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brunasscarvalho

Conexão no Panamá - Aproveitando o tempo!

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hellow pipool!!!

Recentemente fiz uma viagem para a Colômbia pela Copa Airlines e propositalmente peguei uma conexão no Panamá de 15 horas na ida e 7 horas na volta.

Aproveitei pra dar uma volta na cidade e vou compartilhar um pouco com vocês!

 

Voo - Brasília - Cidade do Panamá

O voo saiu de Brasília por volta de 2h da manhã... Como é o único vôo do horário todos os procedimentos foram tranquilos.

Demoraram um pouco para liberar o embarque porque os mesmos funcionários da polícia federal que fazem o procedimento imigratório da galera que chega do Panamá a 0h é o que faz o procedimento de quem vai para o Panamá.

Fui submetida a uma revista pessoal e de bagagem de mão beeeem rigorosa. Mulheres que viajam sozinhas são sempre suspeitas e embora o procedimento seja chato e constrangedor é necessário.

Esse avião da ida tinha assentos extremamente apertados. Minha perna foi praticamente em cima da perna da moça que estava ao lado. Entretenimento nenhum. Foi um voo bem cansativo.

 

Chegada ao Panamá

Cheguei no Panamá 6:30h da manhã e fui para a imigração. É preciso preencher um formulário que te dão no próprio avião. Foi bem tranquilo e só me pediram o cartão da febre amarela e perguntaram onde eu ia. No andar térreo do aeroporto tem um quiosque turístico onde dá pra pegar um mapa da cidade (essencial)

Fui para a parada de ônibus. É bem sinalizado e na sinalização é bem claro que é necessário o cartão para pegar o ônibus. É assim e não é bem assim!

Chegando na parada, fiquei esperando alguém com cara de legal para passar o cartão pra mim e eu pagar a pessoa. Meu objetivo era ir para o Casco Viejo, centro histórico da cidade. Mas também há a opção de esperar um ônibus que aceita dinheiro. A diferença? O ônibus do cartão é 0,25 dólar e o pago 1,25. O taxista me cobrou 20 dólares, não aceitei e ele ficou resmungando kkk

Pedi para uma mulher passar o cartão dela pra mim... Ela passou e praticamente me pegou pela mão, me levou pra comprar um cartão e me embarcou em outro ônibus. Um anjo na minha vida. Esse ônibus que peguei demorou 3 horas pra chegar ao centro. Não, não é longe, mas o trânsito é surrealmente caótico!

Enfim, o ônibus me deixou na região da 5 de mayo. Meu primeiro destino era o mercado de mariscos e tive que pedir bastante informação pra chegar lá. Mas é perto da estação de metrô 5 de mayo.

O calor do Panamá deve ser semelhante ao calor do inferno. Embora o mercado de mariscos seja ao lado do casco viejo, peguei um táxi pra lá por 2 dólares. O casco viejo é o centro histórico da cidade, está sendo revitalizado e é bem bonitinho. Por causa do calor não consegui andar tudo o que gostaria, mas deu pra aproveitar um pouco. Saindo de lá, peguei um táxi até a estação de metrô. Foram mais 2 dólares. Fui à estação Albrock, de onde saem ônibus para vários lugares e onde tem um outlet gigantesco. Peguei um ônibus chamado Miraflores que te deixa na porta do Canal. Ao contrário do que pensei, o canal fica muito perto dessa estação. Uns 20 minutos de ônibus.

 

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Chegando ao canal, a entrada custa 15 dólares. Tem a parte superior onde se vê os barcos passando (não consegui ver nenhum e teria que esperar 2 horas até passar o próximo). Lá tem também um museu e uma sala que transmite um vídeo com a história do canal. É interessante e como eu tinha a curiosidade de conhecer o canal, valeu a pena.

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Voltei para o Albrock mall e almocei um lanche.

Como estava preocupada demais com o tempo que o ônibus levaria até o aeroporto acabei voltando cedo e ele só demorou 1 hora no aeroporto. Na volta passei meu cartão para um punhado de gente e assim recuperei um pouco da recarga excessiva que eu fiz. Poderia ter aproveitado um pouco mais da cidade (fiquei sentida), mas agi com precaução porque vai que demorasse 3 horas (mais a 1h de demorei na fila da imigração).

Na volta, tinha uma conexão de 7 horas. Como já tinha uma noção de como era o trânsito na região, resolvi ir para um outlet perto do aeroporto, o metromall.

Quais as vantagens de ir para o metromall?

1) Transporte de ida e volta de grátis

2) Várias possibilidades de lanchar pagando pouco. O lanche mais barato no aeroporto era 15 dólares. No metromall eu paguei 5 em um lanche super bom. 

3) Lojas muito barateza! Infelizmente não tive muito tempo pra comprar (ou graças a Deus, porque eu teria usado o cartão de crédito). Mas comprei calça jeans a 3 dólares! Vale muito a pena

4) O tempo passa rápido!

 

O transporte sai a partir das 10h da manhã e o último horário é as 17h. Basta ir no andar térreo, à esquerda do aeroporto, até a última porta. Aparecerá uma moça com uma placa anunciando o transporte. Então ela pega seus dados, te dá um papel com seu horário da volta (que você escolheu) e todos vão para uma van (minúscula)

Na volta ao aeroporto, a imigração estava sem filas. Devo ter esperado uns 5 minutos.

 

  • Gratidão! 1

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Legal essa passagem pelo Panamá, Bruna. 

Quando vc foi não falou disso,por isso,insisti para não levar a moeda do mal do mundo.

Mas Panamá é a oficial, como Ecuador,países totalmente colonizados como deve ter visto lá.

Esperando o relato de Colômbia. 

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11 horas atrás, brunasscarvalho disse:

Fui submetida a uma revista pessoal e de bagagem de mão beeeem rigorosa. Mulheres que viajam sozinhas são sempre suspeitas e embora o procedimento seja chato e constrangedor é necessário.

Oi Bruna, essa revista foi em Brasilia? No local de raiox ou em sala? 

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@D FABIANO, te entendo kkk... Não entendo muito a tara que as pessoas têm pelos EUA e sua moeda, mas querendo ou não temos que nos adaptar ao sistema e comprar dólares faz parte disso hehe...

Em breve começo meu post da Colômbia, país sensacional, que vale cada centavo gasto.

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@renata83 a revista foi no raio x, na frente de todo mundo (tem uma mesinha ao lado pra isso).

Estando tudo ok não há o que temer, mas acho meio difícil não ficar nervosa. Tinha planos de trazer chá de coca e até umas folhinhas pra mim (espanta o cansaço que é uma beleza). Mas depois disso só trouxe uns pacotinhos de café de lembrancinha pra família... E ainda fiquei com medo de abrirem pra testar como cocaína (sim, eu assisto aeroporto da Colômbia kkk).

Na volta foi sussa... Ninguém nem olhou pra mim. Só alegria.

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@brunasscarvalho Essa revista é aleatória que aperta um botão antes?Se for é invenção dos golpistas,tem em todo o país.Embarquei no Rio tem,embarquei em BH também é em Rondônia idem.

Sorte é que sempre deu Verde para mim.

Quanto a essa moeda de reaça não compro mesmo,não sou escravo de capitalista. 

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Em 19/11/2017 em 23:17, D FABIANO disse:

@brunasscarvalho Essa revista é aleatória que aperta um botão antes?Se for é invenção dos golpistas,tem em todo o país.Embarquei no Rio tem,embarquei em BH também é em Rondônia idem.

Sorte é que sempre deu Verde para mim.

Quanto a essa moeda de reaça não compro mesmo,não sou escravo de capitalista. 

Não.

A moça me chamou e disse que precisava fazer a revista, que era aleatória, mas fui escolhida por pessoas mesmo.

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Vc pegou o voo para a Colômbia que horas?Sua bagagem seguiu direto? 

Em quanto tempo demorou para visitar o canal?

Esses onibus que vao ao canal só recebem cartão também? 

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37 minutos atrás, D FABIANO disse:

Vc pegou o voo para a Colômbia que horas?Sua bagagem seguiu direto? 

Em quanto tempo demorou para visitar o canal?

Esses onibus que vao ao canal só recebem cartão também? 

Cheguei no Panamá as 6h. Meu voo para Colombia saiu as 21h.

O que demora mais é ir do aeroporto para o centro da cidade. Do albrock mall para o canal é rapidão.

Como não tinha nenhum navio passando, passei mais ou menos 1 hora no canal. E tive a sorte de não esperar muito pelo ônibus na ida e nem na volta.

Não sei se tem opção de ônibus para ir ao canal sem o cartão!

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5 horas atrás, D FABIANO disse:

E suas coisas?Foram direto ou teve que passar na aduana?

Foram direto. Fiz isso até pra economizar com guarda-volume.

Despachei minha mochila em Brasília e só peguei em Cartagena.

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    • Por carolmorenot
      Sabe aquela ilha de desenho, pequeninha, com areia branca, alguns coqueiros e mar bem azul? Pois é, ela existe, e fica no Panamá! O arquipélago de San Blas é um lugar lindo, paradisíaco, perfeito pra quem gosta de curtir uma praia maravilhosa com muita paz e tranqüilidade.
      San Blas tem 365 ilhas, mas só 36 delas são habitadas. Quem vive lá são os Kuna Yala, povo indígena que tem um modo de vida, cultura e leis próprios. É nas cabanas deles que você se hospeda quando vai para uma das ilhas, com pé na areia e a alguns passos do mar, espetacular! O esquema é roots, bem pouco conforto, já que não tem luz elétrica nem banheiro – mas, sinceramente, num lugar desses isso é só um detalhe!
       

       
      COMO CHEGAR
      Você pode ir pra San Blás de avião ou por terra, saindo da Cidade do Panamá. Para economizar na trip, a melhor opção é ir por terra mesmo. Nesse caso, você precisa fechar o transporte com alguma agência, só carros autorizados podem passar por lá. Os Kuna Yala, que tem suas próprias leis, ficam na estrada fazendo o controle de passagem (tem que até mostrar passaporte) e cobrando pedágio (!)
      O trajeto de caminhonete leva umas 2h30 por uma estradinha bem sinuosa até chegar no “porto”, onde você pega o barco para as ilhas. O trajeto de barco leva uns 45 minutos, e você precisa pagar 2 doletas cada vez que entra em uma das ilhas – é, esses índios são mega dinheiristas...
       
      AGÊNCIAS
      O “pacote” que você fecha com a agência na verdade é o apenas o transporte de caminhonete até o porto e a reserva da hospedagem + refeições (eles fazem contato com os Kunas e deixam tudo esquematizado).
      Fiz o passeio com a Lam Tours (http://www.lamtours.webs.com ), o contato é o Junier ((507) 6523-5639), um cara bem gente fina – a empresa é formada por ele + 3 irmãos, que fazem diariamente o trajeto até San Blás.
      Uma coisa ruim do passeio (não sei se todas as agências fazem assim) é que depois de buscar todos os passageiros nos hostels (eles têm 5 caminhonetes) eles levam todo mundo para a agência para pagar o transporte e dar uma explicação básica – vai fácil mais de meia hora nesse esquema. E como se não bastasse, eles ainda liberam a galera pra ir no mercado pra comprar as coisas que vão levar. Tudo isso atrasa um monte a saída do passeio.
       

       
      HOSPEDAGEM
      As diárias custam de 20 a 50 dólares, com café, almoço e jantar incluídos. Na opção mais econômica o valor é 20 dólares por pessoa em cabana compartilhada e 25 em cabana privada. Quando você fecha o passeio com uma agência já fica definida a ilha onde você vai se hospedar (é feita uma reserva com um Kuna Yala em uma das ilhas).
      Fiquei na ilha Narasgandup (Robinson), que é super bonita (acho que todas são), mas o que não curti é achei bem desorganizado, ninguém explicava direito o esquema da hospedagem, queriam cobrar mais caro do que tínhamos combinado com a agência, e quase todos os Kunas da ilha foram bem antipáticos com a gente (com exceção do Jorge, gente finíssima!). E além de tudo, o pessoal dali é bem porco, jogam o lixo no mar, um absurdo!
      Junto com a hospedagem estão incluídas as três refeições – eu esperava uma coisa simples mas gostosa, como um peixinho com arroz e salada, mas a comida de lá é bem ruinzinha... só pra dar uma idéia, em dois dias a comida foi atum enlatado!
       
      ILHAS / PASSEIOS
      Você pode passear por várias ilhas de San Blás, em algumas delas você pode se hospedar levando sua barraca ou ficar em cabanas das famílias de Kunas, como na Aguja e a Perro. O setor Cartí é onde ficam as principais ilhas, como Aguja, Diablo, Pelicano, Perro, Iguana, Chichime...
      A Isla Perro é a mais linda delas, com água em vários tons de azul e verde, parece photoshop. Ali tem um barco naufragado, você pode alugar um snokel na ilha (3 dólares). A Diablo fica bem perto dali, é a ilha que você vê na frente da Perro. Se estiver com mais tempo, vale conhecer os Cayos Holandeses. Ficam bem mais afastados, leva 2h de barco, mas são show de bola.
       

       
      O QUE LEVAR
      - Mochila pequena – nada de levar o mochilão inteiro, nem cabe na caminhonete! Leve apenas coisas suficientes para os dias que você for passar nas ilhas. A maioria dos hostels tem serviço de depósito, dá pra deixar sua mochila por lá.
      - Roupa de banho + toalha – é legal levar também uma cordinha de varal pra estender as coisas
      - Chinelo – dificilmente você vai usar alguma outra coisa além de chinelo por lá
      - Vela e fósforo + lanterna – isso você vai usar muito, já que não tem luz elétrica. Compensa acender umas velas na cabana e usar a lanterna pra se locomover pela ilha.
      - Repelente – o que não falta lá é pernilongo... não tem muita escapatória, mas repelente sempre ajuda
      - Snorkel ou óculos de natação – a água é transparente, vale mergulhar e ficar vendo os peixes e estrelas do mar
      - Protetor solar, óculos de sol, canga/toalha pra esticar na areia
      - Papel higiênico – até tem por lá, mas é melhor garantir!
      - Comes e bebes: é super importante passar no mercado antes de ir pra lá. Leve bastante água, suco e coisinhas para beliscar (barrinha de cereal, salgadinho, chocolate,bala). Dá pra comprar algumas coisas lá na ilha, como cerveja (não tããão gelada mas por um preço bom, 1,5 dólar), refri e alguns beliscos.
      - Baterias de máquina fotográfica e celular já carregadas – não esqueça que lá não tem energia elétrica.
      - Dinheiro trocado (em dólar mesmo, a moeda do Panamá, o Balboa, vale 1 dólar) – como os Kunas cobram tudo, é bom sempre ter notas menores, pra garantir.
       
      QUANTO VOCÊ VAI GASTAR
      Saindo da Cidade do Panamá pra San Blás, os gastos que você vai ter são:
      - transporte terrestre até o “porto” (ida e volta): U$ 60 (30 por trecho)
      - pedágio na estrada: U$ 6
      - diária (com café, almoço e jantar): U$ 20/dia (aprox, dependendo da ilha)
      - transporte de barco: U$ 20 (10 por trecho)
      - taxa de entrada na ilha: U$ 2 (em cada ilha)
       
      = U$ 108 (considerando uma diária – compensa ficar mais dias pra diluir os custos e pra curtir as ilhas, que são lindas)
       
      OBS: o bom é que lá você não gasta quase nada, basicamente é o que consumir de bebida ou de extras, e passeios para outras ilhas (se fechar grupo, o custo fica barato, uns 5 doletas por passeio).
       
       
      Saiba mais sobre essa e outras viagens em http://www.mochilaotrips.com
       

    • Por DDF
      Retornei do Panamá em 03/2009 onde estive fazendo turismo por 10 dias, com carro alugado. Quando do planejamento da viagem encontrei muita dificuldade em conseguir dicas e sugestões de passeios. O local onde mais obtive informações foi aqui. Portanto sinto-me na obrigação de deixar registrada a minha experiência para que seja compartilhada com os próximos viajantes que desejem conhecer o Panamá. Não vou ser repetitivo com as informações dos outros viajantes já registradas neste site.
      Capital:
      O Panamá se resume na capital do país em termos de conforto. É uma cidade cosmopolita com diversos hotéis (bem localizado o Hotel Marbella www.hmarbella.com , $70 casal), no bairro Cangrejo concentram-se alguns hoteis com preços acessíveis e restaurantes. A cidade atualmente à beira mar está um grande canteiro de obras, com avenidas, viadutos e gigantescos prédios sendo construídos. Quando tudo estiver terminado (+- 5 anos?) ficará muito parecido com uma cidade norte americana, tipo Miami. Subir o cerro Ancón é imperdível a vista. Próximo da costa (40 min.) passar o dia na ilha Taboga pode ser uma boa opção, se sobrar tempo. Os hotéis fornecem o guia Focus Panamá com informações turísticas e mapa.
      Pacifico:
      Saindo da capital para as praias do Pacífico, em direção ao norte (me informaram que ao sul não há o que ver), a estrada é muito boa, porém, os acessos para as praias são, na maioria, péssimos e as vilas com pouca infraestrutura. Santa Clara é uma praia que se consegue algum conforto, bom custo x benefício é o Lodge Dolfin ($70 casal). Outra boa opção a beira-mar é o www.bayviewpalmar.com em El Palmar San Carlos.
      Um bom passeio próximo de Santa Clara é El Valle que fica a 80km, estrada sinuosa e conservada, cuja cidade se desenvolveu dentro da cratera de um vulcão inativo. Existem atrações como prática de tiroleza e lama medicinal com banho de águas termais que vale a pena conhecer, o zoológico é furada. Uma boa pedida é o hotel Rincón Vallero ($90 casal) www.hotelrinconvallero.com .
      Caribe:
      A estrada para o Caribe é de péssima qualidade (pior que as nossas antes da privatização). A distancia é de 80 km e muito movimentada gastando-se 2 horas para transpor. Ouvi dizer que estão construindo nova estrada! Me informaram que uma bonita viagem é ir até o Caribe de trem e de lá um táxi até as praias. Não há o que se fazer em Colon e sua zona franca, que só é permitida a entrada com autorização da administração, as vendas só no atacado. Portanto, Porto Belo é a opção de turismo mais próxima, com estrada de acesso razoável e própria para a prática de mergulho. Ficamos na pousada Scuba www.scubapanama.com e de lá fomos a Ilha Grande ( 5 minutos de barco), também a estrada é péssima até o embarcadouro em La Guaira (45 min.), onde passamos o dia na praia do hotel Isla Grande (F:225-2798), que tem uma boa estrutura com chalés e a cor da água magnifica, fica no lado esquerdo da ilha. A vila na ilha é muito pitoresca e vale um passeio. Deixar o carro no estacionamento de Dona Eme em frente ao embarcadouro que ficará bem cuidado ($5 a diária).
      Trânsito
      É uma loucura!!! Parece que os motoristas não recebem instrução de trânsito para tirar a carteira.
      Na capital o trânsito é intenso e pouco organizado. É muito natural cortar a frente sem dar sinal, o que obriga a ficar atento. Não existem placas com o nome das ruas nas esquinas, dificultando muito a movimentação!!! Então o mapa da cidade é só para se ter uma noção de direção. A solução é perguntar em posto de gasolina ou para quem está passando e ter sorte que conheça a região.
      Nas estradas é comum os carros trafegarem pela esquerda em baixa velocidade e então a ultrapassagem pela direita é normal!
      Alimentação:
      Na capital a cozinha é internacional. No interior a pedida são os frutos do mar. O preço em geral é razoável na base de $10 por prato bem servido. É recomendável se informar o horário de funcionamento dos restaurantes no interior, porque podem fechar cedo!
      Comércio:
      Não se iluda!!! Os preços no Brasil são melhores, principalmente eletrônicos! Roupas baratas só as de qualidade chinesa.
    • Por Matheus_rj
      Pessoal,
       
      Aos poucos vou colocando o relato sobre minha viagem ao Panamá em setembro/2010. Passei duas semanas e fui a Panamá City, San Blás, Bocas del Toro e Provincia de Chiriqui.
       
      Vôos GIG-GRU e GRU-PTY
       
       
      Apesar de compra a passagem pelo site da Gol, sabia que a segunda etapa da viagem (SP-PTY) seria feita pela Copa. Optei por comprar pela cia brasileira pois o site dizia acumular milhas Smiles, algo que verifiquei não ser verdade. Até o momento não tive o crédito destes trechos, que me renderiam umas 9.000 milhas.
      Até SP nada demais, uma vez que foi feito pela Gol. No segundo trecho, o avião também era um 737, o que acaba sendo entediante, pois trata-se de um trecho com seis horas de duração em um avião que não possui entretenimento e apenas dois banheiros na classe econômica (que deve transportar uns 130 passageiros). O serviço de bordo é no nível das outras empresas que conhecemos, interpretem como quiser!
       
      Panamá City
       
       
      Cheguei na capital panamenha no fim da tarde. Lá existem dois aeroportos o internacional (Tocumen) e o local (Albrook), sendo o primeiro em uma área distante do centro. Para chegar na cidade há dois meios: o táxi e o ônibus. Optei pelo primeiro, uma vez que para pegar um ônibus seria necessário sair do aeroporto e atravessar uma avenida e a espera pelo transporte era longa, como me informaram por lá. Custou uns 25 USD, o que foi o táxi mais caro da viagem.
      Estive na Cidade do Panamá no início e no fim da viagem, permanecendo num total de 5 noites. Considero esse tempo excessivo.
      Num primeiro momento me hospedei no Luna’s Castle, que fica no centro histórico da cidade (Casco Viejo). É de longe o albergue mais famoso da cidade, onde abaixo tem um bar que enche bastante, inclusive de pessoas que não estão hospedadas por lá. Paguei cerca de 10USD por dia, em quarto compartilhado para dez pessoas e sem ar condicionado. Os quartos são bons e o banheiro nem tanto. O café da manhã foi o mesmo de todos os albergues: Panquecas. A localização é uma das melhores do centro histórico, o que não garante ser boa, uma vez que esta área tem fama de ser perigosa.
      Na segunda vez que fui a Panamá City me hospedei no Mamallena, que é um albergue na parte nova da cidade, em uma área mais tranqüila e com mais transporte. O albergue em si é meio parado, onde todos se reúnem numa sala para ver TV até tarde. As instalações são melhores que as do Luna’s e paguei 12 USD por um quarto coletivo com ar condicionado e capacidade para dez pessoas.
      Para quem está viajando a cidade é basicamente dividida em três áreas: Panamá Viejo, Casco Viejo e a parte moderna.
      **Panamá Viejo concentra ruínas do inicio da colonização espanhola, e o destaque fica por conta de uma torre que você pode subir e terá uma vista legal da parte moderna. Essa área é bem tranqüila para caminhar, em poucas horas você consegue visitar tudo. Aproveite para visitar o mercado de municipal de artesanato, localizado perto das ruínas. Lá você poderá comprar souvenires interessantes a preços baixos.
      **O Casco Viejo é um bairro que está se revitalizando. Você verá casas restauradas, em reforma e algumas ainda caindo aos pedaços (literalmente). Gostei muito da praça principal (onde está a catedral), do Teatro Nacional e da praça onde fica a embaixada da França. Um dia é mais que suficiente. A noite o lugar é meio estranho, como estava hospedado por lá mesmo... saía com uma quantia mínima de dinheiro.
      **A parte moderna ocupa a maior área da cidade, apesar de que turisticamente não tem grandes atrativos. Os únicos lugares que achei bonitos nessa parte foram a Avenida Balboa (lembra de longe o aterro do flamengo, por ser uma via rápida que faz margem com o mar) e uma praça onde está a embaixada da Espanha. Achei as ruas de modo geral seguras. Lá estão localizados os shoppings... fui a três Albrook, Multiplaza e Multicentro. O primeiro é mais popular, ao lado da rodoviária, é bem grande é com muitas lojas. O Multiplaza é o shopping mais premium do Panamá, com lojas caras. O terceiro é um meio termo. A não ser que você queira comprar em lojas top tipo Armani, Chanel, etc... recomendo o Albrook.
       
      Para se locomover na cidade acho que vale a pena usar táxi, é muito barato (o máximo que paguei foi 2,50USD). Os ônibus são um pouco confusos e não achei tão abrangentes (principalmente para quem fica no casco viejo). Se alguém precisar de serviço de taxi, contate o Javier (507) 6686-3692 - não cobrou caro e me pareceu honesto.
       
      Um lugar meio “contra-mão” mas que vale a pena é o Causeway. Trata-se de uma área urbanizada recentemente, com uma marina, restaurantes e um calçadão bem legal, que tem vista para os arranha céus da cidade. A boa é pegar um táxi e, se possível, pedir para que te espere, pois é uma área que o pessoal costuma ir no seu próprio carro, então a oferta de táxi não é alta.
       
      Para comer de forma econômica, o legal é ir aos supermercados e preparar nos albergues (tem uma rede chamada 99c que é boa – inclusive no Albrook vc achará um desses). Se não tiver paciência ou o orçamento estiver maior, vc consegue achar restaurantes por menos de 8usd. McDonald’s, Burguer King, KFC, etc te custarão uns 5 USD. Não achei a comida panameña grandes coisas.
      Para sair a noite, a boa é a Calle Uruguai, que fica na parte nova e, portanto, perto de tudo. No Luna’s Hostel, existe um bar muito bom que fica cheio, inclusive de pessoas que não estão no albergue.
       
       
      **Canal do Panamá
      A visita é obrigatória. Não fica dentro da cidade mas é facilmente alcançado de taxi (ida e volta me saiu a 12 usd - o motorista ficou esperando). A entrada estava 8usd e você tinha acesso aos mirantes da Eclusa de Miraflores, um pequeno museu e uma sala de vídeo. Vale a pena conferir os três. Ainda existem outras duas eclusas, que podem ser visitadas, apesar de que a de Miraflores é a com melhor estrutura. Acredito que deve haver alguma programação disponível para a passagem dos navios. Eu fui na sorte umas 11:00 e vi um navio atravessando. O projeto é impressionante, ainda mais se levarmos em conta que o maquinário da eclusa é o mesmo do começo do século passado.
       
       
      Resumindo... Panamá City
       
      Não espere uma grande cidade como Rio ou São Paulo. A cidade é legal, você achará tudo o que precisa e terá diversão para o dia e a noite. Acho que a boa é ficar de 3 a 4 dias. Gaste seu tempo no Casco viejo, Panamá Viejo, Canal do Panamá e fazendo algumas compras em alguns dos shoppings da cidade (deixe essa etapa para o final).
    • Por lucasfir
      Vou falar um pouco da minha passagem pelo Panamá... Como ainda não tinha tido a chance de pisar na América Central, resolvi por parar lá por 2 noites, como segue:
       
      Moro em Floripa, e fui ao Canadá voando COPA saindo de POA... Na ida uma conexão de somente 10h no Panamá... Na volta seria tranquilo, conexão de 1h... (Para quem não sabe, todos os voos da COPA fazem conexão no Panamá).
       
      A princípio, iria somente cumprir os vôos, sem nenhuma parada, mas em POA começou a bater uma vontade de conhecer melhor o Panamá... Assim, resolvi fazer um stop de 2 dias na volta... (Tá, eu sei, deveria ter feito na ida por causa da longa conexão... Mas resolvi isso já em POA, e meu voo ia até Toronto mas meu destino era Montreal, sendo que esse último trajeto eu iria fazer de trem, e já estava com a passagem comprada sem direito de remarcar...)
       
      Acontece que, na fila para despachar a bagagem em POA, conheci mais 2 pessoas que também estavam indo para Toronto... Lá chegando, resolvemos todos fazer um city tour (30 dólares / 3h)... Aproveitei então para "marcar" os lugares que conheceria no meu stop...
       
      Visão geral do Panamá: passar pela imigração (tanto em conexão longa, como em stop) é tranquila... perguntinhas padrões e só. O país é quente e muito úmido, logo, se resolverem passar alguns dias por lá, não se esqueçam de confirmar que no quarto do Hotel/Pousada/Albergue há condicionador de ar... Alimentos e bebidas em geral com preço excelente (os fast foods lá são no mesmo padrão e preço dos EUA). Não se pode andar com bebida na rua, ou seja, nada de comprar uma cerveja e sair andando... Mas a cerveja lá é muito barata, e as marcas locais são boas, além de que em quase todos lugares servem cervejas mexicanas e americanas também... Os táxis não possuem taxímetro, ou seja, a corrida é na base da negociação, e negocie mesmo (as corridas são baratas, mas alguns taxistas são mais "econômicos" que outros)...
       
      Locais que conheci e recomendo:
       
      * Canal do Panamá: parada obrigatória, entrando há um museu que explica como ocorreu a construção e também há um filme que conta um pouco da história... 8 dólares é o preço;
      * Casco Viejo / Casco Antiguo: parte histórica da cidade, com as igrejas mais bonitas... Foi onde a cidade foi reconstruída em 1673 depois da antiga cidade (Panamá Viejo) ser invadida e queimada por piratas em 1671. Lugar para se perder no mínimo um turno (manhã ou tarde), a noite essa parte é bem agitada por causa dos bares e restaurantes, mas também não é das mais iluminadas;
      * Amador Causeway: calçadão com vários coqueiros que leva e conecta 4 ilhotas, também se avista ao longe os enormes navios... Há uma marina com embarcações de alto padrão e um duty free;
      * Centro Financeiro: não é a toa que chamam a Cidade do Panamá de nova Miami, arranha-céus aos montes...
       
      Há também os shoppings e o enorme duty free do aeroporto... Mas minha intenção aqui era mais falar dos pontos turísticos/históricos que conheci...
       
       
      Buenas!
    • Por Likalessa
      Bom, primeiro quero agradecer as dicas de todos vocês aqui do mochileiros, que me salvaram (e muito) durante a minha viagem !
      Peço também desculpas por ter demorado tanto a colocar minha experiência aqui, se eu esquecer algum detalhe ou alguém tiver alguma dúvida , por favor pergunte!
       
      Aproveitei as minhas merecidas férias para conhecer esse pedaço do paraíso : PANAMÁ
      Viajei no dia 1/jan bem cedo junto com um amigo , chegando ao aeroporto de Tocumen as 16:30h .
      Mal sai do avião e ja senti aquele calor absurdo que vocês comentam aqui .
      Bom, alugamos um carro e começamos a primeira aventura : Achar o Hotel! hahaha . Nos perdemos um pouco (muito) pois o trânsito da Cidade do Panamá é frenético , e pra ajudar tem obras por todo lado devido a construção do metrô. Finalmente encontramos: Hotel La Cresta Inn , no bairro de El Cangrejo. (RECOMENDO: pisicina,ótimo atendimento , restaurante com comidas maravilhosas e baratas e um café da manhã completão!http://www.lacrestainn.com/ ).
       

       

      Por la ficamos 7 dias , conhecendo a cidade , os shoppings, a Calle Uruguay (Rua das baladinhas, recomendo o Alta Bar! ) e o Casco Viejo (conhecemos um guia chamado Sr. Omar , gente finíssima).

       
      Passados os 7 dias foi a hora de cair na estrada... apenas com uma bússola e um mapa muito mal feito olhando o google maps , atravessamos o Panamá até Bocas Del Toro (8 horas de viagem, pelo menos 4 delas numa estrada digna de filme de ação,até mesmo em um trecho de serra o carro balançava tanto com o vento que ia parar na faixa da contramão!)
      Fato engraçado: Toda vez que passavamos por guaritas policiais e percebiam que éramos brasileiros eles abriam um sorriso e faziam brincadeiras sobre "Ciudad de Dios" e "Tropa de elite" hahahah
       
      Mas conseguimos não nos perder e chegamos a Almirante (onde pegava a balsa para ir para as ilhas). Chegamos a ilha principal e escolhemos ficar hospedados num hotel na Isla Carenero (Faro del Colibri, são cabanas lindas q ficam acima do mar http://www.farodelcolibri.com/)
       

       
      Ficamos por lá mais 5 dias , fizemos um tour de barco pelas principais ilhas de lá , deu pra fazer snorkel , ver golfinhos e todas essas coisas lindas!



       
      Bebemos... bememos MUITO! Na isla Carenero tinha um restaurante/bar chamado Bibi's onde o happy hour oferecia qualquer Drink a 2 dolares ! ãã2::'>

       
      Voltamos para a cidade do Panamá (mais 10 horas de estrada, pois dessa vez nos perdemos! hahaha)
      Tiramos um dia para descansar e no dia seguinte (as 5 da manhã) fomos até o Luna´s Castle em Casco Viejo(não se hospedem jamais lá!Atendimento péssimo e parece que detestam Brasileiros, além de ser zoadinho e o preço ser praticamente o mesmo de um hotel razoável ) para ir para San Blas junto com uma agência de turismo (Lam Tours), que faz a viagem de umas 3 horas nos 4x4 pela estrada tenebrosa até o que eles chamam de "porto".De lá pegamos uma "panga"(barco ) e escolhemos ficar na Isla Banedup. Nem vou comentar a emoção de descer numa ilha minúscula(quase) deserta no meio do mar do Caribe... PERFEITO! Ai já se foram mais 5 dias de completa paz e felicidade!

       
      E, por incrível que pareça, lá tem energia elétrica! (a ilha tem um gerador)

       
      Acabou-se o tempo por la, e voltamos para a cidade... passamos mais uma semana só vendo o que não tinhamos visto e fazendo compras (por ser zona livre de imposto lá é o paraíso para isso!) .
      Dessa vez ficamos em um hotel bem mais simples (Hotel Covadonga) mas que tinha restaurante e até piscina (U$ 30,00 Diaria) pois gastamos absurdamente e estavamos com medo do dinheiro acabar, pois nossa passagem de volta era para o dia 24.
       
      Ah, conhecemos um cara enquanto estávamos na ilha , o Luisão (ou Luissaoo, como ele falava) , que foi um verdadeiro guia, quando chegamos na cidade o encontramos novamente e ele nos levou para todos os cantos, mostrando onde ir , onde comer , e acabou virando um amigo (trocamos e-mail direto depois que voltamos de lá).

       
      Curiosidades: Aonde quer que nós fossemos eramos tratados com muita atenção ,gentileza e carinho(os panamenhos realmente adoooram brasileiros, teve um que até deu uma camisa oficial da seleção do Panamá pro meu amigo, só porque ele disse que era brasileiro!)
       
      Guarde estes nomes : PRINCE ROYCE , AVENTURA E ROMEO SANTOS ! Toda rádio que você sintonizar vai tocar reggaeton ou um desses 3 cantores! (Prince Royce é uma versão panamenha do Bruno Mars!hahahah)
       
       
      Bom, acho que consegui mostrar um pouquinho da minha experiência. Pretendo voltar nas próximas férias para lá!!
       
       
      Espero ter ajudado.
      Bjo
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