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Amilton & Poly

Região de Visconde de Mauá/RJ (+Resende, Penedo, Maringá, Maromba) - 4 dias - Nov.Dez/17

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Olá, td bem??:D

 

Eu e meu marido fomos de carro para a região de Visconde de Mauá/RJ, partindo de Campinas/SP.

 

Hospedagem:

Ficamos na pousada Cantinho da Montanha (Maromba/RJ). A pousada é simples mas tem uma vista linda para as montanhas de minas e um café da manhã delicioso com td caseiro feito pela Iracema. Pegamos o quarto simples e tem mtas escadas pra subir ::mmm:, porém quanto mais alto mais linda é a vista. Foi um bom custo-benefício (R$90/dia).

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Dia 1:

Partimos direto para Resende conhecer a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). É enorme, organizado e gratuito. Os cadetes acompanham a visita contando a história da academia que foi criada por D. João VI em 1810.

Por sorte, teria formatura de cadetes no dia seguinte e pudemos acompanhar os ensaios. Foi uma grata experiência.

 

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De Resende fomos para Penedo. Almoçamos no restaurante Truta Viva (https://www.facebook.com/trutaviva/), fica láaaa em cima da montanha pertinho do céu kkkk... o local é lindo, com mto verde e com lagos de trutas. Vá sem pressa pra apreciar cada cantinho.

A forma mais legal de degustar é pescar a truta!!! Sim, lá tbm é pesque e pague. Vc escolhe a forma de preparo e acompanhamentos e só resta apreciar a famosa trutinha nesse lugar mara.

Nós começamos com uma entradinha de pães variados e 3 patês (truta defumada, truta marinada e trutella). Depois partimos para a truta grelhada (que pescamos) ao molho da casa e ao molho de pinhão + batata saute + pirão. Finalizamos com um strudel com sorvete. Que delícia de refeição.

 

 

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Anotem: pratos com trutas são a especialidade da região pois é um peixe de água gelada. Comemos em todos os restaurantes que fomos rsrsrsr

 

Alimentados (mto bem kkk) fomos conhecer um pouquinho de Penedo. Que charme que é! Fomos na Pequena Finlândia, uma galeria a céu aberto que é a coisa mais fofa! Toda decorada, as lojas são lindas e os empórios de comida e chocolates são tentadores. 

Compramos a especialidade da região: patês de truta. Os patês são com diversas combinações mas levamos a de truta simples msm. Queijos, linguiças artesanais, licores etc tbm são deliciosos. Eles fazem degustação. Experimente o patê de mais de uma loja pois alguns tinham só gosto de maionese. Compramos o do Armazém da Vila.

 

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De Penedo para Maromba deu +- 1h montanha acima (com um pedacinho de estrada de terra entre Maringá e Maromba). O caminho parece um conto de fadas, é lindo, desfrute. Fomos direto para a pousada.

 

Dia 2:

 

Que lindo é amanhecer com a vista das montanhas! Coisa mais linda!

Dia chuvoso... qdo deu uma estiadinha partimos conhecer as cachoeiras por perto. No caso foi só ver mesmo já que a cachoeira é gelada e estava friozinho.

Fomos andando até Cachoeira Véu da Noiva e depois até o Poção dos 7 metros. Ambas dão pra ir à pé da pousada e são de facílimo acesso.

 

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Fim da tarde fomos para a Vila de Maringá. É lá onde se concentram os restaurantes e lojas. É lá tbm que tem a ponte de pedestres que interliga a Maringá do Rio com Maringá de Minas pois a cidade é cortada pelo Rio Preto. Vá dos dois lados e perceba a diferença entre elas. São lindas mas cada uma com sua personalidade...

 

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Jantamos no restaurante Zucchine (lado do RJ -https://www.facebook.com/zucchineristorante/). Vc come ouvindo o barulho do rio preto que passa ao lado do restaurante (no almoço deve ser ainda mais lindo). Gente, a experiência foi de estar participando de um ritual. Que comida maravilhosa!! Espia só: couvert com legumes assados, ricota temperada, focaccia, caldinho de 3 queijos/ entrada: polenta de frango com queijo minas e cogumelos/ prato principal: truta grelhada ao tapenade, fetuccine de brócolis, cebola crocante e outras coisas/ Sobremesa: merengue com redução de vinho. Foi demaissssss!!!!!!! Demais!!! Eles utilizam mtos ingredientes da região e de pequenos produtores. Só vá!!!!!!!

 

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Dia 3:

 

Fomos ao Parque Trilha de Montanhas (https://www.facebook.com/trilhasdemontanhaparque/). É uma atração nova em uma propriedade particular. Paga-se R$15/pessoa para ir aos mirantes e cachoeiras/poços. O mirante mais alto fica  a 1480m de altitude (mas fique tranquilo pois são apenas 545m de subida desde a base kkk). A paisagem lá de cima é de tirar o fôlego, linda demais. Pelo caminho tem pé de mexerica, azeda, mas tem kkk. Na descida vá passando pelos poços e cachoeira. Lá é mto bem estruturado: na base tem banheiros, para chegar nos poços tem cordas para auxiliar. Tranquilo e mto bacana...vale a pena. Vc fica lá o tempo que quiser, mas gastamos 2h sendo que ficamos um tempo lá em cima contemplando.

 

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Seguindo um pouco mais pra frente vc chega na Cachoeira do Escorrega. Uma pedra de uns 50m que os corajosos (sem juizo kkk) descem...quem conhece desce de pé...eu heim... lá tem restaurante e várias lojinhas

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Fomos almoçar em Maringá de minas no Café Maringá Bistrô (https://www.facebook.com/cafemaringabistro/). Um ambiente tão acolhedor que dá vontade de passar a tarde toda lá. Pensa numa música ambiente deliciosa e vc olhando para as montanhas através da janela. Ahhhh irresistível! De entrada pedimos panelinha de truta e bruschetta, td bem quentinho e delicioso. Prato principal: pedimos Truta a espanhola com arroz de açafrão, cogumelo e legumes e panqueca de truta (defumada+salmonada) com orapronobis e outros ingredientes e salada com flor comestível (PANC planta comestível não convencional). A panqueca participou da Temporada das Trutas que teve na região e como foi prato especial ainda não estava no cardápio mas foi sugestão deles. Amamos! Me senti mto phyna comendo PANC kkkkkkkkkk. De sobremesa torta de banana, sorvete artesanal e calda de chocolate. Coma rezando baby que é demais!

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Fomos para a Vila de Visconde de Mauá,  uma vila charmosa, com casas antigas e igreja de 1912. É lá tbm onde fica a sede do Pq Estadual da Pedra Selada. 

 

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Fim de tarde fomos tomar um café no Usina Zen (https://www.facebook.com/usinazen/). Fica numa linda casinha azul com decoração primorosa da Domitila. Tem mesas individuais e uma novidade para nós: uma mesa coletiva. Eu diria que mais que coletiva é uma mesa integrativa. Nos sentamos nessa mesa onde já se encontrava um casal, o Matias (filho da Domitila) tocando violão e a Domitila (depois foram chegando e saindo outros casais). Genteee que experiência incrível! Embalamos em vários papos enqto tomávamos o cafezinho! Aliás, a Domitila é uma atração a parte, que papo bom, qto talento (múltiplos: borda, costura, cozinha, tem blog etc etc etc), qto conhecimento que nos passou, nos contou histórias interessantíssimas de Visconde de Mauá e sua atuação na cidade. Ela tem 2 blogs: o Bem te Vi (https://bem-te-viviscondedemaua.blogspot.com.br/) relacionado ao turismo de Visconde e o Memórias da Vila (http://memoriasdavila.blogspot.com.br/), com histórias e informações da cidade. Foi de perder a noção do tempo. Fomos para um cafezinho e saímos de lá quase meia noite com mto conhecimento e novas amizades. Mas não ficamos só no café...Experimentamos uma sopinha delícia de legumes com torrada, manteiga e queijinho e as especialidades da casa:  os famosos Vol au Vent. São massas folheadas com recheios. Pedimos o de frango e depois o de sorvete de creme com calda de pitanga e de maçã com chantily. Uma delícia francesa! 

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Dia 4:

 

Dia de ir embora, mas como Visconde era nosso caminho passamos novamente para conhecer a Aldeia dos Imigrantes lindo local com lojas, onde tbm fica o Centro Cultural de Visconde de Mauá. Iniciou-se nesse dia (03/12) o Bazar de Natal 2017 (até o início de janeiro) só com trabalhos de artesãos da região de Visconde. Obras de arte! Se estiver lá nessa época não deixe de ir.

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Planejamos uma viagem de exploração de cachoeiras. Diante do tempo não favorável para tal mudamos o rumo para gastronomia e experiências com os locais. Posso dizer que foi fantástico. Comidas de verdade com ingredientes naturais e da própria região, valorizando a cultura e economia local. Contato com moradores de forma tão prazerosa e descobrir que ali é um reduto de artistas das mais diversas áreas. Quanto aprendizado. Sou grata por tudo que vivemos esses dias!

Acompanhe nossas viagens no Intagram @polymsousa.

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Quero tanto ir conhecer essas vilinhas *-* Dizem que em algumas tem um ar meio roots, estilo Trindade!

Pensei em trabalhar estilo WorldPackers por lá e ficar umas semanas, acha que vale apena?

beijão, adorei seu relato <3

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Quero tanto ir conhecer essas vilinhas *-* Dizem que em algumas tem um ar meio roots, estilo Trindade!
Pensei em trabalhar estilo WorldPackers por lá e ficar umas semanas, acha que vale apena?
beijão, adorei seu relato

Olá Mariana!!

Maromba eh super roots... Historicamente o movimento hippie foi forte por lá!
Acho q super vale a pena...a região de Visconde eh deliciosa...fomos em dia que estava friozinho e foi mto bomm, um charme. E no calor tem as cachoeiras...sendo assim eh uma região pra qqer época!!!
Recomendo sim!

Bjoo e boa sorte

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    • Por Rodrigues Fran
      Planejo uma viagem para o Paraná e estou aceitando sugestões de qual a primeira cidade a visitar lá?
      Se puderem me ajudar agradesço 😁😘
    • Por sirhc
      Resolvi compartilhar esse relato do nosso pequeno passeio porque muitas pessoas não conhecem a pequena Cachoeira do Monjolinho, localizada logo à entrada da cidade.
      As cachoeiras mais famosas são a Dos Amores, Toldi, Tobogã e Poção.
      DOMINGO, 27/01/2019, 9:00AM
      Fomos de bicicleta. A trilha começa na entrada da cidade, saindo da rodovia e pegando uma estrada de terra, com uma porteira.
      A estradinha passa por um terreno particular, então não recomendo entrar de carro
      Em 10 minutos já avistamos a Pedra do Monjolinho e chegamos à cachoeirinha.
      Há três "piscinas" e há uma trilha subindo a cachoeira, por dentro da água, que não fizemos mas ficará para a próxima!
      No mapa abaixo, a localização aproximada:










    • Por jadebento
      Fala galera, vim aqui compartilhar como foi minha experiência de 9 dias na cidade do rio de janeiro, indo e voltando de onibus (partindo de sp), com pouco dinheiro, ficando 5 dias em um hostel em copacabana e 5 dias na casa de uma conhecida. 
      Estava combinado de irmos embora dia 10 às 11 a.m, entretanto meu amigo pegou uma intoxicação alimentar na sexta feira (dia 8 ) e passou a madrugada inteira no hospital muito mal, então resolvemos vir embora no dia 9 de madrugada, o que não fez muita diferença também. 
      Recomendo muito viajar de madrugada, para mochileiros é bom porque não perdemos o dia no ônibus. É cansativo dormir sentado, mas fazendo um esforço o corpo aguenta o primeiro dia de boa (logicamente se não for uma atividade muito hard). 
      Como disse, eu e meu melhor amigo somos estudantes e gostamos de conhecer os lugares com a maior veracidade que conseguimos, por isso sempre optamos por acampar (prefiro mais do que hostel), mas como muita gente nos assustou com a violência do rio, resolvemos ficar no hostel. No final das contas a violência não é como dizem, só não pode vacilar... Eu preferiria ter ficado em um camping mesmo... 
      Gastamos 300$ no hostel (5 dias); 200$ no ônibus ida/volta SP-RJ; e eu gastei cerca de 600 reais nos 10 dias incluindo alimentação, passeios e presentinhos. Achei uma quantia aceitável para a quantidade de dias, fiquei feliz porque finalmente consegui "controlar" meu orçamento. (geralmente eu sou daquelas que gasta tudo nos 3 primeiros dias). 
      Tivemos que filtrar o que realmente queriamos fazer, então deixamos de fora alguns lugares que também queriamos ir mas que eram mais tranquilos: morro da urca, cachoeira dos primatas, trilha para o cristo redentor, jardim botânico. 
      Não queriamos gastar 44 reais para subir o pão de açucar tampouco 77 para ir para o cristo de bondinho. O intuito da nossa viagem era outro, fica pra próxima. 
      ================================================================================================================================
      Dia 1
      Saimos de SP às 23h30 e chegamos na rodoviária novo rio em torno das 6h. Pagamos 107 reais na passagem, pela expresso do sul.  A rodoviária fica no centro da cidade, então ir para qualquer zona, de uber, não da mais de 30 reais. Vale muito a pena, pois encarar o transporte público carioca, de primeira, com malas, eu não recomendo. 
      A cada da nossa conhecida ficava na zona norte do rio, perto da estação de metro "engenho da rainha" e após nos arrumarmos lá, já fomos em busca de conhecer o local. 
      Nosso primeiro destino foi "A pedra bonita", em são conrado. Para chegar até lá, pegamos o metrô até a estação São Conrado, depois um ônibus "maracai" que sobe o morro e nos deixa na entrada da trilha. 
      Primeiramente, para quem vai utilizar o transporte público, dou a dica de ir atras do "rio card" que é um bilhete único que vale para ônibus, metrôs, trens e brt (um tipo de ônibus que tem uma faixa exclusiva para ele, logo, nao pega trânsito.). Minha namorada tinha me dado o rio card dela, então eu sai na frente; já meu amigo, adquiriu o "giro", cartão que só funciona para o metrô, a acabou colocando dinheiro no meu cartão para os outros meios de transporte. 
      No rio, não existe a possibilidade de comprar um passe de metro que nem em são paulo, ou pagar e simplesmente entrar. Tudo lá funciona com esses cartões que eu citei e mal tem funcionário trabalhando nas bilheterias, pois estão substituindo tudo por máquinas. Salvo o ônibus, que é o unico local no qual o motorista aceita o pagamento em dinheiro. 
      Pois bem, fizemos a trilha para a pedra bonita e foi lindo! (Queria postar as fotos aqui, mas dessa vez ficarei devendo). 
      Se vocês curtirem essa vibe de trilheiros, vai aí algumas dicas também: tentem sempre chegar no começo da trilha antes das 10 a.m, para sofrerem menos com o sol carioca e aproveitarem mais a vista, o mais cedo possivel, melhor. E também tentem sempre ir de dia de semana, pois se não algumas trilhas lotam e o que era pra ser lindo fica levemente estressante. Levem frutas, barrinhas de cereal e sempre no mínimo 2L de água. 
      Lá existe a possibilidade para saltar de asa delta, o que custa 500 reais, então não fizemos infelizmente. 
      Depois descemos de carona o morro e passamos o resto do dia na praia de São Conrado. É linda, vazia, mas um pouco cara e o mar é bem de tombo, então é perigoso. 
      Dia 2 
      Fomos passar o dia na praia do Leblon (a minha favorita). 
      Descendo na estação "Arquero de Quental", a praia fica a 5 min caminhando. 
      Lá é ótimo porque: o mar é tranquilo, é uma praia mais cheia então não é preciso tanta preocupação com a violência, o aluguel de cadeiras e guarda sol foi o mais barato que eu encontrei no rio e tem uma vista linda para o morro dois irmãos.
      Pagamos 10 reais no guarda sol e 5 reais em cada cadeira de praia. 
      Dia 3 
      Fomos fazer um freewalking tour pelo centro histórico (praça mauá, pier restaurado, pedra do sal, etc). 
      Esse tour foi muito bacana, pois eles não tem um preço fixo, então você contribui com o que pode. E além disso eles fazem essa tour que fala sobre a versão africana da história, o que foi algo que muito nos interessava. 
      http://www.riofreewalkingtour.com/?gclid=Cj0KCQiAvqDiBRDAARIsADWh5Telz6uSiMN5Ozwrk42PwL_XYiSesO_NW3FFA8vyUSS_sYuKGNMnVlgaAvUmEALw_wcB
      Depois almoçamos em um bar sujo por 15 reais (incluindo dois latões de antartica). É só perguntar para um taxista ou para alguém na rua aonde tem um restaurante bom e barato que a galera indica com prazer. 
      Dia 4
      Nesse dia, pegamos o metro ate o Arquero de Quental e fomos andando até a entrada do morro do vidigal (cerca de 1,2km; deu uns 30 min). Foi escolha nossa ir andando, da pra pegar um busão tranquilamente. 
      Fomos fazer a famosa trilha do Morro Dois Irmãos.
      Chegando na entrada do vidigal, pagamos 5 reais/cada no mototáxi para eles nos deixarem na entrada da trilha. Fomos no domingo pra essa trilha, e começamos a subir a trilha em torno das 10h, o que foi um erro rude por 2 motivos: por ser mata fechada, o sol não bate direto, mas mesmo assim fica muito abafado o que diminui muito o nosso rendimento na trilha. Foram uns 40 min de subida, o que pra mim foi bem cansativo e ao chegar no pico, tinha mais de 15 pessoas tirando foto etc e tal o que foi um pouco decepcionante, porque perde a paz da vista.  
      Depois aproveitamos o resto do dia no Leblon. 
       
      Dia 5
      Nesse dia tinhamos combinado de ir para a pedra do pontal. É bom deixar bem claro, se for pedir informações, que vc quer ir pra PEDRA DO PONTAL e nao para o PONTAL apenas, pois aparentemente são dois lugares diferentes e o segurança nos disse (quando chegamos no pontal errado) que quase todo mundo comete esse erro. 
      A pedra do pontal fica no recreio, que é mais ou menos depois da barra da tijuca, então é bem longe pra quem está hospedado na zona norte. Pegamos o metro até o jardim oceanico (estação final) e depois começou a saga para chegarmos até lá... Do jardim oceânico há a integração para os onibus do BRT. Entretanto, a galera que trabalha lá é meio confusa ao passar informações, erramos o caminho diversas vezes e como estavamos com celular só para tirar foto, não tinhamos como olhar em aplicativo. 
      O que eu indico é: baixem o aplicativo Moovit e sigam o que ele diz, por mais que as vezes demore mais que o esperado, da certo. 
      De qualquer jeito, pegando qualquer BRT que vá até a alvorada (um dos pontos finais), é só pegar outro BRT e descer na estação gláucio gil (e não estação "pontal"). Aí depois é só andar uns 20 min e a pedra do pontal estará a sua frente. Como erramos o caminho, ficamos na praia da macumba, na qual pagamos cerca de 35 reais em duas cadeiras e guarda sol. Por ser uma praia mais vazia, não passam muitos ambulantes vendendo matte gelado, sacolé, esfiha, empada etc (que são a diversão da praia). 
      Ah, esqueci de falar que quase sempre almoçavamos uma famosa "quentinha" por 10 reais: era o melhor negócio! comida gostosa, barata e em boa quantidade. 
      Dia 6
      Foi dia de irmos mais uma vez com o free walking tour, mas dessa vez para conhecer o centro, os arcos da lapa, o disco voador, a escadaria selarón etc
      Depois almoçamos em um pfzao por 8 reais com os gringos que conhecemos! 
      No final do dia fomos para o hostel, em copacabana. "Hostel solar 4u" que alias é bem mediano, não recomendo, pois o preço para 5 diárias foi 300$. Com certeza devem haver hosteis melhores, por mais que esse fosse bem localizado. Não valeu a pena, pois o lugar tinha bastante pó (sei porque tenho alergia), o cheiro não era agradável, o café da manhã incluso foi bem meia boca e as pessoas nem foram acolhedoras, parecia que não estavamos lá. 
      Como no verão o sol se põe às 20h, conseguimos assistir ao espetáculo que é o Pôr-do-sol na pedra do Arpoador, na praia de Ipanema. 
      É um por do sol em coletivo, ou seja, a pedra fica LOTADA de pessoas, mas é tudo bem sinalizado e zero dificuldades para subi-la. Tem escadinha e tudo. Vale muito a pena. Depois ficamos assistindo uma roda de capoeira, porém decidimos ir embora porque já tinha ficado escuro e iamos andando até o posto 4 em copacabana. O que da mais ou menos uns 30 min de caminhada. 
      Dia 7
      DdDe manhã, resolvemos pegar um uber e ir até o "Museu do Inconsciente", no engenho velho. Somos muito fãs da Nise da Silveira e foi lindo ver todo o trabalho dela de perto e também os frutos que ela deixou. O museu é vivo, ou seja, os artistas pintam lá dentro e conversam, interagem conosco. É bem incrível e impressionante. 
      Depois almoçamos em uma pensão lá do lado, que o segurança nos indicou por 15 reais e pegamos um ônibus para o centro para depois pegarmos o metrô. 
      Passamos a tarde em Copacabana, que ficava a uns 5 min do hostel a pé. 
      A praia é normal, comparada com as outras praias maravilhosas do rio. Na verdade chega até a ser um pouco suja, tem muitas pombas (o que eu odeio), mas todas as barracas aceitam credito, mesmo que seja mais caro para alugar guarda sol e cadeira. Lá cada cadeira é 10 e o guarda sol é 20. Conseguimos pechincha das cadeiras a 7 reais. 
      Depois jantamos em um PF ótimo que encontramos lá e fomos andar na orla, é muito agradável pois tem muitos vendedores vendendo desde caipirinha até passeios turísticos e ao fundo temos as músicas ao vivo dos quiosques que vão desde samba a rock. 
      Paramos em um quiosque, bebemos duas caipirinhas por 20 reais e depois voltamos para o hostel porque o dia seguinte seria o mais puxado. 
       
      Dia 8
      Acordamos cedo, compramos um cacho de banana, dois litros de água e pegamos o metrô até o jardim oceânico. Nossa próxima parada seria a barra de guaratiba, mais especificamente a pedra do telégrafo. 
      Finalmente pegamos a condução certa, qualquer BRT até o terminal alvorada e depois o ônibus 12 "pingo d`agua" o ponto "ilha de guaratiba" (fica ainda depois da praia do pontal e do recreio).
      Descemos e eu, como já estava farta de pegar ônibus e demorar para chegar nos lugares, sugeri que fossemos de mototáxi até a entrada da trilha (ficou 30 reais para os dois). Foi uma pequena viagem de uns 25 min bem agradável e nada estressante, mesmo quando chegamos na parte de morro em que o motoqueiro falou para eu segurar nele ou a moto cairia hahaha no final deu tudo certo...
      Em guaratiba, além das praias selvagens (do perigoso, do meio e outra que eu não lembro agora), temos a pedra do telégrafo e a pedra da tartaruga. A pedra do telégrafo é famosa pelas fotos com ilusões óticas e a da tartaruga é conhecida porque a galera faz rapel lá. 
      A trilha é tranquila e sinalizada até a bifurcação que tem para a esquerda as praias selvagens (3km) e para a direita a pedra do telégrafo (1km). Como queriamos ir primeiro para a pedra, fomos pela direita. Fizemos a escolha infeliz, todavia, de desviar para a próxima bifurcação a direita, que dizia "pedra da tartaruga", pois não queriamos uma trilha engarrafada como estava a do telégrafo. Aí o bagulho ficou sério, a trilha ficou imensa, cansativa, traiçoeira e muito mas muuuuuuuuito longa. Chegamos na pedra da tartaruga quase meio dia, mortos de fome e de cansaço (foi quando descobrimos que deveriamos ter trazido mais comida). Tiramos fotos, ficamos um pouco por lá e resolvemos voltar cerca de 1/3 da trilha para pegar a bifurcação para a praia do meio. Entretanto, a trilha era só de subida, algumas escaladinhas em pedras e eu simplesmente não aguentava mais, estava entrando em fadiga muscular, sol a pino no rosto, perdendo eletrólitos desde o começo da trilha... Conversamos com uns trilheiros que estavam voltando e eles disseram que ainda tinha cerca de 30 min de SUBIDA para chegar na praia do meio, para depois pegarmos outra trilha para ir pra pedra do telégrafo. Não aguentei e nem o meu amigo, resolvemos ativar o modo retirada e voltamos a trilha toooooooooooooda, exaustos. Finalmente chegamos na entrada da trilha, depois de quase 2h de subidas frenéticas, e ai descemos o morro e voltamos de ônibus até o BRT. 
      O nosso erro foi não ter levado mais frutas, gatorade, barrinha de cereal etc e também não ter conversado com os nativos para entender como funcionavam as trilhas. Lá não tem nenhum mapa ou coisa do tipo e depois que você entrou na trilha, basicamente está por conta de deus, pois dificilmente há uma alma viva também. Fizemos o trajeto que geralmente as pessoas fazem para voltar, que é passar por todas as praias e depois pela pedra da tartaruga. Aí a galera vai pela trilha do telégrafo que é mais tranquila. 
      Enfim, aceitamos o ocorrido e voltamos satisfeitos por ter aguentado e visto as praias de cima, lá na pedra da tartaruga.
      Depois desse dia desistimos de ir para a pedra da gávea, achamos melhor voltar em outro momento com a grana para alugar um guia (+/- 200/pessoa) e ir pela P4. E eu, sinceramente, não queria encarar a carrasqueira com a minha musculatura cansada de final de viagem. 
      Dia 9
      Acordamos tarde, almoçamos lá para as 15h no mesmo lugar de sempre e depois ficamos de boa, passeamos na orla e compramos algumas coisas.
      Nosso ônibus saiu as 23h da rodoviária novo rio. 
       
       
       
    • Por Viviany Fernandes
      Boa tarde mochileiros,
      Estou planejando uma viagem de Florianópolis até o Rio de Janeiro de carro, saindo de SC na sexta-feira que antecede o feriado de Carnaval. Estamos indo em 4 adultos e pretendemos ficar no Rio até quinta, depois descer até Paraty, conhecer alguma praia do litoral norte de SP e chegar de volta a SC no domingo seguinte.
      Rio de Janeiro já somos familiarizados, mas nunca fomos de carro. Moramos em Laguna, que fica a 120km ao Sul de Floripa. A ideia é partir daqui na sexta no final da tarde e dormir em Ctba, onde temos familiares.
      Gostaria de dicas de quem já fez o trajeto quanto às melhores rotas, pedágios, se após Ctba é tranquilo de achar posto de gasolina pra abastecer e comer, etc..
      E qto a esse passeio de volta? Paraty e norte de SP? Pretendemos ficar pela região de quinta às sábado... O que vale mais a pena conhecer??? 
      Obrigada desde já!
    • Por Paty Crestani
      Está pensando em fazer um Mochilão em casal e não sabe como começar?
      Juntamos aqui algumas dicas para que essa aventura seja inesquecível.
      O sonho de muitos casais é sair de Mochilão pelo Brasil, ou pelo mundo, esse também era nosso sonho,mas para que sua experiência de Viagem seja um sucesso é necessário organização, juntamos aqui dicas para tornar seu Mochilão em Casal econômico.
      https://mochilaoemcasal.wordpress.com/2019/01/24/mochilao-em-casal-o-que-voce-precisa-saber/


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