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Felipao86

Primeira Eurotrip: 21 dias na Itália (Roma-Florença-Veneza-Milao) com esposa gestante

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Primeira Eurotrip: 21 dias na Itália (Roma-Florença-Veneza-Milao) com esposa gestante
Olá pessoal,

Meu grande sonho de viagem sempre foi a Europa. Ano após ano algo acontecia que me impedia de conhecer um pedacinho do Velho Continente, mas finalmente no final de 2017 pude colocar os pés lá em grande estilo. Começamos pela Itália, onde ficamos 21 dias andando e comendo por lugares maravilhosos.

Roteiro:
Roma – 8 dias;
Florença – 6 dias;
Veneza – 3  dias;
Milão – 3 dias; 

Preparação:

Passagens: Tap saindo de BH com conexão em Lisboa. Saiu caro, em torno de 4000 reais ida e volta por pessoa. Procurei por muito tempo promoção mas não achei. Na ida conseguimos umas 12 horas de conexão, o que nos permitiu um tempo para explorar alguns pontos de Lisboa.
Passagens de trem: todas compradas no site da trenitalia com cerca de 3 meses de antecedência. Os trechos saíram entre 20-30 euros aproximadamente. 
Hospedagens: todas pelo Airbnb, pelo preço mais em conta e pela comodidade de pagar e parcelar no cartão de crédito. O critério de escolha, além do preço, era localidade próxima às estações de metrô/trem.

  • Roma: https://www.airbnb.com.br/rooms/11174608 Ficamos nesse simpático apartamento pertíssimo de Roma Termini. O Sr Franco. dono do apartamento é fantástico, nos comunicamos entre português e italiano (ele não fala inglês) mas foi bem tranquilo. E nos dava um bom café da manhã todos os dias.  A região não é das mais bem encaradas, mas foi bem tranquilo de andar todos os dias.
  • Florença: https://www.airbnb.com.br/rooms/7604862 A melhor hospedagem da viagem. Um verdadeiro Bed and Breakfast com bom café da manhã e não somente torradas e um suco de caixinha. Vale muito a pena. Fica a 5 minutinhos da estação Santa Maria Novella.
  • Veneza: https://www.airbnb.com.br/rooms/891441 Veneza é tudo absurdamente caro. Essa é a única hospedagem que não recomendo. Apesar de ficar relativamente perto da estação Venezia Santa Lucia, o quarto tem um cheiro de mofo grande e o banheiro é compartilhado. A vista da janela da sala, no entanto, é espetacular.
  • Milão: https://www.airbnb.com.br/rooms/2944362  Ótima hospedagem em Mião, muito bem localizada, na porta de uma estação de metrô. Nada a reclamar

Dinheiro: dessa vez levamos apenas dinheiro, para não cometer o mesmo erro de quando rodamos a América do Sul (levamos pouco dinheiro e toda hora precisávamos sacar num caixa eletrônico pagando absurdo de taxas). Levamos 2300 euros em espécie, sendo que gastamos 1600 euros (esse dinheiro foi gasto com os gastos do dia a dia, que incluem ingressos a atrações, passagens de ônibus, trens ou metros que pagamos na hora e alimentação).


Ingressos comprados antecipadamente: em alguns locais na Itália é extremamente importante comprar os ingressos antecipadamente, para furar fila e evitar perda de tempo desnecessárias. Foi o caso nos seguintes locais:

  • 1-Última Ceia em Milão: o mais difícil de  comprar, pois depende da abertura da venda no site oficial e acaba com poucas horas. Normalmente eles abrem, se não em engano, 2 a 3 meses de antecedência. Não existe venda no local na hora.
  • 2-Galleria Uffizi e Galerria Dell´Academia em Florença:  nesses até que a fila para comprar na hora não estava tao grande, mas de qualquer modo não perdemos tempo nenhum.
  • 3-Museu Vaticano em Roma: essencial, a fila para comprar na hora estava gigantesca, e o Museu é enorme, fica-se 6 horas tranquilamente lá dentro.

Seguros de Viagem: fiz no Seguros-Promo o seguro da Assist em torno de R$250,00 para duas pessoas. Nao utilizamos então não sei avaliar.

Questões relacionadas à gravidez: em geral foi bem tranquilo. Quando viajamos minha esposa estava com 25 semanas, então nem precisava de atestado médico, mas levamos por precaução. Levamos também uma farmacinha básica (remédio para cólica, enjoo, dor) e procuramos seguir um ritmo mais lento nas andanças do dia a dia (nem tão lento assim). Duas situações mais importantes aconteceram: ela não se adaptou à agua de lá. Parece que a água da Italia tem uma composição diferente da nossa, é mais “pesada” e isso lhe dava muito enjoo. Custamos achar uma marca de água mineral que não lhe causasse mal estar (a marca é “levíssima”). E ela, por incrível que pareça, não se adaptou muito à comida de lá. Várias vezes tinha refluxo quando comia pizza ou massa. Então procurávamos mais pratos com peixes, carnes e legumes. Fora isso, o restante foi bem tranquilo.

Dito tudo isso, vamos ao roteiro do dia a dia.

 

29/10/17 – Dia 1 – Lisboa.
Chegamos em Lisboa em torno de 5 horas da manhã e pegamos a fila prioritária da imigração (viva a gravidez, rs). O fiscal só perguntou o que iriamos fazer na Itália e já carimbou. Não pediu nenhum documento. Compramos um chip de 10 euros da Vodafone que nos foi suficiente para a viagem inteira e ficamos esperando a cidade amanhecer.
Pegamos um uber e fomos ao primeiro destino do dia: Castelo de São Jorge. Muito bonito, bem conservado e com uma pela vista de Lisboa. Ótimo lugar para visitar primeiro e dar uma boa situada na cidade.
(Obs: em Lisboa rodamos apenas de uber, bem tranquilo de usar, nenhuma corrida passou dos 10 euros).
De lá descemos a pé até a praça do Comércio, parando em alguns miradouros da cidade. A praça é linda, estava bem cheia, e deu para colocar os pés no Rio Tejo, de onde há alguns  séculos saiam embarcações para todo o mundo. Incrível!
Após algum tempo admirando o lugar fomos de uber até o Mosteiro dos Jerônimos, que é estupendo. Sua beleza, arquitetura, inigualáveis. Ficamos um bom tempo na fila esperando para entrar. Aproveitamos para passar na igreja ao lado onde estão os restos mortais de Vasco da Gama e Luis de Camões.
Após o Mosteiro paramos para almoçar num restaurante “pega turista”: bacalhau ruim e caro. Mas não tínhamos pesquisado restaurantes em Lisboa.
Em frente ao Mosteiro tem uma bela praça com um belo jardim e caminhando por ele você chega até o Marco do Descobrimento, um monumento erguido em homenagem às grandes navegações. 
Você sobe um elevador e vai até o topo. Dá uma vertigem danada, mas é outra visão estupenda da cidade que você tem. Muito bacana!
Iria ainda na Torre de Belém mas pelo horário já não era mais permitido a entrada.
Caminhamos então em direção ao Mosteiro dos Jerônimos e fomos comer os famosos pasteis de Belém! Muito gostosos, saborosos. Compramos bastante para comermos em Roma também.
Ficamos na praça em frente curtindo o movimento  e esperando o horário de voltar ao aeroporto para terminarmos de chegar a Roma.
Impressão geral de Lisboa: foram poucas horas para ter alguma impressão, mas gostei muito do que vi: cidade limpa, organizada e bem arborizada. Portugal como um todo tem sido redescoberto pelo turismo mundial e isso se reflete na quantidade enorme de turistas em todo o lugar. Com certeza voltaremos com mais tempo para conhecer com calma.
No fim o vôo atrasou e só chegamos em Roma mais de 01:00hs, precisamos rachar um taxi (já que não tinha mais opção de trem ou ônibus até Roma Termini). Se não me engano o taxi saiu 20 euros por pessoa.

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30/01/17 – Dia 2 – Roma


1ªDia na Itália, começamos leve, para irmos nos habituando aos poucos.
Fomos andando até a Piazza De lla Republica, que é muito bonita e enorme. Local bacana para tirar umas primeiras fotos e já sentir um pouco do que é a Roma de prédios enormes e antigos.
Na própria praça tem a Basilica Santa Maria Degli Angeli.  Por fora você não dá muita coisa mas por dentro, nossa, é impressionante. Foi a primeira igreja que visitamos mas já ficamos muito impressionados. O tamanho, beleza das pinturas, das decorações, é incrível.
Em Roma é muito comum o reaproveitamento de construções da época do império romano. É o caso dessa basílica, que na época do império era um termas e foi transformada em igreja na idade média. Muito interessante.
De lá ainda fomos até a Basílica Santa Maria Maggiore, passando em frente ao teatro Della Opera.  Tinha uma fila básica para entrar pois deve-se passar bolsas e mochilas nos detectores de metais.
Aliás, vale uma observação: em diversos locais na Itália vimos o exército nas ruas, principalmente em pontos muito turísticos. Parece que o alerta contra o terrorismo está no máximo lá.
Outra basílica espetacular, pelo tamanho, imponência, riqueza de detalhes. É tudo muito grandioso, como não estamos acostumados a ver aqui no Brasil. 
Mas a igreja mais bonita do dia, na nossa opinião, foi a Basilica Santa Prassede. É uma igreja bem menor, com uma entrada bem discreta numa rua lateral, bem menos conhecida, mas com ricos mosaicos na parede. No momento que estávamos lá tinha alguém tocando o órgão o que tornou a visita ainda mais especial. É simplesmente fantástico.
Voltamos até o Roma Termini para almoçar no Mercado Centrale, que é um mercado novo bem bacana dentro da estação. 
Aproveitamos também para comprar o Roma Pass de 72 horas (38,50 euros).
Voltamos ao apê para descansar um pouco e no final da tarde seguimos para a Fontana di Trevi.
Sempre falam que deve-se vê-la de manhã e à noite e realmente é muito diferente, mas igualmente linda. Pena que fica sempre tao cheio, mas devagarinho conseguimos chegar na beirada dela. Ainda andamos um pouco pelos arredores da Fontana e arrumamos um lugar para comer nossa primeira pizza italiana (essa era ok).

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  • Gostei! 1

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31/10/17 – Dia 3 – Roma

Dia de mergulhar na Roma Antiga. De cara já começamos com o coliseu.
Saindo do metrô nada te prepara para o que você vai ver, já sai em cima desse monumento majestoso da humanidade. Andar pelos seu corredores é respirar a história do centro do mundo em um determinando momento. Incrível.
Com o Roma Pass já entramos direto (1ªuso do Roma Pass) e pulamos a enorme fila para quem ia comprar na hora. 
A sensação de estar lá é indescritível, muita história já aconteceu ali. Ficamos um bom tempo andando para lá e para cá procurando os melhores ângulos para fotos e para visualizar melhor o que era.
Seguimos em direção ao Foro Romano e Palatino, que também é muito interessante e muito grande! Ficamos umas 4 horas andando ali dentro. Não tem a mesma imponência que o coliseu mas é também interessante. Além do mais, tem um local bem bacana para fazer fotos do coliseu. 
Saímos de lá e fomos almoçar (praticamente jantar, já, rs) no Pasta Chef, que tem massas muito boas a um preço bacana, bem em conta. 

À noite jantamos no La Trattoriola di Luca, que fica próximo á estação Termini. Comida muito boa e preço médio.

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01/11/17 – Dia 4 – Roma


Voltamos a rodar pelo centro histórico de Roma, passando pela Piazza Venezia (muito linda e bela escadaria), Panteão, Fontana di Trevi (de dia tem seu charme, e estava mais vazia), Templo di Adriano, a charmosa Piazza Navonna, visitamos uma igreja que fica na praça que não me recordo o nome. 
As ruelas de Roma são muito bonitas e com muitas lojinhas de souvenirs. Aproveitamos para comprar os chaveiros para a coleção (cada um custou 1 euro).
Almoçamos uma massa muito ruim por 3,50 e seguimos para o Castelo de Santo Angelo (2ªuso do Roma Pass).
Na maioria dos relatos vejo que a galera tira foto em frente ao Castelo mas não chega a visita-lo. Eu gostei bastante da visita, ao todo são 5 andares que vao contando sobre os usos do castelo ao longo da história e como ele foi sendo aumentado ao longo do tempo. Interessante que tem um muro que o liga diretamente ao Vaticano para seguir de via de escape do papa em caso de invasão da cidade, o que aconteceu uma vez na idade média.
Além disso tem uma bela vista da cidade no terraço!
Voltamos devagarinho e terminamos o dia no Monumento Vittorio Emanuelle. Vimos que tinha um museu do exército lá dentro mas não animamos. 
Nessa noite jantamos no Cantina e Cucina, ótimo restaurante próximo à Piazza Navona. Gostamos tanto que ainda voltamos outas 2 vezes e foi nosso restaurante preferido em Roma. Tem uma boa fila de espera mas as mocas servem um espumante pra já ir abrindo o apetite. Realmente muito bom!

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02/11/17 – Dia 5 – Roma
Comecamos o dia visitando a Piazza Del Campidoglio já emendando com os Museus Capitolinos  (15 euros).
A praça é bem bonita, com uma bela escadaria e os museus mais bacanas ainda, porém tinha uma expectativa de que era pequeno e nada, ficamos a manhã inteira lá dentro. Todos os prédios ao redor da praça fazem parte do museu, lá dentro é um labirinto, mas é bem legal. 
Muitas peças e obras de arte que de alguma forma falam sobre a história de Roma, desde a sua fundação até pelo menos a idade média. E tinha uma modelo lá fazendo sessao de fotos, hehe.
Após o almoço fomos até a Galeria Borguese, tínhamos visita agendada às 15:00hs;
Importante: todas as visitas devem ser agendadas com antecedência, você precisa ligar e agendar (eu fiz isso com 2 dias de antecedência). As atendentes falam inglês.
Na hora marcada você informa seu código de reserva e paga a entrada (15 euros).
Em termos de valor artístico acho que foi a melhor que visitamos em Roma e junto com a galeria Uffizi em Florença as melhores da Itália. Você encontra diversas obras excelentes e históricas, tanto esculturas quanto pinturas. Várias pinturas de Caravaggio lá, pintor espetacular!
A visita é mais rápida, menos de 2 horas consegue visitar tudo com calma. 
A galeria fica localizada em uma grande área verde, passeamos por lá um pouco e pegamos um ônibus até a Piazza del Popolo. Lá visitamos a Basilica Santa Maria Del Popolo que é mais simples que as outras já visitadas mas tem 2 obras de Caravaggio muito bacanas!
Ainda deu tempo de voltar ao centro histórico para visitar o panteão (que ainda não tínhamos visto por dentro) e apreciar as ruas romanas à noite, cheias de gente, turistas e muitos vendedores ambulantes (a maioria indianos).

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03/11/17 – Dia 6 – Roma

Dia do Vaticano. Entradas compradas com antecedência para as 10:00hs (17 euros).
A fila estava quilométrica para quem iria comprar na hora, mais uma vez, não façam isso!
Uma vez lá dentro, percebemos que tinha um percurso longo e curto, fomos no longo mesmo. Mas antes descemos para uma parte onde ficam os carros papais.
Gente, o vaticano é algo imenso, ficamos umas 6 horas lá dentro, tranquilamente. É muita coisa pra ver e realmente não dá pra absorver tudo da mesma forma. No final já estávamos exaustos.
O que mais gostamos foi: a parte do museu egípcio, as salas cartográficas, as salas de Rafael, e óbvio, a Capela Sistina. 
Na Capela Sistina é uma chatice só porque os guardas não param de falar 1 minuto “No Picture, no photo, no vídeo!” e você não consegue se concentrar pra apreciar as imagens.
Ah, e na saída ainda esbarramos com o Edson Celulari, heheh.
Após o Vaticano fomos conhecer a famosa praça do Papa e a Basílica de São Pedro. Pegamos uma fila quilométrica para entrar e quase não deu tempo de subir até a cúpula da basílica.
Minha esposa não quis subir e então fui sozinho de elevador (se não engano 8 euros pra subir).
A vista da cúpula é sensacional, dá pra ver bem a praça do papa e roma por inteiro!
Descemos e entramos na Basílica. Que Igreja! Que construção. Tudo muito grandioso!
A pietá de Michelangelo estava lá nos aguardando ansiosamente!

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04/11/17 – Dia 7 -  Roma – Bate e Volta a Ostia Antica


Os próximos 2 dias ficaram reservados para bate volta. A princípio iriamos fazer o tradicional bate volta a  Nápoles e Pompeia, mas achamos que ficaria um roteiro muito pesado, ainda mais com uma gestante.
Dentro de uma temática semelhante resolvemor ir a Ostia Antica, que também era uma cidade da época do império romano e mais perto de Roma, basta pegar um metrô e trem urbano, cerca de 40 minutos já chegamos lá (8 euros a entrada).
É uma visita muito interessante até porque está bem preservada. Dá pra se ter uma ideia de como era uma vila romana. 
Achei que valeu muito a pena.
Na volta, já no fim da tarde, descemos até o Tratesvere para uma volta e descobrir algum lugar para jantar. 
O bairro é bem charmoso, cheio de vários restaurantes, bem bacaninha. Descobrimos um por lá e comemos uma pizza boa, mas agora não lembro o nome.
O legal foi depois, fomos para uma pracinha e estava uma moça tocando muito bem, ficamos lá curtindo o som e observando o movimento.

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05/11/17 – Roma – Bate e Volta a TivoliÚltima dia em Roma,  fomos a  Tivoli, uma cidade próxima com algumas atrações bacanas. Lá conhecemos Villa D´Este e (tentamos) conhecer Villa Adriana.
Nós fomos de ônibus: pegue o Metrô linha B – direção Rebibbia, vá até a estação Ponte Mammolo. Lá você vai pegar o ônibus da empresa Cotral ( Roma – Tivoli ), que custa 2,20 euros e sai a cada 15 minutos. Compre o bilhete na lojinha que vende jornais, dentro da própria estação do metrô. 

Chegando lá fomos conhecer a Villa D´Este, nesse dia era gratuito pois era o primeiro domingo do mês, yes!
Realmente o lugar é espetacular, muito bacana. Nunca tinha visto um jardim desses antes, e olha que já fui em Inhotim algumas vezes, mas é realmente deslumbrante.
O ponto alto é escutar o “som da água”. Uma das fontes tem um órgão associado e em alguns momentos do dia quando a agua passa faz uma melodia bacana.

Ficamos a manhã inteira passeando e conhecendo cada cantinho desse lugar incrível e depois fomos em um restaurante almoçar. Não tinha quase nenhum aberto, acabamos almoçando em um caro, ruim e que demorou demais para servir. Não lembro agora o nome.
Depois perguntamos numa lojinha qual ônibus pegar para a Villa Adriana, tem um ônibus interno da cidade que lhe deixa na porta, mas acabamos errando e pegando o ônibus que volta pra Roma, que nos deixou a cerca de 1km.
O problema foi que, quando estávamos chegando, caiu uma chuva torrencial na cidade!! Ficando um tempão esperando na recepção para ver se a chuva diminuía. Quando parou um pouco entramos (ingresso também foi gratuito). Mas acabamos vendo só um pouco do lugar porque logo voltou a chover de novo! Uma pena, porque parecia ser um lugar muito bacana.

Voltamos para a rua principal da cidade e pegamos o ônibus de volta a roma.
À noite jantamos no Cantina e Cucina já em clima de despedida da cidade. Essa noite foi muito legal porque na fila conhecemos uma moça do Canadá muito simpática que já foi 14 vezes a Roma. Ficamos conversando sobre a cidade, foi bem bacana. Ela é realmente apaixonada por Roma.

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Considerações de Roma: acabou sendo a cidade que mais gostamos, conforme minha expectativa. Sou uma apaixonado por história e Roma nos proporcionou isso e muito mais na nossa estadia. Fomos muito bem atendidos em todos os lugares. Nosso anfitrião do AirBnB foi muito bacana e nos deixou bem à vontade. Depois de conhecer vários lugares obrigatórios, o legal realmente é andar à ermo, observando o movimento e os romanos.  Aspecto negativo: como em toda a Itália, eles fumam muito, principalmente os mais jovens. Fiquei surpreso ao perceber isso. Mas a sensação de estar no Coliseu, no Vaticano, em locais onde a história aconteceu é incrível.

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06/11/17 – Dia 09 – Roma a Florença

Dia de sair de Roma em direção a Florença. Normalmente é um dia muito perdido pelo deslocamento, mas era uma das grandes atrações da viagem pra mim: pela primeira vez andar em um trem de alta velocidade.

Além de história, sou apaixonado por trens e fico muito decepcionado por não termos muitas opções desse tipo de transporte no Brasil.

Nos despedimos do simpático Sr. Franco e fomos caminhando até a estação Roma Termini. Lá pegamos o FrecciaRossa e em cerca de 1h30 minutos já estávamos desembarcando em Florença.

Viagem maravilhosa, o trem chegou a 300km/h por 2 vezes, eu até baixei um aplicativo no celular pra acompanhar a velocidade porque não estava acreditando naquilo! Incrível, como estamos atrasados nisso. É um choque de realidade.

Nosso Bed and Breakfast ficava a cerca de 5 minutos a pé da estação, após deixar as malas saímos para andar pela cidade, mas antes almoçamos em um restaurante self service não muito bom mas bem barato, algo em torno de 5 euros (Ristorante Self Service Leonardo).

Andamos pela praça do Duomo, entramos na Igreja (muito mais bonita por fora do que por dentro) mas não fomos nem ao batistério nem à torre do Campanário.

Começou a chover então voltamos pra casa, dando uma passada rápida no Mercado Centrale de Florença (a mesma marca do Mercado Centrale de Roma, que fica na estação Roma Termini).

Em Florença foi onde a minha esposa se adaptou melhor à comida, talvez por ter mais carne no cardápio.

Ficamos 5 noites lá, comemos sempre em dois restaurantes: Il Brincello (3x) e Trattoria Guelfa (2x): todos os dois excelentes, baratos e com ótimos cardápios. Ficam próximos à estação Santa Maria Novella.

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 07/11/17 – Dia 10 – Florença

Às 09:00hs da manhã esta´vamos na porta da Galeria Uffizi conforme nosso ingresso comprado antecipadamente. A galeria é imensa e gasta-se a manhã inteira por lá. Ficamos admirados com a coleção de arte que existe lá.

Extremamente emocionante ver ao vivo, do seu lado, algo que até então você só via em livros e nos blogs.

Destaco principalmente as obras de Da Vinci e Botticelli e a linda vista da Ponte Vecchio.

Caminhamos até a Galleria Della Academia passando pela Piazza Della Signoria e Palazzo Vecchio (só fotos externas).

Na galeria Della Academia esperamos o nosso horário (14:00hs) e percorremos rapidamente, pois ela é bem pequena. O grande destaque é o magnifico Davi de Michelangelo que, sério, só vendo pessoalmente mesmo. Parece que a qualquer momento ela vai descer dali e caminhar pelo salão: impressionante!

Terminamos esse dia mais cedo pois minha esposa não estava passando muito bem com muito refluxo e voltamos logo para o apartamento. Nem saímos à noite.

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08/11/17 – Dia 11 – Florença

Após o café andamos alguns minutinhos até a Basílica Santa Maria Novella (entrada 7,50 euros). Igreja bem bacana, possui um lado anexo com convento e vários afrescos interessantes. Valeu a pena.

De lá fizemos a famosa parada na Ponte Vecchio para fotos e admiração. Que lugar lindo!

A próxima parada era no Museo Galileu, ao lado da Ponte, mas vimos uma turma saindo de uma rua com um sanduíche tão cheiroso na mão, várias pessoas, aí fomos seguindo até descobrir onde era: um lugar pequeninho que vendia um sanduíche muito saboroso, feito na hora. O sanduba era tão grande que acabou sendo o nosso almoço! (Lanchonete All´Antico Vinaio).

Depois desse almoço fomos ao Museo Galileu (9 euros a entrada). Bem legal também, tem vários instrumentos científicos utilizados no passado. E tem também o dedo do Galileu, rs!

Finalizamos o dia subindo até a Piazzale Michelangelo, que é um ponto alto da cidade. Ficamos lá apreciando a vista, o por do sol e curtindo o lugar. Florença é linda!

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Dia 09/11/17 – Dia 12 – Pisa e Luca

Os próximos 3 dias fizemos alguns bate-voltas na região da Toscana iniciando com o mais clássico: Pisa e Luca.

Bem tranquilo de se fazer, todo o trajeto faz de trem mesmo, em menos de 40 minutos já estávamos apreciando a torre de Pisa.

E não é que é torta mesmo??! Bem torta por sinal!

Também visitamos o Duomo ao lado e ficamos lá fazendo fotos dos outros fazendo fotos segurando a torre, hehehe.

De lá seguimos para Luca (20 minutinhos de trem pra frente). Que linda cidade, toda murada, com as cores de outono escancaradas na nossa cara. Junto com  San Gimignano as duas cidades mais charmosas da nossa viagem!

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10/11/17 – Dia 13 – Bate e Volta a Siena e San Giminano

Esse é outro famoso bate volta de Florença para quem não está com carro. O esquema básico é:

1-Ir para Siena (pegar o ônibus no terminal rodoviário ao lado da estação S.M.N – o terminal fica escondido dentro de um prédio, mas é tranquilo de achar); A passagem custa 7 euros, se não me engano, e a viagem dura 1 hora e meia.

2 –De Siena para San Gimignano: pegar  o ônibus 130 na Piazza Antonio Gramsci em Siena (no mesmo lugar que desceu para chegar a Siena).

3-De San Gimignano para Florença: pegar o mesmo ônibus 130 em direção a Poggibosi e de lá tomar o trem de volta a Florença.

Parece complicado, mas é bem tranquilo o trajeto, se tiver dúvidas, todos são muito solícitos para informar.

Nas cidades o legal é andar mesmo, curtir as ruelas das típicas cidades medievais.

Em Siena os pontos básicos são o Duomo de Siena (belíssimo, tanto por dentro como por fora. Uma das igrejas mais bonitas de toda a Italia) e a praça principal onde acontece o Palio.

Mas ficamos realmente encantados com San Gimignano. Aquela cidade no alto de um morro toda murada, com várias torres. Uma típica cidade medieval que sobreviveu ao tempo.

Extremamente fotogênica. E tem o melhor gelato do mundo (Se os chineses deixarem você comprar, porque são tantos que nunca saem da fila!).

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11/11/17 – Dia 14 – Arezzo

Esse último dia em Florença tinha ficado aberto no roteiro. Como optamos por não alugar carro para explorar a Toscana por questão de tempo, escolhemos bate-voltas fáceis de fazer de ônibus e trem.

Por conta disso, nesse último dia fomos a Arezzo, que era bem acessível de trem, cerca de 1 hora de viagem de Florença (ticket a 8 euros, se não me engano).

Arezzo não é das mais bonitas da região toscana, até por isso não recebe tantos turistas, mas tem o seu charme. Andamos pela cidade morro acima e ficamos admirando o movimento. Visitamos o Duomo e curtimos um festival de chocolate que tava rolando.

NA praça principal da cidade foram gravadas algumas cenas do filme “A vida é bela”.

Foi legal para ver como funciona uma cidade italiana sem todo o fervor de turistas.

Esse foi o último dia em Florença, no próximo dia: Veneza!

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Considerações finais de Florença: em aspecto de arte e historia, Florença realmente é inigualável. É charmosa, aconchegante. Foi a melhor hospedagem da nossa viagem. No entanto, eu ainda preferi Roma.

A comida em Florença é excelente, nas trattorias que fomos comemos muito bem e pagamos bem barato. No último dia, experimentamos o famoso bife a fiorentina, que é simplesmente indecente (a gente sempre esquece de tirar foto da comida, rs). Indico fortemente as duas trattorias que revezamos lá: Il Brincello (nessa uma das atendentes fala um pouco de português)  e Trattoria da Guelfa.

Ficamos com muita vontade de voltar para descobrir as vinícolas pelos caminhos da Toscana, que rende com certeza uma viagem por si só.

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12/11/17 – Dia 17 – Veneza

Nos despedimos após o café da manhã de Florença e chegamos no início da tarde em Veneza. Mais uma vez apreciando essa maravilha chamada trem de alta velocidade (será que teremos isso aqui no Brasil algum dia?)

Após deixar as malas no apê arrumamos um restaurante para almoçar e fomos andando pelas ruas e canais até a Praça São Marcos.

Já observamos de cara que os preços em Veneza são ainda mais caros do que o restante da Itália. Isso estava evidente nos restaurantes e nos souvenirs.

Tivemos azar em nossa estadia em Veneza: o tempo, além de muito frio, estava muito chuvoso, dificultando muito sair de casa para qualquer coisa.

Fizemos um reconhecimento da praça e visitamos a Basílica de São Marcos (também muito bonita). Passamos também pela ponte Rialto, Grande Canal e Mercado Rialto (estava no finzinho já quando chegamos).

Nessa noite fizemos uma refeição no apartamento mesmo.

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13/11/17 – Dia 18 – Veneza

A chuva que já caia no dia anterior piorou, juntamente com o frio. Só saímos de casa para almoçar e jantar, infelizmente. Ficamos o resto do dia no apartamento atualizando nossas séries, rs.

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14/11/17 – Dia 19 – Veneza

O frio  estava intenso mas finalmente a chuva parou e o sol saiu!

Aproveitamos então para pegar o Vaporetto  (7,50 euros cada viagem) no terminal próximo à estação Santa Lucia em direção a Murano.

Murano é uma cidadezinha próxima caracterizada pela produção de vidro. Suas lojas vendem pelos preços mais absurdos possíveis diversos tipos de itens de decoração, casa e cozinha feita em vidro.

Visitamos o Museu do Vidro (ingresso 10 euros), que conta um pouco da história da produção na cidade bem como a evolução ao longo do tempo. Achamos bem interessante.

De lá pegamos novamente o vaporetto até Burano, que é outra cidadezinha turística próxima caracterizada pelas casinhas coloridas, ou seja: uma Lavras Novas italiana (eheheh).

É um passeio gostoso pela cidade mas não tem muito o que fazer a não ser admirar as casinhas.

O legal é admirar pelo caminho os Alpes cobertos de neve lá ao longe!

Voltando à Veneza aproveitamos para andar mais pela cidade e ver quanto custaria o famoso passeio de gôndola: 80 euros o casal. Passei batido, sem chance! Já achei bem legal o Vaporetto mesmo, hehehe.

À noite saímos para jantar e já nos preparamos para a última parada na nossa viagem: Mião!

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Considerações finais de Veneza: foi a cidade que menos gostamos. Alguns fatores podem ter contribuído para isso: a hospedagem não foi tão boa como as outras; o tempo não ajudou: o frio estava intenso e além disso chuvoso; perdemos um dia inteiro da viagem devido a isso; os preços são muito mais caros do que nos demais locais que visitamos! Além disso, não gostamos de nenhum restaurante que visitamos, comidas sempre mais caras e não tão saborosas. Enfim, é uma cidade legal, diferente, tem seu charme, mas não nos agradou tanto.

 

15/11/17 – Dia 18 –  Milão

Já com aquele sentimento de nostalgia pelo final da viagem se aproximando saímos de Veneza ao final da manhã com destino a Milão. Cerca de 2 horas depois chegamos na Estação Central de Milão. Sabíamos que a nossa hospedagem ficava perto mas precisaríamos pegar um metrô e baldeação então acabamos optando por um taxi, que deu em torno de 9 euros.

Já estávamos sentindo o cansaço da viagem e minha esposa um pouco mal devido a todo o refluxo que sentia. Nesse dia não tinha nada programado, então resolvemos ir ao supermercado e fazer algumas compras para cozinhar à noite no apê. Aproveitamos também para ver o que se passa na TV italiana (as mesmas porcarias que a TV brasileira, tem um programa estilo faustão, um programa estilo silvio santos, hehehe).

À noite demos uma volta próximo à nossa hospedagem para ver o movimento e já notamos como Mião é uma cidade diferente, muito mais próxima de uma grande cidade em outros locais no mundo.

 

16/11/17 – Dia 19 – Milao

Após o café da manhã rumamos para o principal ponto turístico de Mião: o Duomo!

Sua beleza de fato é indescritível, totalmente diferente das outras igrejas italianas mas ainda assim belo e único! Também muito mais belo por fora do que por dentro.

Compramos um Duomo Pass A (16 euros) que dá direito a visitar: a Catedral; o terraço da catedral (subindo pelo elevaror), o museu do Duomo, a área arqueológica (no subsolo da catedral).

Valeu muito a pena e não gasta-se muito tempo. A visita ao terraço do Duomo é muito bacana e tem uma vista bem legal da praça do Duomo!

Saindo do Duomo fomos à Galeria Vittorio Emanuele, muito bonita, com os preços mais caros que você verá na sua viagem inteira pela Itália, heheheh.

Em seguida fomos ao Teatro Alla Scala (ingresso 9 euros). Eu sou um apaixonado por teatros antigos e óperas e tinha altas expectativas de conhece-lo por dentro. Por muitas décadas foi o teatro principal do mundo, junto ao Garnier de Paris, em apresentação de óperas, recebendo a primeira apresentação de O Guarani de Carlos Gomes.

Infelizmente estava acontecendo um ensaio no momento da visita, então só pudemos espiar por uma janelinha de vidro. Uma pena...Visitamos o museu que tem lá dentro, mas não é a mesma coisa.

Para quem curte, vale a pena comprar ingresso para assistir alguma apresentação no dia. Eu até pesquisei, mas é bem caro, acabei não animando (não achei nenhum ingresso por menos de 60 euros).

Finalizamos o dia passeando pelas lojas de roupas, tem muita coisa boa e barata por lá!

À noite saímos para jantar no Ristorante Maruzella, bem cheio, bom e barato! Muito bom o macarrão com frutos do mar!

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17/11/17 – Dia 20 – Milão

Penúltimo dia de viagem, mas ainda com uma incrível experiência a curtir. Madrugamos pois às 08:15hs da manhã (o primeiro horário do dia) estávamos  na porta do Cenacolo Vinciano já apreciando a incrível Ultima Ceia, de Leonardo da Vinci. Gente, é algo indescritível, a sensação de estar diante de uma obra mundialmente famosa que até então só tinha visto em livros ou filmes. É uma obra tão importante que montaram todo um esquema de segurança, o que permite a visita por apenas 15 minutos: um grupo sai, outro grupo entra e por aí vai ao longo do dia. A gente fica perdido entre admirar, tirar foto, estudar a pintura. Da Vinci era um gênio!

Como disse no início do relato, os ingressos são muito difíceis de se conseguir, deve comprar com cerca de 2 meses de antecedência somente pelo site. Não existe venda no local.

Apesar de ser no fim da viagem, esse com certeza foi um dos ápices!

De lá seguimos para o Castelo Sforzesco que é um espaço cultural na cidade bem bonito para tirar umas fotos e ao fundo o Parco Sempione, um gigantesco parque da cidade onde as pessoas fazem caminhada, piquenique, etc. No final dele fica o Arco da Paz!

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18/11/17 - Dia 21 - Milao

 

Último dia dessa viagem, já que na madrugada seguinte já iríamos embarcar de volta ao Brasil.

Já tendo conhecido os pontos mais importantes de milão, aproveitamos esse último dia para fazer um bate-volta a Lago de Como. Fomos de trem partindo da estação Milano Centrale (ticket 4,80 euros) cerca de 1 hora já estávamos lá. É uma cidade balneário muito charmosa, famosa também porque o George Clonney tem uma casa por lá, hehehe.

O lugar é lindo e o mais legal é pegar o funicular e ter uma visão de cima, bem bacana.

Tinha um pessoal tirando fotos de casamento por lá, galera bem descolada, achei maneiro.

Almoçamos lá em cima, apreciamos a vista, descemos e voltamos pra Milão. Deixamos nossas coisas arrumadas e fomos curtir nossa última noite na Itália com uma típica macarronada no Ristorante da Oscar, no mesmo esquema de bom, tradicional e barato. Foi uma das melhores refeições da Itália para fecharmos com chave de ouro.

De madrugada pegamos um taxi até a estação Milano Centrale (cerca de 8 euros). Como era ainda em torno de 3 horas da manhã não tinha trem para o aeroporto de Malpensa então tomamos um ônibus que sai ao lado da estação (8 euros o ticket) e gasta uns 50 minutos até o aeroporto. Fizemos uma conexão rápida em Lisboa  e rumamos para casa.

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Considerações de Milão: uma cidade italiana diferente, por ser mais contemporânea, mas ainda com muita coisa legal para se conhecer. Para quem curte compras, lá deve ser o lugar na Itália. Nosso foco é outro, mas mesmos assim gostamos bastante. O ponto alto com certeza foi ver de perto a Última Ceia de Leonardo da Vinci. Isso já valeu a viagem para lá. Mas gostamos também dos outros locais visitados e dos restaurantes que fomos à noite. O lago di Como é belíssimo e vale a pena conhecer, apesar de não ser algo imperdível.

 

Para quem me aguentou até aqui, parabéns ! O meu jeito de escrever não é muito atraente, tento ser talvez um pouco mais técnico e resumido nos relatos, mas uma viagem como essa que era um sonho de infância precisava de alguns detalhes a mais. A Itália é de fato um país incrível e um belo início para quem deseja percorrer o Velho Mundo. Os italianos são muito simpáticos, acostumados aos turistas (e tem muitos lá, rs) e muito orgulhosos de sua terra. Quem for não irá se arrepender!

Tentei na medida do possível colocar um pouco da minha impressão de cada lugar e incluir os preços das atrações à medida que iam aparecendo no relato. Se tiver esquecido de algo, por favor, fiquem  à vontade.

Grazie e Arrivederci!

 

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  • Gostei! 3

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Em 07/03/2018 em 06:55, Felipao86 disse:

Dinheiro: dessa vez levamos apenas dinheiro, para não cometer o mesmo erro de quando rodamos a América do Sul (levamos pouco dinheiro e toda hora precisávamos sacar num caixa eletrônico pagando absurdo de taxas). Levamos 2300 euros em espécie, sendo que gastamos 1600 euros (esse dinheiro foi gasto com os gastos do dia a dia, que incluem ingressos a atrações, passagens de ônibus, trens ou metros que pagamos na hora e alimentação).

 

 

Felipe,

Ótimo relato, parabéns, sendo que nessa altura o bebê já deve ter quase um ano de idade.

Tenho uma dúvida ? ? ?

Na imigração tiveram que mostrar o dinheiro ou outro comprovante, tipo saldo no cartão de crédito e imposto de renda, também quero viajar somente com cash, por isso a pergunta.

Maria Emília

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Olá  Maria,

 

Já sim, quase 1 ano mesmo, hehehehehe.

Não precisamos mostrar nada, além do passaporte, mas estavamos com toda varias documentações, incluindo Seguro de viagem e uma carta de um dos meus locais de trabalho. Mas o fiscal apenas perguntou qual era nosso destino final w qual seria o motivo da viagem.

 

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    • Por Douglas Rezini
      Olá Mochileiros. Essa foi minha primeira viagem para fora da América do Sul e também meu primeiro mochilão. Esse relato não é só para compartilhar qual foi meu roteiro, mas para tentar ajudar outros mochileiros a terem experiências melhores que as minhas e também tentar transmitir o quando toda essa experiência me mudou positivamente.
      Escolhi a Itália por vários motivos, mas principalmente porque sou apaixonado por história e sempre foi um sonho conhecer as ruínas do império romano e porque sinto um grande carinho pela Itália, carinho que me foi transmitido através dos meus avós, bisavós e minha família de modo geral. Também existem outros motivos, como as belezas naturais e a arquitetura do país, a facilidade do Idioma, a culinária e os vinhos.
      Parti de Navegantes no Brasil no dia 09/Agosto/2019 durante a manhã e cheguei na Itália, após uma escala em Guarulhos e outra em Paris, dia 10/Agosto/2019 a tarde. Já havia feito a reserva e pago antecipadamente por todos os Hostels, também levava comigo 1.100 Euros e na minha mochila roupas suficientes para uma semana. Talvez vou estar sendo repetitivo, mas para mim algumas coisas foram essenciais nessa viagem, como: Power Bank, tampões para o ouvido, máscara de dormir, doleira, fone de ouvido, mochila de ataque, remédios simples de modo geral (Dipirona, Ibuprofeno, Plasil, etc), protetor solar e labial. São coisas simples, mas que fizeram toda a diferença.
      A forma com a qual eu vou escrever esse roteiro provavelmente vai ser diferente no decorrer dos dias, mas isto é porque a forma com a qual eu encarei essa viagem também mudou no decorrer desses mesmos dias. Alguns vão estranhar a quantidade de dias que eu passei em algumas das cidades, mas essa realmente foi a forma que queria viajar, aproveitando os lugares sem pressa.

      Principais cidades desse relato.
      Dia 01 - Roma - 10/Agosto/2019
      A escala de Paris para Roma atrasou em consequência cheguei uma hora após o previsto, mas felizmente não havia comprado tickets de trem ou ônibus. Do aeroporto peguei um ônibus pela empresa TERRAVISION, o qual custou 7 Euros. Como era sábado não tinha trânsito e em 35 minutos estava na estação Roma Termini. Existem várias companhias que fazem esse serviço, o ônibus é normal, mas tinha ar-condicionado e custava menos da metade do preço do trem.
      De Roma Termini fui andando por uns 15 minutos até chegar no Hostel Free-Hostels Roma. Gostei bastante do Hostel, o staff era bem atencioso, os quartos eram limpos e possuíam camas no formato de ninhos, os quais traziam alguma privacidade, e também são realizados eventos todas as noites para integração entre os hóspedes. O hostel normalmente tem alguma promoção para quem fazer a reserva no site deles, no meu caso foi o café da manhã incluso (Tinha nutella hahah).

      Eventos da semana que não são seguidos a risca, mas da para ter uma ideia.
       
      A duas quadras do Hostel tem um supermercado com bons preços. No mesmo dia fui até lá para comprar uma garrafa d’água e alguns snacks para comer durante o dia. Já havia lido em outros relatos e realmente é essencial ter sempre uma garrafa na mochila, não só em Roma, mas em outras cidades da Itália existem diversas fontes de água potável e gratuita espalhadas pelo centro e bairros onde é possível reabastecer a garrafa e economizar uns Euros.
      Não muito longe do mercado também comprei um Chip de celular da Voda Fone por 20 Euros em uma loja da própria companhia. O plano para turistas tem um mês de duração, pode ser usado em toda a Europa e conta com um limite de dados de 35 GB, porém não consome os dados para o uso de chats e redes sociais, mesmo para vídeo chamadas pelo que eu pude perceber. Muito cuidado, recomendo não comprar no aeroporto ou rodoviária, nesses lugares o preço quase que triplicava.
      Dia 02 - Roma - 11/Agosto/2019
      Começando a manhã visitando a feira de Porta Portese, a qual acontece todos os domingos. Não sei se existe um foco principal nos produtos da feira, mas haviam muitas barracas vendendo roupas e produtora baratos e de uso geral. Não é algo que me atrai muito e eu considero perdível, mas acabei encontrando e comprando uns livros usados e bem baratos para praticar a leitura em Italiano.

      Feira de Porta Portese
      Depois de lá segui andando até chegar na Isola Tiberina, cruzando as pontes em direção ao centro histórico começa o Gueto Judeu de Roma. Para quem gosta de história eu recomendo baixar Áudio Guias, no meu caso eu usei o aplicativo gratuito do Rick Steves durante esse e outros passeios, garanto que o local muda totalmente quando você sabe o que aconteceu ali. Também ouvi boas recomendações para comer lá, mas acabei chegando muito cedo para o almoço.
      Ali perto também estão o Pórtico de Ottavia e o Teatro di Marcellus. Perto do Pórtico existe uma descida que permite caminhar pelas ruínas, vale muito a pena. Não é necessário pagar nada ou enfrentar qualquer fila para acessar esses locais.

      Descendo pelo Pórtico de Ottavia

      Vista do outro lado onde é possível ver todo o Teatro di Marcellus
      Seguindo a direita um pouco mais a frente eu cheguei ao Foro Boario/Tempio di Portuno e da Bocca della Verità. Essa última tinha uma fila gigantesca de pessoas querendo tirar uma foto com a mão na boca da face esculpida no mármore. Segundo a lenda, se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, a sua boca fecharia na mão do mentiroso. A fila era realmente muito grande, portanto segui para o Monte Capitolino.
      A subida é um pouco cansativa, mas de lá é possível ter uma vista incrível das ruínas romanas e isso faz tudo valer muito a pena. No monte capitolino se encontra o museu capitolino, com uma coleção incrível de bustos, artefatos e até ruínas da Roma antiga. Talvez seja porque eu gosto muito da história de Roma, mas passei 4 horas lá dentro. Dentro do museu também é possível ter uma vista incrível das ruínas.

      Vista do Museu Capitolino
      Não entendo o porque, mas diferente de outros museus este não tem muita fila, acredito que vale a pena deixar para comprar o ingresso na hora e evitar de pagar a taxa de reserva online. Por fim, ali perto também estava o monumento Altare della Patria, um dos cartões postais mais famosos de Roma e com uma vista incrível da cidade. Para ter acesso ao terraço é necessário pagar, mas o último nível  antes do terraço já oferece uma vista incrível e de graça.

      Monumento Altare della Patria
      Dia 03 - Roma - 12/Agosto/2019
      Finalmente o dia de conhecer o Vaticano, como eu estava fazendo tudo a pé ajustei meu trajeto para passar em frente a Ponte Sant'Angelo e o Castelo Sant'Angelo, outro cartão postal muito famoso de Roma. Não achei que valia a pena comprar o ingresso para entrar, portanto fiquei somente no lado de fora observando as esculturas da ponte e o castelo em si. Fui alertado muitas vezes para tomar cuidado com golpes nessa região e no coliseu, talvez fosse muito cedo, mas nesse horário estava bem tranquilo e não vi ou presenciei nada do tipo.

      Ponte Sant'Angelo e Castelo Sant'Angelo
      Seguindo para esquerda por mais algumas quadras começava a entrada para o Vaticano, de longe já era possível ver que a praça São Pedro já se encontrava bem cheia. Chegando lá fiquei dando algumas voltas pela praça e logo me arrependi, a fila para entrar na basílica de São Pedro estava gigantesca. Depois disso corri para a fila, comecei a ouvir o Áudio Guia e meia hora depois estava dentro da basílica. Estava bem cheia, mas o lugar é incrível e vale muito a pena, seja você religioso ou não. Importante saber para poder evitar surpresas é que não é permitido ingressar na igreja com os joelhos ou ombros a mostra, nesse caso basta cobrir com um lenço, cachecol, echarpe para poder ingressar. Isso vale para todas as igrejas e catedrais famosas na Itália.

      Vista de fora da Basílica de São Pedro
      V
      Vista de dentro da Basílica de São Pedro
      Por 10 Euros é possível acessar a cúpula e o terraço e ter uma vista incrível do vaticano, mas a fila era bem grande e também no meu caso tive que sair correndo pois estava atrasado para a visita agendada aos museus do Vaticano. Quando cheguei na rua do museu me deparei com uma fila gigantesca dobrando a esquina, porém um funcionário logo me indicou que era a fila para comprar os bilhetes e como já havia comprado pela internet pude ir direto. Nesse caso, comprar de forma antecipada foi essencial para evitar horas de fila no sol.
      Acredito que eu tenha ficado pelo menos 3 a 4 horas dentro dos museus. Todas as salas são normalmente muito cheias, algumas quentes outras mais agradáveis, mas independente disso todas as obras, relíquias, tapeçarias, estátuas, tudo faz fazer a pena. Acredito que não só nesse, mas nos demais museus é essencial ter um áudio guia para aproveitar o máximo de tudo o que oferecem. Existem diversos gratuitos na internet, mas os museus também oferecem os seus e que são obviamente pagos.

      Uma das várias salas do museu, detalhe para o tamanho das pessoas e das esculturas.
      Por fim todos os caminhos eventualmente vão levar para a Capela Sistina, um dos lugares mais lotados e tumultuados do museu. Você vai se cansar de ouvir os funcionários pedindo silêncio a cada 5 minutos, também é proibido tirar fotos e eles vão te falar isso várias vezes. Novamente, é essencial ter um áudio guia para explicar cada parte dessa obra de arte em detalhes e prepara o pescoço para ficar um bom tempo olhando para o teto.
      Dia 04 - Roma - 13/Agosto/2019
      Comecei o dia caminhando em direção ao coliseu, essa região é cheia de ruínas e é possível inclusive acessar algumas partes gratuitamente. Andei sem pressa parando para ler as placas informativas que os locais possuem e escutando o áudio guia. Não muito longe dali caminhei para a Igreja de Santo Inácio de Loyola, a igreja é bela mas o que impressiona mesmo são os afrescos, vale muito passa lá para dar uma olhada, é de graça e não é lotada de turistas.

      Igreja de Santo Inácio de Loyola
       

      Uma parte dos afrescos no teto da igreja.
      Continuei o passeio em direção ao Panteão, mas como sempre eu tento alterar meus trajetos para passar por outros lugares onde existe algum monumento ou ponto conhecido, nesse caso foram a Colonna di Marco Aurelio e o Obelisco di Montecitorio, a histórico por trás desses monumentos é algo único e quando você lê ou escuta sobre essas histórias os lugares mudam completamente.
      Mesmo antes de chegar no Panteão você vai perceber que está perto pelo número de pessoas, e nesse lugar eu diria para ficar bem atendo aos batedores de carteira e a golpes. Lotado de pessoas ou não, é uma obra incrível que deve ser vista, a fila é bem rápida e não é necessário pagar para entrar. Como é uma igreja eles pedem para que as pessoas naõ entrem com joelhos e ombros a mostra, mas o controle não era tão rígido quanto no vaticano.

      Panteão
      Tentei visitar a Basilica di Santa Maria Sopra Minerva e a Igreja di Sant'Agnese in Agone nesse mesmo dia, mas ambas estavam fechadas, a segunda fechou logo quando eu estava chegando, portanto é bom ficar atendo aos horários. No mesmo local da igreja está a Piazza Navona e la Fontana dei Quattro Fiumi, ao redor da praça existem diversos restaurantes, bares e algumas gelaterias. As fontes são belíssimas e vale a pena parar para comprar um gelato e ficar olhando cada detalhe das esculturas.
       
      Fonte do Mouro

      Fontana dei Quattro Fiumi e Chiesa di Sant'Agnese in Agone ao fundo
      Na volta para o Hostel ainda passei pela Piazza di Pasquino onde existe a estátua chamada de Pasquino, uma das mais famosas "estatuas falantes" de Roma, e pelo Campo de' Fiori onde existe uma pequena feira com preços bem turísticos. 
      Por mais que andar pelas ruas de Roma é se perder no tempo e conhecer algo novo a cada esquina, eu percebi que depois desse dia eu estava andando demais e resolvi comprar o bilhete de 7 dias para usar o transporte público de Roma. É possível comprar em Roma Termini ou em algumas tabacarias, custa 24 Euros e da acesso a ônibus, metro e tram, basta validar no primeiro uso e manter com você para ser apresentado caso necessário.
      Com o ticket em mãos aproveitei para visitar alguns lugares a noite. Comecei com a Piazza di Spagna, conhecida pela sua escadaria onde as pessoas costumavam se reunir para interagir, beber e comer. Porém, recentemente a prefeitura proíbe e a polícia fica no local para impedir que qualquer um fique sentado nas escadarias, dali segui para a Fontana di Trevi. Durante o dia a famosa fonte é lotada de pessoas, mas a noite parece que ela fica mais cheia ainda, talvez porque a noite ela também fica ainda mais bela.

      Fontana di Trevi no stories

      Fontana di Trevi na vida real
       Dia 05 - Roma - 14/Agosto/2019
      EM CONSTRUÇÃO...
    • Por Cristiane Leal Correia
      Olá a todos! Primeiramente, eu gostaria de deixar claro a minha imensa gratidão a todos que deixaram seus relatos de viagem aqui presentes, porque se não fosse por isso, organizar a minha viagem seria muito mais difícil. 
      Bem, essa viagem foi realizada no período de 02/05/19 a 18/05/19. Passamos 16 dias na Europa e pudemos conhecer várias cidades. 
      Dia 01 (02/05-03/05) Lisboa 

                               Oceanário de Lisboa
      Nosso vôo estava marcado para as 22:10 saindo de Fortaleza-Ceará e com previsão de chegada às 19:35 em Roma. Voamos pela companhia Tap Portugal e diferente do que li em vários comentários sobre a empresa, a viagem foi simplesmente maravilhosa! Claro que há o cansaço, mas os atendentes, o jantar, o conforto foram excelentes. Teríamos uma conexão em Lisboa que duraria 6 horas. E aproveitamos para fazer um pequeno passeio.
      Primeiramente, a imigração não é um bicho de sete cabeças. Como o primeiro país europeu em que chegamos foi Portugal, foi tudo muito tranquilo e não houve problema nenhum em relação a língua. Só nos fizeram algumas perguntas referentes a quantos dias passaríamos, o motivo da viagem e comprovação de onde ficaríamos, no caso, mostrei as impressões do booking. Feito isso, estávamos livres para passear por Portugal. Já havia sido feita uma pesquisa em que descobrimos que o bairro Parque das Nações, onde se encontra o Oceanário, ficava a 10 minutos de metrô do aeroporto. Resolvemos gastar 3 horas passeando e deixar 3 horas livres no aeroporto porque o medo de dar algo errado no vôo para Itália foi grande. 
      O metrô era praticamente ao lado de uma das saídas do aeroporto. Apesar de ser a primeira vez comprando bilhetes de metrô em uma máquina, não tivemos nenhum problema. No metrô, prestamos bastante atenção ao nome da estação em que deveríamos descer e em 10 minutos saímos em frente a um shopping. Passando por ele rapidamente e já demos de cara com o Parque das Nações. E depois de algumas perguntas nos encaminhamos para o Oceanário. Como não tínhamos certeza se o vôo chegaria na hora, não compramos o ingresso com antecedência, mas ficamos apenas uns 10 minutos na fila para entrar e apreciar um dos maiores oceanários da Europa. E valeu muito a pena! O lugar é simplesmente lindo! E gigantesco! Você se sente realmente em baixo d'água. São muitos espécimes que podem ser vistos e é tudo simplesmente encantador! Passamos cerca de um pouco mais de 2 horas lá dentro e nem vimos o tempo passar.


                        Tubarão bem de pertinho
      Retornamos pelo mesmo caminho, e ficamos temerosas de ir ao teleférico que ficava próximo ao oceanário por conta do tempo. Mas quem puder, façam o passeio, deve valer muito a pena! Voltamos por dentro do shopping Vasco da Gama rapidamente e ao entrar na estação, paramos para degustar o primeiro lanche na Europa. De volta ao aeroporto, as 3 horas até o vôo sair foram bem demoradas e me arrependi de não ter ido passear no teleférico. Fica pra próxima!
      O vôo chegou pontualmente e algumas horas depois, pudemos do alto, visualizar o solo italiano. Do aeroporto Fiumicino, pegamos as malas e com meu italiano básico fomos perguntando onde poderíamos pegar o Leonard Express, um trem que saia do aeroporto e ia diretamente a Roma Termini, a estação principal de Roma. Em 30 minutos, chegamos a estação simplesmente encantadas e um pouco incrédulas de estar na Itália. A hospedagem escolhida ficava a apenas duas ruas de distância da estação e lá fomos nós... Deixarei aqui o nome do lugar em que ficamos " Rome Termini Guest House" que consiste em um apartamento em que os três quartos são alugados. Tem sala, banheiro compartilhado e uma cozinha muito bem equipada. Fica apenas a uns 3 minutos a pé da estação Termini e o dono é simplesmente muito simpático e solícito. Recomendo demais! Chegamos cansadas da longa viagem mas muito felizes. E fomos nos organizar para o dia seguinte. 
      *Valores:
      -Bilhetes ida e volta do Parque das Nações: 7 euros 
      -Bilhete de entrada do oceanário: 19 euros
      - Bilhete do Leonard Express: 15 euros
      - Comida: 15,50 euros
      Total: 56,50
       
      Dia 02    04/05    Capri 

      Acordamos cedo e fomos a estação Roma Termini onde tomamos café. O trem sairia as 07:29 com previsão de chegada as 09:29 em Nápoles. A estação é grande e bem organizada. Não tivemos problema nenhum, mas preste bastante atenção a plataforma em que o seu trem está... e também atenção ao nome da estação em que você vai descer. Nós compramos os bilhetes de trem ainda aqui no Brasil pelo site da Trenitalia. Então, no nosso caso, bastava mostrar o bilhete impresso ou no celular para a pessoa da plataforma e dentro do trem. Chegando em Nápoles, estava chovendo muito. Saímos da estação para pegar um táxi que nos levasse ao porto. E havia fila! Fila para pegar o táxi. Quando um taxista aparecia, a primeira pessoa da fila ia até ele. E ninguém furou a fila! Esperamos alguns minutos até que conseguimos um táxi que nos levou ao porto de Nápoles, de onde saíam barcos até a ilha de Capri. O motorista, simpático, conversava conosco falando bem devagar para que entendessemos. Chegando no porto, a chuva  havia dobrado. Corremos até o guichê e compramos o bilhete de um barco que sairia em três minutos! Corremos como loucas pelo porto debaixo de chuva para conseguirmos pegar o barco e... Não conseguimos! Voltamos ao guichê, explicamos a situação e nos informaram que o bilhete valia também para o próximo barco. Esperamos, e não demorou nada até que outro viesse. O barco era grande, tinha dois andares e apesar da viagem levar 45 minutos mais ou menos e estar chovendo, a viagem foi muito tranquila. Chegando a Marina Grande (o porto da ilha de Capri), fomos procurar o guichê para comprar o bilhete do funicolar, que nos levaria a uma parte mais alta da ilha, que era de fato, Capri. Descobrimos, ainda no porto, que por conta do tempo, os passeios a famosa gruta azul estavam cancelados. 😢 Fica para uma próxima.
       

                        Funicolar e vista de Capri 
      Subindo no funicolar, dá para perceber o quanto Capri é linda! Com a neblina por causa da chuva, ela ficava com um aspecto quase mágico. No centro de Capri haviam muitas lojas e restaurantes administrados por famílias italianas e em um desses lugares que resolvemos almoçar: comi a primeira pizza italiana. E constatei que ela é de fato, sem igual!!! Experimentei também a primeira bebida alcoólica européia: Limoncello, uma bebida feita a base de limão. Muito boa!

                                 Pizza e limoncello
      Com a barriga cheia, fomos andar pela ilha. E o segredo é andar sem rumo.As ruazinhas são bem estreitas tanto que os meios de transporte que vimos foram bicicletas... e caminhando a esmo, fomos apreciando a vista da ilha. Como estava chovendo, desistimos de subir a parte mais alta da ilha: Anacapri. Depois de descermos até a Marina Grande, experimentei o primeiro sorvete italiano.

                                  Vista de Capri

                               Ruazinhas de Capri 

                        Detalhe para a cor da água 
       

                           Gelato na Marina Grande 

                                  Marina Grande 
      E realmente é de pedir bis! Retornamos no fim da tarde ao porto de Nápoles e pegamos novamente um táxi até a estação, onde experimentamos o famoso atraso dos trens da região. O trem atrasou um pouco (dava pra ver pelo painel) e acabamos encontrando uma lojinha com muitas  guloisemas baratinhas... de volta a Roma por volta das 20, compramos sanduíches e sucos para comermos no hotel. 

                    Sanduíche da estação Termini 
      *Valores
      - Táxi ida e volta: 35 euros
      - Barco ida e volta: 43,50 euros
      - Funicolar: 4 euros
      - Comida: 30 euros
      - Comprinhas: 21 euros
      Total: 133 euros 
       
      Dia 03    05/05    Roma
      Pudemos acordar um pouco mais tarde porque nesse dia iríamos passear por Roma. Havia feito uma pesquisa de coisas que gostaríamos de ver e fiz um roteiro com os lugares a se visitar. Por conta das ruas de Roma não serem um quadrado ou retângulo perfeito, como estávamos acostumadas, era muito fácil nos perdermos mesmo com mapa. Não conseguimos visitar uns dois lugares porque simplesmente não os encontramos. Listarei os lugares que visitamos nesse dia:
      • Santa Maria Maggiore 

      É, segundo dizem, a Igreja mais antiga de Roma. É belíssima! Na verdade, todas as igrejas de Roma  são lindas, com tantos detalhes que você não sabe se olha para o chão, paredes ou teto. Vale a visita!
      • Basílica São João de Latrão
      Infelizmente não conseguimos encontrá-la, mas eu gostaria de conhece-la pelo fato dela ser a basílica oficial do Papa. Sim, a basílica oficial não é a de São Pedro no Vaticano. 
      • Termas de Caracalla
      Também não conseguimos encontra-la. Eram banhos públicos. Era um importante lugar de encontro entre a sociedade romana.
      Enquanto procurávamos o Circo Massimo, eis que somos arrebatadas por essa visão: 

                           O "pequeno " Coliseu
      Nosso passeio por um dos cartões postais da Itália será em outro dia. Portanto, deixemos ele de lado por enquanto.
      • Circo Massimo
      Era um antigo circo romano, onde aconteciam corridas de cavalo. Um dos conhecidos "pão e circo". Ele não parece grande coisa, mas se você soltar sua imaginação, pode até imaginar esse lugar durante a Roma Antiga e tenho certeza que você terá ao menos um arrepio.

      • Boca della Veritá
      Era um dos pontos altos do dia. A boca da verdade, em português, é uma máscara de mármore com as feições de Poseidon que fica dentro da Igreja Santa Maria in Cosmedian (que é belíssima e vale a visita).
      A Boca della Veritá é um dos mais curiosos objetos que podemos ver em Roma e existe uma lenda por trás dela: dizem que se um mentiroso colocar sua mão dentro da boca, ela será arrancada! Foi um dos lugares em que tivemos que esperar na fila, por conta da quantidade de pessoas a fim de tirar uma foto. E claro que eu tirei também:

      • Basílica de Santa Sabina
      É uma basílica bem simples em comparação as outras. Ela foi construída em homenagem a Sabina, uma mulher de família nobre que se converteu ao cristianismo. Essa basílica também foi sede de um conclave. 

      • Porta Portese
      É simplesmente a feira de rua mais famosa de Roma.Esse lugar é incrível se você estiver procurando variedade e preços baixos em questão de souvenirs. Foi lá onde eu comprei meus dois casacos de frio, que usei durante toda a viagem, por uma bagatela de 10 euros! Só não tirei foto! Mas se for possível, visitem! Dica: ela só funciona dia de domingo.
      •Isola Tiberina
      Nem imaginei que isso pudesse acontecer: uma ilha em forma de barco que se formou no meio do rio Tibre! E no meio da cidade! A ilha é minúscula e abriga um dos mais antigos hospitais da cidade!

      • Santa Maria in Trastevere
      É a igreja mais importante de um dos bairros considerados mais antigos e tipicamente italiano: o Trastevere. E de fato, o bairro é simplesmente muito aconchegante, sendo escolhido por muitos como local de hospedagem.

      • Gianicolo
      É um jardim natural que fica em um nivel mais alto da cidade, e tem uma belíssima vista. Nesse momento, queria comentar sobre um fato interessante: enquanto procurávamos pelo Gianicolo, perguntamos a uma senhora no meio da rua onde ficava o jardim e ela simplesmente disse que nos acompanharia até lá. Esse exemplo serve para ilustrar um fato que gostaria de frisar: os italianos são muuuuuuito gentis! Em toda a nossa estadia no país, lembro apenas de uma situação em que uma mulher nos ignorou no meio da rua, mas de resto? Sempre fomos muito bem atendidas principalmente no meio da rua ao pedir uma informação. Outra coisa muito interessante também é a questão de a maioria dos italianos falarem inglês. Eles falam e falam muito bem! Eu tentava manter a conversa em italiano, já que estudo a língua, mas realmente não tinha jeito.

      • Campo di Fiori
      Esse foi um momento tenso. Depois de sair do Gianicolo, fomos em busca do Campo das flores, em português. E aí nos perdemos! Andamos, andamos, andamos e não chegávamos a lugar nenhum. Mesmo com o mapa, não adiantou. Nesse momento, percebemos a falta que a internet móvel fazia. (Decidimos não comprar o chip internacional, já que tínhamos mapa e internet na hospedagem). Depois de encontrarmos uma alma bondosa que ficou altamente surpresa, pelo fato de estarmos bem longe do nosso destino, voltamos a andar e quase 1 hora depois, finalmente, debaixo de chuva (sim, pra piorar, começou a chover) chegamos ao Campo di Fiori! Que se mostrou uma tremenda decepção! Porque apesar de Maio ser primavera na Europa, quem deu a cara foi a chuva, ou seja, nada de flores e nada de fotos.
      • Piazza Navona
      Agora sim!!! Um dos lugares mais esperados por mim! Além de ser uma das praças mais conhecidas de Roma, ela também guarda uma das mais famosas fontes: A fontana dei quattro fiumi ou fonte dos quatro rios. Essa fonte foi construída a fim de representar os 4 rios mais importantes da época: Nilo, Ganges, Danúbio e o Prata. Para quem é fã de Dan Brown (como eu!) não pode deixar de visitar essa fonte que é palco de uma das principais cenas do livro/filme "Anjos e Demônios". E se não tá bom, a praça ainda guarda a embaixada brasileira. Acho que depois disso tudo, a visita vale muito a pena!

      Piazza Navona com a fonte dos quatro rios ao                                          fundo

                    A outra fonte da praça: Poseidon

              Detalhe da base da fonte dos quatro rios
      • Panteão 
      Esse foi o primeiro lugar da viagem que me arrancou lágrimas! Estávamos caminhando, enquanto tomávamos um sorvete, dobramos a direita e pá, eis que o Panteão surge imenso e bem na sua cara! O susto foi tanto que o sorvete quase caiu. O Panteão é simplesmente fabuloso! Em toda a minha vida, não esquecerei o sentimento de pequenez diante dele. Ficamos um tempo paradas até termos a atitude de tirar foto por fora e finalmente entrar. O Panteão era uma das construções que mais me deixavam curiosa: como seria entrar em um templo pagão, onde antes se cultuavam vários deuses romanos, e que hoje era uma igreja católica??? Sério! É fantástico esse sincretismo, essa junção de culturas. E se eu achava que já estava impressionada o suficiente, errei. Porque não tive palavras para descrever quando entrei no Panteão, olhei pra cima e vi o óculo. Eu fiquei paralisada por uns bons minutos! Se você pensa em riscar o Panteão da sua lista de lugares em visitar em Roma, não faça isso! Porque eu voltaria a Roma somente para ve-lo! 

                  Esse nem precisa de apresentações! 

                                          O óculo 
      • Monumento a Vittorio Emmanuelle
      É um monumento criado em homenagem ao primeiro rei da Itália. E simplesmente não passa desapercebido!

      • Fontana di Trevi
      Se você acha que fontes não tem graça, tenho certeza que você mudaria de opinião ao ver essa fonte. De longe, já conseguíamos escutar o barulho da água. E assim como no Panteão, a fonte pega você de surpresa ... você vem andando e pá, ela surge gigantesca e esplendorosa! Perdemos a fala durante uns bons minutos contemplando a estátua de Poseidon e seus cavalos... depois de sair do transe,tiramos várias fotos uma da outra, até que uma turista tirou foto de nós duas. E claro, realizamos o ritual tão famoso ligado a Fontana di Trevi: jogar uma moedinha de costas para a fonte! Isso se você quiser retornar a Roma, porque diz a lenda que funciona!


      E depois de mais de 12 horas andando, chegamos na hospedagem... Não sem antes, sermos agraciadas com isso: 
                     Coliseu durante o pôr do sol 
      E isso: 

                            Típico jantar italiano
      * Valores
      Comida: 30 euros
      Total: 30 euros
      Esse foi o gasto desse dia pois fizemos tudo a pé!
       
      Dia 04        06/05      Pompeia
      Acordando cedo para mais um dia de passeio,  voltamos a estação de Nápoles para de lá, irmos a Pompéia. Chegando na estação, você deve procurar as placas que indicam a ferrovia regional e comprar no guichê o bilhete "Nápoles - Sorrento", lembrando de validar seu bilhete na máquina. Sempre bom ter em mente que o trem e o bilhete mostram a primeira estação e a última. Então a dica é ficar perto da porta que é onde tem a sinalização de cada estação e ficar atento. E para Pompéia, a atenção é dobrada, porque tem duas estações com o nome Pompeia... desça na estação " Pompei Scavi - Villa dei Misteri". A viagem leva entre 30 a 45 minutos de Nápoles. Ao chegar, você já estará na porta de entrada e passará por uma espécie de feirinha com vários itens para comprar... e é uma boa dar uma olhada nos preços para se ter uma noção, porque existe uma lojinha de souvenirs dentro de Pompéia, e dessa forma você compara e decide se compra dentro da lojinha ou na feira ao sair. Lá dentro, apresentei os bilhetes, que comprei antecipadamente, pelo celular e recebemos outro bilhetes para serem apresentados na portaria.

      Ao entrar, lá fomos nós desvendar os encantos dessa famosa cidade. Incrível perceber como uma boa parte da cidade está intacta. As ruas, os templos, algumas casas... Pegue o mapa e decida quais lugares você quer ver, porque sinceramente, não dá pra ver tudo! 

                                Mapa de Pompéia 
      Pelo mapa já dá pra perceber que percorrer todas ou  maior parte das áreas de Pompéia não é tarefa fácil! Entramos decididas a nos perder pela cidade e aproveitar, mas havia um objetivo: a área VI, a área aristocrática. Era lá onde estava a Vila dos Mistérios e uma das mais famosas casas de Pompéia: a casa do Fauno. Andamos e andamos acreditando que em algum momento encontrariamos a área VI. Não foi bem isso que aconteceu... depois de mais de três horas caminhando, ainda não tinha nem sinal da área aristocrática. Lógico que durante esse tempo encontramos, muitas vezes, sem querer, grandes pontos de destaque como o templo de Apolo, o anfiteatro, a casa do poeta trágico, a área onde estavam objetos e corpos encontrados após a tragédia e o templo de Isis  (uma deusa egípcia sendo cultuada na Itália! Olha aí o sincretismo de novo!)

                             Entrada do santuário 

                     Detalhe do santuário de Apolo 

                         Detalhe do Templo de Ísis 

            Objetos e um corpo encontrado durante as                                      escavações 

                                      Anfiteatro

      Não deu para ver o Vesúvio (vulcão que dizimou a cidade de Pompéia) por causa das nuvens
      Depois de quase desistir de andar à procura da área VI, encontramos um senhor que trabalhava lá e nos informou o caminho. E então, finalmente, conseguimos conhecer a Vila dos Mistérios, que é uma mansão que ficou muito bem conservada com seus afrescos que mostram o culto a um deus; e a Casa do Fauno, uma das casas mais ricas e mais conservadas de Pompéia que recebeu esse nome pela estátua de um fauno na entrada da casa.


                     Pausa para uma foto espirituosa
      Depois de várias horas caminhando, terminamos nosso passeio, não sem antes passar pela lojinha de souvernirs e comprarmos umas coisinhas... 

      Trouxe essa borracha de Pompéia porque fiquei      louca por ela e ela está maravilhosa como                            enfeite na minha estante!

                          Na saída de Pompéia 
       Após sair, fizemos todo o caminho de volta, pegando o trem regional de volta a estação Napoli Centrale. A idéia era conhecer um pouco de Nápoles mas estávamos simplesmente exaustas e resolvemos voltar para Roma. O passeio pela Da Michele (pizzaria que aparece no filme Comer, Rezar, Amar) ficaria para uma próxima vez. E como de praxe, o trem atrasou.  E nesse dia, houve um problema com o trem e tivemos que descer e esperar por outro trem. Foi uma confusão só! 😓 Apesar de que, ganhamos um lanche da companhia por causa do transtorno. Lanche que serviu como nosso jantar! Por isso, nas estações fiquem atentos sempre! Como conclusão e dica do dia de hoje: vá com sapatos confortáveis! Eu estava de tênis e mesmo assim meus pés sofreram bastante!
      *Valores
      - Passagem de trem Nápoles/Sorrento ida e volta: 6 euros
      -  Comida: 20 euros
      - Lembrancinhas: 15 euros
      Total: 41 euros
       
      Dia 5      07/05  Roma e Vaticano
      Esse era o dia da visita mais requisitada por quem  vai a Roma: Coliseu e Fórum Romano/Palatino. Tenho que dizer que apesar de ver a grandiosidade do Coliseu por fora, eu não tinha um enorme interesse em vê-lo por dentro. Entramos direto no monumento pois os bilhetes já haviam sido comprados antecipadamente pelo site. Quando vi o tamanho da fila para comprar o ingresso na hora, percebi que valeu a pena pagar um pouquinho mais caro comprando pela internet. Passamos pelo fabuloso Arco de Constantino e entramos no Coliseu. Apesar de não esperar tanto, não posso negar que prendi a respiração ao entrar. Entramos e passeamos primeiramente por uma exposição que estava acontecendo no momento, só depois, de fato, adentramos no monumento. A amiga que estava comigo, Annya, ficava repetindo "Cris,que lindo!" Ela foi fisgada 100% pela magia do Coliseu. Enquanto eu fiquei surpresa pela grandiosidade, mas só. Acabei recordando de todo sofrimento que aquele lugar carregava: todas as mortes que serviram apenas de diversão para os espectadores. Esse fato acabou tirando praticamente todo o encanto que eu poderia ter. Mas em relação a arquitetura, realmente é de cair o queixo! Andamos por toda a parte, para de fato, tentarmos conhecer o máximo possivel. A visita durou bem menos do que eu imaginava e creio que 1 hora depois ou menos, já estavamos indo visitar o Fórum Romano e o Palatino. ( com 1 ingresso, você visita as três atrações: Coliseu, Fórum Romano e o Palatino).


                                 Coliseu por dentro

              Fotinha de comprovação: "Eu fui, eu tava"

           Annya, a minha companheira de aventuras

                  Coliseu, Arco de Constantino e eu 
      Passamos pelo Arco de Tito e entramos no Palatino, que é na verdade um conjunto de obras públicas com grande importância cultural,  já que foi aqui, em uma das sete colunas que circundam Roma, que a cidade nasceu. Em outras palavras, Palatino é a colina da lenda da loba e de Rômulo e Remo.
      Esses dois lugares me deixaram mais impressionada! Caminhar por essas ruínas, imaginando a quantidade de imperadores que também caminharam por aqui,  é de arrepiar todos os cabelos da cabeça. O lugar é enorme e a dica é pesquisar antes o que se quer ver... no nosso caso, só queríamos passear a ermo. Encontramos as ruínas de casas pertencentes a diversos imperadores e templos. Encontramos até um jardim bem conservado e bonito. 

      Mapa da área (dá pra perceber que não é nada                                    pequeno)

                                   Arco de Tito 

             Pausa para encher a garrafinha de água 
          Sim! As fontes espalhadas por Roma são potáveis! Uma excelente economia porque não precisávamos comprar garrafas e garrafas de água todo dia. E pode confiar, bebi água das fontes e estou aqui vivinha para contar a história. 

                                          Palatino

            Domus Flavia: uma parte do que compunha            os aposentos do imperador Domiciano



                  Uma visão do Fórum Romano de cima
      Após perambular pelo Monte Palatino, descemos ao Fórum Romano que tem várias construções. Entre elas: 
      • Templo de Rômulo 


              Detalhe do teto do templo de Rômulo 
      • Templo de Castor e Pólux (e o primeiro templo do Fórum)

           O que restou do templo foram três colunas
      • Templo de Saturno

      • Casa e templo das virgens vestais
      Esse era o lugar que eu mais queria ver! Aqui eram onde seis virgens tinham o dever de nunca deixar o fogo sagrado dentro do templo se apagar. E essa tarefa durava praticamente a vida toda! 

                          Casa das virgens vestais 

         Pátio do que foi o templo das virgens vestais 

      Estátua representando uma das virgens (só                      faltou a cabeça da coitada) 
      E dessa forma, terminamos a visita da manhã!

                                E a tarde: Vaticano! 
      A tarde estava reservada aos Museus do Vaticano. E sem dúvidas, era um dos passeios mais esperados! Depois do combo Coliseu/Palatino/Fórum Romano que fizemos pela manhã, paramos em um restaurante para almoçarmos. Pedi uma pizza de frango e minha amiga resolveu seguir meu exemplo. Porém, o que não imaginávamos era que uma pizza serviria muito bem a nós duas. Para deixar claro: as pizzas italianas são menores que as nossas mas em compensação são bem mais recheadas! Nós duas juntas comemos uma e ficamos empanturradas e tivemos a ideia de deixar a segunda pizza na hospedagem para jantarmos a noite.

      Eis que surge um problema: a visita aos museus tinham hora marcada e pensamos se daria tempo ir até a hospedagem e voltar a estação Roma Termini. Decidimos pela questão da comodidade, ir deixar a pizza. Na volta viemos super apressadas, compramos o bilhete para o Vaticano e na estação... nos perdemos!!! Sério! Foi desesperador! Porque eu não podia acreditar na possibilidade de perder essa visita. Depois de procurar e procurar finalmente achamos a escada que levava a plataforma certa. Entramos no trem e em poucos minutos saímos na estação. O desespero deu lugar a admiração quando avistamos os muros do Vaticano. Creio que foi um dos momentos mais impactantes da viagem. Entretanto, ver a praça e a Basílica de São Pedro ficaria pra depois. Achamos a fila para entrar com os ingressos e ufa! Deu tudo certo! Apesar do atraso conseguimos entrar sem problema nenhum. Lá dentro, foi meio bagunçado! Muita gente falando muitas línguas diferentes. Muito barulho, muita confusão! Depois de um tempo, finalmente encontramos onde trocava o ingresso comprado no site e partimos para desbravar um dos maiores museus do mundo! Estava muito lotado!!! Resolvi segui uma dica que havia lido em algum lugar: passar rapidamente pelas primeiras galerias e ir direto a Capela Sistina.E aqui deixo uma dica preciosa: NÃO FAÇAM ISSO! Porque eu me arrependi amargamente. Na dica que li, dizia que dava para retornar e ver tudo com calma. E não é bem assim. Depois que você entra na Capela Sistina, você não pode retornar pelo caminho que veio. Me senti altamente triste em não contemplar uma boa parte do que estava exposto. Chegando na Capela Sistina tive um sobressalto, porque assim que olhei para o teto, não vi a famosa pintura de Michelangelo, onde Deus quase toca o dedo do homem. O que vi foram pequenas pinturas espalhadas ao longo de todo o teto. Confesso que até pensei estar no lugar errado! " Como assim? Cadê a pintura?" Depois de um tempo olhando para cima, finalmente a achamos! E eis que descobri que meu pensamento estava errado! Acreditava que essa pintura ocupava todo o espaço do teto da Capela e não é isso. Ela, na verdade, é bem pequena e faz parte do emaranhado de pinturas que decoram o teto. Vivendo e aprendendo! Depois de contemplar o teto (sem fotos! Pq é probido tirar fotos ou gravar vídeos), tentamos voltar por onde viemos e foi aqui que tive a decepção descrita mais acima. A sorte é que o museu é gigantesco e após sairmos da capela, ainda tinha muito pra se ver. Passamos umas 4 horas dentro do museu e creio que não chegamos nem perto de ver a totalidade de suas obras. Percebi então, que por mais disposição e tempo que você tenha, não dá pra ver tudo! Dentro do museu, encontrei uma lojinha e comprei alguns souvenirs.

                                         Terço 

      Imã de geladeira da pintura de Michelangelo na                            Capela Sistina 

                  Medalhinha do Papa João Paulo II
      E agora segue algumas fotos do museu: 





                        Zeus dando o ar da graça 

                  As escadas que dão para a saída 

      Saindo dos museus, fomos até a praça. Entrando na Praça de São Pedro e ficando de frente para a Basílica foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida! Quando fiquei de frente para a Basílica uma emoção inexplicável tomou conta de mim e chorei por vários minutos. Depois de um tempo, fomos para a fila para entrar na Basílica de São Pedro. A entrada é gratuita, porém, por causa da quantidade de pessoas, uma fila é necessária. Entrando na Basílica, demos logo de cara com a Pietà, famosa escultura de Michelangelo, que retrata Jesus morto nos braços de sua mãe. A basílica é lindíssima! E como em muitas igrejas, você não sabe se olha para o chão, teto ou paredes... parece quem em cada canto, há algo para se ver.


                                            Pietà

      Local onde está sepultado o Papa João Paulo II            dentro da Basílica de São Pedro 
                Dentro da Basílica de São Pedro 
      Ao sairmos da Basílica, outra atração surge: A Guarda Suíça, que é a guarda de segurança pessoal do Papa e as forças armadas do Vaticano. Não se enganem pela vestimenta, a guarda suíça é uma das forças de segurança      mais treinadas do mundo. 

                                  Guarda Suíça 
      Após voltarmos a Roma, depois de conhecer o menor país do mundo, fomos em busca da Igreja Santa Maria della Vittoria, que ficava perto da hospedagem. Essa igreja é bem pequena em relação as outras, mas é bem famosa por conta da obra de um famoso escultor chamado Bernini, “O êxtase de Santa Teresa”. Essa obra até hoje é tema de discussões, pois há quem diga que as expressões de Santa Teresa são meio, bem, eróticas. Fica aí essa curiosidade.

                   Igreja Santa Maria della Vittoria 

                       O êxtase de Santa Teresa 
      Depois de um dia de tantas emoções, só nos restou voltar a hospedagem, jantar e descansar para aproveitar o que seria o nosso último dia em Roma.
      *Valores
      - bilhete ida e volta Vaticano: 5 euros
      - comida: 23 euros 
      - souvenirs: 20 euros
      Total: 49 euros
       
      Dia 06         08/05     Vaticano e Roma
      Acordamos cedo porque dia de quarta no Vaticano, ocorre a audiência papal. Enquanto lia sobre a viagem, acabei encontrando informações esse evento semanal. Toda quarta, se o Papa não tiver compromisso, ele sai a Praça de São Pedro e lê uma oração em italiano que é traduzida em várias línguas inclusive em português, por padres diversos. No final de tudo isso, ele convida as pessoas presentes a rezar um pai nosso e uma ave maria e na maioria das vezes passeia pela praça em seu veículo, conhecido carinhosamente por papa móvel. Qualquer pessoa que entra na praça, pode participar do evento. Mas em pé. Já algumas pessoas conseguem sentar em cadeiras colocadas justamente para esse evento e conseguem apreciar a cerimônia mais confortáveis. Para conseguir sua cadeira, você precisa mandar um email com meses de antecedência ao escritório do Papa, dando algumas informações como nome e quantidade das pessoas que irão participar etc. E nós conseguimos o convite! Que deveria ser trocado no próprio Vaticano. Infelizmente, não conseguimos realizar a troca pois quando chegamos, encontramos o portão onde se realiza a troca, fechado. 😥 Todavia, não teve problema nenhum porque o sentimento que tivemos em estar naquele lugar, naquele momento é tão bom que não ligamos de ficar em pé. Annya, minha amiga que estava comigo, não é católica mas ficou emocionada tanto quanto eu. Quando a oração foi traduzida para o português, descobrimos que tinham bem mais brasileiros ali do que imaginávamos. Muitos gritos e várias bandeiras brasileiras foram levantadas! Uma festa só! Depois de algumas horas, a cerimônia foi encerrada e o Papa Francisco deu uma voltinha no papa móvel. Mas infelizmente estávamos bem longe, mas ainda conseguimos ter o gostinho de poder vislumbrar o santo padre.

         Brasileiras turistando na Praça de São Pedro

               Praça lotada durante a audiência papal 

      Um pontinho branco, a esquerda: é o Papa,                                      minha gente!

               Última foto da Basílica de São Pedro 
      Depois que a multidão se dispersou, fomos almoçar. E ficamos perambulando até achar a porta de entrada para um dos passeios mais magníficos que fizemos nessa viagem: descemos até a Necrópole. Necrópole significa cidade dos mortos e a Necrópole Vaticana fica a vários metros abaixo da Basílica de São Pedro. Sendo bem prática, é um cemitério que foi soterrado ainda na época do então imperador Constantino. Ele o aterrou para construir o que viria a ser a primeira basílica de São Pedro. Esse desejo do imperador, consistia em uma homenagem: construir a Basílica em cima dos ossos de São Pedro, já que existia e ainda existe a forte suposição de que o apóstolo que foi escolhido para ser a base da igreja católica, estaria enterrado nesse cemitério. Após muitos anos, o Papa Pio XI, desejando ser enterrado próximo aos ossos de São Pedro, deu início a uma série de escavações que culminaram na descoberta do cemitério praticamente intacto e do lugar que segundo relatos históricos se encontram os ossos de São Pedro. Estava muito animada com esse passeio! E nossa guia era brasileira!
      Dentro da necrópole não se pode tirar fotos ou gravar vídeos, por isso não tenho nada disponível nesse sentido, mas creio que na internet existam fotos. Éramos um grupo de 10 pessoas, todos brasileiros. Fomos informados também de usar a mochila ou bolsa na frente, a fim de evitar raspar nas paredes, porque o espaço era bem apertado. Lá fomos nós, penetrando por baixo da Basílica de São Pedro, e ouvindo as explicações da guia. Ela deixou bem claro, que não se tem 100% de certeza, mas acredita-se que os ossos são sim, de São Pedro. Foram feitos vários testes que comprovaram que a idade, causa da morte (se não me engano), sexo e idade batiam com a de São Pedro. Outra coisa que permite ter mais certeza é o local em que foi encontrado. Segundo relatos datados, os ossos de São Pedro estariam dentro de uma pequena caixa chamada “Troféu de Gaio", santuário localizado perto de uma parede com grafitos escritos em latim. Tudo isso foi repassado pela nossa guia. O passeio dura entre 1 hora e 1 hora e meia. Passamos por várias tumbas, de cristãos e pagãos, praticamente intactas ... o espaço, como eu falei, é apertado a ponto de precisarmos em vários pontos, andar em fila indiana. Por conta disso, o passeio não é recomendado para pessoas claustrofóbicas. Estar ali, naquele lugar, é ser transportado no tempo e na história. A guia nos explicava que quase tudo que víamos era de fato, da época do Imperador Constantino, ou seja de mais de 2.000 mil anos atrás! Depois de passearmos entre várias tumbas , chegamos de fato, ao lugar onde ao que tudo indica está os ossos de São Pedro. Foi um momento único! Tanto histórico quanto religioso! Finalizamos o passeio, estupefatas por tamanha experiência! Então, se puderem, façam esse passeio! Vale muito a pena!

                      Necrópole Vaticana(foto da internet)

            O troféu de Gaio (foto retirada da internet)
      Capela onde se reza diante dos ossos de São                 Pedro (foto retirada da internet)
      Após o magnífico passeio a Necrópole, fomos conhecer o famoso Castel St Ângelo, ou castelo do anjo. Esse monumento já foi mausoléu, já foi prisão e hoje é um museu. Uma curiosidade em relação ao porque desse nome: durante a Peste Negra que assolou a Europa, o Papa teve um sonho em que o Arcanjo Miguel brandia sua espada em cima do castelo e aquilo foi um sinal de que estava chegando ao fim essa tão temida epidemia. Por causa disso, uma estátua do Arcanjo Miguel foi posta exatamente no lugar onde teria aparecido em sonho. A construção é magnífica! Infelizmente, não havíamos comprado ingresso antecipado e por isso se quiséssemos entrar, teríamos que enfrentar uma fila. Mas ao avistarmos o tamanho da fila, desistimos. Mas só a vista, tanto do castelo, quanto da ponte que leva até ele, com os anjos esculpidos do artista Bernini, vale super a pena! E ah! Outro detalhe é o chamado Il Passeto, um corredor que liga o castelo a Basílica de São Pedro.

             Castel St' Angelo e a ponte com os anjos
      Já era noite e aproveitamos o resto da luz (em Roma, só escurece por volta das 20) para visitar uma igreja que queria muito ver: Santa Maria del Popolo. Andando um pouco e pedindo algumas informações, a encontramos. Infelizmente ela estava em reforma e por isso não pudemos apreciar sua fachada natural. Adentrando na igreja, percebemos que ela é formada por várias capelas, e uma das mais conhecidas é a Capela Chigi, que tem um óculo no chão e contém uma famosa escultura de Bernini “Habacuc e o Anjo". Depois do livro Anjos e Demônios de Dan Brown, o número de turistas triplicou. E fiquei super feliz de cumprir meu roteiro de conhecer todos os lugares citados nesse livro de Dan Brown!

           Santa Maria del Popolo, a esquerda da foto

               Capela Chigi e " Habacuc e o anjo"
      E aqui retornamos a hospedagem passando antes pela Piazza da Spagna e conhecendo a Fontana della Barcacia.

                       Fontana della Barcacia 

            Famosa escadaria da Piazza da Spagna
      Voltando a Roma Termini, fomos ao Mercado Centrale, o mais famoso de Roma e que fica dentro da estação. Lá provei uma das iguarias culinárias de Roma: 

                                      Trapizzino
      Retornamos para a hospedagem para nossa última noite de sono em Roma, já que bem cedo, na manhã seguinte, partiríamos para Florença.
      •*Valores
      - trem ida: 2,50 euro
      - comida: 25 euros
      Total: 27,50 euros
      E aqui, termina a primeira parte dessa viagem!   
       
      Dia 07          09/05       Florença 
      Acordamos bem cedo para pegarmos um dos primeiros trens para Florença. A viagem dura poucas horas e então, chegamos a uma das cidades mais lindas que já vi na minha vida! Primeiramente, tivemos uma pequena chateação. A hospedagem só nos receberia por volta das 14 e não eram nem 8 da manhã. Resolvemos deixar nossas coisas no depósito de bagagem da estação Santa Maria Novella. Só que não sabíamos onde ficava! Perguntei a uma pessoa que nos deu uma direção, sendo que logo em seguida outra pessoa nos deu outra. Foram longos 10 minutos até achar o bendito depósito. Depois de deixarmos as malas e levar conosco dinheiro, passaporte e umas coisinhas mais, fomos desbravar a capital da Toscana!
      Primeira observação: Florença é um ovo!!! Muito pequena! Principalmente em comparação a Roma. E além de ser pequena, ela tem charme! Sim, Firenze (seu nome italiano) é altamente charmosa e encantadora! Uma das minhas cidades favoritas em toda a viagem! Eis os pontos em que passamos:
      • Basílica de Santa Maria Novella Ela fica praticamente em frente a estação. Então não tem como não vê-la. Mas estava em reforma, por isso não entramos.

      • Santa Maria del Fiore ou Duomo
      Pra variar, nos perdemos kkkkkkk mas sugiro que você faça isso! Se perca pelas ruas de Florença, porque em algum momento você passa por todos ao lugares mais famosos. Tentando achar o Mercato Centrale, deparamos com o Duomo. E que construção fantástica!!!! Gigantesca a ponto de me fazer soltar uma longa exclamação e fitar o monumento de boca aberta durante uns bons minutos! Santa Maria del Fiore se encontra em uma praça, onde também se encontra o Batistério de San Giovani. A fila para entrar no Duomo era enorme. A praça estava realmente lotada! Decidimos não entrar. Nem no Batistério e essa foi uma decisão que me arrependo amargamente! Pois gostaria der ter visto por dentro e ter tido a oportunidade de ver de perto a máscara mortuária de Dante Alighieri. Fica para uma próxima vez, se houver! Fiquem então com as fotos!

                               Duomo e o Batistério 

      • Palazzo Vecchio
      E para não perder o costume: nos perdemos de novo! De repente, passando por uma rua, ouvimos um jeito de falar meio característico... e perguntamos a um casal que vendia coisas em uma tenda “ brasileiros?” e a resposta” brasileiros não, baianos!!!” kkkkkk Foi um dos melhores encontros que tivemos! Esse senhor nos ensinou a andar em Firenze inteira, praticamente. Seguindo as instruções dele, achamos a piazza della Signoria, não antes sem passarmos pelo Museu Casa de Dante (aliás, você verá Dante Alighieri em cada canto de Florença, e se você não recorda quem era esse rapaz, ele era o autor de “ A Divina Comédia “ e tinha Firenze como sua terra natal). Ao chegarmos a piazza, perdi novamente o fôlego ao avistar o Palazzo Vecchio! Hoje é sede da prefeitura e guarda um museu de arte. Entramos e pudemos visitar apenas o primeiro andar, já que não tínhamos o ingresso. Sua estrutura é bem antiga e só pelo fato de ser um palácio de verdade, já justifica o motivo da visita. Ainda na praça tem outros elementos que chamam a atenção: a fonte de Netuno, uma praça com esculturas que funcionam como um museu a céu aberto e uma das esculturas mais famosas: Davi, de Michelangelo. Não o de verdade, é claro! O verdadeiro se encontra na Galeria dell’ Academia, porém, não compramos o ingresso para essa galeria e sim para a Galeria degli Ufizzi, que falarei mais a frente. Apesar de não ter visto o verdadeiro, a réplica nos satisfez e muito! Davi é simplesmente perfeito!!! Dá para ver até os músculos definidos da escultura! Simplesmente espetacular!

                               Estátua de Netuno

                                 Palazzo Vecchio 

            Palazzo Vecchio, uma pequena amostra de               esculturas a direita e Davi, a esquerda
      • Ponte Vecchio e Palazzo Pitti
      Em Florença, tudo me deixava encantada! Até o simples caminhar pelas ruas... passamos pela Ponte Vecchio, uma ponte de pedra suspensa sobre o rio Arno. Famosa por ter várias joalherias. Atravessando-a, seguindo em linha reta, em poucos minutos, nos deparamos com o Palazzo Pitti. Uma construção renascentista que serviu de morada para umas das mais conhecidas e ricas famílias: os Médici, famosos por serem os principais mecenas de sua época. Hoje, o Palazzo funciona como museu e está atrelado a um imenso jardim que é como um museu ao ar livre, o qual visitaremos em outro dia.

                                     Palazzo Pitti
      • Fontana del Porcellino
      Encontramos próximo ao Palazzo Vecchio, o Mercado Novo, que é uma das feiras no coração de Firenze. Porém, essa feira tem um personagem bem peculiar: Porcellino, uma estátua de um javali que é um dos cartões postais da cidade. Dizem que se você quiser voltar a Florença, deverá esfregar o focinho desse animalzinho! Quase não o avistamos, tamanha a quantidade de pessoas ao seu redor. Mas apesar disso, lá fomos nós esfregar o bichinho!

                                      Porcellino ❤
      • Mercato Centrale
      Passamos rapidamente por outra feira da cidade: Mercado de São Lorenzo. E logo ao lado, está o principal mercado de Firenze! O Mercado é muito grande e com muita variedade de comidas! Fomos lá que por volta das 13 horas, saciamos nossa fome! Voltamos a estação, pagamos o depósito, recolhemos a nossa bagagem e lá fomos nós para a hospedagem! Mesmo com o mapa em mãos, nos perdemos! É, isso, está virando costume. Chegou em um ponto em que não aguentavamos mais andar e parei em posto da polícia para pedir ajuda, só para descobrir que a rua que procurávamos era a rua ao lado! Chegando a Allegro House, nos encontramos com nossa anfitriã e finalmente pudemos descansar! Estávamos muito cansadas porque nesse dia acordamos as 5 da manhã, andamos sem parar e ainda tinha todo o cansaço acumulado da passagem por Roma. Não saímos mais esse dia, jantamos pizza que trouxemos do Mercado, organizamos nossas coisas e descansamos para o dia seguinte! •
      *Valores:
      - Comida: 30 euros
      - Lembrancinhas: 15 euros
      Total: 45 euros
       
      8° dia      10/05/19     Florença 
      O objetivo principal desse dia era a Galeria Uffizi, a mais famosa de Florença. Acordamos por volta das 7 da manhã. Tomamos café em um local bem típico e partimos.

      O nosso horário seria as 8:30 da manhã. Chegando lá, troca-se os ingressos impressos no site por outros e adentramos na galeria. A fila para quem não havia comprado antes estava bem grandinha, então valeu muito a pena a compra antecipada de ingresso.

      E o que dizer da Galeria Uffizi? Fabulosa! Mas enorme! Nossa, lembro detalhadamente da dor que senti nos pés de tanto caminhar. A galeria tem dois andares e corredores gigantescos que também servem como espaço artístico: paredes e tetos são cheios de pinturas, além de muitas esculturas estarem presentes. Os corredores tem salas que se ligam uma a outra... então foi meio difícil organizar esse passeio, mas decidi olhar as salas e em determinado momento voltar e ver todas as obras nos corredores. E eis um aviso: cansa muito! Parece que a galeria tem infinitas salas e obras para se ver. Tenha o pensamento que não da para ver tudo. Encantada com as obras, eu tentava tirar fotos de tudo, mas em um determinado momento, não consegui mais.
      Uma sugestão é pesquisar antecipadamente quais obras fazem parte da galeria e procura-las, o restante do tempo, pode-se passear a esmo. Assim, você sente que não perdeu nada, mesmo sem percorrer todos os espaços. Após percorrer todo o corredor, em uma faz janelas temos uma obra a parte: uma outra visão da Ponte Vecchio. Já no segundo corredor, eu estava tão cansada que parei e sentei em um dos bancos dispostos no corredor. Fui caminhando e tirando fotos daquilo que realmente me interessavam muito. Depois de quase quatro horas, saímos da galeria, encantadas com a arte contida lá dentro. Tenho, pois, que chamar a atenção para obras que eu mais queria ver... O Nascimento de Vênus é deslumbrante! Eu dobrava um corredor para entrar em outra sala quando o quadro praticamente surge na sua frente... soltei um “oh!” de surpresa. Fui até a minha amiga, sinalizei que me seguisse e apontei para o quadro, e ela soltou o mesmo “oh!” kkkkkkk creio que tanto pela surpresa em que o quadro parece se materializar na nossa frente ou pela beleza artística da peça ou pelo fato de se ver ao vivo um quadro que víamos apenas em fotos ou todas as alternativas citadas acima.
      Segue fotos de algumas obras:





          Escudo com o rosto da Medusa, Caravaggio

              O Nascimento de Vênus, de Boticelli

           Vista da Ponte Vecchio de dentro da galeria
      A tarde, resolvemos passear pelos jardins de Boboli, um imenso jardim que se encontra as costas do Palazzo Pitti. Caminhando para lá, encontrei um lugar que oferecia algo que eu queria muito provar em Florença: tábua de frios e Aperol Spritz. A tábua geralmente era prato a ser pedido a noite depois do horário de trabalho e consistia em literalmente uma tábua com vários pedaços de frios: queijos, presuntos, salames etc e a bebida era alcoólica a base de laranja. Tenho que dizer que foi uma excelente experiência gastronômica!



                      E o gelato não pode faltar!
      Depois de caminhar um pouco, encontramos ao Jardins de Boboli que é um belíssimo e grandioso jardim que contém várias esculturas. O jardim é enorme e por isso assim que vimos uma placa com os principais pontos, fomos lá para escolher o que mais nós iríamos querer ver. Destaco a fonte com a estátua de Poseidon no centro e a Estátua de Atena em cima de uma colina. Pela grandiosidade do jardim e pelo cansaço, não vimos tudo mas o que foi visto foi o suficiente. Vale muito a visita!







                Annya e eu nos Jardins de Boboli 
      Retornando para casa, paramos no Mercado Central para jantar e de lá seguimos para a hospedagem.
      *Valores:
      -Comida: 28 euros
      -Ingresso Jardins de Boboli: 10 euros
      - Lembrancinhas: 4 euros
      Total: 42 euros
       
      9° dia         11/05/2019          Florença Acordamos cedo também neste dia... afinal, estar na Europa e ficar dormindo até tarde não teria graça nenhuma! Apesar de voltar pra casa cedo pra descansar ao pés é bem natural em um determinado ponto da viagem. Tomamos  café perto da estação.


      Perto das 8 da manhã, pegamos o trem na estação Santa Maria Novella em direção a Pisa Rossere. Nosso destino do dia: a Torre de Pisa ou a Torre Pendente, como chamam os italianos. A viagem de trem leva um pouco mais de 1 hora. A estação não fica perto da estação... na verdade, era necessário uma boa caminhada de uns 30 minutos. Como não estávamos com pressa e gostaríamos de dar uma volta na cidade, preferimos ir a pé mesmo ao invés de ir de ônibus, como sugeriu uma policial italiana. Pisa é uma graça de cidade! Pequena e muito arborizada! Turisticamente falando o que há pra ver em Pisa de mais famoso é o que se encontra na Piazza Dei Miracoli: a torre e a Catedral. Durante a caminhada, paramos e perguntamos a um senhor se estávamos no caminho certo, ele confirmou e nos deu uma dica, que repasso agora: cuidado com ao furtos! Em um lugar com uma grande quantidade de pessoas pode acontecer furtos, então atenção! Não tivemos nenhum problema quanto a isso, mas é importante ficar atento! Visualizamos a praça de longe e antes de entrar nela, entramos em uma lojinha com diversos souvernirs e comprei um copinho que era inclinado! Finalmente na praça, surge aquele momento de admiração em ver ao vivo um lugar que você viu diversas vezes em fotos. Após o deslumbramento inicial, fomos dar uma volta pela praça e claro procurar o melhor lugar para tirar fotos bem inusitadas! E não éramos as únicas... era cada pose!


      Almoçamos por lá mesmo e após a refeição voltamos a estação para retornar a Florença. Praticamente nesse ponto da viagem, percebi que ainda tínhamos um dia e meio e já tínhamos visto tudo!!! Nesse momento, me arrependi de não ter deixado mais dias para Roma. Mas esse tipo de coisa acontece. Mas mesmo com esse fator , tenho que deixar claro que passear por Florença é uma delícia! Após dar uma volta novamente pelo Palazzo Vecchio, Ponte Vecchio, dar uma nova olhada no Porcellino, passamos pelo Mercado Central e voltamos antes de anoitecer para a hospedagem.
      *Valores:
      - comida: 19 euros
      - lembrancinhas: 11
      Total: 30 euros
       
      10° dia         12/05/19      Florença
      Esse dia foi basicamente livre... sem roteiro pré definido. Até porque repito o que disse antes: Florença é pequena e muito dá para ser visto em pouco tempo. Resolvemos então só andar por ai... passamos novamente pela Piazza della Signoria para admirar a estátua de Poseidon, a cópia de Davi, o Palazzo Vecchio e a praça em si.
       
                 Brincadeiras na Piazza della Signoria 
      Andando a esmo, encontramos um parque um pouco mais afastado do centro onde pessoas faziam piqueniques, caminhavam ou só conversavam. No centro do parque havia uma fonte que jorrava água enquanto patos se divertiam ao redor dela.
       


      Depois de passar a manhã ali, almoçamos e nos perdemos por Firenze... cidade que me encantou demais e por isso mesmo foi triste me despedir dela. Andamos sem rumo pelas ruazinhas da cidade, notando as inscrições nas paredes da Divina Comédia, obra de Dante Alighieri. Ah, Dante, agora entendo a sua mágoa por ter sido exilado dessa maravilhosa cidade. Passamos a tarde assim, sem rumo certo. E ainda falando de Dante, me lamentei muito do fato de não poder ter conhecido a igreja de Santa Marguerita, na qual dizem que foi onde Dante viu Beatriz pela primeira vez e se apaixonou. Essa igreja só abria em momentos bem específicos, ela não poderia ser visitada em qualquer dia e hora e infelizmente os horários não bateram. Retornamos para a hospedagem para arrumar tudo e deixar tudo pronto porque na manhã seguinte partiríamos para Veneza!

      *Valores:
      - Comida: 30 euros 
       
      11 ° dia Segunda-feira 13/05 Veneza Mestre 
      O trem para Veneza Mestre só sairia as 09:30 da manhã, por isso, não foi necessário acordar tão cedo. Minha amiga estava muito animada, porque para ela, um dos pontos altos da viagem seria Veneza. Pegamos as malas já arrumadas e fomos até a estação, parando no caminho para tomar café. Após isso, lá fomos nós, carregando as malas nos degraus... eis uma dica: NÃO leve mais de uma mala e de preferência mala pequena ou média. Nem sempre ajudam você! Depois de encontrar a plataforma, entramos no trem. CUIDADO! Fique sempre atento a plataforma e ao trem que você vai pegar. Presenciamos mais de uma vez, pessoas subindo no trem errado. A viagem levou umas duas horas e enfim, estávamos em Veneza Mestre. Aqui vai uma explicação: não ficamos em Veneza, a turística, e sim em uma cidade antes dela. O motivo foi o valor da hospedagem. Veneza é uma cidade bem cara! E Veneza Mestre fica a apenas 1 ou 2 paradas de trem de distância, uns 10 minutos apenas. Chegamos por volta de 11:30 e já estávamos sendo esperadas. Um simpático chinês era um dos proprietários do ligar que ficaríamos Ele mostrou toda a estrutura e nos deixou a sós. Reorganizamos nossas malas, nos arrumamos e descemos para almoçar, pois havia um restaurante exatamente abaixo de nós. E outro detalhe: a hospedagem fica praticamente na frente da estação. 

      Após o almoço, compramos o bilhete e partimos para Veneza! Descemos em Veneza Santa Lucia e assim que saímos da estação, o Grande Canal surgiu imponente. Foi difícil minha amiga segurar a emoção! Foi surpreendente ver tanta água ao redor de uma cidade. Nossa primeira parada foram barraquinhas que vendiam souvenirs... uma das coisas que eu não sairia da Itália sem levar na mala, são as famosas máscaras venezianas... comprei algumas e também imãs de geladeira. Daí, ao passarmos por um supermercado, resolvemos refazer nosso estoque de lanches. Percebemos novamente, que Veneza era mais cara do que as outras cidades em que passamos. Com sacolas na mão, fomos passear pela cidade.
      Agora deixo aqui um pouco da chateação que tive: por conta dos canais, as ruas são como em zigue zague e para você chegar em um ponto, tem que ziguizaguear bastante! Depois de muito andar, chegamos a uma das pontes mais famosas de Veneza: a ponte Rialto.
      Lá ficam várias lojinhas que muitas coisas bonitas para vender e comprei uma pulseira feita com vidro colorido de Murano. Continuamos a caminhada e depois de ver as famosas gôndolas e seus barqueiros (um dos pontos altos do dia, apesar de não termos tido a coragem de dar 80 euros para um passeio), chegamos ao lugar que acredito ser o mais famoso de Veneza: a praça de São Marcos. Como em vários lugares na Itália, a praça estava passando por reformas mas isso não tirava a beleza da mesma. Nessa praça, encontrava-se a Basílica de São Marcos e seus famosos cavalos. A vista de fora, já valia muito a pensa. Fiquei muito encantada com a beleza e riqueza de detalhes que a Basílica possuía. Ao lado dela, se encontrava o Palácio Ducale, ou, Palácio dos Doges, que serve de moradia para o governante de Veneza. Também deu para avistar da praça, a Ponte dos Suspiros, famosa por ser local de lamentos para ao prisioneiros que estavam a caminho da morte.


                           Vista do Grande Canal 
       
               Na praça de São Marcos, com a Basílica                          de São Marcos ao fundo

                                       Ponte Rialto

                             As famosas gôndolas 
      Eu gostaria muito de ter entrado na Basílica mas nesse dia específico, eu infelizmente fiz uma má escolha de sapato: fui de bota de cano curto e fino. Meus pés não aguentavam mais ficar muito tempo caminhando ou em pé. Fomos sentar perto do cais e descobrimos que do outro lado estava a Basílica de Nossa Senhora da Saúde. Desistimos de ir até lá, porque o barco que faria a travessia custava 15 euros! Dessa forma, ficamos a observar a beleza arquitetônica da igreja de longe. Estava aflita em pensar em caminhar todo o caminho de volta... então resolvemos pegar um ônibus aquático que nos deixaria na porta da estação . Compramos o bilhete, fomos para o cais e ficamos atentas a qual embarcação pegar. Fiz uma pergunta a um rapaz que parecia italiano, quando uma surpresa: um brasileiro! Subimos na embarcação e durante os 15 minutos seguintes, entramos em uma animada conversa, trocando figurinhas sobre a passagem pela Itália.
      Depois desse inesperado encontro, saltamos em frente a estação e voltamos para a hospedagem, antes passando pelo restaurante e jantando. Foi realmente uma péssima escolha de sapato, mas sendo bem sincera e talvez com medo de receber represálias, tenho que dizer que para mim, Veneza não foi tudo isso que eu esperava. A cidade não causou em mim tanto impacto. Ela é bonita e quase mágica, pelo fato de ser rodeada por água, mas de fato, foi uma das que menos gostei.
      *Valores:
      - passagem de trem ida e volta: 2,70 euros
      - comida: 26
      - lembrancinhas: 13 euros
      - traghetto (ônibus aquático): 7,50
      Total: 49,20
       
      12° dia Terça feira  14/05/19  Verona
      Esse seria um dos melhores dias da viagem e essa cidade veio a ser a minha favorita. Famosa por ser a cidade que  guardou a história de Romeu e Julieta. Estava muito animada para conhecer essa cidade. E lá vamos nós!
      Da estação de Verona até a parte histórica era um pouco longe mas a cidade era tão linda que isso não importou. E na estação, compramos o Verona Card, que consiste em um cartão que dava descontos e entrada gratuitas em vários monumentos.
      Passamos primeiro pela Arena, um mini coliseu...era pequeno mas bem melhor conservado. Usamos o cartão e passeamos por esse lugar fantástico!



      Depois fomos a casa de Julieta. O pátio é aberto e lá fica a estátua da Julieta. O local estava lotado e os turistas se dividiam em tirar fotos com a estátua e com as paredes com cartas dos enamorados e os cadeados com as iniciais dos namorados. Entramos na casa que hoje funciona um museu e claro que não poderia faltar a foto na sacada.



      Minha amiga resolveu ir ao teatro Romano,  onde tem um museu com vários objetos datados da época da Roma antiga. E depois de caminhar muito, chegamos ao Castelvecchio. Um castelo de pedra belíssimo as margens de um rio. Só caminhar pelo areas do castelo já é uma experiência única mas entrar no museu é mais incrível ainda! Foi um dos melhores passeios que fizemos!



      Depois de conhecer essa cidade maravilhosa, voltamos a Veneza Mestre.
      *Valores:
      - comida: 20 euros
      - verona card: 18 euros
      - lembrancinhas: 10 euros
      Total: 48 euros
       
      13° dia 15/05/19 Veneza Mestre
      Como Veneza não havia deixado uma grande marca em nós, resolvemos passear pela cidade de Veneza Mestre. Acordamos e pouco tempo depois, o rapaz da hospedagem chegou para nos servir o café da manhã. E que café da manhã! Pães, queijos, geleia, café, leite e etc e ainda tivemos o prazer de conversar com uma família argentina que também estava hospedada ali. Perguntamos ao dono da hospedagem se podíamos deixar as malas ali até a noite, porque o nosso trem só saia por volta das 19... e que bom que fomos atendidas...

      Depois do café, saiamos para caminhar a esmo por Veneza Mestre. Acabamos passando por algumas lojas e comprando algumas lembrancinhas... a manhã passou voando e achamos um lugar para almoçar... um lugar tão acolhedor que ficamos por lá cerca de duas horas.

      Após o almoço, continuamos a passear e voltamos no fim da tarde a hospedagem, onde subimos para pegar as malas e deixar a chave da hospedagem. Descemos com as malas para o restaurante e jantamos por lá. Nos despedimos das simpáticas donas do estabelecimento e partimos para a estação a fim de esperar o trem noturno para Paris. E que momento animador! Sempre quis viajar em um trem noturno. As passagens foram compradas pela empresa pela Rail Europe, com uma cabine para 3 mulheres. O trem era enorme! E no começo, houve um pequeno desentendimento em relação ao número de cabines, mas deu certo depois e acabamos dividindo uma cabine com uma simpática canadense. Recebemos de cortesia, champanhe, frutas etc. A cabine tinha 3 poltronas e um lavabo, apesar de pequena era muito confortável. Nossa amiga canadense foi a cabine de seu marido, enquanto minha amiga e eu resolvemos ver Bird Box. Após o filme, chamamos o atendente para organizar as camas. Dormir no trem foi bem mais confortável do que eu imaginava! Dormi como um bebê. “Amanhã estaríamos em Paris”, esse foi meu pensamento antes de dormir.
      *Valores:
      - comida: 30 euros
      - lembrancinhas: 10,50
      Total: 40,50 euros
       
      14° dia Paris 16/05
      Dormi realmente muito bem no trem... pela manhã, tomamos café no vagão restaurante. Um tempo depois, saltamos na estação. O nosso destino era ir da Gare di Lyon a Gare du Nord. E eis que surgiu o pior momento da viagem. Eu já tinha ouvido falar que os franceses, em sua maioria, não falavam outra língua... portanto, aprendi algumas expressões em francês para não chegar falando logo em inglês. Mas não adiantou nada! Na estação os funcionários ou não falavam inglês ou falavam com um sotaque muito grande que não dava pra entender nada! Foi muito complicado descobri onde se pegava o metrô para podermos ir até a estação. Apesar do esforço e da simpatia, os franceses não foram nada solícitos. Após chegar a Gare du Nord, outro problema! Só poderíamos entrar na hospedagem as 14, e era bem mais cedo, portanto iríamos precisar guardar as malas no guarda volumes da estação. A questão foi que as pessoas nos deram informações contrárias e ficamos perambulando naquela estação enorme com as malas... uns 15 minutos depois finalmente achamos. Mas, os funcionários do guarda volumes também não eram nada simpáticos. Para guardar a mala, precisávamos de uma senha e tal... perguntamos como funcionava detalhadamente e a funcionária simplesmente nos ignorou! Depois descobrimos se precisávamos de moedas para colocar no cofre que seria nosso guarda volume e nós não tínhamos! Minha amiga teve que subir, comprar algo pra poder ter moedas... um sufoco!!! Finalmente quando trancamos as malas, fomos almoçar e resolvemos ao invés de passear, procurar logo a hospedagem, que não era tão perto da estação, para não ter que ficar perambulando com as malas. Lá fomos nós! Nesse momento, percebemos que nem todos os franceses são nojentos ... alguns deles foram muito gentis... quando achamos a hospedagem constatamos que ficava perto de um supermercado e compramos alguns lanches! Fomos a Igreja Sacré Coeur (ou igreja do sagrado coração). Que igreja espetacular! Ela fica acima de uma colina e como estávamos cansadas, decidimos apreciar apenas pelo lado de fora, já que ainda tínhamos um ligar a se visitar: Moulin Rouge! O cabaret mais famoso da história! E ele é lindo!!! Fiquei bastante contente, apesar de só poder vê-lo por fora... Já que para entrar, só pagando... e não era lá muito barato!

                                    Moulin Rouge

                                    Sacré Coeur
      Já era praticamente a hora de voltar a estação para pegar as malas... voltamos a estação, pegamos as malas e voltamos para a hospedagem. O quarto era ótimo! Espaçoso e ventilado. Uma curiosidade: me deu vontade de ir ao banheiro fazer o número 2. Depois de fazer, percebi que não tinha cesto pra jogar o papel e acabei jogando no vaso. Depois descobri que é exatamente assim que eles fazem na França ! Se coloca o papel no vaso. Essa fica como curiosidade meio nojenta... Depois dessa manhã muito movimentada, estávamos exaustas! Depois de tomar banho e nos deitar, fomos pensar no que faríamos da vida... Decidimos pedir um uber e ir até a torre Eiffel e vir voltando, vendo outras atrações a pé até voltar ao hotel. Eis que faço aqui uma sugestão: fiquem em um lugar próximo da área onde tem mais atrações mesmo que seja um pouco mais caro. Não foi o que fizemos. 😅 No carro, passamos na lateral do Louvre, não deu pra ver quase nada mas fiquei muito animada!!!!! Até porque a razão de eu ir a França era o museu. Mas a visita ficaria para o dia seguinte. Avistamos a torre de longe! E tenho que dizer que ela era surpreendente!!! Chegando lá fomos tirar várias fotos ao pé da torre e passeamos pelo Campo de Marte... não tínhamos a intenção de subir, portanto depois disso fomos ver outras atrações parisienses. Com o mapa em mãos, encontramos a mais famosa avenida de Paris: Champs Elyseé. Famosa por ser a via das mais famosas lojas do mundo! Mas para nós, o que importava era o que nos aguardava em umas de suas pontas: o Arco do Triunfo. Famoso monumento erguido por Napoleão. Chegando a outra ponta, nos deparamos com a Praça da Concórdia e os portões dos jardins das Tuilleries, que fica em frente ao Museu do Louvre. Passamos apenas na rua paralela. Fomos voltando a pé para o hotel e passamos também pela Praça Vendome, a praça mais luxuosa de Paris... nela se encontram várias lojas famosas e o Ritz: um dos hotéis mais conceituados e caros do mundo!



                                  Arco do Triunfo
      Já um pouco cansadas, voltamos caminhando por Paris, e entramos no restaurante perto da hospedagem a fim de comprar algo para jantar. Foi ai que de repente, percebi algumas meninas falando em português. Brasileiras em Paris!!! Encontramos um grupo de 3 amigas, onde 1 delas estava hospedada no mesmo local que nós! Foi uma festa só! Ficamos até bem tarde conversando sobre as viagens feitas até que o dono teve que nos avisar que ia fechar a parte do refeitório! 😅 Subimos e fomos organizar nossas coisas para o penúltimo dia na Europa.
      • Valores:
      - bilhete do trem: 9 euros
      - comida: 30 euros
      Total: 39 euros
      15° dia Paris 17/05
      Hoje tínhamos ganho uma nova companheira de viagem: uma das moças que estavam na mesma hospedagem que nós. Pegamos um uber e fomos a Igreja de Saint Sulpice.

            Fonte e uma das torres de Saint Sulpice 

                Linha dourada que leva ao gnomon
      Há uma grande curiosidade em relação a essa igreja...a Terra é dividida por linhas imaginárias que a dividem, uma dessas linhas chama- se meridiano. E seu ponto central se chama Meridiano de Greenwich. Porém, o que muitas pessoas não sabem é que houve outro meridiano anterior: o de Paris. E este passava exatamente dentro da Saint Sulpice... e esse marco está assinalado com uma linha dourada no chão da igreja. Seguimos para lá e a primeira vista, a Igreja é impressionante pelo seu formato. Saint Sulpice tem duas torres ao invés de uma só. Quando entramos, percebemos que era bem maior do que imaginávamos. Alguns destaques da igreja: - suas torres - seu órgão gigantesco - a linha do meridiano - gnomon Fiquei tão encantada com o ambiente que o lugar me arrancou lágrimas... a atmosfera que Saint Sulpice tem é algo fora do comum! Não deixem de ir visita- la se passarem por Paris. Depois dessa incrível visita fomos passear por Paris... no meio do caminho, paramos para almoçar e foi então que provei algo que queria muito: macarron! Um doce típico. E é muito gostoso!!!
      Voltamos a caminhar para ir ao encontro da igreja de Notre Dame. Infelizmente, fomos na época em que houve um incêndio e a construção não poderia ser visitada. Paramos algumas ruas próximas e tiramos fotos com ela ao fundo. Foi realmente uma pena o acontecido.

                 Foto com a torre da Notre Dame
      Na rua da igreja, achamos uma das sorveterias mais famosas da cidade luz: Amorino. O sorvete vem enfeitado com macarrons!! E sem falar que é muito gostoso!

          Um dos melhores sorvetes que já provei
      Nos despedimos da nossa nova amiga, depois de tirarmos belíssimas fotos pelas ruas de Paris e nos dirigimos para a maior atração de todas: o Louvre. Há muito, esse museu me encanta... e não só pela famosa Monalisa. Eu estava muito animada!!! Tão animada e feliz pela possibilidade de entrar no Louvre que assim que entramos e nos deparamos com as pirâmides de vidro, comecei a chorar! Foi indescritível a sensação!


      Depois do choro, me tornei a alegria em pessoa
      Entramos na fila e entramos no museu. Conseguimos um mapa e tentamos nos orientar entre as diversas alas e salas que compõem o museu. Procuramos em primeiro lugar, pela grande galeria, que é onde se encontra a Monalisa. Fiquei impressionada ao ver o tamanho do quadro... é bem pequeno! Apesar de já saber desse fato, fiquei um pouco surpresa. A grande galeria guarda outras obras como: A Madona das Rochas, A Liberdade guiando o povo e A coroação de Napoleão... O Louvre é enorme, então nem pense que dá pra ver tudo! Após ver os quadros que queria ver, sentamos para descansar em banco dentro da sala que representava uma sala do rei Luiz XIV.


                         A Madona das Rochas  

                     A liberdade guiando o povo 
      Depois de um merecido descanso fomos procurar a galeria que mais queríamos ver: a egípcia. Qual grande foi a nossa decepção ao descobrir que naquele dia , a galeria egípcia estava fechada. 😢 Após passar a tarde inteira no Louvre (uma das melhores tardes da minha vida) voltamos a hospedagem para jantar e organizar todas as nossas coisas pois o dia seguinte seria o dia de nossa volta.
      *Valores
      - comida: 30 euros
      16° dia Paris 18/05
      Nosso último dia na Europa... acordamos por volta das 7. E fomos rapidinho comprar mais algumas lembrancinhas... nos despedimos das meninas, pedimos um uber e partimos para o aeroporto. Despachamos as malas, almoçamos e em pouco tempo depois pegamos o avião e algumas horas depois, estávamos em terras brasileiras. Cheguei ao país, sem acreditar na sorte que tive de realizar a viagem dos meus sonhos.
      Agradeço de coração a todos que leram o relato! Muito obrigada!

       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       












    • Por _Julia
      Janeiro de 2019 - altíssima temporada: estava com férias para tirar no estágio e com vontade de viajar. Há meses estava pensando em fazer um mochilão pela Itália com uma amiga, que logo pôs meus pés no chão por conta do preço das passagens. 
      No dia 20 recebi senhora promoção noticiada pelo Passagens Imperdíveis com os trechos SP x FCO x LIN x FCO x SP. Eu e meu pai compramos elas pelo Almundo e deu super certo! A promoção apareceu na página apenas quatro dias antes do embarque, deixando pouquíssimo tempo para nos programarmos.  
       
      24/01/2019 (dia 00) Viagem 
                                           Rio de Janeiro - São Paulo (Gol)
                                           São Paulo - Roma (Alitalia)
      Saímos do Santos Dumont de manhã e chegamos no Guarulhos a tarde. O voo atrasou um pouco, mas não tinha problema, já que a viagem para Roma seria só a noite. 
       
      25/01/2019 (dia 01) Roma
      Nós pegamos o trem Leonardo Express (14 euros)  do aeroporto internacional Leonardo da Vinci - Fiumicino de Roma até a Termini. Compramos o ticket em uma maquininha logo na área de desembarque já depois de pagar as bagagens e, na verdade, a única vantagem dele é a velocidade e o tempo menor de viagem. Fora isso... descobrimos que o ônibus é mais barato. São algumas companhias com guichês que ficam no lado de fora do terminal, vendendo os tickets por 5 ou 6 euros. Um exemplo de companhia é a Terravision.  
      Desembarcamos na Termini e fomos direto para o hotel fazer o check in. Ele ficava à alguns quarteirões da Termini em uma área cheia de barraquinhas de souvenir e etc., mas não muito bem frequentada durante a noite. O hotel ficava em um prédio residencial e era bem antigo, mas limpo e aconchegante. O dono, um senhor bastante atencioso, nos deu um mapa da cidade e circulou as principais atrações turísticas. Ele inclusive nos indicou um supermercado subterrâneo nas redondezas com um preço mais em conta. 
       
      26/01/2019 (dia 02) Roma
       
      Acordamos bem cedo, tomamos café da manhã na Termini e descemos para o metrô. Compramos o ticket diário de transporte por 7 euros e embarcamos sentido Florentina, mas tínhamos como destino final a estação Coloseo. 
      Já tínhamos lido sobre a imensa fila de turistas na bilheteria do Coliseu e a dica de entrarmos na do Palatino. Deu mega certo! Só haviam 3 pessoas na nossa frente e o ticket era o mesmo: Coliseu + Fórum romano + Palatino por 14 euros com validade de 2 dias. 
      Visitamos primeiro o Coliseu e almoçamos (no Carrefour Express que fica pertinho) antes de irmos para os outros dois. 
      Saímos do complexo no meio da tarde e demos de cara com uma avenida com estátuas de imperadores romanos, como Júlio Cesar. Ela dá na Piazza Venezia, chegando ao lado do monumento à Vittorio Emanuele, o primeiro rei da Itália unificada. 
      Fomos andando até a Piazza Navona, local de um dos pontos do Caminho da Iluminação de Dan Brown: a do elemento água. Lá também é onde fica a embaixada brasileira na Itália - ouvi dizer que há passeios guiados às quintas (ou terças) pelo palácio. 
      Caminhamos até o Panteão e  fomos até a Campo dei Fiori e depois entremos no primeiro metrô que vimos para a Piazza del Popolo. 
      Localizada logo em sua entrada, a igreja Santa Maria del Popolo é outro ponto do Caminho da Iluminação: terra, localizada na Capela Chigi. 
      A última atração visitada foi  a L O T A D A Fontana di Trevi (SÉRIO, CUIDADO COM OS PICK POCKETS!). Ela é bem longe da estação e rende uma boa caminhada. Já tinha anoitecido. 
       
      27/01/2019 (dia 03) Vaticano e Roma
       
      Precisávamos trocar de hotel que agora seria do outro lado da Termini, em uma região melhor localizada. Era um airbnb também em um prédio residencial, mais moderno e limpo, com snacks e chás disponíveis para os hóspedes.
      Como era o último domingo do mês, algumas atrações estavam gratuitas, então resolvemos usar essa oportunidade para visitarmos o Museu do Vaticano. 
      A fila estava gigantesca, mas andou bem rápido e o museu é imperdível.                                     
       
      Depois de sairmos, cruzamos a fronteira entre a Itália e o Vaticano e fomos na Praça São Pedro, ver o ponto do elemento ar. 
      Seguimos até o Castel Sant'Angelo, que custou 15 euros e, na verdade, apesar de toda sua história, arquitetura e etc., fiquei um pouco decepcionada com a falta de semelhança com oque foi apresentado no filme Anjos e Demônios. 
       Saímos de lá já a noite e fomos jantar pizza no Panteão. 
       
      28/01/2019 (dia 04) Vaticano e Roma
      Voltamos ao Vaticano e gastamos a manhã toda na Basílica de São Pedro - após pegar uma chuva bizarra de granizo. Assim como todas as igrejas de Roma, ela é gratuita. 
      Saímos dela e passamos o dia visitando cada canto do Vaticano, que é bem interessante! 
       Lanchamos em uma padaria subterrânea perto da estação de metrô Ottaviano antes de embarcamos para a Piazza di Spagna. Chamamos lá e PÁ, mas uma chuva gelada que depois se transformou em uma de granizo. 
      Por causa do frio beirando ao insuportável, voltamos ao Vaticano e ficamos por lá o restante o dia. 
       
      30/01/2019 (dia 05) Roma
      Recebemos a indicação de visitar a Trastevere, mas ficamos bem decepcionados. Pode ser devido a hora e tal.  
      O que compensou a ida foi o Gueto judaico. Milhares de judeus ficaram confinados nele e posteriormente enviados para campos de concentração ao leste. 
       
      31/01/2019 (dia 06) Roma (Fiumicino) - Milão (Linate) 
      Desta vez nos acertamos e pegamos o ônibus até o aeroporto! A viagem foi supertranquila!
      Chegamos bem cedo no Fiumicino e, para nossa supresa, a Alitalia permitiu o despacho de bagagens com mais de 5h de antecedência. Todos os procedimentos de segurança foram tranquilos e rápidos e nós almoçamos em um restaurante de saladas por lá. 
      Chegamos em Milão pelo aeroporto de Linate, mais próximo da cidade e bem menor que o de Malpensa. Demos a sorte de pegar o último ônibus para a estação central. 
      Fizemos o check in no hotel. Foi engraçado e bastante esquisito: o check in foi feito em uma loja de rua, atendida por uns garotos na faixa dos 20 anos de idade, e o hotel ficava um pouco mais a diante, no outro lado da rua, em um prédio comercial. Era equipado com microondas, chaleira, máquina de café, torradinhas, geleias e cápsulas de café. Nós fomos achar um lugar para jantar, mas tudo nas redondezas já estava fechado.
       
      01/01/2019 (dia 07) Milão
      Acordamos com neve e saímos cedo e descemos para o metrô, no outro lado da rua do hotel. Fomos para o Duomo de Milão (a estação se chama Duomo), ainda fechado. O frio estava intenso e estávamos com muita fome. Como tinha um Mc Donalds por perto decidimos que seria ali mesmo. Na verdade, acabou valendo super a pena! O croissant custava 1 euro e o chocolate quente também tinha um preço bem acessível. Tinham alguns combos de café da manhã bem bons e em conta. 
      Terminamos de comer e fomos na Galeria Vittorio Emanuele e, uma das saídas dela, dá direto no Teatro Scala e em uma estátua do Leonardo da Vinci. 
      Tínhamos lido sobre a Panzerotti di Luini, famosíssima e decidimos experimentar. Só que ela abre um pouco tarde, então precisávamos fazer hora.
      Voltamos para a área do Duomo e entramos na La Rinascente, uma loja de departamentos bem chique, mas com uma loja de várias coisas bem legais no subsolo - de canetas à decoração de cômodos. 
      Enfim fomos comer na Panzerotti di Luini - eu pedi de Margherita e meu pai de Pistachio - e voltamos para o Duomo, já lotado e, devido ao frio, decidimos não encarar a fila. 
      Fomos almoçar pizza na estação central e embarcamos no metrô até o Castelo de Szforzesco.  
      Eu diria que ele é imperdível. Suas coleções são incriveis e o castelo em si é um espetáculo. O problema era o frio e o gelo no solo no lado de fora dele. 
      Jantamos em uma cafeteria perto da estação central risoto a milanesa e frango a milanesa. 
      Acho que um dia em Milão foi mais que o suficiente.               
       
      02/02/2019 (dia 08) Viagem interna
      Embarcamos para Veneza pela Italo umas 11h. A viagem foi mega tranquila e descobrimos que poderíamos descer na Mestre ao invés do nosso destino original, que era a Santa Lucia.   Chegamos em Mestre e fomos fazer o check in no hotel. Tinhamos reservado após a cancela do anterior já quase no portão de embarque do Guarulhos e a sorte que tivemos logo se tornou evidente. Ok, ele estava em obras, mas nos transferiram para um "hotel irmão" dele, localizado na Corso del Popolo, a rua principal e rota do ônibus que liga Mestre a Veneza que conhecemos. Perto do hotel também tinha um Mc Donalds, lanchonetes, supermercado PAM e outra rede ainda maior e mais barata.  
       
      03/02/2019 (dia 09) Veneza
       
      Compramos o ticket diário na recepção do hotel e fomos de ônibus até a ilha, passando pela Via della Libertá, o único modo terrestre de chegar até lá. 
      Chegamos na Piazzale Roma e subimos que estranha (rs) ponte de vidro que enfim dá acesso à ilha. 
      Fomos andando pelas ruas e demos de cara com elas alagadas. Logo me toquei que estávamos presenciando a Acqua Alta! É um fenômeno que ocorre no inverno com a subida do nível do mar, alagando partes da cidade durante algumas horas do dia. Mas tudo é preparado para isso: são montadas passarelas nos pontos afetados e camelôs vendem "botas" de plástico para proteger os sapatos. 
      Ainda era bem cedo e as lojas estavam fechadas. 
      Seguimos o trajeto e chegamos na Ponte di Rialto e seguimos até a Piazza San Marco, com poças d'água. 
      Um lugar interessante que fomos é o Theatro Italia, que fica no lado da Piazzale Roma de Veneza. É um supermercado dentro de um teatro desativado, que manteve sua arquitetura, pinturas e etc. É muito lindo!
       
      04/03/2019 (dia 10) Veneza
       
       
      Fomos no triste Gueto judaico - que na verdade são dois! O vecchio e o novo. 
       
      05/03/2019 (dia 11) Veneza
       
      Enfim: SOL!!!! 
      O dia amanheceu ensolarado e o cenário mudou totalmente! 
                          San Marco (Palácio do Dodge por fora, Ponte dos Suspiros e vista da Lagoa)
                          Basílica de San Marco 
                          Riva degli Schiavon
                          La Biennale 
                          Dorsoduro 
                          Accademia 
                         Museo della Musica
                          Santa Croce
      05/03/2019 (dia 11) Lagoa de Veneza (7 euros o ticket diário do Vaporetto)
                          Murano
                          Burano 
                          Torcello 
                          Lido 
                          Anoitecer em Veneza
                          Vaporetto pelo Grande Canal 
      06/03/2019 (dia 12) Veneza
                          Museu Naval
      07/03/2019 (dia 13) Veneza Mestre - Milão (Italo)
                          Estação central de Milão - Linate (ônibus, 6 euros)
      08/03/2019 (dia 14) Linate - Fiumicino (Alitalia)
                          Roma - São Paulo (Alitalia)
      09/03/2019 (dia 15) São Paulo - Rio de Janeiro (Gol)
       
      ((((( em construção )))))
       
       
       
       
       
       
       
       
       


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