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Evandro Sanches

Marrocos-16 dias 31-10 a 15-11-2017

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Valeu, Adriana, obrigado! É que são experiências extremamente inspiradoras. Daí, tudo ganha uma cor, um jeito, um sentimento.   

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Muito bom relato,fim de ano irei conhecer se o euro abaixar o valor

Uma dúvida,se viaja com locais no país com qualquer roupa ou somente com trajes islâmicos, ou seja,corpo coberto,como cita outro relato?

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Olá, D Fabiano! Então, o Marrocos é um país bastante tolerante quanto à indumentária, principalmente em relação a estrangeiros. Vi de tudo por ali, até garotas com camisetas cavadas, mangas curtas, blusa de alcinha, e quanto aos homens só não vi gente sem camisa ou de bermudas. Mas entre estrangeiros é comum usar bermuda. Mesmo entre eles, há uma grande parcela que já não usa vestes tradicionais. 

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11-11: Ouarzazate - casbah Taourirt - casbah Tifoultoute - estúdio de cinema - Alto Atlas – Marraqueche. Depois de pernoitar no Dar Rita (Ouarzazate), o destaque nesta volta pra Marraqueche, foi o Atlas Studio (bem próximo a Ouarzazate), onde vários filmes hollywoodianos foram rodados (Gladiador, O Segredo da Múmia, a versão recente de Bem Hur, Noé, Kundun etc.). Muito legal, pois visita-se o que sobrou dos cenários, que se tornam uma fonte de renda (ingresso a 40 dirhans), mas dá pra dizer que tudo é infinitamente menos imponente do que se torna no cinema. Os cenários que representam a “Arábia”, a “China” e o “Egito” estão a cerca de trinta metros ou menos um do outro e parecem meio “toscos”, sem glamour algum. Dizem ali que é bem mais barato para os estúdios se utilizarem desses cenários pré-montados em meio à paisagem local e também dos baixos custos (figurantes baratinhos, além de serem autêntico povo marroquino – árabes, bérberes etc.) e incentivos do governo. Dá pra tirar umas fotos bem legais em tronos, pagodes, “ruínas”. Bem divertido. Depois, retorno a Marraqueche, com pausas para simplesmente avistar as casbahs citadas no roteiro. Ali chegando novamente no bacana Riad Dar El Masa, após o banho, parte do grupo foi almoçar em um restaurante próximo e a outra parte foi comer na praça Jema El Fina, inclusive eu, pois não queria perder de forma alguma mais uma oportunidade de aproveitar a praça e suas não poucas atrações.

Fotos: Atlas Studios, próximo a Ouarzazate

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Foto: Montanhas do Atlas, entre Ouarzazate e Marraqueche

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Foto: Feliz da vida nas barracas de comida da praça Jema El Fina, com parte do grupo que acompanhei ao deserto

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12-11: Assim seria o sexto dia do tour: visita cultural da medina de Marraqueche com guia oficial local falando português. Bom, Além do hotel e do guia ao longo do dia, o roteiro do passeio vinculado ainda ao tour da agência incluía uma caminhada com as seguintes visitas:

- Escola corânica Ben Youssef;

- Museu de Marrakech;

- Souks (mercados) e Praça Jema El Fna;

- Palácio Bahia;

- Bairro Judeu;

- Túmulos Saadianos.

Entretanto, as entradas pros monumentos são por conta de cada turista, e se visitados todos, totalizariam cerca de 10 a 12 €.             

 Mas, de tudo isso, só rolou mesmo o Palácio Bahia (incrível, ainda mais com as informações ultra relevantes do guia - esse é um lugar em que é imprescindível a presença de um) e os mercados ao redor da praça Jema El Fina. Isso porque o foco da maioria do grupo era compras, e o guia direciona as coisas pra isso mesmo, provavelmente beneficiado por comissões. Ou seja, após consulta aos integrantes, constatou-se que a maioria abriria mão da escola, do museu e dos túmulos. Assim, após o palácio Bahia, fomos “conduzidos” a um herbanário (Herboriste Marrakech, número 15, Rue du Domaine, El Mellah) conhecer as propriedades terapêuticas das plantas e produtos marroquinos (não se paga nada pela visita mas acaba se comprando vários produtos, tão boa é a acolhida e tão significativas as informações prestadas, são profissionalíssimos) seguido de uma “visita” ao “Complexe d’Artisanat Bouchaib” (7, Derb Baissi, Rue da La Kasbah), em que se tem uma oferta de praticamente todos os artesanatos encontrados nos “souks” (mercados da medina) a um preço tabelado sem direito a pechinchas ou descontos. É interessante pela grande oferta e boa qualidade dos produtos e também pra quem não domina a arte de pechinchar. Pra quem tem esse dom e um “timing” pra farejar bons preços e boa qualidade, claro que os souks valem mais a pena. Eu, que sofro de ansiedade e me deixo levar pelas emoções, preferi a primeira opção. Depois, fomos ao bairro judeu e ao seu “soukh”, seguido de um passeio pela praça J’ma el Fna (lê-se “Jemalfina”, com “mal” como sílaba tônica), onde estão os “encantadores de serpente”, surreal. As najas (ou algo parecido) eriçadas pela vibração do oboé é qualquer coisa de louco. Fico imaginando que é uma “atividade” fadada à extinção pois em algum momento preponderarão os questionamentos sobre tortura aos animais e essa atividade será proibida. Não dá pra imaginar que os numerosos macacos, cobras e cavalos tem ali tratamento digno, ainda mais sob o sol escaldante ou o stress provocado pela movimentação de passantes e curiosos. Dizem que as cobras são sedadas e têm as presas retiradas para evitar acidentes.

Enfim, Marraqueche é um destino obrigatório, seja pela incrível praça que é também um microcosmo de todo Marrocos, como também por toda cidade, inclusive fora da medina, com sua cor roxo-terra característica, onipresente, e seus numerosos jardins, que acabei não visitando minuciosamente, mas avistei nos meus deslocamentos.   

Foto: detalhes encantadores do Palácio Bahia (visita obrigatória em que recomendo um guia pra decifrar tantas e tão interessantes informações, tudo ali tem múltiplos significados, foi incrível)

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Foto: mercado (soukh) nos arredores da Praça Jema El Fna (destaque para as especiarias e ao artesanato)

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À noite, comemorando o fim do tour, parte do grupo foi ao restaurante Pepe Nero (Derb Cherkaoui, 17), bem próximo (5 minutos a pé) do Hotel (Riad Dar El Masa). Muitíssimo bom e proporcionalmente caro (para os meus modestos padrões), além de super agradável. Se não me engano deixei ali uns 40 euros pela entrada, um suco e um prato de cordeiro com ervas (miudinho), uma fortuna para os padrões marroquinos, mas foi sugestão do grupo e uma boa causa (praticamente uma despedida, cada um seguiria um rumo diferente no dia seguinte).

Foto: ruas da cidade velha (medina) e o minarete de uma mesquita em Marraqueche

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Foto: minarete da mesquita Koutoubia, em Marraqueche

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13-11: Com o check out no hotel se encerrou a responsabilidade da agência que organizou o tour. Despedi-me dos participantes, alguns pegariam voo já de manhãzinha e outros continuariam um outro passeio pelas “cidades imperiais” e Chefchauen; ensaiei um bate-volta pra Essaouira mas resolvi ficar por Marraqueche mesmo, principalmente pra comprar lembrancinhas pra família e pros “parças” e, quem sabe, conhecer mais alguma coisa. Muita enrolação e dúvida sobre presentinhos depois e resolvi abolir o passeio, almoçar, ir pra estação de trem e dali pra Casablanca onde meu voo para o Brasil sairia dia 15, encerrando quase três meses de viagens. Amanhã, se for possível, vou a Essaouira de Casablanca. Caso contrário, paciência. Despesas: 50 dirhans de taxi até a estação de trem “Gare de Marrakeche” (caro, mas muitíssimo mais barato do que os 150 dirhans que o primeiro taxista abordado pediu). Passagem até Casablanca (estação Casa Voyageurs): 148 dirhans em primeira classe (quase que acabei preferindo a segunda classe, já que lá os assentos são de dois em dois, como os ônibus no Brasil, e, aqui, são como cabines para até oito pessoas, quatro de um lado e quatro do outro, umas de frente para as outras – às vezes é um pouco constrangedor principalmente quando os demais passageiros são mulheres conservadoras nada dispostas a interagir com estranhos pelas longas quatro horas de viagem).

Chegando em Casablanca (estação Voyageurs), fui para um hotel sugerido pelo taxista (20 dirhans de taxi), o Hotel Majestic (700 dirhans por duas diárias), na rua Boulevar de Paris, lindão, anos 30 (como quase tudo no centro de Casablanca), quarto imenso com duas camas, ar condicionado, frigobar, banheiro com banheira, mas já meio velhinho, precisando de umas reformas e um carinho maior com a limpeza, mas perfeito pra mim e mega bem localizado (estranhamente, no cartão do hotel, consta Avenida Lalla Yacout, 57, e não Boulevard de Paris. Mas ali também consta os telefones: 212 522 31 09 51 e 522 30 90 12, e email [email protected] e site www.majestic-casablanca.com, pra quem se interessar. Além de que, frequentado por gente de toda África, pelo que pude perceber, com roupas curiosas, algumas muito coloridas, modelos exuberantes cheios de babados e os homens com turbantes. Surreal. Tudo gente boa, meio tímidos a um primeiro contato, mas depois super bem humorados, principalmente o pessoal da África Subsaariana, conforme situações foram surgindo no elevador, no café da manhã e nos demais espaços compartilhados.

Dali, fui até ao escritório da CTM, empresa de ônibus, pra comprar uma possível passagem pra Essaouira pro dia seguinte. A Distância de Casablanca a Essaouira é quase a mesma de Marrakeche, pois é como se formassem os vértices de um triângulo equilátero. Mas, enquanto de Marrakeche a viagem dura 2 horas, indo de Casablanca, pelo litoral, dura 6 horas (são inúmeras paradas ao longo do caminho). Enfim, desisti. E não podia ter sido melhor, pois fiquei em Casablanca, o que se mostrou muito acertado. E Essaouira fica pruma próxima, pois sou desses que voltam quando gosta muito de um determinado destino.      

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14-11: Muita gente não vê graça em Casablanca. Claro, é uma questão de gosto. E acho que a maioria vem cheio de expectativas para o passeio no deserto ou às mais tradicionais “cidades imperiais” (Rabat, Fez, Méknes, Marraqueche...). Particularmente, apesar de serem cidades diferentíssimas, depois de Chefchaouen (desses lugares em que passaria semanas, se possível), foi o lugar que mais gostei no Marrocos. Muito mesmo. E o que fiz ali de tão incrível assim? Quando comecei esta longa viagem, passei um dia em Casablanca pra baratear a passagem pra Lisboa, bem mais em conta com essa parada. Isso serviu também pra me testar e saber se conseguiria me virar sozinho ou se teria que depender de agência pros passeios no Marrocos (e a resposta pra essa pergunta é que não é necessário, dá pra se virar sozinho). Fiquei no hotel Íbis, ao lado da estação de trem Casa Port (750 dirhans, com café da manhã, uma fortuna para os padrões marroquinos). Naquele dia (31 de agosto), só deu pra dar uma voltinha pelas redondezas da estação de trem Casa Port e uma ida à mesquita Hassan II. Tinha gostado tanto da mesquita (há visitas guiadas ali, a única no Marrocos em que um não muçulmano pode entrar) que pretendia voltar a ela e conhecer o seu interior, coisa que naquele momento não tinha sido possível (fui tarde demais, já estava fechada). Assim, nesse dia 14 de novembro, depois de uma visita à medina local (pequenina) optei por fazer o tour a pé sugerido pelo guia impresso do Lonely Planet pra focar na arquitetura em Art Déco tão presente no centro de Casablanca, e no dia seguinte ir à mesquita pela manhã.

Foto: aspecto da arquitetura predominante no centro de Casablanca

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É como se fosse o centro velho de São Paulo, mas com a diferença de que está bem conservado e vibrante, ruas cheias, cafés e restaurantes aos montes, em compasso de cidade grande, e gente de vários cantos da África, nota-se a grande variedade de trajes e tipos humanos. Adorei com intensidade máxima. Fiz o tour, contemplei e fotografei os prédios mais significativos, as avenidas repletas de palmeiras, a praça das Nações Unidas com sua fonte “dançante”, as demais praças (algumas em restauração), fui à medina (infinitamente menor do que a de Fez ou a de Marraqueche), à igreja do Sagrado Coração (também sendo restaurada) e terminei o passeio na minha cereja do bolo, no Gauthier Bain Turc. No caso, um “banho turco” só pra homens. Combinei uma massagem e um banho. Você paga 50 dirhans de entrada, 100 dirhans por uma massagem incrível de meia hora (também tinha de uma hora por 180 dirhans; se soubesse que era tão boa teria optado por ela, mas era um teste, então... fica pra uma próxima viagem), mais 35 por um roupão ou uma toalha, a escolher.

A massagem é igual às nossas, uma massagem relaxante. Mas bem boa mesmo. No banho, é um cara que te lava, literalmente. Eles te põe numa espécie de cama de pedra, te ensaboam, te lavam e finalizam com uma ducha, como se você fosse uma espécie de carro e eles o lava-jato. Surreal e bem legal. O processo todo, incluindo todo esforço pra dizer o que queria e entender os preços pra não dar mancada (depois, um dos caras encontrou uma tabela em francês que eu traduzia com o aplicativo de idiomas), durou uma hora e meia e valeu muuuito a pena. E tudo foi muito engraçado. O banho turco encontra-se numa área nobre da cidade e vale muitíssimo a pena dar uma zanzada por ali, apreciar os passeios públicos (numerosos) e a arborização com palmeiras (me impressionou bastante).

Fotos: Avenidas de Casablanca, ladeadas por palmeiras

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Ou seja, um dia incrível que potencializou minha admiração por Casablanca. Mas me absorveu tanto por ali que não deu tempo de chegar até a mesquita (o banho se encerrou lá pelas 19:00), que ficou pra manhã do dia seguinte (meu voo pro Brasil sairia às 15:10). Pra melhorar ainda mais, chegando nas redondezas do hotel, resolvi que jantaria num restaurante bem legalzão, fugindo da proposta econômica. Das várias boas opções por perto, escolhi o “Oukaimeden Restaurant” (21, Boulevard 11 Janvier - tel. 0522 480490, uma quadra e meia do hotel – [email protected]). Tudo incrível (sem contar que você está feliz demais, tudo se torna mágico). Veio cesta de pães de entrada com patês, depois uma sopa “Royale” acompanhada por torradas, e um “filet de Boeuf” com champignons, além do suco de laranja, que eu vou te falar, hein! Divino, maravilhoso, chave de ouro. Tudo por 133 dirhans (uns 40 e poucos reais). Foi gorjeta gorda pro garçom, elogios rasgados pra todo mundo (cozinheiro, garçom, até o povo marroquino entrou no discurso). Isso é a felicidade!

Foto: artesanato à venda na medina de Casablanca

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Como é andar de ônibus no país sem falar francês?

É verdade que mala é cobrada de forma diferente cada?Como é?

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Olá, D FABIANO! Então, paguei 5 dirhans (uns 2,50 reais) pela mala, que é sempre cobrada à parte ao se deslocar de ônibus. Fiz dois trechos com ônibus: Tânger-Chefchaouen e Chefchaouen-Fez. Em Tânger quase todo mundo entende espanhol (é muto próximo da Espanha) e em Chefchaouen me comuniquei em inglês, numa boa. Nos demais trechos, usei trem (comunicando-me em inglês, tanto nos guichês quanto com os conferentes nos vagôes) e durante sete dias com uma van em um  tour, com todo o pessoal falando português e o guia espanhol. Comigo foi tudo muito tranquilo, o povo marroquino é muito solícito, dá pra se virar muito bem. E todos os taxistas também falam algum outro idioma ou sabem ao menos o básico de inglês e espanhol, além do francês e árabe. Mas, neste caso, vale a pena só pegar táxi com taxímetro ou você sai no prejuízo. Assim, mesmo que ele não fale seu idioma, o preço será em dirhans e estará registrado. 

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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