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Pâmella Dalvesco

SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

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Nossa que tudo!
Meu trajeto planejado e este aqui.
corumba robore warnes (tenho pai aqui) samaipata Cochabamba la paz (tenho tias aqui) Perú (Machu Picchu) la paz Oruro tren a uyuni o la paz a uyuni flota

Quero fazer tanta coisa em La Paz
Pamella, qual o preço dos pacotes que vc pagou nos 3 dias salar e na trilha de bike na rodovia da morte.
Considerando os preços provável tire Machu Picchu e só passeie em arredores da fronteira em Copacabana no lago Titicaca
Pois Peru e bem carinho.
Sou do ms também, nova Andradina! Bem pertinho.

  • Amei 1

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Muita gente tem nos perguntado a respeito da nossa viagem para a Bolívia; como fizemos, por que fizemos, por onde fomos. Então, vamos lá! 
Nós queríamos uma viagem que não onerasse muito e que fosse diferente do que já fizemos. Pesquisando alguns destinos, descobrimos o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. A partir daí, traçamos um roteiro para fazer por terra, tendo como destino principal o Salar, indo por um trajeto e voltando por outro, para conhecer as cidades do caminho. Nosso roteiro:
● Saída Dourados > Corumbá / Carro
Fomos até Corumbá de carro, pois tínhamos onde deixá-lo, na casa de um amigo, e seria mais em conta do que ir até lá de Ônibus.
* Em Corumbá: só ficamos um dia, então visitamos apenas o Cristo, lugar de onde se pode observar toda a cidade.
● Corumbá > Puerto Quijarro (fronteira) / táxi/a pé
Pegamos um táxi até a fronteira e o próprio taxista nos orientou como funcionava para atravessar. Você vai precisar passar primeiro na PF, ainda no lado brasileiro, para registrar sua saída do país. Depois, é só atravessar a pé até a polícia boliviana e registrar sua entrada lá. Não estava tão cheio, mas ainda assim demoramos cerca de 1h20min para atravessar. Nós usamos o passaporte como documento, mas você pode usar o RG mesmo (Atenção, CNH não é aceita)!
*Em Puerto Quijarro: Passeamos pelo centrinho da cidade, onde tem muitas lojinhas de tudo que você imaginar e um feirão de roupas bem interessante! Como gostamos muito da Casa China de Pedro Juan/ PY, quisemos conhecer a de lá, apesar de as pessoas de lá nos avisarem que não era boa. Realmente, não recomendo! É muito pequena, sem muitas opções de produtos e é longe do centro. Então, fique no feirão!
●Puerto Quijarro > Santa Cruz / Ônibus
A vantagem de se viajar de Ônibus lá é que você consegue, com facilidade e por um preço muito bom, ônibus leitos e eles saem sempre à noite. Então, além de você não perder seu dia, ainda economiza uma noite de hotel. Pegamos com a empresa Baruc; carro novo, bem limpinho e atendimento excelente.
* Em Santa Cruz: chegamos na cidade no dia 31, então passamos o réveillon lá. Ficamos em um hotel próximo à praça da cidade. Eu achei a cidade muito bonita e bem desenvolvida! Tem seu lado feio e seu lado bonito, como toda cidade grande. Mas, particularmente, achei um lugar muito agradável! Passeamos ali pelas redondezas durante o dia e também visitamos o shopping. Para o nosso réveillon, jantamos e tomamos em um restaurante americano no shopping e, antes da virada, voltamos para o hotel, pois estava tendo uma festa no terraço, de onde pudemos assistir à queima de fogos na praça. Na tarde seguinte, pegamos um vôo para Sucre.
●Santa Cruz > Sucre / Avião
Este foi o único trajeto que optamos por não fazer por terra, pois a estrada entre essas duas cidades é extremamente perigosa e são 14 horas de viagem. Então, pegamos um vôo com Amaszonas. Confesso que passei um medinho bem tenso nesse pedaço da viagem! O avião era pequeno e um pouco velho, o que acabou me dando um certo pânico quando embarquei. Mas foi um vôo rápido, de apenas 35 minutos e o atendimento foi ótimo, então ainda acredito que compense mais que as 14 horas de estradas com precipícios! 
*Em Sucre: chegamos de tarde e tínhamos a intenção de dormir uma noite lá. Muitos não sabem, mas Sucre é a capital constitucional da Bolívia. É conhecida como a "cidade branca", devido à cor dos imóveis. Mas ao chegar e conversar com o taxista que nos levou do aeroporto até a rodoviária, decidimos seguir viagem até Potosi, de táxi, pois era realmente muito barato e compensaria mais do que dormir ali.
●Sucre > Potosi / Táxi
O táxi nos cobrou apenas 50 bolivianos, o que equivale a, aproximadamente, 25 reais para nos levar, num carro compartilhado com um casal boliviano, numa viagem de duas horas e meia. A estrada é muito bonita e achamos que valeu a pena ter ido de táxi para aproveitar a paisagem.
*Em Potosi: não estava nos planos dormir ali, dependeria da hora em que conseguiríamos um ônibus para Uyuni. Quando chegamos na rodoviária já havia um ônibus saindo em 15 minutos, então decidimos seguir viagem.
●Potosi > Uyuni / Ônibus
O ônibus que pegamos na sorte ali já saindo era muito bom! Limpinho e confortável. Viajamos à noite e chegamos em Uyuni à meia noite. Reservamos um hostel pelo Booking, bem simples, mas confortável, limpo e com chuveiro quente. Oasis Blanco, recomendo. Antes de sair para o passeio no Salar, combinamos com o atendente de, na volta, poder tomar um banho ali, pois seguiríamos viagem direto.
*Na cidade de Uyuni: é uma cidade pequena, mas muito graciosa, uma típica cidade de turismo. Não passeamos muito por lá, apenas andamos um pouco até encontrar as agências de passeio, que ficam todas próximas umas das outras. Há muitas agências e já havíamos pesquisado antes de ir. Conseguimos fechar com a Salty Desert Aventours, que era mesmo a que queríamos pegar. Recomendo muito! Há agências mais caras e mais baratas. Mas como você ficará três dias no deserto, sem comunicação, sugiro que não pegue qualquer empresa. A Salty tem um preço bom e o atendimento é de ótima qualidade! Nosso guia, Antonio, era muito paciente, simpático, atencioso e divertido. Durante o passeio, ouvimos outras pessoas elogiando os seus guias da Salty, então acredito que o bom atendimento seja critério da empresa. Os passeios iniciam às 10h30 da manhã, saindo da agência e voltam ao final do terceiro dia. São três dias e duas noites de passeio. Está incluso no valor a hospedagem e alimentação, que é preparada pelo próprio guia. Tudo muito simples, mas feito com muito capricho. (No caso da Salty Desert! Se pegar outra empresa, é bom pesquisar antes.)
●O PASSEIO
Bem, aqui chegamos ao destino da nossa viagem: o passeio no Salar de Uyuni. 
Não são os três dias exatamente no deserto de sal, é um roteiro que passa por vários lugares na região (todos desérticos) e, ao final, você pode escolher entre atravessar para o Chile ou voltar para Uyuni. Nós optamos por voltar.
> 1° Dia:
Cemitério de trens - primeira parada parada pra fotos, nos trens que foram abandonados ali.
Vila Colchani - uma vila onde você poderá comprar souvenirs, artesanato local e de sal e tomar a única cerveja gelada do passeio.
Almoço no hotel de sal/ monumento Dakar - Parada para almoçar e tirar foto no monumento do Rally Dakar, feito de sal. 
Salar de Uyuni - Após o almoço, cada guia se dirige pra um ponto do deserto de sal com seus turistas. O Salar era uma lagoa de água salgada que, por um movimento das placas tectônicas se modificou e cujas águas, aos poucos foi sendo eliminada. Sobrou então o sal, que formou um enorme deserto. Aqui é possível ver a imensidão branca do Salar. Em época de chuvas, o sal úmido forma um espelho que reflete o céu. Não tivemos a sorte de ver esse fenômeno, pois não havia chovido nos últimos dias. Nesse ponto, o guia faz as famosas fotos de perspectiva, típicas do passeio.
Ilha de Cactos - A ilha era uma formação de corais, no fundo da lagoa, que emergiu com a eliminação da água e hoje se tornou uma ilha. Com o tempo, nasceram cactos por cima dos corais.
Pôr do sol - Esse é um dos momentos famosos do passeio, pois é realmente muito lindo. Mas é muito frio! Quando o sol começa a baixar, o vento fica muito forte, o que faz a temperarura baixar bastante. Mas o espetáculo do sol vale o esforço!
Salar de Chiguana - É um salar que ainda está em formação e que fazia parte da mesma lagoa do Salar de Uyuni, que ficou separada após a movimentação das placas tectônicas.
Hotel de sal - A hospedagem da primeira noite é num Hotel de Sal, bem simples mas muito bem arrumadinho. Aqui, você pagará 10 bolivianos para tomar o único banho do passeio. 
> 2° Dia:
Vulcões e Lagoas - No segundo dia, já saímos do Salar e passamos a conhecer uma paisagem desértica, com lagoas e vulcões. Em grande parte das lagoas, é possível observar flamingos, que se alimentam das algas. 
Laguna colorada - Uma das lagoas mais famosas. O nome se dá devido à cor avermelhada da água, fenômeno que acontece por causa de algas presentes na lagoa.
Árvore de Pedra - No meio do deserto, há algumas formações rochosas provenientes das erupções vulcânicas . A árvore de pedra é a mais famosa delas.
Montanha das sete cores - Uma montanha tão maravilhosa que não conseguimos demonstrar nas fotos.
Mirante Vulcão Ollagüe - Vulcão que faz divisa entre Bolívia e Chile e é ativo. Do mirante, se pode ver a fumarola dele.
Gêiseres Sol de la mañana - Esse acabou sendo o ponto alto do nosso passeio, por um presente da natureza. Quando chegamos aos gêiseres, estava nevando! Foi muito rápido, questão de minutos, mas pra quem nunca presenciou e não esperava por isso, foi emocionante!
Hotel e Lagoa termal - O hotel da segunda noite não é de sal, é um hotel comum, fica nas montanhas, perto de uma lagoa de água termal. Fomos tomar banho na lagoa à noite, um céu tão estrelado que não consigo descrever, estava muito frio e a água estava a 38°C. O guia nos instruiu a não levar câmeras e celulares por segurança, pois havia outras pessoas que não eram do grupo. Por isso, esse é um momento que você terá que experimentar por conta própria, ficou apenas nas nossas memórias. Mas garanto que é inesquecível!
> 3° Dia:
Laguna verde - Que não estava verde. Quando se visita a natureza, dependemos dela. A famosa Laguna Verde não estava verde, pois não estava ventando. Suas águas ficam verdes devido à presença de certos minerais na água. Quando não venta, os minerais se depositam no fundo da lagoa, não sendo possível ver a sua cor. Mas mesmo assim, a lagoa estava linda!
Vulcão Licancabur (fronteira com Chile) - Do lado de cá, Deserto de Dalí. Do lado de lá, deserto do Atacama.
Baía de rocas - Outra formação rochosa, proveniente das erupções. Se você for criativo, diz-se que é possível enxergar figuras nas formações. 
Volta à Uyuni - Como não optamos por atravessar para o Chile, nosso passeio terminou aqui e voltamos para a cidade de Uyuni. Segundo o guia, este era o dia mais cansativo do passeio e concordei com ele. Todos estávamos cansados, havíamos nos sentido mal no dia anterior, devido à altitude e não havia mais muito o que visitar. Chegando em Uyuni, passamos no hostel para tomar um banho, como havíamos combinado com o atendente, e seguimos viagem. 
● Uyuni > La Paz / Ônibus
Como estávamos cansados, dormimos a viagem toda e chegamos à La Paz pela manhã. 
* Em La Paz:
Fizemos o passeio nos teleféricos da cidade.   Os teleféricos são uma obra do governo e não tem como intenção principal o turismo. É como se fossem o metrô. Há cinco linhas, para diferentes lugares da cidade, com várias paradas, e é utilizado pela população para ir trabalhar. É possível atravessar a cidade em poucos minutos. O trânsito da cidade é um caos! Por isso, acredito que o teleférico resolva um grande problema para a população! Não havíamos planejado fazer nenhum passeio em La Paz. Mas, como já estávamos lá, não podíamos deixar de fazer o passeio de bike pela estrada da morte. A Death Road, hoje, está desativada e é utilizada apenas para turismo. Mas, por muito tempo, foi utilizada e tem em sua história um número altíssimo de acidentes e mortes. Reza a lenda que, em um ponto dela, em um único dia, morrreram duzentas pessoas, vítimas de um grande acidente entre caminhões de trabalhadores. Mas não se assuste! É um passeio tranquilo e que vale muito a pena. Fechamos com a empresa Adventur on Wheels. Não é a mais barata e nem a mais famosa, mas recomendo! O equipamento é bom e eles te dão toda assistência necessária. Nosso motorista, Ôli, e nosso guia, Maurício, foram extremamente atenciosos e divertidos. O guia sempre vai no seu ritmo, não te força a correr e deixa claro que não é uma competição. O motorista está sempre atrás do grupo. Então, se você se cansar ou estiver com medo e quiser parar, a qualquer momento, ele coloca sua bike na van e você segue com ele. Ao final do passeio, eles te levam até um hotel com piscina, te dão toalhas e xampu. Ali almoçamos e tomamos um bom banho! A van nos deixou direto na rodoviária e de lá seguimos viagem.
● La Paz > Santa Cruz / Ônibus
Esse foi o único ônibus ruim que pegamos. Empresa El Dorado. Não recomendo mesmo! O ônibus mesmo leito não era bom, estava com o banheiro estragado e os motoristas eram muito estúpidos! Chegamos em Santa Cruz perto das 13h. Ficamos em Santa Cruz mais dois dias, na casa dos meus tios. 
● Santa Cruz > Puerto Quijarro / Ônibus
A Bolívia vem passando por alguns conflitos políticos e, por isso, nesses dias, estavam acontecendo algumas manifestações e bloqueios de estradas. Por isso, não conseguimos concluir nossa viagem com a volta de trem, como havíamos planejado. O trem estava lotado até o final da semana, pois era o único meio que não havia sido bloqueado pelos manifestantes. Fomos de Ônibus, novamente com a empresa Baruc, assim que desbloquearam a estrada. Foi tudo tranqüilo, ônibus bom, atendimento bom; realmente recomendo a Baruc.
● Puerto Quijarro > Corumbá (Fronteira)
Atravessamos a fronteira a pé novamente. Mas, dessa vez, acredito que pelo fato de a fronteira ter sido bloqueada nos dias anteriores, demoramos a manhã inteira para atravessar! A fila estava gigantesca dos dois lados! Em Corumbá, pegamos o carro e voltamos pra casa.
Foi uma viagem realmente incrível! Um pouco cansativa, pois passamos mais noites na estrada do que em hotel e foi um passeio atrás do outro. Mas valeu muito a pena. É uma realidade muito diferente da qual estamos acostumados. A paisagem é fascinante! A altitude judia um pouco. No Brasil, o ponto mais alto, o pico da neblina, tem cerca de 2.900m de altitude e eu nunca estive lá! Dourados está a 437m de altitude e o máximo que já estive de altitude foram as serras do sul do país. Nós chegamos a 4.980m, no passeio dos gêiseres!! Nesse ponto, eu passei mal, mesmo tomando o comprimido que eles vendem lá, as Sorojchi Pills. É um composto que ameniza os efeitos da altitude. Tomei durante toda a viagem, mas sucumbi aos quase 5mil metros. O que me salvou foi um chá de coca que o guia fez pra mim no hotel. 
Sei que a Bolívia é um destino que poucas pessoas pensam em visitar. Mas te garanto, é uma viagem que ficará nas suas lembranças pra sempre!
Se quiser saber mais detalhes, pode falar conosco! Eu acredito que você deva fazer, pelo menos uma vez na vida, essa viagem! Se precisar, conte com nossas dicas!!
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fotos maravilhosa!
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@Yaqueline Benedita Oi, Yaqueline!! Conterrânea! Hahahhaha Somos de Dourados! O passeio no Salar com a Salty Desert ficou em 900 bolivianos, três dias e duas noites, incluso alimentação e hospedagem. Tem mais uma taxa de 150 bols que vc paga num postinho policial, pra entrar na reserva ambiental. Pra tomar banho no primeiro hotel, 15 bols. O passeio de bike na Adventur on Wheels ficou 450 bols. Tem mais caros e mais baratos. Mas eu gostei muito do atendimento deles e o equipamento era bom! Então acho que compensa! E as fotos que o guia tira estão inclusas! Se te deixarem escolher os guias, pede o Mauricio e o Ôli! São muito legais!!

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@Yaqueline Benedita Ah sobre o seu roteiro, ficou bacana! Você vai fazer sentido contrário ao que fizemos!! Legal ter parentes lá! Ajuda muito! Eu tenho uma tia em Santa Cruz. Ficamos na casa deles na volta. La Paz tem mesmo muitos passeios! Ah e a flota de La Paz a Cusco é só 160 bols 😍 Só não fui porque nao tinha mais dias! Hahahahaha Mas aproveita pra ir! Muito barato!

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[mention=387640]Yaqueline Benedita[/mention] Ah sobre o seu roteiro, ficou bacana! Você vai fazer sentido contrário ao que fizemos!! Legal ter parentes lá! Ajuda muito! Eu tenho uma tia em Santa Cruz. Ficamos na casa deles na volta. La Paz tem mesmo muitos passeios! Ah e a flota de La Paz a Cusco é só 160 bols Só não fui porque nao tinha mais dias! Hahahahaha Mas aproveita pra ir! Muito barato!


realmente tua viagem não ficou cara! Eu estou comprando as coisas por partes sabe. Já comprei saco de dormir pois pretendo fazer trilha em la paz e em samaipata
Talvez tire Machu Picchu e inclua mais dias no trajeto de uyuni e passear no Chile peeensa
Cruzo fronteira la paz - peru
Depois uyni - chile
Teria 30 dias para viajar e como tenho família para ficar em la paz hospedagem e almoço pelo menos em três dias não é problema e pode que alguns passeios não me custe tanto pois meus tios podem nos levar.
Li super emocionada teu relato. Muito obrigada
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7 horas atrás, Yaqueline Benedita disse:

 


realmente tua viagem não ficou cara! Eu estou comprando as coisas por partes sabe. Já comprei saco de dormir pois pretendo fazer trilha em la paz e em samaipata
Talvez tire Machu Picchu e inclua mais dias no trajeto de uyuni e passear no Chile peeensa
Cruzo fronteira la paz - peru
Depois uyni - chile
Teria 30 dias para viajar e como tenho família para ficar em la paz hospedagem e almoço pelo menos em três dias não é problema e pode que alguns passeios não me custe tanto pois meus tios podem nos levar.
Li super emocionada teu relato. Muito obrigada emoji7.png

 

Eu não achei caro não! Fui pro Chile em 2015, fiz bem menos coisas e gastei o dobro!!! Mande notícias quando for, viu! Pretendo ir de novo e quem sabe você descobre coisas novas por lá pra passar pra gente!

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Com certeza absoluta! Aviso sim
Decidi abrir mão de Machu Picchu para deixar viagem exclusiva a esse lugar e fazer os pacotes de viagem que tem Screenshot_2018-01-30-22-18-01_1.jpg pois em peru pelo que se tem comentado não da para viajar sem guia. É optamos por teu relato de priorizar uyuni e aproveitar mais dias e visitar Chile também.

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    • Por Nicollas Rangel
      Sempre quis sair da bolha e explorar um mundo que ia além da minha janela. Assim, embarquei em rumo à uma aventura com a mochila nas costas e fui vagar por um país vizinho, afim de me deliciar com o que a vida prepara pra gente.

      Enquanto me planejava, era questionado diversas vezes do porquê de ir à Bolivia; porque não para outro país “melhor”; o que fazer num país que não havia nada ou até mesmo se não havia outro país mais bacana mesmo com a moeda mais desvalorizadaem relação à nossa. Hoje vejo com mais clareza o preconceito e o estereótipo que ronda sobre a Bolívia, porém, no fundo, nada disso me importava.

      Sem nada reservado nem comprado com antecedência, adquiri a passagem aodesconhecido. Então, o sentimento de liberdade descomunal reinou.

      É libertador sentar ao lado de pessoas que nunca se tenha visto e as ver te ajudar com todo amor e disposição, cuidar de você como se fosse da família e escutar sobre suas histórias, seus romances, suas dificuldades, suas dores e – principalmente – seus sonhos. Entender sua história e sobretudo, deixar as ignorâncias e preconceitos de lado com essas experiências, mostra como, independente do canto do mundo, todo ser humano é igual. Sempre há um trauma, uma dor, uma necessidade de ser amado e de buscar a felicidade, da maneira que te faz bem.

      Ver o humano que existe dentro de cada uma destas pessoas, me fez ter a noção exata do espaço que eu ocupo neste vasto mundo e perceber o que é necessário carregar no peito e o que se deve deixar pra lá. Olhar pra dentro das pessoas é aprender ao mesmo tempo, sobre o outro e sobre si mesmo.

      A Bolívia é o país mais pobre da América do Sul e já seria evidente pelos perrengues e principalmente pelos aprendizados. A singeleza estampada no rosto das pessoas, nas roupas e no modo de viver é um choque de realidade absurdo e o aspecto que torna esse país rico é sem duvidas, a simplicidade com que se leva a vida.

      As barracas de pano, as tendas de sanduiche no meio das ruas, a infraestrutura básica, pessoas comendo sentadas na calçada, os ônibus velhos sem cinto de segurança, os táxis e micros – que se parecem teletransportados dos anos 60 – caindo aos pedaços ou os rostos queimados devido às altitudes elevadas e à falta de condições para comprar protetor solar. Percebi como nesse país se leva as coisas da maneira que se pode levar, sem status exacerbados ou superficialidades desnecessárias; simplesmente de uma forma singela de garantir o básico da vida: a felicidade e o bem estar.

      Uma das sensações que mais me atinge quando bate a saudade desse país e gente que amo, é a insignificância e o anonimato. No nosso microcosmo cotidiano, nos afogamos num pires com frequência. Nos sentimos perseguidos por coisas que, muitas vezes, não possuem sentido ou sem nem
      saber o que realmente nos persegue. Viajar sozinho para outro país, com um idioma que eu não dominava, uma cultura
      completamente oposta e um preparo – quase nulo – de mochileiro de primeira viagem, me fez enxergar melhor esses incômodos e me proporcionou a autopercepção de ser só mais um cara vagando por aí, buscando ser feliz e realizar os sonhos do coração, como todos os outros 7 bilhões.

      Caminhar sem rumo no meio de um deserto onde só se vê vulcões de um lado e mais paisagens surreais do outro; absorver a beleza do céu refletido no Salar; perambular sem destino pelas vielas de Sucre e nas ruas de La Paz; interiorizar o silêncio das montanhas ou a laucura das buzinas desenfreadas de Santa Cruz, além de ficar em uma rodoviária com 27 pessoas por metro quadrado; tudo isso me trouxe uma noção exata do espaço que eu – e meus problemas diários – ocupam nesse mundão: basicamente zero. Nada melhor.

      Essa passagem pela Bolívia me conectou com a essência que se via aprisionada pela padronização de ideias e costumes. Essência essa de viver apenas com o que é essencial, sem se importar tanto com que pensam sobre nós, sabendo que a sua vida é apenas sua.

      A não carregar julgamentos, preconceitos ou ignorâncias nas costas, e entender que todos somos seres humanos buscando as mesmas coisas em todos os lugares do mundo.

      A ser mais simples, porque existem pessoas que nem isso possuem; e tentar levar a vida de uma forma mais leve e simplificada, procurando sempre a melhor versão de mim e ter empatia pelo próximo: pessoas como nós.
      E enxergar que o que há de mais precioso no mundo, é o que existe no coração de cada um.

      Ali eu soube como queria viajar e de que maneira caminhar. A Bolívia foi o começo
      de tudo.
      - se alguém quiser coloco detalhes de roteiro, custos ou dicas















    • Por Denisedella
      Sou do sexo feminino e tenho 50 anos, resolvi ir à Itália, mas não queria ir com excursão, entrei várias vezes aqui nesse site e outros, fiz várias pesquisas de hospedarias e planejei meu roteiro....queria conhecer a Itália inteira. Me dei um prazo para encontrar uma companhia, foi até dezembro de 2009 porque meu projeto era para abril ou maio de 2010.
      Embarcamos dia 26/abril e chegamos dia 27na hora do almoço em Roma, ficamos (04 noites)
      hospedagem: Orsa Maggiore Roma, Via S.Francesco di Sales, nº 01 – com café da manhã – 52, 00 euros por noite
      28/abril – Coliseu – Museu Capitolino – Pathernon – Piazza Navona – Fontana de Trevi
      29 /abril – Vaticano – Basílica de S.Pedro
      30/abril – Via Apia e Catacumbas
      01/maio – manhã trem para Nápoles - Hotel Casanova - Via Venezia n°2 Corso Garibaldi n°333 – 45 euros o quarto com banheiro e duas camas, café da manhã incluido e portaria 24 hs.
      dia 02/maio de manhã pegamos o trem e fomos a Pompéia e Ercolano
      dia 03 Costa Amalfitana e/ou Ilha de Capri ( de barco )
       
      dia 04 de manhã fomos a Sorrento e por volta de 16 horas pegamos o trem a Bari
      Cosy Rox - Via Imbriani, 91 (Residencial) - 44,50 euros o quarto com banheiro e 2 camas, sem café da manhã, que não recomendo, porque o check inn é até as 17 horas em outro endereço, no nosso caso chegamos a Bari por volta de 23 horas, pedimos ajuda ao taxista que foi muito gentil e ligou, conversou com o gerente e finalmente veio nos atender.
      dia 05 pegamos o trem e visitamos Monopóli e Alberobello
      dia 06 pela manhã pegamos o trem em Bari com destino a Ancona
      Casa per Ferie Colle Sereno Via IV Novembre 78 Montemarciano (AN) – 50 euros O QUARTO COM 2 CAMAS E BANHEIRO, café da manhã incluido.
      dia 07 de manhã rumo à Perugia
      Albergo Anna - via dei Priori 48 – 70 euros quarto com 2 camas, café da manhã incluido, localizado no centro histórico de Perugia.
      dia 08 manhã fomos a Assis
      dia 09 pela manhã fomos à Arezzo
      Residence Le Corniole - Viale Michelangelo, 142 – 70 euros quarto com banheiro e duas camas, café da manhã, localizado no centro de Arezzo.
      dia 10 de manhã fomos a Cortona, e a tarde seguimos para Firenze
      Aramis - Via Nazionale 22 – 44,00 euros, quarto com banheiro, 2 camas, localização central de florença, também não recomendo, a gerente uma grossa e pilantra...não recomendo.
      dia 11 de manhã fomos a Pisa e a tarde à Lucca
      dia 12 de manhã fomos a S.Germiniano e a tarde a Sienna, final de tarde visitamos uma vinicola
      dia 13 ficamos andando por Firenze
      dia 14 de manhã seguimos a Bologna - Hotel Due Torri - Via Degli Usberti, 4 – 120 euros o quarto com banheiro e 2 camas , localizado no centro historico, fizemos passeio local
      dia 15 de manhã vamos a Verona - B&B Rigoletto - Via Amatore Sciesa, 9 – 50 euros por quarto c/ duas camas, localização centro histórico.
      dia 16 fomos à Veneza, passamos o dia.
      dia 17 fomos a Vicenza e Pádova
      dia 18 fomos ao Lago de Garda, na cidade Malcesine, fica bem no norte do Lago, tem um teleférico que nos leva ao alto dos Alpes, muita neve.
      dia 19 fomos a Bolzano e Trento.
      dia 20 de manhã seguimos para Genova Hotel Assarotti - Via Assarotti 40c – 75 euros o quarto com banheiro e 2 camas, café da manhã, localização central da cidade
      dia 21 fomos a Cinqueterre o dia inteiro
      dia 22 ficamos em Genova
      dia 23 fomos a Sta.Margherita e Portofino
      dia 24 de manhã seguimos para Milão
      Eurohotel - Via Sirtori, 24 - 70 euros quarto com 2 camas, banheiro, café da manhã, localidade central.
      dias 25 conhecemos Milão
      dia 26 voo às 07hs retorno a São Paulo
    • Por Breno Pessoa
      Tocam os sinos quando subimos a torre. Estamos no alto e apesar de já pisar solos veroneses há 2 dias, é a primeira vez que meus olhos se dão conta da sua magnitude. Difícil não entender o porquê Shakespeare se apaixonou por Verona e nos deu Romeu e Julieta, para nos transformar em românticos anônimos, perdidos pelo mundo.
       
      A Torre de Lamberti fica no centro da área turísitica e por já passar das 7 horas, embora o Sol insista em não se pôr, nos vemos apenas na companhia de dois alemães. Trocamos a gentileza de tirar fotos uns dos outros, me escapole un Danke Scheon, e logo ganhamos de novo as ruas. A memória do tocar dos sinos continuam a agredir os meu ouvidos, mas a beleza da cidade faz os meus olhos sorrirem.
       
      Uma cidade cercada, que teve muralhas levantadas na época da grande guerra e que conserva a sua história em cada detalhe. Encanta-me saber que a Ponte Pietra, destruída pelos alemães durante a guerra, teve os seus materiais originais resgatados do fundo do rio para ser reconstruída em 1957. Quem me conta isso é um senhor italiano, que apesar de saber que não falo a sua língua, insiste em contar-me sobre a cidade.
       
      O italiano é fácil de entender. Porém, é como um conversa sem volta. Troco para o espanhol e pronucio tudo de forma mais lenta e de repente há um papo meio esquisito entre duas pessoas que devem soar insanas para outros, mas nos entendemos e aprendo a usar este idioma na Itália e engaveto o inglês.
       
      Seguimos até a casa de Julieta. Há inúmeras cartas na parede, dos dois lados. O que pedem os apaixonados? Resisto a ler as cartas, tiramos fotos distantes, e sorrimos. Vemos a sacada, a estátua de Julieta e não resisto a tocar um dos seus seios. Dizem que este ato nos traz sorte. Do lado de dentro da casa, as minhas indagações floreiam. Há um escrito que diz que a casa é tida como a casa de Julieta Capuleto. Será real?
       
      Nos arredores, fica a casa de Romeu, que é propriedade privada. Nos limitamos a observá-la de fora e caminhamos para a tumba de Julieta, num belo casarão, decorado com esculturas e quadros. Hoje, requinto de cerimônias de casamentos. O ápice do romantismo, não?
       
      Há um poço repleto de moedas, para fazer pedidos. Pegamos as menores e a deixamos cair. Não falamos sobre os desejos, mas corremos para o hotel e nos vemos de repente prontos para a Ópera.
       
      É a nossa primeira vez. Na Europa, em julho, o Sol banha as cidades até quase as 10 horas da noite. O ar da Arena é quente e as pedras que a compõem, guardam o calor dos dias. Construída antes do Coliseu, é o cenário perfeito para a nossa estréia.
       
      Escolhemos a Ópera mais clássica, Aida, escrita há quase 200 anos e encenada na Arena há quase cem. Os meus olhos e ouvidos se encantam, por fim, em conjunto e deixo as indagações de lado, e assisto a um espetáculo sem igual. Porém, estamos muito cansados para os seus quatro atos e o calor nos faz querer dormir.
       
      O cair da noite torna a Arena um palco ainda mais espetacular e ao final caminhamos leves pelas ruas quase desertas de Verona, para que outro dia possa de novo ter fim.
       
      Breno Pessoa mora em Londres, trabalha como produtor de conteúdo para uma empresa de intercâmbio, e adora viajar.
       
       

      Verona do alto

      A Arena pouco antes do espetáculo

      Amiga fazendo um pedido
    • Por Ettiene
      Pessoal com idéia de retribuir todas as ajudas que recebi desse blog em minhas viagens vou descrever como foi nossa MARAVILHOSA viagem pra Roma de 18 a 22 de novembro de 2010.
       
      Chegamos em Roma no aeroporto de Ciampino, pegamos um ônibus que leva à estação Termini (a maior de metrô e trem), esses ônibus existem aos montes, pois o aeroporto é pequeno e distante do centro, e parece que não existem ônibus municipais por alí. Custou 4,00 por pessoa.
      Bom, chegamos com chuva, conforme a previsão do tempo que era de chuva pra toda nossa estadia na cidade!
      O hotel (Hotel Colors) foi uma ótima surpresa, com preço de hostel (60 euros/dia pro casal), era muito limpo, tudo novinho, quarto bonito, com TV e água mineral a vontade...além de um bom café da manhã incluído na diária (obrigada pela dica Andressa). Fica muito perto do Vaticano, desce na estação Otaviano.
      Largamos as coisas e fomos em busca de comida, já eram 20h.
      Encontramos uma Cantina bem típica, onde comemos a melhor pizza de nossa viagem, com uma jarra de vinho da casa...comparado com a França a preço de banana...!Depois da janta caminhamos até a Basílica de São Pedro, chovia fraco, e a visão da basílica com aquelas fontes iluminadas no silêncio da noite é de emocionar até os não católicos (como eu), foi emocionante mesmo, muita grandiosidade e beleza...e pensar em tudo que já aconteceu alí, pro bem e pro mal...o lugar tem seu "peso".
      Sexta acordamos cedo e partimos pro Foro Romano, Coliseu, Monumento a Vittorio Emanuele, Pantheon, Fontana di Trevi (meu lugar preferido junto com a Basílica de São Pedro) Piazza di Spagna e ufa...hotel!Foram 11h caminhando, porque entramos no Coliseu e no Foro Romano.DICA: comprar os ingressos no Foro romano, lá a fila é bem pequena e dá direito ao Coliseu tb.No Coliseu, pra fazer a rota ao contrário tem uma fila de horas...as pessoas enxergam o Coliseu e vão direto, sem olhar em volta!
      Sábado tinhamos entradas já compradas pela internet pro Museu do Vaticano, as 09h (isso nos fez evitar uma fila de 3 quadras). O Museu é lindo, antiguidades de 3 mil anos atrás, pinturas nos tetos e nas paredes de cair o queixo...e a Capela Sistina (não pode fotografar) que é lindíssima, mas a semi escuridão não permite ver tão bem as pinturas...
      De lá fomos pra fila pra entrar na Basílica de São Pedro, é de graça, mas a fila é tão grande quanto a do museu e do Coliseu, mas anda mais rápido. Ainda bem porque chovia o mundo!!!!
      A Capela é tão grandiosa que tu fica quinem uma formiguinha no meio daquelas obras de arte imensas...vale a pena!Vimos a Pietá de Michelangelo, é linda mesmo!
      Saimos da Capela com céu azul (foi sempre assim, chove/sol, sol/chove) e fomos ao Castel Sant Angelo (uma fortaleza dos papas construída no século II sobre os restos do mausoléo do imperador Adriano).Decidimos não pagar os 8 euros para entrar, pois já tinhamos ido a muitos museus.
      De lá pra Piazza Navona, uma das muitas praças de Roma, que na verdade são alargamentos das ruas com estátuas e fontes no meio, cercadas por restaurantes e lojas.Ainda percorremos toda a Via Veneto, com muitas lojas e restaurantes chiques. Comemos um tremezino com vinho (eu) e cerveja (Dani) e finalmente...hotel!
      Domingo era o dia de ir à Ercolano, mas a possibilidade de chuva e as 6 horas que iamos passar viajando ao todo nos desanimaram, também já estavamos cansados de museus...
      Fomos então ao Mercati de Porta Portense, um mercado de pulgas enorme, no bairro de Trastevere. Compramos quinquilharias e lembracinhas!Funciona todo domingo das 08-14h e é lotado de turistas.Olhem bem a carteira
      De lá pro Campo di Fiori e pro Pantheon novamente, pq quando fomos a primeira vez estava tão lotado que não pegamos a moral do lugar direito e pra Fontana do Trevi dar tchau pra ela tomando um sorvetinho (clássico).
      Um risoto e uma pizza num restaurante perto do Vaticano, e mais uma visita a Praça São Pedro à noite deram nosso até mais à Roma (não foi um adeus pq jogamos a moedinha na Fontana di Trevi)!!!
      Que bom que todos os caminhos levam à Roma!!!!!!!!!!!
    • Por Mochila da Juli
      Bologna, ou La Grassa (a Gorda) está sendo nossa morada por seis meses(minha e de meu marido). O apelido não é por acaso, perchè qui si mangia troppo e si mangia bene!!! Ah! E che cosa mangiano? Pizza, naturalmente!
       
      Quando chegamos, já no primeiro dia, a impressão que tivemos foi a melhor. Cidade mediana, mas muito movimentada e com muita gente jovem pelas ruas. A parte central é toda ornamentada por arcos e pórticos que se espalham por todo centro, dando um toque elegante e clássico.
       
      Bem, o que mais falar de Bologna, além dos jovens, da università mais antiga do ocidente e das pizzas? Vale a pena falar da arquitetura, da arte sacra, do comércio interiorano, dos cantinhos pitorescos, da gastronomia em geral.... das pessoas... Vamos contando aos poucos e em partes. Bologna transpira arte. Palácios medievais, igrejas, praças, monumentos... a todos os lugares vale a pena uma visita. Por isso, neste post, vou contar um pouquinho do lado Cult dos nossos passeios e visitas.
       
      Igrejas
       
      Começando pelas igrejas, nos encantamos com a Chiesa San Petrônio (Piazza Maggiore), fundada em 1390 em homenagem ao bispo de Bologna (de mesmo nome). A igreja foi construída para ser maior que a Basílica de São Pedro, mas o projeto não foi finalizado, o que resultou em uma arquitetura interessante: metade da sua fachada é construída em mármore, metade em tijolos. Dizem os historiadores, que o desperdício de dinheiro ocorrido na construção dessa igreja teria sido a gota d’água para a revolta de Martin Lutero. Mesmo sendo a igreja mais famosa de Bologna, na minha opinião, não é a mais bonita.
       
      Além desta, outras igrejas legais para conhecer:
      Abbazia di Santo Stefano (Via Santo Stefano, 24)
      San Domênico (Piazza San Domênico, 13)
      San Giacomo Maggiore (Piazza Rossini)
      Chiesa San Maria Della Vita (Via Clavature, 10)
       
      Mesmo para quem não é católico, vale a pena visitar esses locais. Através delas, é possível entender parte da história que move o mundo e as religiões... Entende-se, por exemplo, a construção da concepção humana sobre Deus. São igrejas com muita pompa e imponência em todos os detalhes. A arte sacra é de derrubar o queixo. Tudo é grande: a nave, os altares, os pilares... Como se cada detalhe, tivesse sido pensado para provocar no ser humano a idéia de ser pequeno perante o “poder divino” (que não tem nada de divino). A primeira coisa que pensei foi: Deus não precisa de tudo isso para estar presente, certamente não!
      Praças
       
      As praças de Bologna são outro ponto alto da cidade.
      A Piazza Maggiore (também conhecida como Piazza del Nettuno), com certeza, é a mais conhecida. Ela abriga ao seu redor, além da Igreja San Petrônio, a sede da Prefeitura, a Estátua Del Nettuno e a Biblioteca Borsa (sim, deve ser de algum parente; será que tenho direito a algum livro de herança? Hehe). É comum encontrar jovens e turistas comendo panini (sanduíches) sentados nas calçadas, sobretudo em dias ensolarados. Na Maggiore, você encontra um Centro de Informações para Turistas, onde pode-se solicitar um mapinha da cidade (super útil pra você não se perder).
       
      Piazza di Porta Ravegnana: Onde ficam as duas torres (due torri), chamadas Garisenda e Asinelli. Você vai ouvir falar muito destas torres, pois elas são altas e servem de referência para qualquer lugar que você desejar ir. Os nomes das torres referem-se aos sobrenomes das famílias que as construíram. Detalhe: Na Idade Média, as torres simbolizavam status e poder. Quanto maior a torre, maior a riqueza da família. Vai entender essa gente! (Acho deve ser mais ou menos como as BMWs e as Louis Vuitton de hoje em dia).
       
      Piazza di Santo Stefano: Onde fica a Chiesa di Santo Stefano, sobre a qual você poderá conferir detalhes neste link (e nos sucessivos comentários).
       
      Piazza Medaglie D’Oro: Local onde fica a Estação de Trem de Bologna. A cidade é um “nó ferroviário” que permite viagem de trens para diversas cidades, de modo rápido e barato. Para título de referência: Milão (+- 2h), Veneza (+- 2h30), Verona (2h), Roma (3h), Ancona (3h). Bom, a praça não tem nada de especial, a não ser a estação de trem e um outro centro de informações pra turistas...
       
      Ruas
       
      Bologna possui ruas estreitíssimas, com quebradinhas pra lá e pra cá. Dentro dos muros (ou seja, na parte central, contornada pelos pórticos que antigamente davam acesso à cidade), é tudo muito confuso. Cuidado com as lambretas, bicicletas, ônibus, carros, etc. Você não sabe onde é calçada e onde é rua... Tome cuidado, olhe para os lados, respire fundo e corra!
       
      Algumas vie de Bologna são clássicas porque concentram alguns principais atrativos.
      Uma delas é a Via Zamboni – na sua extensão, estão grande parte dos prédios da Università di Bologna. Então você vai ver muito estudante por ali, comendo uma pizza, batendo um papo, ouvindo algum artista de rua (aqui tem muitos) ou, sobretudo, fumando.
      Obs: aqui todo mundo fuma, sobretudo os jovens. Fumam em locais abertos, fechados, dentro dos bancos... Muito chato, pois você vira fumante passivo, obrigatoriamente. Eu gostaria de saber o índice de enfisema por aqui.
       
      Via Rizzoli/Via Ugo Bassi: Avenida central onde tem ponto para vários ônibus que levam a diferentes locais da cidade. Concentra vários serviços, como lojas, bancos, etc.
       
      Via Independenza: Assim como a anterior, funciona como uma espécie de Carlos Gomes de Poa ou uma Av. Paulista. Ali tem bancos, lojas de departamento, hotéis, restaurantes, cafés, mercadinhos, etc. É uma avenida que concentra muitos serviços e que liga a Piazza Maggiore à Estação Central.
       
      ============================
      Buenas, pra não deixar este post muito extenso, vamos ficando por aqui. Em breve voltamos contando um pouco mais de Bologna (A Gorda). Afinal, per sei mesi qui sara la casa nostra. Avremo molte cose da raccontare!
       
      Baci, pace e amore a tutti!
      Ciao!
      Juli
      http://juntosnomundo.blogspot.com
      http://porminhaslentes.blogspot.com
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