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Em 16/03/2018 em 14:09, tyamada disse:

Concordo, realmente o sudeste asiático é um aprendizado para enfrentar a India, mas mesmo assim o choque é grande. Apesar disso existem algumas facilidades e, viajar por aqui, por exemplo, muita gente fala inglês (pelo menos nas cidades mais turísticas), o transporte pode ser lento e caotico, mas sempre existe, e é tudo muito barato - mesmo se vc cometer algum erro ou for enganado, geralmente o prejuízo não é muito grande. Concorda?

Sim. Com relação à comunicação, praticamente não tivemos problemas. Muita gente fala inglês, ou o suficiente para o que precisávamos. Em algumas cidades mais turísticas, alguns falavam espanhol até. E quem não falava nada de inglês, sempre vinha outro indiano que falava inglês e fazia a comunicação. Nesse sentido, sim, é mais fácil do que outros países. E o trem é lento e caótico, mas mais seguro do que ônibus e carro. E apesar de termos sido enganados mil vezes, gastamos pouco no total.

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Mc Leod Ganj 

Fica no noroeste da Índia, nos pés do Himalaia.

Transporte: Fomos de Amritsar para Mc Leod de carro. Isso porque nos falaram que haviam muitos ônibus, mas quando olhamos para eles.... "simple bus" - eram ônibus muito velhos, ferrados, desconfortáveis. Perguntamos o preço do táxi e achamos que valia a pena (dava uns R$100,00 por 4h de viagem). Pedimos o carro pelo hotel Osahan. O motorista não falava inglês, então nos comunicamos por mímica, não tivemos problema. Ele quis parar para almoçar, ele comeu, nós não. Ao final da viagem, pediu o dinheiro do almoço (que era mega barato, então sem problemas... demos 100 rúpias a mais, além do combinado). Sobre a estrada: quando está mais perto de Mc Leod, e começa subir a montanha, a estrada é ultra mega perigosa. Muitas curvas, pista pequena, animais passando... um horror. Nem piscávamos de medo. Achamos que íamos morrer várias vezes. Quem tem medo de estrada, é bom tomar um dramin e dormir. Fica a dica. 

Hospedagem: ficamos na casa de uma família de refugiados tibetanos. Mc Leod fica na Índia, mas é mais Tibet do que Índia. Abriga os refugiados do Tibet, que fugiram da invasão chinesa, e têm recebido muitos tibetanos desde que o Dalai Lama se mudou para lá (na década de 50). Vimos no Lonely Planet que o Lha Social Work, uma instituição de trabalho social tinha esse programa de hospedagem em casas de família. Não foi barato, custou $20 dólares por dia, por pessoa, e você tem que ficar no mínimo uma semana. Topamos porque queríamos ajudar a causa (parte do dinheiro vai para a família, e outra parte para o Lha), e porque queríamos vivenciar a cultura tibetana. Ficamos na casa de uma mulher e sua filha de 15 anos (as outras duas filhas estudavam em New Delhi e o marido trabalhava nos EUA). Gostamos muito, muito mesmo da hospedagem. Casa simples, mas tinha o que precisávamos. No dia em que cheguei, quando me toquei que era inverno e que não teria aquecimento, percebi que seria difícil. Realmente, à noite fez temperatura negativa (não muito abaixo de zero, deve ter feito dois ou três graus negativos). Nos viramos com os cobertores que deram. Foi difícil. O banho também era de balde. Tomávamos a cada 2 dias, acompanhando os locais. Comemos super bem, a comida tibetana era muito boa. Não tinha Internet na casa e a do nosso celular indiano não estava pegando, Vodafone não funcionou lá. Recomendo essa experiência, de ficar em casa de família. 

Cidade: amamos muito Mc Leod, foi meu lugar preferido na Índia. Ironicamente, porque quase não tem indianos...rs. Realmente os tibetanos são mais fáceis de lidar. Eu andava com roupas ocidentais sem problemas, nada de olhares abusivos, tudo bem mais tranquilo. Parecia o paraíso perto do resto da Índia. Fomos no templo onde fica a casa do Dalai Lama, tudo muito simples, mas encantador. O budismo tibetano é muito interessante mesmo. Participamos voluntariamente das aulas de inglês no Lha, que são gratuitas. Ajudávamos os alunos a falar, fazendo perguntas, colocando questões. As aulas são abertas, todos os dias da semana às 16h. Foi muito gostoso estar com os jovens tibetanos. Eles me ensinaram bastante sobre o budismo e sobre o que estavam passando com a invasão chinesa. Emocionante. Mc Leod é um lugar que dá para passar meses.... ficamos 1 semana e saímos com dor no coração. Há vários passeios na natureza, caminhadas no Himalaia. Vimos muitos macacos, adoramos, mas a população não gosta deles. Roubam, as vezes atacam pessoas. É um lugar diferente de tudo que já tinha visto. Ah, aqui a água é ok, porque vem do himalaia, dá para escovar os dentes direto na torneira. Mas beber não arrisquei. Uma coisa importante, levei botas de trekking e usei muito em Mc Leod. Tudo é subida ou descida, às vezes escorregadio. A bota ajudou muito.

 

 

DSC05405.JPG

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Em 21/03/2018 em 05:35, i.s.a_b.e.l.l.a disse:

Mc Leod Ganj 

Fica no noroeste da Índia, nos pés do Himalaia.

Transporte: Fomos de Amritsar para Mc Leod de carro. Isso porque nos falaram que haviam muitos ônibus, mas quando olhamos para eles.... "simple bus" - eram ônibus muito velhos, ferrados, desconfortáveis. Perguntamos o preço do táxi e achamos que valia a pena (dava uns R$100,00 por 4h de viagem). Pedimos o carro pelo hotel Osahan. O motorista não falava inglês, então nos comunicamos por mímica, não tivemos problema. Ele quis parar para almoçar, ele comeu, nós não. Ao final da viagem, pediu o dinheiro do almoço (que era mega barato, então sem problemas... demos 100 rúpias a mais, além do combinado). Sobre a estrada: quando está mais perto de Mc Leod, e começa subir a montanha, a estrada é ultra mega perigosa. Muitas curvas, pista pequena, animais passando... um horror. Nem piscávamos de medo. Achamos que íamos morrer várias vezes. Quem tem medo de estrada, é bom tomar um dramin e dormir. Fica a dica. 

Hospedagem: ficamos na casa de uma família de refugiados tibetanos. Mc Leod fica na Índia, mas é mais Tibet do que Índia. Abriga os refugiados do Tibet, que fugiram da invasão chinesa, e têm recebido muitos tibetanos desde que o Dalai Lama se mudou para lá (na década de 50). Vimos no Lonely Planet que o Lha Social Work, uma instituição de trabalho social tinha esse programa de hospedagem em casas de família. Não foi barato, custou $20 dólares por dia, por pessoa, e você tem que ficar no mínimo uma semana. Topamos porque queríamos ajudar a causa (parte do dinheiro vai para a família, e outra parte para o Lha), e porque queríamos vivenciar a cultura tibetana. Ficamos na casa de uma mulher e sua filha de 15 anos (as outras duas filhas estudavam em New Delhi e o marido trabalhava nos EUA). Gostamos muito, muito mesmo da hospedagem. Casa simples, mas tinha o que precisávamos. No dia em que cheguei, quando me toquei que era inverno e que não teria aquecimento, percebi que seria difícil. Realmente, à noite fez temperatura negativa (não muito abaixo de zero, deve ter feito dois ou três graus negativos). Nos viramos com os cobertores que deram. Foi difícil. O banho também era de balde. Tomávamos a cada 2 dias, acompanhando os locais. Comemos super bem, a comida tibetana era muito boa. Não tinha Internet na casa e a do nosso celular indiano não estava pegando, Vodafone não funcionou lá. Recomendo essa experiência, de ficar em casa de família. 

Cidade: amamos muito Mc Leod, foi meu lugar preferido na Índia. Ironicamente, porque quase não tem indianos...rs. Realmente os tibetanos são mais fáceis de lidar. Eu andava com roupas ocidentais sem problemas, nada de olhares abusivos, tudo bem mais tranquilo. Parecia o paraíso perto do resto da Índia. Fomos no templo onde fica a casa do Dalai Lama, tudo muito simples, mas encantador. O budismo tibetano é muito interessante mesmo. Participamos voluntariamente das aulas de inglês no Lha, que são gratuitas. Ajudávamos os alunos a falar, fazendo perguntas, colocando questões. As aulas são abertas, todos os dias da semana às 16h. Foi muito gostoso estar com os jovens tibetanos. Eles me ensinaram bastante sobre o budismo e sobre o que estavam passando com a invasão chinesa. Emocionante. Mc Leod é um lugar que dá para passar meses.... ficamos 1 semana e saímos com dor no coração. Há vários passeios na natureza, caminhadas no Himalaia. Vimos muitos macacos, adoramos, mas a população não gosta deles. Roubam, as vezes atacam pessoas. É um lugar diferente de tudo que já tinha visto. Ah, aqui a água é ok, porque vem do himalaia, dá para escovar os dentes direto na torneira. Mas beber não arrisquei. Uma coisa importante, levei botas de trekking e usei muito em Mc Leod. Tudo é subida ou descida, às vezes escorregadio. A bota ajudou muito.

 

 

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Olá Isabella! O transporte de Amritsar para McLeod foi então cerca de 2000 rúpias? 

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Em 25/03/2018 em 02:06, tyamada disse:

Olá Isabella! O transporte de Amritsar para McLeod foi então cerca de 2000 rúpias? 

Acabei de ver nas minhas anotações que foi R$100,00 por pessoa. Então saiu 4.000 rúpias no total, pois estávamos em dois. Era um carro normal, tipo táxi. 

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1 hora atrás, i.s.a_b.e.l.l.a disse:

Acabei de ver nas minhas anotações que foi R$100,00 por pessoa. Então saiu 4.000 rúpias no total, pois estávamos em dois. Era um carro normal, tipo táxi. 

Como estamos no modo economia, resolvemos vir de onibus ontem. Realmente os ônibus sao bem capengas, apertados e nao tem muito lugar para bagagem não.

Como queríamos chegar mais cedo, e o onibus direto de Amritsar só saia ao meio-dia, pegamos um de Amritsar para Pathankot, de lá para Dharamsala e finalmente um para McLeod. Os dois primeiros trajetos duraram cerca de 3hs cada um, e o último 30 minutos já em um onibus mais parecido com os que temos no Brasil. A viagem total custou 269 rupias por pessoa, e durou no total, contando com os tempos de espera entre um onibus e outro, cerca de 7h30m.

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@i.s.a_b.e.l.l.a  Muito irado seu relato! Pretendo fazer as mesmas cidades que você, no final do ano. Só que com um tempo mais curto, pois tmb desejo ir ao Nepal.

Ansiosa pela continuação e de como foi estar em Varansi pra vc! 

 

:)

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Em 14/03/2018 em 09:53, i.s.a_b.e.l.l.a disse:

Olá, pessoal. Vou fazer um relato detalhado da minha viagem para a Índia, com os gastos. Aqui vou colocar o geral, e embaixo vou acrescentando os posts com detalhes. 

 

Foram 35 dias na Índia, 11 cidades. 

 

29.01.18: voo São Paulo - Adis Abeba ET (Ethiopian Airlines) 

30.01: voo Adis Abeba - New Delhi 

31.01: New Delhi 

01.02: New Delhi (trem nutorno para Amritsar)

02.02: Amritsar 

03.02: Amritsar 

04.02: carro de Amritsar para McLeod Ganj

05.02: McLeod Ganj

06.02: McLeod Ganj

07.02: McLeod Ganj

08.02: McLeod Ganj

09.02: McLeod Ganj

10.02: trem de McLeodGanj para Rishikesh 

11.02: Rishikesh

12.02: Rishikesh 

13.02: Rishikesh 

14.02: trem de Rishikesh para Agra 

15.02: Agra 

16.02: Agra (trem noturno para Varanasi)

17.02: Varanasi 

18.02: Varanasi 

19.02: Varanasi 

20.02: Varanasi 

21.02: trem de Varanasi para Jaipur 

22.02: Jaipur 

23.02: trem de Jaipur para Pushkar (1 dia em Pushkar)

24.02: trem de Pushkar para Jodhpur (1 dia em Jodhpur)

25.02: trem de Jodhpur para Jaisalmer 

26.02: Jaisalmer 

27.02: Jaisalmer 

28.02: Jaisalmer  (ônibus noturno de Jaisalmer para Udaipur)

01.03: Udaipur 

02.03: Udaipur 

03.03: Udaipur 

04.03: Udaipur (trem noturno de Udaipur para New Delhi)

05.03: New Delhi

06.03: New Delhi

07.03: voo New Delhi - Adis Abeba 

08.03: voo Adis Abeba - São Paulo 

 

Total de gastos: R$8.485 por pessoa (incluindo tudo, até passagem aérea e seguro saúde)

Valor da passagem aérea Ethiopian Airlines Sp-Delhi: R$ 3.700 por pessoa

Média de gastos por dia, excluindo-se passagem aérea internacional e seguro saúde: R$ 121 por pessoa

Seguro saúde: Bradesco, R$ 544 por pessoa

 

Vou em Dezembro, chego em Jaipur e quero ir a Jaisalmer/Rishikesh/Agra, não vi seu relato de Jaisalmer ou Rishikesh, se puder compartilhar vai me ajudar muito... Gratidão

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      obs.: Para a felicidade de todos, nesse interstício, o Raj acabou abrindo a agência dele. A VOCES INDIA - http://www.vocesindiatours.com/ . Vcs podem encontrá-lo tb no facebook e caso queiram o whatsapp fala comigo no privado ou manda um oi no meu zap 75 98874-5299, podem dizer que Aline e Grelhado que indicaram e peçam desconto (só não sei se ele vai dá kkkkk).
      Ops, lá vou eu falando desse mocinho que está nos braços do Raj, sem nem ao menos apresentá-lo:
      _ Grelhado - Leitores, Leitores - Grelhado.

      Nosso roteiro ficou assim:
      Dia 1 - Holi Festival em Delhi
      Dia 2 - Delhi - Jaipur
      Dia 3 - Jaipur
      Dia 4 - Jaipur - Agra via Fatehpur Sikri
      Dia 5 - Agra
      Dia 6 - Agra - Orchha
      Dia 7 - Orchha - Khajuraho
      Dia 8 - Khajuraho - Varanasi
      Dia 9 - Varanasi
      Dia 10 - Varanasi - Delhi
      Dia 11 - Delhi
      Dia 12 - Delhi - Dubai
       
      Dia 1
      Então... saí de Kathmandu enquanto o restante do grupo estava vindo do Brasil. E casou direitinho a hora de chegada. Depois de 7 abraços e 7 "prazeres em conheceres" seguimos para a imigração. Foi tudo super rápida, afinal já havíamos emitido o visto eletronicamente. Então foi só apresentar o passaporte com mais de 6 meses de validade, o visto impresso e colocar os dedinhos no sensor.
      DicAline: O Visto pode ser tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF.
      Hora de conhecer o Raj. Foi bem fácil encontrá-lo na multidão na saída do aeroporto de Delhi, ele é bem estiloso e usa um chapéu 🤠 que o difere dos demais. Depois de mais 8 abraços e 8 "prazeres em conheceres", seguimos para o veículo. O plano era ir direto para o hotel e do hotel já sair para comemorar o Holi Festival.
      DicAline: O Holi é um festival que acontece todos os anos na Índia. Sua data varia, mas está sempre situada entre os meses de fevereiro e março. A festa das cores, como também é conhecida, comemora o início da primavera. Então as pessoas festejam com música, bebida e comida além de tacar tinta coloridas umas nas outras.
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      Olha a carinha deles de curiosidade com a nossa chegada.

      Essa roupa branca foi um presentinho do Raj, usamos ela para que as cores ficassem mais evidentes e também para não perder nossa roupa "usual", pq algumas dessas tintas são difíceis de sair. Ahhh outra coisa que usamos foi óleo de coco na pele e até no cabelo, tb com objetivo de facilitar a retirada durante o banho. Ahhhh2 protejam as câmeras e tudo que vc não queria/possa sujar,  geralmente a tinta é em pó, ela é tão fina que parece talco, ou seja, invade todos os orifícios (até esse que vc acabou de pensar 😅).

      Visitamos algumas casas, conhecemos o estilo de vida deles, tudo regado à cerveja (quente, parece ser costume lá). 

      E foi assim que cheguei ao hotel.

      To be Continued
    • Por João Paulo Meurer
      Passei 30 dias viajando pelo Norte da Índia de leste a oeste.
      passei pelo menos uma noite (e visitei alguma atração) nas cidades em que marquei no Tag.
      valeu muito, viagem barata, daqui uns anos pretendo voltar para a Ásia e para a Índia.
      Quem quiser trocar ideias chama ae...
       


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