 soles) pernoite em Cusco: Cusco Bed and Breakfast

      -3º dia (08/06): -Tour Valle Sagrado  45 soles com almoço incluído.

      pernoite em Ollantaytambo: Hotel Munay Tika

      -4º dia (09/06): -Valle Sagrado pela manhã. Ida de Trem p/ Aguas Calientes embarque 13 horas saída 13h27m e ao chegar compramos passagem do ônibus para Machu Pichu. Compramos só a subida $ 12 por pessoa (é caro mesmo para 25 min.) descemos a pé, é bem tranquilo. Ao descer percebemos que não é tão caro assim. Pernoite em Aguas Calientes: Llaqta MachuPicchu Pueblo

      -5º dia (10/06): -Machu Pichu pela manhã e retorno à tarde de trem: embarque às 14h25m, saída 14h55m.  pernoite em Cusco: Cusco Bed and Breakfast


       
      Puno

      -6º dia (11/06): viagem de Cusco à Puno pela manhã. Quando chegamos fomos procurar as agências para o passeio ilhas Uros e Taquile. Atenção, porque tem dois tipos de barcos o normal que é lento (o que fomos) e uma lancha rápida por 90 soles.

      pernoite em Puno: Hotel Hacienda Plaza de Armas

      -7º dia (12/06): - Passeio no lago Titicaca Ilhas flutuantes Uros e Taquile. Saí às 6h45, volta às 17h e custou 25 soles. O almoço na ilha foi 15 soles. Pernoite em Puno: Hotel Hacienda Plaza de Armas


       
      Arequipa

      -8º dia (13/06): - viajar durante o dia de Puno para Arequipa (6h) – Pernoite em Arequipa: Hotel Las Torres de Ugarte

      -9º dia (14/06): - O planejado era o Tour 2 dias Valle del Colca – hotel em Chivay (ver com o tour, mas não for possível devido a uma infecção intestinal.

      -10º dia (15/06): - hotel em Arequipa: Las Torres de Ugarte

      -11º dia (16/06): - Plaza de Armas; Monastério de Santa Catalina; Plaza San Francisco; Tour Campina Ariquipeña, que vale muito a pena.

      Viajar à noite 21 horas. - hotel em Lima: Ibis Larco Miraflores


       
      Lima

      12ºdia (17/06): Dicas

      -No aeroporto guichê Green Táxi tem preço fixo: sendo até Miraflores 50 soles

      -Usar Uber

      - No Shopping Larcomar, aluguel de bicicletas empresa Mirabici.

      - Em Lima quase tudo abre depois das 10h30 -- não perca tempo saindo muito cedo do hotel;

      -Preços dos táxis 20 sole até o centro histórico


       
      -Explorar O bairro Miraflores, Barranco, Malecón de la Reserva até Parque Salazar, Parque do Amor

      - ruínas Huaca Pucllana, Miraflores. Das 9 às 17 horas – 15 soles

      -Plaza de Armas com Catedral de Lima, o Palácio do Governo (residência do presidente), o Palácio do Arcebispo e o Club de la Unión.

      A Igreja de Santo Domingo e a Igreja de São Francisco, uma de cada lado da Plaza de Armas.

      -viagem para Huaraz (8 h e 30m) sai às 22:00h chega as 6:00h (sem hotel)


       
      Huaraz

      -13º dia (18/06): - Aclimatação, compra de passeios - pernoite em Huaraz  Mirador Andino

      -14º dia (19/06): Laguna Parón. – pernoite hostal em Huaraz Mirador Andino

      -15º dia (20/06): Glaciar Pastoururi, - pernoite hostal em Huaraz Mirador Andino

      -16º dia (21/06): Descanso devido à torção no pé - pernoite hostal em Huaraz

      -17º dia (22/06): Lagunas Llanganuco –pernoite hostal em Huaraz Mirador Andino

      -18º dia (23/06): Descanso - à noite retorno para Lima de ônibus (tempo de viagem de 8 h e 30m) sai às 22:00h chega as 6:00h (sem hotel)


       
      Lima

      Como estava muito gripado não foi possível fazer a programação.

      -19º dia (24/06):

      – pernoite em Lima: Ibis Lima Reducto Miraflores

                 

      -20º dia (25/06): - dia livre

      – pernoite em Lima: Ibis Lima Reducto Miraflores

      (Este hotel não era bem localizado em função das atrações)


       
      Retorno Lima – São Paulo

      -21º dia (26/06): – Check-out hotel em Lima

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      Nossas observações e outras generalidades

      - Aeroporto de Lima. A parte internacional é tudo caríssimo (9 soles uma água) e não tem nem bebedouros. Então se tiver de comer ou beber algo, faça antes ainda no setor doméstico que tem os preços semelhantes ao do Brasil (caros).

      - O tráfego em Lima é constantemente congestionado, então pergunte aos motoristas o tempo de retorno do seu hotel até o aeroporto no seu horário programado, em alguns horários pode levar mais de uma hora.

      - Lima apesar de não chover nunca, é isso mesmo, tem altíssima umidade do ar. Por oito meses não se vê o sol, nem mesmo se sabe a sua posição. Eu pessoalmente achei que bastante depressivo. Apesar de a cidade ser linda e ter vários atrativos, nós não gostamos por esse motivo. Então, avalie se for o seu caso.

      - O bairro Miraflores onde está a maioria dos hotéis e também vários atrativos, é muito caro para comer. Parece que ali tudo é em dólares (e muitos). Então se estiver só de passagem e não for ficar é melhor ver algo mais perto do aeroporto ou no centro histórico.

      - Sobre a folha de coca para diminuir o mal da altitude (soroche). Distribuem desde o aeroporto em Cusco e em todos os hotéis em Cusco, Puno, Arequipa e Huaraz. Colocam em um pratinho e todo mundo enfia os dedos (humm), até provei em chás (sachês) e folhas. Então soube que quem toma chimarrão não sofre muito (no caso argentinos) e como eu tomo, não tive problemas. Acontece que é um estimulante então café e guaraná, também funcionam. Tem até um remédio chamado Alti vital (coca, muña, guaraná e gengibre) que é só a base de estimulantes naturais. O principal é aclimatar, não fazer movimentos rápidos. Ah, e o sabor da coca não é horrível, mas não é bom, lembra o chá de carqueja.

      - Em Cusco, especialmente na Plaza de Armas e na Avenida El Sol verão umas bandeirolas que parecem muito com a LGBT, mas é o estandarte da cidade.

      - Chá de muña realmente é bom para dor de cabeça e pode ser tomado junto com chá de coca.

      -Para aliviar o soroche. Um perfume qualquer, ou mesmo desodorante. Basta colocar um pouco nas mãos, esfregá-las e cheirá-las. Vai ajudar muito a respirar.

      - Lavanderias em Cusco: as lavanderias que estão nas ruas Meloq e Santa Ana são as mais econômicas: custam 2 soles o quilo. Lavamos as roupas no hotel mesmo por 4,5 soles

      -Chip Claro + 3GB = 35 soles, na loja da Claro.

          Endereço: Av. Ayacucho, 227 (meio quarteirão da Av El Sol), mas não compramos.

      - A comida é barata, mas nem tanto. Os lugares “super” baratos tem higiene duvidosa.

      - Hospedagem barata, mas tem o que se paga. Então, hotéis ou hostels com custo-benefício similar aos do Brasil tem os preços maiores. Como fomos em junho queriamos ar condicionado ou aquecedor no quarto. Esta exigência custou-me bem mais caro, por ser incomum, mas valeu a pena. No caso do verão um simples ventilador já é luxo. Li que até água quente não é comum em hostels e hotéis mais em conta.

      - Todos os passeios em Huaraz gastam muito tempo. Para a laguna Parón saímos nove da manhã e voltamos as seis, ficando uma hora lá. A laguna Llanganuco saímos as 7:30 e voltamos as 8:00, também ficando uma hora lá. Desistimos da Laguna 69 devido a minha esposa ter torcido um pé, não fosse isso sairíamos as 3:30 da madrugada e voltaríamos as 9:00 da noite, não é à toa que tem gente passando mal, além da altitude tem o cansaço. Para piorar os motoristas em todos os passeios e em todos os lugares insistem em não ligar o ar-condicionado, é que mesmo no inverno à tarde um ônibus completamente fechado vira uma estufa. Se voltasse faria apenas o trekking da Cordilheira Branca de 4 dias e 3 noites, que se gasta tempo apenas para a ida e a volta.

      - Puno é muito longe de Cusco, são seis horas e meia. Viajamos de dia para não chegar de madrugada e também para ver a paisagem que é bonita, porem monótona. Tivemos que dormir duas noites (uma antes e outra depois) para um dia de passeio.

      - Arequipa é muito bonita, realmente é encantadora e também é longe. Levamos outras seis horas de Puno. Se for apenas para fazer o passeio de um dia ao Valle del Colca (procure ler mais sobre este) creio ser uma loucura ir até lá, porque vai cansar-se excessivamente. Ficamos todos nossos dias só na cidade e foi muito satisfatório. Avalie.

      - Quanto às agências para os passeios, em qualquer cidade tanto faz a escolha, porque todas vendem e juntam as pessoas para lotar um micro-ônibus cujo motorista e guia, são terceirizados e por sorteio vão para um destino ou outro. O se que tem é sorte ou azar nestes casos. Os preços são similares e bem baratos.

      - Em Cusco procure ficar não muito longe da Plaza de Armas e em área plana, leia nos relatos de outros viajantes no Booking, para poupar esforço enquanto aclimatiza. A área plana é mais ou menos seguindo os pontinhos neste mapa:  https://goo.gl/maps/pTeW2ZXj8wjn5WGAA

      - Se for viajar de ônibus à noite, prefira embaixo não muito atrás (devido ao ruído do ar- condicionado) São poucos lugares e a escuridão é total. De dia, é claro, viaje em cima e desfrute da paisagem. Se tiver medo de altura, não vá bem na frente junto ao para-brisa, porque ali é assustador em alguns trechos.

      - A opção de ir de trem para Machu Pichu não é uma escolha sobre o meio de transporte, mas uma experiência fascinante. Escolhemos ir com a Peru Rail no trem Vista Dome, então fomos surpreendidos com a paisagem maravilhosa passando por picos nevados e a mudança repentina da vegetação para a floresta amazônica exuberante. É caro sim, mas vale cada centavo além das vantagens óbvias de não ser cansativo e de ser seguro. Pelas fotos este trem até parece com os outros modelos, mas a janela se estende mais para o teto e tem serviço de bordo, com um bom lanche. Custou 77 dólares cada trecho por pessoa.

      - Sugiro ao final do tour pelo Valle Sagrado pernoitar em Ollantaytambo aproveitar da única  (e charmosíssima) cidadezinha da era Inca e ainda habitada. Caminhar sem rumo por suas ruelas, ver os primeiros raios de sol nas ruínas e montanhas em volta é único. Procure fotos no Google imagens e já ficará bem impressionado, ao vivo então...

      - Viajamos em nossos deslocamentos com a empresa Cruz del Sur que é a queridinha dos viajantes estrangeiros, mas não é a única boa. Relatado por quem conheceu tem a Oltursa, a Reyna, a Power, a Tepsa e várias outras destinadas a turistas que se diferenciam pelos serviços e preços daquelas para os peruanos. As empresas tem serviço de bordo e servem um lanche ou mesmo uma refeição maior como jantar, mas na dúvida coma o suficiente antes e só “complete”.

      - Barras de quinua, como as barrinhas de cereais, são uma ótima opção de lanchinho entre as refeições. Vai encontra-las facilmente, até em farmácias.

      - A referência turística nas cidades, com exceção de Lima, é a Plaza de Armas.  Então procure hospedar-se não muito longe. Em Huaraz, ficamos a 700 metros, em Arequipa a 500 metros, em Cusco também a 500 metros e em Puno ficamos junto a Plaza.

      - A cerveja Cusqueña é ótima, não deixe de tomar a de trigo e a negra. Mas beba com moderação porque o álcool acentua os problemas com altitude. Outra coisa a ser evitada é o leite que leva ao enjoo.

      -Leve em consideração a época para visitar Machu Pichu, pois de outubro a fevereiro chove muito, o período realmente seco vai de maio a setembro. Só que em junho após o dia 20 tem a Festa do Sol, que são várias celebrações e é uma multidão. Em julho são as férias escolares na América Latina e em agosto são férias na Europa. Se quiser evitar gente demasiada e preços também fuja destas épocas. Escolhemos o início do mês de junho e foi perfeito.

      - Se você é daqueles que necessita de cafeína, leve café solúvel ou sachês de café (feitos com filtro de papel) porque o café de lá parece ter pouca cafeína e da forma que é feito você vai toma-lo frio.

      - Na maior parte do Peru na estação seca (maio a setembro) a umidade do ar é muito baixa e a gente passa com o nariz entupido e sangra fácilmente. Então Sorine ou similar é muito importante.

      - Nos hotéis aceitam pagamentos com dólar e tem uma taxa de conversão melhor do que as casas de câmbio. Porém cobram 3 a 5% de comissão.

      - Alguns restaurantes tem “Menu del día” à noite também. Dá para comer bem e pagando pouco.

      - Não existe a opção de adoçante, se quiser leve do Brasil. É melhor levar, pois só nos chás vai um montão. Visto que o açúcar local é pouco doce e tem que colocar pelo menos o dobro.

      - Quanto a cozinhar no hostel, não creio ser boa opção, pois os produtos nos supermercados não são baratos. Os preços são até um pouco maiores do que no Brasil.

      - O Glaciar Pastoruri está derretendo muito rápido. Até o fim de 2020 creio ser um bom passeio ainda, depois terá pouco gelo para ver. Uma pena porque que já foi um lugar que dava até para esquiar. Há várias fotos em um mural no local.

      - É bom certificar se a Laguna Parón está aberta para visitação, pois fecharam 1 dia após visitarmos. Várias explicações diferentes, mas não tinham previsão de quando e se seria aberta.

      - Se pode comer bem entre 15 e 25 soles. Comida típica peruana e em restaurantes bem  bonitinhos.

      - Em Huaraz para não desperdiçar o tempo com deslocamentos demorados creio que a melhor opção é fazer o trekking da Cordilheira Branca de 4 dias e 3 noites. Informei-me e dão toda a estrutura, é tipo tudo incluído, não carrega peso, apenas uma mochila de ataque e não é caro. Além do que visitar a Laguna Llanganuco (belíssima) que é no caminho.

      - Ficaria mais em Cusco e conheceria a Laguna Huamantay ou a trilha Inca até Machu Pichu, que passa por ela.

      - Quanto aos passeios em Cusco não é preciso gravar um monte de nomes e criar uma confusão mental e de planejamento. Os “best-sellers” são:

      - o city tour vai no Templo Qorikancha e o Convento de Santo Domingo (cidade) e passa em vários sítios na periferia da cidade (1 tarde).

      - Maras y Morai e Salineras (sai pela manhã e volta no meio da tarde) é bom levar lanche, pois não tem parada para almoço.

      - Valle Sagrado. Passeio de 1 dia inteiro que finaliza em Ollantaytambo depois volta para Cusco. É uma opção para quem vai de trem para Machu Pichu porque ali tem uma estação. Nós optamos por dormir ali, desfrutar da encantadora cidadezinha e pegar o trem à tarde.

      - Tem outras atrações, é claro, como: museus, a Rainbow Mountain (ou Vinicunca ou Montanha Colorida – 1 dia). A trilha Inca, ou a Laguna Huamantay.


       
      Abaixo as fotos. Coloquei na ordem das cidades que visitamos. Há também um vídeo do trem para dar uma ideia, não é para ostentação.


       







      20190609_133509.mp4




















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