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Fala galeraaaaaa!

Sou mochileiro em tempo integral desde julho de 2015, eu era professor universitário, mas acordei e larguei todas as coisas para trás e saí rodar a América do Sul.

Tenho me virado como posso para manter a viagem viajante(kkkk), não tem tempo ruim para trabalhar ou descolar um rango, mas agora estou trabalhando arduamente para comprar uma Kombi e morar nela, sem muita adaptação tirar os bancos e empilhar umas coisas, colocar um Rack no teto e pronto e CLARO o mais importante, dar carona pra galera que estiver percorrendo algum trecho.

Pra isso montei uma vaquinha online, que puder me ajudar com qualquer quantia ou divulgar fico muito feliz, qualquer valor que angariar é um alguma coisa.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/kombosa-das-americas

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    • Por Birigui
      Fala galera! Estou aqui para relatar mais uma trip que fiz aqui na Austrália. A trip foi agora em Setembro de 2020 para Alice Springs e arredores incluindo Uluru.
      Foram 13 dias de viagem percorrendo aproximadamente 2300Kms de Campervan.
      Como sempre vou mostrar meu roteiro e dar umas dicas que funcionaram para mim!
      Roteiro:
      Alice Springs
      Simpsons Gap
      Standley Chaam
      Ellery Creek Big Hole
      Serpentine Gorge
      Ochre Pits
      Omiston Gorge
      Erldunda Roadhouse
      Kings Canyon
      Uluru
      Mount Olga
      N’Dhala Gorge Nature Park
      Corroboree Rock
      Jessie Gap
      Emily Gap

       Como moro na Austrália fiz a pesquisa de passagem aérea e decidi utilizar a Qantas por ter voo direto de Brisbane (cidade a 60km de onde moro) para Alice Spring (onde eu já havia feito a reserva da minha Campervan).
      Devido ao Covid o preço da aérea está bem salgado AUD $797 (ida e volta). Já a Campervan o preço foi muito similar do que paguei na minha trip para a Tasmânia que deu AUD$1350 com seguro extra.
      Segue o link do meu relato sobre a Tasmânia.
       
       
       
      Dicas:
      As locadoras de campervan têm tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico à seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma espécie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$250 no meu cartão de crédito que foi reembolsado após o retorno do veículo, já que devolvi a mesma em perfeitas condições. Como meu ponto de inicio da viagem foi Alice Springs eu fui ao mercado abastecer a Campervan com suprimentos e valeu muito a pena já que muitos lugares não têm mercadinhos e quando tem o preço é bem mais caro do que o vendido na cidade. Compre agua para beber! O lugar é desértico, seco e muito quente. Eu comprei exatos 60 litros de agua e olha que não sou uma pessoa que consome muita agua e os 60 litros foram consumidos por completo e esta agua eu só usei para beber e não para cozinhar. Combustível é outra coisa que se deve ter atenção. Isto porque não tem posto em qualquer lugar e às vezes você dirigi por Kms sem absolutamente nada perto. Então para não ter riscos sempre quando o tanque chegava próximo a metade eu parava e abastecia. Muitas vezes os “postos” são dentro de propriedades privadas e com isto o preço é mais caro, porem não tem o que fazer. NÃO, NÃO, NÃO dirija a noite na região. Isto porque além dos tradicionais animais como cangurus, dingos, etc., no Northen Territory (NT) existem muitos cavalos selvagens (são animais introduzidos e depois abandonados), vacas e bois soltos e por incrível que pareça muitos camelos selvagens também (outro animal introduzido e depois solto) o que pode causar sérios acidentes. Fiquem espertos com os horários de funcionamento dos Campergrounds porque os mesmo costumam fechar as 17:00 hr. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic já que no meio do percurso não existe sinal de celular. Os APPs para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu utilizava o CamperMate ou o Motorhome Republic Travel. Se tiver com mais de uma pessoa indico reservar um Hire private do aeroporto para o centro que sai mais barato e a dica é ligar e reservar com o Sr Denis que é um senhor muito gente boa e que mora por lá já faz anos. Contato 0418 853 075. Os parks na sua maioria ficam dentro de terras Aborígines o que quer dizer que tem suas regras e as pessoas devem respeita-las e em algumas delas a família (é assim que os grupos são conhecidos, se falar que são tribos você estará sendo muito rude com eles) cobra uma taxa de visitação - mas devido ao Covid muitos não estão cobrando. Compre telas de mosquitos para por na cabeça! Isto mesmo!  Tem muita mosca e elas são extremamente chatas e importunas querendo entrar na sua boca, nariz e olhos o tempo todo. Quanto mais quente, mais moscas.
      O verão é a época de chuvas no NT e por incrível que pareça quando chove por lá chove de verdade! Com isto os rios secos ficam cheios de agua o que é muito bonito de se ver. Porem muitas estradas passam por dentro destes rios e no período de chuvas muitas estradas são fechadas. Então se programe para não ter surpresas desagradáveis e perder dias de viagem preso em um ponto ate que o rio baixe suas aguas.
      Agora vamos para a parte que interessa que é a viagem!
      1º dia – Gold Coast/ Brisbane – Alice Springs
      Como moro em Gold Coast e o voo saiu de Brisbane. Eu reservei um estacionamento no aeroporto para deixar o carro durante o meu período da viagem.
      De Brisbane o voo foi direto para Alice Springs onde cheguei por volta das 12:30 hr (mais ou menos 3 horas de viagem).
      Do aeroporto até a cidade tive que pegar um transfer já que não tem transporte publico do aeroporto até o centro.
      Existem algumas opções como taxi, ônibus fretado e motorista executivo (este eu só descobri no ultimo dia).
      Eu escolhi o ônibus que custa AUD$17 por pessoa e ele te deixa na sua hospedagem ou na locadora de carro. É só informar o endereço no momento que está comprando o ticket.
      Como cheguei no domingo e só iria pegar a campervan na segunda eu reservei uma hospedagem em um backpacker chamado Alice Secrets.



      No check-in o manager falou que o centro de Alice Springs é um pouco perigoso para os padrões Australianos ao anoitecer.
      Dei um role pela cidade (que é bem pequena) para conhecer e voltei para o backpacker para tomar um banho, me trocar e ir a um festival de luzes que estava acontecendo por lá e eu não sabia.
      Este festival é anual e se chama Parrtjima e valeu muito a pena ir conhecer, pois além de ser bem legal e bonito é grátis e tem transporte de graça também.

      2º dia – Pick-up a campervan e iniciar a viagem
      Acordei bem cedo e fui tomar meu café da manha na cidade De lá fui andando (aproximadamente 1km do centro) buscar a campervan (negociei com o manager do backpacker de deixar minhas coisas lá e voltar já com a campervan só para buscar).
      Já com a campervan, fui direto para um mercado abastecer de mantimentos e agua potável para ter uma boa autonomia de viagem e aproveitar que os preços do mercado em Alice Springs são exatamente os mesmo de outra cidade da Austrália.
      Feito isto voltei para buscar minha mala no Backpacker e já peguei estrada sentido Oeste de Alice Springs.
      Minha primeira parada foi Simpsons Gap, lá fiz as trilhas e já peguei estrada sentido Standley Chaam.
      Standley Chaam é uma propriedade privada Aborígine então você paga uma taxa para fazer as trilhas mas se acampar no local o preço do camping já te dá direito de entrar e fazer as trilhas e foi isto que resolvi fazer.
      O valor por pessoa é de AUD$18 com chuveiros de agua quente e power site.
       
       
      3º dia – Ellery Creek Big Hole até Stuarts Well Roadhouse
       
      Acordei cedo como de costume, fiz um café da manha bem reforçado e já peguei estrada sentido Ellery Creek. Este ponto tem um waterhole que tem agua o ano todo e pode entrar na agua sem problema.
      De Ellery peguei estrada novamente sentido Serpentine Gorge. Lá o waterhole estava praticamente seco e não pode entrar na agua por ser considerado sagrado.
      O lugar é bem bonito e como em outros lugares não dá para acreditar que ali em alguma época do ano (verão que é a época das chuvas) pode ter agua porque é muito seco.
      De Serpentine fui em direção a Ochre Pits que é uma área considerada sagrada pelos Aborígines.
      Lá existe um paredão com “argila” colorida que era usada em rituais no passado, hoje a família responsável pelas terras ainda tem autorização para coletar esta “argila” para realizar os rituais.
      Saindo de Ochre peguei sentido para Omiston Gorge e novamente o waterhole está praticamente seco e não pode entrar.
      O legal é ver que mesmo no meio de tantas pedras, terra vermelha, existe muita vida.
      Como próximo ponto de interesse, e onde eu iria passar a noite está fechado, resolvi começar a descer para o Uluru e passar a noite em Stuarts Well Roadhouse que é um ponto de descanso já descendo sentido Uluru.
      Aproveitei que passaria por Alice Springs novamente, abasteci o carro e acabei fazendo um almojanta em uma Tavern e passar em Bottleshop e comprar umas bebidas (sobre bottleshop em Alice vou falar um pouco sobre no final).
      Após comer, liguei no lugar onde iria dormir já que o GPS mostrava que iria chegar depois das 17 e queria já deixar reservado para não ter surpresas.
      Cheguei ao local por volta das 19 e já havia escurecido então foi um final de tarde meio tenso já que dirigi por uns 40 minutos já sem luz do sol o que deixa a viagem muito perigosa.
      Como já tenho ideia dos riscos, dirigi com a atenção triplicada e em uma velocidade não maior que 60 km/h para caso apareça algum animal no caminho eu tenha tempo de frear.
      Stuarts Well é apenas um ponto de parada na estrada onde tem o posto de gasolina, restaurante, e na parte de trás do posto fica o campergroud e nada mais.


      4º dia – Erldunda e Kings Canyon
       Como de costume acordar junto com o Sol, tomar um café da manha reforçado, abastecer e pé na estrada sentido Kings Canyon.
      Eu queria ter parado no Rainbow Valley, mas na estrada já tem um aviso falando que é extremamente recomendado para carros 4x4 então achei melhor não arriscar e enfiar uma Campervan de 3.5 T e 9 metros de comprimento e atolar a bagaça e talvez estragar uma parte da viagem.
      Então fui direto para Erldunda que é apenas um local de passagem, mas fica exatamente no centro a Austrália


      Parei para dar uma esticada nos gambitos, tomar um sorvete porque com o calor eu merecia um e depois seguir viagem.
      Neste ponto da estrada ou você segue reto sentido Adelaide (sim a estrada corta o centro da Austrália de Norte a Sul que vai de Adelaide para Darwin) ou entra a direita sentido Noroeste que é o caminho que leva para o Uluru.
      A estrada é uma “reta” interminável com nada em volta a não ser as paisagens alucinantes com cores diversas. E, por incrível que pareça, tem alguma vegetação e muitos pássaros.
      Dirigi por horas sem passar por nenhum carro ou lugarejo. Portanto se o carro quebrar é sentar e ficar esperando alguém passar, já que o sinal do celular não existe.
      No caminho até Kings Canyon passei por outro ponto que queria ter conhecido, mas estava fechado (Mt Ebenezer).
      Chegando em Kings Canyon existe dois campergrouds um chamado Kings Creek Station que fica a 45km do Kings e outro chamado Kings Canyon Resort que foi onde fiquei e ele é a 5 km do Kings.
      O nome Resort é mais porque é um complexo de hospedagem onde tem desde o local 5 estrelas até o Campergroud onde fiquei.
      No local tem posto de gasolina, uma vendinha e um “restaurante” para quem quer comer alguma coisa.
      No Kings Canyon tem duas trilhas uma rápida e outra mais longa e como já passava das 15:00 quando cheguei por lá deixei a mais longa para fazer no outro dia pela manha.
      Após fazer a trilha mais curta voltei para o camperground para ver o por do sol e além do por do sol também pude ver um dingo de role pelo camping.
      4º dia – Kings Canyon – Uluru
      Acordei, comi e fui fazer a trilha mais longa do Kings Canyon que é um loop de 6 km com subidas e descidas.
      Depois da track, lá fui eu para a estrada novamente, desta vez sentido Ayers Rock Resort, que é o vilarejo que dá acesso ao parque onde tem o Uluru e A Olga.
      No caminho a uns 100 km antes de chegar tem um lookout que já dá para ver a pedra Uluru.
      É muito loco porque ainda está distante, mas a pedra já pode ser vista e apreciada.
      Cheguei em Ayers Rock no fim de tarde e reservei 3 dias no camperground.

      5º dia – Uluru e sunset
      E chegou o dia tão esperado que era conhecer o Uluru! Uluru é a maior pedra de monólito do mundo, isto mesmo Uluru não é uma montanha e sim uma pedra gigante de 348 metros de altura.
      Como de costume aquele café da manha reforçado e bora para o park Kata Tjuta visitar a grande pedra.
      Normalmente o parque tem uma taxa de visitação de AUD$ 25 por pessoa por três dias (o ticket já é para 3 dias – se quiser conhecer e fazer todas as trilhas do park - no Uluru e the Olga -  você vai precisar desses dias!). Devido ao Covid esta taxa não está sendo cobrada e a previsão é que ela não seja cobrada até 2021.
      Ver o Uluru de perto é surreal porque é totalmente diferente das fotos e a altura da pedra é de deixar qualquer um de boca aberta.
      Tem uma track de quase 11 km que circula o Uluru e foi esta que fiz!
      O interessante é que o Uluru é uma pedra sagrada para os Aborígines. Então quando você faz a track você pode ver vários pontos que eles ficavam e na trilha tem varias placas contando as historias e tudo mais.
      Você vê pinturas feitas a mais de 600 anos atrás e como eles passavam as informações dos mais velhos para os mais novos. É muito legal saber destas historias!!
      Depois que terminei a track voltei para o camperground para dar uma relaxada e voltei no final de tarde para ver o por do sol num pont the sunset dentro do próprio park.
      Ver a pedra mudar de cor junto com o céu é uma experiência fora do comum.


      6º dia – Atividades free do Resort e Field of Light
      Este dia decidi ficar pelo resort já que como alguns pontos que queria ter visitado estavam fechados eu fiquei adiantado no meu cronograma.
      Então resolvi fazer algumas atividades culturais Free que o resort disponibiliza para todos.
      ·                  Bush Yarns
      ·                  Bush food experience
      ·                  Capturing the Cosmos
      ·                  Didgeridoo Workshop
      ·                  Guide Garden Walk
      Estas atividades iniciam as 10 am e vão até as 4pm sendo um intervalo entre uma para a outra de aproximadamente 20 min então a minha manha e parte da minha tarde foi bem movimentada e cheio de aprendizados.
      No dia que cheguei havia reservado uma atividade chamada Field of light que é uma intervenção artística no meio do deserto com luzes de pequenas lâmpadas de fibra ótica.
      Este evento me surpreendeu porque não estava acreditando muito por ver em fotos (sabemos que nem fotos mostra realmente como é o negócio).
      Imagina um local do tamanho de 7 campos de rugby com milhares de luzes conectadas por mais de 450 km de fibra ótica e no meio do nada......
      É muito loco e bonito porque as luzes vão mudando de cor e com a escuridão e silencio do deserto trás um efeito que é difícil de descrever em palavras.  Custa AUS$ 44 por pessoa e você fica 1 hora andando no meio dessas luzes.

      7º dia – Sunrise e Olga
      Cai da cama as 5 a.m. me troquei e pequei estrada sentido parque para poder assistir o nascer do sol no Uluru.
      Não tomei nem café da manha já que, como a casa sempre ia comigo, resolvi primeiro assistir o nascer do sol e depois faria meu café da manha de frente para Uluru.
      Ver o nascer do sol no Uluru é muito loco porque assim que a luz do sol começa a parecer junto vem diversas cores e vidas do deserto.
      A pedra do Uluru vai mudando de cor com a chegada dos raios do sol.
      Ver o por do sol e o nascer no Uluru é muito loco e interessante.
      Depois do show do nascer do sol preparei meu café da manha reforçado e fui para Olga que é um conjunto de rochas redondas muito loco tmabém.
      No Park Kata Tjuta tem 2 tracks para ser feitas, uma de aproximadamente 1.5 km e a mais legal de 7.5km onde você faz um loop passando entre as pedras do Mt Olga. Fiz essa maior e valeu muito a pena!


      8º Dia – Ross River Resort
      Acordei, tomei meu café da manha e peguei estrada direto para Ross River que fica a 80km ao Leste de Alice Springs.
      Como o caminho passa por Alice Spring, deixei para bastecer a Campervan e comprar algumas coisas que estava precisando em Alice que o preço é melhor.
      O retorno me tomou o dia todo porque fui sem pressa e parando para tirar algumas fotos na estrada e também aproveitei para almojantar em Alice.
      Ross River resort é uma fazenda de 1898 e dentro dela tem o camperground.
      O lugar estava bem tranquilo e relaxante.
      9º Dia – N’Dhala Gorge, Carroboree Rock, Jessie Gap e Elily Gap
      Saindo do Camperground, todos os pontos que eu tinha interesse em visitar ficavam na mesma direção então fui visitando um após o outro até retornar a Alice Springs. Alguns são pontos próximos, lugares sagrados para os Aborígenes e bem próximos da rodovia.
      10º 11º e 12º dias – Alice Springs
      Como acabei adiantando os pontos de visitação devido alguns estarem fechados e outros eu ter gasto menos tempo do que imaginava acabei ficando com três dias sobrando.
      Então fiz algumas pesquisas se valeria a pena subir ao Norte de Alice sentido Darwin para ver algo mas os pontos mais interessantes ficavam a mais de 500km e, perguntando no centro de informação disseram que se eu tivesse subindo seria interessante parar em alguns pontos mas, sair de Alice só para isto, o pessoal do centro de turismo acharam que não valeria a pena.
      Com isto acabei curtindo um pouco mais de Alice visitando:
      Alice Springs Telegraph Station (vale muito apena visitar este ponto histórico) Alice Springs Desert Park Natural Museum Central Australian Aviation Museum Araluen Cultural Precint (Centro Cultural do Aborígene)



      13º dia – Retorno para casa
      Acordei meio sem horário arrumei as malas e organizei a campervan e fui fazer o drop off.
      Chamei o Sr Denis que me levou até o aeroporto, no caminho ele foi contando historias da vida dele e como ele foi parar em Alice Springs e muitas outras histórias.
       
      Visão geral da viagem:
      Como comentei no inicio infelizmente Alice Springs não é um local muito seguro “nas visões Austrália”. Lá foi a primeira cidade que vi muitas grades e cadeados, problemas com álcool; violência doméstica e pequenas “jovens gangs” é comentado na cidade.
      Mas não irei falar muito aqui primeiro para não ser mal interpretado e outra talvez o meu ponto de vista possa ser muito diferente de outras pessoas, então não quero deixar uma visão para não criar um “pré-conceito”.
    • Por Birigui
      Fala galera!! Gostaria de relatar uma viagem que eu e uma amiga fizemos pela Tasmania agora em Março de 2020!
      Foi uma viagem de 10 dias com aproximadamente 2.400 Kms percorridos de Campervan (para quem não conhece é um tipo de Motorhome montado no chassi de uma Van).
      No relato vou dar meu roteiro e algumas dicas que para mim funcionou muito bem!
      O roteiro
      Hobart Bruny Island Port Arthur / Eaglehawk Neck / Blow Hole / Devils Kitchen / Remarkable Cave Mount Field National Park Strathgordon / Dam Cradle Mountain National Park(North gate) Stanley / The Nut Penguin / Bakers Beach / Greens Beach Launceston Freycinet National Park Triabunna / Orford Hobart
      Como moro na Australia fiz uma pesquisa de preços nas CIAs aéreas de baixo custo e fechei a passagem com a Tigerair (Gold Coast - Hobart ida e volta AUD$293). A Campervan usei o Site/ APP da Motorhome Republic que é estilo a Skyscanner que checa todas as lojas de locação de Campervan - AUD$ 1,723 para 2 pessoas, já com seguro total e Km livre). 

      Antes de iniciar o relato da viagem gostaria de deixar algumas dicas que fizeram diferença para mim na viagem.
      Dicas:
      As locadoras de campervan tem tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico a seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma especie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$5000 no meu cartão que foi devolvido após 14 dias úteis do retorno da Campervan (já que não tive nenhum problema). Todos os National Parks cobram uma taxa de visitação e ela é cobrada por pessoa. Porém existe um Passe que dá direito a entrar em todos os parques que vale para um automóvel e até 6 passageiros. O passe custa AUD$60 e é válido por 3 meses. Já os tickets individuais custam em média de AUD$ 16 por pessoa. Então se tiver em 2 pessoas e visitar 2 parques o Pass vale bem mais a pena. site para emitir o Park Pass - https://passes.parks.tas.gov.au/ Para comer eu fazia uma pesquisa em Tavern pelo caminho e dava prioridade para comer neste lugares já que o preço normalmente é bem melhor que restaurantes e os pratos são bem servidos e saborosos. Em média eu pagava AUD$20 a AUD$25 por prato. Muita atenção com o horário de funcionamento de restaurantes, camperpaks, etc., porque os lugares fecham bem cedo para quem está acostumado com as coisas no Brasil. Restaurantes fechavam por volta das 20:00 hs. Camperparks também costumam fechar cedo então se quiserem dormir nos Camperparks é bom ligar antes das 16:00 hrs para reservar (alguns aceitam self-check-in). Existem vários camperparks free porém sem nenhuma estrutura (banheiro, cozinha, etc.) e normalmente estes camperparks ficam nos parks ou na estrada. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic ou para aqueles que quiserem usar o mapa do Google eu sugiro pegar um chip telefônico da Telstra que é a principal operadora de celular da Australia e que me deixava com sinal praticamente 95% do tempo. Os APP para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu usava o CamperMate ou o Motorhome Republic Trave. Quando for programar a rota e o sentido de como irá fazer o trajeto, indico fazer no sentido horário. Isto porque quando você estiver descendo do Norte para o Sul pela costa você estará de frente para o mar, o que te dá a oportunidade de ver várias paisagens lindas. As estradas tem uma pavimentação perfeita porém são bem estreitas e com muitas curvas, subidas e descidas. As velocidades não são altas o que acaba tornando a locomoção um pouco mais lenta. Tomar muito cuidado ao dirigir ao amanhecer, anoitecer e a noite. Isto porque são os horários que muitos animais vem para perto das estradas se alimentar e com isto o risco de atropelar os bichinhos é muito grande (infelizmente você vê muitos mortos pelo caminho). Levar capa de chuva ou roupa a prova d'água porque o clima na Tasmania muda muito rápido e chove bastante pela região. Entre um lugar e outro, é possível parar em vários pequenos lugares e lookouts que são indicados na estrada e não estavam no roteiro.   Agora vamos para a parte que realmente importa que é a viagem.
      1° dia - Hobart
      CDB - Centro da cidade Porto Wellington Park Cheguei por volta das 15:00 hrs horário local e fui direto pegar a Campervan. As empresas de Campervan ficam ao arredor do aeroporto e a que eu loquei não disponibilizava o serviço de pegar o cliente no aeroporto. Por isto, tive que pegar um Taxi até o local que ficava aproximadamente 5 Km de distancia e paguei AUD$ 16.
      Na locadora fiz todo o procedimento e já fui direto para o Camperpark que já havia reservado e ficava bem próximo do aeroporto para fazer o check in e em seguida já fui para o centro de Hobart que fica a 20 Km do aeroporto.
      Estacionei e dei uma volta pela área do Porto e CBD (CBD é como é chamado o centro das cidades). Aproveitei e já parei em um restaurante para almoçar porque já era umas 17:00 hrs.
      Após o almoço resolvi passar no mercado para fazer umas compras e abastecer a Campervan com comida, bebida e água potável.
      Do mercado resolvi subir para o Mount Wellington para ver a cidade de cima! 
      2° dia - Port Arthur 
      Seven Miles Beach Eaglehank Neck Blow Hole Devil Kitchen Port Arthur Historic Site Remarkable Cave Acordei cedo tomei meu café da manha na Campervan e fui caminhando até a Seven Miles Beach já que ficava muito próximo do Camperpark.
      Fiquei um tempo na praia apenas contemplando porque estava frio e chuviscando.
      No caminho para o Port Arthur fui parando em alguns pontos para tirar fotos e conhecer (Eaglehank Neck, Blow Hole, Devil Kitchen).
      De lá já peguei a estrada em direção a Port Arthur Historic Site que é onde tudo começou aqui na Australia. Era o presidio que a Inglaterra enviava os presos para cumprir suas penas que variavam de anos à perpétua (perpétua - porque o preso não poderia mais voltar para a Inglaterra).
      O ticket para entrar no Site é AUD$40 que dá direito a uma visita guiada de 40 min e um passeio de barco pela baia.
      E por ultimo parei no Remarkable Cave.
      3° dia - Bruny Island
      Salamanca Market - feirinha que só ocorre todos os Sábados das 8:00 as 15:00 hrs em Hobart Acordei cedo para pegar o inicio da feira. É uma feirinha com muitas barraquinhas de produtos variados (comida, artesanatos, bebidas, etc). 
      Depois de 2 horas de feira, peguei a estrada sentido Bruny Island. Para chegar na ilha tem que pegar um ferry que custa AUD$ 60 (ida e volta) para carros acima de 6m.
      Chegando na ilha peguei a direção do farol parando no The Neck lookout onde você consegue ver o mar dos dois lados.
      De lá fui para a Lighthouse que tem uma vista muito bonita na extremidade da ilha.
      Iria fazer um outro tracking mas tive um pequeno problema com o freio de mão da minha Campervan o que me consumiu um tempo precioso e tive que desistir e retornar para o continente.
      4° dia - Mount Field
      Trilhas Strathgordon / Gordon Dam Como fui direto da Bruny Island para Mount Field consegui dormir no camping que tem dentro do park nacional o que me economizou tempo para as trilhas do dia seguinte.
      Ao acordar fui pegar informação no centro turístico do park para definir quais trilhas iria fazer e decidi por uma que leva em média 3 horas ida e volta.
      Depois das trilhas peguei o carro em direção ao Gordon Dam que é uma barragem de uma usina hidrelétrica de 1974.

      5° dia - Cradle Mountain 
      Dormi em um Camping Park a 2 km da entrada do parque nacional o que foi muito bom para ganhar tempo de deslocamento.
      No parque visitei o centro turístico para definir qual trilha fazer e acabei fazendo duas delas.
      O legal neste parque que você deixa o carro no centro turístico e pega o ônibus do park que te deixa no inicio de cada trilha.
      Neste park é fácil ver alguns animais peculiares da Australia como os Wallabes (que são os cangurus menores) e o Wombat.

      6° dia - The Nut
      The Nut Stanley Penguin Brakes Beach Greens Beach Iniciei o dia visitando The Nut. É um park nacional que fica em cima de uma grande rocha que tem acesso ou por trilha ou por teleférico e que dá uma visão bem bonita do mar.
      A cidadezinha de Stanley é bem pitoresca e nela foi filmado o "The Light Between Oceans".
      Novamente na estrada fui sentindo Penguin que é uma cidade que tem varias estatuas e desenhos de pinguins (nada alem disto....mas é bem engraçado).
      Não demorei muito na cidade e já fui em direção as duas praias que queria visitar. Nesta duas praias tem vários pontos para fotos e algumas trilhas.
      7° dia - Launceston
      Cataract Gorge St Helens Launceston é a segunda maior cidade da Tasmania com um CBD com muitos prédios históricos que vale a visita.
      Do CBD fui para o Cataract Gorge Park fazer algumas trilhas e ver uma hidrelétrica de 1895.

      Após o park peguei a estrada para St Helens onde visitei alguns dunas de areia e suas praias.
      8° dia - Freycinet National Park
      Bay of Fire Binalong Freycinet Bay of fire é uma baia de aproximadamente 25 milhas que ganhou este nome porque os colonizadores Ingleses viam, à noite, as fogueiras feitas pelos Aborigines.
      Também nesta região as pedras tem uma coloração alaranjada devido a simbiose entre um fungo e uma alga.

      Saindo de Binalong fui para Freycinet, que dentro de todos os parks visitados, é o que tem uma estrutura maior com restaurante e camperpaks.
      Passei no centro turístico para pegar informações das trilhas e acabei fazendo 3 delas (Wineglass Bay, Honeymoon e Cape Tourville).
      9° dia - Hobart
      Triabunna Orford Triabunna e Orford tem saídas para o park nacional Maria Island. Não tive tempo para fazer este passeio já que além do tempo do ferry as trilhas são grande e não entra carro na ilha. Apenas dei uma volta nas cidades e peguei o caminho de volta para Hobart.
      Em Hobart visitei o Tasmanian Museum and Art Gallery que tem entrada free. Subi novamente no Wellington Mount e por fim dei uma volta no porto.
      10° dia - Gold Coast
      No 10° dia apenas devolvi a Campervan e retornei para casa.
       
      Espero poder ajudar o pessoal que está montando seus roteiros de viagem.
      Nos vemos na minha próxima viagem.
       
       
    • Por Bob Alves
      Sou novo aqui. Gostaria de saber lugares q aceitam Kombihome e que posso trabalhar para pagar hospedagem e alimentação se for o caso. Gosto de ir em praias, cachoeiras, Lagos.
      Caso queira ver, tenho canal no YouTube:
      'Seja Como For'
      Insta: @bobalves
       
      https://www.youtube.com/channel/UCo9rA0tPpmgPfC4SzOKPovQ

    • Por Ana Caroline Cunha
      Olá! Como vocês estão?!
      No final de 2018 eu estava morando no Reino Unido, mais especificamente em Londres. Em Outubro eu e meu ex namorado começamos a procurar algo para fazer nas férias dele. Foram várias análises, possibilidades, roteiros, até que concordamos em ir para a Escócia com um casal de amigos dele. Organizamos a viagem mais ou menos uma semana antes de ir e foi um estilo novo e diferente de tudo que eu já tinha feito: iríamos passar uma semana dormindo em uma campervan.
      Vou compartilhar com vocês todos os detalhes dessa viagem que foi a maravilhosa troca que acontece entre culturas, já que meus parceiros desses dias eram todos Australianos e para eles tudo era muito normal. Já eu, fui inserida em um ambiente completamente novo.
      Algumas informações gerais:
      Viagem realizada em outubro de 2018 A nossa saída foi de Londres Passamos 7 dias Não gastamos com hospedagem, nós 4 dormimos em uma campervan, que eu já contei aqui nesse post como foi a experiência Vou colocar os valores em Libra gastados em 2018, com a variação cambial é muito difícil converter para real (principalmente agora, com esse vírus solto por aí e dificultando a vida de quem ganha em real kkkkk). Na época, eu lembro que fiz o cálculo e o resultado foi cerca de R$ 1.500,00!!!! Eu estava muito resistente a essa viagem por vários motivos, mas ao final foi uma das experiências mais legais que eu tive e abri muito minha mente
      Vamos ao meu relato dos dias na Escócia?
      Eu saí de Londres em um ônibus noturno até Edimburgo, custou 37,70 libras ida e volta. Fomos com a empresa National Express, é cansativo passar a noite no ônibus, quase não dormi mas é a forma mais barata de transporte. Nossos amigos foram de trem, a viagem é de 4h e muito mais cara.
      Chegamos em Edimburgo cedo e os outros só chegavam meio dia, então tínhamos a manhã livre para turistar até encontrá-los e ir buscar a campervan.
      Essa foi a primeira vez que cheguei em um lugar sem absolutamente nada definido, foi bem engraçado. Já peguei um desses mini guias que estava distribuído na rodoviária.
      DIA 01 - EDIMBURGO E ST. ANDREWS
      Como chegamos de manhã cedo, fomos logo procurar um lugar para tomar café da manhã. Se tem algo que eu amo no Reino Unido, são os cafés da manhã estilo inglês/europeu. Achamos um lugar bem recomendado pelo aplicativo Yelp e depois de encher a barriga, saímos andando por Edimburgo.
      Eu simplesmente AMEI essa cidade. É uma capital com todas as características esperadas de um país antigo, mas muito mais aconchegante sabe? Não é aquela loucura de cidade grande como Londres. Conseguimos fazer tudo a pé, carregando as mochilas nas costas haha




      Fomos andando por vários monumentos até chegar ao castelo. Não entramos porque custava mais de 17 libras e não podia entrar com mochilas grandes, fica para a próxima. Era bem grande e parecia ser interessante.
      Uma segunda coisa que descobri para visitar em Edimburgo, eram referências de Harry Potter. Dei um Google e descobri que estávamos perto de várias! Tem o cemitério que deu nome a alguns personagens da série como Tom Riddle, duas cafeterias que dizem que J.K. Rowling escreveu os livros, entre outros. Com tempo na cidade, tem os "free walking tour" direcionados a esses pontos. Essas são promovidas a pé, por guias locais, de forma gratuita, mas que ao final espera-se uma gorjeta ao guia de acordo com o trabalho realizado.



       
      Com o fim da manhã, encontramos nossos amigos e pegamos a Campervan. Paramos no mercado para fazer as compras e seguimos para St. Andrews. Essa é uma cidade costeira que é referência em golfe e tem a famosa universidade em que o príncipe William e Kate se conheceram. Andamos um pouco por lá pela universidade, pelo castelo que tinha acabado de fechar e seguimos até o pier.


      Como o dia já estava praticamente no fim, seguimos dirigindo até Perth. Chegamos a noite, encontramos um estacionamento público apropriado para passar a noite e jantamos pizza.
      Acabamos não vendo nada em Perth, infelizmente porque parece ser uma cidade bem fofa! Apenas dormimos porque estávamos todos exaustos.
      DIA 02 - ROADTRIP ESCÓCIA
      Esse foi o dia que começamos a fazer trilhas pelas Escócia.
      Acordamos, tomamos café e seguimos para Dunkeld, mais especificamente uma trilha chamada The Hermitage. No outono, as folhas caídas e o cenário alaranjado me impressionou. Essa é uma trilha curta, cerca de 30 minutos e muito fácil, mas por paisagens lindas. Uma caminhada tranquila, que fizemos até com chuva durante o trajeto mas recomendo a parada.


      Não muito longe, seguimos para a segunda parada do trajeto, chamada Faskally Forest. Essa é uma que não recomendo tanto. É para ser uma floresta encantada, então a noite e com crianças deve ser bem divertido pois tem um show com luzes e música.
      Fizemos mais uma caminhada circular e seguimos para Inverness. Gostaria muito de ter passado uma noite nessa cidade, ela é um pouco maior e é uma delícia! Entramos apenas na igreja St. Andrews, porque nosso objetivo era visitar o Lago Ness nesse dia também. Vale citar que caso não esteja planejando um roteiro como esse de campervan, Inverness é a cidade mais perto do monstro do Lago Ness hahaha


      Seguindo nosso caminho, cometemos um grande erro. O Loch Ness é um lago enorme, com mais de 30 km de distância. Quando já estávamos no meio dele, percebemos que pegamos a estrada errada! É possível ir pelos dois lados e em um deles é possível pegar um passeio de barco, visitar o Castelo Urquhart, entre outras atrações turísticas. Mas no lado que estávamos, não tinha nem espaço para parar!
      Quando percebemos o erro, iríamos perder muito tempo para voltar todo o caminho, então continuamos até encontrar algum lugar para parar e pelo menos chegar um pouco mais perto do Lago:


      Decepcionados e com o fim do dia, seguimos mais um pouco até encontrar o Eilean Donan Castle. É muito bonito e demos a sorte do sol estar se pondo, criando um clima bem gostoso e compensando um pouco o que perdemos na parada anterior. Não entramos no castelo, até porque tinha acabado de fechar, mas essa é uma opção também.
       
      
      Chegou a hora de seguir até encontrar um lugar para dormir e foi a noite que paramos ao lado da rodovia, em frente a um cemitério hahaha. Cozinhamos nossa janta embaixo de chuva e vento, dormimos cedo.

      DIA 03 - ISLE OF SKYE
      No terceiro dia, entramos oficialmente na Isle of Skye. Começamos parando na Sligachan Old Bridge, que foi uma sugestão minha. Estava chovendo, então paramos rapidinho só para umas fotos. É bem bonito ao redor, se não tivesse chovendo daria uma caminhada mais longa.

      Continuamos até Old Man Storr, a primeira trilha maior do roteiro. Foram 2h, cerca de 4.5 km e a grande dificuldade do percurso foi a chuva, vento e frio, mas a vista compensou do mesmo jeito. A trilha é muito bem demarcada e aberta, não tem como se perder e não tem segredo. Só seguir o caminho!

      Lembrando que o casaco GG impermeável foi um patrocinio do meu ex namorado hahahaha



      Quando terminamos a trilha, fomos até Kilt Rock and Mealt Falls Viewpoint, que é uma cachoeira caindo no mar e o vento quase me deixou sem celular! Hahaha. O estacionamento é super perto desse mirante, então não tem segredo! Fácil acesso, com uma paisagem incrível. Além disso, tem umas pegadas de dinossauro que foram encontradas por lá e estão sinalizadas


      A segunda trilha do dia foi a chamada Quiraing. Como já estava mais tarde, o vento estava ainda mais intenso. Novamente parecia que eu ia ser carregada e em vários lugares tivemos que ser bem cautelosos. O total é 6.8km, mas a gente não fez tudo porque as condições climáticas não estavam boas, andamos por cerca de 2h novamente. Se tivéssemos chegado um pouco mais tarde, provavelmente nem seguiríamos o percurso, o vento estava MUITO forte.

      Novamente, a paisagem compensou todo o esforço. Foi um dos dias mais pesados para mim que não era acostumada com trilhas e grandes caminhadas, que foram dificultadas pela força do vento. Mas fiquei muito feliz e orgulhosa de ter completado o roteiro e sentido a imensidão da natureza por lá.
      No fim do dia, após todas essas andanças, chuva, vento, tudo que precisávamos era um banho quentinho! Fomos até o Arainn Fhinn, The Fingal Centre e pagamos para tomar um banho. É tipo uma academia com piscinas, então é tranquilo utilizar o banheiro, com o pagamento de uma taxa pequena.
      Estacionamos e dormimos por lá.
      A CONTINUAÇÃO ESTÁ NO MEU SITE QUE PODE SER ACESSADO CLICANDO AQUI. (ou www.anavoando.com.br) Eu sei, é um saco eu redirecionar pro meu site privado, mas o conteúdo é exatamente o mesmo e estava me dando um trabalhão carregar as fotos aqui, porque são arquivos pesados e eu estou com preguiça hehehe Desculpaaa!!!! 😫😫😫
      Bônus: eu descobri que a menina que estava com a gente tinha uma mapa completinho de tudo que a gente fez, onde estacionou e tal, copiei ele e está aqui para vocês acessarem as informações e terem uma visão geral do que eu fiz, mas esse mérito e empenho não é meu, é dela ok?! Espero que ela não se importe, mas acho que nunca nem vai ver hahaha CLIQUE AQUI para acessar!
       
      Que experiência! O ponta-pé nas minhas viagens de natureza, assim como totalmente fora da minha zona de conforto, mas saí muito realizada e feliz por ter me aberto a essa oportunidade, mesmo estando em um momento bem delicado emocionalmente da minha vida. Foi uma excelente forma de finalizar minha temporada no UK.
      Espero que tenham gostado desse post e que eu tenha plantado uma sementinha para ir visitar esse país incrível que nem sempre está na prioridade dos brasileiros. A Escócia ganhou meu coração
      Podem me acompanhar também pelo Instagram: anavoando e no site www.anavoando.com.br
      Se tiverem qualquer dúvida, é só perguntar!! ❤️ 
    • Por [email protected]
      Ter uma história com uma Kombi é bem comum entre os brasileiros. Eu mesma me recordo das histórias de infância, onde uma Kombi era utilizada como transporte escolar na minha cidade. Tenho certeza que que muitos de vocês já se depararam com uma Kombi com aquela faixa amarela escrito “ESCOLAR”, não é mesmo?!
      Kombi Escolar
      Nenhum outro veículo já produzido tem tantas histórias para contar como a Kombi. No Brasil ela foi fabricada de 1953 a 2013, completando 60 anos de produção, sendo um dos veículos que mais participou da vida dos brasileiros. Uma “senhora” com mil e uma utilidades, que vão desde sua utilização no comércio à fins particulares. Diversos jornais e revistas vinham em kombis, assim como outros segmentos que a utilizaram: aviação, correios, imprensa, exército, hospitais, supermercados, entre outros.
      Hoje é muito comum vermos Food-Trucks (traduzido do inglês para “caminhão de comida”) ou MotorHomes (“Casa sobre Rodas”) sendo adaptados em Kombis. A versatilidade desse veículo não tem limites!
      Food Truck
      A criatividade do povo brasileiro em usar a kombosa vai além de “casas sobre rodas” ou “carros de comida”. Hoje já existem Kombi adaptadas como estúdios fotográficos, choperias móveis, lojas ambulantes, escritórios sobre rodas e uma infinidade de usos que revelam que mesmo que a produção desse veículo tenha se encerrado, sem dúvida continuará participando de nossas vidas por muitas décadas.
      No entanto, uma das facetas da “Kombi” que mais vem chamando atenção nos últimos anos é a sua utilização como “motorcasa”, ou como já é conhecida popularmente: Kombihome. É cada vez mais comum vermos notícias de pessoas que decidiram transformar a Kombi em Motorhome e utilizá-la para viajar ou até mesmo morar dentro desse veículo adaptado.
      E os motivos desse “movimento” estar ocorrendo, particularmente no Brasil, entrelaça a história da Kombi com as características do nosso povo.
      Antes de mais nada, é importante ressaltar que a cultura dos Motorhomes nunca foi muito popular na nossa terrinha. Diferente dos Estados Unidos e Europa, o Brasil possui poucas fábricas especializadas em construção de Motorhomes (a maioria localizadas na região sul do nosso país). Não consultei nenhum artigo ou pesquisa que explique essa realidade brasileira, mas poderia “chutar” algumas razões, como: estradas mal cuidadas, postos de gasolina sem infraestrutura, o preço dos combustíveis, falta de segurança, e talvez o principal motivo na minha opinião, que é a situação financeira e a renda per capita do trabalhador brasileiro. Afinal, pra quem ganha um salário mínimo (a maioria da nossa população), adquirir um veículo apenas para viajar com a família é um sonho muitas vezes inalcançável.  
      Típico Motorhome Americano
      Os valores variam muito, mas a média de preço de um motorhome básico está na casa dos R$70.000,00. Isso porque esses veículos muitas vezes são adaptados em vans ou chassis de caminhão, o que já torna o custo inicial muito elevado. No entanto, o brasileiro parece ter “redescoberto” um veículo barato, com razoável espaço interno e muito popular em nosso país: a Kombi. As vantagens dessa velha senhora não param por aí: mecânica simples, fácil acesso a peças de reposição e principalmente: manutenção barata. Para se ter uma ideia, certos reparos no sistema de transmissão de uma van são mais caros que o motor inteiro de uma kombi.
      E é por se adaptar a realidade financeira da população brasileira, que as Kombihomes estão virando febre por aqui, e ganhando cada vez mais o coração das pessoas.
      Nós adquirimos a nossa em março de 2017. Trata-se de uma Kombi ano 2010/2011, modelo Standard, motor flex 1.4. Inicialmente estávamos de olho em modelos mais antigos, fabricados entre 2003 e 2009. No entanto, as opções que encontramos não estavam bem conservadas, apresentando pontos de ferrugem na lataria e alguns problemas mecânicos. Ao encontrarmos com a Chica (nome carinhoso com que batizamos nossa Kombi), foi amor à primeira vista. E mesmo com o preço de venda estando um pouco acima do planejando, acabamos ficando com ela. Levamos ela para a casa por R$20.500,00, pagos à vista.
      Muitos parentes e amigos questionaram a escolha da Kombi, em detrimento de veículos com maior espaço interno, como as Vans, ou com motores mais potentes, como as caminhonetes 4x4. A verdade é que a Kombi foi a escolhida por ser a única que se encaixava no nosso orçamento. Apesar das boas lembranças que eu e meu marido tínhamos da Kombi, não nos considerávamos “fãs” do veículo, assim como alguns colecionadores e amantes de Kombi.
      Basicamente o que nos levou a escolher a Kombi foi seu baixo custo. Claro que depois de 1 ano viajando, a Chica acabou se tornando parte da família, recebendo muito mais carinho que um carro comum está acostumado.
      Entretanto, nem tudo são flores! Assim como qualquer veículo, a Kombi também tem seus pontos negativos. Mas isso é assunto para o próximo post...
      Mesmo não sendo o melhor, o maior ou o mais bonito motorhome, a Kombi vem atendendo perfeitamente nossas demandas de uso e nos proporcionando a oportunidade de realizar o sonho de viajar por nosso país.  
      Para saber mais sobre o universo de motorhomes e Kombihomes, acesse nosso canal no Youtube ou nosso perfil no Instagram. Eu tenho certeza que você vai se encantar com esse estilo de vida que vem seduzindo cada vez mais pessoas.
      Kombihome Chica - Na Estrada  
      Youtube:https://www.youtube.com/naestrada
      Instagram: https://www.instagram.com/naestradadekombi
       
       
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