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#dicas #relatos

 

Páscoa com pouco chocolate, porém com muita energia renovada.

Eu e minha namorada decidimos conhecer um canto pouco explorado aqui no Rio, o Saco do Mamanguá. O local é um daqueles onde parece que o tempo parou e que o dia tem mais de 24 horas! Para quem gosta da série Crepúsculo, lá possui uma casa que foi set de filmagem para um dos filmes (não me pergunte qual hahaha).

 

COMO IR:

Saindo de carro do RJ vá até Paraty-Mirim, lá é só parar o carro em um dos estacionamentos e pegar o barco para o Saco do Mamanguá (o "caminho" para os barcos é a direita dos bares no início da praia).

Saindo de ônibus: desça em Paraty e pegue um ônibus para Paraty-Mirim (http://paratyvip.com.br/horacolitur/). O restante é o mesmo esquema acima.

O barco custa R$ 120,00 (mas dá pra negociar por R$ 100,00!) e a viagem dura cerca de 10, 15 minutos com vista privilegiada das águas verdes da  Baía de Paraty.

 

ONDE FICAR:

A praia mais conhecida no Saco do Mamanguá é a Praia do Cruzeiro, onde tem o início da trilha do Pão de Açúcar. Lá também há o camping do Seu Orlando (024 999163532), sua casa e o seu restaurante.

Os valores do camping não mudam em feriados, com a diária custando sempre R$ 30,00 (março/2018). O camping é simples porém com espaço considerável, 1 ducha com água quente e bastante espaço com sombra para por as barracas. Cozinha com fogão, geladeira e alguns utensílios básicos.

Vale dizer que na Praia do Cruzeiro bem como em todas as outras (pelo o que me informei) não há atividade comercial, somente restaurantes e que só aceitam dinheiro! Então se a ideia é levar cooler e cartão de crédito mude os planos :(

O PF no restaurante do Seu Orlando custa R$ 30,00 (março/2018) e serve muito bem 1 pessoa: 1 peixe inteiro, arroz, feijão, farofa e salada. Há também a opção com Omelete por R$ 25,00.

 

O QUE FAZER:

O atrativo principal do lugar sem dúvida é a trilha do pão de açúcar. São 492m de altitude em uma trilha de 1,5km, que pode ser considerada média, porém é bem cansativa pois todo o acesso é bem íngreme. Um ponto positivo é que toda a trilha é feita sob proteção da mata, então não há sol batendo na cabeça e isso ajuda bastante. Eu e minha namorada levamos cerca de 1h30 para subir, sem pressa e parando para descansar/beber água e uns 50 minutos para descer.

Outras atividades: alugar um caiaque e passear por todo o Saco do Mamanguá. A área é de mar abrigado, sendo muito tranquilo remar por ali. Inclusive dá para acessar outras praias assim, uma forma bem mais rápida do que pelas pequenas trilhas que as interligam.

Uma curiosidade interessante: Na praia do Cruzeiro (única que fiquei, já que minha estadia durou só 2 dias) a água bate no joelho mesmo após cerca de 50m.Então é uma boa pedida parar relaxar até mesmo com crianças.

DICA IMPORTANTE: Os mosquitos do local não se intimidam com repelente "padrão". Sugiro levar algum destes de linha "aventura", pois reage de melhor forma.,


Agora a hora das fotos :D (a qualidade das imagens ficou meio ruim quando carreguei. Infelizmente...)

IMG-20180401-WA0001.thumb.jpg.b4b8f7d56a0224c15bc7522c99f05135.jpgIMG-20180401-WA0048.thumb.jpg.6e5f53e092fcc1498f4362820c7b990d.jpgIMG-20180401-WA0034.thumb.jpg.afa486cce83b66ae83bb3fa97dc71d21.jpgIMG-20180401-WA0024.thumb.jpg.cefa5248dc0a084bbe7530466be9f4c0.jpg

 

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Acho que fiz um apanhado geral, mas se alguém tiver qualquer dúvida que restar posso ajudar.

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@Marcos Nakayama Então, a água lá no geral é um pouco gelada sim. E ai tem uma particularidade interessante: como as correntes são constantes, mesmo que fique parado no mesmo local irá momentos de água gelada/ambiente. Acredito que seja por conta da região em si, existem muitas cachoeiras/rios ali nas reservas ao redor, além da própria área ser, no final dela, um manguezal.

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    • Por Henriquecam
      Olá, 
      Gostaria de saber se há algum grupo do wapp em que a galera entre para se conhecer, marcar a viagem e tirar dúvidas sobre ida a Cuba.
      Caso não exista, e alguém esteja procurando companhia, favor responder o tópico com o telefone que eu entro em contato para nos conhecermos e ver se o Santo bate para talvez poder marcar algo
      Um abraço
      Sou do Rio de Janeiro
    • Por Goulartinho
      È meu primeiro relato, vou tentar retribuir a comunidade que tanto me ajuda em silêncio. 
      Em julho desse ano acampei na Pedra Macela em Cunha - SP e desci com alguns amigos para Paraty via trilha dos 7 degraus, que ainda tem seu calçamento histórico, de lá partimos para praia do Sono onde tentei sozinho (já que estavam todos esgotados) e sem sucesso alcançar a cachoeira do Saco Bravo, o tempo era apertado e o sol estava castigando, mas ficou na minha imaginação e hora ou outra iria alcançar esse objetivo.
      Dia 18 de Dezembro parti para Paraty novamente, sozinho e com a cachoeira do saco bravo em mente mas com um trajeto muito mais ousado que teria a famosa cachoeira como quase final. Realizando a travessia com início em Paraty Mirim e finalizando na praia do sono.

      DIA 1:
      Embarquei em São José dos campos pela manhã com destino a Paraty, onde cheguei por volta das 14h, de lá peguei um circular ali mesmo na rodoviária que me deixou com o pé na areia da praia Paraty Mirim, por 5 reais. Minha missão era encontrar um barqueiro para me levar a praia do cruzeiro, e todos davam o valor fixado de 100 reais por barco, não importando se está sozinho ou em cinco. Depois de muito negociar conseguir um barco que me levou por 70 reais. 

      Já era por volta de cinco da tarde e até então, iria fazer o Pico Pão de Açúcar no dia seguinte, porém assim que desci do barco já avistei uma placa que indicava a trilha para o pico e com uma duração de 1 hora, arrumei o primeiro camping que vi por 30 reais, larguei minha mochila, peguei minha lanterna e parti para o cume.
      A subida era leve/moderada, o calor naquele horário não era mais tão forte e os troncos de arvores permitiam o apoio, subi tranquilamente em cerca de 1h e 30.

      Consegui descer antes que escurecesse, um senhor que estava na varanda de uma casa ali na beira da praia disse que foi ele quem abriu a trilha, que lá de cima da para ver até a antena da usina nuclear (eu não vi) e que o pessoal costuma subir cedo para chegar no cume as meio dia, quando as águas tem uma coloração mais bonita, fica pra próxima. Jantei e fui dormir, nem coloquei a lona na barraca pois a noite estava muito bonita, se não fosse um cachorro encrencar com minha barraca durante a noite teria sido uma noite perfeita.
      DIA 2:
       Levantei cedo e parti para a trilha, o sol estava castigando muito e logo no inicio da caminhada me vi dentro de uma mansão, pensei ter errado o caminho, fui a praia e procurei por uns 20minutos a continuação, sem sucesso, retornei a mansão morrendo de medo de ter um cachorro, vi um funcionário da limpeza que me indicou que a trilha continuava nos fundos da casa, um puta lugar e que dizem que foi gravado o filme crepusculo. A trilha toda acompanha os postes que levam os cabos de energia. Segui a caminhada até a praia grande da cajaiba, este foi o dia mais cansativo da caminhada, entre a praia do crepusculo e a praia grande tem uma subida de 450m toda com o sol na cabeça, com mata rasteira, sem ponto de agua e quase nenhuma sombra. Cheguei na praia grande por volta das 16h, onde só tem 2 restaurantes, um deles tem camping nos fundos onde fiquei por 20 reais, pedi um prato feito, que veio bastante caprichado com peixe, por 25 reais que deu para recuperar as energias. Encontrei um rapaz neste camping que estava fazendo a travessia no sentido contrário ao meu, eramos os únicos dois no camping, me deu algumas dicas que foram valiosas para os próximos dias, para se atentar no trecho entre a ponta negra e martim de sá, que ele havia se perdido por cerca de 2h. E para se atentar que ele viu cobras.

      DIA 3:
      Este foi o dia mais tranquilo, saindo da Praia grande, passei pela praia do pouso até chegar na praia martim de sá, é notório a mudança do mar a partir desse dia, se antes parecia uma piscina de tão calmo, na praia martim de sá era um mar super bravo com uma correnteza forte, tinha vários surfistas no único camping da praia, não só o único camping, era a unica coisa que tinha naquela praia. O camping estava cheio tinha umas 8 barracas (para quem tinha ficado sozinho nos outros dias, era muita gente kk), a trilha terminava dentro dele e começava (com sentido pra ponta negra) também dentro dele. Foram 25 reais com direito algumas várias picadas de insetos, o pf era de ovo também por 25 reais, e preferi não comer, na cozinha do camping tinha um armário com dizeres armário da herança, deixe o que não for usar, lá tinha uma embalagem de azeitonas que estavam deliciosas, muito obrigado a quem deixou. O ponto negativo do camping eram os banheiros, pelo preço caro que cobravam não disponibilizavam nem papel higiênico, estavam sempre entupidos e ou sem água. E o chão era muito duro, o que dificultava fixar a barraca, no final, nem fixei ela direito por preguiça, e fui castigado pela primeira chuva da travessia, muito forte e com vento, mas deu tudo certo e minha humilde barraca (windy 1 da nautika) aguentou.

      DIA 4: 
      O dia amanheceu lindo, em contraste a tempestade do dia anterior, logo arrumei minhas coisas pro dia que prometia ser o mais difícil da travessia e o mais longo (12km) com uma subida a 550m. Logo no começo tem uma bifurcação para o pico do miranda, que fica a 3,2km dali, que em uma pesquisa posterior, descobri ser de fácil acesso e com um nascer do sol lindo, uma pena ele não ser muito conhecido, me arrependi muito de não ter esticado mais um dia para subi-lo. Segui em frente e fui pego por uma tempestade que me assustou bastante no meio da mata, foi o primeiro momento que senti falta de um parceiro de trilha e o psicológico começou a pesar, por sorte, a praia de cairuçu das pedras estava perto e por lá fiquei num teto de um camping, esperando a chuva passar.

      Logo após a praia de cairuçu das pedras tem várias bifurcações sem sinalização, graças ao wikiloc notei rápido que tinha pego uma bifurcação errada, foi bom poupar bateria do celular até esse dia. O sol voltou durante a caminhada e no final a subida foi tranquila, a mata era fechada deixando o clima ameno, cheguei na praia da ponta negra e comi um belo prato de peixe por 30 reais, com uma deliciosa coca gelada, e pra minha surpresa o local passava cartão, eu realmente fiquei impressionado depois de dias em lugares que mal tem energia elétrica. Encontrei um camping com uma boa estrutura, lona, banheiros, estava aberto sem ninguém, entrei e montei a barraca. Da hora que cheguei por volta das 16h até a manhã seguinte ninguém tinha aparecido, procurei o dono pela praia, que atende pelo nome de Ismael, e nada, ninguém sabia, por fim, dormi de graça.
       
      DIA 5:
      Acordei cedo, por volta das 6h para ser o primeiro a chegar na cachoeira do saco bravo, que dizem lotar de pessoas, entre café da manhã e desmontar barraca gastei um tempo e parti para a trilha as 7h e 30 da manhã, deixei minha mochila num comércio local pois achei inseguro deixar ela sozinha num camping que não tinha ninguém. Era um alívio andar sem a mochila pesando nas costas, estava desfrutando de cada passo e chegando ao meu objetivo, nem as duas grandes subidas entre ponta negra e a cachoeira podiam me cansar, por fim cheguei por volta das 9h e 30, tive alguns minutos sozinho na cachoeira, uns 10min após chegou mais um, e depois grandes grupos de gente. Para minha surpresa, havia muitas pessoas iniciando a travessia e que passariam o natal andando.

      A volta foi cansativa, comecei por volta do meio dia, e muitas pessoas indo em direção a cachoeira, o negócio realmente é ir bem cedo. Cheguei na ponta negra e meu corpo já estava exausto, almocei por lá, e graças a máquina de cartão, me sobrou dinheiro pra ponderar pegar um barco de volta a laranjeiras. Dito e feito, por 40 reais fui direto da ponta negra até o condomínio, já conhecia a praia do sono e a praia do antiguinhos. De lá peguei o circular para voltar a rodoviária, e fui para Taubaté no primeiro ônibus que encontrei, as 17h, que por sorte estava vazio e ninguém precisou sentir meu cheiro sentado do lado.

       
       
       
    • Por Evelyn Atanasio
      Olá, 
      É possível conhecer as cachoeiras e alambiques de carro ou o trajeto é ruim podendo ser feito apenas no passeio de 4x4 ?
      Também estou com dúvidas em relação a Trindade, quero passar um dia na vila e queria saber se as trilhas são bem dermacadas e de fácil acesso ?
    • Por LaraRomãoAmérico
      Aí galera, sou nova aqui no mochileiros. Nunca viajei e tô sonhando em ir pro Rio, uma coisa rápida de um ou dois dias. E quero saber sobre hotéis mais em conta, os lugares pra ir, como agir lá,enfim essas coisas . VALEU!
    • Por naestradacomasminas
      A Rodoviária Novo Rio é uma das principais portas de entrada do Rio de Janeiro. Localizada no bairro Santo Cristo, próximo ao Centro da cidade, a Rodoviária é um importante conector entre outros municípios e estados. Com a chegada do VLT, sair da rodoviária ficou muito mais fácil, mas para quem ainda têm dificuldades, nós ensinaremos como sair da rodoviária Novo Rio sem muitos traumas.
      Apesar de ser fundamental para o turismo carioca, turistas e moradores locais sofrem para se locomover nas redondezas. A rodoviária que antes causava muito medo e insegurança, por estar em um local “perigoso” e abandonado pelo Estado, ganhou novos ares. O local tem passado por constantes mudanças na estrutura das ruas e no trânsito, o que acaba afetando a locomoção e os itinerários dos ônibus. Mas não temas, jovem padawan. Nós te salvaremos!
      Como sair da rodoviária Novo Rio
      Saindo de ônibus comum
      Para sair da rodoviária de ônibus comum, você precisa sair pelo desembarque na Rua Equador e atravessar a via Binário do Porto até ao Terminal Henrique Otte. Dali saem ônibus para toda a cidade.
      Em frente ao Terminal há um ponto de ônibus para quem vai para a Zona Norte do Rio. Lá passam diversas linhas para vários destinos. Os ônibus comuns são recomendados para quem conhece o trajeto e apesar de serem a opção mais barata, não é muito confortável andar até o ponto para pegar um ônibus cheio de malas.
      Caso você insista em ir de ônibus, o aplicativo Moovit pode ser um bom companheiro durante o trajeto.
      Saindo de ônibus executivo (frescão)
      Se você está seguindo rumo à Barra da Tijuca, uma ótima opção é pegar o frescão dentro da própria rodoviária. É o melhor custo x benefício que você encontrará. Com uma tafifa de R$ 18 (ref. julho/18), o horário de funcionamento desse ônibus é de 5h30 às 22h.
      Itinerário: Av. Brasil / Linha Amarela / Ayrton Senna / Barra Shopping / Alvorada (ponto final).
      O guichê de atendimento fica no saguão do desembarque, da Rua Equador. O embarque nesse ônibus é em uma das plataformas do próprio saguão. Não é preciso nem sair da rodoviária.
      Saindo de VLT + Metrô
      Caso você ainda prefira economizar, mas não esteja muito seguro de pegar o ônibus. Uma ótima opção é mesclar dois meios de transporte: VLT + METRÔ. Essa combinação não tem erro e pode ser uma das melhores no quesito custo.
      Para pegar o VLT, você precisa sair pela Rua Equador e continuar andando na calçada pela esquerda. A faixa de segurança para atravessar para o VLT fica em frente ao terminal do ônibus executivo.
      Atenção: Não esqueça de validar seu cartão no guichê do VLT assim que entrar, pois há fiscais durante o percurso fazendo a validação do cartão. Caso você esqueça ou não ache necessário “pagar”, poderá ser multado em R$ 170.
      Compre o seu bilhete Riocard nos postos de atendimento para garantir mais comodidade na hora de pegar o transporte. Esse cartão dá direito a todos os transportantes públicos do Rio. Para adquirir basta comprar o cartão em um terminal e fazer uma recarga no valor desejado.
      O valor do cartão é de R$ 3 e a recarga mínima de R$ 3,80 (com direito a pegar dois ônibus em um período de 2h), mas como você pegará metrô também, precisará fazer uma recarga maior, já que o metrô custa R$ 4,30.
      Aproveite para recarregar seu cartão para toda sua estadia na cidade. Já que ele não expira, você pode guardar para as próximas visitas ao Rio de Janeiro. Só fique atento nas tarifas, que mudam de acordo com cada transporte.
      LEIA TAMBÉM: 7 DICAS PARA ECONOMIZAR NO RIO DE JANEIRO
      Se você vai para Zona Sul, pegue a Linha 1 (em direção ao Santos Dummont), e salte na estação Carioca. Ao desembarcar, siga pela esquerda, o metrô da Carioca fica em um vão entre dois prédios. Lá você pegará o metrô Linha 1+4 (sentido Jardim Oceânico), na estação Carioca. O tempo médio do trajeto é de 22 minutos.
      Já na estação, perceba que os metrôs passam seguidamente, você poderá conferir na telinha que fica nas estações se ele está indo sentido Botafogo ou Jardim Oceânico. Se por acaso, você pegar por engano o sentido Botafogo, não tem problema. Desça na estação final (Botafogo) e aguarde a chegada do metrô correto.
      Se você vai para a Zona Norte, pegue a Linha 2 do VLT (sentido Praça XV). Salte na estação Central. A viagem dura em média 9 minutos e você precisará andar até a estação Central do Metrô. Recomendamos que você vá por dentro da Central do Brasil. Onde você poderá avaliar também se faz sentido pegar o trem, dependendo de para onde você vai.
      Desça para a estação Central e pegue o metrô Linha 2 (sentido Pavuna).
      Clique para saber como sair da Rodoviária Novo Rio de Uber ou Táxi e escolha a melhor opção.
       


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