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ViníciusVarella

Sozinho em BH, Inhotim, Serra do Cipó e Ouro Preto Set/17

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Fiz mais uma trip solo no mês passado, dessa vez em Minas Gerais pois sou mineiro e percebi que viajei mto pouco pelo meu estado até hj. Basicamente só fui nas cidades próximas a Juiz de Fora levado pelos meus pais. 

Decidi fazer um relato de viagem dessa vez pra retribuir um pouco à comunidade que tanto já me foi útil e pq existem pouquíssimas informações na net sobre a Serra do Cipó e menos ainda pra quem vai sem carro. Vou procurar não me alongar mto pq não gosto muito de escrever. Sim, sou de exatas :lol:  

DIA 1 - Belo Horizonte

Comecei a viagem indo pra BH. A princípio iria só passar pela cidade porque não sou muito de viajar pra grandes cidades (gosto dos fins de mundo) mas como não conhecia direito a minha capital resolvi ficar 3 noites por lá, incluindo um bate e volta em Inhotim. Partindo da rodoviária peguei um Uber pro Laranja Mecânica Hostel deu R$11,80. 

Paguei R$40,00 reais a diária e valeu muito a pena. O hostel é ótimo, bem localizado, bastante limpo, o colchão é bom... Não sou muito viajado ainda mas foi o melhor hostel que já fiquei. O único grande porém é que não tem água potável na cozinha, tem que comprar a garrafinha se eu não me engano era R$2,00. Pra mim q bebe mta água isso é uma bosta.

Comecei dando uma volta no centro e já tive a impressão de q nem tinha saído de JF ::lol4:: , primeiro resolvi almoçar pq não sei se sou só eu mas chego d viagem morrendo de fome :lol:. Depois passei pela bela praça Raul Soares, bati umas poucas fotos ali qdo estava perto de um carro da polícia pq estava com medo de ser roubado, afinal estava numa capital. Medo esse, que foi sumindo ao longo dos dias em BH. Belo Horizonte é muito segura pra uma capital. Até à noite, eu e quem estava no hostel saía sem preocupações anormais com a segurança. Óbvio que estou falando da região central da cidade.

Dali fui direto para o Mercadão da cidade ver se tinha algo interessante lá pra comer. É um mercado grande e que vende absolutamente de tudo, até cachorro dá pra comprar lá :lol:. Não comprei nada pq tudo o q tinha já cansei de comer. É basicamente doce de leite, goiabada, rapadura e os trocentos tipos de queijo. Pra quem não conhece, recomendo tudo menos a rapadura kkkk.

Saindo do mercado municipal, fiquei perdido. Eu q achava q tinha um bom censo de localização me ferrei bastante em BH ::lol4::. Me situei no GPS do celular e vi q a praça da Liberdade não estava mto longe. Realmente não estava mas não contava que o caminho era praticamente só subida ::lol4::. Cheguei na praça, realmente é bem bonita. Sentei lá, fiquei admirando as palmeiras, o prédio do Niemeyer e descansando um pouco. A praça da Liberdade é a principal praça de Belo Horizonte pro turismo e lá é onde está situado o chamado circuito da Liberdade, que é um conjunto de museus dos mais variados assuntos que ficam todos ao redor da praça. Decidi entrar no primeiro gratuito que encontrasse (sim, não viajei com mto dinheiro :-D). Fui em direção a um prédio que era o Museu das Minas e Metal da Gerdau, totalmente free. E ainda tinha água grátis lá dentro ::otemo::

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O museu é incrível. Nunca tinha ido em nenhum museu do tipo mas adorei. Dá pra pegar em minério , tocar em cristal e meteoro, tem um monte d coisa interativa. Tudo muito bem explicado e organizado de forma que sempre fique interessante e variado. Nunca imaginei que aprender sobre minérios pudesse ser interessante e nem que existiam tantos tipos de assim kkk Saindo de lá já estava quase escurecendo, voltei pro caminhando pro hostel, descansei e depois sai pra procurar um lugar pra lanchar, coisa estupidamente fácil numa capital.

 

DIA 2 - Inhotim

O dia seguinte foi dedicado a Inhotim. Quando cheguei em BH tinha comprado passagem BH-Inhotim ida e volta pro mesmo dia e saiu tudo por R$45,00. Perdi o café da manhã do hostel pq o ônibus saia as 8:15 e fui andando até a rodoviária curtindo a manhã belo horizontina. Cheguei com um pouco de antecedência, afinal, mineiro espera o ônibus na estação::lol4::.  Não lembro quanto e nem o que mas fiz um lanche na rodoviária e os preços lá são baratos.

Fui num ônibus convencional da Saritur. O ônibus era um pouco apertado, deu a conta pros meus 1,80m. Pra quem é mais alto talvez valha a pena gastar um pouco mais no ônibus executivo. ah, o ônibus não tem banheiro e o WC custa R$0.50 na rodoviária. O caminho dura 1:40hrs e não tem nada de bonito, mas pelo menos dá pra perceber o tamanho da grande BH, já que ao menos metade do percurso é cidade.

Inhotim é um museu de arte junto com um jardim botânico. É um museu de relevância mundial, considerado o maior museu de arte a céu aberto da América Latina. E fica na cidade de Brumadinho(não dentro da cidade). Não entendo nada de arte e nem de botânica mas já que estava por perto não ia perder a chance de conhecer um lugar desses. Fui na quarta-feira que é quando a entrada é gratuita.

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O museu/parque é bem bacana, bem estruturado,tem banheiros, bebedouros, bancos(pra sentar, não pra sacar dinheiro rs) e até tomadas espalhados por todo o parque/museu. Tudo bonito e arrumadinho. Inhotim é basicamente um parque onde vc vai andando e de repente se depara com alguma coisa estranha. Aí é arte. Tem obras doidas espalhadas a céu aberto e as vezes algumas construções que vai ter arte dentro. Estas têm limite máximo de pessoas por vez pra não atrapalhar a experiência de ninguém e não perder o propósito pensado pelo artista.

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Apesar de o tempo todo ter sentido um misto de "Que coisa sem graça" e de "Que criativo isso",  eu gostei de Inhotim. É divertido um passeio pelo parque em que vc vai andando e não tem a mínima ideia do que t espera a frente. E o lugar é grande o suficiente pra t entreter o tempo todo. O ônibus de volta era as 16:30hrs, então tinha 6:30hrs pra rodar por ali, a princípio achei pouco mas lá pras 14hrs não aguentava mais ver arte::lol4::. Nem tava entendendo nada kkk. O lugar é bem grande, não dá pra conhecer tudo em um dia, mas eu q costumo andar mto sem perceber, consegui conhecer cerca de 80%. Em suma, Inhotim é um lugar raro que vc pode não gostar mas é aquele tipo de lugar q vale a pena ir pelo menos uma vez na vida.

Algumas dicas e informações:

  • Os restaurante de lá são super sofisticados. Quem quiser economizar é ultra recomendado levar lanche. É proibido comer no parque mas...
  • Eles dão um mapinha na entrada, o mapa é bem ruim. Achei mais fácil me localizar pelas plaquinhas que mostram o mapa e escrevem "vc está aqui"
  • Quem não quiser andar pode comprar uma pulseirinha q t dá acesso a usar os carrinhos de golfe. Eles têm diversas rotas e funcionam como se fossem linhas de ônibus, com ponto d parada e tudo. Tudo muito organizado.
  • Compre as passagens pra lá um dia antes, é muito arriscado deixar pra comprar na hora.
  • Funciona tipo excursão. O ônibus pára no estacionamento de Inhotim e fica lá até o final da tarde pra gente voltar.
  • Lá também tem muita gente passeando sozinho.
  • Tem duas piscinas lá que é possível entrar. Leve toalha se pretender
  • Se tiver fila na Cosmococa e não for entrar na piscina, não entre na fila. Eu entrei e não valeu a pena.
  • Pode fotografar as artes sem flash

DIA 3 - Belo Horizonte

Nesse dia era feriado, a cidade estava bem mais vazia. No centro basicamente só tinha barzinhos abertos, e como tem bares lá ::lol4::. Não fui em nenhum pq não bebo mas quem quiser, opção não vai faltar. Esse dia pretendia visitar a gruta da Lapinha na cidade de Lagoa Santa mas desisti pq achei muito complicado ir pra lá sem carro e como era feriado haviam menos horários de ônibus. Teria que ir até Lagoa Santa e de lá pegar um ônibus urbano atá a entrada da gruta. Ambos tinham poucos horários. Mudando os planos fui conhecer a Pampulha. 

Me informei no hostel como chegar lá e me indicaram um ônibus que tinha o Mineirinho como ponto final. A lagoa da Pampulha é um pouco longe mas o caminho foi bacana para ver os outros lados de BH e enquanto isso fiquei impressionado com a modernidade do sistema de transporte urbano da cidade. A passagem custou R$4,05 e foi super fácil chegar lá de ônibus, msm sendo feriado.

Como eu já sabia, a lagoa é imensa. Pelos comentários na que li na net a lagoa era bem suja. Não achei isso. Ela tinha cheiro ruim em uma pequena parte mas era limpa o suficiente pra ter pessoas pescando nela em toda a orla que andei. E os peixes eram grandes.

Como nunca tinha visto nada feito por Niemeyer ao vivo, aproveitei a oportunidade pra ir em todos os pontos que dessem pra ir a pé partindo de onde eu estava. De frente pra lagoa segui para a direita sentido a Casa de Baile. Fui caminhando lentamente, sentindo o clima da região, tinham muitas pessoas correndo, andando de bicicleta ou simplesmente sentadas pela orla da lagoa. Não demorou muito cheguei na tal Casa de baile. É bonitinho mas é só uma Casa de baile, nem dá pra esperar muito de um lugar desse. É um lugar simpático, cheio das curvas características do arquiteto e por dentro é só um salão redondo.

Voltei pelo caminho que tinha feito e segui rumo ao lado esquerdo de onde eu havia chegado. Do outro lado da lagoa já era possível avistar a exótica igreja São Francisco de Assis. Fui até lá. A distância já era um pouco maior mas nada demais, de difícil foi só o calor. O céu abriu totalmente e o sol ficou brilhando com tudo em pleno inverno hahaha. Passei pela igreja...tirei umas fotos.... Essa parte estava bem lotada de turistas e não turistas, perto da igreja tem um grande parque de diversões. A entrada da igreja custava R$2,00 para estudantes. Não entrei pq não pareceu interessante. Dali segui para a casa Kubitscheck pq estava perto. Rapidinho cheguei lá. 

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Confesso que por um instante fiquei na dúvida se era aquela casa msm :lol:, esperava mais da moradia de um homem tão importante. Descansei por ali um pouco, tirei mais umas fotos por lá. O Mineirão já aparecia imponente no fundo. Até que decidi entrar na Casa Kubitscheck se fosse gratuito. Fui lá perguntar e era! O atendente me indicou começar pela garagem onde tem um pequeno acervo que mostra toda a história da Pampulha, bem legal. Subindo pra casa, lá basicamente mostra como era uma casa da década de 60 além de alguns itens próprios do Kubitsheck e família. É interessante até, e tudo pelo custo de zero reais ::otemo::

Na volta decidi passar pelo Mineirão, ele não estava nos meus planos pela cidade pq não gosto de futebol mas já que estava ali.....:lol: Dei uma volta num quarteirão enorme pra depois descobrir que tinha uma entrada pertinho se tivesse seguido pelo lado oposto ::lol4::. Até que finalmente cheguei no Mineirão, o tempo todo debaixo de muito sol. O estádio não é exatamente bonito mas é grande pra caramba, é ENORME, acho q nunca vi nada tão grande na minha vida kkkkkk Não sou futeboleiro mas por ter estudado um pouco de engenharia tenho uma certa admiração/curiosidade nessas grandes obras da engenharia e o estádio como o Mineirão certamente representa o poder da tecnologia humana do século XX. O estádio as vezes fica aberto fica aberto para visitação, se não me engano custa R$10,00 a entrada. Não entrei pq feriados não abre mas até q deu vontade. O Mineirão fica numa parte mais elevada, então do estacionamento dá pra ter uma visão panorâmica bem bonita da região.

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Acabando a manhã, procurei um lugar pra almoçar por ali e não achei. Voltei pro centro e fiquei rodando por lá pra curtir o centro mais vazio hehehe. Por ser feriado só haviam shoppings e bares abertos. No fim da tarde acabei passando num tal parque Américo Renné Giannetti. Nem sabia que existia um parque tão grande no centro de BH. Nada pra fazer, resolvi entrar. O local estava lotaaado e talvez por isso um pouco sujo tb, e o pior é q tem lixeiras no parque todo ( pq q o ser humano tem q sujar todo lugar em q passa?). Fora isso é um lugar bacana, lá dentro tem pedalinho, passeio de trenzinho, um parque de diversões entre outras coisas. Curti o fim de tarde lá, é sempre legal ver o contraste de uma grande cidade com uma grande área verde, e fui descansar para no dia seguinte ir pra Serra do Cipó.

DIA 4 - Serra do Cipó

Acordei, tomei o café do hostel (que é muito bom, o normal de hostel no Brasil) e parti de Uber pra rodoviária. Dessa vez deu R$10,65. Comprei na hora uma passagem pra Serra do Cipó pela viação Serro a R$33,40. O ônibus era muito bom, confortável e espaçoso. Existem vários horários pra lá o dia todo e são 2:30hrs e meia de viagem.

A Serra do Cipó fica ao sul da Serra de espinhaço (que se estende até a região da Chapada Diamantina) e divide as bacias do Velho Chico e do Rio Doce (o rio que foi poluído pela Samarco). É uma região serrana (ah vá) que abrange um monte de municípios, todos minúsculos. Tem vários horários de ônibus por dia, alguns vão até mais longe. O que eu peguei ia até Conceicão do Mato Dentro ( e eu nem sabia :lol:). Mas a principal cidade lá é Santana do Riacho, onde fica o Parque Nacional da Serra do Cipó. É lá que eu desci. O ônibus funciona como se fosse uma linha urbana, tem um cobrador que fica cobrando (jura? rs) quem entra fora da rodoviária de BH e tem pontos de ônibus  pelo caminho. Na vdd os pontos existem mas não dá pra ver :lol:. Explico melhor, tem pontos certos que os ônibus param mas não existem um ponto de ônibus físico e nem um indicativo d q pára ônibus ali, nada que perguntar não resolva. Desci no 'ponto' em frente a cachoeira Véu da Noiva, que era o mais perto do camping que eu iria, o camping Grande Pedreira. Caminhei um pouquinho por uma ruazinha de terra até a portaria do camping. R$20,00 a diária.

O camping é razoavel, não gostei mto. O lugar é bem grande, bonito, arborizado, bom pra armar barraca (não pense besteira!), tem um pouco de tomada, um bebedouro e um monte de tanque mas não gostei do banheiro. O banheiro tem cara de improvisado, a descarga é ruim, as cabines dos chuveiro só tem uma cortininha pra tampar as pessoas  e não é super limpinho. Claro que quem vai a um lugar desses já espera uma rusticidade mas já fiquei em campings simples bem melhores. De qqr forma o camping é usável.

Me acomodei lá, troquei de roupa e aproveitei o resto da tarde que tinha pra conhecer a cachoeira mais próxima, a Véu da noiva. Toda cidade mineira tem uma cachu com esse nome e aqui não é diferente ::lol4::. É de longe a cachoeira mais estruturada da região e consequentemente a mais frequentada. A entrada é paga, R$30,00 por pessoa o dia inteiro ou R$11,00 uma hora. Ia ficar o dia inteiro mas a moça da recepção me falou que tem a opção de pagar uma hora e se vc ficar mais, paga o restante pra 30 reais na saída. Então paguei uma hora pq só tinha no máximo mais 2hrs de sol naquele dia. Lá dentro tem bastante coisa, quadras, lanchonete, uma piscina natural além da própria cachoeira. Lendo alguns relatos mais mochileiros o lugar era sempre mais desprezado por conta de ser estruturado/popular mas discordo. O lugar é bacana, mto bom pra relaxar. Acho mto válido passar por lá no primeiro ou último dia da viagem que é quando geralmente temos menos tempo ou estamos mais cansados.

Lá dentro fui caminhando direto pra piscina natural que é um pedaço do rio formado pela cachoeira que foi fechado pra formar uma piscina, então fica uma piscina em que a água flui hahaha. Mas não pense que é uma agressão à natureza ou um lugar mto artificial, tudo foi feito pra parecer o mais natural possível e a água do rio flui normalmente depois que transborda a piscina natural. Acho q isso até ajuda essa parte a ficar cheia até em períodos de seca, o q era o caso. Lá é onde fica a lanchonete e tem espaço pra todo mundo sentar. Fiquei nadando ali uns 30 minutos e foi muito gostoso. A piscina é mto boa para pessoas que nem eu que não sabem nadar :roll:. A água tava geladíssima mas o sol tava quentíssimo então ficou uma combinação boa :-D.

Depois segui pra cachoeira, tem uma trilha de uns 5 min partindo da piscina natural mas que não é mto fácil, boa parte dela é andar sobre pedras. Pessoas com alguma dificuldade de locomoção acho q não conseguem fazer. Chegando na cachoeira NOOOOSSA. Achava ela bem sem graça por fotos mas ao vivo é completamente diferente. Pra começar ela tem 70 metros, então cai aquele filetinho de água láaaaaa de cima e do lado tem uma rocha super linda, super imponente, tudo isso com uma água clarinha que forma um poço esverdeado. É impossível não se sentir pequeno e embasbacado diante da natureza em um lugar desses. Quando tava quase dando uma hora (eles marcam a hora de entrada na pulseirinha que colocam no nosso braço e que pode molhar a vontade) fui indo embora pq não achei q valeria a pena pagar mais R$19,00 e ficar o resto do dia pq o sol já tava quase começando a ir embora.

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Outra opção de camping ali é na cachoeira Véu da noiva que custa R$45,00 reais já inclusa a entrada da cachoeira, o camping me pareceu bem melhor mas, não sei se é verdade, me disseram que as cabines do chuveiro de lá são abertas. Ou seja, vc vai tomar banho vendo um ser humano nú se banhar na sua frente e vice-versa. Eu não gosto mas tem quem não se importe (ou até goste, ajuda a ganhar intimidade com estranhos ::lol4::).

Voltando pro camping conheci um cara q me levou até a estátua do Juquinha de carro. O Juquinha foi um homem simples que dava flores pras pessoas na estrada e com isso foi ficando famoso e ganhando o carinho d todos na região. A estátua fica num mirante, um lugar que tem uma vista linda do mar de montanhas da Serra do Cipó. Moro na zona da mata que tb tem mar d montanhas mas as montanhas de lá são diferentes e igualmente bonitas.

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Depois fiquei o resto da noite no camping, o céu estava bastante estrelado embora não tanto quanto eu esperava. O camping permite fazer fogueiras então haviam vários grupos de amigos em volta d várias fogueiras.

DIA 5 - Serra do Cipó

Dia de conhecer o conhecer o Parque Nacional da Serra do Cipó, em Santana do Riacho existem duas entradas, uma entre as cachoeiras Grande e Véu da noiva, que eu não fui mas creio q dê pra ir a pé tranquilamente e a outra que só dá pra ir de carro, é pra esta que fomos. Decidimos fazer as trilhas da cachoeira da Farofa(8km de ida) e do Cânion das Bandeirinhas(16km de ida), os primeiros 6,5Km são comuns para as duas trilhas. O dia estava nublado, fizemos antes um circuito das lagoas q é curtinho mas não recomendo, não tem nada demais ali. Seguindo pra cachoeira da Farofa foram 8Km de trilhas feitos em aproximadamente 2hrs em ritmo normal de caminhada. Apesar da distância é de longe a trilha mais fácil que já fiz na vida, 99% dela é plana e vamos caminhando em uma espécie de estradinha. A região da Serra do Cipó é uma região de transição entre o cerrado e a mata atlântica, o que gera paisagens dignas de por em quadros com a maior facilidade. O caminho todo é muito bonito. Chegando perto da cachoeira, a trilha fica difícil e tem que travessar um rio sobre pedras e fazer quase uma escalaminhadas também em pedras, mas nada que quem consiga andar 8Km tenha dificuldade de fazer. Vi até algumas idosas na cachoeira.

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Ficamos cerca de uma hora na cachoeira, tempo suficiente pro céu ir abrindo e o sol brilhar com força total. a cachoeira é belíssima, a mais bonita das poucas que conheci. Ela cai de uma altura de 45 metros de forma mais larga e em degraus, fazendo que quando o vento bate, espalhe um monte de respingos d'água em cima da gente. A água é gelada e o poço obviamente profundo mas tem umas pedras grandes no começo do poço pra quem quer molhar até o tornozelo :-D. Dificilmente vc não vai querer pelo menos jogar uma água fresquinha no corpo depois de andar tanto.

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Na volta, ceú 100% aberto e a trilha é 100% aberta. Acho q nunca cansei tanto na vida kkk, a trilha super de very easy virou ultra hard por causa do sol. O sol estava tão forte, mesmo sendo inverno que desistimos de vez de ir até o Cânion das Bandeirinhas. Acredite, é realmente longe. É obrigatório levar muita água e se possível leve uma sombrinha ou guarda-chuva :lol: Provavelmente vai ser a única pessoa com sombrinha lá mas vai fazer inveja em todo mundo que estiver na trilha ::lol4::.

Na entrada do parque também inicia uma trilha pra cachoeira do Capão (5Km ida), eu não fui mas lá me disseram que a trilha é mais irregular, a água é menos gelada e a cachoeira é menor.

Almoçamos em um restaurante de comida a lenha, sempre delicioso, descansamos um pouco e resolvemos ir fazer a trilha dos escravos. Seguimos andando pela estrada na saída da cidade onde logo se chega na entrada para a trilha dos escravos, uma trilha feita por escravos. Ela é curta mas não exatamente fácil, vc vai subindo e vai chegando em alguns pocinhos no alto formados pela mesma queda d'água. O caminho é um mirante pra cidade e da pra ver o camping da cachoeira Véu da noiva lá de cima. A trilha é praticamente só pedras, começa subindo por um calçamento de pedras, depois passa por umas pirambeiras (quem tem medo de altura não vá, passa bem rente ao desfiladeiro em um certo momento) vendo a cidade de cima e por fim uma escalaminhada por uma pedras bonitas, aí é só escolher um poço e ficar. Não fui até o fim mas nenhum dos poços que fui eram muito profundos, dá pra ficar em pé dentro d'água.

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DIA 6 - Serra do Cipó

Meu último dia na Serra do Cipó, era Domingo, o camping que estava cheio ficou quase totalmente vazio e dormi quase sozinho, só tinha um motor home lá ainda. Nesse dia voltaria a andar solo de novo, me despedi da minha companhia dos últimos dias que me deu carona até a entrada da cachoeira Grande. R$30,00 o dia todo, pode entrar e sair quantas vezes quiser e não pode entrar com bebida alcoólica. Lá dentro existem 3 atrações: a pequena cachoeira do Tomé, o poço da Chica e a cachoeira Grande que nem precisa dizer que é a principal.

 

Comecei indo pra cachoeira do Tomé. É pequena a forma lagos bem largos, bom pra entrar na água. Dali segui pro poço da Chica, local bem bonito com partes muito boas pra nadar e rasas, dá até pra ver uns peixinhos. Gostei de nadar ali e fiquei o resto da manhã por lá. Meio-dia saí pra almoçar e fui andando até o centro da cidade, não lembro mto bem mas deu entre 30-40min. Almocei num restaurante de comida a lenha de novo e voltei pra cachu. Foi quando comecei a sentir um certo mal-estar, ainda bem que tinha banheiros por lá ::lol4::. Dizem q a água potável da região nem sempre está em condições de ser ingerida, pode ter sido isso q me ferrou mas não sei.

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Mesmo assim, fui pra cachoeira Grande e é incrível. Esse não é alta como as outras mas tem 50 metros de largura formando uma mini cataratas. Só sei que esse lugar só aumentou a minha vontade de conhecer as cataratas do Iguaçu, se essa catarata já é linda imagina uma gigante?:lol:  Lá também dá pra fazer canoagem no rio Cipó, eu não fiz e nem sei o preço pq não estava em condições físicas de fazer :lol:  mas dizem que vale mto a pena.

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No fim da tarde, ainda enjoado fui voltando lentamente pro camping. Comprei um caldo de cana no caminho pq tava mto quente e eu ::love:: caldo de cana. No centro passei num mercado, tem um grande mercado lá, além lanchonetes e muitos restaurantes de dia e de noite, fora as portas de casa que vendem caldo de cana, açai ou chup chup. O lugar é bem pequeno mas fome definitivamente ninguém passa.

E passei o resto do dia no camping refletindo sobre a vida e curtindo a lua cheia com o céu estrelado.

Algumas dicas e informações:

  • Come-se muito bem lá. Todos os 3 restaurantes que almocei são muito bons e custaram em média R$15,00 o prato com uma opção de carne.
  • A Serra do Cipó é conhecida por ter uma diversidade muito grande de flores. Então quando  estiver por lá, observe as flores. Nem sempre elas saltam a vista mas existem inúmeras espécies de todas as cores e tamanhos.
  • É possível ir sem carro nas cachoeiras Grande e Véu da noiva, na trilha dos escravos e na portaria 2 do Parque Nacional. Esta portaria dá acesso a cachoeiras como a da Gavião e das Andorinhas. Eu não fiz nenhuma delas e as agências falam que é preciso ir com guia mas conversei com pessoas que foram e todos falaram q é tranquilo sem guia. Porém, essas trilhas são mais normais, irregulares. Não é tão fácil quanto a da cachoeira Grande e do Cânion( estas precisam de carro pra chegar na portaria q acho q é a portaria 1).
  • A portaria 1 do parque aluga bicicletas pra fazer as trilhas. Tem bicicleta de R$40,00 e de R$50,00. Elas ajudam pra fazer as trilhas da cachoeira da Farofa e para o Cânion das Bandeirinhas, para a cachoeira do Capão bicicleta não é uma boa ideia.
  • A portaria 1 é mais estruturada, tem banheiros, bebedouros e até duchas.
  • A entrada do parque é gratuita.
  • O fundo de todas as cachoeiras é  de pedras. Atenção ao entrar e sair dos poços pra não escorregar.
  • Todas as cachoeiras pagas tem salva-vidas.
  • Aos corajosos, a região é bem conhecida pras práticas de escalada e rapel. Toda agência de turismo no centro da Santana do Riacho tem algum passeio do tipo até pra iniciantes.
  • Não tem bancos na região.
  • Nem sinal de 3g/4g.
  • Evite beber a água de lá. No mercado vende garrafas grandes.

DIA 7 - Ouro Preto

Acordei a me informei no camping qual era o horário do próximo ônibus pra BH e aonde eu pegava ele. Arrumei minhas coisas e fiquei aonde achei q um ônibus pararia (pq não existe notificação nenhuma de onde tem ponto de ônibus). Felizmente deu tudo certo, esperei uns 15min e peguei o ônibus com destino na capital a R$29,70. Cheguei na rodoviária e comprei passagem pro próximo ônibus para Ouro Preto. Nunca fui fã de cidades históricas mas como tinha ido à Paraty no começo do ano, fiquei com vontade de conhecer direito alguma cidade histórica do meu estado que tem tantas.

Chegando em Ouro Preto, fui andando até o hostel É hostel que fica a 1Km da rodoviária. No caminho me distrai olhando e fotografando algumas igrejas aí entrei numa rua errada, fiquei perdido e fiz um caminho mais longo do que deveria até o hostel::lol4:: Adoro ficar perdido kkkk. Ainda bem que os celulares d hj têm GPSs rsrsrs

Cheguei lá, fui mto bem recebido, o hostel é excelente, simples, muito central, muito limpo e o café da manhã é muito bom. Tudo por míseros R$29,50 a diária, conseguida numa promoção no Booking. Mas o lugar vale R$40,00 fácil. Só q tem 2 poréns: primeiro, o espaço entre as camas é muito pequeno e um outro porém, que pra mim é um grande porém, é que não tem lockers no quarto compartilhado. No primeiro dia dormi sozinho, depois chegaram outros hóspedes e felizmente deu tudo certo mas acho que seria bom eles colocarem uns lockers no quarto.

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Nesse dia dei só uma volta na cidade. Era uma segunda-feira e quem já pesquisou sobre Ouro Preto sabe q é o pior dia pra ir lá. Mas quem tem outros coisas pra fazer na vida viaja quando dá e não quando é melhor :lol:. Mesmo assim foi um passeio legal, a cidade é muito bonita, diferente e vale uma caminhada tanto de dia quanto a noite. E Ouro Preto tem a vantagem de q dificilmente vc vai se hospedar fora do centro histórico e, diferente de Paraty, hospedar no centro histórico é barato. Apesar do centro histórico ser uma cidade em pleno movimento, é bacana ter a experiência de acordar e dormir num lugar de arquitetura histórica, olhar na janela e ver aquelas casinhas bonitinhas e imponentes igrejas além de ouvir o sino da igreja mais perto tocando.

 

DIA 8 - Ouro Preto

Agora sim estava tudo aberto na cidade ::otemo::. Não sou católico e não acho legal pagar pra ver igreja maaas... estando em Ouro Preto acho obrigatório entrar em pelo menos uma pra ter uma experiência mais completa da cidade. Sendo assim, escolhi a igreja do Pillar pra visitar que é a segunda igreja do Brasil que mais tem ouro. Já que é pra pagar pra ver igreja, eu quero ver ouro ::lol4::. Perto da igreja tem uma casinha onde a gente compra o ingresso. R$5,00 a meia entrada. Entrei naquela igreja escura e lotada de dourado. Não dá pra negar que é muito bonito apesar de um pouco assustador tb hehe. Gostei muito do altar, acho todo altar de igreja católica muito bonito. Aliás, igrejas católicas em geral são bonitas e na época não era diferente. Só achei estranho que fora do altar o ouro tava meio gasto :-o. Não sei se essa parte era só pintada ou era folheado, de qqr forma tem muito ouro lá dentro. O ingresso tb dá acesso a um museu atrás da igreja com um acervo de itens e roupas dos sacerdotes e aquela pomposidade toda da católica. Pra mim foi legalzinho pq nunca vi nada do tipo ao vivo mas creio que vá ter mto mais significado pra quem tem fé na religião. Não pode tirar fotos lá dentro.

Saí da igreja, chequei o google maps pra escolher uma mina de ouro pra visitar. Só não queria ir na do Chico Rei pq me falaram que era a pior de todas e decidi ir na Mina Santa Rita que é a mais famosa. É longinha mas a cidade não é grande o suficiente pra nada ser longe de ir a pé, o q ferra são as ladeiras ::lol4::. No caminho me pararam pra vender entrada pra mina do Chico Rei: R$25,00 a inteira e R$15,00 a meia (não sei quem fez essa conta), recusei e segui pra de Santa Rita. Cheguei lá com um monte de tia da CVC, perguntei qto era a entrada e a moça falou que é R$25,00 mas por ser todos da CVC eles estavam cobrando R$20,00, aí paguei R$20,00 ::lol4::. Não tem meia entrada.

O guia é bacana e o passeio é bem turistão, com o guia fazendo um monte de brincadeiras pra agradar as tias, eu particularmente não gosto e não achei graça em nada. O passeio é curto, coisa de uns 30min. A gente bota um capacete e vai entrando na mina por uns 30 metros e o guia vai contando histórias, apaga a luz pra mostrar como era e tals. A parte histórica é bem interessante e valeu muito a experiência de entrar numa mina uma vez na vida, embora gostaria de ter adentrado mais a fundo. Ainda assim achei o passei caro pra ser o q é e eles ainda têm a cara de pau de pedir gorjeta pro guia, sendo q R$25,00 reais pra meia hora de um passeio que não tem custo quase nenhum pra eles já é pra ter a gorjeta inclusa.

Voltei pro centro e fui pra Mariana. Numa das ruas que dá na praça Tiradentes tem uma mini rodoviária de onde partem ônibus pra diversas cidades próximas. Pra Mariana tem muitos horários, nem precisa olhar que hrs passa. Paguei R$4,35 e em menos de uma hora já estava lá. Desci no centro da cidade fui andando até as igrejas gêmeas, uma delas estava aberta a visitação R$2,00 a entrada, não sei se tem meia (e nesse preço nem precisa né). A igreja é beeem mais simples do q a do Pillar mas achei mais bonita. Talvez por não ter excessos. Um altar muito bonito, tudo muito limpinho, dá pra perceber que quem arrumou teve muito esmero com o lugar. Do lado tinha mais uma salinha muito arrumadinha com um pequeno altar e um incenso. Tudo com aquele clima de paz típico de igreja. Fiquei ali um pouco, fiz minhas orações, tirei uma fotos (sem flash). A igreja toda fica aberta à visitação, tem uma sala de jantar, uns quadros religiosos e dá pra subir no camarote da igreja. Valeram os 2 reais :-D.

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Continuei andando pela parte histórica até q vi uma igreja marrom lá no alto. Achei diferente e fui lá ver. Não era bem uma igreja marrom, ela estava no reboque....Ainda assim valeram uma fotos diferentes rsrs Também custa R$2,00 a entrada mas não entrei pq chega de ver igreja. Voltei, almocei em Mariana e fui embora pra Ouro Preto.

Chegando em Ouro Preto fui pro Museu da Inconfidência que fica na Praça Tiradentes (aonde a cabeça do Tiradentes ficou exposta). O museu custa R$10,00 a inteira, R$5,00 a meia. Como dá pra imaginar, mostra acervos da época da inconfidência, incluindo móveis, armas, roupas, tudo. Achei a Casa dos Contos melhor mas o Museu da Inconfidência é um passeio obrigatório na cidade.

 

DIA 9 - Ouro Preto

Meu último dia de viagem, saí cedo pra curtir a minha última manhã fora de casa. Fui caminhando até o mirante do Morro do Sebastião pq queria ver o mirante e ver como é o templo que tem no mesmo bairro. Subi uma ladeira super hiper ultra inclinada e cheguei num mirante bem xoxo, não recomendo. Tem vistas muito melhores na região mais central da cidade. A subida é forte, eu tenho um bom condicionamento físico e sofri um pouco. Quem fizer questão de ir tem ônibus que passa lá. Olhei no mapa aonde era o templo e vi que teria que subir muito mais, desisti. Flerto o budismo numa outra hora rsrs

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Voltei e aproveitei minhas últimas horas na Casa dos Contos. Cem por cento gratuito. Lá tb tem algum acervo de coisas antigas(essa parte pode fotografar) e dá pra entrar em uma senzala, ver os itens de tortura dos escravos, a sala de castigo(essa não pode fotografar). Lá dá pra ter uma real noção do quão triste é a nossa história. 

Chega de falar hehehe De lá peguei ônibus pra Conselheiro Lafaiete, onde fiz baldeação pra voltar em casa.

Algumas dicas e informações:

  • Ouro Preto é uma cidade barata
  • Mariana consegue ser um pouco mais barata ainda
  • Mariana tem menos ladeira mas tb tem ladeiras
  • Acostume-se com as ladeiras, elas nunca vão te deixar :lol:
  • Ambas as cidades me pareceram muito seguras
  • Tem vários bancos em Ouro Preto
  • Hospede-se no centro histórico (acho meio óbvia essa mas existem pousadas fora do centro)
  • Comparando com o centro histórico de Paraty. Achei a experiência de andar no centro histórico de Paraty mais bacana pq lá não passa carros, o q ajuda muito a dar a sensação de que entramos em um portal pra outro tempo. Fora o mar que dá um charme e beleza a mais. A favor de Ouro Preto, as igrejas são infinitamente mais bonitas e os museus são muito melhores, fora o preço q é mais barato em Ouro Preto. Minha recomendação é: conheça os dois.

Essa foi minha 3ª trip solo, ia escrever pouco mas acabei me empolgando ::lol4:: Espero que tenha sido um pouco útil pra quem pensa em viajar pra algum desses lugares::otemo:: 

Boas viagens!!!

  • Gostei! 4

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Oi vinicius, Tudo bom?

 

Como vc ja é dai, poderia me da umas dicas de rotas para seguir? 

Estarei indo para MG para ir as cidades históricas mas ainda estou meio confuso com que roteiro seguir. Penso em ir para BH>OURO PRETO>MARIANA>TIRADENTES>BH, vc acha viável? 

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On 17/10/2017 at 6:52 PM, RailsonF said:

Oi vinicius, Tudo bom?

 

Como vc ja é dai, poderia me da umas dicas de rotas para seguir? 

Estarei indo para MG para ir as cidades históricas mas ainda estou meio confuso com que roteiro seguir. Penso em ir para BH>OURO PRETO>MARIANA>TIRADENTES>BH, vc acha viável? 

Oi tudo bom

Você vai de carro? Se sim, seu roteiro está bacana.

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Bom dia! Estou pensando em ir pra Serra do Cipó no início de novembro. Alguém com mesmo destino nessa data?

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Em 19/10/2017 em 07:17, ViníciusVarella disse:

Oi tudo bom

Você vai de carro? Se sim, seu roteiro está bacana.

Ire de ônibus.. to querendo ir no ultimo dia para Tiradentes e de la voltar para BH, é viável? 

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11 horas atrás, RailsonF disse:

Ire de ônibus.. to querendo ir no ultimo dia para Tiradentes e de la voltar para BH, é viável? 

BH é a principal cidade de Minas, sair ou chegar lá é bem tranquilo de praticamente qqr parte do estado. Não sei se existe ônibus Tiradentes-BH direto mas com certeza tem BH-São João Del Rei. De SJDR dá pra ir pra Tiradentes de ônibus ou maria fumaça(esse só nos fds e feriados). 

Indo do ônibus, acho q o principal problema vai ser ir de Ouro Preto até Tiradentes já que não existe ônibus entre as duas cidades. Vai ter que fazer baldeação. Tiradentes, por se rmto pequena, não tem muita linha de ônibus. É mais fácil chegar em SJDR e de lá ir pra Tiradentes. As maiores cidades entre OP e SJDR e que mais tem linhas de ônibus são Barbacena e Conselheiro Lafaite.

Sei que é possível fazer de ônibus o trajeto OP->Barbacena->SJDR->Tiradentes mas aí tem q se organizar direito pq o trecho OP-Barbacena não tem todo dia. Acho essa a opção mais fácil.

Se preferir ir por Cons. Lafaiete,  tem pelo menos um horário por dia partindo de OP mas não sei informar se de Lafaiete tem como ir direto pra SJDR.

Outra opção seria fazer o caminho OP-Congonhas-SJDR. Congonhas tb é uma cidade histórica mas vc vai ter q ligar pras prefeituras/rodoviarias pra se informar melhor. Já me falaram uma vez que existe um ônibus Congonhas-SJDR mas não sei como chegar em Congonhas partindo de OP.

Lembrando que Congonhas e Tiradentes 1 dia(ou até menos) é suficiente. SJDR já cresceu bastante mas tb tem bastante pontos históricos.

 Não sei se consegui ser claro rsrs qqr coisa é  só falar.

 

 

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Deu muita sorte em não ver nenhum vagabundo no centro de BH,sobretudo na praça Raul Soares,rodoviária e entorno e no parque Central.Eu,que vivo aqui,não tenho coragem de ir a essa região. 

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