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10 dias na Indonésia - Ubud, Gilli T, Seminyak, Nusa Penida, Uluwatu, Labuan Bajo (Komodo)

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Aeeee! Lembro bem pouco dos preços hahahahah foi bom você ter anotado!
Fizemos muito em pouco tempo né? Amei tanto que acabei voltando depois das Filipinas e já estou considerando voltar ano que vem!

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    • Por l3andro
      Vou fazer um mochilão no Sudeste Asíatico começando em Setembro na Indonésia e pretendo ficar lá um mês . Quero começar por Bali ,depois percorrer as Nusa Islands e talvez depois ir até Java ,alguêm já fez algo parecido ? Qual a vossa opinião ?
    • Por rodrigovix
      Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
      Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
      Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
      Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
      Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
      Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
      Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
      Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
      Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
      Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
      Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
      Capítulo 11:
      Capítulo 12:
      Capítulo 13:
      Capítulo 14:
      Capítulo 15:
      (continua...)
      Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?
      Então segue lá no instagram @queridopassaporte
      Faaala, meu povo!
      Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.
      Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.
      Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 
       
      Agradecimentos
      Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:
      Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha
      Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.
      Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 
      E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.
      Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.
       
      A viagem
      Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!
       
      O Roteiro
       

      O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.
      Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).
      O roteiro ficou assim:
      11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
      12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
      13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
      14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)
      Indonésia (Bali)
      15/10/17: Uluwatu
      16/10/17: Ubud
      17/10/17: Ubud
      18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
      19/10/17: Nusa Penida
      20/10/17: Nusa Penida
      21/10/17: Nusa Penida
      22/10/17: Nusa Penida x Kuta
      23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)
      Singapura
      24/10/17: Singapura
      25/10/17: Singapura
      26/10/17: Singapura
      27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)
      Tailândia
      28/10/17: Bangkok
      29/10/17: Bangkok
      30/10/17: Bangkok
      31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
      01/11/17: Chiang Mai
      02/11/17: Chiang Mai
      03/11/17: Chiang Mai
      04/11/17: Chiang Mai
      05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
      06/11/17: Railay Beach
      07/11/17: Railay Beach
      08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
      09/11/17: Koh Phi Phi
      10/11/17: Koh Phi Phi
      11/11/17: Koh Phi Phi
      12/11/17: Koh Phi Phi
      13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
      14/11/17: Bangkok
      15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)
       
      Quando ir?
      Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).
      Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.
      Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.
      Indonésia (Bali)

      De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.
       
      Singapura

      Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.
       
      Tailândia

      Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.
       
      O que levar?
      O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.
      Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

       
      Equipamentos
      Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.
      De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).
      Câmera Nikon Dx D5300
      Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
      Lente Nikkor 35mm f/1.8
      Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
      Tripé 60-170cm
      GoPro HERO5 Black
      GoPro Dome 6’’
      Spray repelente de água
      Bastão GoPro 3 Way
      Bastão Flutuador GoPro
      Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
      Maleta de acessórios GoPro
      Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
      Adaptador de tomadas
      Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha
       
      Precisa de visto?
      Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 
      Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.
      Indonésia
      O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.
      Singapura
      Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.
      Tailândia
      Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.
      Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.
       
      Documentos
      Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:
      Cartões de embarque:
      Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.
      Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
      Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).
      Certificado do Seguro Viagem:
      Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.
      Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
      É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
      Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.
      Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
      Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.
       
      Como levar o dinheiro?
      Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.
      Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.
       
      Finalizando...
      Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.
      Então, até breve!
       
      Próximo capítulo: Do sonho até lá.
    • Por Pericles Rosa
      O Parque Nacional de Komodo é formado por três ilhas principais (Komodo, Rinca e Padar), e é conhecido mundialmente por ser a casa do célebre dragão de Komodo (Varanus komodoensis), o maior lagarto do mundo.
       
      Depois de passar uns dias em Bali, peguei um vôo de uma hora para Labuan Bajo, uma antiga vila de pescadores localizada na parte oeste da ilha de Flores na Indonésia.
      Labuan Bajo é a cidade mais próxima do Parque Nacional de Komodo, uma das áreas mais importantes de conservação natural do mundo. Na verdade, devido sua importância biológica e sua incrível vida marinha, a UNESCO declarou o parque Património Mundial e Reserva da Biosfera.
       
      Mas uma viagem ao Parque Nacional de Komodo vai além de seus famosos habitantes carnívoros gigantescos que remontam aos tempos pré-históricos. É também uma oportunidade para apreciar algumas das mais belas ilhas do mundo e suas incríveis faunas, floras e formações rochosas. Você também pode fazer trekking, caminhadas, mergulho, observação de aves, e claro, ver os dragões!
      Visitei o parque em fevereiro de 2017 e fiquei boquiaberto com a esplendorosa natureza desta parte do mundo, para não mencionar hipnotizado pelos fascinantes dragões de Komodo.
       

       
      Passeio para as Ilhas Rinca, Padar e dos Morcegos
       
      Uma vez em Labuan Bajo, você pode escolher entre os passeios de um, dois, ou três dias.
      Em todos eles você visitará as Ilhas Padar, Rinca e Bat, mas nos passeios de dois e três dias você será acomodado em um barco, e no segundo dia visitará a ilha Komodo, Pink Beach (praia de areia rosa) e Manta Point.
      Optei por ficar na cidade em um super confortável hotel de luxo, e fazer dois passeios de um dia.
      Assim, na manhã após a minha chegada, acordei às 6h, tomei café da manhã, e às 7h fui pego no hotel para o tour para as ilhas Padar, Rinca e dos morcego.
      Infelizmente, meu barco de madeira teve alguns problemas mecânicos, e acabei deixando Labuan Bajo apenas às 08h30min.
      No entanto, o tempo perdido à espera de um barco menor e mais rápido foi esquecido assim que comecei a ir para Padar Island.
      A deslumbrante paisagem era composta por centenas de montanhas gigantescas cobertas com diferentes tons de verde; água cristalina esmeralda que virava turquesa em algumas partes; um céu azul com nuvens; aves voando e peixes saltando na água.
      Eu estava em êxtase com esse cenário perfeito!
       
      Após cerca de 02h30 min a água começou a ficar mais rasa, à medida que o barco se aproximava da Ilha Padar.
      A vista do barco era incrível !! A savana verde brilhante que cobre a ilha irradiava à luz do sol, e a água era tão rasa e clara que podia ver os recifes de coral e os peixes nadando.
       

       
      Ilha Padar
       
      A ilha Padar está localizada a cerca de 30 km de Labuan Bajo, e tem uma área de superfície coberta com savana de 14,09 km².
      Embora você pode não tenha ouvido falar dela, já que não é tão famosa como Bali, a ilha Padar tem uma paisagem espetacular, e é definitivamente uma das mais belas do mundo.
      Admito que Padar foi uma das ilhas que eu queria ver mais quando planejei minha viagem para a Indonésia.
       

       

       
      Para chegar ao topo de Padar Island não demora mais do que 30 minutos.
      Há uma escada de madeira no início que leva a uma trilha de cascalho que vai todo o caminho até o cume.
      A caminhada é muito fácil, no entanto, existem algumas pequenas pedras na trilha que tornam o terreno um pouco escorregadio, especialmente durante a descida. Portanto, tenha cuidado, ande devagar, e use calçados apropriados.
      Uma vez que você está no topo, pode se maravilhar com a paisagem extraordinária: uma franja de montanhas verdes brilhantes com formas distintas, cercada por três baías de água azul turquesa.
      Curiosamente, essas três baías são dotadas de praia com cores de areia diferentes: branca, preta e rosa. Nunca tinha visto esse fenômeno antes, e não acho que há um outro caso no mundo com esta combinação esdrúxula…
      Fiquei sem palavras admirando a paisagem mais deslumbrante que vi na Indonésia, e sentindo-me extremamente feliz !!
       

       

       

       

       
      Há três mirantes no caminho até o cume da ilha, mas você não precisa percorrer todo o caminho já que o primeiro deles é o melhor para tirar fotos.
      Se você tiver tempo e quiser explorar mais a ilha, você pode fazer um trekking por cerca de uma hora, ou desfrutar de suas praias excelentes e desertas. Snorkeling em Padar também é incrível!
      A ilha é o lar de falcões, papagaios, lagartos, tartarugas, três dragões de Komodo, e outros animais. Mas não se preocupe se você não ver os dragões durante sua visita – se é isso que você quer fazer, melhor ir para Komodo ou Rinca. Na verdade, a próxima ilha que fomos foi Rinca…
       
      Ilha Rinca
       
      O barco deixou Padar e navegou para 01h30min até que chegarmos à Rinca, que é o lar de mais de 1500 dragões de Komodo.
      A visita a Ilha Rinca só é permitida na presença de um guarda florestal, que irá explicar tudo sobre os dragões, mantê-lo seguro e orientá-lo ao redor da ilha.
      Os dragões de Komodo são animais de sangue frio, e o melhor momento para vê-los é no início da manhã, quando eles estão procurando lugares ensolarados para aquecer a temperatura do corpo, enquanto ainda não está muito quente.
      Felizmente, quando eu cheguei, havia alguns dragões debaixo cozinha dos guardas florestais, que foram atraídos pelo cheiro da comida. O guia explicou que os dragões são animais carnívoros que podem chegar a até 3,5 metros de comprimento, e comem apenas uma vez por mês. Aprendemos também que eles podem viver até 50 a 60 anos, e sua saliva contém mais de 54 tipos de bactérias e é letal.
      Fiquei fascinado e super curioso para aprender mais sobre os dragões de Komodo. Que animal intrigante!
       

       
      Eu também vi alguns macacos e veados durante minha uma hora de caminhada em Rinca Island.
       
      Ilha Pempeng
       
      Depois de Rinca, fui para a ilha Pempeng para fazer snorkeling, que por sinal foi fantástico! Também vi algumas águias sobrevoando a ilha.
       

       
      Ilha dos Morcegos
       
      Em seguida, o barco se aproximou à Bat Island. A ilha recebe esse nome porque há milhares de morcegos gigantes saindo dos manguezais bem na hora do pôr do sol.
      Vendo os enxames de morcegos cruzando o céu avermelhado e púrpuro foi sem dúvida uns dos pores do sol mais bizarros da minha vida.
       

       
      No momento em que o barco voltou para Labuan Bajo, já estava escuro, e o céu estava cheio de estrelas.
      Da foi um longo dia, mas enquanto estava sentado no barco, admirando a vista fenomenal e recordando a visitar todos esses lugares incríveis, minha alma enchia de gratidão.
       
      Passeio para a ilha Komodo, Pink Beach e Manta Point
       
      No segundo dia fiz o passeio que levava para a Ilha Komodo, Pink Beach, e Manta Point.
      Saí do hotel às 7h, e depois de cerca de duas horas, o barco se aproximou de Komodo, a mais famosa e maior ilha do Parque Nacional de Komodo.
       
      Ilha Komodo
       
      A ilha tem uma superfície de 390 Km², e uma população de mais de 2000 pessoas e 2500 dragões. Sua vegetação varia de savana à floresta tropical, e a altitude vai do nível do mar a 750 m acima do nível do mar no pico mais alto no Parque Nacional de Komodo.
      A Ilha Komodo, uma das Novas Sete Maravilhas Naturais, é também o lar de veados, macacos, búfalos, porcos, cobras, lagartos, civetas, baleias, golfinhos, mantas, várias espécies de recifes de coral, esponjas, e muitas espécies de peixe.
      Assim que cheguei na Ilha Komodo, vi dois dragões: um caminhando na praia, e outro descansando embaixo de uma árvore. Encontrei com o guarda florestal, que explicou que havia três opções em termos de caminhadas na ilha: 1h, 1h30min, e 2h (que abrange cerca de 4-5 km).
      Começamos nosso passeio com ele me dizendo as regras para evitar ser mordido pelos dragões: sempre obedecer as instruções do guarda, prestar atenção no caminho, manter uma certa distância dos dragões, etc. Entre 1985 e 2016, houve mais de 20 casos de ataques de dragões de Komodo a seres humanos, quatro dos quais foram fatais…
      No caminho vimos ninhos vazios (a época de acasalamento é de julho a agosto) e também encontramos três dragões descansando na sombra de árvores.
       

       
      O trekking é adequado para todas as idades, pois o terreno é fácil de andar, e há várias árvores e alguns morros que proporcionam vistas absolutamente deslumbrantes do Parque Nacional de Komodo.
      Quando estávamos chegando no final da nossa caminhada, vimos dois dragões correndo, um dos quais era um filhote. O guia explicou que os filhotes de dragões podem subir em árvores e correr até 25 km/h. Esta é uma habilidade necessária, pois os dragões de Komodo são carnívoros e a maior ameaça dos filhotes desde terem sido chocados até se tronarem adultos é serem comidos pelos adultos.
      Tive muita sorte de ter visto os dragões de Komodo em ambas as ilhas, Rinca e Komodo, pois como o guia explicou, não há garantia alguma que você verá os dragões durante a sua visita.
      Quando terminamos nossa caminhada, vi mais dragões, um porco do mato, e um veado super fofo e manso.
       

       
      Pink Beach
       
      Saímos de Komodo e 30 minutos depois chegamos ao Pantai Merah, a praia de areia rosa, uma das somente sete no mundo, e a primeira que fui.
      Na verdade tive que pular na água para chegar à praia, porque o barco não poderia chegar ancorar mais proximo da areia por causa dos corais.
      A água cristalina turquesa estava morna e cheia de recifes de coral repletos de peixes. Snorkeling na praia rosa foi maravilhoso, mas o que realmente queria ver era a areia fofa branca, quero dizer rosa..
      A areia na verdade é apenas próxima à água, e obtém sua cor a partir de pedaços de coral vermelho na areia. Apesar de haver um monte de plásticos no entorno, é um lugar perfeito para se bronzear e relaxar.
       

       
      Manta Point
       
      Depois de descansar um pouco, continuamos navegar por cerca de 1h no Parque Nacional de Komodo em direção a nossa última parada: Manta Point; assim chamada porque é um bom local para ver mantas…
      Mais uma vez passamos por ilhas incríveis, com diferentes tons de água azul e areia branca. A vontade que tinha era saltar do barco e passar o resto do dia lá…
      No entanto, continuamos até nosso destino, mas quando chegamos em Manta Point, não conseguimos encontrar mantas. Infelizmente tive que adiar meu sonho de nadar com mantas…
      Terminamos voltando para o que foi o lugar mais incrível – um pequeno pedaço de terra no meio do oceano cercado por água azul extremamente clara. Era uma ilha deserta, uma imagem perfeita do paraíso, e me senti como se tivesse meu pedaço de paraíso na Terra.
       

       
      Na viagem de três horas de volta para Labuan Bajo, vi cada paisagem ainda mais extraordinária, centenas de peixes, e milhares de estrelas no céu.
      Passei mais um dia em Flores, andando de caiaque, fazendo snorkeling, tomando sol, trabalhando um pouco, desfrutando da piscina do hotel e da impressionante vista de centenas de montanhas de diferentes formas e elevações cobertas com vegetação exuberante e cercada por águas esmeraldas intocadas.
       
      [*] Se você quiser saber mais informações sobre o parque, horário de funcionamento, como chegar lá, custos dos passeios, etc, só checar o meu post completo sobre o Parque Nacional de Komodo aqui http://www.7continents1passport.com/ilha-komodo-nacional-park-dragao-indonesia/?lang=pt-br, que lá tem as informações extras.
       
      Obrigado !


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