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Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!


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Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands.

13º dia (23 de outubro)

Acordamos, pegamos nosso café da manhã para viagem e fomos para o aeroporto de táxi (Rp. 60.000). Tomamos 2 capuccinos pra zerar as rúpias restantes (Rp. 99.000). Embarcamos para Singapura, já naquela expectativa boa. 

Após uma viagem tranquila, chegamos lá e passamos pelos procedimentos de imigração. Encontramos com Lucas e Luiz, um casal de amigos nossos que também estavam em viagem pelo Sudeste Asiático, e fomos trocar uns dólares. Para nossa surpresa, a cotação lá nem estava tão ruim assim quando depois comparamos com os demais locais da cidade.

Compramos nossos tickets para o metrô (S$ 2,40 cada) e seguimos direto para a estação do Marina Bay Sands. Olha que chique, um hotel que tem sua própria estação.

Quando decidimos viajar para Singapura, a única certeza que eu tinha era a de que queria passar uma noite que fosse no Marina Bay Sands. Eu lembro de assistir sobre esse lugar no Globo Repórter e ficar fascinado com aquela imponência toda. Sei que não é algo muito "mochileiro", mas era uma vontade que eu tinha, e que não queria desperdiçar.

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Depois de muito pesquisar, escolhemos o quarto com vista para a cidade, e já num andar intermediário, que permitia acesso para tomar o café no Club 55, incluso só a partir da categoria intermediária. O custo da diária foi de S$ 664,50 o casal (quase R$ 1.700,00 na cotação da época) e, para ser sincero, não nos arrependemos 1 real sequer.

Chegando no hotel, fomos para a fila do check-in. Por conta da categoria do quarto, nós fomos direcionados para uma espécie de "sala vip", um check-in na poltrona, sem filas, com café, suco, etc. Já comecei a me sentir nutella ali hahaha.

Pagamos a diária de S$ 664,50 + S$ 200,00 caução que seriam devolvidos ao final. Subimos para o nosso quarto e fomos nos encontrar com os meninos naquela que é tida como a piscina de borda infinita mais alta do mundo. Ela é emblemática, de fato, e LOTADA. Porém só pode ser acessada por quem se hospeda no hotel (existe uma opção de você não se hospedar e pagar um ingresso para subir até o topo do hotel, porém não te permite acesso à piscina).

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Estávamos lá curtindo nosso por do sol quando eu e Antenor decidimos ir aproveitar um pouco do café da tarde no Club 55. Como só havíamos lido "canapés e drinks" no site do hotel, se referindo a esse café, nem demos muita confiança, mas decidimos de última hora ir lá conferir. E NOS ARREPENDEMOS DE NÃO TER IDO ANTES. Era um banquete. Comidas que eu nunca vi na vida. Experimentei caviar pela primeira vez hahaha. E na hora de pedir o cardápio das bebidas, não havia, pois tinha qualquer bebida que você quisesse. Tomamos champange, cerveja, água mineral fiji, levantamos umas 5 vezes pra ir ao buffet encher nossos pratos, enfim, LAVAMOS A ÉGUA, como dizem no interior. Já que era pra pagar caro, iríamos aproveitar cada centavo haha.

Voltamos para o quarto, fizemos umas fotos com a paisagem noturna (eu não havia feito questão do quarto com vista para a cidade numa torre de ângulo específico à toa, né? rs), descansamos um pouco, e fomos pro Cassino. Sim, havia um Cassino no hotel.

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Eu nunca havia ido a um Cassino antes. Estrangeiro não pagava para entrar, então lá fomos nós. Como se trata de jogo de azar, e nós não somos bestas, combinamos de gastar NO MÁXIMO 5 dólares cada um. Quando perdéssemos, a gente iria embora. O melhor de tudo era que havia máquinas de bebidas não alcoólicas liberadas pra gente (refrigerante, mocca, capuccino, água, suco etc.). Tomamos tanta, mas tanta mocca que teve uma hora que deu caganeira em todo mundo kkkk. E o banheiro era daqueles que você se mexia e o sensor já acionava a descarga, então imagina a crise de riso e desespero.

Ficamos numa maquininha que era 1 centavo por jogada, então daria pra gastar um bom tempo lá. Eu consegui ganhar 12 dólares hehehe, então recuperei os 5 dólares investidos. Só que Antenor quis bancar o diferentão e jogar em outra máquina. Resultado: perdeu tudo o que eu tinha lucrado em uma única jogada hahaha. Pelo menos não ficamos no prejuízo. (Obs.: no final de 2018 passamos por Punta del Este numa viagem com nossas mães e visitamos um cassino. Lembramos dessa história na hora, e logo que ganhamos um troco numa maquininha, resgatamos o dinheiro e fomos embora. Nada de continuar até perder tudo kkkk).

Nesse dia, se a gente dormiu 3 horas foi muito. Estávamos convencidos a aproveitar ao máximo cada segundo daquela diária de ricos rs. E aproveitamos!

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 60.000 - táxi
Rp. 49.500 - capuccino
S$ 2,40 - metrô
S$ 332,25 - Diária Marina Bay Sands

TOTAL: S$ 334,65 (USD 255)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer.

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Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer.

14º dia (24 de outubro)

Acordamos e fomos aproveitar o café da manhã. Dessa vez, chegamos logo que abriu e, obviamente, comemos e repetimos até não aguentar mais. Aproveitamos os últimos instantes da diária na piscina, e fomos fazer o check-out (pegamos os S$ 200 de volta).

Pegamos um Uber até o Hotel 81 Gold (S$ 5,40), que seria o nosso hotel "de verdade" em Singapura. Fizemos check-in para 3 diárias (S$ 190) e deixamos nossas malas nos quartos.

Pegamos outro Uber em direção ao bairro de Chinatown, pois eu havia lido que a cotação era boa por lá, e também porque queríamos conhecer o local. Acabou que a cotação da rua não estava muito diferente daquela que conseguimos no aeroporto, o que é bem incomum.

Obs.: como estávamos em 4 pessoas, o Uber ficava bem barato nos deslocamentos. Às vezes os meninos que pagavam, outras a gente, e assim foi.

Trocamos uns dólares, e em seguida fomos almoçar. O nosso destino seria o Hawker Chan, que foi considerado o restaurante mais barato do mundo a receber uma estrela do guia Michelan.

Honestamente, não sei se a expectativa estava alta demais, ou se comemos o prato errado, ou se o restaurante mudou muito após a fama da estrela Michelin (quando ganhou a estrela, era apenas uma barraca de rua), mas achamos a comida péssima. Antenor sequer aguentou comer o dele. Uma carne de porco quase crua e com cheiro forte. Felizmente hoje em dia já me livrei do mal da carne. Gastamos S$ 13,80 o casal.

Depois do almoço, retornamos de metrô à estação do Marina Bay Sands (S$ 2,40 cada), pois nosso objetivo era visitar o Gardens by the Bay, o emblemático parque de Singapura. Passamos pelo shopping que fica dentro do hotel, pensando como deve ser bom ter dinheiro e poder comprar o que quiser nessas lojinhas humildes rs.

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O complexo Gardens by the Bay foi parte de uma estratégia do governo singapurano para aumentar a qualidade de vida com a introdução de mais espaços verdes na cidade. Segundo eles, trata-se de "uma peça de horticultura e jardinagem artística que apresenta o reino vegetal de uma forma totalmente nova, entretendo e educando os visitantes com plantas raramente vistas nesta parte do mundo, variando de espécies em climas frios e temperados a florestas tropicais e habitats".

O complexo é dividido em 3 partes: a Bay South Garden, que é a parte principal, onde ficam localizadas as Supertrees, as estufas e são realizados diversos eventos; a Bay East Garden, que fica do outro lado da baía, e proporciona uma vista de cartão-postal da cidade (fomos lá no outro dia só pra eu poder fazer a foto, obviamente); e a Bay Central Garden, todos devidamente contornando a baía, como o próprio nome já sugere.

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Nosso foco hoje era a parte da Bay South Garden. Lá ficam duas estufas gigantescas, a Flower Dome e a Cloud Forest. A ideia é que as estufas usem energia de forma eficiente como exibição do potencial de arquitetura e construção sustentáveis, disponibilizando um local permanente para entretenimento educativo. Tecnologia, aliás, é a palavra ordem em Singapura. Tudo é eficiente e moderno.

O ingresso foi S$ 28 por pessoa (dá direito a visitar as duas estufas). 

Fomos primeiro à Cloud Forest. De cara já sentimos o impacto: o clima. Saímos do calor de Singapura e entramos no clima fresco-quase-frio da estufa. Lá dentro, uma montanha de 35 metros com queda d'água. Inúmeras espécies de plantas tropicais que rende lindas fotos.

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Em seguida, fomos à Flower Dome. Nessa estufa encontramos milhares de espécies de plantas, flores, árvores (algumas extremamente antigas), abóboras gigantes e etc. Um jardim gigante.

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Quando compramos os ingressos para as estufas, aproveitamos para comprar também o ingresso do OCBC SKYWAY (S$ 8 por pessoa), pois pretendíamos usá-lo no dia seguinte. Esse ingresso te permite caminhar pelas passarelas suspensas que interligam as Supertrees, sobre as quais falaremos agora.

Supertree Groove é o conjunto das árvores gigantes artificiais e tecnológicas que marcam esse parque. É quase um símbolo de Singapura. Elas são, literalmente, um espetáculo à parte. Mais precisamente, todos os dias, às 19h45 e às 20h45, um show de luzes e música que você não irá esquecer. Tudo isso, é claro, utilizando energia da própria captação solar das árvores.

Estavamos famintos, então fomos lanchar num McDonalds lotado ali dentro do parque (S$ 24.85 o casal). Em seguida, nos posicionamos para o show das Supertrees. As fotos falam por si.

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Seguimos para a última atração do nosso dia, na região da Bay Central. Fomos dar uma volta na Singapore Flyer, uma roda-gigante de 165 metros de altura (equivalente a um prédio de 42 andares). Para se ter uma ideia, a volta completa demora 30 minutos, e vale muito a pena. Um visual lindo lá de cima, e as cabines são bem grandes. Pagamos S$ 33 por pessoa no ingresso.

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Pegamos um uber de volta para o nosso hotel (S$ 3,40 por pessoa), e passamos numa 7Eleven (ô lojinha abençoada), onde compramos uns cup noodles e umas bebidas para jantar (S$ 9,95 total).

Voltamos bem cansados para o quarto, mas aquele cansaço bom de viagem, sabe? E era bom descansar, mesmo, porque o dia seguinte era de mais bateção de perna.

SALDO DO DIA (por pessoa):

S$ 2,70 - Uber
S$ 95 - 3 diárias Hotel 81 Gold
S$ 6,90 - almoço
S$ 2,40 - metrô
S$ 28 - ingressos Flower Dome + Cloud Forest
S$ 8 - ingresso OCBC SKYWAY
S$ 12,45 - lanche McDonalds
S$ 33 - ingresso Singapore Flyer
S$ 3,40 - uber
S$ 5 - 7Eleven

TOTAL: S$ 196,85 (USD 145)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: A Orchard Road, o Merlion e uma pausa para fotografar.

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      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
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      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
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