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Fernanda Panno

Alguém foi pra Venezuela recentemente, é seguro?

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@D FABIANO Mano, aprende a ler por favor, sei que no Rio tem escola.

"- Se acha que lá está ruim, imagina o Rio de Janeiro?! Todos falam que se vc andar lá é assaltado, morto, etc... E a verdade não é assim."

O que eu quis dizer que todo mundo que não mora no Rio diz que é perigoso, mas tbm disse que isso não é verdade, porque eu conheço! 

 

Esse lance de esquerda tá te deixando sequelado mano, não disse nada disso no meu comentário e já diz sobre isso...

Pensa um pouco antes de falar mano, passando vergonha.

E outra mano, sabe nem de onde sou e diz "Paulista invejoso" você é de esquerda e tem esse preconceito com Paulista é?! Alguma coisa não bate aí. Você é tão preconceituoso quando o povo da direita :) não muda em nada, só estão cegos de mais para ver a verdade.

Obs: antes de falar que sou um direita e blá blá blá.. saiba que não existe só essas 2 opções viu?! Eu sou humano e tenho um cérebro e sei o que é bom e ruim para uma vida.

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Em 23/02/2018 em 10:48, jasalgado82 disse:

@James Sousa Na verdade o texto que eu coloquei se trata da história da Venezuela. Não é ideológico. Um mochileiro precisa conhecer um pouco da história do pais. E também ser aconselhado sobre os possíveis problemas que vão enfrentar. O risco e o custo-benefício cada um analisa o seu. Quando vc for viajar pelo oriente-médio  ou alguns países africanos vai encontrar os mesmos alertas. É para isso que o Mochileiros serve. Infelizmente quando lidamos com países de "esquerda" tudo vira polêmica. Mas viajar é excelente, para sabermos o pais que queremos e o que nunca queremos.

Caramba,  como um alerta pode provocar tanta conversa.

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O pessoal tirou o foco da pergunta. Fui para Los Roques via Caracas faz uns 5-6 anos. Los Roques é super tranquilo e um lugar espetacular. O problema é vc ir por Caracas. Quando eu fui, ja estava complicado as coisas em Caracas, mas piorou muito.  Então seu destino é Los Roques evite pernoitar em  CaracasExiste 4 vôos noturnos (2ª, 5ª, sábado e domingo), permitindo o embarque a Los Roques no mesmo dia, e outros 7 vôos diurnos, que obrigam você a pernoitar em Caracas. E tenha o máximo de cuidado no aeroporto, sério mesmo.  E aproveite bastante Los Roques.

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@Artur Figueiredo Fui a uns 7 anos atrás, foi a viagem mais tensa que já fiz na vida(foram 27 dias de tensão,  era para ter ficado 60 dias).

Tive que contratar um guia de carro (me pegou no aeroporto e andou comigo o dia todo)para conhecer Caracas, o mesmo me orientou a nem sair do quarto depois das 18 horas. Viche! 

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1 minuto atrás, casal100 disse:

@Artur Figueiredo Fui a uns 7 anos atrás, foi a viagem mais tensa que já fiz na vida(foram 27 dias de tensão,  era para ter ficado 60 dias).

Tive que contratar um guia de carro (me pegou no aeroporto e andou comigo o dia todo)para conhecer Caracas, o mesmo me orientou a nem sair do quarto depois das 18 horas. Viche! 

Pois é, tivemos uns perrengues também, coisas sinistras, mas porque pernoitamos em Caracas. Evite pernoitar em Caracas que cai uns 80% de problemas, e Los Roques nem parece que fica na Venezuela tamanha tranquilidade...

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@henryzih @jasalgado82.RIO É MUITO BOM,SIM E GOLPISTA É O QUE VOCES SÃO. 

SE VOCES GOSTAM DE DINHEIRO EU GOSTO DE ESTUDO,O QUE SP,NA MAIORIA DOS CASOS NÃO TEM,SÓ RELIGIÃO. 

VAO ESTUDAR UM POUQUINHO E DEIXEM DE PENSAR SÓ EM DINHEIRO, PORQUE TENHO MUITO,MAS FELICIDADE NÃO SE COMPRA E,FELICIDADE PARA MIM,SERIA SER CIENTISTA O QUE O DESGOVERNO COXINHAS  DO EX PTE FDP DOS PAULISTAS JAMAIS ME PROPORCIONOU. 

NÃO QUERO ASSUNTO COM VOCÊS, NADA NEM, NINGUÉM FARÁ MUDAR A MINHA OPINIÃO.RIO É, SEMPRE FOI,E CONTINUARÁ SENDO A CAPITAL DO PAIS,POIS SE TEM CRIME,VOCES TEM O PCC EM SP.

ADEUS,ESTOU MARCANDO OS DOIS COMO INIMIGOS. 

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@D FABIANO cara, não sou paulista KKK

Vc não entende nada do que lê mesmo, triste.

Vc fala pra gente estudar e deixar de pensar em dinheiro?! Não quer ser recompensado pelas suas descobertas? Pelos seus esforços?! Kkkk

Vc é piada demais mano.

Esse cara tá tão louco que só fala de governo e política nos comentários.

Aqui é sobre viagem.

Se diz esquerda mas tem preconceito com os outros.

Rio capital do país?! Pq seria?! Kkkdpsjspvsvs

Aaah, vc diz que ninguém pode mudar sua opinião né..

Então continue estudando e vc mudará sem perceber. :)

  • Haha 1

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Questões políticas à parte, há também que se pensar que, em alguns lugares da Venezuela, questões básicas como saúde estão com sérios problemas. Há casos de venezuelanos que estão vindo para o Brasil, por Roraima, e trazendo doenças (como sarampo, por exemplo) junto com eles. Uma viagem à Venezuela(dependendo da região em que a pessoa for) não teria esse risco de contrair alguma doença também, como consequência das condições críticas em que o país se encontra?

Esses venezuelanos são os que menos tem culpa na situação, pois estão vindo porque não tem alternativa. Se ficarem lá irão morrer de qualquer jeito...

 

 

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    • Por RoxaneOliveira
      Colômbia Parte 1 – Bogotá
      Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei.
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      No dia seguinte já era hora de viajar para Bucaramanga, em Santander, uma viagem rodoviária de 8 horas.
       

    • Por Rubens Filho SJC
      Não Se Engane - Monte Roraima não é para qualquer um.
       
      Bom dia segue as minhas observações e dicas.
       
      Eu comprei um Pacote – 11d 10n - 05 noites no topo CIRCUITO de uma agência de Boa Vista de 11 dias em dezembro de 2013.
       
      Escolhi este roteiro pois é o único que engloba todos os pontos de interesse no topo sem ser muito cansativo.
       
      Pois, é um negócio de arruma,desarruma e arruma a mochila no dia seguinte que fica um saco. rsrsrsr
       
      É uma região com clima instável. Calor, chuva e frio.Os trechos são feitos sempre de dia, em áreas bem abertas e descampadas, só no dia da subida que é pelo mato e depois por pedras soltas, exigindo muita atenção e no topo é aberta e plano com alguns poucos trechos desafiadores.
       
      Se o tempo no topo estiver ruim, será bem decepcionante, após andar muito e não ver nada da Pedra Maverick, Mirante La Ventana e o Lago Gladys, como aconteceu comigo. Pode acontecer.
       
      A altitude não ultapassa os 2700 mts.
       
      No caminho há fontes de água e pergunte ao guia se a água é para beber.
       
      Lembro que não há conforto, e não ficarão 100% secos, 100% limpos, 100% aquecidos,com higiene 100 % e com alimentação 100%.
       
      Será inevitável não ficar com as roupas sujas de poeira, suadas, fedidas e por vezes molhadas até se trocarem dentro da barraca.
       
      O condicionamento físico mínimo é importante,mas o mental é mais importante pelas dificuldades facilmente superáveis.
       
      Terão que desapegar da caminha quente, cobertor, banho quente, comida bem elaborada,...
       
      Eles tem um carregador só para trazer o lixo de volta. E como sempre, haverá a propina para a equipe no final.
       
      O mais chato foram o pessoal.Parte do grupo não estava preparado para esta aventura.
       
      E cair e se ralar será inevitável.
       
       
      O que levar -squeezes ou cantis para somar 2 Litros no mínimo. 1 mochila pequena para cada um com capa de chuva para ela ( para lanchinho, água, capa de chuva, máquina fotográfica,... ) e uma mala não rígida para o carregador contratado levar as demais roupas e acessórios, bota de caminhada em boa condição e amaciada,de preferência impermeável devido a trechos molhados, tênis para caso a bota arrebentar ou outra bota, chinelo ou papeete que é bem melhor, roupa para calor( camisas dry fit são melhores que algodão), roupa para frio e casaco impermeável c/ capuz ( capa de chuva ou anorak que é melhor, fleece, gorro, luva,cachecol, de lã é o melhor, meias para frio) e roupas para banho e para dormir,calcule de acordo com os dias.
       
      As outras roupas poderão deixar no hotel de Boa Vista.
       
      Poderão alugar com a agência saco de dormir e isolante térmico que usa-se embaixo do saco de dormir. Eu levei uma manta, aquelas que "dão" em voos, valeu muito a pena.
       
      Os acampamentos são no geral bem abrigados do vento e chuva, mas depende do "hotel",é assim que eles o chamam, e da quantidade de gente ali e acordo entre os guias de outros grupos.Pode acontecer de as barracas ficarem num lugar ruim e em terreno pouco inclinado.
       
      Não esqueça de boné ou chapéu, protetor labial para frio e calor, repelente contra borrachudos próximos dos rios e acampamentos,estão sempre famintos,já no topo, não há. Recomendo o Exposis Extrême 100 ml.
       
      E toalhas, nestes casos é melhor aquelas de secagem rápida.
       
      o que incluir de acessórios no pacote - 2 lanternas boas (se tiver aquelas para cabeça é melhor), pilhas extras para as lanternas,sacos plásticos resistentes tipo os usado para gelo,são para envolver as roupas,adaptador universal de tomada (na Venezuela é diferente), dinheiro vivo para cambiar na Venezuela,uns R$ 200,00 fora o dinheiro para contratar um carregador,super recomendado para vocês, recomendo levar pílulas ou solução de Hipoclorito de Sódio (NaClO) e siga as recomendações para purificar a água. Não essencial, mas facilita muito para organizar as coisas ou até para sentar, uma lona ou plástico resistente de 2 mts x 2mts, uma corda de varal de uns 4mts também, quais a logística de banho - eles fornecerão um kit banho,mas é insuficiente.É proibido usar sabonetes e shampoo comuns, só neutros e biodegradáveis; A água é de fria para muito fria,mas não congelante, são em lugares rasos e de água corrente, e em áreas abertas e exposto ao vento,pouco distante dos acampamentos, recomendo levar uma caneca grande de plástico, para ajudar no banho, de necessidades fisiológicas - 1 rolo de papel higiênico ou aqueles lenços umedecidos para uso em bebês (2 a 3 pacotes).Eles tem um esquema de banheiro organizado e interessante, mas algumas vezes o mato poderá será preciso, um frasco de álcool GEL pode ser útil, no pós- higiene, o que levar de adicional para comer- fruta como banana ou maça,na trilha eles fornecem fruta como abacaxi doce,doce, recomendo que levem uvas passas, castanhas, biscoitos integrais,comprem um Centrum para tomar 1 comp. p/ dia e VINHO ou Cachaça, como é a refeição que eles oferecem - Preparado pelos índios e sem muita higiene, mas sempre quente, sem verduras e fruta enlatada, muito carboidrato e bem constipante, fonte de proteínas: ovo mexido e carne moída, frango desfiado,geralmente de produtos enlatados acompanhado de suco artificial, e muito achocolatado quente. Tem utensílios para comer e beber, qual a roupa adequada (a data escolhida foi setembro) - já citei , como é a comunicação em caso de alguma eventualidade - bem, eles tem rádio por satélite que restrigem muito o seu uso devido as baterias, há 2 situações possíveis, 1º - desistência por estar passando mal ou não aguenta mais o perrengue e quer voltar, como são 3 guias, um volta. 2º - uma urgência ou emergência, eles chamam um helicóptero sem paramédicos, que é pago pela pessoa uns US 2.000,00 e se for por PITI, é uns US 4.000,00,Seria um péssimo lugar para entorses, luxações, fraturas, cólica renal, cólica biliar e apendicite,dor de dente, não ?medicamentos de emergência - eles tem um kit de 1ºsocorros, mas leve um kit pessoal com anti-espasmódico, relaxante muscular com antiinflamatório, antiemético, antipirético,antialérgico,Antiácido, pacotinho de soro de rehidratação, spray de mel c/própolis e gengibre e pastilhas para garganta, spray ou creme de antiinflamatório tópico, creme de antibiótico e corticóide tópico, band aid e merthiolate. Pinça para tirar espinhos, cotonete, frasquinho de SF 0,9% NaCl, gazes , luva de procedimento.
       
      Observei que os casos mais comuns foram bolhas no pé ( EVITE ANDAR COM O PÉ MOLHADO), diarréia, vômitos e dor na garganta.Mas,dor muscular pode ocorrer.Recomendo que tome um relaxante muscular associado a antiinflamatório antes e após as longas caminhadas. E após a viagem tomem um remédio para vermes.
       
      Máquina fotográfica, como recarregar a bateria durante a trilha?Não tem como recarregar na trilha. Então não esqueça de carregar no hotel e um pouco na portaria do parque em Paraitepuy. Uma dica : pilhas e baterias DESCARREGAM muito rápido no frio. Envolva-os com roupas e mantenham sempre desligados. Então, leve se possível, 2 câmeras e mais os celulares para fotos.
       
      Não sei nadar, isso é um problema? O maior problema é atravessar o rio Kukenan, onde se acampa bem próximo e tem borrachudos, e se o rio estiver cheio é uma aventura atravessá-lo, mas os guias são muito experientes. Não haverá problemas. Em outros locais, dá para se banhar nas margens.
      Mais umas dúvidas: a travessia no rio é caminhando dentro da água em que nível? Sim, é dentro do rio sobre pedras escorregadias submersas e na cheia, com correnteza leve. Há sempre guias ajudando e são muuuuito pacientes e recomendam usar somente meias para atravessar o trecho de de 30 mts para melhor aderência.Na ida o nível estava baixo( batia na minha canela inferior) e na volta estava alto( no meio da minha coxa ), acredito que baterá no seu caso, na cintura, no caso de cheia.Não é difícil, só tem que ter cuidado e ajuda. Tem risco de molhar a mochila caso vc mesma a carregue?Sim.Principalmente, se escorregar.Poderá pedir para alguém atravessá-la.
      Os carregadores que são contratados levam a bagagem na mão ou usam animal de carga? São índios Penon ( homens, mulheres e jovens )que fazem isto há anos e desde pequeno, carregando mandiocas. Não usam animais, pois é proibido no parque. Usam uma mochila rústica feita de fibras e galhos muito resistente, mas desconfortável. É impressionante a capacidade deles de carregar peso e ritmo de caminhada. Pois, são muito baixinhos e mirradinhos,porém muito resistentes.Vale a pena contratá-los, pois é a principal fonte de renda deles e a trilha será muito mais fácil para vocês.
      Sobre banheiro, vc falou que tem um esquema legal que entendo ser no acampamento, mas durante a caminhada, como funciona ? O banheiro é próximo do acampamento, isolado e "camuflado". Usam um banquinho de plástico cortado no meio de forma circular ,como uma privada. Distribuem alguns sacos de lixo pequeno para que encaixe no buraco para defecar dentro em seguida você coloca cal com uma pá dentro e fecha.E deixa no local determinado por eles. A recomendação é que isto é somente para defecar. O xixi deve ser feito no mato. Na caminhada, não tem este esquema.Tem que ser feito no mato ou dentro de um saquinho para depois entregá-lo ao guia. As necessidades são no mato ou em algum saquinho? E esse tipo de resíduo também temos que recolher ou somente o papel usado? Não necessariamente, pois não há uma orientação sobre isto. O papel, sim, tem que recolher. E recomendo fazer as necessidades fora da trilha e caminhos.Mas, cuidado com bichos e urtigas. No manual do montanhista também recomenda-se enterrar os dejetos e nunca, nunca, fazer próximo de fontes de água. Abraços
    • Por daitios
      Itinerário:
      Belém/PA - Boa Vista/RR - Santa Elena de Uairén/VEN
       
      Período da viagem:
      15 a 23/11/2014
       
      Dia 15/11:
      Peguei o voo de Belém/PA, minha cidade, às 22h40 do dia 14. Fiz conexão em Manaus e, às 3h40 (com quase 1h de atraso) no horário local, cheguei em Boa Vista. Peguei um táxi até o Hotel Ideal, que estava lotado. Acabei caminhando duas quadras e, após passar algumas pessoas estranhas de bicicleta por mim, decidi entrar no primeiro hotel que encontrei, o Barrudada.
      Acordei, tomei café e peguei um táxi até o Terminal Caimbé, de onde saem os táxis coletivos até Pacaraima. Esperei em torno de 20 minutos pro táxi encher, e daí saímos rumo à fronteira. A viagem demorou em torno de 2h30. A aduana brasileira estava fechada na hora do almoço, e quando foi reaberta (às 13h30), havia uma fila enorme - consegui sair de lá só às 15h. Segui a pé para a aduana venezuelana, fiz os procedimentos e fiquei aguardando passar um outro coletivo. De lá, segui ao Hotel Michelle, onde encontrei com o já famoso Marco, com quem já tinha acertado alguma coisa antes de sair do Brasil. Com ele, também acertei um tour para a Gran Sabana, de 1 dia somente.
       
      Gastos:
      Táxi Boa Vista - Pacaraima: R$ 30,00
      Táxi Aduana - Santa Elena: Bs.F. 50
      Diária Hotel Michelle: Bs.F. 700
      Tour da Gran Sabana: R$ 170
      Câmbio: R$ 1,00 = Bs.F. 37
       
      Dia 16/11:
      Às 9h partiu o tour para a Gran Sabana, o qual recomendo bastante. A primeira parada foi logo na Quebrada de Jaspe, já comentada aqui no fórum, e que é um local belíssimo. Vale tomar um bom banho nas águas geladas de lá. O mais bacana é que, quando chegamos lá, não havia ninguém. O tour passou por outros pontos legais de apreciar (como um mirante para a cadeia de tepuis), parou para almoço na comunidade de San Francisco, e seguiu até Sapo Wapo, outro lugar muito legal par tomar banho, com águas igualmente geladas - este estava mais cheio, era um domingo e havia muitas famílias lá. Ponto negativo para alguns turistas, que jogaram lixo por todo o local - a guia (aliás, recomendo a Nurys, dona de uma Blazer verde - ela vive lá no Michelle) teve de chamar a atenção de um dos turistas por 3 vezes.
      No retorno ao hotel (às 16h30) o Marco me informa que não conseguiu fechar um grupo pro tour de 8 dias, e não havia grupos para aquela data que não fossem de 6 dias, somente. Então, ele me encaixou em outro grupo, de 6 dias mesmo. Uma pena.
       

      Gastos:
      Entrada na Quebrada de Jaspe: Bs.F. 10
      Monte Roraima (6 dias): ao todo, custou R$ 750,00, negociado direto com o guia Marco, porém não guiado por ele
       
      Dia 17/11:
      Saí pra conhecer a padaria Gran Sabana Deli - e não achei nada de mais, apesar de ser uma boa opção na escassez de variedades em Santa Elena.
      Às 10h30 passou o 4x4 no hotel. O motorista ainda parou para abastecer (numa casa normal, naquele esquema da Venezuela) antes de seguir a Paraitepuy, ponto de início da trilha. Acabamos iniciando a trilha somente às 14h.
      O primeiro dia de trilha é bem tranquilo, exceto por uma subida bem no início dela, que o guia Roberth disse que se chamava "Subida da promessa". Eu entendi muto bem o porquê: passei mal logo nela! A minha moral foi lá pra baixo, mas o meu sobrepeso cobrou a parte dele, né! kkkk
      Enfim, depois de algum tempo na trilha, começou a chover muito forte. Como lá anoitece cedo (pouco depois das 17h já está bem escuro) e as nuvens estavam bem pesadas, ficou bem complicado caminhar. Chegamos umas 18h no Campamento Tek debaixo de um "toró", como dizem aqui na minha cidade. As barracas foram montadas durante a chuva mesmo. Depois da janta, todos nos recolhemos.
       
      Dia 18/11:
      Aqui também amanhece cedo: às 5h já estava de pé. A trilha começou logo com a travessia pelo Rio Tek, onde o guia sugeriu atravessar de meias pela água, como muitos já falaram aqui no fórum. O Tek estava bem tranquilo, então a travessia foi sussa. Ainda passamos por uma simpática igrejinha - que nos fez sair da trilha principal para bater umas fotos dela - até chegarmos no Rio Kukenán, este sim mais forte. Mesmo procedimento, com um detalhe: vi errado uma pedra e pisei em falso na água. O resultado? fiquei todo molhado! A bota também mergulhou por completo na água! De qualquer forma, paramos no Kukenán para tomar um banho (já que chegamos muito tarde no dia anterior), e deixei a roupa e a bota secando durante o banho.
      A trilha seguiu por muitas subidinhas não íngremes, mas um tanto cansativas para um pançudinho como eu. Às 12h chegamos no Campamento Militar, onde rolou um almoço - salada fria de atum. Caminhando devagar, chegamos às 15h no Campamento Base. Mais um bom banho (e outra queda kkkkk), janta e... barraca!

       
      Dia 19/11:
      O amanhecer foi animador: depois de 2 dias, enfim o Roraima e o Kukenán ficaram visíveis. Muitas fotos legais antes do café. Às 8h30 saímos para a temida subida ao Roraima.

      Amigos, a subida é forte. Aqui cada um seguiu seu ritmo, sendo que o meu é bem lento em subidas. Em algumas partes de pequenas descidas, o guia orientava a descer de costas para a queda. O tempo piorou e, durante a trilha, começou a chover bem forte, assim como as nuvens ficaram bem densas, prejudicando um pouco a trilha. O Paso de las Lagrimas estava sem a queda d'água, mas a chuva não permitiu ver o progresso da caminhada.
      Às 12h45 consegui chegar no cume. Junto comigo, chegou um grande grupo de brasileiros, alguns deles de bastante idade. Conversei com vários lá, nos abraçamos e nos felicitamos pela vitória (afinal, que sensação fantástica a da conquista de um objetivo, hein?). Exploramos um pouco a região próxima à da subida antes de seguirmos para a "área hoteleira", as cavernas onde os grupos montam acampamento lá no Roraima, e que são chamados de Hotéis. Acabamos ficando no Hotel San Francisco, porém não na parte principal dele: o grupo resolveu chamá-lo de "Quintal do San Francisco" mesmo.
      Choveu forte todo o resto do dia, deixando-nos presos no hotel, com muito frio. O chocolate quente e a sopa quentinha que o guia Roberth e o carregador Florencio fizeram ajudou bastante!
       
       
      Dia 20/11:
      O único dia que ficaríamos inteiro no Roraima era esse. E ele começou bem: o tempo abriu! Tomamos café e fomos correndo para "La Ventana", a janela que fica de frente para o Kukenán e que permite vistas fantásticas da Gran Sabana. No caminho, o tempo de repente começou a fechar, fechar e... Bem na hora que chegamos na Ventana, o tempo fechou de vez De lá seguimos para a "Jacuzzi", uma belíssima piscina natural com cristais ao fundo, e de águas gélidas kkkk O banho nele foi fantástico, mesmo com o frio (apesar de que, como a água estava mais gelada que o tempo, o corpo logo acostumou com a temperatura). Da Jacuzzi fomos ao vale dos cristais, e de lá Roberth nos levou para mostrar as curiosas formações rochosas - incluindo "El Pene", uma pedra de formato meio fálico que rendeu fotos engraçadíssimas. Voltamos ao Quintal do San Francisco para almoçar e dar uma leve descansada.

      De tarde, debaixo de muita chuva, seguimos para "La Cueva", uma caverna muito interessante - o ponto mais alucinante do dia, pra ser mais exato. O guia sentiu a vibe do grupo e seguiu para o interior da caverna - coisa que outros grupos não fizeram. Lá, depois de passar por caminhos bem estreitos, chegamos a uma pequena queda d'água e um lago belíssimos, onde não resistimos: o grupo se deu as mãos e mergulhou naquela água congelante! Foi um daqueles momentos memoráveis - o mais marcante da trilha toda para mim.

      Na saída da caverna, o tempo deu uma melhorada, e o guia novamente alterou a rota original pela vibe do grupo: em vez de voltar ao acampamento, seguimos para o "Maverick", um dos pontos mais altos (em altitude mesmo) do Roraima. Quando chegamos lá no topo, o tempo abriu de vez: conseguimos ver tooooooda a região do Roraima, o Kukenán limpinho limpinho, o trajeto do Rio Kukenán... Enfim, uma vista fantástica. Só descemos quando o tempo começou a fechar de novo, já escurecendo.

      Ao retornar para o "hotel", um momento de meditação para agradecer um dos dias mais fantásticos de minha vida.
       
      Dia 21/11:
      Acordamos às 5h15 com o tempo suuuuper aberto, quase sem ventos pra trazer as nuvens. O Roberth nos autorizou a sair com o Florencio novamente até La Ventana. Seguimos correndo pra lá, e chegamos com o lugar somente para nós. Tempo ótimo, sem nuvens. Resolvemos adiantar muitas fotos para apreciar depois o lugar. Logo outros grupos começaram a chegar, aproveitando o tempo bom.


      Voltamos ao acampamento, tomamos café, desmontamos as coisas e iniciamos a descida às 9h. A descida castigou bastante meus joelhos, me fazendo tomar mais uma queda por conta das pernas fraquejadas (ô homem pra cair, eu! ). Chegamos às 12h15 no Campamento Base pra almoçar, e logo seguimos novamente. Esse dia, pra quem ainda não leu outros relatos, é o dia mais cansativo, pois fazemos 2 dias em 1: o 2º e 3º dias de caminhada são feitos juntos, no retorno, neste dia.
      Bem cansado, cheguei perto de 17h no Campamento Tek, depois de atravessar novamente os rios (sem cair, desta vez).
       
      Dia 22/11:
      Último dia de trilha. Seguimos a passos lentos de volta, sempre olhando para trás, curtindo o Roraima e o Kukenán (que estavam mais uma vez abertos, se mostrando para nós). Cheguei em Paraitepuy um pouco depois de 10h.
      Em Paraitepuy, conforme prometido, paguei "una bien helada!" para Roberth e Florencio, embora a cerveja nem estivesse tão gelada assim...
      Dali, a 4x4 nos levou a San Francisco de Yuruani para almoçar, e depois nos levou de volta a Santa Elena de Uairén.

       
      Gastos:
      Cerveza: Bs.F. 50/unidade (sei lá quantas bebemos... kkkk)
      Coca-Cola: Bs.F. 50
       
       
      Considerações:
      - Recomendo DEMAIS o guia Roberth. Ele conseguiu sentir a motivação do grupo e alterou diversas vezes a programação, incluindo coisas que não estavam inicialmente previstas. Além disso, é engraçado (tirou muito sarro de mim kkkk) e muito atencioso, além de contar muitas histórias do local. O carregador Florencio também é muito atencioso e prestativo.
       
      Roberth Castro
      E-mail: [email protected]
      Telefone: 041 64902337
       
      - Falando nos guias e carregadores, os caras trabalham pra caramba. No final demos uma pequena contribuição porque eles merecem, carregam um peso desgraçado nas costas e só terminam de trabalhar quando todo mundo se recolhe.
      - Aqui não espere muita higiene: até o Clorín é meio dispensável. Você pode botar no seu cantil, mas e na hora do suco servido nas refeições? A meu ver, tem que relaxar a cabeça com esse detalhe e depois mandar ver num anti-helmíntico na volta Outro detalhe, que li num mapa no hotel: a água no Roraima tem um pH ácido, o que pode irritar o estômago de alguns (como o meu). De qualquer forma, vale sempre perguntar pro guia onde dá pra colher água pra beber.
      - A última: sinceramente, acho que o Roraima foi com a nossa cara, assim como eu fui muito com a dele. Obrigado, Monte Roraima!
    • Por Nei Lima
      Depois de um longo e tenebroso inverso volto a escrever. Um amigo iria fazer um concurso em Boa Vista/RR, sendo assim ele me convidou para subir o Monte Roraima com ele. Dei uma olhada na data, e descobri que o mês de março seria um bom período para ir até lá, pois seria uma época de pouca e chuva e baixa temporada para turistas, ao contrário de datas como o carnaval e férias escolares.
      Desde então comecei minha pesquisa. Entre várias indicações de empresas venezuelanas, brasileiras e guias que realizam o passeio, achei a Nativa Tour (http://www.nativatourskhasen.com/). Para um grupo de 4 pessoas o passeio sairia por mil reais por pessoas. Éramos um grupo composto justamente por esse número, entretanto, um dos colegas não puderam ir, por isso o tour ficou no valor de R$ 1300,00 por pessoa.
      O lado positivo da Nativa Tour: nosso grupo foi apenas os três integrantes, ao contrário de outras empresas que montam grupos de quinze pessoas. A diferença financeira não é tão significativa, pois o valor gira em torno de R$ 750,00. Mas o ganho do turismo em relação ao tempo e conforto é significativo em um grupo menor.
      Tendo em vista nosso escasso tempo, decidimos reservar um taxi para ir de Boa Vista até Santa Elena de Uiarén, na Venezuela. Distância de 230 Km. Entrei em contato a Dona Sônia (95 91280819 – 99123-2522), que fui atenciosa e garantiu que disponibilizaria um taxi para nos buscar em Boa Vista. No horário marcado lá estava o táxi como combinado. Entretanto, quando chegamos em Pacaraima, a Polícia Federal não estava mais atendendo, nem a Migraciones do lado venezuelano, portanto ficamos uma noite na cidade. Valor pago pelo taxi R$ 200,00.
      Ainda em Boa Vista, em uma “Feira de Importados” comprei um carregado portátil de 23 mil amperes no valor de R$ 100,00.
      Uma dica para economizar bateria é deixar o celular em “Modo Avião” e apenas um do grupo fica com o despertador ligado e é responsável em acordar o resto da galera.
      Em Pacaraima, ficamos no Hotel Roraima, que cobrou R$ 210,00 pelo quarto triplo.
      No dia seguinte, as oito horas da manhã, a Polícia Federal já estava funcionando. Fomos a pé até lá, carimbamos nossa saída, de lá caminhamos até “la migra” na Venezuela, onde carimbamos nossa entrada. De lá mesmo, pegamos um táxi brasileiro, que cobrou cinco reais, e nos deixou na Nativa, já em Santa Elena.
      Nosso primeiro câmbio foi na cota de um real por 66 bolívares, que realizei ainda na fronteira, próximo ao posto de gasolina da Venezuela que é apenas para carros brasileiros. Posteriormente, lá nas ruas de Santa Elena meus colegas fizeram o câmbio na proporção de um para 62 bolívares.
      Ao contrário do que alguns dizer, não há vantagens exorbitantes na troca do dólar por bolívares, a moeda norte americana estava na proporção de um para 200 bolívares.
      Para levar os três intrépidos aventureiros ao topo do Monte Roraima, a Nativa escalou como guia Heber Herreira, José Silva como auxiliar imediato, Andy, um guianense responsável pelo transporte da comida e Mauro, um índio fã da seleção brasileira e que mora no Parque Nacional Canaima na comunidade Paraitepuy, onde está o monte.
      Saímos da entrada do Parque Canaima, onde pagamos uma taxa simbólica de 100 bolívares, por volta de 11h30 e caminhamos até às 15:40 até o acampamento rio Tek, onde fizemos nossa primeira parada.
      Segundo dia, acordamos e tomamos um reforçado café da manhã, saímos por volta de 07h15 e caminhamos até o “Campamento Base”, que está a 1900m de altitudes, onde chegamos por volta de meio dia.
      Pelo grupo ser pequeno e de pessoas com boas condições de saúde, acho que deveríamos ter tocado direto e subido o Monte Roraima no segundo dia.
      Então aqui fica a dica, para grupo pequenos e de pessoas com boas condições de saúde física, vale a pena fazer o percurso em um dia e meio, saindo da base do Parque Canaima, o mais cedo possível e caminhar até o “Campamento Base”, e daqui partir cedo para o topo do Monte Roraima.
      Foi é “refém do tempo” no Monte, então quanto mais tempo o aventureiro puder passar lá em cima melhor. O passeio de seis dias eu não recomento, achei pouco tempo, por isso acho que no mínimo tem que ser oito dias.
      Saímos por volta de 07h30 e às 10h30 já estávamos em cima do Monte Roraima.
       
       
       
      Sugestão de material para levar:
      • Bananas passa (1kg);
      • BCAA;
      • Barra de Proteína;
      • Sabão neutro;
      • Bateria portátil para o celular (caso as fotos forem tirada do aparelho);
      • Binóculos;
      • Gelol e/ou emplastos (salonpas);
      • 01 calça impermeável;
      • 01 blusa impermeável;
      • 01 Blusa Thermo Skin;
      • 02 segunda pele;
      • 01 calça segunda pele;
      • 01 bota;
      • Lanternas;
      • Uma corda para varal e 05 prendedores;
      • 03 camisetas dry fit;
      • Protetor solar;
      • Chapéu ou boné;
      • Óculos escuros;
      • Toalha de banho
       
       
       
      Intagram: @neilimafotografia
      Facebook: Nei Lima
      Blog: http://imagemreflexao.blogspot.com.br/
    • Por Marcelo.trekking
      A viagem deu início dia 23/11,
      O grupo era de 9 pessoas, Minas,Manaus,Brasília e Roraima.
       
      1°dia - Saímos de Boa Vista por volta das 10:00 e chegamos em Santa Elena no início da tarde, o grupo se hospedou numa ótima pousada perto do centro comercial, deixamos nossas coisas nos quartos e fomos pra rua comer e fazer compras...
      Comprei Tênis, material esportivo, fone de ouvido...
      O grupo voltou para a pousada no início da noite e fizemos um churrasco foda...
      O cara de Minas mandava bem na churrasqueira...
       
      2°dia - No dia seguinte o veículo estava lá às 07:00 como combinado, partimos para a comunidade São Francisco, onde tomamos um café da manhã muito gostoso e olhamos as lojinhas de artesanato...
      Depois disso entramos no veículo tracionado e partimos savana a dentro, com destino inicial em Paraytepuy, onde começa todo o trekking a pé...
      Chegando lá, desembarcamos nossas coisas e já fomos logo almoçar, o incrível é que a alimentação foi sempre muito gostosa, surpreendeu a todos...
      Após o almoço, começamos o trekking de aproximadamente 4 horas até o primeiro acampamento chamado Rio Tek, paisagem massa, na beira do rio, com o Monte Roraima na tua frente...
      O grupo era divertido demais e já tava um zoando o outro...
      A equipe do guia sempre muito atenciosa, eram 6 pessoas, todos muito gentis e arranhavam bem o português, dava pra entender...
      Barracas armadas, o grupo se ajeitou e logo as 19:00 à janta estava pronta, e adivinhem, estava maravilhosa...
      O grupo foi batendo papo, se conhecendo e lá pelas 21:00 o povo começou a dormir, pois a caminhada cansa um pouco...
       
      3°dia - Acordamos todos cedo, a equipe do guia já estava com nosso café da manhã pronto às 07:00, ajeitamos nossas coisas e lá pelas 08:30 demos início à nova caminhada, atravessamos o Rio Tek, andamos um pouco e passamos por uma igrejinha linda, atravessamos o Rio Kukenah e demos continuidade no trekking, aproximadamente 3 horas e meia, com aquele Monte Gigante na nossa frente até chegarmos num acampamento militar, onde o grupo repousa e a equipe do guia prepara nosso almoço(arroz, salada e atum)...
      Após o almoço, voltamos a caminhar por mais ou menos 3 horas e meia até chegar no acampamento Base? Que fica no pé do Monte Roraima, visão perfeita, tudo muito lindo...
      A equipe descansou enquanto a equipe do guia montava nossas barracas, fomos tomar banho na cachoeira e quando voltamos, estava tudo no esquema...
      Foi o dia mais puxado, então logo após a janta ficar pronta, a galera jantou e foi logo dormir...
       
      4°dia - o dia mais esperado, hora de subir o magnífico...
      Acordamos pela manhã com o café da manhã e partimos...
      A subida é feita por uma fenda, sempre com uma vista incrível de toda a savana, Um clima gostoso...
      Chegamos no topo já na hora do almoço, e logo a comida estava pronta, descansamos como de costume e andamos mais ou menos 15 minutos até o hotel (caverna). Com a tarde livre, o guia nos levou para vários lugares incríveis para tirar foto...
      Voltamos para o "hotel por volta de 18:00 e as 19:30 já estávamos jantando, já estava me acostumando mal com a comida deles rsrs...
      Uma noite descontraída, e logo a galera foi descansar...
       
      5°dia - dia de rodar pelo topo...
      Foi o dia mais irado, fomos em muitos lugares e aproveitamos pakas, cada lugar mais foda que o outro...
      A manhã inteira curtindo, pausa para o almoço e a tarde inteira curtindo, conhecemos quase tudo é foi muito produtivo, muito massa...
      Voltamos no final do dia em êxtase...
      Tomamos banho na Jacuzzi e já fomos jantar...
      A galera capotou de sono rs...
       
      6°dia - acordamos com um café da manhã, tiramos mais algumas fotos por perto e nos preparamos para descer...
      Paramos na hora do almoço no acampamento base e lá almoçamos, depois seguimos viagem em direção ao Rio Tek, onde a galera tomou um banho maneiraço no rio...
      Montamos acampamento, jantamos e fomos dormir...
       
      7°dia - ao acordar com um mega café da manhã, ajeitamos nossas últimas coisas e fomos fazer nosso último dia de trekking....
      Chegamos então à comunidade Paraytepuy, onde tinha um almoço foda com macarrão enquanto arrumavam nossas coisas na Toyota..
      Voltamos para San Francisco e compramos uns artesanato lindos...
      Depois disso voltamos para Santa elena onde nosso veículo já estava nos esperando.. isso já era 15:15
      Voltamos para Boa vista dormindo e mega satisfeitos...
      Nos deixaram nos respectivos endereços e encerramos nosso tour...
       
      PS; o pacote fechado custou R$1.250 (incluindo pousada, transporte, alimentação nos dias de trekking, barraca e isolante térmico) achei um preço muuuito bom, o guia super atencioso, a alimentação foda, foi muito maneiro...
      Recomendo [/img]
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