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Olá,

Você acha que viajar sozinho para a Índia é perigoso? Se for mulher sozinha acho que tem que ter cuidado redobrado, não? Há muitos casos sobre violência contra a mulher (inclusive estupros coletivos) relatados na imprensa... você chegou a ver muitas mulheres viajando sozinhas lá?

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@Rogerio K C olha, acho que realmente cada pessoa tem uma percepção diferente sobre as coisas, limites diferentes, bagagens diferentes, personalidades diferentes.... Para mim, ir sozinha para a Índia não dá. Se eu fosse homem, acho que também não arriscaria. Digo isso porque meu namorado foi junto, e não foi fácil para ele também, mas com certeza para homem é mais fácil. Vimos muitos homens viajando sozinhos lá, então... 

Vimos algumas mulheres, mas elas faziam um esquema do tipo sempre andar com alguém, com outros estrangeiros. Raramente ficavam totalmente sozinhas. Para mulher é bem, bem complicado. Não foi nada fácil.

Depois de tudo que passamos, minha opinião é a seguinte: vá com uma agência. Isso é contra tudo o que normalmente penso, sou uma mochileira, mas Índia é muito difícil. Pelo menos nos primeiros dias, é importante ter alguém local ou com muita experiência que te ensine a sobreviver lá. Tem o site Vem comigo para a Índia (https://vemcomigoparaindia.com/), é um casal de brasileiros que faz viagens em grupo. Algo assim é bem mais seguro e confortável. 

Por ex, se vc ficar doente... no meu caso, fiquei bem doente mesmo, não conseguia levantar da cama. Estar totalmente sozinho acho complicado. Claro que aparecem pessoas para ajudar, mas nunca se sabe. 

Enfim, tudo depende muito do seu perfil, do tipo de viagem que vai fazer, do que quer viver por lá... Dá para ir sozinho, mas tem que ter muito cuidado, estudar bastante antes. Se você ficar em Guest Houses,  tem outros estrangeiros, então dá para andar junto, o que é bom. E tem algumas cidades mais tranquilas do que outras, certamente. Dá para fazer uma viagem mais leve, ou começar pelas cidades mais tranquilas, isso realmente recomendo.

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Amritsar 

Essa cidade foi uma bela surpresa, não esperava gostar tanto. Havíamos programado ficar um dia, e aumentamos mais um. No primeiro dia fomos de manhã para o Golden Temple, e voltamos nele à noite. No dia seguinte fomos ver a fronteira com o Paquistão, a cerimônia de troca de guardas. 

Gostamos da cidade, achamos interessante. O Golden Templo é o local sagrado dos sikhs, uma das religiões da Índia. É um lugar mágico, tem uma atmosfera muito única, realmente vale a visita na cidade. Para entrar no templo, é necessário tirar os sapatos (aliás, isso é regra em quase todos os templos em que fomos) e cobrir as cabeças. Para quem não tem um lenço, eles te emprestam um na entrada (higiene duvidosa).

É bom dedicar um tempo para essa visita, fazer com calma, porque o lugar é grande e você verá muitas cenas diferentes. Tem uma parte em que servem refeições gratuitas, você pode servir ou comer se quiser. 

Imperdível voltar no templo à noite. O ouro fica iluminado, deixando um reflexo incrível no lago artificial. Tirei fotos lindas ali. 

A cerimônia de troca de guardas é algo que nunca poderíamos imaginar. Tem que ir ver como é. Índia e Paquistão brigam por território há tempos, e agora estão em um período de paz. Para mostrar isso, fazem essa cerimônia cheia de pompas e gritarias para firmar a paz. É algo teatral. Vale para entender mais sobre os povos. Parece um jogo de futebol, com as torcidas em cada lado da fronteira. 

Amristsar tem um centrinho, ficamos hospedados perto dele, e na praça central tem um Mc Donald´s, totalmente vegetariano. Comemos lá algumas vezes, e no Domino´s. 

Hotel: Osahan Paradise. Havíamos reservado pelo Booking. Chegando lá, pedimos para ficar um dia a mais, ele disse para cancelarmos a reserva no Booking, fingirmos que não encontramos o lugar, e pagar direto para ele. Ok, fizemos isso. As tramóias fizeram parte do nosso cotidiano. Gostamos do hotel, ficamos em dois quartos, no primeiro dia era um quarto de frente para a rua. O quarto era grande, tinha até chuveiro, porém não dava para abrir a janela de jeito nenhum. Tinha muitas, muitas e muitas pombas. Moravam nas janelas. Não tinha condições de abrir, mesmo. Fora o barulho insuportável da rua. Fiquei com um super medo daquela doença fatal que vem do coco de pomba. No dia seguinte, ficamos em um quarto voltado para os fundos, foi beeem melhor. Dava para abrir a janela e até entrar um solzinho (coisa que seria bem rara no resto da viagem, visto que na maioria das Guest Houses em que ficamos não tinha janela no quarto). Em geral, gostamos desse lugar e recomendamos. Só peça um quarto que fique voltado para os fundos.

 

IMG_1912.JPG

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A India tem suas belezas mas realmente é um lugar muito punk, ainda mais se a pessoa nunca esteve no sudeste asiático pra ir se adaptando à cultura. Por mais que a gnt leia que é um local fora dos nossos padrões, sem nenhuma infraestrutura, sem higiene, um caos! só estando lá pra saber de fato como são as coisas. Podemos quase dizer que mochilar pela India é tirar seu doutorado em mochilão rsrs

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1 minuto atrás, lobo_solitário disse:

A India tem suas belezas mas realmente é um lugar muito punk, ainda mais se a pessoa nunca esteve no sudeste asiático pra ir se adaptando à cultura. Por mais que a gnt leia que é um local fora dos nossos padrões, sem nenhuma infraestrutura, sem higiene, um caos! só estando lá pra saber de fato como são as coisas. Podemos quase dizer que mochilar pela India é tirar seu doutorado em mochilão rsrs

É isso mesmo! Eu já havia estado em 16 países antes.... a Índia certamente, de longe, foi o mais difícil. Muito difícil. Me senti uma mochileira totalmente inexperiente....

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Em 14/03/2018 em 19:05, i.s.a_b.e.l.l.a disse:

New Delhi (hotel Smyle Inn)

Ficamos duas vezes em Delhi, uma no início da viagem, outra no fim. Foram duas cidades diferentes! Já explico.

No começo da viagem, ficamos no hotel Smyle Inn no bairro Paharganj. Ficamos absolutamente em choque. A rua Main Bazaar é um caos completo. Depois da nossa primeira tentativa de sair na rua, voltamos para o hotel e ficamos em choque. Não queríamos comer, ver ninguém, falar com ninguém, só ficar quietos no quarto. 

Por isso, não aconselho a começar a viagem por aqui. Se puder passar por New Delhi e ir direto para outra cidade, melhor. Se puder evitar esse bairo, Paharganj, melhor. Bom, depende também do seu estilo, se você já quer começar com tudo, ter um puta choque inicial e pronto, bom, então ok. Mas realmente não aconselho, hoje faria diferente. 

Não temos foto desses primeiros dias porque estávamos em pânico. Tirar foto era a última coisa em que pensávamos. Primeiro estávamos tentando sobreviver. 

Tudo é muito diferente, e a rua Main Bazaar parece da Idade média. Muita gente, muito barulho, uma confusão terrível, e o pior para mim, muita gente vindo nos abordar. Isso é terrível. Não sabíamos se o melhor era ignorar de vez ou responder alguma coisa e depois fugir. Chegavam assim, "Where are you from?", aí você fica pensando, ah, não vou ser mal educada, vou responder, e aí já ferrou. Não largam do seu pé, enchem o saco, te apavoram, falam para você não confiar em ninguém, e tentam te vender algo, te empurrar para algum lugar. Foi bem ruim. Mas isso é Índia. 

No segundo dia, tomamos coragem e resolvemos sair do quarto. Fomos para o templo Akshardan de metrô, porque ele fica um pouco afastado. O metrô é mais ocidentalizado, ali vimos pessoas de jeans, terninho, num olhar rápido parecia São Paulo. O templo é absolutamente LINDO, vale muito a pena. Mesmo. Só que é proibido tirar fotos lá dentro, o que é uma pena. Você deixa os seus pertences em um locker na entrada. As filas são grandes, evite fim de semana.

Comprei duas roupas indianas porque os olhares para mim eram constantes e intensos, bem intimidador. Isso porque estava com bastante roupa, fazia frio. Ser mulher branca chama muito a atenção. Os olhares incomodam, se você não aprender a conviver com isso, vai ficando louca. 

No segundo dia conseguimos comer, e optamos pela comida indiana mesmo. Almoço e janta. Mas.... no fim desse dia, comecei a passar mal no hotel. Muito mal. Não parava de vomitar e de ter diarreia. Não conseguia beber nem um gole de água, que vomitava. Comecei a ficar desidratada. Acionamos o seguro viagem (primeira vez que faço isso, após uma longa história como mochileira). O seguro era Bradesco, deu tudo certo, enviaram um médico para o hotel. Os remédios que ele me deu pararam os vômitos, aí consegui beber água pelo menos. Pegamos um trem noturno para Amritsar. 

As dicas de higiene são aquelas que todos dão: evite alimentos crus, só coma o que for cozido ou frito. Escove o dente com água mineral lacrada. Só beba água mineral lacrada. Fizemos isso, o problema é que eles falsificam também água mineral, talvez tenha sido isso, ou realmente algo que comi. Se você conseguir beber água com gás ou refrigerante (que não é meu caso), melhor, porque são mais difíceis de falsificar.  

Sobre o hotel (Smyle Inn): fica em um beco em uma perpendicular à rua Main Bazaar. Um beco horrível, já tínhamos lido. Ok, dá para aguentar. O quarto era simples, uma cama gigante mas com colchão simples, roupa de cama mais ou menos limpa, janela minúscula, banheiro básico, sem nada, nem papel higiênico. Tínhamos levado alguns do Brasil (depois, meu sonho era ter levado uma mala inteira de papel higiênico, porque os de lá são caros e ruins). A água quente tem que ser solicitada, e não dura quase nada (estava frio em Delhi, era inverno). O chuveiro não funcionava, tomamos banho de baldinho. Café da manhã bem simples. Compramos um SIM card com o agente de turismo do hotel. Foi barato (umas 500 rúpias), mas depois descobrimos que era da operadora Vodafone, e aparentemente, a Airtel é melhor. Para acionar o chip é necessário ligar para um número, da cidade onde você comprou o chip. Ele dura 28 dias e tem 2 gigas por dia de Internet. 

 

Resumo da ópera dos dois primeiros dias: foram bem difíceis. Mesmo. Apesar de tudo o que eu tinha estudado sobre a Índia, lido mil relatos, lido livros, visto filmes, quando chegamos lá, o choque foi grande. Superestimei minha capacidade de adaptação a uma cultura muito diferente. Não foi fácil, nada fácil. E estávamos em dois. Sozinha, acho que eu teria desistido. 

Que coincidência, chegamos em Delhi dia 03/02 e também ficamos hospedados no Smiley Inn, quase nos encontramos! Tambem achamos horrivel ficar na região Paharganj, só valeu para pegarmos um trem na estação de New Delhi às 5 da manhã. Eu tb comprei esse Sim card da vodafone, mas fiquei sabendo depois que mas lojas ele custa 300 rúpias! 

Continue com o relato, estamos agora em Varanasi indo mais para o norte, queremos saber suas impressões e dicas de lá, e como ir de Amritsar para Dharamsala!

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Em 14/03/2018 em 22:55, lobo_solitário disse:

A India tem suas belezas mas realmente é um lugar muito punk, ainda mais se a pessoa nunca esteve no sudeste asiático pra ir se adaptando à cultura. Por mais que a gnt leia que é um local fora dos nossos padrões, sem nenhuma infraestrutura, sem higiene, um caos! só estando lá pra saber de fato como são as coisas. Podemos quase dizer que mochilar pela India é tirar seu doutorado em mochilão rsrs

Concordo, realmente o sudeste asiático é um aprendizado para enfrentar a India, mas mesmo assim o choque é grande. Apesar disso existem algumas facilidades e, viajar por aqui, por exemplo, muita gente fala inglês (pelo menos nas cidades mais turísticas), o transporte pode ser lento e caotico, mas sempre existe, e é tudo muito barato - mesmo se vc cometer algum erro ou for enganado, geralmente o prejuízo não é muito grande. Concorda?

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    • Por Adren-Aline
      "Essa história não começa aqui..." Confúcio 😜
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      Luz, câmera, ação"
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      obs.: Para a felicidade de todos, nesse interstício, o Raj acabou abrindo a agência dele. A VOCES INDIA - http://www.vocesindiatours.com/ . Vcs podem encontrá-lo tb no facebook e caso queiram o whatsapp fala comigo no privado ou manda um oi no meu zap 75 98874-5299, podem dizer que Aline e Grelhado que indicaram e peçam desconto (só não sei se ele vai dá kkkkk).
      Ops, lá vou eu falando desse mocinho que está nos braços do Raj, sem nem ao menos apresentá-lo:
      _ Grelhado - Leitores, Leitores - Grelhado.

      Nosso roteiro ficou assim:
      Dia 1 - Holi Festival em Delhi
      Dia 2 - Delhi - Jaipur
      Dia 3 - Jaipur
      Dia 4 - Jaipur - Agra via Fatehpur Sikri
      Dia 5 - Agra
      Dia 6 - Agra - Orchha
      Dia 7 - Orchha - Khajuraho
      Dia 8 - Khajuraho - Varanasi
      Dia 9 - Varanasi
      Dia 10 - Varanasi - Delhi
      Dia 11 - Delhi
      Dia 12 - Delhi - Dubai
       
      Dia 1
      Então... saí de Kathmandu enquanto o restante do grupo estava vindo do Brasil. E casou direitinho a hora de chegada. Depois de 7 abraços e 7 "prazeres em conheceres" seguimos para a imigração. Foi tudo super rápida, afinal já havíamos emitido o visto eletronicamente. Então foi só apresentar o passaporte com mais de 6 meses de validade, o visto impresso e colocar os dedinhos no sensor.
      DicAline: O Visto pode ser tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF.
      Hora de conhecer o Raj. Foi bem fácil encontrá-lo na multidão na saída do aeroporto de Delhi, ele é bem estiloso e usa um chapéu 🤠 que o difere dos demais. Depois de mais 8 abraços e 8 "prazeres em conheceres", seguimos para o veículo. O plano era ir direto para o hotel e do hotel já sair para comemorar o Holi Festival.
      DicAline: O Holi é um festival que acontece todos os anos na Índia. Sua data varia, mas está sempre situada entre os meses de fevereiro e março. A festa das cores, como também é conhecida, comemora o início da primavera. Então as pessoas festejam com música, bebida e comida além de tacar tinta coloridas umas nas outras.
      Quem leu a 1º parte do relato sabe que esse foi meu segundo dia de festival. E acreditem, o segundo superou o primeiro. Principalmente pela surpresa, não imaginei que fossemos comemorar a festa numa comunidade, o que deixou tudo mais autêntico e encantador. Quem não gosta de ser recebido com alegria? Aquele povo transbordava alegria. Foi incrível!
      Olha a carinha deles de curiosidade com a nossa chegada.

      Essa roupa branca foi um presentinho do Raj, usamos ela para que as cores ficassem mais evidentes e também para não perder nossa roupa "usual", pq algumas dessas tintas são difíceis de sair. Ahhh outra coisa que usamos foi óleo de coco na pele e até no cabelo, tb com objetivo de facilitar a retirada durante o banho. Ahhhh2 protejam as câmeras e tudo que vc não queria/possa sujar,  geralmente a tinta é em pó, ela é tão fina que parece talco, ou seja, invade todos os orifícios (até esse que vc acabou de pensar 😅).

      Visitamos algumas casas, conhecemos o estilo de vida deles, tudo regado à cerveja (quente, parece ser costume lá). 

      E foi assim que cheguei ao hotel.

      To be Continued
    • Por João Paulo Meurer
      Passei 30 dias viajando pelo Norte da Índia de leste a oeste.
      passei pelo menos uma noite (e visitei alguma atração) nas cidades em que marquei no Tag.
      valeu muito, viagem barata, daqui uns anos pretendo voltar para a Ásia e para a Índia.
      Quem quiser trocar ideias chama ae...
       


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