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Galera, estou precisando de uma ajudinha! Tinha um roteiro pronto onde sairia de Paris e passaria 02 noite em Ghent (14/08 a 16/08) e 02 noites em Bruxelas (16/08 a 18/08). Entretanto venho lendo muiiiiiiiiiiitos comentários negativos sobre a segurança de Bruxelas (principalmente em blogs internacionais) e estou seriamente decidido a anular esta cidade do meu roteiro, e aí vem o problema!

1 - As passagens de Paris-Ghent já estão compradas para o dia 14/08 e a hospedagem em Ghent está paga e não é reembolsável. 

2 - A minha namorada retornará ao Brasil exatamente via Bruxelas em um voo que saí de lá as 10:45 a.m. dia 18/08, desta forma teremos que estar no aeroporto (BRU) na pior das hipóteses  as 08:45 a.m. já que ela fará um voo domestico ate Madri.

Então vem a pergunta: Alguma sugestão de Cidade na Bélgica ou redondezas em que fosse possível passar duas noites e no terceiro dia chegar ao aeroporto BRU as 08:45 a.m.?

Já pensei em ficar somente Ghent e além do bate volta a Bruges que já esta planejado, fazer mais um até Antuérpia... Mas queria ver outras possibilidades.

A proposito, tem como ir de Ghent diretamente ao aeroporto de Bruxelas (BRU)? Em quanto tempo?

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Eu estive em Bruxelas por 3 dias em Set/2017, e não vi nada de anormal, na verdade até achei mais seguro do que Paris, e  muito mais seguro do que Curitiba que é onde moro atualmente.

Fiquei hospedado perto da estação Gare du Midi, no hotel Floris Ustel Midi. 

Não fiquei andando sozinho de madrugada, mas todos os dias eu voltei para o hotel lá pelas 22:00, caminhando a pé vindo dos pubs que ficam na região da Grand Place, e em nenhuma ocasião vi algo de anormal ou suspeito, e nem me senti inseguro.

 

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Segurança em Bruxelas?? Fui há uns dois anos e achei tranquilo, ainda mais para quem sai do Brasil. Em Bruxelas tem muitos imigrantes,  mas em momento algum achei inseguro. Um dia em Bruxelas é suficiente, conhecer a Grand Place, tomar cerveja e comer batata-frita e waffle.

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Alguns dos trens que vem de Ghent passam na Gare du Midi em Bruxelas e depois seguem para o aeroporto, mas não são todos os trens não.

Pegando o trem das 07:02 na estação Gent Sint-Pieters, você chega no aeroporto BRU as 08:05.    O trem das 07:12 também é direto, mas não é um trem expresso como o anterior, e vai chegar as 08:42 no aeroporto.

Vindo de Anterpia Centraal, o trem das 07:48 também é direto e chega no aeroporto as 08:25, ou então o das 06:48 também é direto.

Mas eu chegaria com mais de 2 horas de antecedência no aeroporto de Bruxelas. Não sei se eles ainda estão fazendo isto, mas em setembro eles estavam fazendo teste de explosivos em todo mundo ainda fora do aeroporto, e em alguns momentos a fila era bem grandinha antes mesmo de entrar no aeroporto.

 

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Eu gostei muito de Liège, cidadezinha universitária a cerca de 100km de Bruxelas. Mas com relação a questão dos horários de transporte vc tem que verificar. Acredito que haja muitas opções.

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    • Por Mari D'Angelo
      No dia 14 de Julho, a França comemora o dia da queda da Bastilha, quando se iniciou a revolução francesa que deu fim a monarquia.
       
      A festa nacional francesa começa na verdade no dia 13 de julho, com o tradicional baile dos bombeiros em algumas das casernas de Paris, dizem ser algo bem animado e que geralmente rola até um strip-tease dos heróis nacionais rs, mas acabamos não indo conhecer.
       

       
      No dia 14 acordamos bem cedo (ou pelo menos era o que pensávamos) para assistir ao desfile militar, mas quando chegamos, a Champs-Élysées já estava completamente lotada! (Ao meu ver, mais de turistas que de franceses). Procuramos em vão um lugar onde pudéssemos enxergar alguma coisa mas depois de alguns minutos sem ver mais do que cabeças e máquinas fotográficas desistimos e sentamos num gramado para esperar a apresentação dos aviões (que era o que eu mais queria ver). Foi até interessante, primeiro passaram diversos tipos de aviões da força aérea, em seguida os helicópteros e os paraquedistas, e por fim algo como a “esquadrilha da fumaça” francesa, eu esperava várias acrobacias colorindo o céu de azul, vermelho e branco, mas passaram apenas uns poucos aviões soltando as três cores da bandeira em linha reta e nada mais. Saí um pouco decepcionada por não ter visto grande coisa, mas de qualquer forma, achei legal ter participado deste momento, da série “coisas pra fazer uma vez na vida”.
       

       
      Como estava tudo muito lotado, decidimos voltar a pé para casa, ainda acompanhamos um pouco a dispersão dos soldados e seguimos nosso caminho às margens do Sena. Depois de comer alguma coisa e recuperar o sono perdido, chegou a hora da segunda (e mais esperada) comemoração do dia, os fogos de artifício na Torre Eiffel.
       
      O início seria só a noite mas chegamos com muitas horas de antecedência, e mesmo assim, novamente, já estava lotado! Optamos por ficar no final do Champ de Mars, no tablado da instalação “Mur pour la paix” (um monumento em aço, madeira e vidro com a palavra “paz” escrita em diversos idiomas) era bem longe, mas achei que tivemos uma visão perfeita! A espera trouxe uma recompensa impagável, acompanhamos o sol se pondo lentamente ao lado da Torre, um daqueles momentos em que a gente agradece ao universo por fazer parte deste mundo.
       

       
      Quando já escurecia (no verão isso significa que já é mais de 22h), as luzes da Torre começaram a se acender e o hino nacional marcou o começo da apresentação. Os franceses cantavam “A Marselhesa” com verdadeira emoção, muitos chorando, foi um momento bastante emocionante até para nós que somos brasileiros.
       

       
      A queima de fogos foi incrível, um verdadeiro show com o tema “Liberté, Egalité, Fraternité”. A narração da história combinada com músicas francesas, música eletrônica, Nirvana e até Beatles e sincronizada com a iluminação na Torre ficou perfeita! E no fim uma grande surpresa, no ano em que a França, depois de muita discussão, finalmente aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (nossa, como ouvimos falar do Mariage pour tous!), a Torre ficou inteira colorida homenageando esse avanço!
       

       
      Na hora de ir embora, nem cogitamos o metrô, também não encontramos uma Velib (sistema de locação de bikes) disponível então fomos caminhando por uma boa parte até achar uma bicicleta para terminar o trajeto.
       
      Foi uma das coisas mais lindas que já vi, valeu cada segundo esperando e cada passo dado pra chegar até lá.
       
      Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/
    • Por Mari D'Angelo
      Sou muito suspeita para falar de Monet, sua arte sempre encantou minha avó, da qual herdei o gosto pelo artista. Nunca vou esquecer de quando ela me levou ao MASP, em uma exposição dedicada ao pintor francês. As obras ficaram guardadas na minha memória, e na minha estante, guardo com paixão o livro que ela me comprou nesta ocasião, Linéia no Jardim de Monet. Por esse motivo o lugar era ponto obrigatório de visita quando fui conhecer Paris, tão importante quanto a Torre Eiffel. Me apaixonei tanto que depois disso ainda fui mais duas vezes, podendo admirar o lugar na primavera, no verão e no outono!
       

       
      Ainda jovem, Oscar-Claude Monet foi para Paris para estudar arte (meio a contra-gosto da família) onde conheceu Camille, futuramente sua esposa e musa inspiradora em diversos quadros. Algum tempo depois, os dois alugaram uma casa para passar o verão com Alice, uma amiga que tinha sido abandonada pelo marido Ernest (também amigo e comprador de Monet) com 5 filhos e grávida de mais um. Depois que o segundo filho de Camille e Monet nasceu, ela morreu de tuberculose, deixando o marido devastado. Quando se recuperou, Monet voltou a pintar e decidiu arrumar uma nova casa para viver com Alice e as 8 crianças. Se apaixonou imediatamente pela casa cor-de-rosa, para onde se mudaram. Depois da morte de Ernest, Alice e Monet se casaram e permaneceram juntos até a morte da esposa. Ele faleceu com 86 anos, após uma nova onda de enorme tristeza pela perda da segunda esposa e graves problemas de catarata, que quase o cegaram (nessa época ele só usava cores fortes em seus quadros e as pinceladas eram mais intensas).
       
      A cidade onde fica a casa e os jardins, chama-se Giverny, fica na charmosa região da Alta-Normandia, há aproximadamente 1 hora de Paris. Aconselho fazer a visita de trem, mas já fui de carro alugado também e tem suas vantagens, como conhecer melhor a cidadezinha de Vernon, essa da foto.
       

       
      Para ir de trem, basta comprar o bilhete no site da SNCF (Recomendo comprar pela internet -ou antecipadamente pelas máquinas no metrô- para garantir o horário e não perder tempo na estação). Você deve procurar por Paris-Vernon, pois o trem não chega até Giverny. Chegando em Vernon há diversos ônibus parados próximo à estação, que levam até o destino final (é só seguir o fluxo, a enorme maioria estará indo para lá também, já que Vernon não é uma cidade com grandes atrativos), você compra o bilhete direto com o motorista. Normalmente os horários dos trens são casados com os do ônibus, na ida, mas na volta preste bastante atenção aos horários de saída (eles dão um folheto), todas as vezes tivemos que pega-lo quase 1h antes do horário do trem para não correr o risco de atrasar, pois o seguinte demorava bastante. Outra opção é ir de bicicleta, que você pode alugar em Vernon.
       
      Descendo do ônibus, novamente siga o fluxo, a casa fica à poucos minutos do estacionamento. Para “despistar” um pouco o grupo de pessoas que fará a visita ao mesmo tempo, entre em uma pequena trilhazinha ainda perto do estacionamento, para ver o busto de Monet, o lugar é super agradável, cercado de árvores e próximo à um riachinho.
       

       
      Chegando na casa pode ser que haja uma grande fila, especialmente se for verão! Então não faça como eu e compre o ingresso antecipadamente no site da Fondation Monet! Existe a opção de comprar junto o ingresso para o Museu dos Impressionistas, que fica bem próximo de lá, eu fui e não recomendo, achei o acervo bem pequeno. Acho que é muito mais rico nesse sentido visitar o Musée d’Orsay (onde se encontram diversas obras de Monet) ou o Musée de l’Orangerie (que tem duas salas com as enormes pinturas panorâmicas do artista), ambos em Paris.
       
      Agora vem a melhor parte! Apesar de dar vontade de entrar imediatamente na casinha toda cor-de-rosa e verde (suspiros), aconselho ver os jardins primeiro, com sorte estarão um pouco menos lotados. Além disso é bem mais interessante ver alguns quadros depois de ter visto tudo aquilo ao vivo.
       

       
      A visita começa pelo imenso jardim multicolorido, são diversas fileiras de flores de todos os tipos, cheiros e cores. Quando visitei o jardim em outubro, o caminho principal ficou tomado por um magnífico rio de flores. Segundo ouvimos de um guia, esse fenômeno só acontece por pouquíssimos meses do ano, que sorte!
       

       
      Seguindo as placas para etang des nynpheas, você passará por um túnel que atravessa a estrada e chega ao tão esperado lago das ninféias e ao ponto mais alto do passeio todo, a Ponte Japonesa! É realmente indescritível a sensação de estar naquele lugar, é como estar dentro de uma pintura de Monet. Exatamente ali ele pintou inúmeros quadros, em diferentes estações do ano e em horários variados para captar a luz de todas as formas possíveis. Para completar o cenário, fica ancorado próximo à ponte um barquinho, que também se vê em muitos de seus quadros. É impossível não ficar hipnotizado por aquele conjunto tão harmônico.
       

       

       
      Voltando à casa, chegou a hora de conhecer o cantinho encantado desse mestre do impressionismo! O lugar é muito aconchegante, tipo casa de vó! O que achei mais interessante foi a escolha monocromática na sala e na cozinha. A primeira é toda amarela, desde a parede, até os móveis e utensílios, a segunda toda azul, com panelas e objetos em cobre. A ideia de ter um cômodo inteiro de uma cor só parece um pouco estranha, mas a execução ficou realmente incrível. Além disso há o estúdio, (remontado fielmente de acordo com uma foto da época, exposta na sala) onde estão expostas algumas reproduções de quadros do artista, como eu disse, é muito interessante ver aquilo tudo depois de ter conhecido o jardim.
       

       
      No andar superior é possível entrar em alguns quartos, aqui o que me encantou foi a vista da janela, devia ser simplesmente divino acordar e olhar para aquela imensidão de flores (mais suspiros…)
       
      Por ser uma casa antiga, alguns detalhes são muito interessantes, como o banheiro e a pequena sala de costura. Monet tinha verdadeira paixão pela arte japonesa, por isso as paredes de sua casa são recheadas de gravuras nesse estilo. Infelizmente é proibido fotografar o interior da casa (senão acho que passaria horas lá dentro!), mas aqui algumas imagens tiradas do site oficial para ilustrar essa casinha tão acolhedora!
       
      O atelier onde Monet trabalhava é hoje a irresistível lojinha de souvenirs, e olha só o que encontrei lá, o tal livro que minha avó tinha me dado! =)
       
      Vale a pena dar uma voltinha na pequenina cidade de Giverny, onde a rua principal leva o nome de Monet, claro. O charme está por toda a parte, nos caros restaurantes e cafés, nas pousadinhas, nos ateliers de diversos artistas e nas ruas, todas floridas. Atrás da Igreja de Giverny, localiza-se o cemitério onde Monet está enterrado.
       

       
      Esse certamente é um dos meus lugares preferidos no mundo, espero ainda poder voltar lá mais algumas vezes na vida!
       
      Informações práticas:
       
      Site oficial: http://www.fondation-monet.com
       
      Valores: Adulto 9,50€ | Crianças -12 e estudantes 5€ | Crianças -7 anos não pagam
       
      Horários: Aberto todos os dias de 1º de abril à 1º de novembro, das 9:30 às 18:00 (última admissão 17:30)
       
      *Informações para o ano de 2014
       
       
      Relato original e (muito) mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/jardins-de-monet-um-sonho-realizado/
    • Por Mari D'Angelo
      Viajamos para Amsterdam nos primeiros dias do verão europeu, mas acho que esqueceram de avisar São Pedro, o frio estava congelante! Não que isso tenha estragado o fim de semana, a cidade das bikes é maravilhosa, chova ou faça sol, dá pra aproveitar! Aliás, é super comum ver as mães e pais carregando seus filhos pequenos na bicicleta mesmo em dias de chuva.
       
      Chegamos no fim da tarde meio perdidos e descemos do ônibus no ponto errado, que para nossa sorte era exatamente na Praça dos museus (ou Museumplein), onde fica o Museu nacional e a famosa escultura I Amsterdam. O lugar é lindo, até em dias cinzentos como aquele. O grande lago com algumas esculturas contemporâneas completa o charme.
       

       
      Decidimos ir direto ao Museu Van Gogh, que não é barato, mas é maravilhoso! Obrigatório para os amantes da arte. Logo ao chegarmos, uma banda começou a tocar no hall principal. Uma banda dentro de um museu, adorei! As obras estão dispostas em ordem cronológica, o que é muito interessante pra ir acompanhando as diversas fases da vida do pintor holandês. Além dos quadros há também desenhos, rascunhos e uma parte muito interessante onde é possível através de microscópios ver as espessas camadas de tintas utilizadas pelo artista. só tivemos 2 horas antes do museu fechar, mas dá pra “perder” horas lá dentro!
       

       
      Fomos a pé para o hostel admirando os canais, as floreiras nas pontes e toda a peculiar arquitetura dos prédinhos holandeses. Mas em pouco tempo de caminhada já deu pra perceber que quem manda na cidade são as bikes! Se você está a pé tem que prestar muita atenção pra não ser atropelado por uma delas.
       

       
      Sobre o hostel, a dica é: Não fique lá! A hospedagem em Amsterdam é bem cara e pelo que vi não há muitas opções (viáveis) interessantes. Na minha pesquisa pelo melhor custo-benefício (mais custo na verdade rs) encontrei o Hansbrinker, eles se auto-intitulam como o pior hotel do mundo e fazem campanhas bem-humoradas confirmando isso, mas, achei que era mais uma jogada de marketing, que não seria tão ruim assim e de qualquer forma, era um dos mais baratos mesmo, então ficamos com ele. Me arrependi! Na chegada nos deparamos com uma fila enorme para o check-in, uma multidão entrando e saindo sem o menor critério, barulho a noite toda e o atendimento era bem razoável. Talvez seja um sinal de que estou ficando velha, mas enfim, não recomendo! (ps. pelo menos a localização era boa!).
       
      À noite saímos sem rumo e acabamos na Rembrandtplein, seu nome homenageia o pintor Rembrandt, assim como uma grande estátua no centro da praça. Na frente dela há um conjunto escultural representando um de seus quadros, “A ronda noturna”. A grande praça é cercada por vários bares, restaurantes, casas noturnas e claro, coffe-shops. Amsterdam, apesar (ou exatamente por isso) de ser uma cidade liberal em relação às drogas (leves, é bom especificar) e sexualidade, funciona muito bem e é bastante segura.
       

       
      No dia seguinte começamos pela Casa de Anne Frank, enfrentamos uma enorme fila no frio e na chuva, mas valeu a pena! Li “O diário de Anne Frank” há muito tempo e foi algo que me marcou muito. Entrar nos pequenos aposentos onde se escondia toda uma família e ver as condições em que eles sobreviviam é realmente muito triste. No fim há um depoimento do pai dela, único sobrevivente da família e responsável por publicar o diário da filha após a guerra. É impossível não sair com lágrimas no olhos!
       

       
      Seguimos pela mais antiga praça da cidade, a Dam Square, onde entre outras coisas fica o obelisco em homenagem aos soldados mortos na 2ª guerra mundial e o famoso Madame Tussauds (e uma multidão de turistas e locais).
       
      A Fábrica da Heineken (ou Heineken experience) é parada obrigatória, mesmo pra quem não é tão apreciador de cerveja. Começa contando um pouco a história da marca com garrafas e rótulos antigos, depois uma breve explicação sobre os elementos principais e uma visita à sala dos enormes caldeirões. Há ainda uma criativa sala de cinema onde eles prometem te transformar em uma cerveja, e não é mentira Mas a parte mais legal é no fim, onde há a degustação de algumas rodadas de cerveja e uma sala interativa toda futurista. Vale a pena passar na lojinha, as coisas são caras mas as promoções são boas! Comprei um pack com 4 long necks com embalagens comemorativas por 5 euros!
       

       
      À noite fomos até o Red light district, estava curiosíssima pra conhecer essa tão falada região! A conclusão é que é exatamente como falam, vitrines ao longo de todo o canal e das ruas próximas com mulheres (das mais variadas belezas e feiuras) de lingerie ou biquini tentando atrair seus “clientes” e várias casas eróticas de shows de todo o tipo (segundo os cartazes, não me aventurei! Rsrsrs). Os neons nas fachadas criam o clima, mais ou menos como no baixo Augusta em São Paulo. Mas, apesar do “conteúdo adulto”, haviam muitas famílias, homens e mulheres de todas as idades, acho que hoje já se tornou mais um ponto turístico, algo que as pessoas tem curiosidade de ver. Ah, nem tente tirar fotos das moças, além de ser proibido, elas percebem mesmo de longe e se escondem.
       

       
      No último dia fomos até o Vondel Park, que é o mais famoso da cidade. Para nossa sorte, estava tendo uma apresentação musical meio alternativa e paramos um pouco pra ouvir, uma delícia! O legal foi ver no fim do show, todo mundo guardando as cadeiras em que estavam sentados.
       

       
      Sem tempo pra mais muita coisa, apelamos para o tradicional Mc Donald’s e seguimos para o aeroporto, com mais algumas lembranças na mala.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/ =)
    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/bordeaux-chateau-du-taillan/
       
      Defina Bordeaux em uma palavra… Provavelmente 99% das pessoas responderiam essa pergunta dizendo “vinho”! E elas estariam absolutamente certas. É claro que a charmosa cidade do sudoeste da França não se resume a isso, mas definitivamente os amantes de um bom tinto têm seu lugar ao sol (ou a mesa) por lá!
       
      Um dos nossos maiores objetivos na viagem à Bordeaux era conhecer alguma das famosas vinícolas próximas a cidade. Fomos até o centro de informações turísticas para entender qual delas caberia no nosso orçamento e tempo. Entre as muitas opções, devidamente bem explicadas, optamos pelo Chatêau du Taillan que fica na região de Haut-Médoc, a 11km de Bordeaux.
       
      É preciso pegar o ônibus 5 e descer na parada Mairie du Taillan, em seguida caminhar um pouco por ruas vazias de terra e parreiras apetitosas até chegar lá. Apesar do nome, Chatêau du Taillan (chatêau em francês é castelo), não é exatamente isso que você encontrará por lá, isso por que neste caso, um chatêau é qualquer propriedade dentro de determinadas especificações que produzem vinho. Um grande jardim cheio de árvores e convidativas mesinhas nos introduz ao local simples e rústico onde ficam as caves e barris, com detalhes que nos transportam para uma outra época.
       
      De segunda a sábado não é necessário agendar visita, mas aguardamos um pouco a chegada de outro casal para dar início ao tour. Uma simpática funcionária com o inglês um pouco difícil de compreender foi nossa guia, mostrando os processos e contando a história do lugar.
       
      Na idade média, o local foi habitado por monges que faziam o caminho de Santiago de Compostela, lá eles podiam descansar e produzir seu próprio vinho nas caves subterrâneas. Em 1896, o comerciante de vinhos Henri Cruse comprou a propriedade onde inicialmente trabalhou com exportação e em seguida começou a produzir o próprio vinho, com o nome de Chatêau du Taillan. Atualmente 5 irmãs da 5ª geração da família Cruse são as responsáveis pelo patrimônio que hoje faz parte da lista de monumentos históricos da França!
       
      Acabando a visita chega o momento da degustação. Existem algumas opções com mais rótulos, além queijos e embutidos, mas nossa escolha foi a opção mais simples. O vinho é realmente muito bom! (não tenho nada de sommelier, então isso é baseado apenas no meu gosto, mas o namorado e a prima também aprovaram!) Fizemos umas poucas comprinhas na loja antes de partir, mas não se anime, os produtos não são baratos. Uma boa sacada deles é a venda de umas ampolas com menos de 100ml para ser possível transportar pelo menos uma amostra do vinho na bagagem de mão.
       
      Um dos destaques é a produção do La Dame Blanche, motivo de orgulho para os produtores pois não é comum a fabricação de vinho branco naquela região.
       
      No caminho de volta para o ônibus passamos de novo pelas videiras e não resistimos aquelas uvas fresquinhas, assaltamos algumas pra provar. Daquelas experiências na vida que não dá pra deixar passar, né?
       
      *As informações são com base na data da viagem, setembro de 2013. Para garantir informações atualizadas acesse o site do local: http://www.chateaudutaillan.com
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/5-golpes-em-paris-e-como-fugir-deles/
       
      Paris é o tipo de cidade que tem algo encantador a cada esquina (ok, sou suspeita, mas é verdade!). Como não andar maravilhado pelos parques e jardins? Não passar um tempão só observando a fachadas de igrejas tão fantásticas como a Notre Dame e a Sacre Coeur? E as milhares de fotos na Torre Eiffel então? Nem os viajantes mais avessos a lugares clichê resistem a ela!
       
      Mas é preciso ter muito cuidado! É justamente em lugares assim que os turistas são mais roubados. Acontece um pouco o inverso de outros lugares como aqui em São Paulo, lá é possível se sentir mais seguro em ruas vazias (claro que ainda assim é preciso ter cuidado) do que em pontos turísticos cheios de gente (e polícia)!
       
      Conheça os principais golpes e o que fazer para não ser vítima:
       
      1. Pickpockets
       
      Os pickpockets ou batedores de carteira atuam em lugares onde há uma grande concentração de pessoas que geralmente estão distraídas e relaxam na atenção com suas bolsas e mochilas. E não pense que isso só acontece com gente que anda por ai dando bandeira, eles são tão rápidos que qualquer vacilo, por menor que seja, é suficiente pra você perder alguns euros ou ainda pior, passaporte, celular…
       
      Onde acontece? Nos vagões do metrô, dentro dos museus, na Torre Eiffel (inclusive lá em cima!), Champs Elisées, Versailles, Notre Dame, Montmartre… Qualquer ponto turístico com uma grande concentração de gente.
       
      Como evitar? Sempre ande com o passaporte e o dinheiro no porta-dólar (aquele que fica dentro da calça) ou em lugares extremamente seguros, nunca em bolsos externos de mochilas ou no bolso de trás da calça por exemplo. Quando for tirar fotos ou olhar mapas não descuide da mochila. Fique sempre atento ao ser abordado pelas pessoas na rua (enquanto um te distrai o outro pode estar agindo) e desconfie se alguém se aproximar demais e de forma rápida no metrô pouco antes das portas abrirem.
       
       
       
      2. Golpe da aliança
       
      Chega a ser inacreditável que isso realmente funcione de tão bobo que é, mas se continua sendo aplicado, ainda deve ter muita gente que cai. Acontece assim, você está caminhando e de repente alguém que você nem tinha notado se agacha bem na sua frente e se levanta com uma aliança perguntando se é sua, você diz que não e a pessoa tenta, com histórias das mais diversas, fazer com que você fique com ele em troca de “alguns euros”, dizendo que o anel é de ouro (o que óbviamente é mentira) e que você poderia ganhar muito mais com ele do que o “troquinho” que vai dar a boa alma que o encontrou.
       
      Onde acontece? Aqui o foco é um pouco diferente, os golpistas (homens e mulheres) buscam lugares mais tranquilos como as ruas próximas ao Musée D’Orsay e o Jardin de Tuileries (onde meu pai quase caiu, mesmo eu já o tendo avisado sobre isso. Estávamos andando e de repente ele ficou pra trás, quando vimos estava conversando com alguém e ao voltar ele falou que era o tal golpe, e que quase ficou com o anel, ri demais!).
       
      Como evitar? Se qualquer pessoa aparecer na sua frente com um anel, ignore e saia andando.
       
       
       
      3. Abaixo-assinado
       
      Esse é o que mais me irrita! Muitas meninas romenas, menores de idade, vagam em grupos pelos pontos turísticos da cidade abordando turistas e moradores com listas de abaixo-assinados em prol de alguma instituição para cegos, órfãos, deficientes físicos… não importa, é mentira! Elas coletam assinaturas e pedem alguma contribuição, normalmente já preenchem vários campos com valores como 10, 20 euros, assim tentam persuadir a vítima a dar uma quantia maior. Normalmente elas se fingem de surdas-mudas, mas assim que você vira as costas já estão tagarelando em alto e bom som! Elas também agem distraindo os turistas para tentar furtar alguma coisa fácil, fique atento!
       
      Onde acontece? No pé da Torre Eiffel, em frente ao Pompidou, nas pontes do Sena… Onde há uma grande e rápida circulação de pessoas.
       
      Como evitar? Faça a mesma coisa da dica anterior, ignore saia andando! Elas são insistentes, podem ficar andando atrás de você por um tempo, no máximo responda um enérgico NÃO, mas nunca extenda a conversa.
       
       
       
      4. Pulseirinha
       
      Esse eu vi bastante na Itália, mas em Paris é comum ver nos pés da Sacre Coeur, em Montmartre. Aliás, passe o mais rápido possível por ali, é tanta gente tentando vender coisas e aplicar golpes que as vezes é como uma corrida de obstáculos para chegar até o topo desviando deles. Normalmente são homens que se dirigem a você na maior simpatia: “brasileira?” “argentina?” “italiana?”… (eles aprendem a falar essas palavras em cada língua, vejam só que poliglotas!) Vão chutando até você dar um sinal positivo e ai já vem colocar uma fitinha no seu braço, se você fizer a besteira de estendê-lo, ele vai pedir dinheiro em troca. E não é fácil devolver o “presente”, depois que você diz não, toda a simpatia se transforma em grosseria!
       
      Onde acontece: Montmartre, na base da escadaria para chegar a Sacre Coeur.
       
      Como evitar: Ignore! Ou finja falar chinês, turco ou qualquer coisa do tipo (e não entender nenhuma outra língua, claro!), era assim que nos divertíamos ao passar por lá! Rsrsrs
       
       
       
      5. Ilusionistas
       
      Sabe aquele joguinho antigo de adivinhar em qual dos 3 copinhos está a bolinha? Em Montmartre ele não é assim tão inocente! É usado como um golpe para chamar apostadores que é claro, sempre vão sair perdendo! Além de manipular o jogo para ficar com o dinheiro eles também se aproveitam da aglomeração de curiosos para furtar o que estiver disponível.
       
      Onde acontece? Também em Montmartre, na principal rua para subir à Sacre Coeur, a Rue de Steinkerque que é cheia de lojas de souvenir e consequentemente, muitos turistas.
       
      Como evitar? Simplesmente não pare para observar e muito menos jogar. Não há problema em passar por esta rua, olhar e entrar nas lojas, só é preciso ficar atento.
       
       
      Lembrando que a maioria desses problemas não está só em Paris (especialmente os pickpockets), mas também em outras grandes cidades da Europa como Roma, Barcelona e Londres. Mas com alguns cuidados e muita atenção é fácil se livrar das roubadas e ter uma viagem tranquila!


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