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ederfortunato

África do Sul, 15 dias por Cidade do Cabo, Joanesburgo, Kruger: Dicas, gastos e muitas fotos!

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Oi Eder. A cotação de Real para ZAR hoje, está 1 BRL = 3,9547 ZAR. Vc acha que não vale a pena levar direto a moeda deles?

Outra coisa: vou ficar 30 dias estudando no país. Então os passeios terão que ser aos finais de semana. Esses lugares que vc colocou aqui, dão pra fazer bate evolta?

Obrigada.

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Ola @ederfortunato, vc mencionou no relato sobre uma cotação boa , etc

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Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra

trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor

e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito",

tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.

Foi em Joanb ou em C.Town? 

 

Obrigado

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Em 05/03/2019 em 13:50, fabiomirandasp disse:

Ola @ederfortunato, vc mencionou no relato sobre uma cotação boa , etc

Foi em Joanb ou em C.Town? 

 

Obrigado

 

Esse endereço é em Cape Town, em Joanesburgo não troquei dinheiro

 

 

 

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36 minutos atrás, ederfortunato disse:

 

Esse endereço é em Cape Town, em Joanesburgo não troquei dinheiro

 

 

 

Valeu, Eder

Vc trocou o dinheiro com um tal Omar??

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Agora, fabiomirandasp disse:

Valeu, Eder

Vc trocou o dinheiro com um tal Omar??

 

Sim, esse cara mesmo, pergunte por ele quando chegar

 

 

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Em 25/05/2019 em 08:02, Ariana Mariela Wolf disse:

Bom dia, pessoal!

Fui para Cidade do Cabo, e troquei R$3.000,00 no Brazil, por rands. NÃO me arrependi. Deu super certo.

trocou onde? saiu quanto a cotaçao?

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    • Por José Luiz Gonzalez
      Introdução
      Fala galera!
      No fim de 2018 fiz uma viagem incrível pela África do Sul que contou inclusive com a companhia do grande parceiro Fabiano que conheci aqui no Mochileiros!
      Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se a vontade pra perguntar abaixo e evitem mensagens privadas ou e-mail já que a sua dúvida pode ser a mesma de outras pessoas aqui no fórum!
      Roteiro Resumido
      1 dia na Rota Panorâmica
      3 dias de Safári no Kruger
      9 dias na Garden Route
      5 dias na Cidade do Cabo
      Roteiro Detalhado
      15/11/2018 - Voo São Paulo > Joanesburgo
      16/11/2018 - Joanesburgo > Sabie
      17/11/2018 - Sabie > Graskop
      18/11/2018 - Graskop > Lower Sabie Rest Camp 
      19/11/2018 - Lower Sabie Rest Camp > Crocodile Bridge Rest Camp
      20/11/2018 - Crocodile Bridge Rest Camp > Marloth Park
      21/11/2018 - Marloth Park > Joanesburgo > Port Elizabeth > Jeffrey's Bay
      22/11/2018 - Jeffrey's Bay
      23/11/2018 - Jeffrey's Bay > Stormsrivier
      24/11/2018 - Stormsrivier > Plettenberg
      25/11/2018 - Plettenberg
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      27/11/2018 - Mossel Bay
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      29/11/2018 - Hermanus
      30/11/2018 - Hermanus > Cidade do Cabo
      01/12/2018 - Cidade do Cabo
      02/12/2018 - Cidade do Cabo
      03/12/2018 - Cidade do Cabo
      04/12/2018 - Cidade do Cabo
      05/12/2018 - Cidade do Cabo > Joanesburgo
      06/12/2018 - Joanesburgo > São Paulo
    • Por zervelis
      Uma Imagem vale mais que mil palavras né?!
      Deixa eu começar então com a Imagem
       

      E agora com as milhares de palavras
       
      Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Cabo da Boa Esperança, Ganasbaai (mergulho com tubarão branco) e Johanesburg), Namíbia (Windhoek, Walvis Bay, Sossusvlei, Deadvlei), Zimbabwe (Victoria Falls), Botswana (Kasane - Chobe - Safari) e Zambia (Livingstone)
       
      Primeiro deixa eu me apresentar... Me chamo Felipe Zervelis, prazer... Já sou usuário cativo aqui no mochileiros com relatos do Sudeste Asiático, Escandinávia e Costa Oeste dos EUA. Agora venho aqui mostrar pra vocês nossa viagem pra África, feita em Novembro de 2013, com mais 2 colegas que se encontram nessa foto. O primeiro da foto é o David, mais conhecido como Caju (por se de Aracaju, dããã), o segundo, o mais mala de todos, Felipe Watson (também bem conhecido aqui no mochileiros por suas farras na Europa) e o terceiro (o mais galã, claro), eu . Ah,.. os Felipes são cariocas,craroooo...
       
      [creditos]Aproveito também para dedicar esse relato a duas pessoas: Paulera aqui do mochileiros e também a Dri (http://www.drieverywhere.net). Obrigado amigos por toda a ajuda (direta e indireta) para que acontecesse essa viagem. [/creditos]
       
      Foi uma viagem de 17 dias. Saimos dia 31 de outubro a noite do Rio de Janeiro e voltamos, por Johanesburgo, saindo de lá dia 17 de novembro de tardinha.
      Dessa vez vou fazer diferente no relato. Todos os preços, locais, passagem e programas principais, irei colocar no final do relato.
       
      Apenas irei antecipar o custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!!
       
      Vale a pena citar que os 2 trechos principais (ida e volta) utilizamos milhas (50 mil pontos no total) pelo Fidelidade (da Tam) e voamos South African Airlines (excelente cia). Mas assumo que tem que tentar pelo telefone, diversas vezes e pedindo pro atendente ter paciência e ver todas as possibilidades possíveis. Pra se ter ideia, voltamos por Guarulhos, chegando lá 1 da manha e tendo que fazer o translado por nossa conta para Congonhas onde iríamos pegar um outro voo (já incluso no principal) as 6 da manha para o Rio. Mas valeu !!!
       
      Observações Gerais:
       
      - O CERTIFICADO DE VACINAÇÃO internacional de Febre Amarela é VERIFICADO PELA EMPRESA AEREA, não podemos embarcar sem apresentá-lo. De cara, o atendente da TAM já disse que aproximadamente 50% das pessoas não viajam porque não tem o certificado (e caso parecido acontece com o visto para os EUA), alguém acredita ?
       
      - Não encontrei UM africano que não falasse inglês. ãã2::'>
       
       
      Vamos começar com o que interessa, não é mesmo ?!
    • Por Karen M.
      Olá galera mochileira,
      Volto aqui para tentar retribuir de alguma forma toda a informação que aqui consegui. Este foi meu 1º mochilão e graças a esta plataforma me senti segura para montar todo o meu roteiro e ir de forma (quase) completamente independente. Vocês fazem parecer tão fácil!!! E foi! E foi uma delícia também!
      *já faz um tempo que comecei a escrever esse relato e tinha abandonado por causa de correrias da vida, mas quero terminar antes que o facebook pare de me lembrar que eu fiz essa viagem foda há 1 ano!
      PARTE 0 - Planejamento e preparativos
      Viajar ao continente africano sempre foi um de meus maiores sonhos e ele começou a se tornar verdade há 4 anos, quando ouvindo uma discussão sobre quanto se gastaria para assistir a 1ª fase da copa do mundo na Rússia eu pensei “com esse dinheiro vou conhecer a África”. E eu tinha a companhia perfeita: minha grande amiga (e na época roommate) Camila estava disposta a encarar a aventura comigo, se eu provasse a ela que viajaríamos por 1 mês com relativo conforto e não gastaríamos mais de R$10mil... E eu provei!
      *imprevisto: a viagem ficou mais cara (não dá pra comparar dólar de 2014 com de 2018!), durou 39 dias e incluiu aventuras que até agora não acreditamos que vivenciamos!
      (Parênteses: certeza que é possível fazer este roteiro gastando menos, mas tínhamos algumas premissas que não queríamos abrir mão. Estas seriam as primeiras férias em algum tempo para nós 2 e já estávamos em ritmo de corta-tudo-e-tira-leite-de-pedra para economizarmos para A viagem, então queríamos ter algum conforto e, muito importante: queríamos tomar cerveja todo final de tarde! :D)
      Logo no início das pesquisas a África do Sul se mostrou o país que melhor se encaixava nos nossos planos, seja pelo custo benefício ou mesmo pela facilidade de encontrar informações. Nem sempre nossa ideia foi de planejar tudo e ir sozinhas, até mesmo pelo fato de que nenhuma de nós 2 dirige, e lendo (milhares de) blogs, cheguei ao site Pangea Trails, de um cara que tem um roteiro de van por todo o país que dura 21 dias. Esse era o plano inicial. Chegada a época que íamos realmente afinar tudo e colocar o plano em prática, os custo deste pacote já estava tomando quase todo o nosso orçamento e começamos a pesquisar a coisa toda independentemente, mas ainda assim com o roteiro dele como base, pois já sonhávamos com muitos locais por onde a Pangea Trails passava.
      Tínhamos então os locais que queríamos passar e mais ou menos definidos quantos dias ficar em cada um, quando a história começou a tomar outro rumo: um perfil de turismo da África do Sul que eu seguia no instagram, publicou por 5 dias seguidos fotos da Otter Trail, uma travessia de 5 dias e 4 noites que acompanha a costa selvagem do Tsitsikamma National Park através de paisagens cênicas e eu fiquei completamente obcecada. Pronto! A paisagem era tão espetacular que eu tinha que presenciar aquilo!
      E eu devo ser muito mais persuasiva do que imagino, pois eu, que de travessia tinha apenas feito a Salcantay para Macchu Picchu, mas que contava com uma equipe que levava a bagagem mais pesada e provia comida e acampamento (foi um esquema meio princesa mesmo), queria levar comigo nesta trilha totalmente independente a minha amiga Camila, que nunca tinha feito trilha na vida. Bom, nem sei bem como, mas a convenci!
      Foi a primeira reserva que fizemos. E quase choramos de emoção quando recebemos a confirmação!
      A questão é que esta é uma trilha bem exclusiva e as reservas se esgotam com cerca de 1 ano de antecedência, pois apenas 12 pessoas por dia podem percorrê-la. Comecei a monitorar o site do parque e checar todas as condições de tempo e maré (o caminho inclui algumas travessias de rio que podem ser bem perigosas a depender da maré do dia) para conseguir a data ideal para as nossas férias.
      Feito isso, o resto da viagem começou a se desenhar melhor em torno da trilha. Alguns destinos que queríamos tiveram que ser cortados, pois a logística para a Otter Trail precisava de 6 dias da nossa viagem. Numa destas decisões, cortamos Drakensberg, pois esta parada era principalmente para fazermos algumas trilhas e este assunto já estaria muito bem garantido!
      Na sequência compramos as passagens, fechamos o overland tour para o trecho que passaria pelo Kruger Park e a Suazilândia e compramos nosso ticket de ônibus Baz Bus.
      A Baz Bus oferece um serviço de vans que funcionam no estilo hop-on hop-off com foco em mochileiros que atravessam o país, recolhendo os passageiros na porta do hostel e deixando no seu próximo destino. A logística é bem bacana e a rota vai desde Joanesburgo até Cape Town, com paradas obrigatórias em Durban e Port Elizabeth, pois as vans só circulam de dia. Eles têm uma lista de hostels que são atendidos pelo roteiro e diversas opções de tickets, a depender da quantidade de dias que se quer viajar, se viaja apenas em uma direção, etc... O valor dos tickets não é muito barato, mas pela comodidade e segurança achamos que valeu a pena. Quando já estávamos lá ficamos sabendo de outra empresa que presta o mesmo tipo de serviço, tem uma rota semelhante e parece ser um pouco mais barata, a Mzansi.
      O roteiro então ficou mais ou menos assim:
      10.03 a 15.03.18 Chegada por Joanesburgo e estadia em Maboneng; 16.03 a 22.03.18 Overland pela região do Kruger Park, Rota Panorâmica, Suazilândia, Greater St Lucia, chegando a Durban; 23.03 a 01.04.18 Seguimos de Baz Buz pela costa passando por Coffee Bay, Chintsa, Port Elizabeth e Jeffreys Bay até Storms River; 02.04 a 06.04.18 Estabelecemos base em Storms River para percorrer a Otter Trail; 07.04 a 10.04.18 Seguimos novamente de Baz Buz pela Garden Route passando por Wilderness e Mossel Bay; 11.04 a 16.04.18 Exploramos Cape Town, de onde voltamos para São Paulo.
      mapinha das nossas andanças....
      MEDICINA DO VIAJANTE
      Já tinha lido algumas vezes sobre este serviço público (e totalmente gratuito) de avaliação e orientação de acordo com o local de destino e áreas de risco para doenças, mas nunca tinha utilizado. Resolvi testar e não me arrependi!
      O atendimento em São Paulo é no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o agendamento é feito por e-mail.
      No dia da consulta é necessário levar documento com foto e carteira de vacinação. Então começa uma entrevista na qual você conta qual o destino e as características da viagem, com a maior quantidade de detalhes possível. Daí eles te dão todas as orientações em relação à sua saúde durante a viagem e atualização de vacinas.
      Aproveite para tirar todas as dúvidas! Saindo da consulta já te encaminham para as vacinas e pronto. Quem precisa do Certificado Internacional de Vacinação da Febre Amarela (CIVP) deverá antecipadamente acessar o site da Anvisa para realizar seu pré-cadastro, necessário para a emissão da CIVP.
      A preocupação principal da maioria das pessoas que viaja à África do Sul, em especial à região do Kruger, é em relação à malária. Não existe vacina e a melhor profilaxia é evitar o contato com o mosquito através de barreiras físicas (roupas protegendo a maior parte do corpo, tela mosquiteira sobre a cama, etc..). Existe também um repelente (exposis) que foi recomendado e também os comprimidos, embora não tenham garantia total.
      A orientação que recebi foi: usar o repelente para a pele e para a roupa (existe um spray específico para passar na roupa e dura algumas lavagens) e tomar os comprimidos (aqui vale uma observação que o médico só indicou os comprimidos pois passaríamos pelas regiões de incidência no início da viagem e depois ainda teríamos um período longo antes de retornar ao Brasil, passando por áreas remotas e o receio era termos qualquer sintoma e não conseguirmos atendimento imediato.. se fossemos apenas ao Kruger e voltássemos em seguida, o médico não indicaria o remédio porque em qualquer emergência conseguiríamos atendimento fácil em SP).
      O que de fato aconteceu: levamos o exposis, mas não comprei o spray para roupa e tomamos os comprimidos que compramos em uma farmácia em Joanesburgo (parece que o melhor é comprar no próprio aeroporto, mas esquecemos e enfrentamos uma pequena burocracia para conseguirmos o remédio, que é controlado e não é barato). No início do overland, o guia fez um terrorismo de que nenhum repelente trazido de países que não tem malária é eficaz e sugeriu comprar outro, o peaceful sleep, que acabamos comprando também. Não sei se foi o remédio ou a mistura disso tudo com sol e suor, mas tive uma alergia forte na pele (rosto, pescoço e costas) que só foi sumir mesmo em Cape Town. Camila ficou enjoada nos primeiros dias do overland, o que logo relacionamos com o remédio também.
      Para mais informações sobre a Medicina do Viajante: http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
      MOCHILA, O DRAMA...
      A principal dificuldade neste tema foi: precisaríamos de uma mochila que aguentasse o tranco e boa o suficiente para utilizar na trilha (tenho problema na cervical e essa era minha maior preocupação) e isso costuma ser bem caro! No final das contas: uma amiga que estava de mudança para a Austrália tinha uma mochila usada Trilhas & Rumos Crampon 72L e deu pra gente. Camila acabou ficando com esta, pois eu não queria uma mochila tão grande. Outra amiga ofereceu a mochila dela emprestada, uma Deuter Futura Vario 45 + 10, que eu me neguei a pegar até quase a véspera da viagem. Mas de tanto ela insistir e de tanto faltar dinheiro, aceitei..
      Resultado: olha, quando estava pesquisando pra comprar uma cargueira pra esta viagem, li muita coisa positiva sobre a T&R, então simplesmente não sei dizer o que aconteceu, mas a mochila praticamente se desfez durante a viagem. Na arrumação ela já rasgou um teco (o que levou Camila ao desespero antes mesmo da gente ir pro aeroporto) e no restante da viagem ela se rasgou inteira! Tentamos remendar com um bocado de fita e nada adiantou... enfim, outro ponto fraco que percebi é que ela ficava visivelmente desestruturada nas costas. Quanto à que eu levei, ela foi perfeita. Nas 1ªs horas da trilha precisei fazer alguns ajustes, mas ela segurou bem!
      O que levei:

      Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      7 calcinhas 2 pares de meia para trilha 3 pares de meia de algodão 2 sutiãs 2 tops 2 biquinis 2 calças legging 1 calça-bermuda 1 calça jeans 2 camisetas dryfit 7 camisetas 1 blusa térmica (fleece) 1 jaqueta impermeável 2 blusinhas manga longa 1 shorts de corrida 2 shorts 1 saia jeans 2 vestidos 1 pijama 1 canga de praia 2 lenços 1 toalha microfibra 1 capa de chuva 1 chinelo 1 sandália kit de higiene / cuidados pessoais maquiagem básica kit primeiros socorros (com umas coisas bem específicas pra trilha, mas que não precisamos usar.. ufa!) saco de dormir lanterna de cabeça + pilhas 2 cantil + tabletes para purificação da água 1 canivete 1 bastão de trilha 1 capa protetora mochilão (comprei uma Arienti www.territorioonline.com.br/bolsa-para-transporte-arienti-m para despachar a cargueira, que até por ser emprestada merecia um cuidado mais especial e também porque precisávamos de uma bolsa pra deixar nossas coisas no hostel durante a trilha) 1 binóculo Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      leite em pó (levei em saquinho zip lock apenas o necessário pra preparar 5 canecas de manhã) *confesso que quando estava separando o leite em pó no saquinho pra levar na mochila me bateu uma sensação mega ruim de que aquilo podia dar muito errado no aeroporto, mas deu em nada não... toddy (2 colheres de sopa / dia - levei em saquinho zip lock) geléia (aquelas individuais de cestas de café da manhã) castanhas semente de girassol cuscuz marroquino (em zip lock) quinoa (em zip lock) arroz + lentilha (em zip lock) temperos: sal (aqueles saquinhos de restaurante), pimenta do reino (não vivo sem!), azeite barras de cereais e proteínas 2 pratos plásticos rígidos, 1 caneca alumínio + kit talher de plástico Esta lista era basicamente para o meu café da manhã (com alguns itens complementares que compraria fresco na véspera da trilha) e jantar para nós 2! A Camila levou com ela o que iria precisar para o café da manhã dela e levaria o kit de panela.
      Além disso levei uma pequena mochila de ataque (aquelas dobráveis da decathlon, que viram uma bolinha compacta) com pasta completa de documentos e comprovantes de reservas impressas, bloco de anotação, travesseiro de viagem (meio dispensável pra mim, mas até que garantiu um conforto quando acampamos), carregador de celular, 2 power banks, câmera (uma véia digital que tenho, levei mais como garantia se a memória do celular faltasse).
      Acho que foi isso. A maioria das coisas que não tiveram utilidade durante a viagem foi levada por alguma indicação específica para a trilha e não acho que deixaríamos de levar (mesmo sabendo agora que não usamos), pois poderiam ter sido necessárias.. mas confesso que daria pra ter cortado umas peças de roupa e a sandália.... No final deu isso aí..

      mochila pronta...
      O relato diário irei postando em partes para não ficar tãããão comprido... Até!


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