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Muralha da china +Tailândia +Vietnã + Camboja + Malásia + Filipinas + Singapura sem inglês


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- Bom, não deu para eu ir para a muralha da china, mas deixo a contribuição de como chegar até lá de transporte público! entrei em um grupo de whatsapp e varias pessoas utilizaram esse métodos ai! aconheço ver alguns videos no youtube

 

Indo para Grande muralha Como chegar a partir do Aeroporto Internacional de Capital

 Pegue o metro Airport Express para Dongzhimen dentro do próprio aeroporto saia e mude para a linha 2 do metrô para Jishuitan (saída B2) e, em seguida, vá para o leste por cerca de 600 metros (550 metros) até Deshengmen para pegar o ônibus nº 877.

 

O ônibus 877 é um ônibus sem parada de Deshengmen para Badaling. Quando o ônibus chega na colina de trás de Badaling, você ainda tem que dar uma caminhada de 20 minutos até a bilheteria e depois começar sua caminhada até a Grande Muralha de Badaling

 

*** Existe outro parte da muralha que está mais conservada e vc sobe de teleférico e desse de tobogã ( se vc quiser é claro)

Saindo do aeroporto

1-      Terminal 3 até a estação Dongzhimen

2-      Chegando lá, seguir as placas para “Bus Transfer Hall”, de onde sai o ônibus para Huairou, a cidade mais próxima de Mutianyu.

3-      Ao chegar no bus transfer hall, seguir as placas para o 916 Express Bus (916 ) e vai até Beidajie North Street (北大街 ) em  Huairou District   (descer na 15a parada, São 20.)

4-      Daí até Mutianyu, há diversas alternativas: taxi, minivan ou micro-ônibus (h23, h24, h35 ou h36). Não pegar o ônibus 980 e nem descer em outra parada

 Dicas:  No caminho da estação de metrô Jishuitan para Deshengmen, existem muitos ônibus falsos 877, que se parecem com os oficiais. Os vendedores de bilhetes também usam "uniformes". Ignore-os. Recomendamos que os visitantes tomem os oficiais dos lotes de estacionamento.

  Se é um ônibus oficial, geralmente há muitos passageiros em uma longa fila esperando para embarcar; Ninguém está tentando convencê-lo a entrar no ônibus; Os ônibus oficiais estão equipados com um leitor de cartão, os passageiros podem pagar em dinheiro ou cartão de transporte.

Dica: ao invés de comprar o bilhete unitário de 25CNY (referente apenas ao trecho do Aeroporto até a cidade), compre o metrocard, também conhecido como Yikatong, e carregue nele o tanto de créditos que estima usar em sua estadia em Pequim. Caso sobre algum valor, é possível reaver o saldo em dinheiro mediante a devolução do cartão. Nós não devolvemos, preferimos ficar com o Yikatong de souvenir!

Dica: uma forma de tentar driblar o Firewall da china (sistema de bloqueio de conteúdo) é baixar um app de VPN que basicamente serve para mentir sua localização. Usei e deu certo algumas vezes...mas lembre-se de ativa-lo antes de chegar na china.

Visto de transito

Sobre como obter, existe no aeroporto internacional de Pequim e Shangai um guichê de imigração específico para o visto de trânsito, chegando lá se faz necessário apresentar o passaporte, formulário de entrada no país e a passagem de saída pelo mesmo aeroporto com data e horário dentro do período de 72h...o processo no aeroporto internacional foi bem simples e rápido. Ainda no avião você precisa preencher um cartão de embarque e desembarque, com dados pessoais, sobre o passaporte e a estadia na cidade. O único dado que, obviamente, ficará em branco é sobre o visto. O cartão deve ser entregue para o oficial da imigração.

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8º dia – CAMBOJA

-No dia seguinte, bem cedo, segui para o aeroporto umas 5:00 da manhã, já que meu voo partia as 6:20 para Siem Reap no Camboja. O voo durou + - 1h, bem tranquilo e mais uma vez pela Air Ásia utilizando os créditos do Asean pass, e custou apenas um credito.

Dica: se vc estiver indo de mochilão e não forem despachar bagagem, quando iniciar o embarque, seja os primeiros a entrarem, pois, a galera exageram e acabam entrando com uma geladeira nas costas e não despacham e com isso corre o rico de vc ficar sem lugar para guardar sua mochila...todas as cias low cost cobram bagagem para despachar e tem 7k grátis para ir na cabine... dificilmente pesam, mas o valor é bem caro se exceder os 7k. levem o mínimo possível, serio! Tudo é muito barato por lá. Se tiver de dois um faz o check in enquanto o outro fica com a bagagem, ai dá pra despistar..rsrs

-Para entrar no Camboja brasileiro precisa de visto e pode ser tirado na entrada dos aeroportos ou nas fronteiras terrestres. Tem possibilidade de tirar no e-visa online (36 dolores), dai vc imprime e apresenta no aeroporto, eu fiz isso e tinha pouquíssimas pessoas que fizeram online, logo minha entrada não demorou nem 5m.

- Saindo do aeroporto, bom, quando sai não vi nada, tinha um monte de gente oferecendo tuk tuk 8 dólares, taxi 10 dólares. Estava achando meio carinho, resolvi esperar um pouco pra ver se saia mais gente, como eu fui praticamente o primeiro a sair do aeroporto e os que saíram já tinham transfer de seus hotéis com as plaquinhas nas mãos. Acabei pegando o taxi mesmo pq tinha um guinche lá na saída com o preço já tabelado. Foi uma chatura esse taxista! Ficou o tempo inteiro se oferecendo para ser guia nos templos, isso que eu falei que não falava inglês, mas ele gesticulava, mostrava um panfleto enorme e uma pegação na minha perna ¬¬(aquelas pessoas que conversam pegando, sou meio cismado mas né..kkk) que não via a hora de chegar no hostel. No final, quando viu que não iria fechar com ele os tours fechou a cara e parou de conversar, estava cobrando 45/50 dólares para acompanhar...

-Cara saindo do aeroporto tive a impressão que estava indo para uma favela! Muito pobre tudo, várias casas tipo barracos, ruas sem asfaltar, (o pais é muito pobre devido as inúmeras guerras que tiveram com os países vizinhos no passado). Por segurança, tracei a rota até hostel no GPS pois havia baixado  o Googlemaps offiline e com isso fui acompanhando.

- Cheguei no hostel era nem 9h da manhã, como a entrada era a partir das 12h tive que esperar até o quarto ficar liberado. Fiquei no Onederz Hostel Siem Reap por 65 reais para 3 noites. Achei bem legal, bem limpo, com piscina e perto da Pub street (sempre escolha a hospedagem perto dessa rua). Nesse dia a Fernanda chegaria, a conheci nos grupos de WhatsApp da Ásia.  Ela vinha de uma longa viagem da Europa e tentamos coincidir nossos destinos na Ásia. Como ela vinha de busão de Bangcoc, chegaria mais tarde.

-Resolvi dar uma volta por perto do hostel, a cada caminhada batia um certo arrependimento! Cara oq estou fazendo aki? Deixei aquele paraíso da Tailândia para cair nessa favelona?? Pois bem, sai andando sem rumo e cada vez mais ficava frustado. Entrei em um supermercado (se tem uma coisa que adoro em um pais é visitar supermercados, adoro ver coisas diferentes que tem por lá) comprei uns chocolates e alguns bestagens e voltei para o hostel.

-Deu o tempo de eu poder entrar no quarto e lá fui eu. Peguei novamente um com 4 camas, mas não vi ninguém por lá, sei que estava ocupado por conta das mochilas... fui tomar um banho que estava morto e esperei a Fernanda chegar. Ela chegou por volta das 13/14h.

-graças a deus nos demos super bem, pois ainda teríamos vários destinos que nos encontraríamos, dai imagina não ir com a cara da pessoa e ter que viajar juntos? Nada bom né! Saímos novamente, mas para dessa vez almoçar.  Rodamos e caímos em um restaurante arrumadinho. Ela adora experimentar as coisas, já eu sou bem chato pra comer.kkk

- Nesse restaurante o cardápio tinha umas opções bem bacana visualmente é claro, como eu não entendia quase nada, mas com a Fernanda por perto, até que enfim teria alguém para traduzir pra mim sem precisar decidir oq comer apenas pela foto! Kkkk... Nesse restaurante acabei escolhendo um macarrão com frango muito saboroso. Acontece que depois que fizemos os pedidos, me deparo com uma espécie de jarra com agua dentro e alguns talheres e aqueles palzinhos que esqueci o nome orientais, logo presumir que teríamos que comer com um daqueles! Jesus! Lembra da parte q sou chato pra comer? Já que não tinha pra onde correr foi o jeito comer com os talheres dentro d’água. Confesso que fiquei com nojo mesmo, mas o que não nos mata nos fortalece não é mesmo? rsrsrs

- cara comida e bebida por lá é muito barato, cerveja por apenas dólar e meio apenas daí vc imagina o estrago que pode ser se vc for uma pessoa que beba muito.

- voltamos para o hostel já no finalzinho da tarde e fomos ver o passeio nos templos para o dia seguinte e fechamos por lá mesmo já que estávamos com preguiça de ficar pechinchando. Basicamente quem vai para o Camboja, é mais pelos famosos templos do complexo de  Angkor de milhares de anos. Fechamos o tuor de tuk tuk mesmo por 15us, lembra que o taxista queria 50us? Está certo que de taxi deve ser bem mais agradável, mas é uma experiência tão legal e diferente andar de tuk tuk e não pensamos duas vezes em fechar com eles.

-Já a noite fomos para a pub street e o night bazar. Cara foi muito legal, me surpreendi muito com a noite do Camboja, tudo se transforma e a cidade que parecia feia e pobre, do nada se enche de luzes e gente tornando uma cidade totalmente diferente da que conheci horas antes. No mercado noturno tem muita opção de compras, como roupas, suvenir, bolsas tudo que imaginar! Já nos Pubs cada um mais legal que o outro foi incrível a noite.

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9° dia

-nesse dia acordamos cedo para ir para o passeio dos templos, além da fé e eu, foram mais duas meninas no mesmo tuk tuk com a gente, uma Argentina e a outra era de algum lugar da Europa que não me lembro..rsrs.

- Primeiro o tuk tuk nos leva para onde são vendidos os ingressos, tem a opção de 1,2 e 3 dias. Valor da entrada aumentou para U$ 37 por 1 dia. Acho que de 3 dias é U$62 e é preciso apresentar o passaporte. São bem rigorosos com tudo, precisa fazer uma espécie de carteirinha com a foto tirada na hora.

DICA: Se você tem apenas um dia para explorar a área, concentre-se no chamado pequeno circuito, onde estão o Angkor Wat (de lá é possível assistir a um belíssimo nascer do sol), o Angkor Thom e o Ta Prohm - o templo da floresta. Não quis acordar tão cedo assim.rsrs

-logo depois da compra dos ingressos, a gente seguiu para os templos, e estava bem calor e fui vestido de regata, bermuda e havaianas, aconselho a levar uma mochila pequena com comida e agua.  O tuk tuk só nos deixa na porta do tempo e fala o tempo que é para a gente permanecer por lá.. tinha a opção de guia e logicamente eu não iria contratar primeiro que não sei inglês e segundo não gosto de ficar preso a ninguém me seguindo... gosto de sair vendo as coisas e imaginando oq aconteceu, admirando tudo com calma e depois pesquiso na net oq de fato aconteceu rsrss

- Na entrada de cada templo é preciso mostrar a carteirinha feita anteriormente, são bem rigorosos e tem multa se perder ou se for pego com ingresso errado. Já no primeiro templo, achei incrível ver aquelas construções gigantes de mais de mil anos atrás.

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-fomos para o próximo entrei mas depois de caminhar um pouco veio uma mulherzinha falando alguma coisa e apontando para minha regata (tenho uma tatuagem de dragão no ombro não sei se foi isso tb). Mas por sorte levei uma camisa de manga dessas fit que não esquenta ( foi a melhor coisa que fiz em toda viagem foi ter a levado, me salvou várias vezes) a vesti e ficou tudo certo.

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- passamos por vários templos no calor dos infernos e já estava começando a cansar... e achando tudo a mesma coisa..kkkkk até que chegamos no ultimo templo para ver o por do sol. Lá tiramos todas as guloseimas e fomos comer enquanto o sol se punha.  A visão foi muito bacana, mas nada de extraordinário... Em um desses templos acabamos encontrando um mexicano que falava português, rafael que por sinal falava muito bem e não saiu de perto da gente...rsrsrs muito gente boa tb.. ele vinha da Russia se n me engano.

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5ac3e555e6c41_Snapseed(7).thumb.jpg.871848a352e3c42d643de0c536287f5a.jpgOBS: como disse, o Camboja é um pais muito pobre, então todo canto verá crianças vendendo chaveiros, lenços e tudo que imaginar pra ganhar dinheiro. É de partir o coração tamanha pobreza. Uma criança lá nos surpreendeu que sabia falar inglês e espanhol e tinha apenas 9 anos! Meu deus eu com meus 29 mal sabia o português! Então se puder, leve balas para darem para as crianças, elas gostam muito!

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- bom se vc é do tipo de pessoa que se cansa fácil e não tem muita paciência em ficar visitando vários templos, aconselho a comprar apenas um dia do passeio, que para mim foi suficiente. Apesar de não ter ido no templo principal do Camboja onde toda pesquisa que vc faz sobre os templos sempre aparece a primeira foto a dele.. não sei que diabos aconteceu, mas achei q esse passeio passaria por lá, mas tudo bem...rsrs

- já a noite, fomos curtir a pub street novamente, paramos em um bar com banda ao vivo bem bacana duas orientais cantavam p caramba (bendita hora que inventamos de sentar ali rsrsrs), teve uma parte q a mulherzinha chamou uma mulher no bar pra escolher uma música, ai quando assusto a mulherzinha estava cantando juntas uma música chinesa que por sinal eu adorei..hahahha... até ai tudo bem, a cantora depois pediu para o pessoal oferecer músicas para ela cantar, ai eu sismo de falar Michael Jason de longe, cara nem sou fã dele assim, mas eu a imaginei ela cantando um triler da vida que estava na vibe do local...engano meu, ela não sabia nenhuma do Michael, ai para minha felicidade ela pegou a letra pelo celular e me pegou pelo braço pra cantar juntos! Puts, sou bem tímido, nunca fiz isso no brasil e fui inventar isso lá do outro lado do mundo! Sabe que musica ela escolheu ainda? WE ARE THE WORD, puts logo uma música calma e que eu não fazia a mínima ideia de como cantar! Não teve jeito ela me deu a letra pelo celular e começou a cantar e arrumou outro microfone para mim, mesmo eu falando que não falava inglês cantei os 5 minutos mais longos da minha vida!! Kkkkkkk e a fernanda? Bom ela ficou lá na mesa gravando toda a vergonha que eu passei. Mas foi uma experiência bem legal, no final me divertir muito!

10° dia

- no outro dia saímos cedo pra comprar besteiras, fui numa das lojinhas e comprei uma mochila pra mim, pois a que eu tinha ido para Ásia, havia comprado com as dimensões de cabine achando que eles eram mais rigorosos, daí comprei essa bem maior e de boa qualidade.  Ai acabei comprando algumas regatas por lá por 1us kkk...mas não espere um tecido de boa qualidade.rsrs

-Depois fomos almoçar pois já iria embora as 15h, já a Fernanda continuaria, pois iria para as praias no sul do Camboja que por sinal são lindas tb! Se tiver tempo, tente colocar no seu roteiro.

 

Continua....

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3 horas atrás, Gláucia! disse:

Continua, continua, continua ...kkk

Parabéns pelo ótimo relato e pela coragem de enfrentar uma aventura dessas sozinho.

Tenho certeza que esta sua viagem vai servir de incentivo para muitos amigos mochileiros.

Abç ;)

que bom que esta curtindo o relato! nunca imaginei que escrever fosse tão difícil!kkkkk
mas a intenção é essa mesmo, encorajar as pessoas que é sim possível viajar sozinhas e se divertir muito!

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53 minutos atrás, Bre Ramos disse:

Mto bom ler com tantos detalhes.. aguardo o restante emoji4.png

que ótimo que esta curtindo! :)  minha memoria não é das melhores, então já viu kkkk

mas é bom escrever para poder me sentir novamente na viagem!

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10º dia Camboja

- 10 dias fora de casa (na verdade já era mais de 13 dias por conta de todas as conexões para chegar na ásia.rss), caramba, nesse curto espaço de tempo, posso garantir que vivi para uns 10 anos com toda informação que absorvi, toda a cultura, toda aprendizagem e a viagem nem estava  só na metade ainda...

- OBS: no dia anterior havia pedido para lavar minhas roupas no hostel, era 1 dólar 10 kilos algo assim...muito barato, mas em compensação as roupas voltaram mais sujas do que foram kkkkk mas bem cherosas..kkkk

- continuando, depois que voltamos p hostel, fechei um tuk tuk para o aeroporto, despedi da Fernanda e lá vai eu em minha jornada sozinho novamente... no mesmo tuk tuk tinha um alemão cheio de bandeirinhas coladas na mochila gigantesca dele...rs. Ele acabou puxando assunto, consegui entender algumas coisas outras não. Não sei se posso dizer que houve um diálogo mas ao menos de onde ele era eu consegui saber..kkkk

- já no aeroporto, na parte de embarque já bem moderno por lá, cheio de lojas para poder passar o tempo, mas como tinha acesso a área vip, acabei indo para lá para poder aproveitar os comes e bebes né rsrs...

OBS: antes de viajar queria muito conseguir algum cartão de credito que desse direito a salas vips nos aeroportos. (Cara, antes que vc pense que seja um luxo, já digo de cara que não é! Sério! Me ajudou muito). Cartões que tem esse privilegio são os das categorias black para cima, obviamente que não era meu caso, pesquisei muito para tentar achar uma solução, pois em algumas salas vips tem até chuveiro para poder tomar banho e como eu saí de SP no dia 10 e cheguei na china somente no dia 13 eu queria poder tomar um banho decente! Nas minhas buscas encontrei o PriorityPass, basicamente é um plano que do direito ao acesso em mais de mil salas vips no mundo. A parte ruim? Muito caro! Paguei cerca de 800 reais para ter acesso a 10 visitas grátis e após isso cobraria acho que 36 dólares por acesso. Com toda sinceridade, se vc for fazer vários voos em sua viagem, eu recomendo e muito, alguma forma de vc poder ter acesso as salas vips. vc come a vontade, pode tomar banho, tem salas com pc e impressão, avisa início do embarque e muito mais! Ahh se eu pudesse ter isso sempre na vida! Rsrsars...  Pesquisem sobre o cartão de credito Dners, parece que ele atende bem, não o consegui na época.

- Do Camboja voltei para a Tailândia, mas dessa vez para a caótica Bangcoc. Quando eu estava pesquisando sobre a Tailândia, separei vários lugares que eu queria muito ir, e um deles seria no templo branco que fica ao norte do pais perto de Chiang Mai, na cidade de Chiang Rai. Acontece que eu não tinha tempo para poder explorar o pais ao norte, pq meu mochilão já estava bem corrido. Lembram do AseanPass? Então, depois que eu decidir todo roteiro e marcar todos os voos, estava sobrando um passe, aí que eu tive a loucura de fazer um bate e volta na cidade para Chiang Rai só para ir no templo branco.

- sempre via as pessoas falando que faziam o bate e volta de bkk para Ayutthaya, antiga capital da Tailândia destruída pelas guerras.. Todos os templos em Bangcoc são as réplicas dos templos originais que existiam na antiga capital. Já que tem a replica para quê que eu iria ver os originais sendo que poderia ver outra coisa no lugar? Rsrs

- Por conta disso reservei um hostel ao lado do aeroporto de bkk, já que no outro dia iria cedo para Chiang Rai, fiquei no Sleep Owl Hostel por 33 reais. Como era do lado do aeroporto fui andando até lá. Nossa, demorei uma vida para poder sair do aeroporto, fui seguindo o GPS mas chegava uma hora que tinha q atrevesar uma ponte e eu não via essa bendita ponte... até que cheguei em uma espécie de córrego cheio de barracos como se fosse uma espécie de feirinha... bem feio, criei coragem e fui assim mesmo, isso que já era mais de 7h da noite. Cheguei no hostel, achei bacaninha nada a reclamar, para uma noite estava ok. Lá perto tinha uma 7/11 e fui para lá comprar meu lanche e depois voltei para o hostel para descansar...

11° DIA

-Nesse dia acordei cedo já que o avião para chiang Rai sai as 8h. levei minhas mochilas pq na volta ficaria em outro hostel. Tomei café na 7/11 novamente uns 40bh por um misto e um achocolatado tipo todinho numa versão maior.

- na hora do embarque já fiquei esperto para ficar entre os primeiros, afinal, agora tinha duas mochilas e mais uma vez não pesaram nada. O voo de pouco mais de 1:30 com algumas turbulências, mas nada demais, enfim cheguei.

- la estava levemente frio, por volta de uns 16 º graus, para quem passou por um -7 na china 16 era nada kkkk....bom não sabia ao certo como chegaria no templo branco já que na cidade não tem transportes públicos eu acho, pelo menos não um que ligasse ao aeroporto, e o templo era bem longe de lá. Com isso abri o aplicativo GRAB uma espécie de Uber asiático só que com preços levemente melhores e bem mais presente tb!

-Achei um motorista do grab disponível e a rota estava dando uns 300bt se não engano, pra variar um motorista bem loko. Ficou perguntando se a gente já havia conversado antesO.o por um aplicativo doido lá e ficava rindo para mim do nada, e eu oi???? ¬¬Ignorei como estava seguindo a rota era oq importava, até ai tudo bem. Só que ele ofereceu para me levar de volta para o aeroporto e falou que me esperaria em uma loja de conveniência lá perto e pediu para tirar foto da placa dele. Concordei e fui para o templo.

- De longe vc já se começa a ver a beleza do templo,  Aquele telhado todo brilhante e espelhado.Para variar estava meio cheio de chinês! Todo canto que vc for, acredite, vai encontrar com algum! Se eu não me engano cobra-se 50bt para entrada.

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-O templo é bem loco todo branco ( deve ser por isso que chama-se templo branco né zé rsrs) mas com espelhos em vários lugares que produzem reflexos do sol e o deixa ainda mais magnifico. Na verdade, para mim ali estava longe de ser um templo! Rsrsr pois tinha várias coisas bizarras por lá, por exemplo umas arvores com cabeças de super heróis penduradas e uma mistura loca de elementos  das tradições budistas e hindus, dai vc imagina a sala de frutas que era esse templo.

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- o templo ainda está em fase de construação, isso que ele começou a ser construído em 1998 e a previsão para sua finalização só em 2070, só espero estar vivo para poder ver esse templo todo completo, pois se já nesse estado é impressionante imagina finalizado.

- O templo principal fica no meio de toda loucura. Sendo ele todo branco com muitos detalhes reluzentes que simboliza a sabedoria do Buda que brilha sobre a terra.

- Porem, para chegar até a luz, primeiro precisa passar pelo purgatório, uma espécie de purificação. Foi a parte que achei mais legal, com dois guardiões na ponta e embaixo uma espécie de poço com várias mãos para cima meio que agonizantes, bem impressionante de se ver.

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- Já no templo principal, após passar pelo “purgatório” vc entra no santuário, lá dentro é proibido tirar fotos e tb em todo templo não se pode voltar, sempre tem que continuar a andar para não atrapalhar o fluxo das pessoas. Bom dentro do templo em sim, tem uma imagem de buda grande e a parte bizarra vem agora, tem um mural com Michael Jackson, Batman, Darth Vader e até o Kung Fu Panda e alguns Angry Birds entre outras bizarrices... segundo o autor, represente que nenhum super herói é capaz de nos salvar. Tão tá né! Rsrs

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- Já em outra parte, onde ficam os banheiros, foi construído como se fosse um templo e não banheiro, mas esse todo dourado, e com o sol refletindo sobre ele, fica incrivelmente bonito.

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- fiquei horas por ali admirando tudo que nem vi as horas passarem! Sai de lá umas 14h e fui almoçar lá perto, onde havia várias lojinhas... nem lembro oq eu comi, deve ter sido bom, pq se tivesse sido ruim jamais esqueceria kkkk

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- bom, lembra que havia combinado com o cara do grab para me levar de volta para o aeroporto? Então, havia combinado com ele as 15h, fui para o local que ele havia determinada e o FDP simplesmente não apareceu! Tentei achar algum outro disponível no aplicativo e não tinha! Meu voo era as 18h mas o trajeto era de 1:30 +-, nisso já estava começando a desesperar pois não passava um taxi se quer, e quando passava estava ocupado! Como assim? O principal ponto turístico da região não tem nada perto? Perguntei um tio  lá perto se ele era taxi ele disse que não, ai ele ficou olhando e perguntou para onde eu iria, ai falei que estava indo para o aeroporto. Ele perguntou que hora era meu voo, e quando falei, ele esboçou uma cara de preocupação ( pensei, me f*&¨*¨%) ai ele saiu perguntando uns caras nas vans se não me levaria, até q um filho de Buda disse que me levaria por 300bt, aceitei na hora e agradeci muito o tio. O cara da van ainda ficou falando que talvez não desse tempo por conta do transito essa hora poderia estar mais engarrafado, que bacana ele hein, nem para poder mentir um pouco para falar que daria certo. Hahah... mas como sou uma pessoa abençoada, cheguei a tempo....uffa

- dessa vez voltaria por outra cia, já que usei o credito do aseanpass só para ida, vim pela Nok Air, e achei bem legal ela, até melhor que a  air asia... para vcs terem ideia de como são essas low cost, sabe a Azul e Gol aki no brasil? Então, a mesma coisa ou até melhor rsrsrs

- cheguei a tempo no aeroporto, tempo suficiente para fazer compras hahaha... vi uma chaqueta dessas impermeáveis de frio com capuz  por 50 dólares, achei muito bom o material dela e o preço ok, já que uma dessa no brasil dificilmente acharia menos de 500 reais. Por outro lado, mais uma tralha para encher a mochila, que agora já são duas...hahah

- cheguei no aeroporto de bkk e troquei alguns dólares, toda pesquisa que vc faz sobre troca de dolares as pessoas indicam uma casa de cambio x ou y, mas quer saber? a diferença é tão pequena que nem compensa vc ficar  rodando caçando essas casa de câmbio...

-já na área de desembarque, fui atrás de um busão que deixa na Khao san. Para quem está sozinho existe uma opção mais em conta e bem eficiente o limobus. São ônibus confortáveis que saem regularmente de ambos os aeroportos em direção à Khao San e custa 150 bahts (15 reais). Fui nesse e achei bem confortável.

- fiquei no  D Hostel Bangkok por 89 reais para 3 noites. Gostei muito dele, fica alguns quarteirões da khao san (essa rua é onde ficam a maioria dos mochileiros, com muitos bares e pubs). Os principais templos tb ficam nessa região, de forma que dá para ir andando.

-cheguei já era um pouco mais de 20h, sai para comer por perto e fui dormir pois já estava morto de cansado.

 

Continua no próximo episódio hahah

  

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    • Por arielbrothers
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      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por Juds
      Olá!
      Estarei de férias na Tailândia de 21/01 a 07/02/2020.
      Procuro por dicas e companhias de viagem, pois algumas trilhas e festas são sempre mais seguras acompanhada.
      Estou finalizando meu roteiro interno. A princípio de Bangkok irei para o sul e depois subirei para o norte (publico assim que fechar, por enquanto estou com flexibilidade).
      Sou bem eclética, vou tirar uns dias para descansar em praias menos movimentadas, mas também vou dedicar alguns dias para festas e passeios noturnos.
       
      Alguém por lá nesse período?
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