Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
Entre para seguir isso  
Vou e Volto Já!

OURO PRETO|MG- ONDE SE HOSPEDAR EM OURO PRETO

Posts Recomendados

OURO PRETO|MG- ONDE SE HOSPEDAR EM OURO PRETO

 
Depois de tantas vezes tentando, planejando, replanejando ir para Ouro Preto, finalmente conseguimos, no feriado da semana santa de 2016. E ainda aproveitamos para dar uma esticadinha em Mariana.
 
Saímos da nossa cidade 23:50 e chegamos em Belo Horizonte por volta de 4:30 da madrugada, caindo um toró daqueles!Compramos a nossa passagem de Belo Horizonte para Ouro Preto online, via site da viação Pássaro Verde para as 6 horas. A viagem foi muito boa, saiu no horário previsto, a estrada é muito boa com uma vista linda das montanhas mineiras. Se o transito estiver bom a viagem dura em torno de 2 horas somente.

Descemos na rodoviária de Ouro Preto as 8 horas da manhã, e decidimos ir andando para o nosso hotel. Já havia feito o trajeto pelo google maps, então achei tranquilo o percurso. Até o nosso hotel são 800 metros de decida. Ficamos hospedados na Pousada Nello Nuno, que fica a apenas 220 metros da Praça Tiradentes. 
 
Pousada Nello Nuno
Pousada Nello Nuno
 
Trajeto da rodoviária para Pousada Nello Nuno - ouro preto
Trajeto da rodoviária para Pousada Nello Nuno

A pousada é pequena, familiar, limpa, atendentes super atenciosos e prestativos, café da manhã bem mineirinho com direito a broa de fubá e pão de queijo quentinho. Amei e com certeza ficaria novamente. Ahh..o hotel fica em uma ladeira...massss..não vi nenhum que não ficasse rsrs a diária começava meio dia , mas como o quarto estava vago ela nos deixou entrar. Sem acréscimos, adoro!  Aproveitamos para dar uma cochiladinha. 
 
Pousada Nello Nuno
Pousada Nello Nuno
 
Valor Passagem de Belo Horizonte para Ouro Preto: R$33,25
Valor: R$200,00, mas aconselho a consultar diretamente no site para poder ver os valores atualizados.
📍 R. Camillo de Brito, 59 - Centro
🏠 Mais informações: www.pousadanellonuno.com.br

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
Entre para seguir isso  

  • Conteúdo Similar

    • Por f0soare
      Olá pessoal..
      Tenho acompanhado bastante e vejo que surgem bastante pessoas novas quase que diariamente em busca de informações para sua primeira viagem, que não é bem exatamente um mochilão, mas sim uma viagem de férias. Há o guia para orientação (https://www.mochileiros.com/blog/mochilao#Como_economizar_na_hospedagem), que ajuda bastante mas ele acaba não entrando muito nos detalhes de um dos principais e mais importantes (minha opinião) pontos da viagem: A Hospedagem. 
      Como eu tenho realizado pelo menos uma viagem ao ano, também tenho muitos amigos que se vêem na mesma situação em relação a contratação de Hospedagens e me procuram para ajudar a dar uma economizada. 
      Não sou expert no assunto, então gostaria de deixar a pergunta aqui para compartilharmos as "táticas" usadas para economizar neste ponto que consome uma grande fatia do orçamento da viagem. Sei que muitos vão falar, para economizar fique em Hostel... mas nem todos querem ou podem usar por diversas questões (viajar com família e não querer compartilhar quarto, banheiro, etc.)
      Vou começar falando o que eu faço para me organizar com hospedagem:
      1 - Depois de definir quanto tempo ficar em cada lugar, procuro os Hoteis em sites de buscadores para identificar o melhor preço para o Hotel que atende as minhas necessidades.
      2 - Faço a mesma busca no Airbnb. Dou preferência ao aluguel de apartamento, pois geralmente é mais barato e você pode realmente viver a cidade, mas só uso este tipo de reserva em estadias de 3 ou mais dias. Estadias de 1 ou dois dias, prefiro Hotel devido a questão de check in e check out (geralmente por sair cedo ou chegar mais tarde).
      3 - Dou uma olhada no site do Hotel de menor preço do buscador para ver se não tem um preço melhor por ali (geralmente não)
      4 - Começo a fazer isso uns 6 meses antes da viagem. Escolhido o Hotel, sendo os preços similares no buscador, sempre dou preferência ao Hoteis.com (Muita gente prefere o booking, mas em minhas pesquisas o preço geralmente é igual nas duas plataformas). Mas por que eu uso o Hoteis.com? Pelo fato de sempre haver cashback no Meliuz (mínimo de 2%) e pelo programa de fidelidade onde a cada 10 estadias, você ganhar uma grátis (isso no fim acaba sendo um desconto de 10%, já que com certeza vou usar ela no futuro). Então se o preço estiver igual no buscador ou com diferença menor que 12%, eu não compro em outro site.
      5 - Faço reservas sempre com cancelamento grátis e pago parcelado (sou trabalhador brasileiro né, não sobra muita grana no mês). Quando chega próximo a data máxima de cancelamento e tenho certeza que não vou mais alterar meu roteiro, faço uma nova busca no mesmo Hotel. Se a tarifa sem reembolso por cancelamento estiver mais barata, faço nova reserva e cancelo a anterior.
      6 - Se meu destino não é as grandes cidades, procuro ficar hospedado nas cidades ao redor que sejam de fácil acesso a elas e mais baratas (Ex.: Para visitar Florença, me hospedei em Pistoia, Para visitar Mônaco, fiquei em San Remo, etc.). Claro que faço isso pois geralmente eu alugo carro para me locomover, então andar uns 50km não é sacrifício para mim....
      7 - Café da manha, só se for grátis ou estiver muito em conta, mas dou preferência a sem café para poder aproveitar as padarias/cafeterias locais..  
      Enfim, essa é a tática que eu uso e quando comparo com parentes e amigo que também viajam com frequência, vejo que consigo fazer mais por menos...
       
      E você, o que faz para economizar na hora de escolher um Hotel?
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. 
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. 
      Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar.
      Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. 
      Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios.
      Então vamos ao que interessa:
      Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai.
      Saída de Blumenau: 22/12/2018.
      Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018.
      Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018.
      Chegada em Blumenau: 03/01/2019.
      Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas.
      Roteiro/Condição das estradas/Pedágios:
      Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km.
      Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento.
      Pedágios:  Nenhum.
      Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km.
      As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil.
      Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65)
      Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos.
      Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos.
      Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos.
      Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. 
      As estradas também são muito boas.
      Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles.
      Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos.
      Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km.
      As estradas também são muito boas.
      Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama.
      Pedágios:  Nenhum.
      *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. 
      Hospedagem:
      Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia.
      Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina).
      Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina).
      Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile).
      Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018.
      *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis.
      Câmbio:
      Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS.
      Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15.
      Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15)
      R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10)
      Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama.
      O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real).
      Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154)
      R$ 1 Mil reais trocados em  San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170)
      *Compare antes de trocar seu dinheiro.
      Combustível / Postos de abastecimento:
      Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada).
      Infinia: variava de 45 a 48 pesos.
      Super: variava de 41 a 44 pesos.
      *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF.
      *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem.
      Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile).
      Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.)
      GPS:
      Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps.
      Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line.
      Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
      Seguros obrigatórios para seu carro:
      Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros.
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente.
      No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile".
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. 
      *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra.
      Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos.
      Seguros para você:
      Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. 
      Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades.
      Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso.
      Itens obrigatórios para o carro:
      Na Argentina:
      Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro.
      Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis.
      Segundo eles, os itens obrigatórios são:
      - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos);
      - 02 triângulos de segurança;
      - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco).
      E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios)
      - Kit de primeiros socorros;
      Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios.
      No Chile:
      Considerar todos os itens obrigatórios citados acima.
      E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também.

      Observação:
      Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento.
      Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro.
      No Chile não fomos abordados.
      Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo.
      O atendente solicita os documentos do carro e identidades.
      Preenche um formulário no computador.
      Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile.
      Não tem custo.
      Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas)
      A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama.
      Tem 06 guichês.
      É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido".

      Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina.
      Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa.
      Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro.
      Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem.
      Não tem custo.
      *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez.
      Espero que tenham gostado dessa primeira parte.
      Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne.
      Um abraço.
    • Por Philipe Santos
      Boa Tarde,
       
      Preciso de ajuda rsrs.
      Estou planejando um Mochilão pela Europa em agosto de 2019. Vou com minha namorada, vamos ficar 30 dias, passaremos por 7 países. Mas o que tem tirado meu sono são os documentos para passar pela imigração. Estamos dividindo os custos da viagem; então alguns comprovantes de hospedagem estão no nome dela e outros no meu nome, como comprovar que temos hospedagem para todo o período? Podemos passar juntos?
       
      Outra duvida é sobre o comprovante de subsistência, quando sairmos do Brasil já vamos com passagens de ida e volta, hospedagens e locomoções internas pagas. O valor que levaremos será para alimentação, passeios e compras. Vou levar extrato financeiro da minha conta, meu cartão de credito (limite bom) e estou tentando abrir uma conta no N26 para transferir a maior parte do valor para lá e claro levar uma quantia em dinheiro. Minha duvida é sobre os comprovantes do minha namorada; não poderemos utilizar extrato da conta dela e também não tem cartão de credito. Também estamos tentando abrir uma conta no N26 para ela, mas o valor que mandaremos não é suficiente comparado com o mínimo que eles podem pedir na imigração. Posso de certa forma ser responsável financeiro por ela? Utilizando meus comprovantes para mostrar que ela terá como se manter? Pq somando os nossos comprovantes juntos conseguimos o mínimo necessário, só que grande parte estará em meu nome, como o cartão de credito. E não consigo colocá-la como adicional.
       
      Me ajudem por favor, preciso resolver essas questão para continuar com o planejamento.. kkk
    • Por alana.barros
      Oi mochileiros, como vcs estão?
      Sempre leio muitos relatos aqui do site para me ajudar nas minhas viagens e quando viajo acabo esquecendo de postar (my bad, eu sei #naomejulguem), então aqui vai esse relato com algumas dicas práticas desses dois lugares maravilhosos.
      Fazia muito tempo que queria conhecer Ouro Preto, então aproveitei o feriado prolongado e resolvi matar a vontade. SP tem um bus direto pra lá que sai às 22h da rodoviária do Tietê, porém como eu trabalho até às 23h era inviável pra mim. Resolvi então pegar o bus das 23h até BH, passar um dia lá e só depois partir pra Ouro Preto. Confesso que a princípio eu estava com zero vontade de conhecer a capital de Minas, mas dando uma pesquisada me animei um pouco e agora, após já ter ido, recomendo muito a cidade e quero voltar pra ver mais coisas. BH tem muita opção cultural, vida noturna e natureza, coisa que você não consegue ver nem a metade em só um dia, mas bora lá pro relato.
      Dia 1 – 15/06/17
       
      Saí de São Paulo dia 14/06, peguei o busão pra BH às 23h na Rodoviária do Tietê. Comprei antecipadamente pela Viação Gontijo, a viagem foi bem tranquila e a passagem custou uns R$ 120,00. Cheguei na Rodoviária de BH umas 7h e pouco e aproveitei pra já comprar a passagem pra Ouro Preto pro outro dia. Pelo que eu vi só tem uma companhia que faz o trajeto pra lá então a fila da bilheteria tava bem grandinha. Comprei a passagem pras 11h (tem ônibus de hora em hora pra lá) do dia 16/06 pela viação Pássaro Verde, pagando R$ 32,80. Passagem comprada, bora pro hostel. Saí da rodoviária, atravessei o estacionamento/pracinha que tem lá em frente e fui andando pra Avenida Afonso Pena, 354, onde peguei o ônibus 4032 (R$ 4,05).
      Reservei o Hostel Savassi, no bairro Savassi (ah vah!), que eu tinha lido que era bem localizado, com várias opções culturais e noturnas (motivo real oficial pelo qual me hospedei lá). Já tinha deixado reservado previamente pela Booking, peguei quarto feminino com 6 camas e café por R$ 45,00 a diária. O hostel é bem legal, staff super solícito (inclusive esse caminho de bus normal da rodoviária até lá foram eles que me ensinaram a fazer), tem locker grande pra cada hóspede nos quartos, já com cadeado, tomada individual na cama, café da manhã bem completo, com pão de queijo, bolo, suco, iogurte, etc e uma localização ótima, perto de várias lojas e bares (tava tudo fechado enquanto eu estive hospedada porque era feriado, mas deu pra sacar que o bairro é excelente).
      Enfim, desci do bus praticamente na rua do hostel, foi bem tranquilo ir de transporte público e mochila nas costas, cheguei lá, fiz todos os paranauês do check-in e tals e segui andando pra dar uma volta pela cidade. Passei primeiro na Praça da Liberdade,  que é bem próxima ao hostel e é onde ficam concentrados muitos dos museus da cidade; dei uma volta, tirei umas fotos e segui caminhada pro Mercado Municipal. Os museus e centros culturais da praça são incríveis, mas eu queria tentar fazer o máximo de coisas possíveis no dia, então não entrei.
      Cheguei ao Mercado em uns 20 minutos; vale a pena a visita pois tem de tudo lá: desde comida, passando por bares e restaurantes até animais. Passeei bastante por lá, comi um pão de queijo (R$ 2,70) e duas empadas no Ponto da Empada, que é bem tradicional em BH e é muitooo boa. Comi de carne com jiló (amo jiló gente, aceitem hahaha) e bacalhau, cada uma foi R$ 3,50. Saí de lá, dei mais uma voltinha pelo centro e peguei um ônibus da MOVE pra Pampulha (R$ 4,05). Desci na estação Santa Rosa e fui caminhando para a lagoa, sentido Casa do Baile. Cheguei lá, tirei umas fotos, apreciei a vista, comprei uma breja e continuei caminhando sentido Igreja de São Francisco de Assis, sempre parando pra sentar um pouco e apreciar a Lagoa, que é lindíssima. Cheguei na Igreja, tirei umas fotos, caminhei e fiquei por lá vendo o movimento um pouco; meu plano era continuar a caminhada até a  Casa JK. Só que nisso vi que tinha um parque de diversões do lado de onde eu estava, o Parque Guanabara, e lá tinha, além dos outros brinquedos, uma roda gigante e um elevador/torre (o famoso Turbo Drop, pros órfãos do Paycenter, igual a mim). Ahhh, mas não deu outra, lá fui eu (com 26 anos na cara) pro parquinho ! Chegando lá você paga R$ 2,00 pra entrar, R$ 2,00 do cartão pra colocar os créditos (que eles te devolvem se você devolver o cartão e se tiver pago em dinheiro) e o valor que você quer carregar pra ir nos brinquedos (cada atração tem um preço diferente). Comprei uma ida na torre e uma na roda gigante (R$ 8,00 cada) e posso dizer que vale muitooo a pena! A vista lá de cima é incrível dos dois brinquedos, e na torre tem um lado que você senta bem de frente pra lagoa. Fui a primeira vez, tirei umas fotos mas fiquei com medo do celular sair voando de lá de cima, então não tirei de lá do alto. Depois que eu vi que tava tudo sob controle, e depois de ir ver o por do sol na roda gigante, voltei lá e peguei o finzinho de tarde e mais uma vista incrível da Pampulha lá de cima; sério, foi melhor e mais divertido que qualquer mirante.
      Peguei outro ônibus da MOVE (R$ 4,05) em um ponto em frente ao parque e desci perto do hostel. Voltei pra lá, comprei uma breja e fui pra área comum fumar um cigarro e fazer uma social. Conheci então o Dan, um americano que já estava morando a algum tempo no Brasil, e a Nana, uma argentina muito gente boa que havia acabado um intercambio no Rio de Janeiro, onde estava estudando medicina. Ficamos conversando sobre a vida e tomando breja, até que animamos e decidimos ir num bar/café perto do hostel chamado “Café com Letras”. Nos arrumamos e partimos pro bar, que é uma graça, tem ótimas cervejas artesanais e comida boa. Ficamos mais um tempo lá bebendo e gastando nosso inglês, espanhol e português e decidimos esticar a noite e ir numa balada conhecidinha de lá chamada DDuck. Fomos pra balada só que eu não animei de entrar por motivos de cansaço, fome e música eletrônica/pop que não são muito minha praia, mas no outro dia Nana e Dan me contaram que a balada foi animadíssima. Saí de lá e dei uma passada no BK, que fica aberto até às 5h, pra matar quem estava me matando hahaha. Comi um lanche  e voltei pro hostel pra ter meu sono de beleza em uma cama de verdade, pois em algumas horas iria pra tão esperada Ouro Preto.
      Vale ressaltar aqui que fiz (emos) esse trajeto noturno de hostel/bar/balada/BK/hostel todo a pé, pois tudo é muito perto no Savassi, tinham várias pessoas na rua e o bairro passou uma boa sensação de segurança. Vale ressaltar também que eu sou mega sedentária, mas quando to viajando gosto de caminhar bastante pra conhecer as coisas, então se eu consigo vocês também conseguem gente hahahahaha.
      Dica I: comprei todas as passagens antecipadamente e também reservei os hostels pq já queria deixar tudo pago, mas recomendo muito o aplicativo do Blablacar, pois dá pra arrumar várias caronas e economizar grana, ainda mais em feriado. Em relação aos hostels, dessa vez fiz as reservas pela Booking, mas dependendo do lugar fica mais barato reservar diretamente com eles, pois tem local que repassa o valor que não será pago com comissão em forma de desconto, vale a pena dar uma olhada.
      Dica II: Sou meio péssima pra pedir informações na rua, então baixei o mapa de BH off-line no celular pra ir me guiando e também usei muito o aplicativo do Movit, que eu uso muito aqui em SP, mas que funcionou maravilhosamente lá. Foi assim que descobri os busões pra Pampulha (e com Google Maps também).
      Esse foi o dia 1 gente, ainda tem mais de Ouro Preto...
       
       















×