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Henrique_BR

Israel, Palestina e Jordânia - Out/2017 (com fotos e valores)

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Valeu, Juliete. Que bom que o relato foi útil. Infelizmente, em Israel quase tudo é bem caro:(, mas acredito que comendo na rua ou fazendo comida dá pra economizar uma boa grana. Em Jerusalém, havia uns restaurantes que davam desconto para que estava no Abraham e serviam porções bem grandes que dava para dividir para duas pessoas, aí ficava um preço razoável. É bom dar uma olhada nesses. 

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Amigo excelente post!! Estou me inspirando nele para fazer meu roteiro, viajo agora em Abril.

Só não estou encontrando muitas informações do visto para Jordânia. Tirou no Brasil ou na fronteira? Também pretendo entrar e sair da Jordânia por Eilat-Aqaba......

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Valeu, @vitor.chaves, o visto para a Jordânia você tira e paga no momento em que é feita a imigração, por isso tem que comprar os dinares em Israel ou na emigração de Israel com um câmbio muito ruim. Se você vai passar por Jerusalém antes de ir à Jordânia, sugiro trocar o dinheiro lá. 

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@Henrique_BR Exato, estarei saindo de Jerusalém. Não aceitam dólares na fronteira então? Melhor então já trocar alguns dinares mesmo antes então. Outra coisa, no seu caso foi demorado tirar o visto ali na hora? Obrigado, valeu mesmo.

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Em 15/03/2018 em 21:51, Henrique_BR disse:

@vitor.chaves eles só aceitam dinares, tem que trocar antes mesmo. Quando eu fui a fronteira estava vazia, então o procedimento foi bem rápido.

Acabo de retornar da Jordânia e realmente os trâmites foram rápidos. Obrigado pelas informações.

Troquei alguns dólares na fronteira mesmo só por conta do Táxi até Petra, já que o visto você só paga na volta né. Obrigado...

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    • Por _Julia
      De todos, um dos eventos mais impressionantes que presenciei durante minha estadia em Israel foi o show das luzes. Não estou falando do show que acontece durante à noite na Torre de David, o Night Spectacular, mas de um que toma a Cidade Velha INTEIRA. 

       
      O Festival das Luzes acontece durante as noites de verão, em junho e julho, e é simplesmente imperdível se você estiver em Israel na época.
      São montadas árvores e flores gigantes no lado de fora das muralhas e, nelas, são exibidas imagens que se movimentam. Dentro dos portões, músicos tocam harpas e, nas ruas de dentro, tocam seus instrumentos vestidos com coletes que lembram vagalumes.
       

       
      Em cada parede, um tema diferente é projetado: de líderes de Israel  à águas-vivas coloridas penduradas em sua parte mais alta.
        
      Para você não se perder na cidade já escura, iluminada apenas pelas atrações, mapas com as principais atrações são distribuídas em hebraico, árabe e inglês. 
      O melhor de tudo é que o evento é totalmente de graça e aberto ao público! 
      De acordo com o site do evento, ele acontece entre 20h e 23h nos dias normais e entre 21h e 00h no shabat (sábado). 

      Site do evento: https://www.lightinjerusalem.com/
      Vídeo promocional: 
      Portão de Damasco na edição de 2014:
       
      obs.: perdão pelas fotos... a qualidade da câmera e a paciência da fotógrafa não era das melhores... no youtube e no site do evento dá para ter uma noção melhor do quão incrível o festival é. 
    • Por _Julia
      Olá! Meu primeiro relato de viagem vai ser sobre Jerusalém, cidade onde morei por alguns meses.
      Como não sou uma pessoa religiosa, antes de ir, e até mesmo lá, fiquei caçando dicas do que fazer na cidade, e vi que a maioria era de turismo religioso. Acredito que muita gente também não tenha essa prioridade no roteiro, então resolvi fazer algo com um foco novo. Então, como dizemos em hebraico: YALLA!
      Como estava no bairro de Ramot, o meu ponto de partida basicamente era a Tachaná HaMerkazit, literalmente Estação Central. Nela, você pode comprar chip de celular na loja Bug (o símbolo é uma joaninha), comer, fazer seu Rav Kav (o RioCard da cia de ônibus Egged) e viajar para várias cidades dentro do país. 
      Site da Egged: http://www.egged.co.il/HomePage.aspx
      No lado de fora da estação, no outro lado da rua, tem um prático VLT, que viaja para dois sentidos: Har Herzl (Mount Herzl) ou Heil HaVir. Dividi os pontos de interesse de acordo com cada um deles.
      .
       
      Mount Herzl: São dois os principais pontos turísticos: o cemitério homônimo e o Yad VaShem, o Museu do Holocausto. Um fica literalmente ao lado do outro e dá para visitar gratuitamente os dois no mesmo dia. O cemitério do Mount Herzl é o cemitério nacional de Israel. Nele, estão enterrados personalidades como a maioria dos chefes de Estado e governo do país, o pai fundador do sionismo - o próprio Herzl -, vítimas do terrorismo, soldados mortos durante as guerras e até os que perderam suas vidas lutando pelos exércitos britânico e soviético durante a Segunda Guerra Mundial. O lugar é lindo, silencioso, calmo e cheio de monumentos. 

      Túmulo de Theodor Herzl. 
      O Yad VaShem dispensa explicações. Apesar de pesado, acredito que deve ser uma visita obrigatória. O complexo é bem grande, contendo não apenas o "museu principal", mas o lindo e triste memorial das crianças, a avenida dos Justos Entre as Nações, monumentos às comunidades judaicas europeias, à resistência e o hall onde fica a chama eterna, cercada pelos nomes dos campos de extermínio cravados no chão em hebraico e em inglês. 

      Heil HaVir: são muitos rsrsrs Se quiser andar mais um pouco e explorar a cidade, desça na Machané Yehuda, o shuk. É simplesmente incrível a quantidade de produtos frescos, restaurantes, aromas e cores. Quinta e sexta ela fica LOTADA e fica fechada durante o shabat. 

      Doces árabes no Machané Yehuda. 
      Siga andando pela Reehov Yaffo, ou a Jaffa Street. Há várias lojas, pedestres e ruas interessantes. Uma das mais famosas é a clássica Ben Yehuda. Aproveite para almoçar na rua de cima, a King George. No outro lado da calçada, tem um podrão chamado HaMelech Falafel ve Schawarma, literalmente O Rei do Falafel e do Schwarma. É barato e gostoso. Se quiser uma opção mais turística - e cara - coma no Moshiko que fica bem na Ben Yehuda. 
      Continue pela Yaffo e passe pela prefeitura, atravesse a rua e pronto: você chegou no portão de Jaffa. Ele dá acesso aos bairros muçulmano (siga em frente) e ao armênio (à direita) e você de quebra dá de cara com a Torre de David (de preferência vá a noite nela! Tem um show de luzes lindo que conta a história da cidade https://www.tod.org.il/en/the-night-spectacular/).
      Ambos os bairros são incríveis, mas a calmaria e o artesanato dos armênios me conquistou de primeira. O muçulmano é mais caótico e você se torna mais passível de assédio comercial por parte dos vendedores das lojas de artefatos e souvenirs, algo que enche mais o saco. Ele é consideravelmente mais movimentado também. 
      Siga as placas - ou o fluxo - e chegue ou no Muro das Lamentações, acessível pelos dois bairros mencionados, ou ao Santo Sepulcro. A entrada de ambos é gratuita e os dois são lotados, mas lindos e obrigatórios. 
      Ainda sobre os bairros, há o católico e o judaico, que também são bons para bater perna e admirar. 
       
      Mapa da Cidade Velha 
      Esplanada das Mesquitas: só consegui ir uma vez, e de forma rápida. Sugiro que vá vestidx adequadamente (mulheres cobrindo os ombros, a cabeça e as pernas - e isso vale para o Muro das Lamentações tb) e verifique os horários (cuidado com o Ramadã e as preces).
      Outro lugar interessante é a Ir/Cidade de David: fica no lado de fora da cidade velha murada e onde tem cisternas subterrâneas acessíveis para  o público. Recomendo bastante! Menos para os claustrofóbicos. 
      Também do lado de fora da cidade murada é Mamila: fica no lado de fora do portão de Jaffa. É um shopping com marcas de grife a céu aberto, bem lindo.
      Há lugares acessíveis de ônibus que são incríveis também: o Museu de Israel, o Knesset (Parlamento) - precisa agendar horário para visitas internas - e até o zoológico bíblico. Desses, eu acho o Museu de Israel o mais incrível. O acervo é gigante, principalmente se tratando das comunidades judaicas ao redor do mundo: do Suriname à Índia há até sinagogas replicadas. site: https://www.imj.org.il/en verifique nele os dias de gratuidade. Se não me engano, é as quintas. 
       
      Sobre comidas: Israel é um país CARO, mas há opções mais em conta. 
      COFIX, OU COFIZZ: qualquer uma das duas vende quase tudo por 6 NIS. A comida é boa, é servida rápida e take off. Ou seja, um café da manhã com um ice (o tradicional e febre é o ice coffee, mas tem de morango, chocolate, maracujá, baunilha…) e uma focaccia sai por 12 NIS. É barato, bom e alimenta. Lá vende também refeições prontas. 
       
       
      Falafel & Shawarma: não passa dos 30 NIS e a maioria vem com um refrigerante. Vende por todo o país, principalmente nos shuks. É literalmente a marca registrada de Israel.

      Um clássico shawarma 
      Outros lugares bons, mas nem tão baratos: as sorveterias Aldo e Ketsefet (essa fica na Ben Yehuda e vende outros doces, como crepe), o Aroma, a hamburgueria Burgers Bar e a padaria sensacional com uma inconfundível fachada vinho Maafe Neeman (מאפה נאמן). 
      Sobre casa de câmbio: ou eu sacava nos vários ATM disponíveis na Machané Yehuda, ou trocava os euros (sempre dou preferência aos euros por causa das escalas na Europa) nas casas de câmbio perto da Ben Yehuda. 
       

       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Tudo o que você precisa saber para visitar Wadi Rum saindo de Aqaba – incluindo o que fazer, um dia de cruzeiro em Aqaba, transporte de Aqaba para Wadi Rum e muito mais.
      Além de Petra, o deserto de Wadi Rum é a atração mais visitada da Jordânia.
      E por um bom motivo!
      Entre as dramáticas montanhas de arenito, as areias vermelhas rochosas e a paisagem geralmente de outro mundo (afinal, é por isso que o filme “Perdido em Marte” foi filmado aqui – assista ao vídeo abaixo para ver o que quero dizer!), É certamente um lugar que você quer passar um tempo para se estiver visitando a Jordânia.
      E a cidade portuária de Aqaba, no Mar Vermelho, há apenas 1 hora de carro do deserto, é um excelente local para começar suas aventuras no deserto (em comparação: Amã, a capital da Jordânia, fica há mais de 4 horas de carro) – não importa se você está visitando Aqaba por um longo período de tempo, em uma curta viagem, ou apenas por um único dia em uma parada de cruzeiro.
      Continue lendo: Como visitar o deserto de Wadi Rum vindo de Aqaba na Jordânia – 2019
    • Por marcelals
      Procuro companhia em Israel! Vou dia 29/07 e volto dia 09/08 de 2019. Alguém?
    • Por Eduardo B. Oliveira
      Olá Mochileiros,
       
      Quero fazer um relato resumido da minha última viagem para o Egito e Israel, subindo o monte Sinai e cruzando a fronteira entre os dois países por terra. Foi sem dúvida a melhor viagem que fiz até o momento, e por isso quero compartilhar minha experiência e me colocar a disposição para tirar dúvidas.
      Meu roteiro:
      Cairo - 3 dias
      Dahab - 1 dia
      Monte Sinai - 1 dia
      Jerusalém e arredores - 5 dias
      Tel Aviv - 1 dia
       
      Dia 1 - Consegui negociar uma passagem até o Cairo na ida e voltando por Tel Aviv, ambos com parada em Istambul. E ambas viagens de quase um dia completo. Cheguei no Cairo de madrugada e bem cansado. Fiquei num hostel e dormi ali até umas 11h, quando começei meus passeios. Como tinha metade de um dia, não fui ver as pirâmides primeiro. Visitei o palácio de Mohamad Ali, a mesquita Amr Ibn Al-As e o bairro copta com suas lindas igrejas. Somente o palácio era pago para entrar. O bairro copta e a mesquita estão próximas de uma estação de trem, então vale a pena pegar o transporte público do Cairo neste caso.
      Dia 2 - Contratei um guia local que passou o dia me levando a alguns destinos mais distantes da capital. Primeiro fomos para as pirâmides de Saqara e Djoser, depois para o sítio arqueológico de Memphis e por último às 3 grandes pirâmides, com restaurantes e algumas lojas entre eles. Valeu muito a pena, pois se fosse fazer estes destinos por conta própria levaria mais tempo e sairia mais caro.
      Dia 3 - Museu do Cairo, Torre do Cairo e mesquita Hussein. Era meu último dia na cidade e pretendia visitar a Cidadela do Cairo. Infelizmente não deu tempo, porque fiquei horas na fila da Torre do Cairo, e a cidadela fechava às 17h00. A Torre realmente vale a pena, a vista é maravilhosa. Mas prepare-se para enfrentar fila ou pague a mais para ter preferência.

      Dicas do Cairo:
      1 - Lembre de providenciar a carteira de vacinação internacional antes, e tomar a vacina contra febre amarela. Você dá entrada no seu visto no Egito no próprio aeroporto, por 25 $. Mas eles exigirão a vacinação.
      2 - O trem é legal de andar, não é luxuoso mas funciona bem e não é perigoso. Guarde o ticket porque você tem que colocar na catraca ao sair.
      3 - Não pegue ônibus no Cairo. São lotados de gente e sucateados.
      4 - As pirâmides ficam mais distantes do centro e é melhor ir para lá de taxi ou contratando um guia local.
      5 - Os egípcios são loucos por estrangeiros. Vão querer te ajudar e fazer várias coisas pra você. Mas fique atento! Toda essa recepção será cobrada depois. E eles não aceitam gorjeta baixa.
      Continuando...
      Dia 4 - Um dos meus principais objetivos nesta viagem era subir o monte Sinai. Então providenciei ficar em Dahab. Fechei uma suíte muito barata, nem parecia mochilão. Deixei para comprar a passagem na última hora, e acabei fechando um vôo pela Nile Air até Sharm El Sheik. De lá peguei um taxi para Dahab. Apesar de ser uma cidade muito pequena, fiquei encantado com ela. É litorânea e ponto de mergulho. A noite sua rua principal fica cheia com os restaurantes de frutos do mar e lojas de artesanato. Bem cidade praiana mesmo.

      Dia 5 - Deveria ter feito a trilha neste dia, mas não consegui espaço. Ficou para o outro dia. Aproveitei para fazer mergulho e descansar, pois viria um dia pesado em seguida.
      Dia 6 - Esse foi o dia mais pesado. Saímos às 22h do dia anterior e fomos para a base do Monte Sinai. A trilha tem dificuldade baixa até o ponto das escadarias. São 750 degraus de pedra até chegar ao topo. Essa parte é perigosa e cansativa. O topo era muito gelado, mesmo eu estando com 2 blusas e 2 calças. Mas de lá pudemos ver este nascer do sol:

      Depois dessa bela vista, descemos e fomos para o monastério de Santa Catarina, que não tem muitas coisas interessantes para ver. Dali fui direto para Taba, na fronteira com Israel. Não tive problema nenhum em cruzar a fronteira. Você passa por várias etapas, eles fazem aquelas perguntas esperadas (quantos dias, se já tem local, objetivo da visita, etc...) e olham sua bagagem. Não tem preço o visto em Israel e não precisa da carteira de vacinação internacional. De Eilat, cidade de fronteira, peguei um ônibus até Jerusalém. Sim, foi muito puxado esse dia, mas eu consegui!
      Dia 7 - Devidamente hospedado em Jerusalém, no lindo Cinema Hostel, descansado e com um delicioso café da manhã, começei a conhecer Jerusalém. Aquele dia também foi mais curto. Fui para Belém (Bethelem) de ônibus, para ver a igreja da Natividade. É fácil de chegar, mas preste atenção onde vai descer. Desci um ponto antes e dei de cara com o grande muro que divide Israel e Palestina. Para quem não sabe, Bethelem fica do lado palestino. Pretendia ver a tumba de Raquel que também fica lá, mas era tudo tão fechado e confuso que desisti. Vi a igreja da Natividade, a mesquita de Omar e a igreja da Gruta. Voltei para Jerusalém e fui ver o jardim da Tumba, um lugar muito bonito e estruturado.
      Dia 8 - Segundo dia em Jerusalém e fui conhecer a cidade entre os muros. É uma lista imensa de igrejas e locais sagrados para ver. Uma parte deles não estava na minha lista, mas acabava entrando e tirando uma foto ou outra. Entrei pela porta de Damasco e fui seguindo pela Via Sacra até chegar na Torre de Davi. Ali é um grande museu que vale muito a pena conhecer. Conta toda a história de Jerusalém, mostra as escavações do local e ainda tem uma vista boa da cidade. Dali fui para a Igreja Luterana e a do Santo Sepulcro, sempre lotada de gente. Tentei visitar o Domo da Rocha e a mesquita de Al-Aqsa, mas estavam ambos fechados para turistas. Estava determinado a tentar novamente no dia seguinte. Fui para o Muro das Lamentações e a igreja de S. Pedro de Gallicante, uma igreja fora dos muros construída pelos peregrinos franceses. Pouco citada, mas muito bonita. Vale a pena conferir!

      Ainda fui ver a capela da Ascenção e o cenáculo na volta para o hostel.
      Dia 9 - Meu primeiro objetivo era ver o Domo da Rocha. Fui direto para lá, mas me deparei com bloqueio novamente... Acabei conhecendo outros lugares que não pretendia a princípio: a caverna de Zedequias, uma antiga pedreira debaixo de Jerusalém, o jardim e a igreja do Getsêmani, a tumba da virgem, a tumba dos profetas (não tem nada lá, mas é assustador), o cemitério judeu e a Domus Flevit. Não entrei no Domo da Rocha, mas essa vista do Domus Flevit é linda demais!

      Dia 10 - Continuei hospedado em Jerusalém, mas peguei um day tour para ver as cidades do norte do país. O mar da Galileia é lindo e conhecemos as pequenas e famosas cidades por onde Jesus passou, como Cafarnaum, Nazaré e Caná.

      Dia 11 - Preparando para voltar para casa, fui para Tel Aviv. Guardei no aeroporto minhas malas (meu vôo seria no dia seguinte de madrugada) e fui para o centro. Peguei o ônibus errado, mas consegui contornar o problema e chegar à linda praia da cidade mediterrânea, que infelizmente não se pode mergulhar. Tomei um pouco de sol e descansei. Fui na torre do relógio, no farol e na pequena mesquita do mar. Dali fui para o Independence Hall e andei até o museu de arte moderna e o observatório Azrieli. Dali voltei para o aeroporto e fiz minha viagem de volta para casa.

      Dicas de Israel:
      1 - Tudo lá é muito caro. Prepare o bolso.
      2 - Você encontrará policiais com fuzil o tempo todo. Não se assuste com isso e obedeça suas recomendações. Não tente ser o engraçadinho ou burlar sistemas. Lá a coisa é séria.
      3 - Tem um trem excelente que sai de Jerusalém e vai até o aeroporto de Ben Gurion em 20 minutos, mas haverão taxistas insistindo para você ir de taxi.
       
      Terminado o resumo, vamos ao que vocês gostam de saber: quanto gastei.
      Visto no Egito - 25 $
      Seguro Saúde - 239 R$
      Transportes internos (trens, taxis, ônibus e a passagem aérea do Cairo para Sharm el Sheik) - 300 $
      Hospedagem - 615 R$
      Passeios - 272 $
      Comida - 178 $
      Total (convertendo 1 $ = 3,85 R$) em torno de 4 mil reais. Apesar de Jerusalém ser bem caro, creio que a viagem como um todo saiu barata.
       
      Bem, resumindo é isso. Coloquei mais fotos no meu insta: @ebdo16.
       


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