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Israel, Jordânia e Egito - Relato de Viagem

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A execução da minha grande aventura começou no dia 31/03/2010, saindo da capital do Espírito Santo, Vitória em direção a Tel Aviv, Israel. Na verdade, a minha viagem começou bem antes, com um bom planejamento, definição de rotas, hospedagem, deslocamento, passeios e principalmente, $$$$$. 

No meu planejamento, decidi:

:arrow:  comprar as passagens com 3 meses de atencedência, ou seja, comprei no início de Dezembro. Fiz algumas pesquisas como a maioria daqui e resolvi juntar o útil ao agradável, decidi comprar passagem por uma empresa que pudesse resgatar pontos para uma próxima viagem, desta forma, optei por ir pela AirFrance, já que também consegui ótimos preços. A passagem saiu por R$ 2300, sendo que possuia um stop com 5 dias em Paris. O trecho foi: Vix - SP - Paris - Tel Aviv / Tel Aviv - Paris - SP - Vix.

:arrow:  levantar todos os possíveis lugares de hospesagem, optei por albergueses e não me arrependi, foi a melhor coisa que pude fazer, poupei muito dinheiro. O albergue é ótimo para quem não se importa com luxo, apenas com um lugar limpo e tranquilo para dormir. Claro que existem albergues que são limpos e tranquilos, por isso que é interessante a pesquisa. Se quiserem perguntar onde fiquei, só me perguntar, darei todas as dicas.

:arrow:  definir os lugares que gostaria de visitar e a partir deles tracei a rota (uma logística básica) para facilitar meu transporte e claro, minha viagem. 

 E claro, para cada uma das atividades acima perguntei: quando, para que, porque e como. São simples perguntas que vão te ajudar em soluciar o que as vezes você não pensaria.

Decidi iniciar minha trip por Israel. Fui sozinho, já que quase ninguém, amigos, curtem essas de trilhas (que manés). Tive oportunidade de me virar de diversas formas e posso dizer, não tive dificuldade nenhuma. Apenas coloquei em prática minha paciência em determinados lugares e claro, como é férias, tenta curtir tudo como natural, afinal, para eles é natural o processo de segurança (o que era mais chato).

Voltando.... Para Israel, entrei com um reserva, se não tiver reserva é muito difícil de entrar, então, como eu já havia me planejado, fiz algumas reservas em custos, pois se porventura eu não gostar do lugar, eu poderia ir para um outro sem me privar, ou até mesmo ficar por mais tempo que o planejado, ou seja, curtir, sentir o local, as pessoas, o lugar... Realmente fazer valer a pena!

A minha maior dificuldade foi pensar em no que levar. Eu que sou compulsivo por roupas, acessórios e etc... Foi muito difícil de definir o que levar, mas a gente aprende porque as dores fazem lembrar sempre do excesso de bagagem e foram 38 dias de viagem, então imagina quanto roupa descessárias eu levei rsrsrsrs. Eu fui totamente confrontado quando conheci um Koreano em Haifa (Israel), passeamos junto pelao cidade de Akko (Israel) e quando chegamos no albergue, o cara foi tomar banho e vi que ele estava apenas com uma mochila, e estava fazendo uma trip por 30 dias. Na mochila dele, simples, como aquela que a gente leva para escola, no tempo de colegial, o cara tinha apenas: um jeans, 2 camisetas, 1 tênis, uma toalha de banho, escova e pasta de dente, enquanto na minha bolsa inúmeras roupas e que para ser sincero, não usei nem 70%. Mas como eu fui marinheiro de primeira viagem, a gente aprende com os erros.

Vôo tranquilo até Paris, lá esperei por 1:30h para pegar conexão para Tel Aviv. Não fui abordado como a maioria antes de embarcar para Tel Aviv. Em SP, para quem vai pela El Al, geralmente a revista, as perguntas, os questionamentos por parte da imigração é feita antes do embarque e se você embarcou, já está garantido em entrar em Israel. Eu viajei com muitas incertas, com muitas dúvidas, com muito medo por diversos relatos que colocaram aqui mas uma coisa eu posso dizer para quem está indo, seja qual for a cia. aérea, RELAXEM! Faça pelo menos o básico: uma reserva, dindin e passaporte em dia.

A minha revista foi na chegada, eu com cara de árabe ainda, então não tive dúvida de que iriam me parar e querer saber de toda minha vida antes de me liberarem. Realmente foi exatamente assim que aconteceu. No controle de passaporte em Ben Gurion o soldadinho na cabine me interpelou de diversas formas e fui respondendo, como devemos fazer sempre. Se você não domina bem o inglês, não fica nervoso, eles dão um jeito de te fazer entender e de entender tudo que está dizendo, sendo através de um tradutor em Espanhol ou em até mesmo Português. Mas nunca deixe de responder as perguntas, seja sincero, sempre, tome nota: QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME! Me perguntaram para onde eu iria, o que eu iria fazer em Isarel, onde iria ficar, se eu tinha dinheiro suficiente e que possuia cartões de crédito e de débito (eles quiserem vê). Mesmo assim fui chamado para uma sala secreta que todo mundo diz que é um terror... O que posso dizer? Mentira! É um escritório que atende e busca saber mais informações sobre a sua ida a Israel. Fiquei por volta de 2 horas esperando a vez de ser atendido, porque tinha gente em minha frente e eles foram muito educados, ao contrário que todo mundo diz por aí.

Quando foi minha vez, a senhorita me fez todos os questionamentos do soldado na cabine e respondi tudo o queriam saber e claro, levei uma declaração do meu trabalho para dizer e facilitar, claro que eu trabalho para o governo do Brasil e portanto, não seria um possível terrorista. Ela pergou a cartinha e não conseguiu lê, estava em português hahahahaha Eu nem me preocupei em traduzir, também nem sei ao certo se em meu trabalho eles atenticariam porque aqui eles não traduzem nada... Enfim, ela chamou um colega dela que é portugues e o mesmo autenticou todas as informações e me liberou automaticamente (claro que eles devem ter ligado também para o hostel onde fiquei hospedado para saber se realmente eu estava metindo ou não - eles fazem isso!).

Liberado e como carimbo do visto, peguei minhas trouxas e fui direto para o albergue em Tel Aviv, minha primeira parada por 3 dias. Cheguei no hostel meio tarde, o meu voo chegou as 16.30 e eu estava enjoado, com um mal estar do caramba por causa dos climas e muito cansado da viagem. Eu fui no dia 31 as 17 (horário Brasília) e cheguei em Tel Aviv (16:35 ou 13:00 horário Brasília). Peguei um trem que já tem no próprio aeroporto e me desloquei para estação indicada pelo hostel para chegar no mesmo. Foi muito tranquilo, é MUITO FÁCIL se deslocar de busão em Tel Aviv. Tel Aviv é uma cidade que gostei muito. Cheia de diversidades para um país do oriente médio. É morderninha, e como tem gente bonita naquele lugar. Não vou relatar exatamente o que fiz nos lugares porque senão isso vai se extender por várias páginas mas qualquer dúvida, só mandar uma MP que respondo numa boa, com todas as dicas possíveis. Pois foram 38 dias de pura aventura.

Logo quando cheguei, era a semana da festa da páscoa, eles param tudo. É feriado nacional, pois são judeus e a doutrina, apensar de inúmeras religiões no lugar, o que prevalece é o judaísmo, o Estado de Israel é judeu. Cheguei numa quinta-feira e fiquei até domingo. No próprio domingo é feriado, só que é diferente aqui, não começa meia noite do dia como é aqui, e sim a partir das 17 horas. Estranho né? O legal é que voltei para e estação de trem que eu havia chegado para pegar o mesmo trem para a cidade de Haifa (45 min de Tel Aviv). É muito tranquila a viagem, paguei cerca de 46 shekels. E para a estação em Tel Aviv em que desci paguei 6 shekels. Dependendo para onde está indo, não é necessário pegar trem, é muito mais prático e as vezes até mais barato, pegar sherut. Para Jerusalém tem praticamente em todas as cidades, pois como eu percebi, em todos os lugares de Isarel apontam para Jerusalém. É fácil chegar em Jerusalém, mas Jerusalém foi minha última parada. 

A minha trip foi basicamente:

:arrow:Tel aviv  
20101002155427.JPG

 

:arrow:Haifa (Akko) 
20101002154253.JPG

:arrow:  Nazareh (Yadernet, Tiberias, Capfernaum e Tagba)  
20101002155937.JPG

 

:arrow:  Amã  
:arrow:  Petra 
20101002160620.JPG


:arrow: Aqaba 
20101002161121.JPG


:arrow:Dahab  (Monte Sinai)
20101002161551.JPG


:arrow:Eilat  
20101002162030.JPG


:arrow:Jerusalém ,(Massada, Mar Morto, En Geddi, Hebron, Belém e Jericó).
20101002162458.JPG

 

Chegando em Haifa (estação Haifa Center Ha’Shmona), fiquei por 3 dias, o hostel que fiquei era praticamente 100 metros da estação. É uma cidade linda, pequena e organizadinha... Cheguei num feriado que iria durar 2 dias, mas em um dia de feriado, resolvi ir para a cidade de Akko, já que TUDO em Haifa estava fechado. Tomei uma sherut com um Koreano que conheci e fomos passear, já que era uma vontade que eu tinha. Gostei muito da cidade, maravilhoso, vale a pena para quem quiser conhecer, quem gosta de cultura medieval, história de guerra, de fortalezar, é impressionante. A viagem até Akko dura apenas 30 minutos e custou 14 shekels. Fomos de sherut.

De Haifa para Nazareh foi mais fácil ainda, há 50 metros do hostel havia um ponto de ônibus e peguei o famos 331, que parte do Merkaz train station (um metro subterrâneo que te leva até o topo da cidade) a cada 30 minutos e que custa 17 shekels e que funciona de domingo a quinta (a cada 30 minutos  a partir das 6 da manhã até 20:50h), sexta (6 da manhã até 19:00h) e sábado (6 da manhã até 16:40h) chegando em Nazareh Central Bus Station.

Fiquei em Nazareth por 8 dias, para poder aproveitar as cidades ao redor. Decidi ficar em Nazareh porque de lá é muito fácil ir para todas as outras cidades Mas hoje eu ficaria em Tiberias, porque em Nazareh é ótimo para quem  quiser fazer o Jesus Trail, que é caminho por onde Jesus passou. E se inicia em Nazareh. Existe toda uma rota e um site com as informações necessárias (http://www.jesustrail.com" onclick="window.open(this.href);return false;), é gratuito, basta reservar as hospedagem durante o trajeito. Eu não fiz o trajeto, embora eu quisesse muito, mas é muito bom quando se tem companhia e para andar por lugares deserticos e sem guia ou alguém, preferi fazer alguns trajeitos de busão, como por exemplo ir para Tiberias, Yadernet (lugar do batismo), Capfernaum e Tabgha. Cidades fantásticas e cheguei de curiosidades.

Para Yadernet, basta pegar um busão 31 de Nazareh, e que passa a cada 1 hora. Custa cerca de 20 shekels. São 50 minutos e te deixa exatamente na porta do lugar do batismo de Jesus. Fica 5 minutos de Tiberias. É um lugar muito bonito e tranquilo. Vale a pena, é gratuito. De lá pode pegar um busão por 4 shekels e visitar Tiberias, onde tem o Mar da Galileia. Para quem quiser ir para Capernaum ou até mesmo para Tabgha no Monte das Bem-Aventuranças, é necessário pegar um busão na Central Station em Tiberias senão me engano o 471. Mas o legal é entrar no site de ônibus da região e verificar os horários dos ônibus. Ahn, mas claro, o hostel ou hotel que ficar hospedado te dará todas as informações.

Um certo dia eu estava em Tiberias e me deu curiosidade de conhecer o Monte das Bem-Aventuranças, e eu não sabia o que fazer, então me desloquei para o centro de informações turisticas que fica na única praça em Tiberias e lá a mulher me deu todas as dicas e mapas. Me informou como chegar, qual ônibus pegar, onde descer, enfim, todos são preparados para ajudar e orientar os turistas, basta perguntar que nada vai dar errado, pode acreditar!

Para chegar em Capernaum, se passa primeiro em Tabgha, na verdade, tem que descer em Tabgha. Ônibus não vai lá, a não ser de turismo, mas de linha comercial, não. E sheruts e taxi, claro. Então basta descer e fazer todo o caminho a pé pelo calçadão. Vale a pena. Eu fiz todo o trajeto, gostei muito. Mas vá pela manhã, pois o sol é ameno. Antes, pois já é o caminho passe no M. Bem-Aventuranças, do calçadão irá ver o Monte e a igreja imponente no alto. É linda! A visão para o mar da galileia de qualquer lugar é maravilhosa. Organize bem os horários para poder conhecer bem o lugar e não se frustar, porque os horários de abertura são rigidos e é tudo gratuito.

A minha ida para Amã foi por Nazareh. O ônibus de Nazareth para Amman leva cerca de 4.5 horas.  Até a fronteira são apenas 45 minutos, então é necessário esperar por duas horas. Os jordânios fazem emissão de vistos na chegada, então não é necessário chegar com um. É necessário pagar cerca de 100 shekels (para sair de Israel) e mais 10 JDs para o visto. Existem moedas correntes em ambos os lados da fronteira, então não é necessário ter as duas moedas, apenas uma. 

A jornada termina no hotel Hillside no norte da cidade. Como a cidade é louca e o povo é mais louco ainda, resolvi tomar um taxi para o hostel que me hospel e essa corrida já foi uma aventura! Quando cheguei ao hostel, o taxista me perguntou quando eu devo pegar, enfim, não havia taximetro e eu esqueci de pedir para ligar. Eu paguei cerca de 15 dolares pela corrida e ele me deu um troco de 3 Jds, tudo foi no cambio mesmo. Eu morri de rir porque eu fui pego desprevinido. E foi bem pago porque andamos por quase 1 hora até chegar o lugar que o taxista NÃO SABIA ONDE ERA. Foi muito engraçado. Queria chegar cedo no hostel porque no outro dia eu já iria descer para Petra. Amã foi apenas um lugar para descasar, porque sair naquele lugar, não dá certo, é uma loucura e nada fica aberto até um certo horário, fora a rigidez em tudo... Mas foi muito engraçado e divertido.

A parte Norte de Israel foi isso... Sei que ocultei bastante detalhes mas são inúmeros detalhes, e como eu disse, ficaria semanas aqui escrevendo todas as minhas experiências em 38 dias. No lado da Jordânia, fui para as cidades de Amã e Petra, claro, passei por diversas outras mas como breves paradas. Relaterei as aventuras em Petra e deserto de Waid Rum. ::lol3::

Shalom,
Fábio ::hahaha::

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:arrow: Jordânia

 

A minha jornada para Petra começou com um café da manhã no hostel que me fez emagrecer 5kg na viagem. Era horrível. Eu andava muito e não conseguia comer nada. Foi uma luta porque eu podia ficar doente mas dava um jeito de tentar achar um arroz com frango, um shawarma. Vivia disso nos tempos que fiquei nesses lugares porque a comida é bem diferente. Foi difícil me acostumar. Após o café peguei um passeio para Petra passando por diversos lugares: Mount Nebo, Madaba, Wadi Al-Moujeb, Karak, Wadi Al Hasa, Dana, Shobak até chegar em Petra. Fui com mais 3 gringos, 2 almeães e 1 inglês. Nos divertimos muito na viagem. O nosso motorista era muito engraçado, ele dançava e adorava uma música alta e todas as músicas tinha HABIB. A gente só se cumprimentava HABIB, com o motorista e entre nós, porque foi uma lavagem cerebral. Até mesmo quando a gente se encontrou em Petra nos cumprimentamos como HABIB rsrsrsrs

 

Esse passeio foi meio carinho, como a moeda é muito forte se torna caro. Mas é estranho pensar assim porque valeu muito a pena e a viagem foram quase 12 horas, porque saimos as 8:10 em ponto e chegamos em Petra as 19:30. Fomos parando, conhecendo bem o lugar. Foi maravilhoso. Eu gostei muito de tudo que vi. Valeu muito a pena gastar uns 35 Jds. Afinal, era férias e não sei quando eu iria voltar naquele lugar. Então eu tinha mesmo é que aproveitar. E eu fiz meu planejamento para isso também. Estava tudo sob controle.

 

Em Petra eu já tinha uma reserva, logo na entrada da cidade, cerca de 200 metros do porto era o hostel. As vezes nem precisava ir andando, o próprio hostel tinha transporte para o lugar. Pois os taxistas compravam sempre 1 dinar para te levar e te traze, na verdade tudo era 1 dinar, água, comida, etc... Fiquei 3 dias em Petra para conhecer a região e 1 dia no deserto.

 

A minha aventura no deserto começou bem cedo no outro dia e no meu planejamento era para ser apenas no último dia, mas não quis perder tempo, eu estava empolgado e não tinha procurado ainda o lugar para fazer a trilha pelo deserto e o rapaz do hostel me ofereceu e fui com mais um casal de franceses. O nosso guia nos pagou no hostel e pagamos cerca de 40 dinar para passar o dia todo, andando pelas diversas trilhas, lugares fasciantes. Levei bastante água e bebi quase tudo, deixei apenas 1 litro para volta no outro dia. Pois dormimos num acampamento beduíno. Estava tudo incluído. Havia um acampamento no meio do deserto, onde muitas caravanas vão, mas tivemos o privilégio de ficar realment um acaompamento do povo local, o que tornou a viagem mais mais real e animada porque as músicas eram todas da região e povo que dançava era da região. Os homens, que coisa... Se fosse no Brasil, como falei para o frances, aqui iram pensar que são todos gays, porque eles rebolam mesmo e dançam um com os outros, já que não se pode dançar com uma mulher, tem que ser mais requitado e só casados, é tudo complicado.

 

No deserto, bom levar blusas que cobre o corpo todo pois é muito sol e uma insolação não vai ficar nada bom. Muita água, filtro solar e nada de muito esforço. Claro que vai querer correr pelas areias coloridas no local, se pintar como os índios fazem aqui, enfim, tem que aproveitar mas com bom moderação. Subir nas pedras, tomar cuidado para não cair porque o hospital fica km de distância, tirar fotos diferentes para mostar para os bacacas dos amigos que te zuaram porque você foi sozinho. Enfim, é uma experiência única em conhecer e saber como o povo beduíno vive, beber a comida deles, o tal iorgute que eles dizem que é leite de cabra misturado com alguma coisa lá, é HORRIVELLLLLLLLLLLLLL mas eu experimentei heheheheheeh E o medo de ter diarréia, mas não deu, graças a Deus. No finalzinho, iniciando a noite, era 18:10h fomos para um pedra que tinha que passar por uma duna de areia para poder apreciar o lindo e maravilhoso pôr-do-sol.

 

Depois do pôr-do-sol, tive a sensação de como é estar perdido no deserto, na escuridão do deserto e principalmente o extremo de temperatura em minutos. De 45 para uns 10 graus. Incrível. Fomos para o acampamento, fomos jantar e apreciar a festa que foi maravilhosa, com toxas acesar, danças e muita gente dançando. Pena que não dá para postar os videos aqui e eles são grantes, nem youtube dá. Uma pena.

 

Na volta, voltamos para o hostel, os franceses seguiam para Síria e eu continuei em Petra agora para desvendar os lugares, agora eu tinha 3 dias para fazer tudo que eu não tinha feito. Eu fui a tarde para Petra, afinal, ficar um 1 sem tomar banho, só mesmo europeu, eu sou brasileiro, sol, muito quente, não dá para ficar sem banho por mais de 1 dia. Mas mochilão é assim mesmo, as vezes dá para tomar um banho outras vezes não dá, mas como sempre tinha que dá. Descansei um pouco, porque ninguém dorme bem no deserto: e se uma aranha entrar aqui, um escorpião, um cobra???? Céu estrelado, incrível e vou te dizer, sensação de liberdade, de viver, pura aventura...

 

Em Petra, paguei o pacotinho para 3 dias. E resolvi no primeiro dia fazer a trilha básica, para não me forçar muito, pois eu tinha acabado de chegar do deserto, e fiz o normal, até o musei, fiquei a tarde toda andando e aproveitando. Passei num bazar, o cara me puxeu porque me viu com a camisa do Brasil e quis saber do país e claro, tudo pretesto para te vender as coisas e falou em desconto e que tinha um restaurante e tal.. Eu aproveitei o descondo para comer é o no restaurante, muito tempo que eu não comia um arroz, um espetinho de carne, ai ai ai... Vocês não imagina como aquilo se tornou ouro pra mim. A partir de então, almocei lá todos os dias no hostel que servia um jantar, comia sempre quando chegava da trillha, famito...

 

No segundo dia resolvi explorar o lado oeste da trilha de Petra. Ir mais além do que os caminhos normais que todo o turista faz. E assim no terceiro dia fui para o lado leste. Cada lugar maravilhoso. E ninguém acreditando que iria fazer tudo sozinho. Legal você chegar nos lugares mais altos e apreciar a vista, deitar, descansar numa sombra e ficar vendo as coisas que Deus criou. É muita emoção estar num lugar que antes era só visto pela televisão, jornais, internet... Ver que tudo é real mesmo. Neste dia eu tive a oportunidade de sair de Petra a noite, pois o caminho para onde fui era bem distante, além da trilha normal, levou umas 2 horas para chegar, após subir mais de 1 mil degraus de pedra, nas rochas e incrível saber como eles montam uma infra-estrutura em cima das rochas, dos montes, existem até restaurantes. Incrível! Qdo eu desco era era 18, iria iniciar o por-do-sol, então corri e subir as tumbas e fiquei lá até escurecer, o parque é maravilhoso a noite. Muitas toxas acenas, existem dias específicos que fica aberta para visitação a noite, mas neste dia eu já estava dentro, podia sair na hora que eu quiser rsrsrsrs

 

Na saída, conversei com algumas rapazes que trabalhava na iluminação. Como nosso povo é bem visto por lá. Eles adoram brasileiros, principalmente quando sentam e dão atenção. Eles ficam muito alegres e contentes. Eles são não gostam, apensar de idolatrar aquele rei, quando usurpram os direitos como cidadãos. Porque o turismo lá é uma fonte grande de renda, só que, é como Cuba praticamente, a maioria do que faturam é repassado para o governo e ficam com quase nada, e por isso que vemos uma moeda forte mas com pouco desenvolvimento... Enfim, posso estar falando besteira mas foi o que me disseram.

 

No dia de ir embora, eu percebi que havia furado o planejamento sem querer. Porque era para ter ficado 2 dias em Petra para depois descer para Aqba. Mas não tinha como deixar Petra sem conhecer tudo, pois Aqba era lugar apenas para descansar e eu já estava indo para Dahab para isso mesmo, apesar de ir para subir o Monte Sinai. O pessoal do hostel, a quem sou muito grato, pois me ajudaram em todas as dúvdias e principalmente por ter mantido a internet ligada de madrugada, porque eles desligam tudo e madrugada era o único momento que eu tinha para familia com familia e namorada... Eu briguei feio um dia por conta disso, mas foi engraçado e eles entenderam no final e eles fazem tudo para agradar os hospedes.

 

Eu tinha opções para descer para Aqba, pagar um taxi por 35 dinar... Esse foi até engraçado eu apenas perguntei ao taxista quando ele cobra sem fazer acordo nenhum e não é que o cara foi lá no hostel onde eu estava no dia que eu estava partindo para me levar! Eles são muito esperto mas foi bem sincero antes de tudo, não foi acordo perguntei apenas quando cobraria, então gente tem que tomar cuidado porque eles não são nada bobo. Peguei um ônibus mesmo da região que custa 5 dinar, leva cerca 2 hora para chegar em Aqba. Chegando em Aqba peguei um taxi para me levar direto para o ferry para seguir para Dahab. Cheguei cedo, era 10 da manhã. O ferry partiria apenas 13 da tarde. Carimbei a saída da Jordânia e esperei o navio sair.

 

Aqaba é bem pequena, dá pra ver 3 países, Arábia a esquerda, Israel à direita e Egito em frente. Cerca de 10 minutos, tirando as burocracias dá para chegar no Egito e 5 tanto em Isarel quanto Arábia Saudita.

 

Essa foi uma das coisas chatas que me aconteceu. Eu quis ir para Dahab atravessando a fronteira, mas o pessoal do hostel me informou que seria mais complicado e como eu não sou dali, resolvi ouvir eles, então preferi pegar um ferry que me custou 75 dolares. O bom é que era primeira classe, muito confortável. E eu nem sabia, foi informado depois de 2 horas já no navio que era para subir para as cabinas de primeira classe e mesmo assim porque fui esperto e perguntei o que estava acontecendo com as pessoas que compraram junto comigo estava sendo direcionadas para outro lugar e eu fui junto, me dei bem! rsrsrsrs

 

O ferry foi até rápido, 2 horas, mas até sairrrrrrrrr do porto de Aqba que foi complicado, saimos era 16 horas. Ai ou seja, perdi o último busão para ir para Dahab de Nuweiba (porto/parada). O legal é que nas viagens você tem oportunidade de conhecer mutias pessoas e no navio eu conheci algumas pessoas que por sorte estavam indo para o mesmo lugar que eu. Um casal de australianos e uma korena. Rachamos a van para Dahab, saiu cerca de 25 libras egipcias para cada um. A moeda no egito é muito barata e andamos quase 2 horas até chegar em Dahab. Valeu muito a pena. Não paguei nada para entrar no Egito, pois eu iria ficar apenas na região do sinai que tem visto gratuito por 15 dias. Peguei dentro do navio.

 

Agora vou relatar um pouco do Egito, o Sul do Egito para ser mais sincero. ::mmm:

 

Shalom,

Fábio ::hahaha::

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E ai Fábio, muito legal seu relato. Eu também acabei de fazer essa viagem, mas ao invés do Egito fui pra Chipre.

Israel é demais!! A Jordânia também, Petra é lindo e Amman apesar de pouco tempo achei legal, diferente de você. Se der bote algumas fotos aqui pra gente ver.

Shalom.

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fala fucim...

 

cara, mt bom seu relato.

to aqui em israel ainda e infelizmente soh vou ter uma semana p realmente fazer passeios...

to num estagio de verao pelo instituto de ciencias weizmann entao nao to podendo me dispersar mt...

o bom eh que eles nos levam p lugares.. ja fomos p mar morto (nao fomos q Ein Gedi.. :( ) e proxima segunda p Haifa, Akko e Cesarea..

tava querendo mt fazer o jesus trail.. c acha q vale a pena ou da p ir sozinho?

na ultima semana q vou estar aqui (16 a 21 de agosto) to querendo plenejar ir p eilat (passar um dia la) e de la ir p petra, voltar e ir p cairo e luxor...

o q c acha?

eh dificil fazer td sozinho, eu sei... mas to me inspirando em vc.. sera q uma semana eh suficiente?

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:arrow: Jordânia

 

A minha jornada para Petra começou com um café da manhã no hostel que me fez emagrecer 5kg na viagem. Era horrível. Eu andava muito e não conseguia comer nada. Foi uma luta porque eu podia ficar doente mas dava um jeito de tentar achar um arroz com frango, um shawarma. Vivia disso nos tempos que fiquei nesses lugares porque a comida é bem diferente. Foi difícil me acostumar. Após o café peguei um passeio para Petra passando por diversos lugares: Mount Nebo, Madaba, Wadi Al-Moujeb, Karak, Wadi Al Hasa, Dana, Shobak até chegar em Petra. Fui com mais 3 gringos, 2 almeães e 1 inglês. Nos divertimos muito na viagem. O nosso motorista era muito engraçado, ele dançava e adorava uma música alta e todas as músicas tinha HABIB. A gente só se cumprimentava HABIB, com o motorista e entre nós, porque foi uma lavagem cerebral. Até mesmo quando a gente se encontrou em Petra nos cumprimentamos como HABIB rsrsrsrs

 

Esse passeio foi meio carinho, como a moeda é muito forte se torna caro. Mas é estranho pensar assim porque valeu muito a pena e a viagem foram quase 12 horas, porque saimos as 8:10 em ponto e chegamos em Petra as 19:30. Fomos parando, conhecendo bem o lugar. Foi maravilhoso. Eu gostei muito de tudo que vi. Valeu muito a pena gastar uns 35 Jds. Afinal, era férias e não sei quando eu iria voltar naquele lugar. Então eu tinha mesmo é que aproveitar. E eu fiz meu planejamento para isso também. Estava tudo sob controle.

 

Em Petra eu já tinha uma reserva, logo na entrada da cidade, cerca de 200 metros do porto era o hostel. As vezes nem precisava ir andando, o próprio hostel tinha transporte para o lugar. Pois os taxistas compravam sempre 1 dinar para te levar e te traze, na verdade tudo era 1 dinar, água, comida, etc... Fiquei 3 dias em Petra para conhecer a região e 1 dia no deserto.

 

A minha aventura no deserto começou bem cedo no outro dia e no meu planejamento era para ser apenas no último dia, mas não quis perder tempo, eu estava empolgado e não tinha procurado ainda o lugar para fazer a trilha pelo deserto e o rapaz do hostel me ofereceu e fui com mais um casal de franceses. O nosso guia nos pagou no hostel e pagamos cerca de 40 dinar para passar o dia todo, andando pelas diversas trilhas, lugares fasciantes. Levei bastante água e bebi quase tudo, deixei apenas 1 litro para volta no outro dia. Pois dormimos num acampamento beduíno. Estava tudo incluído. Havia um acampamento no meio do deserto, onde muitas caravanas vão, mas tivemos o privilégio de ficar realment um acaompamento do povo local, o que tornou a viagem mais mais real e animada porque as músicas eram todas da região e povo que dançava era da região. Os homens, que coisa... Se fosse no Brasil, como falei para o frances, aqui iram pensar que são todos gays, porque eles rebolam mesmo e dançam um com os outros, já que não se pode dançar com uma mulher, tem que ser mais requitado e só casados, é tudo complicado.

 

No deserto, bom levar blusas que cobre o corpo todo pois é muito sol e uma insolação não vai ficar nada bom. Muita água, filtro solar e nada de muito esforço. Claro que vai querer correr pelas areias coloridas no local, se pintar como os índios fazem aqui, enfim, tem que aproveitar mas com bom moderação. Subir nas pedras, tomar cuidado para não cair porque o hospital fica km de distância, tirar fotos diferentes para mostar para os bacacas dos amigos que te zuaram porque você foi sozinho. Enfim, é uma experiência única em conhecer e saber como o povo beduíno vive, beber a comida deles, o tal iorgute que eles dizem que é leite de cabra misturado com alguma coisa lá, é HORRIVELLLLLLLLLLLLLL mas eu experimentei heheheheheeh E o medo de ter diarréia, mas não deu, graças a Deus. No finalzinho, iniciando a noite, era 18:10h fomos para um pedra que tinha que passar por uma duna de areia para poder apreciar o lindo e maravilhoso pôr-do-sol.

 

Depois do pôr-do-sol, tive a sensação de como é estar perdido no deserto, na escuridão do deserto e principalmente o extremo de temperatura em minutos. De 45 para uns 10 graus. Incrível. Fomos para o acampamento, fomos jantar e apreciar a festa que foi maravilhosa, com toxas acesar, danças e muita gente dançando. Pena que não dá para postar os videos aqui e eles são grantes, nem youtube dá. Uma pena.

 

Na volta, voltamos para o hostel, os franceses seguiam para Síria e eu continuei em Petra agora para desvendar os lugares, agora eu tinha 3 dias para fazer tudo que eu não tinha feito. Eu fui a tarde para Petra, afinal, ficar um 1 sem tomar banho, só mesmo europeu, eu sou brasileiro, sol, muito quente, não dá para ficar sem banho por mais de 1 dia. Mas mochilão é assim mesmo, as vezes dá para tomar um banho outras vezes não dá, mas como sempre tinha que dá. Descansei um pouco, porque ninguém dorme bem no deserto: e se uma aranha entrar aqui, um escorpião, um cobra???? Céu estrelado, incrível e vou te dizer, sensação de liberdade, de viver, pura aventura...

 

Em Petra, paguei o pacotinho para 3 dias. E resolvi no primeiro dia fazer a trilha básica, para não me forçar muito, pois eu tinha acabado de chegar do deserto, e fiz o normal, até o musei, fiquei a tarde toda andando e aproveitando. Passei num bazar, o cara me puxeu porque me viu com a camisa do Brasil e quis saber do país e claro, tudo pretesto para te vender as coisas e falou em desconto e que tinha um restaurante e tal.. Eu aproveitei o descondo para comer é o no restaurante, muito tempo que eu não comia um arroz, um espetinho de carne, ai ai ai... Vocês não imagina como aquilo se tornou ouro pra mim. A partir de então, almocei lá todos os dias no hostel que servia um jantar, comia sempre quando chegava da trillha, famito...

 

No segundo dia resolvi explorar o lado oeste da trilha de Petra. Ir mais além do que os caminhos normais que todo o turista faz. E assim no terceiro dia fui para o lado leste. Cada lugar maravilhoso. E ninguém acreditando que iria fazer tudo sozinho. Legal você chegar nos lugares mais altos e apreciar a vista, deitar, descansar numa sombra e ficar vendo as coisas que Deus criou. É muita emoção estar num lugar que antes era só visto pela televisão, jornais, internet... Ver que tudo é real mesmo. Neste dia eu tive a oportunidade de sair de Petra a noite, pois o caminho para onde fui era bem distante, além da trilha normal, levou umas 2 horas para chegar, após subir mais de 1 mil degraus de pedra, nas rochas e incrível saber como eles montam uma infra-estrutura em cima das rochas, dos montes, existem até restaurantes. Incrível! Qdo eu desco era era 18, iria iniciar o por-do-sol, então corri e subir as tumbas e fiquei lá até escurecer, o parque é maravilhoso a noite. Muitas toxas acenas, existem dias específicos que fica aberta para visitação a noite, mas neste dia eu já estava dentro, podia sair na hora que eu quiser rsrsrsrs

 

Na saída, conversei com algumas rapazes que trabalhava na iluminação. Como nosso povo é bem visto por lá. Eles adoram brasileiros, principalmente quando sentam e dão atenção. Eles ficam muito alegres e contentes. Eles são não gostam, apensar de idolatrar aquele rei, quando usurpram os direitos como cidadãos. Porque o turismo lá é uma fonte grande de renda, só que, é como Cuba praticamente, a maioria do que faturam é repassado para o governo e ficam com quase nada, e por isso que vemos uma moeda forte mas com pouco desenvolvimento... Enfim, posso estar falando besteira mas foi o que me disseram.

 

No dia de ir embora, eu percebi que havia furado o planejamento sem querer. Porque era para ter ficado 2 dias em Petra para depois descer para Aqba. Mas não tinha como deixar Petra sem conhecer tudo, pois Aqba era lugar apenas para descansar e eu já estava indo para Dahab para isso mesmo, apesar de ir para subir o Monte Sinai. O pessoal do hostel, a quem sou muito grato, pois me ajudaram em todas as dúvdias e principalmente por ter mantido a internet ligada de madrugada, porque eles desligam tudo e madrugada era o único momento que eu tinha para familia com familia e namorada... Eu briguei feio um dia por conta disso, mas foi engraçado e eles entenderam no final e eles fazem tudo para agradar os hospedes.

 

Eu tinha opções para descer para Aqba, pagar um taxi por 35 dinar... Esse foi até engraçado eu apenas perguntei ao taxista quando ele cobra sem fazer acordo nenhum e não é que o cara foi lá no hostel onde eu estava no dia que eu estava partindo para me levar! Eles são muito esperto mas foi bem sincero antes de tudo, não foi acordo perguntei apenas quando cobraria, então gente tem que tomar cuidado porque eles não são nada bobo. Peguei um ônibus mesmo da região que custa 5 dinar, leva cerca 2 hora para chegar em Aqba. Chegando em Aqba peguei um taxi para me levar direto para o ferry para seguir para Dahab. Cheguei cedo, era 10 da manhã. O ferry partiria apenas 13 da tarde. Carimbei a saída da Jordânia e esperei o navio sair.

 

Aqaba é bem pequena, dá pra ver 3 países, Arábia a esquerda, Israel à direita e Egito em frente. Cerca de 10 minutos, tirando as burocracias dá para chegar no Egito e 5 tanto em Isarel quanto Arábia Saudita.

 

Essa foi uma das coisas chatas que me aconteceu. Eu quis ir para Dahab atravessando a fronteira, mas o pessoal do hostel me informou que seria mais complicado e como eu não sou dali, resolvi ouvir eles, então preferi pegar um ferry que me custou 75 dolares. O bom é que era primeira classe, muito confortável. E eu nem sabia, foi informado depois de 2 horas já no navio que era para subir para as cabinas de primeira classe e mesmo assim porque fui esperto e perguntei o que estava acontecendo com as pessoas que compraram junto comigo estava sendo direcionadas para outro lugar e eu fui junto, me dei bem! rsrsrsrs

 

O ferry foi até rápido, 2 horas, mas até sairrrrrrrrr do porto de Aqba que foi complicado, saimos era 16 horas. Ai ou seja, perdi o último busão para ir para Dahab de Nuweiba (porto/parada). O legal é que nas viagens você tem oportunidade de conhecer mutias pessoas e no navio eu conheci algumas pessoas que por sorte estavam indo para o mesmo lugar que eu. Um casal de australianos e uma korena. Rachamos a van para Dahab, saiu cerca de 25 libras egipcias para cada um. A moeda no egito é muito barata e andamos quase 2 horas até chegar em Dahab. Valeu muito a pena. Não paguei nada para entrar no Egito, pois eu iria ficar apenas na região do sinai que tem visto gratuito por 15 dias. Peguei dentro do navio.

 

Agora vou relatar um pouco do Egito, o Sul do Egito para ser mais sincero. ::mmm:

 

Shalom,

Fábio ::hahaha::

 

 

 

Estou indo de Taba para Aqaba depois Petra, li nos comentarios que o ferry sai apenas as 7.00 da manhã ou apos lotar podendo ficar ate 1200 horas esperando

e que os mais caros tem USD 70,00 somente por agencia . isto esta correto ?

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Ola, seu relato foi muito bom, esa viagem é a que eue minha esposa vamso em julho de 2011, to estudado os locais, os risocs, so que estou em duvida quanto os Hostes que ficaremso, quais soa as sua sugestoes, poderia me mandar dicas de onibus e de passeios...

valeu...abraços

Fabio Vallim

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Ola Fucim, estou pensando em viajar para a região, eu, esposa e filho, como não sou tão jovem, não sei se vou de mochila, minha duvida é como funciona o hostel, são quartos coletivos? ou pode ser um quarto para o casal e filho?

 

A Goulart

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Amigos,

Em forma de agradecimento de todas as vezes que sempre acho respostas às minhas dúvidas por aqui, montei um simples relato sobre minha viagem que aconteceu em Outubro/2010. Eu e mais uma amiga nesta trip fantática que durou no total 26 dias. Espero que as informações possam ajudar... e se puder ajudar com outras dúvidas, farei com certeza (Neste caso, por favor, envie via MP... pois, às vezes passo muitos dias sem entrar no site e via MP receberei um alerta no meu e-mail :) )

 

Diferente do tópico, a ordem da viagem foi: EGITO - JORDANIA - ISRAEL (finalizando em Amsterdam com mais 2 dias).

 

EGITO

 

Cairo

Cidade louca, barulhenta, por muitas vezes suja.. porém encantadora. Voltaria ao Cairo dezenas de vezes.

 

Mulheres Sozinhas: Tranquilo desde que vestidas com decoro. Usei muito bata de manga longa e calças pantalona (tipo indiana). Isso não evitou o assédio, mas com certeza reduziu, e muito! Em meu caso, não estava sozinha, pois, uma outra amiga viaja comigo, mas sempre somente nós duas.

 

Metrô: Meninas, não pensem duas vezes... Usem! Porém utilizem o vagão dedicado especialmente para mulheres. Super tranqüilo, sem perturbação alguma.

 

Hostel: A entrada do hostel, bem como o elevador, assustam (e muito!), mas ao chegar ao hostel a surpresa é ótima. Ambiente aconchegante, limpo e staff super atencioso. Ficamos em quarto privado e valeu muito a pena. (Meramees Hostel - 32 Sabri Abou Alam Street, Cairo, Egypt )

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Meramees-Hostel/Cairo/2332

Ponto Negativo do Hostel: Ao lado de uma mesquita, portanto, prepare-se para despertar por volta das 5:00 da manhã com o primeiro chamado do dia.

Aproveite para fechar o passeio às pirâmides no hostel mesmo. Se possível, com o taxista Mohamed. O cara é 10! Super gente boa e nos respeitou o tempo todo.

 

Museu do Cairo: Parada obrigatória. Não pode entrar com câmera.. Nem perca o seu tempo tentando, pois, você vai passar por Raio X. Tem que deixar a câmera em uma espécie de guarda-volume do lado de fora.

O assédio de guias dentro e fora do museu é grande. Tenha em conta que: é impossível conhecer o museu em um só dia. Como eu dispunha só de ½ dia, acabei contratando um senhorzinho que falava espanhol. Ele tinha pilha Duracell..rsrs.. Por Deus! Era difícil acompanhá-lo. No começo achei meio furada, mas depois achei que valeu, pois, ele levou nos principais pontos e nos alertou para pontos que eu jamais prestaria atenção se tivesse andando sozinha. Geralmente você contrata o serviço por 2 horas ou mais. Algo em torno de EGP 200. Dentro do museu, para visitar a sala das múmias é necessário pagar uma taxa à parte (EGP 100). Recomendadíssimo!!!! Não deixe de ir. Tem uma coleção enorme de múmias. A sala de tesouros do Tutankamon é um deslumbre aos olhos. Gostei muito.

 

Comida: Muita atenção para comida. Evitem peixe, pois, é um lugar muito quente e as condições de higiene são péssimas. Minha amiga pegou uma mega infecção intestinal e tivemos que fazer uma consulta por fone aqui com o Brasil. Depois de uns 3 dias ela melhorou, mas foi bem punk! Eu não voltaria ao Egito sem um bom antibiótico para esse tipo de infecção. O médico daqui disse que é muito comum em viajantes, pela mudança de clima, comida, água,etc. Sendo assim, cautela no quesito comida. Tive muita sorte, pois, não tive nada,masssss.. melhor não vacilar.

 

Sufi Dancing: Esta foi a melhor surpresa que tive no Cairo. Uma apresentação gratuita acontece às Segundas, quartas e sábados (confirme no albergue se continuam esses dias). A apresentação é por volta das 20:00h, mas chegue as 18:00h, caso contrário não encontrará vaga. Foi a apresentação local mais surpreendente e emocionante que já vi até hoje. Acontece no Wikalet al-Ghouri pertinho do Mercado de Khan-el-Khalili.

 

Mercado de Khan el-Khalili: Imperdível! Fui simplesmente todos os dias neste mercado... quer seja durante ou dia, ou à noite. Adorei. São dezenas de quarteirões e ruelas que formam verdadeiros labirintos. Pechinche muito (sempre!). Aproveite para conhecer o restaurante Khan Khalili Restaurant/Naguib Mahfouz Café (recomendado no Lonely Planet e perfeito!) http://www.nileguide.com/destination/cairo/restaurants/naguib-mahfouz-cafe/509830

 

Visita às mesquitas: Mohamed Ali, King Hassan..etc... Fomos por conta própria ao bairro Cristão e depois às mesquitas. Sinceramente, acho que seria melhor ter pago uma espécie de tour. Sei que sairia infinitamente mais caro, mas ainda assim, barato, já que para nós daqui do Brasil o custo do Egito é baixo. Caminhamos muito em um sol a pino e muitas vezes, por estarmos sozinhas, preferimos pegar um táxi. Então, acredito que o melhor seria de fato ter fechado lá no albergue um taxista para “rodar”com a gente pela cidade.

 

De Cairo a Aswan

Trem (sleeping train - http://www.sleepingtrains.com ) Cerca de USD 60 em cabine dupla ou USD 80 sozinho. Viaja a noite toda e chega lá pela hora do almoço.

Detalhe: Se estiver com fome ao embarcar, nem conte com a janta do trem porque é péssima. Recomendo levar algo para comer. O café da manhã é até que razoável. Reserve sua passagem assim que chegar, pois, nem sempre tem vaga para última hora. Levando-se em consideração a quantidade de horas no trem, pagar a cabine em minha opinião é a melhor opção, pois, poderá ir dormindo durante o caminho e a cabine (dentro do possível) é confortável.

 

Cruzeiro: Para aqueles que podem incluir o cruzeiro no orçamento eu recomendo. Contratei uma agência chamada ATB Holidays (http://www.atbholidays.com) para fazer o cruzeiro e o passeio para Abu Simbel. Foi o dinheiro mais bem gasto na viagem.

O cruzeiro inclui além de todas as refeições os passeios a todos os principais pontos entre Aswan e Luxor. Existe a opção de Aswan a Luxor e o inverso. Escolhi partindo de Aswan porque depois de Luxor eu continuaria a viagem para Dahab. Com relação à ATB: Encontrei essa agencia no Google e comecei a manter contato com eles questionando o passeio, preços, etc. O atendimento era muito bom. Sempre respondiam aos meus e-mails muito rapidamente. O pagamento foi efetuado por Cartão de crédito via Internet (site seguro). Sem problema algum.

 

Aswan

Fiquei no hostel Hathor. Gostei. Piscina no terraço com umas cadeiras para ficar simplesmente assando naquele sol absurdo! A localização do hostel é boa e a limpeza também. Staff super simpático. Tem um micro gratuito para os hóspedes que usei para baixar fotos para meu pen drive. Aswan, ao contrário do que eu pensava é uma cidadezinha super agradável.

http://www.hathorhotel.com/requests.aspx

 

Às margens do Nilo, o fim de tarde nas felucas é um passeio obrigatório. Como minha amiga não estava bem (lembram que falei que ela teve infecção??), fui passear sozinha pela cidade e almocei no MC Donalds. (e viva o Fast Food!!!). Ali mesmo, perto do MC contratei um senhorzinho para passear comigo de feluca.... Fui sozinha bem no finzinho de tarde para ver o pôr-do-sol. Doce lembrança!

Como eu já havia informado a agência do cruzeiro onde eu estaria hospedada, eles ligaram na recepção avisando sobre o horário que nos pegariam no Hostel para irmos para Abu Simbel.

Como meu tempo estava muito apertado, contratei a mesma agência (ATB) para fazer o passeio para Abu Simbel. Não achava uma boa fazer com eles, pois, era muito caro (USD 135), porém, como eu tinha que fazer o check-in no navio naquele mesmo dia depois de Abu Simbel, acabei optando pela agência, pois, se chegasse após o check-in com eles eu não teria problemas...diferentemente se estivesse por minha conta.

Enfim, nos pegaram no hostel as 02:45h da madruga para iniciarmos o passeio. Chegamos a Abu Simbel as 06:00h e as 08:00h já estávamos finalizando o tour a caminho do ônibus. A esta altura comecei a entender melhor o motivo de ir tão cedo... não é só pela distancia, mas também pelo calor que é quase insuportável. Neste dia o termômetro do ônibus bateu os 42 graus por volta das 12:00h, mas a sensação térmica era muito pior que isso. Lembre que Abu Simbel é a 40 km do Sudão.... sendo assim, muito mais calor!

Após retorno de Abu Simbel, fizemos o check-in no navio, almoçamos e depois partimos para o passeio da tarde em Aswan. O cruzeiro no Nilo é algo fabuloso. O navio não balança praticamente nada.. muito calmo.

 

O navio que ficamos era o MISS EGYPT e minha nota para ele é 10! Padrão 5 estrelas. Já fiz alguns cruzeiros e posso afirmar que o padrão deles é de Transatlântico, sem dúvida. Os passeios a todos os pontos era com serviço de guia e carro com ar condicionado. Detalhe: serviço VIP. Sim!!! Um guia somente para nós... sem o esquema CVC que estamos acostumados a ver. O guia falava um espanhol muito bom e era um arqueólogo formado pela Universidade do Cairo. Um crânio em história! O difícil era guardar tudo o que ele falava..rsrs. Para os interessados, o cruzeiro custou USD 345 (preço final com todos os passeios + traslados hotel/cruzeiro/hotel ). Além disso, você vai gastar com bebidas (assim como na maioria dos cruzeiros) e é claro com as gorjetas que é uma praxe em cruzeiros.

Achei que tudo o que economizei em Hostels valeu gastar no cruzeiro, pois, uns diazinhos de conforto foram muito bem-vindos. Terminar um dia, após fritar o cérebro no calor escaldante de Luxor, na Jacuzzi do terraço olhando o pôr-do-sol, foi algo inesquecível. Portanto, caso seu Budget permita uma regalia como essa, eu recomendo.

Terminando o cruzeiro em Luxor, pudemos fazer um late check-out, saindo da cabine somente às 13:00h e deixando o navio somente as 15:00h. Como o pacote inclui tranfers, um guia chegou para nos levar até a estação rodoviária para pegar o ônibus da East Delta para Dahab.

 

De Luxor a Dahab

O caos! Pois é, saí da mordomia do cruzeiro para enfrentar o caos nesta travessia. Mas essa é a graça de se viajar por conta própria de mochilão! rs. Bom, pesquisei muuuuito em como ir de Luxor a Dahab... Lonely, fóruns, aqui no Mochileiros.com.. enfim, acabei chegando à conclusão de que de ônibus direto era a melhor opção ...e de fato seria!!! (Seria se o busão não tivesse quebrado e se não tivesse parado uma centena de vezes). Em nenhum momento fomos importunadas... talvez porque nossas caras não eram de “boas amigas”... rsrs... Enfim, resumindo... enfrentamos centenas de check points, a quebra do busão no Deserto (ficamos parados por 2 horas até um filho de Deus parar e conseguir ajudar). Depois de umas 12 horas trocamos de busão em uma estação rodoviária que nem lembro mais onde era. Enfim... Dahab... 25 horas depois. SIM! 25 horas. O estimado por todos os guias era de 14 a 16h.... acho que foi castigo pela mordomia no cruzeiro...kkkkkkk... Portanto, NÃO RECOMENDO IR DE BUSÃO. Não economize e vá de avião mesmo.

 

DAHAB

Paraíso para os mochileiros. Fiquei somente 2 noites, mas adoraria ficar um mês naquele lugar.

Hospegadem: O Penguim Village é fantástico. A área do Restaurante é fantástica... extremamente confortável, comida boa e barata. A vilinha tem algumas lojas e um pequeno agito à noite. (Penguin Village -Mashraba Street, Dahab Sinai, Dahab, Egypt )

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Penguin-Village/Dahab/15355

Se gosta de mergulho ou quer experimentar um mergulho inicial faça sem hesitar! Na média de USD 38. Já mergulhei em outros pontos, mas nada se compara ao Mar Vermelho! Um encanto.

 

Travessia DAHAB – JORDANIA

Pesquisei muito em como fazer essa travessia e acredito que minha escolha foi a melhor, ainda que não fosse a mais econômica. A maioria do pessoal vai por Nuweiba para Aqaba, que é uma tragédia pelo que amigos falaram. Tudo atrasa (e muito!) e o tratamento é péssimo.

No meu caso eu fiz:

Dahab – Eilat – Aqaba – Wadi Rum

No Penguim contratei um carro para nos levar até a fronteira com Eilat (EGP 300). O valor é pelo carro, portanto, se tiver mais gente para dividir, esse valor sai uma pechincha. Fechei no próprio Penguim que arrumou o carro (no caso foi uma VAN!). No caminho para Eilat fizemos umas 2 paradas para fotos em uma paisagem incrível. Existe uma Van mais econômica (coletiva) que vai para Eilat, porem só saia as 10:00h e eu queria sair mais cedo, para ver se pegava as coisas mais tranqüilas nas fronteiras. E Bingo! Acertei.

 

Eilat- Aqaba: Claro que rola muita pergunta em Israel.. Aquele stress que todo mundo comenta que geralmente passa... No meu caso, pegaram no meu pé, revistaram tudo, tudinho, abriram mala, bolsa, tudo.. enfim... aquele questionário.. mas em 1 hora já tinha finalizado tudo. Detalhe: Cheguei cedo em Eilat... acredito que por 9:00h da manhã. Atravessando a fronteira, logo na saída peguei um táxi para ir até Aqaba. Paguei USD 20 pelo taxi, mas tem ônibus que vai até Aqaba para quem quiser economizar um pouco mais. Lembre que para sair de Israel, ainda que em trânsito para a Jordânia, tem que pagar a taxa de saída que foi de NIS 98, que pode ser pago no cartão de crédito.

 

Aqaba-Wadi Rum: Taxi novamente. Paguei USD 35 para nos levar até Wadi Rum, onde o beduíno já nos esperava para levar para o acampamento.

Resumindo: Sei que saímos as 08:00h de Dahab e as 15:00h já estava no vilarejo de Wadi Rum. Como ouvi muita gente falando de atrasos de até 5/ 7horas só em Nuweiba, achei que valeu a pena.

 

JORDANIA

Iniciei por Wadi Rum, que confesso, não esperava tanto e foi para minha surpresa um dos lugares que mais gostei de toda a trip. Acho imperdível. A experiência de passar uma noite em acapamento beduíno é inigualável. Ficamos com o AYESH (http://www.wadirumdiscovery.com/site/About%20Us.html ), que foi um achado na Jordânia. Extremamente educado e atencioso, ele nos respondeu a todos os e-mails sempre muito rápido e fechamos tudo por e-mail, pagando lá na hora quando chegamos. O acampamento dele é ótimo, bem estruturado com um banheiro decente bem no meio do deserto (e eu imaginando que teria que ir atrás da moita...rsrs). Perfeito! O pacote dele inclui tudo... transfer, noite em acampamento, refeições, água, passeio de 4x4 e passeio de camelo. Tenho o contato dele e terei o maior prazer em compartilhar com quem queira.

 

Wadi Rum – Petra: O próprio Ayesh nos arrumou um taxista para levar até Petra. JOD 35 para o trajeto, porém sei que tem ônibus que sai de Wadi Rum para Wadi Musa. Vale se tiver tempo, pois, vai economizar bem.

 

Petra: Fiquei no Cleopetra. Muito bom! O dono, Mosleh, é mega atencioso, responde a todos os e-mails e o hostel é muito limpo e confortável. Parece um hotelzinho mesmo. O único incoveniente é que não é muito perto de onde ficam os restaurantes, lojinhas, etc.. para sair à noite, mas nada que JOD 6 (ida/volta) não resolvam para pegar um táxi e economizar as pernas para andar em Petra.

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Cleopetra-Hostel/Petra/16194

 

Petra: Minhas dicas aqui são:

1) Vá cedo

2) Vá até o mosteiro

3) Suba a montanha para ver a Treasury por cima

4) Leve Lanchinho

 

Justifico:

1)Vá cedo.

Tem uma quantidade infinita de turistas lá. Os portões abrem as 06:00h. As 06:15 eu estava no portão. Petra foi a razão da minha viagem para aquela região, portanto, eu não queria ter que apreciar aquele lugar com centenas de pessoas. Não num primeiro impacto. Enfim, foi muito bom, e muito emocionante andar pelo SIQ sem ninguém muito perto da gente.. no silencio.. só ounvindo nossos passos e respiração... e foi muito mais emocionante, ao terminar o Siq ver a Treasury com uma meia dúzia de pessoas somente. Foi um momento Mastercad... “Não tem preço”.rs

 

2)Vá até o mosteiro

A subida até o mosteiro não é tão hard, mas para quem está sedentário vai cansar bem.. imagina isso com o sol a pino. Por isso, chegando cedo, poderá subir enquanto o sol não está escaldante. Chegando aqui, pode ter certeza que o lanchinho cairá bem! RS

PS: Vi várias pessoas reclamando da contratação dos burricos como táxi, pois, eles não vão até o topo... deixam em determinado ponto.

 

3)Suba a montanha para ver a Treasury por cima

Outro momento “impagável”. É bem cansativo e leva cerca de 45min a 1hora para subir os mais de 600 degraus. Mas vale cada esforço ver a Treasury lá de cima no silencio absurdo da montanha. Os meninos com os Táxis “burricos”, ficarão insistindo para contratá-los, mas acho furada.

 

4) Leve Lanchinho

Bem melhor do que ficar comendo por lá, embora eu tenha almoçado no restaurante self-service mais econômico que tem lá... (se não me engano tem dois). A comida não é lá essas coisas, mas é "comível" e confesso que com a fome que estava até achei boa!

 

Recomendo mais 03 lugares em Petra:

- The Cave Bar – bacana para tomar algo, mas bem carinho. Vale para conhecer

- Pizzaria Oriental Restaurant: fica na mesma calcada do hotel Movenpic – Excelente pizza e barata.

- Hostel Petra Gate – A refeição servida por eles é bem simples, mas é muuuito boa. Jantei por JOD 5 e valeu muito a pena. Mesmo não sendo hospede vc pode ir jantar lá.. fica a poucos metros do Cleopetra (que tb serve janta a preço similar).

 

Travessia Jordânia – Jerusalém

Contratei um taxi, pois, queria passar por alguns lugares na King’s Highway. O Taxi ficou em JOD 90 (o carro) e nos pegou no hostel e depois parou em: Shobak Castle, Mount Nebo, Mar Morto, um outro lugar que não lembro o nome, rsrs.. e enfim na fronteira com Israel. O táxi foi organizado pelo próprio Mosleh do Cleopetra.

 

Fronteira – Lado Jordaniano: A demora aqui acontece porque eles esperam lotar um ônibus para levar todo mundo para a fronteira de Israel (acho que é cerca de uns 2km no máximo, mas pelo que entendi só pode ser com o ônibus deles). Detalhe: eles cobram pelas bagagens aqui... portanto, deixem alguns JOD para pagar o busão. Se não me engano foi algo em torno de JOD 1,25 por peça.

 

Fronteira – Lado Israel: Bem... como muitos já relataram aqui é o CAOS! Muita pergunta, muita desconfiança e se der azar, chá de cadeira. No meu caso, entre chegada na Jordania e saída definitiva da imigração israelense demorou 5 horas. Um absurdo para um trajeto tão curto.. Mas enfim, faz parte!

A dica IMPORTANTÍSSIMA daqui é a seguinte:

Quando desembarcar do ônibus, terá que passar por um guichê e depois pelo Raio-X. Pois bem, na ocasião era necessário deixar toda a bagagem (exceto a de mão) para retirá-la depois que passar por toda a imigração. O sistema para deixar a mala é a de colar um ticket numerado na sua mala e te dar a outra parte. Com isso, pensei que quando fosse retirar a mala teria alguém checando se a numeração batia. Náo tinha um “infeliz” checando isso e pior... a criatura iluminada que pegou nossa bagagem, colou uma numeração na mala diferente do comprovante que nos deu, ou seja, trocou com a mochila de outra pessoa. Por sorte, ninguém havia levado a nossa mala, mas foi um belo susto quando chegamos ao pátio onde as malas estavam e vimos que faltava uma delas. Fiquei uma fera na hora e esbravejei todos os palavrões que eu conhecia ::grr:: . O cara responsável por colocar as malas veio perguntando se podia me ajudar (o único filho de Deus que em Israel se propôs a ajudar! Acho que foi porque viu que eu estava a ponto de matar alguém...rsrsrs!). Explicamos o caso e ele foi buscar lá dentro. Minutos depois, voltou com a mala. Ufaaa.. foi um alívio.

 

Outro ponto importante é: Independente de qual fronteira você irá cruzar, tenha em mente que deverá checar os horários de funcionamento de cada uma delas, levando-se em consideração os dias da semana também.

 

ISRAEL

 

Fronteira Israel – Old City (Jerusalém)Faça o câmbio antes de sair pelo menos para a passagem e compre o ticket para o microônibus que leva até a cidade velha. Em torno de NIS 38. A viagem dura cerca de 45 minutos a 1 hora e deixa em um dos portões da cidade velha. Como achei que estava longe do portão onde eu ficaria, acabei rachando um táxi com um casal, mas 2 meninas que foram a pé, chegaram poucos minutos depois da gente, por conta do trânsito local.

 

Old-City: Acho que o tour gratuito vale à pena se tiver um tempinho na cidade. Como eu não tinha, paguei o Holy City (NIS 70 por pessoa) e achei que valeu, pois, foi um passeio um pouco mais completo visitando diversos lugares inclusive entrando em grande parte deles. (http://www.newjerusalemtours.com/ ) (http://www.indie-travelers.com/ ). O segredo em Jerusalém (assim como outros lugares) é caminhar e muito. Pegue um mapa e veja que grande parte das atrações fará sozinho, seguindo o mapa. Santo Sepulcro, Monte das Oliveiras e outros, são facilmente visitados com a ajuda de um mapinha para não se perder nas ruelas.

 

Hospedagem: Hostel Citadel. Perto do Jaffa Gate, que por sinal é a melhor localização na minha opinião. O hostel é péssimo em questões de higiene. Achei bem sujo, mas porque peguei a parte ruim dele. A parte superior, perto do telhado parece ser melhor. O staff era ótimo e tem uma rotatividade absurda de hóspedes. Reserve antes, pois, vi que muita gente que chegava tentando na hora não conseguia vaga.

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Citadel-Youth-Hostel/Jerusalem/13019

 

Belém, Nazareth, Cafarnaum, Rio Jordão, Massada e Mar Morto: Fiz com a mesma agência que oferece o tour gratuito e com a United Tours (http://www.unitedtours.co.il/ ). Achei que valeu a pena, pois, não compensava alugar um carro para poucos dias. Ficaria mais caro do que pagar os tours. Gostei de todos os passeios e achei que todos valeram muito a pena. Com atenção especial à Massada que foi meu preferido.

 

 

Abraço!!!

  • Gostei! 2

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Fabio,

 

eu vou estar em Jerusalem e tinha pensado em ir a Eilat passar 2 dias . Mas hoje , vi que Aqaba fica ^ao lado ^de Eilat e vi que voce conheceu as duas cidades . Qual voce achou mais interessante apenas para eu conecer e de repente fazer snorkel . Detalhe ~vou ter que voltar para Eilat depois para voltar ao Brasil pois o meu voo sai do Tel Aviv . Sera que posso ter problemas na barreira da imigraÇao pois terei que sair e entrar novamente em Israel (estou sem ponto de interrogacao, sorry ...)

 

Obrigada

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    • Por Renatao1502435084
      No tópico anterior falei de Israel, vindo da fronteira norte, ou seja, Jordan River Border Crossing.
      Após cruzar a fronteira não há opção de transporte público. Única opção foi pagar táxi que me custou 32 JDs. Isso equivale a  R$ 200,00. No caminho tive que aturar motorista chato que tentou de todas as formas me arrancar dinheiro.
      Foram 60 kilometros em que o motorista fumava dentro do carro e a todo momento me perguntava se já tinha hotel, se queria tomar um chá, suco. Por aí já senti o cheiro de golpe e o pior é que estava no meio do nada. Olha só a foto:

      Ainda faltavam 11 km e ele disse que já estava em Jerash.  Pediu mais 15 JDs para me levar até o centro. Fui incisivo com ele dizendo que ali não era o centro e que teria que me levar até o ponto central da cidade. Isso é algo que deve ser muito bem combinado pois os taxistas querem ganhar em cima a todo custo. Isso voltou a acontecer em Aqaba. Ao chegar próximo do hostel pulei do carro com a mochila e nunca achei que nunca mais seria enganado por taxistas na Jordânia, kkkk
       
      Divido o tópico conforme cidades e pontos visitados conforme mapa abaixo:

      1.       Jerash
      2.       Amman
      3.       Dead Sea (Mar Morto)
      4.       Wadi Musa (Petra)
      5.       Wadi Rum (Deserto)
      6.       Aqaba
       
      1.       Jerash – 09/02/2020 a 10/02/2020
      Fiquei no The Blue House "Gerasa", sendo o primeiro brasileiro a se hospedar neste hostel. Assim que fiz check-in e deixei a mochila já parti para o complexo histórico. São mais de três mil anos de história sendo que Jerash uma das cidades romanas mais bem preservadas do mundo. Há, inclusive, quem a considere a principal ruína de cidade romana fora da Itália:

       
      Após conhecer o complexo retornei para meu Hostel. É bem simples, mas o proprietário foi hospitaleiro sendo que levou eu mais dois suíços e dois belgas para conhecer um bar local.
      O bar é bem diferente da nossa cultura ocidental pois não há bebida alcoólica. Só há homens e geral fuma narguile o que faz parte da cultura local. O proprietário conversou bastante sobre cultura local, costumes jordanianos, política, islamismo, mulheres, filhos, etc. Foi top a experiência.
       
       
      2.       Ammã – Dia 10/02 a 13/02/2020
       
      No dia seguinte consegui ir para Ammã de transporte público. Confesso que a cidade não é das mais bonitas, mas mudar completamente de Israel judaico para Jordânia muçulmana foi um choque de cultura muito interessante. Digo isso porque Amman é uma capital imensa, sendo umas das principais cidades do Oriente Médio.

       
      Há uma citadela romana em Amman, mas para quem já esteve em Jerash não é nada que impressione. Foi mais interessante para andar nas ruas, becos, mercados e escadarias da cidade.
       
      A cidade possuí muitos aclives e declives. Para quem bate perna como eu vai ver muito disso aí. Ao andar por essas ruelas muitas crianças ensaiando um inglês básico em palavras como “what is your name?”
       
      3.       Dead Sea (Mar Morto)
       
      Dia 12/02/2020 – Dia de conhecer o Mar Morto

      Consegui ir de transporte público de Amman até Al Rama. Nesse povoado é necessário ir de táxi até o Mar Morto. Fiz em baixo custo e conheço pessoas que gastam uma nota preta para conhecer o local. E é verdade, realmente bóia!!! Experiência fodástica. E sim, é muito salgado a ponto de que suas roupas demorarão mais que o normal para secarem. Retorno também foi de transporte público e bem tranqüilo.
      Bati um PF de comida tradicional jordaniana: Mansaf
      É um prato tradicional árabe feito de carne de cordeiro cozida em um molho de iogurte fermentado seco, e servido com arroz ou triguilho
       
       
      4.       Wadi Musa (Petra)
      Dia 13/02/2020 – Parti para Wadi Musa: está é a cidade base para quem quer ir para Petra. Só um detalhe: nevou no deserto esse dia. Olha essa foto tirada da janela do ônibus:
       
      Esses pontos brancos no chão são blocos de neve. Região faz bastante frio no inverno.
       
      Dia 14/02 – Dia de conhecer mais uma das 7 maravilhas do mundo moderno: Petra
      Para aproveitar bem o dia saí do hostel às 5 da manhã.  Consegui a ser um dos primeiros a entrar no complexo e tirar foto sem turista algum no famoso Tesouro.
       A cidade é famosa por sua arquitetura esculpida em rocha e por seu sistema de canalização de água. Outro nome para Petra é Cidade Rosa, devido à cor das pedras do local.
      Fiz o primeiro dia de passeio, embora tivesse comprado o passe para dois dias. Machuquei o pé e não consegui caminhar no segundo dia, tendo inclusive que comprar medicamento na farmácia.
      Petra tem que ser explorada em dois dias, mas se você não tem tempo suficiente vale a pena madrugar e apertar o passo que consegue ver muita coisa.
       
      5.       Wadi Rum (Deserto)
       
      Dia 15/02/2020 – Deslocamento para Deserto de Wadi Rum

      A priori iria de ônibus de Wadi Musa para Wadi Rum. Há apenas um ônibus e tem que ter a sorte de não estar lotado. Por sorte consegui um táxi com outras pessoas do hostel e por sorte o taxista não extorquiu ninguém, pelo contrário, foi bem legal e inclusive parou para tirar essa foto acima.
       
       
      Paguei 140 JDs pela estadia em um dos lodges oferecidos na região. Foi uma noite,    2 cafés da manhã, um jantar e passeio no deserto de camionete.
      Uma noite é mais que necessário para conhecer. Até porque o preço não é o dos mais chamativos.
      Por estar no deserto achei tudo ok em relação a comida, cama e banho. Tinha até internet hehehhe

       
      São paisagens de tirar o fôlego e vale a pena exagerar nos cliques. 
       
      6.       Aqaba
       
      Dia 16/02/2020 – Aqaba
      É um destino turístico a beira do Mar Vermelho. Talvez uma das cidades mais organizadas da Jordânia. Não aproveitei muito pois no dia seguinte já iria para o Egito.
       
      Detalhe da foto ficou no Burquine hehehehh
       
      Fiquei hospedado no Hakaia Home Hostel, sendo que os proprietários foram muito hospitaleiros. Caminhei um pouco na cidade para conhecer e comprar o ticket da AB Maritime que levaria até Taba (Egito)
      Aqui foi o ponto final na Jordânia.
      60 doláres para deslocar por 50 minutos o que faz deste trajeto um dos mais caros do mundo para se fazer de barco. Não tinha outra opção então foi assim mesmo.
       
      Muito feliz por ter conhecido mais um país de cultura islâmica e ter aprendido muito sobre a região.
       
      Obrigado Jordânia  e a todo o seu povo!!!!
    • Por Renatao1502435084
      Fala galera viajante. 
      Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 
      29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça.
      30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel.
       
      O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham.
      A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades:
      1.      Tel Aviv
      2.      Jerusalem
      3.      Bethelen (Palestina)
      4.      Masada
      5.      Haifa
      6.      Tiberiades

       
       
      31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv
       
      Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo.
       
      Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia
       
      Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato 
       
       
      Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv
      A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". 
       
      Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS.
       
      Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si.  Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil.
       
      2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town

       
      Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável.
      Muro das Lamentações
       
      03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS.  Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido.
      Torre de Davi
       
       
      Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana.
      Jerusalém vista do Monte das Oliveiras
       
       
      04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada.
      No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga.

       
      Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina.
      Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional.
      A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point  é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina.
       
      05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais"
      É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path"
      Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada
      Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano.
      Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus.
       
       
      Dia 06/02/2020:  Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história.

      07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is.
      Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel
      Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 
       
      08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes.

      Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica.
       
      Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia.
      Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado.
      Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia.
      Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração 
      Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. 
      Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. 
      Obrigado a todos!
       
       
       
      ­­­­
    • Por Paulo Ana
      Bom dia amiguinhos , desde já quero me apresentar , sou o Paulo Rodrigues , natural de Portugal , amante de viagens , desta vez eu e minha mulher decidimos visitar Israel , apesar de esta situação do covid 19 ainda consefuimos ir e voltar sem problemas , deixo vos alguns videos produzidos por mim , se puderem sigam também meu canal , abaixo os videos :
      Mar Morto : https://youtu.be/OOt69JKZ5Fg
      Jerusalém: https://youtu.be/yUaP44fq8f0
      Eilat : https://youtu.be/FZhWzwnAdIU
       
      Qualquer duvida ou questão que tenham podem colocar.
    • Por Sonia Artur
      Decidimos viajar ao Egito, fizemos uma extensa pesquisa sobre os melhores guias que pudessem nos dar segurança e credibilidade nas informações, pois viajamos com crianças. 
       
      Através de indicações  De amigos, encontramos o guia Ibrahim. 
       
      Excelente guia, responsável, cuidadoso desde nosso primeiro contato. Nos orientou sobre todos os procedimentos desde o Brasil até chegarmos ao Egito. Acompanhou nossa família, cuidando de tudo. Sentimos realmente que temos um profissional responsável e cuidadoso. 
       
      Recomendo fortemente o guia Ibrahim (WhatsApp +20 1111161407). Certamente voltaremos com o guia Ibrahim.



    • Por Vitor Monaco
      Salve galera, é um prazer sentar para abrir meu primeiro tópico no site, é o começo de uma longa jornada! Será um prazer regar esta jornada com trocas das mais variadas.
       
      Estou começando a elaborar um roteiro para uma viajem de aproximadamente 1 ano e meio a 2 anos. A ideia é pegar um voo de SP para Portugal - onde tenho uma base para ficar sem custo, de Portugal cair pro Marrocos, e dali em diante a proposta seria fazer toda a viajem por terra. 
       
      Digamos que a "ida" tem como objetivo o percurso Marrocos > Vietnam, com foco no Marrocos, Egito, Israel, Índia, Tailândia e Vietnam, e a "volta" tem como objetivo pegar a ferrovia transiberiana e chegar em Portugal, com foco na China e Russia, depois passando por Berlin, Paris, Espanha e Portugal - lugares onde eu tenho bases de apoio.
       
      Entre as pesquisas que iniciei sobre este longo percurso, sobre os países, condições e possibilidades, abro esse tópico para uma primeira e grande dúvida, e com certeza não será a última.
       
      Aí vai: alguém já fez, ouviu, pesquisou, tentou ou sabe de informações reais e atuais em relação a fazer o percurso Marrocos > Egito por terra passando pela Argélia e Líbia? Sugestões de outras rotas possíveis são bem vindas.
       
      Espero poder desenvolver um ambiente de troca e enriquecimento de informações, reitero o prazer de abrir este tópico e desde já agradeço a todos pela parceria!
       
      Grande Abraço!
       
      Vitor


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