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Em Algum Lugar do Mundo

O que fazer em Singapura: roteiro 3 dias

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Conheça as principais atrações, confira dicas e Informações essenciais para quem quer visitar Singapura.

O que fazer em Singapura em até 3 dias:

Dia 1: Singapore City Gallery, Chinatown & Boat Quay

Singapore City Gallery

Comece seu tour pela Singapore City Gallery, uma galeria interativa bem legal, onde você pode conhecer mais da história local. Lá tem uma maquete enorme, sendo uma projeção de Singapura para daqui a 100 anos!

Chinatown

Para curtir Chinatown, abra a mente e esteja aberto para absorver todos os detalhes. Vá sem pressa e curta os mercados, cafés, restaurantes e lojas - parece que você está em outro país!

Boat Quay

Saia de Chinatown e caminhe por mais de 10 minutos até Boat Quay. Aqui era um cais, onde chegavam mais da metade das mercadorias de Singapura. Ali você encontra restaurantes, bares e arranha-céus modernos.

Para acessar o post completo com as principais atrações de Singapura, além de várias dicas úteis para o planejamento de sua viagem, é só acessar: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-singapura/

image.thumb.png.397515ced93adab60c1718e7a129a5c9.pngSingapura_logo-49.jpg

 

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  • Conteúdo Similar

    • Por rodrigovix
      Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
      Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
      Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
      Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
      Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
      Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
      Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
      Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
      Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
      Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
      Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
      Capítulo 11:
      Capítulo 12:
      Capítulo 13:
      Capítulo 14:
      Capítulo 15:
      (continua...)
      Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?
      Então segue lá no instagram @queridopassaporte
      Faaala, meu povo!
      Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.
      Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.
      Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 
       
      Agradecimentos
      Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:
      Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha
      Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.
      Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 
      E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.
      Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.
       
      A viagem
      Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!
       
      O Roteiro
       

      O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.
      Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).
      O roteiro ficou assim:
      11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
      12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
      13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
      14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)
      Indonésia (Bali)
      15/10/17: Uluwatu
      16/10/17: Ubud
      17/10/17: Ubud
      18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
      19/10/17: Nusa Penida
      20/10/17: Nusa Penida
      21/10/17: Nusa Penida
      22/10/17: Nusa Penida x Kuta
      23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)
      Singapura
      24/10/17: Singapura
      25/10/17: Singapura
      26/10/17: Singapura
      27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)
      Tailândia
      28/10/17: Bangkok
      29/10/17: Bangkok
      30/10/17: Bangkok
      31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
      01/11/17: Chiang Mai
      02/11/17: Chiang Mai
      03/11/17: Chiang Mai
      04/11/17: Chiang Mai
      05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
      06/11/17: Railay Beach
      07/11/17: Railay Beach
      08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
      09/11/17: Koh Phi Phi
      10/11/17: Koh Phi Phi
      11/11/17: Koh Phi Phi
      12/11/17: Koh Phi Phi
      13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
      14/11/17: Bangkok
      15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)
       
      Quando ir?
      Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).
      Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.
      Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.
      Indonésia (Bali)

      De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.
       
      Singapura

      Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.
       
      Tailândia

      Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.
       
      O que levar?
      O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.
      Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

       
      Equipamentos
      Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.
      De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).
      Câmera Nikon Dx D5300
      Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
      Lente Nikkor 35mm f/1.8
      Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
      Tripé 60-170cm
      GoPro HERO5 Black
      GoPro Dome 6’’
      Spray repelente de água
      Bastão GoPro 3 Way
      Bastão Flutuador GoPro
      Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
      Maleta de acessórios GoPro
      Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
      Adaptador de tomadas
      Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha
       
      Precisa de visto?
      Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 
      Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.
      Indonésia
      O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.
      Singapura
      Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.
      Tailândia
      Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.
      Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.
       
      Documentos
      Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:
      Cartões de embarque:
      Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.
      Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
      Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).
      Certificado do Seguro Viagem:
      Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.
      Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
      É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
      Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.
      Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
      Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.
       
      Como levar o dinheiro?
      Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.
      Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.
       
      Finalizando...
      Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.
      Então, até breve!
       
      Próximo capítulo: Do sonho até lá.
    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve Mochileiros...
      Segue o roteiro do mochilão pelo Sudeste Asiático em Novembro de 2018...
       
        Data   Origem Destino Horario de saída Horario de chegada 04/nov Domingo   São Paulo (GRU) Pekim (PEK) 19:05 5:00 05/nov Segunda-feira           06/nov Terça-feira   Pekim (PEK) Bangkok (BKK) 8:15 12:30 07/nov Quarta-feira   Bangkok (BKK)       08/nov Quinta-feira   Bangkok (BKK) x Ayuttahaya Ayuttahaya x Bangkok (BKK)     09/nov Sexta-feira   Bangkok (BKK) Krabi x Ao Nang     10/nov Sábado   Ao Nang       11/nov Domingo   Ao Nang Koh Phi ph     12/nov Segunda-feira   Koh Phi phi        13/nov Terça-feira   Koh Phi phi Don  Koh Phi Phi Leh     14/nov Quarta-feira   Koh Phi phi        15/nov Quinta-feira   Koh Phi phi  Phuket     16/nov Sexta-feira   Phuket Siem Reap - Cambodja     17/nov Sábado   Siem Reap - Cambodja       18/nov Domingo   Siem Reap - Camboja Hanoi - Vietnã      19/nov Segunda-feira   Hanoi - Vietnã        20/nov Terça-feira   Hanoi - Vietnã  Halong Bay      21/nov Quarta-feira   Hanoi - Vietnã        22/nov Quinta-feira   Hanoi - Vietnã  Bangkok (BKK) x Chiang Mai     23/nov Sexta-feira   Chiang Mai       24/nov Sábado   Chiang Mai       25/nov Domingo   Chiang Mai Chiang Rai      26/nov Segunda-feira   Chiang Rai        27/nov Terça-feira   Chiang Rai              Laos e Myanmar          28/nov Quarta-feira   Chiang Rai Chiang Mai       29/nov Quinta-feira   Chiang Mai  Pai     30/nov Sexta-feira   Chiang Mai Bangkok (BKK)     01/dez Sábado   Bangkok (BKK) Pekim (PEK) 16:55 22:30 02/dez Domingo   Pekim (PEK) São Paulo - Brasil (GRU) 01:10 15:20
    • Por guillermo.lopes
      Pessoal, roteiro quase pronto para minha noiva e eu!

           Gostaria de uma avalização/sugestão de como ficou, especialmente sobre as praias da Tailandia (só enumeramos elas ali, ainda não decidimos exatamente tudo que faremos), Vietnã (para época que estamos indo, lemos que visitar o sul é tranquilo e o norte dá também, entretanto no centro.... alagamentos, enchentes e possíveis tufões. Motivo pelo qual reservamos poucos dias para o centro, mas ainda não sabemos se iremos, caso alguém tenho ido por novembro à Hoi An, Ao Nang ou Hue, POR FAVOR, comente algo sobre), Laos (Não quisemos esticar muito no Laos para chegar em Chiang Mai no festival das lanternas, mas acho  que 5 dias mais 1,5 dias de barco está de bom tamanho...) , Camboja e Singapura (até pensamos em visitar esses dois um pouco mais, mas só podíamos ficar dando uma entrada em cada país para otimizar e realmente queríamos ficar bastante no Vietnã).
      Dias  Datas  País Cidade O que fazer Hospedagem Transporte Tempo VOO Hora Saída  Hora Chegada Hospedag Pessoa Transporte 1 19/out Brasil Porto Alegre Casamento civil               2 20/out Brasil Porto Alegre Início Viagem No Voo Avião 12h20 12:30      R$      1.084,52 3 21/out Espanha Barcelona Volta pela cidade         07:15     4 22/out Espanha Barcelona Volta na cidade -Trem para Madrid   Trem 3h 18:00 21:00   € 32,00 5 23/out Espanha Madri Volta pela cidade No Voo Avião 6,5h 22:35 06:25     6 24/out Qatar Doha Chega as 6:30h e saída as 20h No Voo Avião 8h 20:00     R$ 1.211,00 7 25/out Singapura Singapura Chinatown, museus, Marina Bay e Arab st AirBNB       09:05     8 26/out Singapura Singapura Sentosa, Gardens by the Bay, zona Clark Quay AirBNB             9 27/out Singapura Sing / Phnom Little Indian //   19 happy house backpaccker Avião 2h 13:40 14:30   R$ 265,00 10 28/out Cambodia Phnom Penh volta pela cidade e Onibus para Siem Reap Sleep Bus Onibus 6h 23:00     $15,00 11 29/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito longo               12 30/out Cambodia Siem Reap Angkor - Circuito curto               13 31/out Cambodia Siem Reap Volta na cidade e voo para HCM ou onibus   Avião/Bus 1h/12h 21:00       14 01/nov Vietnam HCM Volta na cidade               15 02/nov Vietnam HCM Mekong River               16 03/nov Vietnam HCM Mekong River               17 04/nov Vietnam HCM Cu Chi Tunnel               18 05/nov Vietnam HCM LIVRE e Voo para Nha Trang   Avião 1h 19:00 20:35     19 06/nov Vietnam Nha Trang Praia dos russos Sleep Bus Onibus 12h 19:00       20 07/nov Vietnam Ao Nang Volta na cidade e ida para Hoi _An_   Onibus           21 08/nov Vietnam Hoi AN_ Pela cidade               22 09/nov Vietnam LIVRE LIVRE LIVRE LIVRE           23 10/nov Vietnam Hue Pela cidade e voo para Hanoi   Avião 1h         24 11/nov Vietnam Hanoi volta pela cidade e museus               25 12/nov Vietnam Hanoi Halong Bay Barco           - 26 13/nov Vietnam Hanoi Halong Bay             - 27 14/nov Vietnam Hanoi Cidade e Voo para Laos   Avião 1h 16:40 17:50     28 15/nov Laos Vienciane Volta pela cidade Hostel Onibus 4h 15h     $15,00 29 16/nov Laos Vang V. Volta na cidade Hostel Onibus 4h 15h     $20,00 30 17/nov Laos Luang Prabang Volta na cidade  Hostel             31 18/nov Laos Luang Prabang Kuang Si Falls               32 19/nov Laos Luang Prabang Ronda das Almas, Nascer do Sol               33 20/nov Laos PakBeng Slow Boat               34 21/nov Thayland Chiang Rai White Temple, Blue Temple Hostel       13:00 R$ 25,00   35 22/nov Thayland Chiang Mai Algum passeio que faltou e ida para Chiang Mai           R$ 25,00   36 23/nov Thayland Chiang Mai Templos, Festival das lanternas (Yi Peng)           R$ 25,00   37 24/nov Thayland Chiang Mai Passeio dos Elefantes           R$ 25,00   38 25/nov Thayland Chiang Mai Templos, trilhas           R$ 25,00   39 26/nov Thayland Phuket   Resort Avião 2h 09:40 11:35 R$ 100,00 R$ 370,00 40 27/nov Thayland Phuket Casamento Resort         R$ 100,00   41 28/nov Thayland Phuket   Resort             42 29/nov Thayland Koh Phi Phi Maya Bay               43 30/nov Thayland Koh Phi Phi                 44 01/dez Thayland Koh Phi Phi                 45 02/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho               46 03/dez Thayland Krabi Railey Beach / mergulho               47 04/dez Thayland Krabi                 48 05/dez Thayland Krabi                 49 06/dez Thayland Krabi                 50 07/dez Thayland Krabi/Bangkok     Avião 1h         51 08/dez Thayland Bangkok Ayuthaya, Chatuchak               52 09/dez Thayland Bangkok Grand Palace, Wat Pho, Wat Arun,Wat Phra Kaew, Noite               53 10/dez Thayland Bangkok Compras e Voo   Avião 22h 19:30 23h   R$ 1.490,00 54 11/dez Italia Milão Doha pela madrugada e Milao na tarde/noite   Avião   07:30 12:20     55 12/dez Italia Milão Voo de volta para Poa   Avião ˜17h 20h     R$ 768,00 56 13/dez Brasil Porto Alegre Chegada         10h     57 14/dez Brasil Porto Alegre Trabalho...  :`(                
       
    • Por peresosk
      Compartilhando então os custos de praticamente uma meia volta ao fundo, fiz um infográfico para mostrar onde se gasta mais em viagens, e nenhuma surpresa ser em deslocamentos. Por este motivo eu sempre falo para viajar com mais tempo sem correria para trocar de cidades.
      No post tem alguns detalhes importantes e links para acessar as tabelas de custos que sempre faço. Passei por 56 cidades durante este tempo, algumas acabei ficando mais tempo que o normal como Istambul (10), Ho Chi Minh (10), Bangkok (11), Seoul (12), Yekaterinburg (9). Como sempre não existe nenhum milagre, aos poucos estou escrevendo os relatos e postando aqui no fórum.
      Quando: Setembro de 2017 até Maio de 2018
      Dias: 244
      Couchsurfing: 135 Noites
      Valor Gasto em Real: R$12067 ($3770)
      Média Diária em Real: R$49,45 ($15,45)
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI

      Possíveis perguntas
      -Não inclui aéreas de ida de volta do Brasil
      -Este valor inclui TODAS AS PASSAGENS E VISTOS desde Istambul na Turquia até a volta em Varsóvia na Polônia
      -A rota foi Turquia, Irã, Vietnã, Laos, Tailândia, Malásia, Singapura, Filipinas, Coreia do Sul e Rússia
      -A quantidade de dias pode ser vista conforme as tabelas abaixo
      -A cotação do dólar está descrita na imagem
      -Eu não peguei UMA VEZ carona entre Istambul e Bursa
      -Eu não como em restaurante turístico
      -Levei todo meu dinheiro em cash e $765 em um travel money para emergências
      Planilha com todos os gastos
      2017 - Turquia - https://goo.gl/btbLUM
      2017 - Irã - https://goo.gl/kbr2vv
      2017 - Vietnã - https://goo.gl/jmBHKW
      2017 - Laos - https://goo.gl/cxTb54
      2017 - Tailândia - https://goo.gl/Lg8zXS
      2018 - Malásia - https://goo.gl/jfUoTa
      2018 - Singapura - https://goo.gl/VfhDe9
      2018 - Filipinas - https://goo.gl/217NCq
      2018 - Coreia do Sul - https://goo.gl/3jVooJ
      2018 - Rússia - https://goo.gl/JtTho9
    • Por vanessa.carvalho1
      O que você precisa saber antes de ir à China?
      A China é um lugar diferente do que estamos acostumados. Mesmo para viajantes mais experientes. A Ásia em si está repleta de peculiaridades que requer de nós abrir a mente para muitas coisas. Eu me deparei nestas situações incontáveis vezes. São culturas antiquíssimas, algumas que mal desconhecem qualquer preceito ocidental, ainda que estes estejam lá, alguns pontos parecem que são impenetráveis. E isso faz do país ainda mais interessante: o choque cultural e social de uma civilização tão antiga, e, ao mesmo tempo, que busca se mostrar como uma potência mundial.
       
      Foi uma das experiências mais fantásticas que pude ter na minha vida. Recomendo a todos que desconstruam tudo que pensam desse país que tem tanto para mostrar, e vá, porque vai valer a pena. Teve perrengue? Sim. Meu "lost em translations" não me deixa refutar essa questão. Mas o saldo positivo que tive dessa experiência vai ficar comigo pra sempre. Tudo isso que chega a me dar uma saudade que dá vontade de pegar o primeiro avião e correr pra lá! 
       
      Deixando de lado a introdução, vamos ao que interessa. Antes de ir à China, nós brasileiros, precisamos de visto. Se sua cidade não tiver um consulado e/ou embaixada, acredito que seja possível fazer pelo correio, contratar alguém para fazer por você ou mesmo um despachante. Eu fiz em São Paulo, onde existe o consulado da China, localizado na Rua Estados Unidos, 1071, no Jardim América. Fica bem perto da 9 de Julho, para quem mora aqui. No caso dos residentes do Rio, fica em Botafogo, perto do “Escada” Shopping (entendedores entenderão).
       
      Sobre o visto: 
       
      O processo em si foi bem simples. Como sou meio “cagona”,segui à risca as recomendações, e já levei tudo bem planejado. Uma das exigências era provas de estadia, passagem de entrada e saída, comprovante de renda e um formulário que você imprime no site do consulado com uma foto 3x4 nele. Você também tem que escolher o tipo de visa vai querer, que varia de acordo com suas entradas, e o preço acompanha isso. Eu escolhi uma entrada (mas caso precisasse entrar mais uma vez enquanto estava na Ásia, existem locais onde é possível tirar o visa, como Vietnã e HK - para esse não há necessidade de visto -, mas talvez precise de despachante, isso encarece o movimento e ninguém quer isso). Levei tudo impresso, já reservado e passagens compradas. Nem precisa agendar: é só chegar, chegando. Não quis chegar lá e acabar dando alguma treta, ainda mais se tratando de uma viagem que queria muito ir. Queria sair de lá com meu visto na mão. Quando fui dar entrada, estava um pouco cheio, mas não foi uma espera gigantesca não: acho que, em uns vinte minutos, fui atendida. A pessoa que falou comigo nem fez muitas perguntas; aliás, acho que não fez nenhuma. Ela pegou os documentos que levei e meu passaporte, me deu, em seguida, um papel com os dados para eu depositar o valor referente ao visto (uma entrada custa R$ 160,00) na conta do próprio consulado no banco HSBC. Eles marcam uma data lá para você voltar, e, claro, sendo imprescindível estar em mãos o protocolo recebido no momento da entrada e comprovante de pagamento. Senão, no visa for you. No fim, foi bem tranquilo. O visto podia ser recusado, essa possibilidade sempre é real. Vi pessoas lá passando percalço. Inclusive uma senhorinha chinesa que teve algum problema e fez um barraco fenomenal, que incluiu contar para todo mundo presente aos berros o que eles não devolviam o dinheiro. O segundo ato foi do lado de fora, acompanhada dos seguranças, onde era possível ouvir sua voz irascível. Confesso que tava me controlando pra não rir, mas queria garantir meu visa primeiro, então fiquei lá quietinha, mas ó QUE MOMENTO, MINHA GENTE.
      Com o visto em minhas mãos e uma viagem de dois meses pelo Sudeste Asiático, me encaminhei à China indo de Kuala Lumpur (outro lugar que me traz ótimas recordações). 
       
      Alguns pontos importantes e minhas impressões pessoais sobre a China antes de falar de cada cidade (e que anotei lá mesmo para fazer esse relato, senão, sabe como é, né, a gente esquece)
       
      Mores, tomem cuidado com seus pertences. Essa é a minha primeira diquíssima. Fiquem atentos de verdade. As coisas somem rápido, pulverizam-se no ar e, caso isso aconteça, para você se comunicar com as pessoas a fim de relatar o ocorrido vai ser uma tarefa das mais impossíveis. Já na entrada passei por isso. Fiz a proeza de deixar meu cartão de VTM em um ATM no aeroporto enquanto fazia hora para esperar o trem que leva à região central abrir, aí foi uma novela. Tentei falar com o segurança (uma dica é vocês exercitarem o seu sistema de mímicas, porque isso pode vir a ser útil por lá), que não me entendeu, aí pulei para uma mina que não sei bem se era secretária ou whateva, que, depois de verificar, disse que não tinham achado nada. Não pude discernir ao certo se realmente rolou um esforço para achar o cartão. Depois, me mandaram para o Achados e Perdidos. Lá, falavam menos inglês ainda. Aí eu a mina que trabalhava nesse setor ficamos nos falando via Translator chinês (talvez fosse do Baidu) foi uma experiência: eu digitando de um lado, ela via, e depois digitava do outro. No fim, não deu muito certo. E resolvi vazar de lá e tentar bloquear o cartão. Como tinha um adicional, preferi não perder mais tempo nessa confusão. Foi um drama para resolver,mas deu certo. Além disso, quando fui ao Portão do Mao, no Tiananmen, perdi meu ingresso. Ele caiu da minha mão em 10 segundos de relapso. Nem preciso dizer que ele desapareceu da terra nesse período curtíssimo, né? Como disse: eles são rápidos, têm mãos lépidas, ou sei lá. E, sim, queridos, eu perco e esqueço coisas. Melhor coisa em viagens: abstraia.
      Vocês podem falar ou pensar o que for dos chineses, mas nunca vi construções antigas tão bem preservadas na minha vida. Em todas que fui percebi isso. Eram impecáveis. Poucos lugares do mundo que tive oportunidade de ir vi algo com tanto resguardo na sua manutenção.
      Quanto ao dinheiro, vocês podem optar por comprar yuan aqui no Brasil (existem agências de câmbio que fazem isso, como a SP Mundi), ou trocar lá mesmo. Como eu ia viajar por vários países, preferia me virar nos ATMs da vida mesmo com meu Visa Travel Money. No saldo final, saía um pouco mais caro, mas, pelo menos, evitava carregar muito dinheiro comigo o tempo todo e casas de câmbio que às vezes nem ficava em aeroportos. Mas isso vai de cada um. O yuan é mais barato que o real, então, na conversão, uma passagem de metrô, por exemplo, saía por meros centavos. Eu, particularmente, achei a China bem barata, se for pensar que estamos falando de um local super relevante a nível mundial. Mesmo Hong Kong, não achei tão cara. Cidades como Londres, NYC são beeem mais inflacionadas para um turista médio.
      Se você não gosta de multidão, repense acerca de ir à China. Estamos falando aqui do país mais populoso do mundo, 1.5 bilhões de pessoas, e você vai perceber isso em cada esquina, transporte e pontos turísticos (visitados majoritariamente por eles). Veja estas “formiguinhas” humanas dentro da Praça Celestial, abarrotada de pessoas.

      Agora vamos falar dos próprios chineses. Eles são 8 ou 80. Você vai encontrar de tudo. Uns são ótimos, tão legais que você mal vai acreditar (e não por serem chineses, mas pelas atitudes humanas mesmo, que mal vi em outros países) e outros que vão ser uns demônios (sem paciência para falar com você, se virem que você é estrangeiro te tratam mal, riem de você, enfim…). Percebi que era uma questão de sorte: de pessoas que vão colocar sua mochila gigante na prateleira de cima do trem e outras que vão rir da sua cara quando pegarem seu bilhete do metrô e ele estiver expirado (comprei no dia anterior para economizar tempo, mas eles são temporários). Não consegui entender até hoje como isso poderia ser engraçado, mas abrindo a cabeça que isso deve ser hilário mesmo (forçando a barra).
      Os hábitos dos chineses são muito diferentes dos nossos. Não dá para, em muitos casos, julgar. Imagina criticar uma sociedade que tem heranças fincadas em grandes impérios e que muitas expedições marítimas foram motivadas para chegar mais próximo dos seus produtos (os chás e a porcelana eram bastante cobiçados). Ver este povo como inferiores, mal-educados, burros (como já ouvi) é se render ao senso discriminatório que coloca raças em valor mais baixo que outras. É uma burrice notória. Coisas que para a gente soaria absurdo ganha contornos e interpretações em outras sociedades. O importante é relativizar para não resvalar nos julgamentos equivocados. Então na China vocês vão ver pessoas dormindo em ambiente de trabalho (como lojas, por exemplo); pessoas comendo na rua, andando (eu mesma me peguei fazendo isso), aliás, lá aonde você vai encontra pessoas comendo o tempo todo, nunca tinha visto isso com tanta veemência - e elas comem de boca aberta; crianças fazendo xixi em garrafa de plástico nas estações de metrô, dentre outros.
      E as escarradas, as tão famosas escarradas! Sim, isso rola por lá. A primeira vez que vi foi tipo “wtf?”, depois da segunda “isso tá rolando mermo? Não tô crendo”, no fim, ao passar dos dias, confesso que já tava rindo (será que estava relativizando?). Em Xangai, por sinal, não sei se porque o ar é mais “limpo” (qualquer coisa é pura, cristalina, límpida em comparação com Pequim), você sentia que as pessoas escarravam com vontade, ia de dentro pra fora com toda a força interior que estas pessoas devem ter na vida.
      Comida chinesa. Ah, a comida chinesa. <3 Até hoje, sinto saudades eternas e verdadeiras. A gente tem contato sim com isso no Brasil, mas não se compara com o que você encontra lá e sua multiplicidade de ingredientes (muitos desconhecemos), sabores nunca dantes vistos e pratos - alguns simples - mas que vão desafiar seu paladar. As que mais gostei eram as que eu comia na rua mesmo, caminhando pra não perder tempo. Me habituei a isso na Ásia. Você come bem e paga pouco. Estar lá é desconstruir tudo que vemos aqui e conhecemos sobre a gastronomia chinesa. Eu tive a perspectiva de alguém que não come carne, sou vegetariana. Ainda assim pude me jogar nas experiências da culinária chinesa (apesar dessa limitação) e engordar uns bons quilos durante meus dias no país. Não parava de comer, porque queria experimentar tudo, viver isso. Exagerei, confesso. Não foi bonito, mas valeu a pena. Para quem mora em SP, tem um restaurante na Liberdade (lá tem inúmeros, até de comida taiwanesa) chamado Hong He. Ele tem alguns pratos que vi na China. Quando quero matar a saudade, vou correndo lá.
      Ah, ainda sobre a comida (juro que é o último): os pães e quitudes da China. Você via em qualquer lugar, era tipo umas lojas que vendiam isso, na rua mesmo ou no metrô. Eram deliciosos, recomendo. Como estava sempre em hostel ( e nenhum deles tinha café da manhã), me virava comendo na rua mesmo. Os chineses comem uma espécie de panqueca no café da manhã, o nome é Jianbing. É uma delícia, mas estejam com fome quando comer, porque é gigante, e o sabor, sensacional. Tinha de tudo, até ovo frito dentro, e massa de pastel também.
      A propósito, o melhor café da manhã que você vai ter por lá é o das ruas. Pelo menos pra mim, foi, porque tinha objetivo de comer comidas nativas às “western” (evitei minha viagem toda) que já  conheço, então me permiti mudar isso, e foi uma das coisas mais legais que fiz na minha jornada na Ásia como um todo.
      Os pães de gergelim eram preciosos com leite de soja feito na hora. <3 (sou vegetariana, logo não vou falar de uma costela xyz etc não tenho esse repertório, desculpa aê hehehhee)
      Comida (ih, falei de novo), passagens e hospedagem são bem baratas, se comparadas a outros países ou a cidades relevantes do circuito EUA-Europa. Se não me engano, a passagem custava centavos quando convertidas para o real. Imagina pagar menos de 2 reais para rodar a cidade quase toda. A mais cara, se não me engano, isso indo ao um local mais distante, não custava nem 3 reais. E estou falando de uma malha ferroviária que abrange praticamente a cidade toda. Aliás, isso achei um ponto alto da China, andei de metrô o tempo todo e ele era super eficiente dentro da estrutura que cidades grandes exigem. Uma lição para o nosso país que é deficitário em termos de transporte público e metrô - precário, ainda por cima - é privilégio de algumas cidades e de algumas pessoas que moram nestas.
      As coisas são baratas sim, porém coisas que comumente seriam de graça, lá é pago, como parques e templos (sim, na Tailândia etc muitos são pagos geralmente quando são mais expressivos, de relevância histórica etc). Na China, a maioria era pago apenas pela existência ali. A idéia de ter que pagar para entrar em um parque que deve ser espaço de lazer público me incomodou, e nem entrei, só nos que tinham atrações turísticas.
      Esse ponto é complicado/delicado: os securities checks. Na Tailândia, já tinha visto isso, e fiquei meio sem entender a razão daquilo, porém na China, assim, era em qualquer lugar: metrôs, trens, estações, parques, pontos turísticos, aeroportos (mesmo quando você já está dentro dele), enfim, tudo. Às vezes, era bem cansativo, principalmente quando fui ao Tiananmen, que você fica 100 horas numa fila e fala “UFA, FINALMENTE ENTREI”. Mas aí depois você quer ir ao portão principal, mais uma fila, e depois “bora entrar na Cidade Proibida” e olha quem te espera lá linda, enorme? Sim, mais uma fila. No fim, você se acostuma, mas, no início, é um porre. Não sei se porque aqui no Brasil, nós não temos essa inspeção tão marcada, então já chegamos lá com outra cabeça, aí vem esse fator da vigilância forçada. E, como sempre estava de mochila, tinha que passar em todas onde estava. Mas, graças a Deus, ninguém nunca pediu para abrir nada.
      Uma dica também é sempre buscar comprar coisas em lojas oficiais. A China é conhecida pela falsificação massiva de tudo. Lá, isso não é visto como algo negativo, assim como enxergamos no Ocidente, sendo algo nefasto, horrendo e motivo de escárnio. No entanto, é sempre bom ser cauteloso com isso, para não incorrer no risco de comprar algo falsificado e danificado. Sem contar que existem coisas que eles vendem mais caro do que nas tais lojas oficiais. Se você comprar em outros revendedores, como chip de celular, que queriam me cobrar um absurdo e na loja da China Unicom saía claramente beeem mais barato.
      Quando lá, trate de arrumar um VPN tipo pra ontem. Peguei um que não funcionou quando cheguei em Pequim. Ou seja, não são todas que pegam, só alguns específicos. No drama do meu cartão, vi como somos viciados em Google pra tudo: “0800 da Visa”, “como bloquear cartão” etc foram coisas que me peguei tentando fazer furtivamente. Não funciona MESMO. Nem Facebook e Instagram. YouTube, então, nem pensar. WhatsApp, curiosamente, funcionava. Usei bastante. Aí tem que achar mesmo um VPN (http://www.evergreenvpn.com/ - essa rolava, usei lá) que dê certo e burle os sistemas de bloqueio impostos pelo governo chinês. No local onde me hospedei, um cara que recepcionava os hóspedes me ajudou e colocou isso. Aí pude usar esses sistemas. Mas não pensem que isso é um problema para o chinês médio: eles têm seus próprios sistemas, como Baidu, We Chat que oferecem soluções em tecnologia para os usuários que colocam muitas coisas produzidas no ocidente no chinelo. No fim, acho que eles nem se importam se tem Google, Facebook etc por lá.
      Uma coisa que eu senti (tudo bem que sou aquela pessoa que perdeu um monte de coisas na China, e nem mencionei que me perdi várias vezes em metrô, ruas, enfim…) é que as informações elas existiam - a maioria estava em dois idiomas, o mandarim e em inglês -, porém tinha a impressão, não em um, mas em diversos momentos, de que elas eram meio incompletas, tipo falava um ponto, mas não completava. Pode ser uma percepção subjetiva, no entanto, achei interessante mencionar.
      Opa, uma dica forte, pra vida, qualquer viagem e, especialmente, se for à Ásia (qualquer país): LEVEM LENÇO DE PAPEL, desses tipo Kleenex, Softy’s etc. PLS NÃO ESQUEÇAM! Eu carregava lenço úmido e álcool em gel, porque curtia carregar muita coisa na minha mochila. Os banheiros não costumam ter papel para você secar as mãos e, às vezes, também não têm nas cabines onde ficam os sanitários. Me peguei em diversas situações como essas. Não só na China, vale a menção.
      E outra: em alguns locais não têm as placas de orientação para se ir aos banheiros. Se você não vir, busque a “saída”. Muitas vezes, não tem sinalização, mas é onde geralmente fica. Na Ásia, como um todo, os banheiros têm aquela versão oficial do chamado “banheiro turco”, que ficam no chão. Em geral, na China, você via as duas versões.
      Última sobre banheiros: em alguns, a porta não fecha direito, então, sempre bom ficar ligado nisso. E nem sempre eles têm lá um cheiro dos melhores. Basicamente em todos que entrei lá eles tinham um aroma não muito bom, parecia meio de esgoto, não sei dizer.
      Atravessar a rua também é um desafio (não tanto como no Vietnã, que ressignificou até meu ato de atravessar as ruas na vida). Muitas pessoas atravessam fora dos sinais  e isso é visto como normal. Sugestão? Siga os nativos. Você pode parecer um psicopata, mas a galera desses locais está mais calibrada com sistemas caóticos para se atravessar as ruas.
      Aeroportos, gente. Esse tema é importante e a dica não menos. CHEGUEM SEMPRE CEDO; com bastante antecedência. Primeiro, voltando à história do “security check”, você não passa apenas por um (como é o protocolo do Brasil), mas por vários. Inclusive de um terminal a outro, mesmo sem sair do aeroporto. Em momentos de tensão, isso desestrutura. E sabe a fila de imigração para ir às salas de embarque (pelo menos no de Xangai)? Então, fica todo mundo numa só fila, chinês (grande maioria. 1.5 bilhão de pessoas) e estrangeiros. Não é como em outros locais que as filas costumam ser separadas. Mais um motivo pra chegar cedíssimo. No fim, se seu voo estiver urgindo, você fala lá e tem uma fila pra você furar e sair correndo pra não perdê-lo (rolou comigo).
      Voltando a falar sobre comida, agora por um motivo especial: chá. Na China, vai ser os melhores que você vai tomar na sua vida. Os melhores de mundo, de fato, estão por lá. São MUITO bons. Bebê-los é uma experiência de reconhecimento e descobertas de sabores que fazem disso algo único. Recomendadíssimo. Por falar nisso, dos chás mortais, lá tem bastante pobá também. Inclusive uns que misturam chá com café, algo assim, que você pode até nivelar o açúcar etc
      PEQUIM
      DIA 1 - 17.03.17
      No primeiro dia, como disse antes, passei pelo perrengue de ter perdido meu cartão no ATM. Isso me estressou um pouco e acabei demorando para começar a “turistar”. Do aeroporto, tem um metrô que você pega e te deixa basicamente em qualquer ponto da cidade. E fica com o olhar ligado porque pode ter um PANDA no meio de um cruzamento:
      20170317_071250.mp4

       
      Uma coisa sobre Pequim: o ar é tenebroso MESMO. Quando me falavam, e, por morar em uma cidade com ar zoado, tipo São Paulo, não dei a importância devida. Achei que iria sofrer, mas sobreviver, no fim. Até sobrevivi, porém o sofrimento foi agigantado. Tive uma crise alérgica lá, do meu nariz basicamente fechar, e eu ficar espirrando feat. coriza a cada 10 segundos. O lenço de papel (ha!) foi mais que útil, diria, uma bênção. Fiquei usando Tiger Balm que era a única coisa que eu tinha comigo na mochila. Não sei, ao certo, se adiantou. No entanto, se você achar que está ruim minimamente, uma dica é apelar para aquelas máscaras. São horríveis de usar, porém te protegem de ter complicações mais sérias.
      Agora, a poluição tem lá seus efeitos se não positivos, diria curiosos. Quando você anda pela cidade, parece que está vendo tudo esmaecido, parecendo um filtro (daqueles de Instagram),só que numa situação constante. Era uma visão turva da realidade, porém interessante, porque as cores nunca vibravam, berravam. E mais um detalhe: ver Pequim de um ponto alto não é lá das coisas mais atrativas no período da neblina/poluição intensa: você mal consegue ver as coisas.
      O hostel que escolhi ficava em uma região bem movimentada e numa parte histórica, da qual você pode ir andando até o Tiananmen. Era um local bom para ficar, super perto da linha circular do metrô, que faz uma rotatória no mapa e se interliga com a maioria das outras linhas.

       
      É esse aqui: 365 Inn. Assim, não era dos mais limpos do universo e o banheiro cheirava a esgoto, além de ser minúsculo. Eles devem ter adaptado um normal para abrigar mais pessoas. Mas se você for pensar pela perspectiva de que ali era só para dormir e tomar banho, estava ok. E dos que eu andei pesquisando, era um dos menos piores. A localização compensou.
       
      Só de andar um pouco, até o Tinananmen, você se depara com um centro comercial antigo, com arquitetura chinesa, fundida em cores e aspectos simétricos e harmônicos :

       

      Andar por lá, a sensação é que o tempo parou. Daí digo porque a China soa tão interessante. Em poucos locais pude ter uma imersão tão forte disso quanto lá. Tinha a impressão de que entrei em um portal e fui parar no século XIX. E as coisas bastante preservadas e limpas.
      Esta rua cai no Tiananmen, Praça Celestial etc, ela era uma antiga linha do bonde, e é como se fosse, hoje, um Boulevard. Todo em cinza, com uma paisagem bastante peculiar.

       
      E sim, esses portões de entrada não são apenas uma imitação saudável que as Chinatowns fazem. Elas são parte do entendimento urbanístico das cidades de lá. Deve ter vários significados, inclusive espirituais. Esse é monumental.

      Dei essa voltinha, até cogitei ir à Cidade Proibida logo, mas resolvi mudar de planos, pois entendi que precisaria de mais tempo pra isso, então resolvi ir ao Templo do Céu (inverno 10 CNY/ primavera 35 CNY/ metrô Tiantan Dongmen). E não me arrependi. Ele foi construído no século XV, e vou falar que nunca tinha visto algo tão bem conservado em termos de construção. Está impecável. Ele era um local onde os monarcas iam para pedir aos deuses boas colheitas. É um lugar que transpira paz, ainda mais sendo dentro de, hoje, um parque.

       

      Depois fui a esse lago. Houhai, o nome. À noite, ele fica todo iluminado com as luzes dos restaurantes. Não aguentei esperar, porque tava esgotada da viagem de KL pra Pequim e de não ter dormido nadinha. Achei melhor descansar para aproveitar bem o dia seguinte.

      Andando por lá é possível entrar em contato com os famosos Hutongs que são becos, onde parece que você voltou dois séculos. Neles têm comércios, restaurantes, moradias, é bem diverso e característico da formação da cidade.
      DIA 2 - 17.03.17
      Nesse dia, um sabadão, acordei cedo e fui direto para a Praça Tiananmen (Tiananmen Dong/Tiananmen Xi Station/Qianmen Station),porque sabia que ali tem pontos turísticos que demandam tempo. Esse é um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. É por onde você passa para ir à Cidade Proibida. Nela estão contidos diversos monumentos,tais como o Grande Salão do Povo (que é o congresso chinês), Mausoléu do Mao Tsé-Tung, Museu Nacional da China (que desisti só de ver a fila), além de outras atrações.
      Ainda que exista a questão da economia aberta, principalmente em trocas comerciais, a China se intitula um país socialista. O Tinanmen é uma prova viva de que não há como se esquecer disso:

      Sim, militares e a bandeira vermelha que não deixa negar onde estamos.

      Alguma dúvida de que estamos em um país socialista?

      O que antes era o portão para a Cidade Proibida que separava os chineses das dinastias que regeram o país durante muitos séculos, se transformou um ponto turístico célebre, dada sua importância, e também pela série de protestos no fim dos anos 1980 que foram brutalmente reprimidos.
      O portal do Tinanmen para chegar à antiga residência imperial, hoje, abriga um pequeno museu sobre o próprio Mao Tsé-Tung e o Partido Comunista. E um de seus atributos é a vista privilegiada da praça. E, claro, a foto de Mao continua lá como demonstração da sua importância para a história chinesa. Independente de convicção política, sua relevância é indiscutível.  (15 CNY)




      Depois disso, a progressão natural é ir para a Cidade Proibida (abril a outubro: CNY 60 / novembro a março: CNY 40).
      A Cidade Proibida nada mais era que o palácio imperial da China durante quase 500 anos. Outro exemplo de um estado de conservação que deixa qualquer um estupefato, mesmo porque esse local é gigante, um verdadeiro complexo de construções diversas. Ela tem este nome porque na época dos monarcas, não se podia entrar nem sair sem a permissão do rei. São 981 construções que sobreviveram ao passar do tempo.


      E sim, era sábado e estava LO-TA-DO. MUITA gente em tudo.
      Duvidam? De tirar o folêgo a opulência desta construção.

      Era estratégia de guerra para conseguir ver o que tinha dentro das construções. Nunca achei que o pau de selfie fosse tão útil até ver chineses colocando isso para tirar fotos dos locais, talvez para ver depois.
      E os telhados eram majestosos, harmônicos e lindos. De qualquer ângulo você tinha um formato diferente. Engenhosos.



      Aí tinha uma estufa inacabada que contrastava com o seu entorno, visto que são de padrões diferentes. Se não me engano, quem mandou construir foi aquele rei do “Último Imperador”, o que foi coroado quando criança.


       
      Aí vem o jardim de inverno dos imperadores. Lindo demais (não canso de falar isso, nunca). <3

       

       
      DRACARYYYYYS  <3

       

       
      Depois, no fim da visita, tem um parque chamado Jingshan (CNY 2). Ele está localizado ao norte da Cidade Proibida. É um local bem gostoso para finalizar a visita ao complexo imperial, onde você pode descansar, contemplar a natureza, ver coisas interessantes, além da vista 360º de Pequim (embora não super dê para ver muitas coisas por causa da neblina). Além de ginástica rítmica para terceira idade:

       
      Ver a Cidade Proibida dele é algo privilegiado, e onde você percebe todo efeito magistral que tem esse local. Para se contemplar, basta subir mais ao alto, tipo um morrinho; não é traumático não. Você vê de uma pagoda que tem ali.

      Sol do Extremo Oriente:

      Primavera chegando, e a paisagem mudando.

      E os gatinhos da China eram a coisa mais linda do mundo! Com esses pelos grandes! Todos que vi eram assim.

       
      DIA 3 - 19.03.17
      Dia de ir a templo budista para um domingão tranquilo. O que escolhi foi o Lama Temple (25 CNY / metrô Yonghegong). Como tinha curiosidade de conhecer o budismo pelo lado chinês também, fui nessa expectativa. Claro que não me arrependi. Não era uma demonstração de fé tão tocante como tive oportunidade de ver na Tailândia e no México, mas foi um contato interessante. Ele é não só um templo, mas um monastério e um local de ensino sobre budismo, da linha tibetana. É o maior e melhor preservado da modalidade na China.

       

       

       

       

       
      Depois, fui ao Grande Salão do Povo (30 CNY / Metrô Tiananmen Dong/Tiananmen Xi Station/Qianmen) que é a assembléia legislativa do Estado chinês, regido pelo Partido Comunista. É bem bonito por dentro, e, em vários momentos, pude perceber semelhanças com construções soviéticas. Ele fica do lado esquerdo da Tiananmen.
       

       

       

       

       

       
      Depois, fui ao Palácio de Verão da monarquia chinesa, o Summer Palace (30 CNY verão/20CNY inverno/ metrô Xiyuan). Esse achei imperdível também, ficou no meu coração, de verdade, de tão mágico que ele soou pra mim. Era o local onde os imperadores iam no verão, e todo o complexo foi construído à beira de um lago (que se chama Kunming) enorme. Nele tem templos budistas, o palácio, além de corredores e outras atrações.
      Quando você chega, já tem o contato com um universo feérico dos canais chineses, coloridos e com diversos elementos que não deixam você esquecer onde está:
       

       

       
      Aí vem as construções que vão figurando o complexo do palácio:

       

       

       

       

       
      Essa pagoda com o lago atrás que você vê a partir de um montezinho de pedras é algo acachapante. Dá um “mix” de sensações indizíveis: faz você se sentir hipnotizado por tanto equilíbrio entre o homem e a natureza.
       

       
      O sol já pensando em se pôr, e eu querendo que ele ficasse mais para eu aproveitar cada segundo de tudo:
       

       

       

       

       
      DIA 4 - 20.03.17
      Voilà neblinas da China:

       
      Então, o dia que escolhi pra ir não foi lá dos mais maneiros. Tinha neblina, chuvisco, chuva desagradável. Queria um dia claro? Com certeza. Mas estava nas Muralhas da China, para além da estupefação e encantamento de estar em um monumento tão icônico, poder percorrer, ainda que 0,00001% dela, foi algo desafiador: pelo tempo ruim e porque tinha uma subida ingratíssima. Foi emocionante pra mim, mal podia acreditar.
      Para chegar até ela, contratei um tour pelo hostel mesmo. Nem lembro quanto foi, desculpa aê. Mas você tinha que estar bem cedo para te buscarem, aí você entrava num busão com várias pessoas que entravam e saíam em outros pontos, numa logística meio engraçada, mas que deveria funcionar. O meu pacote era de passar umas horas lá, em um ponto mais fácil (tinha uns pacotes mais hards, que demandavam escaladas intensas; queria comodidade, apenas porque sou assim).
      Chegando lá, eles param na base da Muralha e aí você pode optar por subir a pé mesmo ou pegar o teleférico (os caras induzem essa modalidade, pois acho que ganham comissão), de qualquer forma, optei por esse mesmo para ganhar tempo, até pela situação do tempo. Fiquei toda ensopada, já que não estava super preparada para essas situações, então não levei casacos adaptados. Não queria carregar peso e tals. Achei que fosse pegar um resfriado, mas acabou que nem rolou, só mesmo a crise alérgica pela poluição. Lá, achei bem frio, em parte por causa da chuva.
      Nesse pacote, o almoço estava incluso. Achei que fosse ser meio estranho, até pelo fato de ser vegetariana, mas a comida estava deliciosa, de verdade. Simples, mas delicioso (o que é bem comum na Ásia. Esteja aberto que boas surpresas virão).

       

       
      Depois voltamos, acho que umas 16h já estava em Pequim novamente. Foi uma pena o tempo estar tão cagado, mas, enfim, acontece. Aproveitei para dar um passeio perto do hostel e aproveitar minhas últimas horinhas em Pequim,de passear pelos hutongs, ver a comida de rua, as pessoas.
       
      Pequim à noite:
       

       

       
      PS: Não anotei meus gastos (não tive essa disciplina!), então, tenho pouca noção de quanto gastei na minha jornada por lá.  
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