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crista - retired

Saúde na América do Sul - Perguntas e Respostas

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Paulo, eu não como maionese em lugar nenhum, nem no restaurante dos chiques e famosos ahHAhaHAhH

 

Esse sim é um prato booooooooom pra dar intoxicação e salmonela.

 

Intééé

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IMOSEC NUNCA!!!

 

você pode se matar tomando imosec se tiver com infecção intestinal, desenvolve sepse e tchau tchau, tomara que tenha feito seguro pra sua mamãe embolsar 100 mil.

 

eu estou na dúvida sobre qual seguro saúde fazer ( meus pais fazem questão que eu faça), alguém tem uma sugestão?

 

CLORIN em qualquer água que beber, com certeza... e o que a galera aí em cima falou.

 

pras infecções intestinais, vc deve levar uma quinolona (ciprofloxacino, levofloxacino)... e floratil pra repôr a flora intestinal depois que o antibiótico matar tudo.

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Caros colegas mochileiros,

 

A Bolívia é país que apresenta grande número de graves problemas de saúde pública e que demandam a nossa atenção imediata antes de qualquer viagem.

 

As taxas de Malária, Doença de Chagas, Febre Tifóide, Hepatite A e agora de H1N1 (centenas de casos já registrados) são preoucupantes e alarmantes. Isso sem falar nos nossos já conhecidos problemas de dengue, filariose, cólera, diarréia e outros.

 

Acredito que o mal da altitude é o menor dos problemas da Bolívia. A hepatite A, por exemplo, é transmissível através de água e alimentos, e a malária e doença de chagas através de insetos.

 

As medidas de precaução que devem ser tomadas vão desde vacinações e o uso de repelentes, até a dormida em locais com ar-condicionado, alimentação adequada e medidas de higiente que devem ser intensificadas.

 

Minha preocupação maior é com as doenças crônicas e fatais, como Chagas, que afeta o coração e que tem como transmissor não só o barbeiro, mas outros besouros de dimensão muito menor. A prevenção exige uma série de medidas complicadas e de difícil implementação (utilização de repelente, inseticida ambiental, redes de proteção e por aí vai).

 

A hepatite A é uma doença infecciosa aguda, causada pelo vírus da hepatite A, que produz inflamação e necrose do fígado (contraída através da ingestão de água e alimentos contaminados).

 

Dormir em locais como Isla del Sol e outros mais ermos podem aumentar o risco de contrair as citadas doenças.

 

Todo mundo quer mochilar, mas tenho certeza que ninguém quer voltar para casa debilitado gravemente.

 

Um link sério, técnico e muito informativo é:

 

http://www.mdtravelhealth.com/destinations/samerica/bolivia.php

 

Viajar sempre, mas com a preparação necessária e que determinados locais exigem.

 

Eu estou terminando minhas vacinações e preparando meu kit de repelentes, inseticidas e remédios que podem se tornar necessários. Prevenção é essencial e só a organização do roteiro não é tudo!

 

É só um alerta aos colegas, de quem também anda preparando a mochila para a Bolívia e países adjacentes!

 

Desejo a todos uma mochilada inesquecível e saudável!

 

E... Nos encontramos por aí...

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leiteit

 

Sua preocupação realmente é muito relevante.

 

Gostaria apenas de ressaltar um ponto importante. A maioria, se não a totalidade, dos sites relacionados a medicina de viagem são criados em países desenvolvidos. O problema disso é que muitas das doenças que são problemas para eles, para nós não são. Por exemplo, a hepatite A que você citou é uma doença potencialmente grave quando contraida na idade adulta, acontece que nós brasileiros praticamente todos já tivemos hepatite A na infância, mas como nessa idade ela é leve a maioria nem sabe que teve a doença, e por isso já estamos progetidos. Então hepatite A em geral não é uma preocupação para nós brasileiros quando viajamos, embora seja para os americanos e europeus.

 

Malária é uma doença que só ocorre em áreas de floresta, então para quem for viajar só para cidades grandes na Bolívia não precisa de nenhuma precaução especial. O mesmo vale para febre amarela.

 

Febre tifóide no Brasil tem tanto quanto na Bolívia. Evintando comer comida de fontes muito duvidosas, da mesma forma que fazemos aqui, pode-se evitar. Para os mais preocupados, se não me engano existe uma vacina (não sei se existe na rede pública)

 

Com relação a Chagas não conheço a situação na Bolívia. Mas dei uma pesquisada no site do CDC (órgão americano relacionado ao controle de doenças) e parece que não tem nenhum caso relatado de alguém ter adquirido doença de Chagas durante uma viagem, em qualquer lugar do mundo, o risco é baixíssimo para viajantes.

 

Do meu ponto de vista as maiores preocupações são realmente malária e febre amarela, avaliando o risco de exposição de acordo com o roteiro de cada um. Áreas de altitude maior que 2.500m não tem risco. Áreas de floresta de menor altitude tem risco. Vale lembrar que ambas as doenças são totalmente preveníveis, a febre amarela com a vacina, e a malária com um remédio que deve ser tomado durante a viagem.

 

Aproveito para deixar também 2 links para complementar a leitura, do CDC e da OMS.

http://wwwnc.cdc.gov/travel/

http://www.who.int/ith/en/

 

Abraços

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Olá pessoal,

 

estamos viajando há 4 meses pela América do Sul. Começamos pelo Uruguai, seguimos pela Argentina, depois Paraguai e agora Bolívia. Em todos os lugares, utilizamos para cozinhar e beber a água da torneira. Tudo estava OK até chegarmos na BOLÍVIA. Já estávamos há quase uma semana em Santa Cruz de la Sierra quando começamos a passar MUITO MAL: febre oscilando entre 37-39 graus Celsius, diarréia constante, dores abdominais intensas, além de um mal estar geral. Inicialmente não sabíamos do que se tratava, se havia sido alguma coisa com a comida (estávamos comendo fora direto), com a água ou uma virose. Na dúvida, passamos a adotar uma alimentação muito leve apenas com gelatina, frutas, iogurte e ÁGUA MINERAL (essas de garrafas, compradas no supermercado), além de tomar remédio para as dores, já que eram bem fortes. Fomos conversando com alguns outros viajantes e nos alertaram que a Bolivia tem uma água encanada de PÉSSIMA QUALIDADE. De fato, muito ruim mesmo, porque na cidade em que vivemos (Porto Alegre/RS), e em todos os países onde passamos, estávamos bastante acostumados a beber água da torneira mesmo, logo nosso organismo não é o mais "sensível" de todos e ainda assim fomos abatidos pela tal "peste".

 

Com o passar dos dias fomos nos curando. Não chegamos a procurar um médico, principalmente porque não temos plano de saúde, mas confesso que sentimos falta nessa situação.

 

Passadas duas semanas, chegamos em Sucre, e depois de beber muita água mineral (e cozinhar os próprios alimentos, o que afasta as chances de contaminação, etc), pensamos em acrescentar CLORO (esses que se vendem em lojas equipamentos de camping) na água da torneira. Porém, depois de 2 dias eu comecei, novamente, a passar mal: mal estar, dores abdominais, exatamente como da primeira vez em Sta Cruz.

 

De agora em diante, apenas água mineral, para garantir.

 

Fica a dica então, muito cuidado com a água na Bolívia, seja para beber, para lavar alimentos (frutas, verduras, etc) ou ainda quando consumida na rua, em forma de sucos, etc.

 

Qualquer dúvida, estamos à disposição.

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Devemos sempre evitar beber água que não seja água mineral de garrafa quando estamos viajando.

 

Mesmo sendo tratada a água contém bactérias. Nós já estamos acostumados com a água das nossas cidades, pois como estamos em contato desde pequenos já criamos os anticorpos contra as bactérias presentes nela. Porém quando viajamos encontramos na água bactérias diferentes, por exemplo no caso de vocês, as bactérias na água da Bolívia são diferentes das que estão presentes na água de Porto Alegre. E como você nunca teve contato com as "bactérias bolivianas" antes, você não tem anticorpos contra elas, o que fez com que vocês adoecessem.

 

Além da questão das bactérias, a água de diferentes lugares tem também combinação de minerais diferentes, o que pode por si só já causar diarréia (não-infecciosa).

 

No caso de vocês parece não ter sido uma simples bactéria dessas (que em geral são meio bobinhas) ou minerais. Pode ter sido uma bactéria mais "forte" que indica água realmente contaminada, e não apenas uma água com bactéria diferentes. Para prevenir esses casos existe a vacina contra diarréia do viajante e a vacina contra febre tifóide que estão disponíveis no Brasil na rede privada (não tenho informações sobre a rede pública, mas acredito que esteja disponível em centro especializados). Essas vacinas ajudam a protejer contra algumas das formas de diarréia, mas não todas, então nunca podemos abrir mão dos cuidados que você mesmo citou:

 

- Tomar apenas água mineral

- Evitar o consumo de alimentos que precisem ser lavados (primeiro porque você nem sabe se foi lavado, segundo que pode ter sido lavado com água contaminada). Preferir o consumo de vegetais cozidos

- Evitar sucos, sorvetes e gelo pois não se sabe a procedência da água

- Em caso de não haver disponibilidade de água mineral, usar clorin ou ferver a água

 

 

OBS: O clorin mata as bactérias, mas ele não elimina as toxinas que algumas bactérias produzem, e também não ajuda nos casos em que a diarréia é causada pela composição mineral da água.

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Samantha,

 

gracias pelas informações, nunca é demais. Vivendo e aprendendo...sempre!

 

Entendemos a questão das bactérias e minerais nas diferentes águas, mas não há dúvidas (e o "senhor google" está aí para auxiliar) que o controle da qualidade da água em alguns países da América do Sul é bem inferior a outros. É bem difícil ouvir falar de alguém (que não é "local") que teve problemas tomando água potável nas grandes cidades brasileiras, já na Bolívia, Peru, etc, chovem relatos... De toda forma, é melhor ter cuidado.

 

Quanto às vacinas para diarréia e febre tifóide, de fato, não conhecíamos. Muito bom saber.

 

Até a próxima.

 

Abs,

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Com certeza a qualidade varia sim.

 

Aqui no Rio eu tomo água da torneira direto, embora também não seja muito recomendado não rsrsrs

Mas nunca tive nenhum problema por isso

 

Abraços

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Bom dia.

Em julho pretendo fazer uma viagem à Argentina - minha primeira internacional - acompanhado da namorada que já foi várias vezes antes à Argentina.

 

Até ontem, o plano era ir à Argentina (Buenos Aires e arredores) por 7 dias, passar uns 3 dias no Uruguai (Montevidéu e arredores) e retornar pra casa.

 

Mas como teríamos mais tempo sobrando, ela ficou super empolgada com Santiago no Chile e tbm fiquei interessado. Só que, lendo aqui no fórum, vi o alerta que lá, no inverno, há grande risco de doenças respiratórios devido às condições atmosféricas. E eu tenho bronquite asmática e, pra gerar a combinação matadora, sinusite.

 

Alguém que tenha ido pra Santiago, acha que é arriscado eu ter crises asmáticas? Tenho certo medo disso. E, sim, tenho crises fortes a cada 2 ou 3 anos. Será que vale a pena ignorar Santiago por isso, ou arriscar ir? Qualquer dica é de grande ajuda.

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Com certeza a qualidade varia sim.

 

Aqui no Rio eu tomo água da torneira direto, embora também não seja muito recomendado não rsrsrs

Mas nunca tive nenhum problema por isso

 

Abraços

 

 

cara, pois eh, em sao paulo, e acredito q no rio tb e outras grandes cidades, se a agua eh encanada da sabesp, nao tem o menor risco de ter algum problema por tomar agua da torneira de pegar alguma doença por microorganismo, justamente pq a agua eh tratada com um monte de cloro - q deixa a agua com um puta gosto de piscina. Agora, os problemas q se pode ter por beber tanto cloro, ai eu ja nao sei. O q eu faço e deixar a agua em um recipiente aberto por uns 3-4 dias q o cloro evapora e a agua nao fica mais com gosto de piscina e vc mata dois coelhos com uma caixa d'agua so - tira o gosto ruim de cloro e nao ingere o cloro. Filtros de barro fazem o mesmo efeito, so q mais rapido e a agua fica mais gostosa... pq filtrar mesmo, nao adianta nada pq a agua ja eh propria pra consumo.

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