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Nilson Jr

Lençóis Maranhenses e São Luís - Maranhão (Com fotos) Relatos

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Nossa, as lembranças do meu passeio para os Lençois em Julho passado me vieram a tona... que lugar maravilhoso! E tu teve sorte pois pegou as lagoas bem cheias!

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Obrigada pelo relato, @Nilson Jr ! Fiquei desanimada com a parte do preparo físico e dos problemas na coluna, mas enfim... melhor saber por aqui, né? :(

Um detalhe que achei legal nas fotos do oitavo dia foi ver todo mundo (*) no barco já de colete. É o certo e deveria ser o básico. Na prática, o que mais vemos por aí são coletes em algum lugar de difícil acesso, que "se precisar dá tempo de colocar, não se preocupe". :( Mas bem, isso seria assunto para outro tópico.

Parabéns mais uma vez!

(*) Ops, agora vi que o guia não estava... aiai!

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Nossa, as lembranças do meu passeio para os Lençois em Julho passado me vieram a tona... que lugar maravilhoso! E tu teve sorte pois pegou as lagoas bem cheias!
É lindo demais. Dá muita saudade.

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Obrigada pelo relato, [mention=214207]Nilson Jr[/mention] ! Fiquei desanimada com a parte do preparo físico e dos problemas na coluna, mas enfim... melhor saber por aqui, né?
Um detalhe que achei legal nas fotos do oitavo dia foi ver todo mundo (*) no barco já de colete. É o certo e deveria ser o básico. Na prática, o que mais vemos por aí são coletes em algum lugar de difícil acesso, que "se precisar dá tempo de colocar, não se preocupe".  Mas bem, isso seria assunto para outro tópico.
Parabéns mais uma vez!
(*) Ops, agora vi que o guia não estava... aiai!
Eu tenho problemas de coluna também, mas nessa época eu estava melhor. Teve dias que tomei tramal à noite pra dormir. Andava muito por essas dunas... Tudo tão lindo. Sobre a segurança nos rios e mares você está certinha. Um passeio desses pode ser tornar tragédia. Ano passado fui a Boipeba, Morro de São Paulo e depois Salvador... Meses depois aconteceu um desastre por aquelas bandas com embarcação semelhante a que eu peguei.
  • Gostei! 1

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Olá pessoal do meu Brasil. Estive nos lençóis maranhense agora em fevereiro de 2018 mais nao pude aproveitar do melhor que os lençóis nos oferece, pois nessa época os lagos esta´todos vazios, pois é época de seca lá. A melhor época para se conhecer os lençóis, segundo os moradores de lá e julho, agosto e setembro.

IMG_20180130_095445233.jpg

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12 horas atrás, Luiz Ditos Alves disse:

Olá pessoal do meu Brasil. Estive nos lençóis maranhense agora em fevereiro de 2018 mais nao pude aproveitar do melhor que os lençóis nos oferece, pois nessa época os lagos esta´todos vazios, pois é época de seca lá. A melhor época para se conhecer os lençóis, segundo os moradores de lá e julho, agosto e setembro.

IMG_20180130_095445233.jpg

Olá Luiz irei visitar os lençóis semana que vem , quais passeios você sugere fazer ?

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    • Por Marcos Nakayama
      RELATO TEXTÃO 😜 da minha travessia pelos lençóis maranhenses, com o grande "tchan" de ser a ideal para sedentários (que tenham disposição, claro)!
      (Mais fotos e outras viagens no Insta: @marcos.nak 😉)
       
      Você é do tipo que fica esbaforido ao subir uma duna? Eu sou, quase todo mundo é. Mas, se ao chegar ao topo e ver as lagoas, seu cansaço se transforma em encantamento e vontade de fazer de novo, então você consegue fazer este trekking! Todos os relatos que eu havia encontrado mostravam uma travessia longa de 3 dias de duração, saindo de Atins, mas eu tinha receio de ficar muito cansativo e acabar perdendo o objetivo, que era curtir, e não "sofrer"😎! Então, dado que eu só tinha 2 dias e estava em Santo Amaro, e depois de conversar com o guia, decidi fazer como ele indicou. Não me arrependo de jeito nenhum! Ficou assim: 
      .
      1) Fomos de Santo Amaro até a lagoa de Emendadas de quadriciclo, e lá vimos o sol nascer (14 km).
      A cena foi linda, e a escolha da lagoa se deu pela duna imensa, de onde se tem a vista mais panorâmica. É sério, debaixo da duna você já fica maravilhado, pela imponência. Lá de cima, não fosse o vento muito forte, poderia passar horas. Depois do belo nascer do sol, começamos a caminhada.

       
      2) Andamos até Betânia, passando pela incrível lagoa do Junco (18 km).
      Eu sei, falar em andar 18 km na areia, subindo e descendo, sem sombra, parece loucura, mas eu fiz numa boa e não sei explicar por quê. É um misto de encantamento e empolgação que faz a caminhada ser fácil. Além disso, cara, cansou? É só deitar na areia e rolar, que logo vc cai numa lagoa 😂😂😂! A lagoa do Junco só é acessível a pé, e por isso a maior beleza do parque está exclusiva aos poucos corajosos que encaram a caminhada. No caso, eu tive ela e infinitas outras só pra mim! No caminho, encontramos ninhos de gaivotas e rastros de vários animais. Um fato interessante é que a lagoa do Junco é nova. Eu havia lido vários relatos de que a lagoa das cabras era a mais linda de todas, e o guia prometeu me levar até ela. Aí, num momento em que cruzávamos uma areia molhada com plantas, ele disse: "Você está em cima de onde já houve a lagoa das cabras!" 😮
       

      QUIK_20180913_181331[1].mp4
       
      3) No horário do almoço, chegamos a Betânia, onde passei a tarde e a noite.
      Na verdade eu nem conheci o vilarejo de Betânia, pois fiquei hospedado num restaurante isolado entre uma mata e um rio. É o mesmo restaurante onde os turistas do passeio a Betânia almoçam. Chegamos e já almoçamos. O guia disse que eu teria a tarde livre para descansar na rede e curtir o rio, mas eu não quis saber, pedi pra ir pra alguma lagoa (como se eu já não tivesse tomado muito banho de lagoa hehe). Aí (ele tinha um acordo de pegar caiaque gratuitamente no restaurante), atravessamos o rio de caiaque e ele me deixou numa lagoa incrível, onde uns turistas inconvenientes faziam algazarra 🙄. Aproveitei pra fazer uma caminhada pelas dunas ao redor, e assim que eles partiram eu tive a lagoa inteira só pra mim, onde fiquei horas curtindo, até o sol começar a descer. Foi delicioso! O guia chegou para me acompanhar no pôr do sol, subimos uma duna e ficamos até escurecer, e passamos um tempão apreciando o céu mais estrelado que já vi na vida! 🤩Ele tem um celular foda e é um excelente fotógrafo, e tirou fotos incríveis e me mostrou os planetas e as constelações num aplicativo que vc aponta pro céu e reconhece as estrelas. Depois, voltamos de caiaque pelo rio, num breu quase absoluto, pois a lua também havia se posto. Paramos um pouco de remar pra curtir o silêncio e o céu, e foi sensacional. Ao chegarmos ao restaurante, acredite!, havia uma belga e uma alemã (muçulmana, todo coberta), que também estavam em travessia e passariam a noite lá. Nosso "quarto" era uma palhoça com redes onde os clientes descansam após o almoço. Não tem paredes, o que fez as gringas passarem trezentos tipos de repelentes, mas a dona garantiu que, sabe-se lá por quê, não há pernilongos ali, e de fato nenhum inseto nos incomodou. Foi muito engraçado quando a belga subiu na rede e descobriu que a rede balança. Logo ela e a alemã estavam tomando impulso e se chocando uma na outra! É claro que eu filmei e coloquei no vídeo! 😂😂😂 
       

      QUIK_20180913_203058[1].mp4 QUIK_20180913_203058[1].mp4
      4) De manhã, passeamos pela região (8 km)
      Depois de uma noite mal dormida na rede (não tenho costume e sou fresco pra dormir), acordei às 4h para ver o sol nascer. Mais uma vez atravessamos o rio a caiaque e subimos uma duna para apreciar o espetáculo, que infelizmente mais uma vez foi prejudicado pelas nuvens. Percebi que o dia amanhece meio nublado e as nuvens se dissipam durante a manhã. Outra coisa impressionante é a variação térmica da água, que amanhece gelada e anoitece morninha. Depois de clareado o dia, andamos 8 km pela região curtindo novas lagoas. Voltamos à hora do almoço (caiaque) e dei uma relaxada na rede e curti um pouco o rio. 😎
      5) Voltamos a Santo Amaro (9 km)
      Partimos às 15h30. A volta foi bem tranquila, mas como meu pé começava a reclamar, eu preferi fazer mais paradas e ficar menos tempo em cada lagoa (não se assuste, é só um pequeno cansaço). O guia me levou a uma duna alta já no fim da tarde, para curtirmos o pôr do sol. Depois que escureceu e curtimos um pouco o céu estrelado, caminhamos alguns minutos no breu total e chegou um amigo dele pra nos dar carona até a cidade.
       

      QUIK_20180913_180443[1].mp4 QUIK_20180913_180443[1].mp4

      Foi uma experiência inesquecível. Cada parte teve uma importância imensa pra mim: o dia, a noite, o cansaço, o descanso, a companhia das meninas e do guia, os momentos a sós (confesso que temi sentir solidão, levei vários ebooks e filmes no celular, e nem encostei nele. Simplesmente eu consegui amar ficar horas sem pensar em nada nem ninguém, só curtindo o momento). 
      .
      Os lençóis maranhenses são uma beleza única no MUNDO e mesmo assim poucos conhecem. E o que mais impressiona é a abundância de belezas, por isso quando me peguei pensando: "Ah, a lagoa X eu não gostei muito!" eu lembrei: "Isso porque são infinitas lagoas pra eu poder escolher minha favorita. Se fosse só areia e houvesse só essa lagoa X, eu diria que é incrível! Aliás, se fosse só o rio que eu pouco aproveitei já valia o passeio!" 😂
      .
      O melhor de fazer a travessia em vez dos passeios coletivos é poder ter o contato exclusivo com a natureza, seja a areia, as lagoas, o céu, o rio, o sol... tudo está lá pra você, e sem pressa de ir embora como nos coletivos porque "temos um monte de lugar pra ir e tirar foto e aquele turista inconveniente do grupo tem que voltar mais cedo pra não perder a van"... Sabe? 
    • Por FlavioToc
      Eu tinha muita vontade de conhecer os Lençóis Maranhenses desde muitos anos. Havia visto em um Globo Repórter. Hoje sei, que na época nem havia estradas para chegar lá, muito menos estrutura com pousadas e restaurantes. Então até algum tempo temia por ser um destino de muito perrengue. Não foi, pelo contrário, tudo estava perfeito. Viajamos minha esposa e eu. Voltamos muito cansados porque tem muita atividade em todos os dias, mas extremamente felizes por termos ido e visto este destino único.
                  Em Barreirinhas que é a principal ponto de partida para os passeios, atualmente tem uma boa estrutura de pousadas e para alimentação, com razoável custo-benefício. Outro ponto é Santo Amaro que fica mais perto das dunas. Nós escolhemos começar por Barreirinhas, depois Atins e por fim Santo Amaro.
                  Realizamos esta viagem na primeira semana de julho de 2018.     Chegamos a Barreirinhas vindo do Tocantins, porém o Google Maps e o Here conduziram-nos pelo caminho mais curto que foi pela BR 135 que vai por Vargem Grande, Urbano Santos e chegaria a Barreirinhas. Só que em Urbano Santos descobrimos que os últimos 100 Km não tinha asfalto e só passaria se fosse um 4x4. Então tivemos que retornar mais de 300 km e ir em direção a São Luís, passando por Itapecuru Mirim, Rosário seguindo até Barreirinhas. Quem vai de carro de São Luís não terá este problema.
                  – Chegada pousada Toca dos Aventureiros em Barreirinhas a noite.
      1º dia
      Barreirinhas
      -Sobrevôo nos lençóis, 7:00 da manhã. Empresa Voar. R$ 350,00 é melhor deixar reservado pela internet. http://voarfotografiaaerea.com.br/ Nos buscaram e deixaram na pousada.
      -9:00h – circuito Lagoa Azul. R$ 80,00
      -À tarde circuito Lagoa Bonita R$ 80,00
      Pernoite em Barreirinhas Toca dos Aventureiros
       
      2º dia
      -Deixar o hotel em Barreirinhas
      -8:00 - Passeio do rio Preguiças. R$ 80,00. Almoço em Caburé Combinar com a pousada em Atins de nos buscar no porto.
      - Em Atins – No final da tarde 16:00h ver revoada dos guarás e os plânctons luminescentes. R$ 40,00. Não recomendo. Era um barquinho inseguro e navegar lá nos escuro na volta é perigoso. Os guarás passam voando muito alto e quase não se vê a cor. E os plânctons, desistimos porque estavamos muito cansados para esperar e inseguros com o retorno à noite naquele barco.
      Pernoite em Atins Pousada Flamboyant
       
       3º dia
      -Manhã: Lagoa Tropical e Lagoa da Água Azul – R$ 80
      -Tarde: Lagoa da Capivara e das Sete Mulheres – R$ 70,00 (era a o programa, mas teve o jogo da seleção, aquele que perdemos e fomos desclassificados, então, nem passeio nem jogo).
       
      Pernoite em Atins Pousada Flamboyant
       
      4º dia
      -Deixar o hotel em Atins
      Pela manhã:
      -Retornar para Barreirinhas às 5:00h da manhã (Toyota Bandeirantes)
      -Ir para Santo Amaro. No meu caso fui de carro. Se não tem que procurar um transporte.
      À tarde: Lagoa das Andorinhas e Gaivotas. R$ 60,00
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
      5º dia
      -Manhã: Caminhada pelas Lagoas Emendadas
      -Tarde: Lagoas América 1 e 2
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
      6º dia
      -Dia inteiro:
                  -Lagoa das Gaivotas e Betânia. R$ 80,00
      Pernoite em Santo Amaro Pousada Paraíso
       
      7º dia
      – Viagem de retorno
      Deixar a pousada em Santo Amaro
       
      Dicas
      -Não pense que é tudo igual. Que vendo uma ou duas lagoas basta. São milhares de lagoas de vários tamanhos e cores. Você não vai se cansar de querer ver mais e no fim, é sua escolha pessoal a mais bonita ou com a cor da água mais surreal.
      -As lagoas estão em seu nível máximo nos meses de junho, julho e agosto. E o tempo é bom.
      -Os preços acima são por pessoa.
      -Leve dinheiro em espécie para pagar os passeios e algumas refeições.
      -Se for ficar menos dias (até uns três), sugiro Santo Amaro que é bem próximo das dunas e lagoas.
      -Reservamos as pousadas pelo Booking e deixamos os passeios reservados com antecedência via tudo via Whats App. É mais garantido reservar porque podem não ter pessoas para o passeio ou não haver vagas.
      -Programe seus passeios. Porque se não fizer em um turno não há nada para fazer nas cidades. Bem, em Santo Amaro tem um rio para banho e Atins dá para fazer uma caminhada na beira mar que está cheio de placas para não nadar que é perigoso.
      -Em Santo Amaro: O asfalto está chegando até a cidade estava faltando apenas 1 km e a ponte para atravessar o rio. Então tem que deixar o carro em um estacionamento pouco antes da cidade e combinar o traslado. Valor R$ 10 por pessoa. Deixei no do sr. Calmito.
      -Os restaurantes encerram os pedidos as 21:00 horas, então tem que ir jantar cedo. As 22:00 já estão recolhendo tudo.
      -Almoço no restaurante Sol de Amaro. A pizza deles é tipo hóstia, muito fina, que eu não gosto.
      -Jantar Pousada Cajueiro
      -Sorvete da Dona Marineide. Em frente ao restaurante Sol de Amaro.
      -Em Barreirinhas: Os passeios costumam durar meio dia, logo você pode fazer dois por dia, mas é melhor deixar programado no hotel.
      -Não deixe de fazer o sobrevoo. É uma experiência fantástica.
      -Em Atins: Combinar com a pousada de buscar no “porto”, no final do passeio do rio Preguiças.
      -Para regressar à Barreirinhas seu Arquimedes faz o trajeto de barco (voadeira) entre Atins e Barreirinhas (exceto sábados). Veja com a pousada os dias que ele faz. Eu fiz de Toyota Bandeirantes leva 3 horas com muito solavanco e desconforto, mas vale a experiência. Uma aventura.
       
                  Adoramos esta viagem que superou muito as nossas expectativas. As pessoas nas pousadas são muito atenciosas e agilizaram para fazer os programas. É só deixar com eles a responsabilidade, que é tudo muito organizado, funciona bem mesmo. Em Santo Amaro os passeios são através de uma cooperativa que é de um funcionamento perfeito. Em Barreirinhas são empresas e tudo funciona maravilhosamente, com valores padronizados.
                  Pretendemos retornar e fazer a travessia dos Lençóis Maranhenses que é uma caminhada de 3 dias partindo de Atins e chegando em Santo Amaro. Dormindo nos povoados no meio do parque. Este passeio tem de ser feito com um guia.



    • Por Jackie Erat
      [Lençóis Maranhenses; Dicas de Translado; Dicas para travessia a pé, Sobrevôo, 2018]     Oi Galera, tudo bem?   Acabamos de voltar dos Lençóis Maranhenses e eu gostaria de compartilhar com vocês todas as informações que me levaram horas para reunir, mais aquelas que só consegui depois de ir mesmo. Já que esse grupo já me ajudou muito, nada mais justo que retribuir.   Foi um passeio incrível, único! Super recomendo!   Fizemos tanto a travessia a pé quanto o sobrevoo. Gostamos muito dos dois, mas se tivessemos que escolher um, com certeza seria a caminhada.   Lagoa do Junco - nossa favorita. Fica entre a Queimada dos Brito e Betânia     Vamos as dicas!   A única cidade que você consegue ir caminhando até as dunas é Santo Amaro. Ainda é preciso transporte 4x4 para chegar em algumas partes da cidade, mas uma vez que você chegar na sua hospedagem consegue explorar um pouco do parque por conta própria.   Atins é perto do mar. Há kilômetros de vegetação entre a cidade e as dunas do parque. Há algumas dunas perto da praia, mas não são o cenário típico que o turista imagina onde só há dunas e lagoas.   Barreirinhas é a cidade portal do parque pois você consegue chegar até ela com seu carro normal de passeio. De lá saem a maioria dos passeios. Mas é bem muvuca. Na minha opinião vale muito a pena ir até Santo Amaro ou Atins para fugir do vuco-vuco.   NÃO É PERMITIDO ENTRAR COM VEÍCULO MOTORIZADO NO PARQUE. Ao redor do parque até pode, mas se alguém te oferecer, por exemplo, ir até os oásis de carro, é um passeio ilegal. É por isso que mesmo tendo mais de 10 mil lagoas, você só encontra passeios para as mesmas 5 ou 6. E todas elas ficam ali na beirada do parque. É porque é onde os carros chegam. Muitas pessoas não querem caminhar.   Meu marido e eu somos nômades digitais e estamos fazendo uma viagem pela América do Sul. Então não estamos aqui de férias, trabalhamos horário integral durante a semana. Então não tínhamos 3-4 dias para fazer a travessia a pé conforme os roteiros prontos que encontramos na internet. Assim, depois de muita busca encontramos a possibilidade de fazer uma travessia de 2 dias. Pegamos um dia de folga do trabalho para fazer o translado de São Luís + 2 dias de travessia, totalizando 3 dias de viagem.   Fiz umas imagens para demonstrar os diferentes tipos de transporte que usamos. Também, percebemos que ir de ônibus não é a maneira mais barata e melhor (de São Luís).   Quem tiver interesse em saber mais detalhes, fique a vontade para dar uma olhadinha no nosso blog: https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/   Você sempre tem que fazer a travessia no sentido Atins - Santo Amaro, por causa do vento:   Valores (julho 2018):   Guia para travessia: 200 reais e diária Guia Lessinho (98) 8880-1982 https://www.instagram.com/lessinhoguiatrekking.lencois/   Translado Van São Luís - Barreirinhas: 60 reais por pessoa   Transporte entre Barreirinhas e Atins: 30 reais por pessoa (4x4) Último transporte sai as 11h da manhã. Depois disso só há a possibilidade de fretar um carro ou barco (350 reais - então fiquem ligados!)   Transporte entre Atins e foz do Rio Negro (início da travessia a pé) 200 reais o casal (quadriciclo)   Transporte Betânia (fim da trilha) e Santo Amaro: 200 reais o casal (quadriciclo)   Translado Van Santo Amaro - São Luís: 50 reais por pessoa   Nos oásis: pernoite 35 reais por pessoa (dormir em rede); refeição 35 reais por pessoa (tanto almoço quanto jantar)   Sobrevoo AVA: 350 reais por pessoa (aviões novos em boas condições) Foi o menor avião que entrei na vida, muito massa! Cabem 4 pessoas contando com o piloto     É isso galera, espero que essas informações lhe ajudem a planejar sua viagem.   Grande abraço!  



    • Por mcm
      Há algum tempo eu tinha ideia de conhecer o Bumba Meu Boi do Maranhão, especificamente o São João de São Luís. É a maior festa da cidade e do Estado do Maranhão, e é daquelas manifestações culturais regionais brasileiras que o Brasil (ou que o Sudeste/Sul do Brasil) pouco ou nada conhece.

      Pegamos o fim de semana que seria Dia de São João. Nós chegamos na madrugada de sexta para sábado. Era bem tarde, 3 da manhã, não rolava mais boi. Então fomos direto dormir. Ficamos num hostel bem barato no centro histórico. Cedo pela manhã saímos a desbravar novamente aquele centro.

      Eu tenho fascínio pelo Centro Histórico de São Luís. Acho que escrevi isso em relatos anteriores. De alguma forma aquela beleza largada e destruída, com algumas relíquias restauradas ou em restauração, mexe comigo. Adoro andar por aquelas ruas e admirar cada construção. Estranhamente as degradadas me atraem ainda mais. Algumas precisam ser escoradas para não desabar. De outras só resta a carcaça. Várias cimentaram portas e janelas, provavelmente para evitar invasões e/ou vandalismo. Algumas estão restauradas. Os fundos da escola de música, por exemplo, fica num meio termo; não está tão largado, nem restaurado. E é das coisas mais bonitas que conheço naquela área. Se vc der a sorte, como demos, de ouvir alguém praticando canto, ou qualquer instrumento mais leve, por ali, torna-se momento cinematográfico.
       
       
      A Casa do Nhozinho estava fechada. Museu de Artes Visuais também. Como falei, tinha muito mais gente visitando o centro histórico do que nas vezes anteriores em que lá estivemos. Tanto no sábado quanto no domingo. No domingo, aliás, rolava uma feirinha na Praça Benedito Leite (ao lado da Igreja Matriz) com apresentação de alguns bois.

      Dessa vez conhecemos também o Espigão e o Forte que fica logo em frente. O forte é bacaninha, tem dois museus por lá. Um mostrando alguns barcos (salvo engano, era praticamente a mesma coisa que vi na Casa do Maranhão), e um de imagem e do som. Grátis, guiada e rápida. O espigão é bacana também, mas tava bem vazio. Provavelmente fica mais cheio do fim de tarde, quando o calor arrefece. É pena que as praias são impróprias, tem muita extensão de areia para curtir.

      Foi um fim de semana relax. Curtíamos o centro pela manhã, pausamos para beber/comer, curtíamos algo mais pelo começo da tarde, descansávamos no fim de tarde (assistindo ao jogo das 15hs --- época de Copa do Mundo!), e saíamos à noite para curtir algum arraial. Na madrugada de domingo para segunda-feira voltamos.

      Os bois

      Uma boa referência que li antes sobre como é o São João por lá (para leigos) foi via Ricardo Freire, aqui.

      Os bois têm “sotaques”, que entendi como diferentes tipos/estilos. Zabumba, Costa de Mão, Matraca, Baixada e Orquestra. Alguns, como o Costa de Mão, estão cada vez mais raros. O de Orquestra, mais musical, anda em alta. 

      Os melhores lugares para vc conhecer melhor os bois na teoria são a Casa do Maranhão e a Casa da Festa (Centro Cultural Domingos Vieira Filho). Na Casa do Maranhão vc conhece os diferentes estilos dos bois e até a disposição deles no espaço. Tem vídeos também. E tem um belo visual do rio. Além de diversas outras festas e manifestações culturais do Maranhão. Vale muito a pena. É grátis. Das outras vezes que fomos lá, não estava aberta.
      Na Casa da Festa tomamos um banho de conhecimento da Alice, estagiária que daria aulas para muitos profissionais. Foi das melhores apresentações que eu já vi, mesmo que tenha levado duas (!!) horas. E não era mera reprodução de cartilha, Alice sabia do que estava falando e respondia na lata às várias perguntas que fazíamos. Era muita coisa para apreender em meras duas horas, aquilo foi um curso.

      No sábado fomos no Arraial do Ipem. Galera do albergue disse que era arraial dos ricos (mas a entrada é grátis!) e sugeriu um tal de Maracanã. Fomos no Ipem mesmo, era mais perto e conhecido. Com mais tempo, iria em todos que pudesse, mas a ideia -- para um fim de semana -- era conhecer um pouco. Tem muito arraial, todos os dias, em toda a cidade. E estou falando dos programados. Tem ainda aqueles que surgem do nada no meio da rua. No trajeto de uber para um dos arraiais acabamos bloqueados por um desses que surgem do nada na rua. Queria ter curtido um desses. Fica para uma próxima.

      O Arrial do Ipem fica numa área fechada. Num determinado horário eles fecharam a entrada, de tanta gente que tinha lá dentro. Chegamos um pouco antes das 20hs, mas a primeira atração estava programada para as 19hs. A última estava marcada para 1 da manhã (mas fomos embora antes). Tem um palco grande, que é para as maiores atrações musicais. E outro palco menor, que é onde rolam as apresentações dos bois. Foram os que curtimos mais.

      Tem várias barraquinhas de comidas e bebidas. Tem outras áreas também, com outras atrações musicais (uma delas era a do forró), tinha uma Igreja de Santo Antonio, tinha área para a galera brincar de estalinho, bombinhas e fogos de pequeno porte, tinha área para as crianças. Mas chegou uma hora em que estava difícil circular – foi quando fecharam a entrada. Felizmente o entorno da apresentação dos bois não fica cheio, vc chega perto do palco facilmente. O que fica cheio mesmo é a área das barracas de comes e bebes.

      Demos a sorte de um dos bois contarem a história inteira da saga de Catirina e Chico. Foi bem legal. Se eu bem me lembro, foi o Boi de Sonhos. No dia seguinte, a Alice (da Casa da Festa) nos falou que tem sido cada vez mais raro os bois contarem a história toda.

      Notei que a galera não fica dançando ao som dos bois, ficam mesmo é admirando. Claro que tem gente que se sacode, mas é exceção. Ao menos do que eu vi naqueles dias. Eu admirava também. É interessante, é bonito. Uma coisa que eu notava era a cara de alegria das pessoas que se apresentavam. Nem todos, mas a maioria parecia curtir muito estar ali. Os grupos são grandes, algumas dezenas de pessoas, e geralmente com sorriso estampado no rosto. Que legal!

      Os bois estavam atrasados nesse dia (vários deles provavelmente se apresentam em lugares diversos na mesma noite, então o risco de atrasar deve ser grande mesmo), o que gerou necessidade de acelerar alguns. Percebi isso pelo discurso do Mestre de Cerimônias. Enfim, conhecemos, curtimos, e voltamos para dormir.






      No domingo fomos no Arraial Maria Aragão. Fica a uma distância caminhável do albergue, e já estive naquela praça antes, mas de dia. De noite preferimos pegar um uber. Lá o arraial é aberto, é uma enorme praça. Tem ainda a praça Gonçalves Dias, que fica logo acima, de onde vc pode ver as atrações. Maior galera fica na escadaria vendo lá de cima, nós ficamos um pouco também. Tem barracas, mas lá tem muito ambulante também. Tal qual no Ipem, o entorno do palco é tranquilo, dá pra chegar perto e admirar os bois. Nesse dia tivemos a sorte de ver um Boi Costa de Mão, que é raro. Mas que, a bem da verdade, não empolgou muito. O seguinte, de Orquestra, mexeu mais com a galera.









      Lá também tinha dois palcos, a mesma coisa do Ipem. Show no maior, bois no outro. O espaço por lá é maior, então vale ir na praça de cima e curtir o visual. Ver o boi de cima, ver da escada, ver de perto, vc escolhe. Novamente conhecemos, curtimos e voltamos. Eu realmente gostaria de curtir mais e por mais tempo, mas o dia seguinte era de trabalho, então valia a pena dormir algumas horas antes de encarar o voo de volta. 

      E assim foi!
    • Por Fabiola Ribeiro
      Fiz a travessia no dia 01/04/2017 à 04/04/2017. Quando estava procurando dicas tive dificuldade em encontrar algo completo então vou deixar uns tópicos para quem tem interesse e está totalmente perdido.
      O QUE LEVAR (O que levei) PARA TRILHA:

      2 garrafas de agua 600ml
      2 Garrafas de hidrotonico 600ml
      3 pacotes de salamitos
      4 Lanches com provolone
      1 gel de proteina
      1 pct com frutas secas 
      1 saco de uva passas
      3 camisetas dryfit
      2 bikinis (parte de cima e de baixo)
      3 shorts
      1 Capa de chuva
      1 Capa de chuva para mochila
      1 Chinelo
      1 Mochila cargueiro

      1 Repelente creme
      1 protetor solar 
      1 protetor labial
      1 Hidratante 
      Band-aid 
      esparadrapo
      Gelol 
      *Eu levei tênis mas não recomendo mesmo, só foi peso na mochila. Não usei em nenhum momento (tem muita travessia dentro da lagoa). Recomento levar papete se tiver, mas passei 90% descalço e 10% chinelo.
      IMPORTANTE:
      * Quando decidi que iria fazer a travessia, minha ideia era ir sozinha, até baixei o wikiloc, mas depois de pesquisar muito eu decidi ir com um guia. Na travessia eu percebi que realmente não conseguiria fazer sozinha. O primeiro e o ultimo dia são caminhadas muito longas e muitos lugares é preciso desviar do caminho porque as lagoas estão cheias. Além de que as dunas mudam de lugar O TEMPO TODO. Então eu realmente não recomendo ir sozinho. 
      * Fui em Abril, que é quando começa a temporada de chuvas. Não recomendo porque caiu chuva de raios e fiquei bem assustada e também fica difícil de aproveitar mais as lagoas. O lado positivo é que a areia não estava quente e como andei muito descalço não incomodou meu pé.

      EM SÃO LUIS:
      Cheguei em São Luis dia 31/03 a tarde, não teria como ir direto para barreirinhas, então decidi me Hospedar em um hostel no centro histórico, ele chama Solar de Las Piedras, eu amei, recomendo muito. Eles têm lugar para guardar as coisas, sem cobrar extra, deixei algumas coisas lá. Caso você tenha o intuito de fazer a travessia e ainda dar um role em São Luis, faça isso.
      Para chegar no hostel peguei um circular no aeroporto que vai para o centro, ela para em frente uma praça e você anda uns 10 minutos até chegar no lugar.
      Quando cheguei no hostel já informei que iria para barreirinhas no outro dia e precisava de transfer, eles mesmo ligam para um pessoal e marcam o horário. Saí as 7h para aproveitar o café da manhã que hostel oferecia.
      *Eu estava com uma mala cargueiro de 55kg, não recomendo. É muito possível levar uma de no máximo 30kg. Na travessia sentia que ela estava muito pesada, mesmo deixando metade das minhas coisas no Hostel.
      *O Solar tem site, mas não adianta mandar e-mail que eles não respondem, tem que ligar, ou mandar whatsapp para os números que estão no site.
       
      GUIA:
      Meu orçamento estava baixíssimo, então tive que caçar mesmo pra encontrar um guia que fizesse mais barato. Para economizar ao máximo eu fiz diferente de muitas pessoas que, ao invés de contratar o guia para me encontrar em Barreirinhas, combinei para que ele me encontrasse na madrugada da trilha, ou seja, eu fui sozinha até o canto de Atins. 
      O meu guia foi indicação da Luzia. Eu procurei em muitos lugares e contatei muitos guias, como estava indo sozinha, queria algum que tivesse experiência com mulheres. Todos que falei eram bem caros, estava quase fechando com um que era de uma agência, chama Raimundo estava quase 1000 reais, foi quando liguei para Luzia para reservar minha estadia e ela me informou que este guia normalmente forma grupos de varias pessoas que não se conhecem entre si e se quisesse ir mesmo sozinha era melhor procurar outro. Então pedi alguma indicação e ela me passou o Dico que me cobrou bem barato. (Mas vale ligar pra ele, pq eu fui fora de temporada e os valores ficam bem mais em conta).
       
      A TRAVESSIA
      1º DIA – Barreirinhas até Canto de Atins Fiz esse caminho sozinha, pois como falei, combinei com o guia de me encontrar só na madrugada. É possível fazer sozinho, mas tem que ter ciência que colocando o pé em atins o celular para de funcionar.
      Eu tive sorte, pois quando estava procurando um barco em barrerinhas encontrei com um guia de outro grupo que também iria para o Canto e fui junto com eles. Paramos para almoçar e continuamos.
      6km ao todo em 2h.
      VALORES:
      Transfer de São Luis até Barreirinhas: R$ 50,00
      Barco de Barreirinhas até Atins: R$ 40,00
      Almoço no centro de Atins: R$ 20,00
      Hospedagem em Rede na Luzia: R$ 30,00
      Jantar camarão da Luzia: R$ 40,00
       
      2º DIA – Canto de Atins até Baixa Grande O Dico me encontrou umas 03h30 na Luzia e saímos às 4h, estava chovendo e foi aí que percebi que não iria usar o tênis de forma alguma. Não parei em nenhuma lagoa porque não parava de chover, só descansamos duas vezes para comer alguma coisa. Ficamos na primeira casa da vila, do Seu Raimundo e da Rosangela.
      Foram 26km e chegamos lá as 11h.
      VALORES:
      Almoço: R$ 40,00
      Janta: R$ 40,00
      Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 40,00
       
      3º DIA – Baixa Grande até Queimada dos Britos Saímos às 6h e neste dia não choveu. Fizemos a caminhada mais devagar e paramos para entrar em duas lagoas e outra parada só para comer.
      Ficamos na ultima casa da vila, da Dona Maria. (Eu a amei, todos deveriam ficar lá).
      Foram 10km e chegamos lá às 11h.
      VALORES:
      Almoço: R$ 35,00
      Janta: R$ 35,00
      Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 35,00
       
      4º DIA – Queimada dos Britos para Santo Amaro Saímos as 3h30, estava chovendo muito forte e muito escuro. A chuva só passou depois das 06h e então que pudemos parar, como estava com muita dor na perna paramos muitas vezes, entrei em três lagoas e paramos mais três vezes para comer e descansar. Chegando em Santo Amaro meu guia me levou até o local onde sai o transfer para São Luis e fiz a reserva para o que saía as 14h. Tive tempo para ir almoçar e me despedi do Dico.
      Foram 24km e chegamos lá às 11h40.
      VALORES:
      Almoço em Santo Amaro: R$ 20,00
      Transfer de Santo Amaro para São Luis: R$ 50,00
       
       
      DE VOLTA PARA SÃO LUIS:
      Quando o transfer de Santo Amaro chega à entrada de São Luis ele para e lá ficam alguns carros que dividem os passageiros para o lugar onde estão hospedados. A viagem foi bem longa, saímos de Santo Amaro as 14h20 e chegamos em São Luis as 20h00 e ainda demorou mais uma hora para ele me deixar no Hostel.
      Porém, não existe outra opção, ou você dorme em Santo Amaro e sai no outro dia de manhã. Eu não me importei com o tempo, só fiquei com fome e não tinha nada fácil. Minha recomendação é comprar algo para beliscar no caminho.
      Ainda fiquei um dia em São Luis e aproveitei para conhecer o centro histórico e o Mercado das Tulhas. Não há muito que fazer lá, mas tive o melhor almoço da minha vida no Cafofinho da Tia Dica.
      Esse foi meu roteiro, espero ter ajudado e qualquer duvida que surgir estou aqui J.
       
       
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