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Helen Pusch

Itália no verão - Roma, Costa Amalfitana e Sicília - com muita praia!

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Oi, gente!

 

Vim contar como foi a viagem que eu e meu marido fizemos em julho de 2017 pela Itália.

Foi nossa segunda viagem para lá, pois somos apaixonados por esse pedaço do mundo. A história, as paisagens, a gastronomia, tanta coisa nos encanta, e até aprendi a falar italiano razoavelmente (complica quando eles falam entre eles, com velocidade "metralhadora", aí é a mesma coisa que grego hahaha).

Na primeira vez (em 2014), fomos durante o inverno e conhecemos as cidades mais turísticas: Roma, Florença, Milão e Veneza, passando por algumas menores no caminho. Optamos por não colocar no roteiro dessa viagem nenhum local que tivesse praia, pois sabíamos que muita coisa estaria fechada e não aproveitaríamos direito, mas desde aquela época ficamos com a intenção de fazer um roteiro durante o verão. Contei como foi essa viagem neste relato aqui: 

 

Então, desta vez conseguimos três semanas para ficar por lá, mesclamos atrações turísticas com muita praia, separamos os primeiros dias para rever Roma e fazer uns programas que da primeira vez não fizemos, e acabou ficando assim:

 

ROTEIRO:

 

1º dia - Roma  - chegamos no final da tarde, mas ainda deu tempo de passear e rever algumas coisas;

2º dia - Roma - Parque Savello, Terme di Caracalla, Via dei Fori Imperiali e visita noturna ao Coliseu;

3º dia - Roma - bairro de Trastevere, visita guiada pela necrópole do Vaticano, Basílica de São Pedro, janta no Mercato Centrale;

4º dia - Nápoles - fomos cedinho, de trem. Visitamos Quartieri Spagnoli, Piazza Plebiscito e Castel dell Uovo. E claro, jantamos a pizza do Da Michele;

5º dia - Pompeia / Sorrento - saímos cedo de Nápoles, passamos o dia visitando o sítio arqueológico de Pompeia, e após, fomos para Sorrento;

6º dia - Sorrento - Bagni della Regina Giovanna e praia de Sorrento;

7º dia - Sorrento / Capri - bate-volta à Capri;

8º dia - Minori / Ravello - fomos de Sorrento para nossa hospedagem em Minori e aproveitamos umas horas de praia lá. Mais tarde, fomos conhecer Ravello;

9º dia - Minori - dia de muita praia, primeiramente em Castiglione e depois em Atrani, e conhecemos também Amalfi.

10º dia - Minori - pegamos umas horas de praia em Atrani e depois fomos conhecer Positano;

11º dia - Trem noturno - fizemos check-out do hotel e passamos o dia na praia de Minori. Final de tarde pegamos um ônibus para Salerno, depois um trem para Nápoles e de lá, um trem noturno rumo a Taormina;

12º dia - Taormina - chegamos cedo. Passamos boa parte do dia na praia de Isola Bella, e à noite passeamos pela cidade;

13º dia - Taormina - ficamos à toa na praia em Giardini Naxos. Mais à tardinha, visitamos Castelmola;

14º dia - Taormina - um dia à toa, com algumas horas na praia de Isola Bella;

15º dia - Taormina - mais alguns pontos turísticos de Taormina, como o Teatro Grego. Tarde de praia, novamente em Isola Bella;

16º dia - Agrigento / Trapani - Ônibus cedo até o aeroporto de Catânia, onde retiramos um carro alugado e rumamos até Agrigento, para conhecer o Vale dos Templos. Seguimos para Trapani, onde pernoitamos;

17º dia - Trapani - praia de San Giuliano, e mais tarde, fomos conhecer Erice;

18º dia - Trapani / Favignana - bate-volta à ilha de Favignana;

19º dia - Trapani / San Vito lo Capo - bate-volta a San Vito Lo Capo;

20º dia - Palermo - novamente fomos a San Vito Lo Capo, mas dessa vez fizemos um passeio de barco por Scopello e pela Riserva dello Zingaro. Entregamos o carro no aeroporto de Palermo e nos hospedamos nessa cidade;

21º dia - Palermo - Aproveitamos umas horas na praia de Mondello e, após, visitamos alguns pontos turísticos de Palermo, entre eles o Palácio dos Normandos.

22º dia - Palermo / Cefalù - bate-volta a Cefalù;

23º dia - Palermo / Roma - manhã na praia de Mondello. Pegamos um voo para Roma e pernoitamos ao lado do aeroporto. Cedinho do dia seguinte pegamos nossos voos e fim de viagem.

 

Vou procurar fazer o relato de maneira mais sucinta e objetiva, pois nem todo mundo tem paciência de ler textão hahaha, mas quem tiver interesse em saber tim-tim por tim-tim como foi, está tudo relatado no meu blog: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/2017/08/27/roteiro-de-viagem-pela-italia/

 

E segue aqui o vídeo da viagem, pra dar uma ideia dos lugares lindos que a gente conheceu. :P

 

 

Volto no próximo post para contar mais. Abraços!

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Continuando...

Hospedagens:

Roma: Merulana Rome City B&B - €129,60 por três diárias (+€3,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto com duas camas de solteiro. Café da manhã incluído, servido no quarto, simples e gostoso. O banheiro é compartilhado entre três quartos, não tivemos problemas. Ar condicionado, wi-fi e cozinha disponível para uso. O quarto é simples e a mobília também, mas suficiente e limpo. Bem localizado, próximo do Termini e a 10 minutos de caminhada do Coliseu. Fomos atendidos pelo Stefano e pelo Francesco, ambos super simpáticos e gentis.

Nápoles: Hotel Cineholiday - €39,60 por uma diária (+€2,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto com duas camas de solteiro, banheiro, ar condicionado. O café da manhã não estava incluído na nossa tarifa, mas eles oferecem essa opção. O ponto forte é sua localização, junto à estação de trens e metrô, excelente para quem vai ficar pouco tempo na cidade e pretende pegar um trem cedo para Pompeia, como era o nosso caso.  

Sorrento: Sorrento Apartments - €192,00 por três diárias (+€1,50/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto (estilo quitinete) com uma cama de casal, banheiro, ar condicionado, mini-cozinha e wi-fi. Pequeno mas bem equipado, bem limpo e com ótimo atendimento. Muito bem localizado, próximo ao elevador que leva à praia e ao píer, a uns 10 minutos da estação de trens. 

Minori: Hotel Europa - €154,00 por três diárias (+€1,00/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Tínhamos lido avaliações bem, digamos, polêmicas sobre esse hotel. Diversas pessoas reclamavam que as proprietárias eram grosseiras, falavam gritando e brigavam entre si na frente dos hóspedes. Acabamos pegando esse hotel porque era muito mais barato em comparação a outros que também tinham boa localização (outras opções econômicas ficavam a quilômetros das praias, enquanto esse, a 3 minutos a pé!). Pensamos “vamos lá, vamos aguentar no osso essas senhoras nos xingando, em nome da economia” hahaha. Mas tudo correu bem, tratamos elas com educação e elas nos trataram da mesma forma. É verdade que elas brigam na frente dos hóspedes, durante o café da manhã inclusive… mas é só não se envolver que tudo fica bem :P . Uma delas fala alto, parece que está xingando as pessoas, mas o jeito dela é assim. Por outro lado, vi alguns hóspedes fazendo umas perguntas sem noção e aí o bicho pegou pro lado deles!

Taormina: Apartamento “Sea See new design -Taormina center” - € 220 por quatro diárias (+€1/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Airbnb. A dois minutos de caminhada do terminal de ônibus de Taormina, outros dois minutos do teleférico que leva à praia e a cinco minutos da Porta Messina, entrada da rua principal da cidade. Apartamento pequeno mas funcional, pequena cozinha onde pudemos preparar nossas refeições. A sacada é a melhor coisa do apartamento, qualquer refeição, fosse café da manhã, janta ou um simples cafezinho preto, fazíamos ali. Chuveiro bom, wi-fi também. O check-in foi feito no Hostel Taormina, e assim tivemos um lugar para deixar nossas bagagens até o horário de poder entrar no apartamento. O único ponto que poderia melhorar é a limpeza, todas as louças e utensílios de cozinha tiveram que ser lavados antes do uso.

Trapani:  Ângelo Apartments - €182,00 por quatro diárias (+€1,00/pessoa/dia de imposto municipal turístico). Reservado pelo Booking. Quarto (estilo quitinete) com uma cama de casal, banheiro, ar condicionado, mini-cozinha e wi-fi. Quarto espaçoso, limpo e o proprietário é muito atencioso e gentil. A cozinha é realmente mini, cozinhar ali requer um certo malabarismo, mas é funcional. A dez minutos do estacionamento público da Piazza Vittorio Emanuele, a cinco minutos do porto de onde saem os ferrys para as ilhas Égadi, na esquina da Corso Vittorio Emanuele (rua cheia de bares e restaurantes). Café da manhã incluso - bem simples: um café e um croissant.

Palermo: La Maison Bleue - €120,00 por três diárias. Reservado pelo Booking. Nunca ficamos em um apartamento alugado pelo Booking ou Airbnb em que o proprietário tenha sido tão cuidadoso conosco! Todos os detalhes foram pensados para nos sentirmos em casa! Ele deixou diversas coisas para tomarmos café da manhã (cafés, leite, sucos, biscoitos, croissants, manteiga, geleias) e aqueles itens essenciais para cozinhar e que muitas vezes temos que comprar uma embalagem para usar só um pouquinho: sal, azeite, açúcar, vinagre, etc. Além disso, ele ficou disponível pelo Whatsapp para qualquer coisa e foi muito gentil em nos permitir fazer o check-out mais tarde, já que ele não tinha reservas para o mesmo dia. O wi-fi funcionou perfeitamente bem. O apê tem ar-condicionado e é amplo. Fica a um pulo da estação de trens, ou seja, colado ao ônibus do/para o aeroporto e com várias linhas de transporte público para vários pontos da cidade.

 

Observações:

  1. Hospedagem na Costa Amalfitana foi coisa bem complicada de se achar a preços decentes. Dividimos a estadia nesta região para facilitar os deslocamentos, pois a estrada entre as praias é extremamente estreita e sinuosa e qualquer deslocamento toma bastante tempo, então montar base perto dos lugares que se quer conhecer é uma boa estratégia. 
  2. Ainda sobre a Costa Amalfitana: muitas hospedagens mais em conta que aparecem no Booking são em pequenas cidades distantes da praia, é bom tomar cuidado com esse detalhe a não ser que haja disposição para dispender bastante tempo nos deslocamentos. As opções mais econômicas à beira da praia geralmente ficam fora das cidades mais famosas (Amalfi e Positano). Em Sorrento ficamos em um quitinete com cozinha, o que nos fez economizar em várias refeições. Em Minori, não tínhamos cozinha disponível, mas havia café da manhã e, por ser uma praia menos badalada, encontramos restaurantes a preços razoáveis para comer.
  3. Em Taormina também foi complicado de achar algo não tão caro. Apostamos nesse apê do Airbnb, que estava um tanto quanto estranho por não ter avaliações recentes e demos sorte, pois ele era muito bom. Esse apartamento é administrado pelos mesmo proprietários do Hostel Taormina, onde passamos para fazer o check-in e nos pareceu ser bem legal e boa opção para quem vai sozinho.
  4. Trapani não é uma das cidades turísticas mais famosas da Sicília, mas tem uma localização excelente para fazer vários bate-voltas na região e acabou sendo uma estadia super agradável justamente por não estar tão cheia de turistas. 
  5. Enfim, foi toda aquela função de avaliar custo x benefício, considerando localização das hospedagens, distância dos pontos turísticos, se tinha cozinha ou pelo menos café da manhã... Nem sempre o que é mais barato é de fato mais econômico, uns euros a mais para ter onde preparar as refeições ou para não ter que pegar um ônibus até a praia pode valer muito mais a pena, ainda mais para duas pessoas.

 



 

 

 

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Época:

Julho e agosto são, obviamente, o auge do verão por lá, mas são também os meses de férias dos europeus e há muito turismo interno além dos estrangeiros. O que quero dizer com isso é que tudo é muito cheio (muuuito cheio, mesmo) e inclusive os preços aumentam em função dessa alta demanda.

Viajamos em julho porque é quando conseguimos tirar férias, mas recomendo a quem tenha mais flexibilidade que vá em outros meses. 

Quem estiver a fim de curtir praia, como nós, deve procurar os meses do verão, pois a água lá é bem fria e fora do período junho-setembro o banho de mar fica praticamente inviável. No inverno, muita coisa fecha e os horários de transporte público reduzem bastante, duas questões bem importantes de serem avaliadas por quem pretende ir para lá nessa estação.

 

Transportes:

Compramos com antecedência os trechos Roma a Nápoles e o trem noturno de Nápoles a Taormina, no site da Trenitália. Os preços promocionais aparecem entre 90 e 120 dias antes da data da viagem, então faltando quatro meses para o trecho que a gente queria, começávamos a cuidar o site, duas ou três vezes por semana, até a passagem estar disponível. Pagamos €24,90/cada no trecho Roma-Nápoles (no trem mais rápido, pouco mais de uma hora de viagem; existem outras opções mais baratas em trens que levam mais de duas horas) e €67,40/cada no trajeto Nápoles-Taormina em uma cabine privativa para duas pessoas (também existem opções mais baratas, como cabines para mais pessoas e até mesmo assentos). Deixar para comprar mais perto da data dá mais flexibilidade, mas também encarece o bilhete.

Para os deslocamentos de trens menores, as passagens foram compradas na hora, pois não há diferença de preço em comprar com antecedência e a possibilidade de não conseguir lugar no trem é quase nula, pois vai um monte de gente em pé. Os deslocamentos Nápoles-Pompeia e Pompeia-Sorrento são operados pela EAV (antiga Circumvesuviana) e os horários podem ser consultados aqui: http://www.eavsrl.it/web/sites/default/files/eavferro/Napoli Sorrento.pdf (apenas para referência, pois eles não são nada pontuais). O trecho Salerno-Nápoles é operado pela Trenitália.

Na Costa Amalfitana, fizemos todos os deslocamentos entre as praias de ônibus, na maior parte do tempo funcionaram bem e com pontualidade. Horários aqui: http://www.positano.com/en/bus-schedule. Notem que existe uma linha que vai de Sorrento a Amalfi e outra que vai de Amalfi até Salerno, não é possível ir, por exemplo, de Sorrento a Minori sem trocar de ônibus. Para quem pensa em alugar carro, eu desaconselho fortemente, principalmente na alta temporada. A estrada é estreitíssima, sinuosa e à beira do penhasco. Não raro os motoristas dos carros precisam voltar de ré e manobrando nas curvas porque no sentido contrário está vindo um ônibus. Estacionar, então, é o próprio inferno. O "acostamento" (entre aspas, pois é tão estreito que não chega a ser um acostamento) está sempre abarrotado de carros, e as pessoas ficam rodando bastante tempo até achar uma vaga. Para completar, a maioria dos carros tem as laterais riscadas e não tem espelho retrovisor. Chega a ser engraçado. Acho que os moradores compram um carro, logo em seguida perdem o espelho e nunca mais se preocupam em repor, porque sabem que será arrancado de  novo. 

Na Sicília, fizemos boa parte dos deslocamentos com transporte público. As empresas variam conforme a região, esse post aqui fala quais empresas operam em quais rotas: http://descobrindoasicilia.com/2014/06/sicilia-de-onibus-principais-linhas-interurbanas/ (fazendo um parênteses, esse site é ex-ce-len-te e foi fundamental na parte do planejamento da Sicília). Somente em uma parte da viagem, desde Catânia, passando por Agrigento, Trapani e indo para Palermo, as opções de transporte público eram tão ruins, mas tão ruins (poucos horários, baldeações etc), que alugamos um carro. Acabou ficando pouca coisa mais caro do que somando todos os trechos de trens e ônibus para nós dois (recomendo colocar na ponta do lápis deslocamentos a serem feitos versus número de pessoas). A dica que deixo é reservar o carro com antecedência. Quando comecei a pesquisar, achei opções de aluguel pegando o carro em Catânia (em Taormina encarecia muito) e devolvendo em Palermo, sem cobrança de taxa por entregar em local diferente da retirada. Fui deixando para depois, e quando finalmente fui reservar, só achei opções com cobrança dessa maldita taxa, foi um gasto desnecessário de 60 euros . Ah, pegamos o carro pela Italy Car Rent, através da Rentalcars.

 

Praias:

Não esperem praias como a gente está acostumado aqui no Brasil.

A água é sempre fria e muitas das praias são de pedrinhas e não de areia. É necessário comprar um daqueles tênis próprios para entrar no mar ou papetes, pois as pedrinhas machucam os pés. Deitar para tomar sol nas pedras também requer pelo menos uma toalha mais grossa, nem pensar em colocar somente uma canga (a gente usava aquela toalha compacta da marca Kingcham que vende na Decathlon - todo mundo por lá usa a mesma e só varia a cor hehe - com a canga por cima, ficava ok).

Outro lance interessante é que muitos dos espaços das praias são ocupados pelos chamados lidos. É como um clube de praia, com espreguiçadeiras, guarda-sóis, bar, banheiros, chuveiros e alguns até com wi-fi, em um espaço reservado somente às pessoas que pagam por esse serviço (os preços variam de € 12 a € 25 para o casal). Mas geralmente há um espaço que é a parte pública (pelo menos todas as que fomos tinham).

 

Passeios reservados com antecedência:

Reservamos com antecedência somente dois passeios:

  • Visita noturna ao Coliseu - é uma visita exclusivamente guiada e nem sempre está ocorrendo (em 2014 não tinha). Compramos no site http://www.coopculture.it/events.cfm?id=177, custou €20 por pessoa.
  • Tour da Necrópole do Vaticano - também exclusivamente guiado e em grupos de até 12 pessoas. É preciso enviar um e-mail para [email protected] com as informações que constam neste link: http://www.scavi.va/content/scavi/en/prenotazione.html. Eles respondem dizendo qual dia, horário e idioma eles podem te encaixar e, caso a pessoa concorde, faz o pagamento e depois recebe a confirmação. Custou €13 por pessoa.

De resto, mesmo nos locais mais turísticos que queríamos visitar, como Pompeia e o Vale dos Templos de Agrigento, foi muito tranquilo de comprar ingresso na hora.
 

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Roma


1º dia


Chegamos em Roma após as quatro da tarde. Saindo do portão de desembarque, há várias empresas que fazem o transporte até a Estação Termini, no centro da cidade, não é necessário reservar com antecedência. Escolhemos a empresa que tinha o próximo ônibus saindo, a Schiaffini, e em cerca de 50-60 minutos chegamos ao Termini.

Até o nosso B&B fomos caminhando, uns 10 a 15 minutos. Fizemos checkin, largamos nossas coisas e saímos para a rua. Pegamos o metrô (compramos tíquetes na máquina de auto-atendimento) e descemos na estação Barberini.

Passeamos pela Fontana di Trevi, Coluna de Marco Aurélio e Templo de Adriano. Passamos pelo Panteão, que já estava fechado, e seguimos até a Piazza Navona. 

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Fontana di Trevi.

 

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Coluna de Marco Aurélio.

 

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Templo de Adriano.

 

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Panteão.

 

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Piazza Navona.

 

Não programamos nada para esse dia pois era o dia da chegada, o voo pode atrasar e etc, então foi um passeio bem descompromissado, caminhando por onde dava na telha.
Quando cansamos, pegamos um ônibus para voltar ao B&B. As paradas de ônibus tem placas descrevendo o trajeto de cada linha, então foi bem fácil de identificar qual ônibus tínhamos que pegar. Outro detalhe importante é que não é possível pagar a passagem dentro do ônibus, é necessário comprar o tíquete em um tabacchi (tabacarias, identificadas por placas em azul com uma letra T em branco), estão espalhados pela cidade. Ao embarcar, é preciso convalidar o tíquete, inserindo-o em uma maquininha que carimba o dia e a hora em que ele está sendo usado.

Chegamos de volta ao B&B quase dez da noite, e a recém estava terminando de anoitecer. Isso é uma coisa boa desta época, apesar do calorão, os dias são muito longos.
Bem ali em frente havia um restaurante com menu fixo, comida decente. O cansaço era tão grande após os voos desde o Brasil que mal conseguimos jantar.

 

2º dia


Levantamos cedo e pegamos o metrô até a estação Piramide, só passamos para ver a Pirâmide de Caio Cestio e a Porta San Paolo e seguimos caminhando até o Parque Savello, no alto do Aventino, uma das sete colinas de Roma.

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Pirâmide de Caio Cestio e a Porta San Paolo.

 

A vista da cidade que se tem de lá é linda, e além disso é lá que está o Buco della Serratura: um portão que, quando espiamos pela sua fechadura, vemos um caminho tomado de arbustos e lá ao longe, como que emoldurada, a cúpula da Basílica de São Pedro. Havia uma pequena fila para espiar pelo buraco da fechadura hehe, mas é bem bonito e curioso.

Andamos até o Circo Massimo e seguimos até as Termas de Caracalla, onde entramos para fazer a visitação. Lindo lugar!

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Termas de Caracalla.

 

Passamos em frente ao Coliseu, seguimos pela Via dei Fori Imperiali e entramos nas ruas atrás do Foro de Augusto, procurando um lugar para almoçar. Comemos uma pizza e uma massa maravilhosas no restaurante Wanted.

Fomos até a igreja de San Pietro in Vincoli, que tem a maravilhosa estátua do Moisés de Michelângelo Voltamos para a região dos Foros Imperiais, que é um museu a céu aberto e uma atração gratuita simplesmente fantástica.

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Moisés de Michelângelo, na San Pietro in Vincoli.

 

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Foro de Augusto.

 

Voltamos ao B&B para dar uma descansada (do calor, inclusive), e mais tarde fomos até o Coliseu (fomos caminhando, do B&B até lá leva cerca de 10 minutos) para fazer a visita noturna.
Essa visita chama-se La Luna Sul Colosseo (= a lua sobre o Coliseu) e funciona em um horário em que o Coliseu está fechado para visitas normais. Isso significa que a quantidade de gente lá dentro é absurdamente menor, além da visita ser guiada e o guia contar um monte de histórias, fatos e mitos sobre o lugar. A visita iniciou ainda com dia claro na arena, depois desceu para as galerias subterrâneas, e quando saímos de volta lá na parte de cima, tinha anoitecido e a lua cheia estava brilhando sobre o Coliseu. Foi mágico e indescritivelmente lindo!

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Jantamos em um restaurante das redondezas e voltamos a pé pro B&B.

 

3º dia


Pegamos um tram até o bairro de Trastevere. Bairro super bonitinho, ruas estreitas e prédios com sacadas cheias de flores, uma graça para passear.

Entramos na Basílica di Santa Maria in Trastevere e depois subimos até a Fontana dell’Acqua Paola.

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Basílica di Santa Maria in Trastevere.

 

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Fontana dell’Acqua Paola.

 

Dali fomos a pé até o Vaticano, uma caminhada não tão curta mas em um caminho bem arborizado e com bastante sombra. No caminho, passamos pelo Belvedere Niccolò Scatoli, ou Terrazza del Gianicolo. Linda vista da cidade!

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Belvedere Niccolò Scatoli.

 

Chegamos no Vaticano com uma boa antecedência para o nosso Tour da Necrópole, que estava marcado para as 14:30. Então tivemos tempo para almoçar com calma, passear pela Praça São Pedro, sentar para descansar…

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Passamos por um detector de metais antes da visita e as recomendações são as mesmas de acesso à Basílica: joelhos e ombros cobertos, não portar mochilas ou volumes grandes, nada de decotes etc. Além disso, não é permitido tirar fotos.

Nosso tour foi em português e guiado por uma brasileira. A área da Necrópole tem o ar pesado, úmido, abafado e o cheiro não é dos mais agradáveis. Logo no início uma mulher do nosso grupo se sentiu mal e pediu para voltar. 

Não existe melhor maneira de descrever o local do que dizendo que é incrível. O chão é de terra, as paredes de tijolos, o teto é baixo. Há sarcófagos de mármore e mausoléus decorados com mosaicos e pinturas. A guia vai contando como eram os costumes da época, o significado de símbolos que aparecem nas inscrições e muito da história do catolicismo. É repleta de fatos históricos e a religião é contada do ponto de vista de como se desenvolveu. Em resumo, a visita encanta pessoas que tenham interesse tanto na religião quanto na história. 
A visita termina dentro da Basílica, evitando assim a gigantesca fila que se formava na Praça. Passeamos pelo seu interior para rever sua decoração maravilhosa.


Pegamos o metrô até a Piazza di Spagna, na esperança de ver suas escadarias floridas, mas estava tudo seco. Passeamos até a Piazza del Popolo e pegamos um metrô de volta ao B&B.

À noite, fomos jantar no Mercato Centrale. É um espaço relativamente recente que funciona dentro da Estação Termini, com diversos restaurantes em um amplo espaço comum, vendendo diferentes tipos de alimentos e bebidas. Petiscamos algumas porçõezinhas de coisas diferentes, tipo arancini, carciofi alla romana (alcachofras temperadas com azeite e ervas), sanduíche com beringela à parmigiana e spaghetti al nero di seppia com vôngoles, tudo acompanhado por alguns Aperol Spritz. ;)

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Mercato Centrale.

 

Gastos básicos:

  • ônibus do aeroporto até Termini: 5,90
  • tíquetes de transporte público (metrô, ônibus ou trams): €1,50
  • refeições: as refeições completas ficaram na faixa de preço de 9,00 a 12,00 por pessoa
  • pizza a taglio: opção econômica para um lanche, em média custam €4,00
  • ingresso nas Termas de Caracalla: 8,00
  • ceva no supermercado: pack com 3 long necks de Birra Moretti por +- €2,50
  • ceva nos bares e restaurantes: entre €3,00 e 4,00 a long neck, €6,00 a 7,00 a garrafa
  • sorvete (comam muitos, são magníficos :P ): fica na faixa de €2,50 a 3,50
  • porções no Mercato Centrale: ao redor de €5,00 cada (comemos super bem e com dois Aperol Spritz gastamos €31,00)

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Nápoles e Pompeia

4º dia


O trem vindo de Roma chegou em Nápoles pelas dez da manhã. Nossa hospedagem era bem pertinho, deixamos as bagagens lá e saímos para passear.

Fomos de metrô até a Estação Toledo, que tem uma decoração interna bem bonita e interessante. 

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Estação de metrô Toledo.


Saindo, já estamos no Quartieri Spagnoli, bairro com aquelas ruas estreitas e sacadas com varais cheios de roupas - aquela imagem bem característica de Nápoles.

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Quartieri Spagnoli.

 

Passamos pelo Teatro San Carlos e pela Piazza Plebiscito, onde ficam o Palácio Real e a Basílica Real. Seguimos até a beira-mar.

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Piazza Plebiscito.

 

A visão do Golfo de Nápoles é muito bonita, mas o Vesúvio estava com uma fumaceira estranha e ficamos um pouco apreensivos achando que ele entraria em erupção justo naquele dia hehehe (somente à noite, procurando informações sobre se essa fumaça era uma atividade normal, descobri que se tratavam de incêndios nas suas encostas).

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Vesúvio e a fumaceira estranha...

 

Também achamos muito curioso ver as pessoas curtindo “praia”, porém por cima das pedras.

Almoçamos um menu fixo super bem servido e fomos visitar o Castel Dell’ovo. Conta a lenda que esse castelo protege um ovo que, se um dia for quebrado, causará uma catástrofe na cidade :D . A construção do castelo é bonita e de lá temos belas vistas dos arredores.

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Entrada do Castel Dell’ovo.


Passamos ainda em frente ao Castelo Nuovo e pegamos o metrô para retornar ao hostel. 


Mais tarde, saímos para comer na famosa Antica Pizzeria Da Michele (fomos a pé do hostel, uns 10 minutos de caminhada). Muita gente aglomerada em frente, aguardando lugares. Esperamos por uns 45 minutos, enquanto isso tomamos uma ceva em um bar em frente.

O lugar é super simples e as mesas são compartilhadas a fim de se aproveitar todos os assentos disponíveis. Os sabores são somente margherita ou marinara, e as bebidas são servidas em copos de plástico. Mas a pizza… meo deos! Que delíciaaa! Valeu a espera e, se um dia eu voltar a Nápoles, como lá de novo sem dúvida!

A região ao redor da Pizzeria e do hostel não é das mais bonitas, um pouco suja e um pouco degradada, mas não achamos perigoso e não vimos nada de anormal.

Li muitas opiniões sobre Nápoles que se dividiam entre o “amo” ou “odeio”. Para nós não foi nenhum dos dois, foi só uma cidade interessante de conhecer e serviu de pit-stop para irmos a Pompeia. Gostaríamos muito de ter visitado duas atrações que fecham justamente às terças-feiras, dia em que estivemos lá: o Museu Arqueológico e a Cappella Sansevero. Optamos por não modificar o resto do nosso roteiro em função disso, então, quem sabe em uma próxima oportunidade! 

 

5º dia


Compramos na hora o bilhete da EAV, havia um monte de gente comprando na hora mas a fila foi bem rápida. A linha é a Nápoles-Sorrento, e deve-se descer na estação Pompei-Scavi - Villa dei Misteri.

A saída atrasou em relação ao horário previsto e o trem é bem baleado, vai cheio de gente em pé é fica um calorão lá dentro. Dá uns 40 minutos até Pompeia.

O parque arqueológico tem armários automáticos para guardar volumes pequenos e médios, e há também uma sala para guardar os volumes grandes.

Entramos no parque naquela empolgação de querer ver tudo. Depois do deslumbramento inicial dos primeiros minutos, pegamos o mapa que recebemos e marcamos à caneta os pontos que eles mesmos indicam como must see atractions.

A dica que deixo é essa: baixem o mapa que eles disponibilizam no site, é idêntico ao que eles fornecem lá (http://pompeiisites.org/allegati/Pianta degli scavi di Pompei - Plan of the excavations of Pompeii(2).pdf). Imprimam e marquem os pontos das atrações imperdíveis (está nesse mesmo PDF do mapa) e planejem uma rota. Acreditem, isso faz a diferença! O lugar é imenso e, especialmente nos meses de calor, a visita se torna (fisicamente) bem cansativa. Há pouquíssimas sombras e, mesmo havendo torneiras de água potável espalhadas pelo parque, a água sai quente - não ajuda a refrescar e não mata a sede.

Ficamos cerca de 5 horas lá dentro, é absolutamente fantástico! É muito louco pensar que a mesma tragédia que matou centenas de pessoas foi o que permitiu manter essa cidade praticamente intacta. Muito do que se sabe hoje sobre a vida dos romanos nessa época veio depois que Pompeia e outras cidades da região, soterradas por cinzas, foram escavadas. Está quase tudo lá: casas, mansões, teatros, templos, lojas... Objetos de uso comum e decorativos, estátuas, chãos em mosaico, pinturas nas paredes… É uma viagem no tempo.

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Voltamos à entrada do parque e fizemos um lanche enquanto esperamos o trem seguinte (que também atrasou), para Sorrento.


Gastos básicos:

 

  • tíquete de metrô em Nápoles: 1,10 cada
  • almoço em Nápoles (menu fixo): 8,00 / pessoa
  • ingresso Castel Dell’ovo: grátis
  • duas pizzas+duas cervejas long neck na Antica Pizzeria Da Michele: 12,00
  • trem de Nápoles a Pompeia: 2,80 / pessoa
  • guarda-volumes Pompeia: grátis
  • entrada Pompeia: 13,00 / pessoa
  • sanduíche inflacionado nos bares junto à entrada do sítio: 7,00
  • trem Pompeia a Sorrento: 2,40 / pessoa
     

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Costa Amalfitana


Não sei porque cargas d’água, eu imaginava que a Costa Amalfitana era linda mas que não devia ser tudo o que falam… Pois bem, ela é tudo o que falam e muito mais! Ficamos seis dias, metade em Sorrento e metade em Minori, e foi uma excelente estratégia para conhecer boa parte da costa sem perder tanto tempo nos deslocamentos (como eu já comentei lá em cima, na parte sobre os transportes).


Seguindo com o relato...


Chegamos na estação de trens em Sorrento e caminhamos até a nossa hospedagem. Saímos para fazer um reconhecimento dos arredores, e o primeiro lugar foi o mirante ao lado do Convento di San Francesco. Que vista!

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Dali mesmo sai a estradinha que leva à parte baixa (praia e porto) e há também um elevador para quem quer poupar tempo e evitar a fadiga haha (mediante pagamento, é claro). 


Fomos a um supermercado abastecer o frigobar do nosso quitinete.


Depois de passear bastante e de nos divertirmos vendo a high society italiana e europeia desfilando suas mega produções e jóias pelas ruas :D , fizemos uma janta no apê com direito a prosecco (garrafa de prosecco ficava entre €4 e €5 no supermercado, tomamos várias até o fim da viagem - se não aproveitássemos por esse preço, quando então? :P ).


6º dia


Fomos a pé até o Bagni della Regina Giovanna, aproximadamente 50 minutos de caminhada desde o centro de Sorrento (uns 40 pela estrada e mais uns 10 pela pequena trilha).
É um piscinão natural no meio de uma parede de rochas e com uma fenda que dá para o mar. Lugarzinho simplesmente espetacular! Passamos boa parte da manhã por lá.

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Bagni della Regina Giovanna visto de cima.

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A piscina natural e a fenda para o mar.


Retornamos até a estrada e ali pegamos um ônibus de volta ao centro da cidade. Aproveitamos para almoçar no restaurante do lugar onde estávamos hospedados, comida nada demais mas preço decente.


Descemos de elevador para a praia. Existem muitos lidos e o espaço público da praia é minúsculo e estava abarrotado. Como os gastos do dia estavam pequenos, ficamos em um lido (o “menos caro” que encontramos). Foi o lido mais caro da viagem toda, mas passamos o resto da tarde no esquema patrão haha!

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A praia pública de Sorrento se resume a este pedaço aí.


Estar dentro do mar em Sorrento e olhar para aquele paredão de pedra e a cidade lá em cima chega a ser surreal.

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Ao entardecer, passamos no porto e pesquisamos preços e horários dos ferrys para Capri, para o dia seguinte. Para comprar os tíquetes com antecedência, era preciso pagar uma taxa extra de €1,50/pessoa/trecho, optamos por chegar um pouco mais cedo e comprar na hora.


À noite, mais um passeio pelas ruas charmosas e novamente fizemos uma janta deliciosa e barata no quitinete.


7º dia


Chegamos no píer uma meia hora antes do horário de saída do ferry para Capri e foi bem tranquilo de comprar os tíquetes na hora (a embarcação acabou saindo com vários lugares disponíveis). Procurem sentar do lado esquerdo do barco, pois as vistas da costa e da ilha na chegada são lindas.

Ao desembarcar, há um assédio grande de vendedores de coisas variadas, inclusive de passeios. Quem tiver interesse em fazer os passeios de volta à ilha e para a Gruta Azul pode aproveitar esse momento, mas não era o nosso caso.

Compramos os bilhetes do funicular e de ônibus também. Pegamos o funicular até o centrinho de Capri, lá no alto. Paramos um pouco para curtir a vista no mirante junto à estação do funicular, e depois pegamos um ônibus até a Marina Piccola. 

Marina Piccola tem diversos restaurantes com espaço privativo para clientes, mas tem também um bom espaço público. Apesar de cheia, conseguimos um bom lugar na sombra de um dos restaurantes e passamos um bom tempo ali. O banho de mar é espetacular, a água é muito transparente. 

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Marina Piccola.

 

Bem na entrada da praia tinha um bar com uma pizza barata, somente para levar, então pegamos a caixa da pizza e comemos na beira da praia mesmo.

Mais tarde, subimos de ônibus de volta ao centro e dali caminhamos, pelas ruas muito charmosas, até o Giardini Augusto. Lugar bem florido, muito agradável, e com vistas de tirar o fôlego da Via Krupp e dos Faraglioni.

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Via Krupp.

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Faraglioni.

 

Retornamos para o centro e descemos com o funicular. Há um caminho que sai do lado da estação do funicular para quem quiser descer a pé (obviamente dá também para subir por ele, mas aviso: é bem íngreme).

Ficamos a última horinha antes do nosso ferry de retorno na praia ao lado do píer. Essa praia, a Marina Grande, é chamada de feia por algumas pessoas, mas é feia no padrão Capri :D . Água verde e transparente e ao fundo diversas construções da cidade. A praia é bem ampla e tem um climão legal, pessoal bem à vontade.

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Marina Grande.

 

Capri foi mais um lugar que eu esperava que fosse lindo mas que imaginava ter muita fama em cima, porém fiquei realmente encantada! Toda a fama se justifica, as paisagens são especiais e vale, sem dúvida, o bate-volta. Poder se hospedar lá deve ser uma experiência e tanto…

Mais tarde, última noite em Sorrento, os gastos dentro do previsto até então, fizemos uma pequena extravagância e jantamos em um restaurante típico chamado O’Murzill. Comida deliciosa!

 

Gastos básicos:

  • ônibus de Bagni della Regina Giovanna a Sorrento: 1,30/pessoa
  • supermercado (itens para fazer duas jantas, três cafés da manhã, duas garrafas de Prosecco, água mineral e biscoitos): 33,00
  • elevador da parte alta até a praia, bilhete de ida+volta: 1,80
  • Lido Peter’s Beach (duas espreguiçadeiras+um guarda-sol): 25,00
  • ferry para Capri (bilhete ida+volta, empresa Caremar): 30,90/pessoa
  • bilhete de funicular em Capri: 2,00/cada
  • bilhete de ônibus  em Capri: 2,00/cada
  • pizza para levar na Marina Piccola: 6,00
  • ingresso Giardini Augusto: 1,00/pessoa
  • janta para dois no O’Murzill’ (com vinho e sobremesa): 38,00

 

8º dia


Pegamos o ônibus para ir até Amalfi junto à estação de trens. Chegamos com uma antecedência de uns 15 minutos e o bus já estava lotado, viajamos em pé. Compramos um bilhete de dia inteiro para usar os ônibus. 

Mais de hora até Amalfi, pela estrada estreita e sinuosa, e que por muitos momentos passa na beira dos penhascos. Paisagens absurdas de lindas, a galera no busão vai o tempo inteiro exclamando “óóós”, curva após curva. Em Amalfi, trocamos de ônibus, e dali até Minori levou mais uns 15 minutos.

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Paisagens da estrada da Costa Amalfitana.

 

Fizemos check-in, largamos as coisas e saímos para procurar um lugar para almoçar. A primeira coisa que chamou a atenção foi a calmaria do lugar. Ruas tranquilas, pouca gente circulando… Mais um ponto positivo para a escolha de se hospedar em um lugar menos badalado (além do preço mais baixo), pelo menos para quem não gosta de muvuca, como nós.

Perguntei para o rapaz que nos atendeu no restaurante se era tranquilo de subir a pé a trilha até Ravello. Ele respondeu com os olhos arregalados um “Mamma Mia” tão enfático que acabou com qualquer dúvida nossa sobre como ir até lá hahaha.

Depois de almoçar, ficamos um tempo na praia de Minori. Há alguns lidos, mas ficamos na parte pública, que tem um espaço bom.

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Praia de Minori.

 

Mais no fim da tarde, pegamos um ônibus até Amalfi e lá, outro até Ravello. O ônibus sobe bastante até lá e os caminhos são bem inclinados. Pude entender o espanto do rapaz do restaurante quando perguntei sobre a trilha, no calorão de julho realmente acho bem complicado de subir aquilo tudo.

Ravello é maravilhosa! Não bastassem as vistas lindas da costa, a cidade é um encanto! Construções bonitinhas, ruas estreitas, pavimento de pedras, muitas flores… um mimo!

Conhecemos a Villa Rufolo e depois ficamos andando meio sem rumo pelas ruas, degustando a beleza do lugar.

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Vista de um dos mirantes da Villa Rufolo.

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Pelas ruas de Ravello.

 

Descemos para Amalfi e demos uma passeada pela região central. Muitos bares e restaurantes, todos cheios de gente. Entramos também no Duomo para conhecer, mesmo já sendo noite ele ainda estava aberto.

Retornamos para Minori e, como nosso hotel não tinha cozinha para hóspedes, o jeito era procurar um lugar para jantar. Achamos um restaurantezinho super simpático, chamado A’Ricetta, com mesinhas na rua, ao lado de uma praça onde estava acontecendo uma apresentação gratuita de um coral de menino/as - com um repertório bem moderno, muito legal. Foi um jantar com música mas sem pagamento de couvert haha, estava muito bom.


9º dia


Pegamos o bus em direção a Amalfi, mas descemos um pouquinho antes na praia de Castiglione.

Uma escadaria leva até a praia, que é toda cercada por uma parede de pedra. Linda! Tem um bom espaço de praia pública e passamos bom tempo lá. Mesmo sendo domingo, estava bem sossegada.

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Castiglione.

 

Caminhamos até Amalfi, pertinho, uns 15 minutos e com vistas lindas.

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Chegando em Amalfi.


Depois de passear um pouco em Amalfi, encontramos na rua principal do centro, uns 100 metros para dentro, um mini mercado com preços bem simpáticos. Eles fizeram paninis (sanduíches) para nós. Escolhemos o tipo de pão, de fiambre, de queijo, se queríamos com ou sem azeite, tomate, sal, orégano, fatiaram e montaram tudo na hora, fresquíssimo, uma delícia! Compramos garrafinhas de porções individuais(250 ml) de prosecco e fizemos um piquenique sob a sombra de uma árvore perto da beira da praia. Foi uma das melhores refeições que fizemos durante a viagem, pelo sabor e pelo cenário de fundo.

A praia de Amalfi estava bombando, então caminhamos até Atrani, que fica do lado. Movimento bem menor de gente e espaço público bem grande. Passamos o resto da tarde ali.

Antes de ir embora, ainda passeamos um pouco pelo “povoadinho” de Atrani. Lugarzinho super charmoso, simpático e agradável.

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Praia de Atrani.

 

Voltamos para Minori e fomos conhecer a Pasticceria Sal de Riso, local famoso pela qualidade de seus doces. Difícil escolher um, viu? Todos lindos e apetitosos. Os que provamos, apesar de carinhos, eram mesmo maravilhosos.

À noite, caminhando por Minori, descobrimos um concerto grátis, que já ia começar. Assistimos à apresentação e depois, jantamos um prato básico de massa no mesmo restaurante em que almoçamos no dia anterior.

 

10º dia


Saímos do hotel para ir a Positano. Chegando em Amalfi, na hora de trocar de ônibus, nos informaram que a estrada estava fechada.

Ficamos um tempo em Atrani, aproveitando a praia e esperando para ver se a estada seria desinterditada, mas no começo da tarde a situação continuava a mesma então decidimos ir de barco, já que era o último dia em que seria possível ir a Positano.

Apesar do barco ser de transporte público, já vale como um passeio pela Costa, pois as paisagens são incríveis.

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Positano é realmente linda, com aquelas encostas tomadas de construções. Acabamos não tendo muito tempo para aproveitar, mas caminhamos um pouco por suas ruas e ficamos na parte pública da praia, perto do porto. Para quem tiver tempo disponível e quiser fugir um pouco da muvuca, tem a praia de Fornillo ao lado, após uma trilha de uns 15 minutos (fomos só até a metade da trilha, só para ver como era).

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Pegamos o barco de volta para Amalfi, passeamos mais um pouco e pegamos o ônibus para Minori.

Jantamos na peixaria Andrea’s. Eles vendem umas porções de frutos do mar fritos, no balcão da peixaria mesmo, não tem mesas nem nada. De sobremesa, doces do Sal de Riso, de novo. :P

 

11º dia


Fizemos check-in do hotel e deixamos nossas bagagens lá.

Ficamos na praia de Minori. Para poder tomar um banho antes de encarar a viagem de trem à noite, ficamos em um lido. Várias praias não tem chuveiros públicos, quando tem são de água fria e funcionam com moedas, e ainda tem um cartaz alertando que não é permitido usar sabonete e shampoo. No lido que ficamos, o uso de shampoo só era permitido no chuveiro quente, no frio não (vai entender…)

Passamos o dia à toa por ali, até almoçamos no próprio restaurante do lido (preços ok).

Final de tarde, pegamos um ônibus até Salerno, mais de uma hora de deslocamento. Compramos na hora os bilhetes do trem para Nápoles, que, resumindo a história, atrasou mais de uma hora!!! A região toda estava tendo diversas ocorrências de incêndio (até mesmo com suspeita de serem criminosos) e um deles bloqueou essa linha do trem. No fim das contas, o trem foi por outro caminho e deu tudo certo, ainda bem que fomos com bastante tempo de antecedência.

Na estação de Nápoles, os bares já estavam fechando. Conseguimos comprar um lanche no Burguer King, e enquanto estávamos comendo, fomos praticamente tocados para fora, pois era o horário de encerramento deles! :D

O trem, que partia às 23:58, chegou no horário, mas mesmo com todos passageiros embarcados ainda ficamos cerca de uma hora parados, pois estavam consertando alguma coisa.

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Cabine do trem noturno Nápoles-Taormina.

 

Nos divertimos muito vendo um casal de velhinhos italianos que estava na cabine ao lado da nossa. Pensem em um homem e uma mulher naquele estereótipo italiano mais caricato possível: eram eles. Passavam o tempo todo brigando e gritando. Saímos da nossa cabine para ver o motivo de tanta barulheira e o senhorzinho estava no corredor do vagão, sentado sobre uma mala e com mais uns objetos da cabine (sim, eles estavam praticamente desmontando a cabine) espalhados ao seu redor, com a mão na cabeça e repetindo “eu nasci um desgraçado…” Huahuahuha.

Foi a primeira vez que fizemos uma viagem desse tipo e, depois de passada a curiosidade, percebemos que é um pouco complicado de dormir devido ao barulho e ao sacolejo do trem. Mas nada que uns tampões de ouvido não resolvam. ;)


Gastos básicos:

  • passe diário ônibus: 8,00/cada
  • tíquete ônibus validade 45 minutos: 1,30
  • tíquete ônibus validade 90 minutos: 2,00
  • almoço/janta simples em Minori: 10,00/cada
  • ingresso da Villa Rufolo: 7,00/cada
  • janta para dois no restaurante A’Ricetta, com duas taças de vinho: 29,00
  • panini feito na hora no mercado de Amalfi: 4,50/cada
  • garrafinha 250ml prosecco no mercado de Amalfi: 2,00
  • doce na Pasticceria Sal de Riso: 4,50/cada (valor médio)
  • barco Amalfi-Positano (ida+volta): 16,00/pessoa
  • porção de frutos do mar fritos no Andrea’s: 5,00
  • Lido Ambrogio’s, em Minori:
    • duas espreguiçadeiras+guarda-sol na fileira de trás (sim, na fileira perto do mar é mais caro!): 10,00
    • almoço para dois, com cervejas: 22,50
    • ducha de água quente: 1,00
  • trem Salerno-Nápoles: 4,70/pessoa
  • lanche no Burguer King da estação de Nápoles (para dois): 12,90

 

Observações:


Em resumo, poucas atrações tem ingresso pago ou que requeiram um gasto obrigatório (por exemplo, barco para chegar em Capri). Usando transporte público e ficando em lugar onde dê para cozinhar, dá para reduzir bastante os gastos nesta região.

Vejo que bastante gente fica em média 2 ou 3 dias por aqui, e alguns fazem bate-volta de Nápoles e até mesmo de Roma! Eu particularmente acho um crime fazer só um bate-volta :D , mas vai do estilo de viagem de cada um. Ficamos seis dias que foram muito bem aproveitados e dava tranquilamente para ter ficado mais tempo, pois faltou conhecer muitos lugares que parecem ser sensacionais. Por outro lado, o tempo de estadia pode ser enxugado por aqueles que não pretendam curtir praia (por não gostarem ou por estarem indo em meses em que não faz calor).

 

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    • Por Paola Rafaelly
      12/12- SUCRE
      Fala gente! Vi que já tem uma galera acompanhando o relato e fico muito feliz de saber que estou ajudando alguém  Então, tentarei escrever o relato em até dois meses, afinal, quero escrever tudo bem detalhamente com preços e tudo mais, e sei que é bem chato ficar esperando um relato muito tempo. 
      Eu esqueci de falar que nós levamos todo nosso dinheiro em dólar, porque vale mais a pena, o real não compensa muito lá fora. Indico também trocarem o dinheiro aos poucos, porque você corre menos risco de perder dinheiro. Pra vocês terem noção, trocávamos nosso dinheiro aos poucos e pagávamos R$3,30 mais ou menos e quando fomos trocar da ultima vez, pagamos R$3,45, imagina quanto dinheiro não vai nesses 15 centavos.
      Bom, dito isso, vamos lá. Chegamos em Santa Cruz 1h20 e o nosso voo para Sucre seria só 11h. Passei as 10h mais entediantes da minha vida, tentando dormir naquele banco duro do aeroporto, mas sem sucesso né. Dada a hora do embarque, fizemos o check-in, foi bem tranquilo, mas façam com antecedência porque ouvi falar que sempre tem muita fila. Nós voamos com a Amaszonas e gostei da de voar com a companhia. O avião estava cheio com todos os bancos ocupados. Foi servido apenas um café com leite, mas não esperava mais que isso, eu tava na maior larica e o cafezinho deu pra dar uma enganada, uma dica é sempre levem uns snacks do Brasil, a larica vai bater e você não pensar duas vezes antes de gastar aquela grana no aeroporto. Por sorte, ainda tinha sobrado algumas comidinhas na mochila e eu comi. O voo durou uns 40min ou menos, foi bem rápido.

      Dica: Eu indico comprar a passagem aérea para Sucre, vi em muitos relatos que as estradas da Bolívia não são muitos boas e até um pouco perigosas, sem contar que a viagem é bem demorada, então invistam nisso. Compramos ainda no Brasil.
      Chegamos em Sucre e detalhe: não tínhamos nenhum boliviano, porque pensamos "ah, vamos deixar pra trocar dinheiro no aeroporto de Sucre" maior erro que cometemos. Quando chegamos no aeroporto e fomos procurar uma casa de cambio, NÃO TINHA NENHUMA! Nós fodemos legal haha Ficamos besta de como um aeroporto não tinha uma casa de cambio, e pior é que o aeroporto ficava no meio do nada, não tínhamos pra onde ir hahaha 
      Então, lá fomos nós procurar um taxista que aceitasse dólar ... Achamos um que estava cobrando Bs.60 e acabamos fechando por $10 (obvio que perdemos dinheiro). Depois de uns 20min. chegamos a Plaza de Armas. Como eu já tinha baixado o mapa da cidade e eu já tinha um hostel em mente, então foi fácil encontrar o lugar- se o mapa não tivesse nos levado para o lugar errado- mas depois de tanto andar, encontramos o bendito hostel. Ficamos no Kutur Berlin, super indico esse hostel galera, foi bom e barato, bem localizado e já tinha café incluso (melhor café da manhã da viagem). 
      Deixamos nossas coisas, tomamos uma ducha, fomos trocar dinheiro e finalmente comer. Eu estava quase desmaiando de fome, encontramos um restaurante bem legal (e barato ). Se chama Condor cafe, é um lugar bem aconchegante. Comprei um pastel de queso (com uma massa bem diferente do nosso pastel hahaha) e um refrigerante com aparência de xixi e gosto de guarana. 

       
      Depois fomos numa loja comprar agua e uma batatinha (que eu odiei). Fomos passear um pouco pela cidade e devo dizer que eu não dava nada pra Sucre, mas cheguei lá e me encontei pela cidade, ela é bem charmosa, vale a pena ficar um dia na cidade e conhecer seus principais pontos. Fomos no mirador de la Recoleta e em um outra praça, cujo nome não lemro. Fomos numa especie de parque dos dinossaouros (não é aquele pago), eu não sei porque, mas os bolivianos tem um apego com dinossauros, que eu não compreendo hahaha Depois fomos só andando e admirando a cidade. Fomos ao mercadão e acabamos comprando umas uvas com uma venderdora muito simpatica, que até nos deu umas uvas de brinde. 

      Eu queria ter mais fotos da cidade pra mostrar pra vocês, mas não vai ser possível e mais tarde eu conto o porquê. 
      Cuidado com o que vocês vão comer desse mercadão, porque os Bolivianos no geral não são muito higiênicos e algumas coisas são meio duvidosas. Se for comprar frutas, lave muito bem. Por exemplo, tinha uma mulher arrumando o cabelo da filha do lado das carnes (que também estavam com um cheiro bem estranho ). Então, fiquem espertos.
      Fomos procurar um lugar pra comprar nossas passagens para o Uyuni, a ideia inicial era comprar direto no terminal, mas não valia muito a pena porque teríamos que pagar o táxi, então íamos acabar gastando mais. Compramos no nosso hostel e pagamos um preço Ok, pagamos até mais barato do que havíamos planejado  Compramos pro dia seguinte as 18h.
      Fomos pra Plaza a noite e como estava no mês natalino a Plaza estava linda, toda iluminada <3 Ia ter meio que uma festa no hostel mas eu preferi dormir, porque eu estava morta. Dormi tão bem que nem ouvi o barulho da festa haha Já no outro dia, tomei aquele café da manhã divino do Hostel, como lá também é um restaurante, então o café da manhã é TOP. Acabei conhecendo o Tomek, da Polônia e a Francesca, da Alemanha. Ficamos conversando um bom tempo e a Francesca nos eu varias dicas do Uyuni. Saímos pra conhecer mais da cidade, mas eu já estava meio cansada da cidade, pois já tinha conhecido tudo lá  Almoçamos no hostel mesmo, encontramos o Tomek e almoçamos juntos. Não, e que almoço top hein haha Comi sopa como entrada (é sempre sopa), depois batata, arroz com mais alguma coisa, um refresco de Gergelim (horrível) e de sobremesa foi uma salada de frutas, adorei. 
      Como não tínhamos nada pra fazer, jogamos Uno com o Tomek e foi bem divertido (Uno uni as pessoas, já to avisando ). Tomek nos levou em um Cafe muito legal, que eu amei de verdade, se eu pudesse voltaria lá agora. Era uma loja de chocolate mas também uma cafeteria. Parece que eu experimentei o chocolate de verdade, o lugar se chama Para tí, se puder, vá nesse lugar.

       
      Já estava dando nosso horário, então fomos arrumar nossas coisas. Infelizmente não conseguimos nos despedir do Tomek, então tivemos que ir. Fomos pra Plaza para encontrar um táxi e acabamos encontrando um Brasileira, chamada Nádia e foi muito bom encontrar alguém da minha terra (e eu nem sabia que estava com saudades), ficamos um bom tempo conversando e quando percebi já estava um pouco atrasa para o embarque, então fomos comprar água e achar um táxi.
      Fiquem espertos com os táxis, pois assim que eles veem que você é turista,  já aumentam o preço. Eu indico perguntar sempre antes pra alguém ou algum nativo, quanto custa o táxi, porque assim você vai com o preço em mente. Se eles jogarem um preço muito diferente, já fala "no, no voy pagar eso, tengo poca plata" e ameaça ir embora, ele abaixam o preço rapidinho . Sempre pechinche, dá certo na maioria das vezes. Pegamos o táxi e depois de uns 15min chegamos. Parecia uma guerra, todo mundo gritando no seu ouvido, tentando te puxar pra agência deles haha é horrivel, foca no que você quer e não dá corda pra ninguém la hahaha chegamos no guichê pra pegar nossas passagens, comprem a passagem sempre com antecedência (pelo menos um dia antes) porque essa companhia (aviação 6 de Octubre) é a única que faz o trajeto direto pro Uyuni, então lota bem rápido.
      Pagamos a taxa do terminal e ficamos esperando dar o horário, nesse meio tempo conhecemos o Vicent, da França. Muito simpático, ele disse que ia pra Cusco na mesma época que a gente, então já trocamos contatos e combinamos de nos encontrar lá. Dado o horário nos despedimos dele e fomos pro ônibus. Tivemos que rodar o terminal inteiro pra encontrar a bosta daquele ônibus, que não estava no lugar indicado na passagem. Bolivia é terra sem lei galera, tivemos que ir pedindo informação até achar o bendito ônibus. Encontramos e fomos encarar 11h de viagem.
       
      GASTOS:
      Táxi: $10 
      Câmbio: $1= Bs.6,90 (Trocamos $165= Bs.1137)
      Água: Bs.5
      Batata: Bs.5
      Pastel de queso: Bs.9
      Refrigerante com aparência de xixi: Bs.6
      Uvas: Bs.20 
      Passagem pro Uyuni: Bs.80
      Almoço: Bs.23
      Café: Bs.9
      Água: Bs.6
      Táxi para o terminal: Bs.12
      Taxa do terminal: Bs.2,50
       
       
    • Por Micheli Cruz

      Para quem gosta de curtir um final de semana, férias, feriadão super tranquilo com a família em uma ilha paradisíaca localizada no baixo sul da Bahia irá se surpreender com os encantos naturais em que essa ilha nos proporciona.
      A idéia dessa viagem surgiu através do meu pai que é nativo e sempre convidou a família pra passar as férias e enfim concordei também a partir de 2008 em conhecer os encantos da ilha.
      A ilha de Boipeba é inserida no Arquipélago de Tinharé e é cercada de um lado pelo oceano e de outro pelo estuário do Rio do Inferno.
      Contemplada por uma floresta densa da Mata Atlântica, restinga, dunas, extensos manguezais e praias paradisíacas com coqueirais e recifes de grande valor ecológico e paisagístico.

      Quem for de Salvador enfrenta uns 300 km, a viagem é demorada. Sempre quando eu viajo vou pelo Ferryboat. Você pega uma estrada pela BA001 até a cidade de valença baixo sul da Bahia. E por Valença tem mais um trecho pela frente. A caminho você vai encontrar placas indicando Morro de São Paulo, Boipeba. Você segue o caminho onde tem escrito Boipeba, ainda vai passar por uma estrada de Barro até Torrinhas, onde você vai pegar um barco ou lancha se preferir.
      O bom de viajar pelo rio é ir descobrindo aqueles lugares que estão fora dos roteiros oficiais de turismo. Por exemplo, bares, restaurantes, flutuando no rio, frequentados pelos nativos. A dica aqui é comer ostra crua, cultivada aqui mesmo no rio.
      A maior atração de Boipeba está mesmo no mar. As piscinas naturais são de um azul tão forte e limpo que você tem a sensação de estar mergulhando num aquário. As piscinas ficam a mais de um quilômetro da praia.


    • Por leticiaMR
      Olá Pessoal,
      tudo bem?
       
      Fui para a Ilha de Boipeba, agora no reveillon.
      Eu e meu namorado começamos a nossa jornada no aeroporto de guarulhos no dia 29/12.
       
      CHEGANDO EM SALVADOR - COMO CHEGAR A ILHA
      Chegamos em Salvador ainda no dia 29/12 as 06h da manhã, de lá pegamos um Uber até o Terminal Marítimo de São Joaquim (R$40,00) ** lá o uber não esta regularizado, então vale a pena ficar de olha se tem algum CET ou PM)**
      Chegando no terminal e de se assustar, é lotado e o povo vai te atropelando, então relaxa e não deixa a muvuca te irritar. O Ferry sai lotado e demora mais de 1 hora de viagem ( até todo mundo entrar e etc e sai por R$4,80 de seg a sex) sábado e feriados R$7,50.
       
      O Ferry faz a travessia ate a cidade de Bom Despacho, de lá você toma um ônibus até a cidade de Valença. O horário dos ônibus é sincronizado com o Ferry, então na hora que você desembarcar do Ferry, não enrola muito e compra a passagem (R$23,00/pessoa) Tem uns caras que fecham o carro até Valença também, que sai um pouco mais caro que o ônibus, porém mais rápido (já que não faz parada). Sai em media uns R$30,00 por cabeça, fechando em 4 pessoas o carro.
       
      Chegando em Valença, existem 2 possibilidades
      1º Ir até o porto e pegar uma lancha direto para Boipeba (R$60,00/70,00) pessoa
      2º Pegar um ônibus até a cidade de Graciosa (R$3,50) e de graciosa pegar uma lancha de R$25,00/pessoa até Boipeba.
       
      Nos pegamos o ônibus e fomos até graciosa, pois a nossa grana era curta e vou te falar, compensa bastante. O ônibus é mega rápido e não demora nem 15 minutos pra chegar no porto de graciosa, lá já ter uma galera pra te levar.
       
      CHEGANDO EM BOIPEBA
       
      Depois da maratona de quase 5/6 horas de viagem, nos chegamos a Ilha de Boipeba
      No centrinho, onde o barco te deixa, você tem opções de mercadinhos, lanchonetes e etc, HAAAAAAA bom avisar, em Boipeba não existe caixa eletrônico e quase todos os comércios não aceitam cartão, então LEVEM DINHEIRO. Alguns estabelecimentos, até fazem um rolo ( você passa 200 no cartão e ele de dá 150). Mas nossa caminhada não terminada ali, já que o nosso camping era na Praia de Moreré (linda, maravilhosa, de tirar o folego). Ali no porto, tem uns meninos que oferecem carregar a sua bagagem nos carrinhos de rolimã por uns R$10 conto. Nos como somos roots, fomos andando.
       
      PARA CHEGAR EM MORERÉ
       
      Bom para chegar a praia, você precisa pegar um Trator, caminhamos até o ponto do trator (20 minutinhos) e de lá partimos R$10,00/pessoa. O Trator só sai com o minimo de 10 pessoas, então nos tivemos que esperar um tempo. Chegando em moreré, as opções ficam cada vez menores, existem apenas 2 mercadinhos ( que por milagre aceitavam cartão, mas os únicos lugares da praia inteira que aceitavam) Os preços são mais caros que no centrinho de Boipeba, então aconselhamos levar o máximo de coisas de casa ou comprar em Salvador e levar.
       
      CAMPING DO CEPACOL
       
      Nos ficamos no camping do cepacol, que fica na ponta esquerda da praia bem de frente pro mar.
      O camping é muito grande os dois campi ng do lado eram da mesma família. O Dono do camping é gente finíssima, assim como todo o pessoal que trabalha lá. Banheiro limpinho, lugar pra colocar a barraca com grana, uma cozinha com fogão a lenha e com alguns utensílios para cozinhas ( uma boa fazer uns rangos no camping, por que comer fora é caro, os pratos saem quase R$40/pessoa) No camping existem uns opções de café da manha MARAVILHOSAS, um pão de hambúrguer com um ovo (R$4,00) sucão daora de acerola (melhor da ilha) 4 dolatas tbm. Nenhuma opção de comida sai mais de R$10 reais. Além do mais, o camping é o mais movimentado ( se você quer uma boa bagunça. o cepacol é o lugar) Forro todos os dias, sambinha raiz. uma delicia mesmo. O valor do camping é R$20 reais a diária e se for casal ele faz por R$35 a diária.
       
      O QUE FAZER?
       
      Em geral todas as praias são muito lindas, dá pra ir andando até o centro de Boipeba e vendo as praias uma nice, a maioria tem poucos quiosques, então levem um lanchinho. Você pode pagar uma lancha e conhecer o Morro de São Paulo, saindo de moreré (R$100/pessoa) ou ir ate Castelhanos R$60,00 pessoa. Vocês tem que comer o bolinho de apim de lagosta do camping verde (em moreré), ELE É SENSASIONAL. Serio cara, parece um enroladinho de salsicha bem barrudo, e cheio de lagosta, sai 6 mangos e com uma cervejinha fica sensa.
       
      No centrinho de morerê, tem a barraca do Seu Cristóvão, que faz uma caipirinha otina R$10,00
      Mas o que vale é procurar por um PAULINHO, sai pergutando que alguém te fala onde encontrar o dito. O Paulinho pesca uma lagosta por R$40/kilo pra você meu chapa. Mas você precisa encomendar 1 dia antes. De resto o lugar é magico e qualquer coisa feita lá, vai ser incrível.







    • Por nnaomi
      Período: 01 a 09/12/2013
      Cidades: Cairú - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo (MSP)
       
      A Costa do Dendê tem natureza privilegiada com praias, baías, costões rochosos, rios, estuários, nascentes, lagoas e cachoeiras emolduradas por vegetação como manguezais, restingas e coqueirais. São 115 km de litoral. Inclui outros municípios, mas nessa viagem foi contemplado apenas Cairu, cujos locais mais famosos são Morro de São Paulo e Boipeba. Cairu deriva do tupi-guarani Aracajuru que significa Casa do Sol. Trata-se do arquipélago fluvial do Rio Una, cujas principais ilhas são Cairu, Tinharé e Boipeba. A sede da cidade de Cairu está localizada na ilha homônima e Morro de São Paulo na Ilha de Tinharé.
       
      MSP e Boipeba são duas ilhas vizinhas, tão próximas e tão distintas. É comum ficar hospedado em uma delas e conhecer a outra em um passeio bate e volta. Recomendam não dividir a estadia entre as duas ilhas, pois como são muito diferentes, ao gostar de uma, a probabilidade de antipatizar com a outra é alta. Entretanto, fiquei nas duas ilhas e gostei de ambas, cada qual com suas belezas e características peculiares. MSP tem mais infraestrutura, noites animadas, e recebe fluxo maior de turistas, já Boipeba lembra mais uma pacata vila de pescadores com praias mais tranquilas, ainda que a infraestrutura e o fluxo de turistas estejam crescendo. O que ambas têm em comum, são as belas praias e paisagens.
       
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados na Vila de Velha Boipeba na Ilha de Boipeba e na Vila em MSP.
       
      Obs.: Além da seção "Dicas" antes do relato, há outras dicas específicas espalhadas pela página. ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Dessa forma, alguns estabelecimentos, bem como alguns dos pontos turísticos, não foram visitados por mim e, portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
       
      Índice
       
      A cidade
       
      Como chegar
       
      Quando ir
       
      Onde ir em Boipeba
       
      Onde ir em Morro de SP
       
      Onde ir em Cairu
       
      Onde ir em Valença
       
      Onde ficar em Boipeba
       
      Onde ficar em Morro de SP
       
      Onde comer
       
      Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Links úteis, Receptivos Turísticos e Dicas)
       
      Mapas
       
      Sugestão de roteiros
       
      Relato de viagem
       
      Relatos 2013:
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
    • Por vfmarques
      Em setembro de 2017 eu fui com meus pais para California, passei 2 semana por la. Segue abaixo o roteiro e relato da nossa viagem com algumas fotos:
      Aug 31 -> Toronto to San Francisco
      Sep 1 -> San Francisco
      Sep 2 -> San Franciso
      Sep 3 -> San Fransciso to Napa
      Sep 4 -> Napa to Lake Tahoe
      Sep 5 -> Lake Tahoe
      Sep 6-> Lake Tahoe to Yosemite
      Sep 7 -> Yosemite
      Sep 8 -> Yosemite to Monterey
      Sep 9 -> Big Sur
      Sep 10 -> Solvang & Santa Barbara
      Sep 11 -> compras no outlet
      Sep 12 -> Los Angeles area
      Sep 13 -> San Diego
      Sep 14 -> San Diego
      Sep 15 -> San Diego
      Sep 16 -> voo de volta para Toronto
      Sep 1: San Franciso
      Eu ja estive em San Francisco antes, voltei de novo para passear com meus pais ja que eles nao conheciam. De manha fomos passear no cable car, fomos ate Lombart Street. De la andamos ate  Firshman's Wharf and Pier 39. Estava super quente, a temperature estava batendo records de calor.  A tarde fomos andando devagar ate o bairro italiano - North beach e depois passeamos na Chinatown.
      Em San Francisco ficamos no hotel MayFlower, muito bom. Boa localizacao, bom cafe da manha, eu recomendo.


      Sep 2: San Franciso
      Hoje de manha nos comecamos com o city hall, fiquei super decepcionada com tanta gente dormindo na rua, especialmente jovens. Em volta do city hall, so tinha mendigos. De la fomos andando ate Alamo square. Depois andamos ate o Golden Gate park e dai para Union Square. 


      Sep 3: San Fransciso to Napa
      Pegamos o carro que tinh alugado logo de manha e nossa primeira parada foi Palace of Fine arts e depois Golden Gate bridge. Infelizmente era bem cedo e estava nebilna. Fomos ate Salsalito e andamos um pouco pela cidadezinha. De la fomos fomos ate Muir Woods, o estacionamento estava lotado, tinha gente parando quase 30 minutes da entrada do parque, ja estavamos desistindo quando o estacionamento do lado do parque abriu para 2 vagas :o) depois de passear pelo parque fomos em direcao ao Napa Valley onde iamos passar a noite. A estrada eh linda, parace um mar de plantacoes de uva. Paramos em alguns vinhedos no camigo... 




      Sep 4: Napa to Lake Tahoe
      Hoje de manha nos passeamos na area do Napa Valley, fomos ate Calestoga atraves da HWY 29, cheio de vinehos gigantes e dai voltamos pela estrada Silverado Road Trail, cheio de vinhedos tambem. A tarde pegamos a estrada em direcao ao Lake Tahoe.


       

      Sep 5:  Lake Tahoe
      De manha fomos em direcao a Esmerald Bay, com varias paradas para ver a vistas. De volta a cidade, eu queria ir na gondola, mas infezmente estava fechada, como era fora de temporada so abre em fim de semanas. Sorte que estava fechada, pois o tempo mudou rapido e comecou a chover forte. No fim da tarde parou e fomos andar pela regiao, adorei esse lugar. 


      Sep 6: Lake Tahoe to Yosemite
      Saimos cedo, pois tinhamos uma viagem longa ate Yosemite. Passamos pelo Lake Mono e dai entramos na HWY 120, conhecido como Tioga Pass que so abre durante o verao, nossa que estrada linda. Ja dentro do Yosemite park, tinhamos que ir ate o outro lado para ir em direcao ao nosso hotel. Passamos for varios lugares lindos: FairView Dome, Tenaya Lake, Olmsted Point, bridalveil fall,  Yosemite village e Lower Fall. O unico problema era a fumaca e cheiro de queimado, um pecado.
       



      Sep 7: Yosemite
      Dia para explorar parte do parque. Decidimos fazer a trilha para o Lake Mirror, ate chegar na trilha paramos varias vezes para foto. Depois da trilha fomos no Majestic Yosemite Hotel e dai fomos em direcao ao Glacier Point com varias paradas, Valley View, Tunnel View, Washburn Point. A vista do Glacier Point eh demais!! Uma pena que nao ia ficar mais no parque, um lugar que concerteza quero voltar para explorar mais.




      Sep 8: Yosemite to Monterey
      Pegamos a estrada cedo em direcao a costa. Chegando em Monterey, andamos pelo Fishrman's Wharf onde almocamos. A tarde passeamos um pouco em volta do aquario, mas nao entramos la. Depois fomos em direcao a Carmel, atraves da 17-mile drive. Passamos por Carmel River state beach ate chegar em Carmel-by-the-sea


      Sep 9: Big Sur
      Infelizmente a HWY 1 estava parciamente fechada por causa de um deslizamento de terra que aconteceu em Maio. Fomos ate Pfeiffer Park onde a estrada acabava, tivemos que voltar para Monterey e pegar HWY 101, dai fizemos un detour para descer denovo na HWY 1 para dirigir entre McWay Fall and Sand Dollar Beach e voltar para Hwy 101. Nossa utima parada do dia foi San Luis Obispo onde passamos a noite.



      Sep 10:  Solvang & Santa Barbara
      De manha passamos por Pismo beach e fomos em direcao a Solvang, bem dinamarquesa. Super legal a cidade, passamos horas andando por la. Dai fomos para Santa Barbara, outra cidade super gostosa.


      Sep 11:  compras no outlet
      Hoje nos passamos o dia no Camarillo outlet e depois fomos para LA.
      Sep 12:  Los Angeles area
      Hoje andamos em volta da area de Los Angeles, acabamos nao indo na cidade. Comecamos com Beverly Hill, parando na famosa Rodeo Drive e dai passeando de carro pelas mansoes. Depois fomos para Malibu. Depois fomos para Santa Monica, andamos na promenade e no famoso pier. Nossa ultima parada do dia foi Venice beach, onde andamos na boarwalk e visitamos os canais.




      Sep 13: San Diego
      Hoje dirigimos em direcao a San Diego, parando em varias cidades no caminho. Minha parada foi Long beach, depois veio Huntington beach, cidade cheia de surfistas. Passaos por Newport, com suas marinas e Dana Point, ate chegar em La Jolla. 



      Sep 14: San Diego
      Hoje comecamos o dia visitando Mission beach,. Deois fomos para o Balboa Park. A tarde nos fomos para Old Town, Ocean beach e Cabrillo National Monument.



      Sep 15: San Diego
      Ultimo dia em San Diego, comecamos com Coronado Island. Depois fomos no Gaslamp Quarter, passando pelo Pecto park. A tarde fomos no Sea Part village, andamos pelo Embarcadero ate o USS Midway Museum. Nossa ultima parada foi little italy antes de voltar para o hotel.


       
       
       
       
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