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NaiPoliseli

Trekking Lençois Maranhenses - 5 dias

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@NaiPoliseli Poxa amei o relato, estou criando coragem para minha primeira trekking nessa travessia! 😃

 

Quanto litros tem sua mochila? Estou muito em duvida do que levar... Parabéns pelo relato!! bjao

  • Gostei! 1

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@fabrandet Oiiee, que bom que vc gostou, e pode se jogar no trekking gata, pq vale super a pena.

A mochila que eu levei tinha 20 litros, e dava pra ter levado uma menor ainda. Sobre o que levar, o menos possível, qq coisa pesa, e faz diferença, eu cheguei a jogar fora meias e calcinhas pra tentar aliviar o peso. Tem uma frase da Rachel do Viajo, Logo Existo que eu achei simplesmente fantástica e me abriu os olhos na hora de preparar uma mochila, é algo mais ou menos assim, quando vc viaja, a roupa pode ser sempre a mesma, pq o que importa é trocar o cenário das fotos. 

Se hoje eu fosse fazer o trekking de novo, levaria 2 biquinis, 1 calça de tacktel, 1 calça legging (que serveria de pijama tbm), 2 regatinhas e só, não levaria calcinha e sutia. E dependendo do sapato que vc for, talvez precise de meias.

Acho que é isso. Boa sorte, e se surgir mais alguma dúvida, tô à disposição!!


 

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@NaiPoliseli , minha conterrânea!

Parabéns pelo relato! Vou fazer uma pergunta muito relativa, mas é porque precisamos ter uma ideia: quanta atividade física você fazia nos meses anteriores à travessia? Imaginar andar 26km na areia sob o sol parece coisa de maluco. hehe

Obrigado!

  • kkkkkkk 1

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@Marcos Nakayama oiiee.. poxa que legal que vc é daqui!!! eu pratico poledance 2 vezes por semana, ou seja, 2 hrs de atividade fisica por semana, que vc pode comparar com uma atividade tipo crossfit.... mas qq coisa me add no whats 43 9.9626-1964!! E bons ventos!!! 

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@Marcos Nakayama Marcos tive que abortar a missão travessia, estou com os dois joelhos inflamados e o médico não liberou =(

Estou mudando de rota, to pensando em Chapada dos Veadeiros, mas meu período de férias é em agosto.

Lençóis ficara para uma próxima!

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Pessoal, estou indo pros lençóis entre 22 de março e 2 de abril, e procuro outras pessoas que estejam interessadas em fazer o trekking, tem esse de 5 dias e um mais leve, de 3 dias. Se alguém estiver interessado, me fala. 

Érica

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Em 14/03/2019 em 22:29, Teruel disse:

Pessoal, estou indo pros lençóis entre 22 de março e 2 de abril, e procuro outras pessoas que estejam interessadas em fazer o trekking, tem esse de 5 dias e um mais leve, de 3 dias. Se alguém estiver interessado, me fala. 

Érica

Tudo bem, Érica? Estou pensando em ir em julho e queria saber de você que imagino que já esteja por aí como é que está o nível das represas. Dizem que tem ano que elas não enchem, o que diminui o impacto da sua beleza.

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    • Por Adriana Gar Mi
      Boa noite!
      Meu marido e eu estaremos 15 dias de férias em outubro e queremos fazer nosso primeiro mochilão e primeira viagem internacional.
      Gostamos muito de Torres del Paine mas tenho algumas dúvidas!
      Eu tenho um ótimo preparo físico e ele nem tanto. Isso é um empecilho significativo visto que a viagem é puro trekking? É muito puxado?
      Gostei muito do roteiro O, mas li que tem que haver uma certa experiência para encarar. Seria melhor o W? Queira algo raiz e nesse caso o O seria mais legal, mas quero me sentir segura pois somos novatos.
      Aceito sugestões de outros destinos também.
      Obrigada!
    • Por MarceloBarce
      (relato em vídeo no fim do post)
      Na primavera desse ano, fui visitar a região de Trentino-Alto Àdige, para conhecer os Dolomiti, no norte da Itália.
      Me hospedei no Youth Hostel Bolzano, que era um dos únicos na região.

      Fiz 3 dias de trilhas, mas vou falar primeiro dessa travessia que eu registrei em foto e vídeo.
      No hostel, eu conheci 3 americanos que também tinham bastante experiência em trilhas, e fui com eles.

      Era primavera (4 de junho), um dia ensolarado com previsão de chuva para o fim da tarde, fazia uns 27 graus de temperatura.
      A chuva parecia inofensiva, mas se revelou uma tempestade assustadora no alto da montanha e deixou a temperatura NEGATIVA.
      Este foi um dos dias mais incríveis, bonitos e assustadores da minha vida.
      A ROTA DA TRAVESSIA

      Tomamos um ônibus circular de Bolzano para a bela cidade de Selva di Val Gardena, 1 hora de viagem ao preço de 5 EUROS, esse seria o único custo do passeio.

      PLANO A: pegaríamos o bondinho de ski Dantercepies (bandeirinha verde do mapa, abaixo do plano B) e a partir dali, daríamos uma volta no Monte Puez, um lugar com vistas incríveis, e desceríamos pelo vale de Valunga (trecho azul do mapa).
      PLANO B: começaríamos a trilha pelo final do Plano A, o vale Valunga, e ao chegar no ponto mais alto (o coraçãozinho do mapa), voltaríamos pelo mesmo caminho.
      EMERGÊNCIA: esta foi uma rota de fuga que precisamos tomar para fugir da tempestade

       
      RELATO
      O dia estava lindo, a previsão era de sol com nuvens para a tarde toda com uma garoa no fim da tarde.


      Infelizmente, o bondinho Dantercepies estava em manutenção, e por isso fomos seguir o plano B, começando pelo vale de Valunga, que começa nesta foto acima.
      Valunga é fantástico, se parece muito com o vale de Yosemite dos EUA. Inclusive, eu diria que esta rocha em primeiro plano da foto acima é parecida com o famoso "El Capitan".
      Já estive nos 2 parques nacionais para fazer esta comparação. Os americanos que estavam comigo concordaram, hahaha.
      O legal do Valunga é que não passa carros no meio.


      As vistas eram lindas em todos os sentidos.

      Enfim, começou a grande subida do fim do plano B, uma parte muito íngreme com bastante escalaminhada e alguns trechos de neve bem perigosos em que um escorregão poderia ser fatal.
      Mas fomos com calma e cuidado, e deu tudo certo.

      A vista dali era fantástica, mas já começava a dar sinais de chuva.

      Para nossa surpresa, quando chegamos no final da subida, que era uma passagem de montanha, avistamos uma tempestade assustadora que não era visível antes.
      Do lado de onde viemos, o clima estava razoável... mas do outro lado da montanha, as nuvens estavam bem escuras e já estava chovendo:

      PRESTE ATENÇÃO naquela cidadezinha no canto inferior direito da foto, este lugar se chama Colfosco e foi nossa salvação.
      Estávamos num lugar com pouca visibilidade dos arredores, subi num ponto mais alto antes que fosse tarde, para ver qual seria a direção mais segura para fugir da tempestade:

      Repare nas duas fotos acima que a chuva já havia mudado de lugar, use a montanha pontuda (monte Sassongher) como ponto de referência.
      Foi questão de 10 minutos para eu descer e a chuva pegar a gente.
      Daí pra frente, as coisas só pioraram.
      Nosso plano de voltar pelo mesmo caminho foi por água abaixo (literalmente), porque seria impossível descer aquele trecho íngreme de neve com chuva.
      Optamos por seguir a trilha do plano A até encontrar um dos abrigos de montanha da região, que estaria a mais ou menos 2 horas de distância.



      Porém, este plano também não deu certo.
      Começou uma tempestade de granizo muito forte com MUITOS RAIOS e nós tivemos que nos separar e abaixar, para diminuir a chance de tomar um raio.
      Estimamos que a temperatura baixou para -5 graus.
      A paisagem que antes estava verde e ensolarada, ficou cinzenta, coberta de neve e granizo.
      Estávamos todos com casacos corta-vento impermeáveis, bem protegidos, mas vestindo shorts, o que obviamente tornou a experiência bem fria, apesar de suportável (graças às jaquetas).
      O local era SUPER EXPOSTO, pois se tratava de um platô gigante. O melhor que podíamos fazer era tentar ficar numa parte menos alta.

      Na foto: eu em primeiro plano, Micky de jaqueta vermelha no fundo, Nathan de preto mais ao fundo, Elsa de preto no canto esquerdo da foto.
      Foi aí que traçamos a rota de emergência!
      Nós não voltaríamos mais para Val Gardena, porque as duas rotas (plano A e B) estavam extremamente perigosas, e eram os únicos caminhos de volta.
      A prioridade agora era encontrar um abrigo para salvar a nossa pele.

      Após a chuva diminuir, nós desceríamos para a cidade de Colfosco, que fica do outro lado da montanha e tem uma trilha quase plana cercada por montanhas, que era menos exposta aos raios, mas não menos desoladora.

      Tivemos que atravessar algumas cachoeiras de lama causadas pela chuva, mas não foi difícil e deu tudo certo:

      Esta descida pela rota de emergência durou aproximadamente 1 hora e meia, e apesar dos trovões assustadores e da garoa que não parava, essa rota passou segurança.
      Claramente, foi uma decisão sensata abrir mão de retornar a Val Gardena.
      Chegando em Colfosco, batemos na porta de uma casa que tinha luzes acesas e fomos recebidos por uma senhora MUITO hospitaleira que nos deu toalhas e preparou um chá para cada um.
      Rachamos um taxi para Bolzano, que saiu 30 euros por pessoa. Se não fosse isso, o passeio inteiro teria custado apenas 10 euros de ida e volta do ônibus. Ao fim, saiu 35 euros.
      Valeu a pena? Sim, hahahahahaha.

      Abaixo, o relato em vídeo, no meu canal, para vocês terem uma noção do que foi:
       

      Obrigado, espero que gostem.
      Qualquer dúvida, é só perguntar
    • Por icaro_assis
      Olá pessoal! Bom dia, tudo bem?

      Estou buscando por uma mochila que eu consiga usar no meu dia a dia, para funcionalidades que para mim são básicas (faço faculdade e tenho uma moto para me locomover, então sempre ando com o notebook na mochila, capa de chuva para moto, cadernos e demais itens do meu dia a dia) e recentemente comprei uma Quechua NH 500 30l - Linha Escape e confesso que achei meio "limitada".

      Por que limitada?
      Me limito a dividir em ter 2 mochilas:
      1 - Para viagens mais longas, para fazer mochilões e levar bastante coisa mesmo;
      2 - Mochila para o dia a dia e, ponto importante, para usá-la em passeios e viagens menores, como acampamentos, trekking e travessias, onde eu vá levar menos coisas e ela me atenda. Neste caso, a Quechua NH 500 30l - Linha Escape não me deixou na mão, mas senti que precisava de mais espaço para levar minhas coisas, minha barraca por exemplo, eu não consegui levar na mochila e nem amarrar no lado externo desta mochila. Por exemplo, nesta viagem que a levei, fui ao Parque do Caparaó, por sinal muito despreparado, mas se eu tivesse levado mais equipamentos, como colchonete, saco de dormir, fogareiro, ela não daria conta.



      O que me atrai na Quechua NH 500 30l - Linha Escape é seu design e modelo que é mais voltado para uma mochila do dia a dia do que um mochião propriamente dito. 

      Sendo assim, procuro uma mochila que eu possa utilizar no dia a dia e também em viagens menores, para camping/trekking e afins .. Pensei em algo como 40 ou 50 litros, mas realmente não conheço nenhuma que me atenda. As da Quechua de 40 litros parecem ser mais voltadas para o lado do mochilão do que eu realmente procuro. 
      Procuro comprar uma mochila com estas características, que seja boa e durável, independente da marca. 
      Quais indicam? Opiniões, dicas, experiências e afins serão muito bem recebidos

      Desde já agradeço aos colaboradores. 
    • Por icaro_assis
      Olá pessoal! Bom dia, tudo bem?

      Recentemente adquiri uma barraca, a ARPENAZ 2 FRESH & BLACK | 2 PESSOAS - Quechua e gostei muito dela, preço ótimo, grande custo benefício, me atende muito bem. Sempre que faço alguma viagem/passeio, vou acompanhado da minha namorada, então cabe eu e ela + nossas mochilas (bem apertados pra ser sincero, mas cabe). 
      Eu realmente gosto desta barraca, mas creio que posso investir em algo melhor. O que me levou a este pensamento? Pois bem.

       
      No AliExpress estão fazendo uma promoção, e um amigo me enviou este link da Cirrus - Naturehike e confesso que fiquei tentado a comprá-la. Segue o link, pelo preço de R$558,17
      https://pt.aliexpress.com/item/NatureHike-Tent-Camping-2-Person-Waterproof-Double-Layer-Outdoors-Camping-Durable-Gear-Picnic-Tents-with-Free/32798013081.html?spm=a2g03.search0104.3.1.48a77d55LgEX0P&ws_ab_test=searchweb0_0,searchweb201602_2_10065_10068_10547_319_10059_10884_317_10548_10887_10696_321_322_10084_453_10083_454_10103_10618_10307_537_536_10902,searchweb201603_51,ppcSwitch_0&algo_expid=c919be4a-2926-4d02-ba18-20e2766d86f7-0&algo_pvid=c919be4a-2926-4d02-ba18-20e2766d86f7

       
      A questão central é:
      Devo investir um valor mais alto e pegar a NatureHike ou não vale a pena? 
      E já que vou investir um valor mais alto em uma barraca mais alto nível, pensei em pegar talvez a Barraca Nepal - Aztec pois dentre as de alto nível que conheço, é apenas a Nepal, já a NatureHike eu nunca ouvi falar..
       
      O que me dizem? Quais indicam? Opiniões, dicas, experiências e afins serão muito bem recebidos

      Desde já agradeço aos colaborares. 
    • Por Leandro Z
      Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir com o meu.
      Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, este último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada pra frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada),  snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas pra higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã.
       
      Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo.
       
      Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite.
       
      Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Claro que não, só faltavam 8km! kkk. As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada até são Luís (só falta transporte).


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