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Gabriel Damasio

Eurotrip Invernal: 31 dias de Alemanha, Áustria, Croácia, Eslováquia, Eslovênia, Hungria, Polônia e República Tcheca. Dez-Jan 2016/2017

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Brother,

Teu relato ficou sensacional. Já fui à algumas destas cidades que falou, como Berlim, Praga, Viena e Budapeste, e realmente são sensacionais, mas, quando estive lá, era verão.

Estou planejando uma nova em Janeiro, de Lua de Mel. Acha que rola mesmo no inverno?

Abraços,

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@JetroAntunes Com certeza rola sim! Só não rola se algum de vocês odiar muito o frio. A gente aproveitou muito, mesmo sendo inverno. Só precisa estar bem agasalhado que vocês vão aproveitar bem. E também lembrar que o dia escurece bem mais cedo, mas isso não atrapalhou a gente. Dá pra deixar atividades internas como museu etc para tarde, que aí não faz diferença se é dia ou noite. Outra coisa que muda do verão para o inverno é que não terão aquelas mesas de restaurante e bares na calçada, como tem no verão. Mas considerando tudo isso, valeu bem a pena!

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Brother, que relato excepcional com riqueza de detalhes. Parabéns!

Estarei embarcando para Frankfurt em 04/09 e retornarei em 18/09 do mesmo local e farei uma pequena trip sozinho. Não terei tempo para fazer todos estes locais mas por tua experiência, quais seriam “must go”? 

Parabens novamente e grande abraço!

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@romulo.sobreira De todos esses destinos eu só não fui pra Croácia e Eslovenia, então não posso opinar, mas baseado em minha experiência, meu top 3 seria: Budapeste, Cracóvia e todo seu entorno, Praga. Nessa ordem. Praga não consegui aproveitar 100% por causa de nada mais, nada menos que uma RESSACA por conta de uma noite louca em Munique. Berlim achei uma cidade foda, mas é uma metrópole e também não tive uma experiencia completa por motivos de nevascas haha. 

Viena é lindíssima, é um museu a céu aberto. A cidade respira arte. Você tem a impressão que todo mundo é artista naquele lugar. Cidade de Mozart e Beethoven. 

Bratislava passei um dia. É bonita, mas dispensável. 

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Muito top o relato seu relato. Deve ter sido muito F*** mesmo a viagem.

 

Fiz um Eurotrip sozinho uma vez e fui pra Berlim, Praga e Bratislava.

- Em Berlim fiquei na casa de um amigo (uns 10 dias) e deu pra conhecer muito a cidade.

Também fui no inverno e estava tudo muito frio. E, definitivamente, em Berlim foi onde sofri mais.

- Em Praga (uns 3 dias) fiquei em um hostel na região central. Muito top! Conheci uma galera na primeira noite e fizemos uma balada. Tomei Absinto e fiquei muito feliz quando me ofereceram tequila depois. Pois, aliviou a queimação absurda do Absinto. Rs.

Fiz o Pubcrawl. E assim como você, super recomendo. Era um que começava em uma viela numa das ruas ao lado da Igreja na praça central? Na época paguei 500 coroas. Fui sozinho, fiz amizade com um moça da Hungria e passamos o resto do role juntos. 

- Brastislava ( uns 3 dias), deveria ter feito o mesmo que vocês. Ficar em Viena. Mas eu não tinha planejado nada e só fui pra lá por curiosidade por conta de ter visto um filme. "Eurotrip". Fiz o passeio pelo centro. Mas, como é muito bom ficar em hostel, o que salvou, foram as amizades que fiz por lá.

 

 

Estou, há algum tempo, planejando outra Eurotrip. E estou muito interessado em ir pra essa região que você foi. Gostaria de incluir Bucareste, Sofia e Sarajevo.

Fica minha curiosidade sobre como você escolheu esse roteiro. E o quanto tempo me sugere pra separar pra essas cidades, que você foi, do "Leste Europeu".

Abraço.

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@romulo.sobreira Eu acho que vou concordar com o @Diego Prado , as cidades que mais gostamos também foram Budapeste e Cracóvia. São cidades muito interessantes, com muito para fazer, acho que lá você vai poder aproveitar bastante! Mas também acho que qualquer outra dessas cidades vão ser boas, eu gostei de tudo kkkk

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@GuiLL Compramos passagens ida e volta para Viena, aí montamos o roteiro com base nisso, para fechar um círculo. Fomos pesquisando os lugares, e adicionando ao roteiro conforme a melhor logística de transportes, até acabar os dias da viagem kkk

Sobre a quantidade de tempo em cada cidade, creio que ficamos o ideal. Acho que daria para diminuir um pouco os dias em Berlim e em Ljubljana, mas o resto foi adequado. 

Já ouvi muita gente falar bem da Sérvia e desses outros países mais do leste, acho que vai ser uma viagem muito daora, também preciso planejar a minha! A melhor dica é ir para não se usa o Euro, assim fica muito mais barato!

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    • Por vaicombruno
      Fala viajantes,
      Fiz um roteiro completo sobre Viena na Áustria, ficou show !! bom eu acho rs
      Quem quiser ler e pegar várias dicas da uma olhada lá.
      https://vaicombruno.com.br/viena-austria
       
       

    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/budapeste-onde-ficar/
       
      O leste europeu está em alta! Tanto pelo custo, que costuma ser mais baixo do que em outros países da Europa, quanto pela beleza, que está sendo pouco a pouco descoberta e desejada. Assim como Praga e Zagreb, Budapeste, a capital da Hungria, é uma dessas cidades encantadoras que surpreendem os visitantes.
       
      Mas, como decidir onde ficar?
       
      O básico a saber é que a cidade é dividida pelo Rio Danúbio em duas partes, Buda e Pest, a ligação principal entre elas é a Ponte das Correntes. A primeira é a parte alta, onde fica o esplendoroso Castelo de Buda, o Bastião dos Pescadores e de onde se tem várias vistas panorâmicas da cidade. É o lado mais tranquilo, não tem tanta vida noturna, até tem alguns restaurantes e é possível (e lindo) subir ao castelo a noite, mas é sem dúvida um lado mais diurno.
       
      Já o lado Pest, como bem sugere o nome, é mais agitado. É onde ficam a maioria dos pontos turísticos, como a Basílica de Santo Estevão e o Parlamento Húngaro, quase tudo é acessível a pé e o metrô cobre as áreas mais distantes. A noite é bastante viva, com vários bares, restaurantes e lojas. Ah, e a cerveja é super barata, então, aproveite!
       
      Ou seja, se quer tranquilidade, fique em Buda, se quer mais proximidade com os pontos turísticos e vida noturna, escolha Pest.
       
      Nós ficamos no Hostel Casa de La Musica, em Pest, achei fantástico! O lugar é simples mas é lindo, todo coloridinho e alegre, pegamos um quarto duplo com banheiro compartilhado, tudo super limpo e tranquilo. No primeiro dia rola um welcome drink no Bikini Beach, o bar do hostel que costuma ficar bem cheio. Inclusive conhecemos na escola em Paris uma húngara que frequentava o bar, então acho que tem uma mistura bem legal de turistas e locais.
       
      O custo benefício foi bem bom (como a maioria das coisas em Budapeste), a localização era ótima e me senti bastante segura andando por lá a noite, mesmo passando por ruas um pouco desertas.
    • Por Mari D'Angelo
      A Alemanha nunca esteve nos meus planos principais, mas quando se vive (e viaja) a dois, você acaba multiplicando destinos, e às vezes isso pode ser uma ótima surpresa! Não vou dizer que Berlim esteja entre as cidades que mais gostei no mundo, mas com certeza superou minhas expectativas!
       
      Estávamos estudando em Paris, e encaixamos um fim de semana pra conhecer a terra do apfelstrudel! Logo ao chegar no aeroporto alemão, assim como em todo o trajeto do trem para o centro da cidade, já se via uma imensidão verde, Berlim apesar de um pouco cinzenta, é muito arborizada.
       
      Tudo por lá é bem moderno, o metrô é um exemplo a ser seguido, você chega até os trilhos do trem sem passar por nenhuma catraca, lá chegando há algumas máquinas onde você mesmo compra seu bilhete (caso algum fiscal te solicite e você não esteja com o bilhete, a multa é de 100 euros!). Foi ai que começamos a nos surpreender com a simpatia dos germânicos, depois de muitos minutos sem entender que tipo de bilhete deveríamos comprar, veio uma alemã gentilmente nos ajudar, ainda bem!
       
      Descemos na estação Friedrichstraße (aqui aceitei que não entenderia uma só palavra em alemão rs) e seguimos a pé para a pousada só para deixar as mochilas e começar a descobrir uma nova cidade, era outubro e já estava bem frio.
       
      Começamos pelo Checkpoint Charlie, a réplica de um posto militar que ficava na divisão entre as Alemanhas ocidental e oriental na época da guerra fria. Ao lado há uma grande placa com os dizeres “Você está deixando o setor americano”/”Você está entrando no setor americano” e alguns metros à frente um grande painel com explicações e mapas da época, assim como um pedaço do muro.
       

       
      Já tínhamos reparado nos simpáticos homenzinhos nos semáforos, e de repente trombamos com uma loja inteirinha de produtos do Ampelmann, irresistivel dar uma entradinha antes de passar para o próximo ponto.
       
      Seguimos em direção ao Portão de Brandemburgo, um dos lugares mais visitados de Berlim, já era noite e ele estava lindo todo iluminado. Sua história é bastante longa, palco de comemorações e de eventos para serem esquecidos como o nascimento do Terceiro Reich de Hitler. Em 1961, o Brandenburger Tor, foi fechado pelo Muro de Berlim, hoje é possível ver a demarcação do muro logo atrás dele.
       

       
      Procurando algo para comer, caímos em um lugar super tradicional e nada turístico. O Staendige Vertretung era uma mistura de bar e restaurante com mesas grandes onde todos acabam sentando juntos, e onde tivemos certeza da simpatia dos alemães. Um casal da mesa ao lado puxou conversa conosco e recomendou que tomássemos uma cerveja típica do lugar, era um lindo copinho pequeno e a cerveja era terrível rs, logo depois um grupo grande chegou nos pediram para pular uma cadeira para que coubessem todos, como agradecimento, um deles ofereceu ao meu namorado a tal cerveja típica, coitado, teve que aceitar rs! Recomendo, a comida era maravilhosa e a cerveja -não tradicional- também!
       

       
      No dia seguinte pegamos o metrô em direção à East Side Gallery, que é a parte do muro ainda preservada e transformada em galeria de arte a céu aberto, são vários kilometros de muro grafitado, é lindo e ao mesmo tempo triste, todas as obras tem temas relacionados aos sofrimentos pelos quais a Alemanha passou, ver aquelas imagens de pessoas sofrendo e depois imaginar que estamos tocando em algo que simplesmente acabou com a vida de muitas pessoas, separou famílias… é bem forte.
       

       
      Decidimos seguir a pé até a Alexandrerplatz, a principal praça do centro da cidade onde se encontra a enorme Torre de TV. Mais a frente fica a igreja de Santa Maria, a mais antiga de Berlim e a linda fonte de Netuno. Continuamos até a ilha dos museus, onde, além dos museus, claro, se encontra também a imponente catedral de Berlim, mas como o tempo era curto, só deu para tirar algumas fotinhos. (Cuidado com essa região, há muitas mulheres e crianças tentando golpes pega-turista).
       

       
      O próximo ponto foi a Neue Wache, que hoje é um memorial para as vítimas da guerra e da tirania. É um prédio vazio com uma pietá no centro e acima dela um buraco aberto no teto, exposta a chuva, a neve e ao frio, ela simboliza o sofrimento das pessoas na época da guerra.
       
      Depois de um lanchinho rápido seguimos para a Gendarmenmarkt, uma curiosa praça onde se encontram uma sala de concertos e frente a frente duas catedrais praticamente iguais, uma francesa e outra alemã.
       

       
      Pra terminar o dia, fomos novamente até o Portão de Brandemburgo e seguimos pela avenida, passando pelo memorial de Guerra soviético até chegar à Coluna Vitória, uma enorme construção com a estátua da deusa Vitória no topo. Subir seus intermináveis degraus pode ser cansativo, mas garanto que a vista compensa, os parques que margeiam a avenida formam uma densa floresta multicolorida.
       

       
      Em nosso último dia na capital alemã, o sol finalmente apareceu! A temperatura continuava quase congelante, mas o céu azul limpinho se encarregou de deixar tudo mais agradável.
       
      Passamos novamente pelo metrô Friedrichstraße, e pela segunda vez notei a triste escultura em frente à estação. Uma família de um lado e duas crianças do outro, eles carregam malas e alguns pertences pessoais e todos tem expressões tristes. Não encontrei o significado dela, mas com toda a história que a Alemanha carrega, certamente é uma homenagem aos que já sofreram muito por ali.
       
      Seguimos para o Reichstag, o Parlamento alemão. Seu imponente prédio é lindo e bem preservado por fora (não é original da época, passou por uma reforma após ser incêndiado e destruído em diferentes épocas da história), mas a parte mais interessante é sua enorme e moderníssima cúpula de vidro (também reformada), onde se pode caminhar e ter uma bela vista da cidade. Para nós foi impossível pois teríamos que ficar em uma fila de 2h e não tínhamos esse tempo, infelizmente em uma viagem curta como essa é preciso deixar algumas coisas de lado.
       

       
      O muro de Berlim passava muito próximo ao Parlamento e é um dos lugares onde é possível ver suas marcas no chão.
       
      Ainda nesta região, encontramos sem querer o recente Memorial para os ciganos vítimas do holocausto. Inaugurado em 2012, a homenagem é um lago circular rodeado de placas no chão e um poema na entrada.
       

       
      Saindo de lá, seguimos para um dos lugares mais tristes que já visitei, o Memorial do holocausto. São 2.711 blocos de concreto que (pelo menos para mim) dão a impressão de serem caixões gigantes, cada um com uma altura diferente, formando um labirinto irregular por onde as pessoas circulam. O conjunto cinzento e triste com certeza alcança seu objetivo de reflexão sobre um período tão tenebroso.
       

       
      Ufa, pra sair dessa vibe triste nada melhor que um típico apfelstrudel! Bem em frente ao memorial tem alguns restaurantes e lojinhas de souvenirs (que aliás, não são nada baratos nesta cidade!).
       
      Finalizamos com uma visita ao parque Tiergarten, próximo ao Portão de Brandemburgo. Uma enorme área verde super limpa e bem cuidada, os parques por aqui são um pouco diferentes, há pouco cimento e nada de restaurantes ou lanchonetes, apenas árvores, muitas muitas árvores, lagos, esculturas e alguns banquinhos. Mesmo estando em uma área bem urbana, é um lugar que emana paz tranquilidade. O chão todo forrado de folhas de outono completa o visual incrível.
       

       
      Dentro do parque há uma exposição permanente chamada Global Stones, são 5 pedras, cada uma simbolizando um continente. Porém, a representante da América, vinda da Venezuela, vive há anos uma polêmica entre o artista Wolfgang von Schwarzenfeld e índios venezuelanos que lutam para ter sua pedra de volta. O caso está em negociação até hoje.
       

       
      Antes de pegar o trem de volta para o aeroporto não resistimos a tentação de comprar uns chocolatinhos, assim como os cosméticos, eles são muito baratos (e maravilhosos) na Alemanha, existem algumas lojas como a Rossmann onde se encontra de tudo com ótimos valores.
       
      A Alemanha me surpreendeu muito por sua modernidade, acolhimento e diversidade cultural, mas creio que as memórias deixadas por sua história tão triste e violenta ainda são as principais lembranças que os visitantes carregam de Berlim.
       
      Posts originais e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/fim-de-semana-em-berlim-parte-i/ e http://www.queroirla.com.br/fim-de-semana-em-berlim-parte-ii/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-que-fazer-em-praga/
       
      Visitamos Praga em um fim de semana ensolarado de setembro, ficamos hospedados na casa da amiga de uma prima, que nos levou para conhecer a cidade junto com seu lindo cãozinho yorkshire. A capital da Republica Tcheca é encantadora, fácil de se locomover, de se comunicar (em inglês) e o melhor, barata! A moeda é a coroa tcheca e a cotação aproximada é: 1EUR = 27,11CZK / 1BRL = 6,19CZK. O metrô funciona bem, o bilhete é adquirido por tempo, as maquinas para comprá-los são um pouco complicadas, mas nada impossível, e pelo que me lembro só aceitam moedas.
       
      Aqui estão alguns pontos interessantes pra conhecer por lá:
       
      Castelo de Praga
       
      O lugar é na verdade um enorme complexo de prédios, jardins, ruas e igrejas que dão ao conjunto o título de maior castelo do mundo! É um dos pontos mais importantes de Praga, sendo que o destaque é com certeza a imponente Catedral de São Vito, em estilo gótico! Nós não compramos o ticket, por isso não visitamos os atrativos lá dentro, mas é possível subir e circular por alguns lugares sem nenhum custo, e como o conjunto fica em uma colina, a vista da cidade é privilegiada! Uma das vantagens é que o lugar fica aberto até bem tarde, sendo possível programar a visita de forma bem flexível. Super indico uma passadinha noturna pra ver tudo aquilo iluminado!
       
      Para saber mais sobre valores e horários acesse o site oficial: https://www.hrad.cz/en/prague-castle/prague-castle-tourist-information/visit-of-prague-castle.shtml
       
       
      Relógio Astronômico (Orloj)
       
      Na movimentada Praça da Cidade Velha, entre outras maravilhosas construções, fica a torre da antiga prefeitura, onde está o relógio mais incrível do mundo! A coisa toda é bem complexa, mas o importante é saber que ele não marca apenas as horas mas também a posição do sol, da lua e das estrelas, o calendário zodíaco, a hora babilônica, entre outras coisas (!!!). Como se não bastasse, diariamente a cada hora cheia entre 09h e 21h há um showzinho super disputado pelos turistas, mostrando bonecos de madeira dos 12 apóstolos. Muitas noivas aproveitam o cenário para uma sessão de fotos (muitas mesmos, acho que em pouco tempo que ficamos por lá vimos umas 3).
       
      Aqui no site oficial é mostrado de uma forma bem didática como ele funciona, vale a pena conferir: http://www.staromestskaradnicepraha.cz/en/astronomical-clock/
       
       
      Torre de observação Petrin
       
      Ela é uma irmã mais nova da Torre Eiffel em Paris, bem menor e menos conhecida, é claro! Mas é um ótimo ponto para ter uma vista panorâmica da cidade. Ela fica no topo de uma colina, portanto é necessário força nas pernas se quiser passar pelo meio de um agradável parque ou simplesmente pegar o funicular pra subir. Na Torre não tem jeito, a subida é pelas escadas mesmo, é um pouco cansativo, mas vale a pena.
       
       
      Ponte Carlos
       
      A principal e mais antiga ligação entre a Cidade Velha e a região de Malá Strana sobre o Rio Moldava é a Ponte Carlos, uma fantástica construção do século XIV que reúne uma galeria de esculturas em toda sua extensão. Torres de diferentes estilos arquitetônicos guardam as entradas de ambos os lados.
       
      Por ser um dos pontos mais famosos de Praga, a ponte fica lotada de turistas, músicos de rua e vendedores de souvenirs. Atravessá-la no momento do pôr-do-sol torna a experiência ainda mais interessante!
       
       
      Malá Strana (Lesser Town)
       
      Esse bairro localizado abaixo do Castelo guarda alguns segredinhos! Entre eles o John Lennon Wall, um muro todo grafitado com homenagens ao integrante dos Beatles. Quando fomos um músico de rua fazia a trilha sonora adequada para a visita dos fãs.
       
      Também por ali fica a pequena (pra não dizer minúscula… e um pouco sem graça) ponte do Canal Certovka onde casais colocam cadeados e jogam a chave fora para eternizar o amor. Ali atrás há uma roda de moinho com a escultura de um duende, meio enigmático.
       
      Próximo ao rio há uma série bastante inusitada de esculturas do artista David Černý que são mostras do que pode ser visto no Kampa Museum, focado em arte moderna. Ali também fica o Before i die Wall, assim como em outros países, é um muro coberto com tinta de lousa para que as pessoas completem com giz a frase Before i die i want to… (provavelmente minha frase foi …travel all the world
       
       
       
      Jardins de cerveja
       
      Passamos uma noite agradável em um desses lugares maravilhosos onde a cerveja é incrível e barata! Eles são meio parecidos e agora não tenho muita certeza em qual deles fomos, mas se não me engano foi no Riegrovy Sady, ele fica dentro de um parque homônimo, de onde se tem uma vista perfeita da cidade, incluindo o Castelo de Praga. Se você gosta de cerveja, pre-ci-sa ir num desses!
       
       
       
      Bairro Judeu (Josefov)
       
      Por conta das perseguições religiosas, os judeus de Praga se viram obrigados a viver intramuros na cidade por séculos, tendo apenas este bairro destinado a eles. Por esse motivo o lugar concentra diversas sinagogas e um cemitério, que é considerado o cemitério judeu mais antigo do mundo. Segundo contam, as pessoas eram enterradas ali em camadas, pois o espaço ia acabando com o passar dos anos, por isso as lápides são todas sobrepostas umas sobre as outras. Para ter acesso a ele é necessário comprar um ingresso (bem salgado!) que dá acesso também a algumas sinagogas. É proibido fotografar a não ser que você pague uma taxa adicional, mas essa é baratinha. A sensação é de estar dentro do cenário de um filme de terror!
       
       
       
      Marionetes
       
      Praga é muito conhecida pela tradição dos teatros de marionetes, hoje um dos mais famosos é a ópera Don Giovanni de Mozart, no Teatro Nacional de Marionetes. Não tivemos a oportunidade de assistir mas quando voltar certamente o farei! Por conta dessa fama, a cidade tem muitas lojas de marionetes e é simplesmente irresistível entrar em uma delas e se encantar com os bonecos perfeitos, cheios de detalhes.
       
       
      Dica imperdível!
       
      No último dia em Praga a amiga tcheca da minha prima nos levou a um restaurante incrível, dentro de um barco ancorado no Rio Moldava e com vista para o Castelo de Praga. Quando chegamos ao Marina Grosseto Ristorante logo pensei “não devia entrar aqui, não condiz com meu orçamento”, mas já estávamos lá, entramos… e foi uma surpresa quando vimos os preços, é MUITO BARATO! Na verdade Praga, como em todo o leste europeu, é uma cidade barata, é claro que você vai encontrar outros restaurantes mais em conta, mas 9 euros por uma pizza e 4 por uma taça de vinho por exemplo são valores super acessíveis! Não tenho fotos do lugar então vou usar as do próprio site: http://www.grosseto.cz/en/marina/gallery
       
      Ps. apesar de ter um aspecto super refinado não é um daqueles lugares onde pessoas “normais” se sentem ETs por estarem de tênis Ah, e não, não balança!
       
       
      Vou parar por aqui, mas claro que ainda há muito mais o que fazer em Praga! Nunca deixe de observar a arquitetura dos prédios, independente do estilo são sempre surpreendentes! Repare também em algumas estátuas inusitadas como uma de Freud pendurado pelo braço no topo de um prédio (Rua Husova x Praça Betlémské). Experimente as cervejas locais, extremamente baratas e a culinária, claro (e os doces, hummm!)… Viva Praga o máximo que puder, não vai se arrepender de conhecer uma cidade tão encantadora!
       
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-que-fazer-em-praga/
    • Por Carlos FD
      E aí companheiros e companheiras mochileiros, tudo em cima?

      Depois de mais de 08 anos cadastrado nesse fórum, lendo e aprendendo com um monte de relato, finalmente chegou a hora de dar minha contribuição por aqui. Depois de planejar várias vezes uma eurotrip (achei, inclusive, um post meu de 2013 já com esse planejamento aqui), a mais recente agora no início de 2019 em que cheguei a comprar as passagens mas acabou não rolando por burrice minha, finalmente essa viagem vai sair.
      Na terça feira que vem (24/09) eu pego a pista rumo à Barcelona. Pretendo fazer um relato de viagem em tempo real, como o nome do tópico sugere. Eu acho que não teria paciência pra fazer tudo de uma vez no pós viagem e também não quero aperto de mente de ter que me preocupar de lembrar de tudo. Então pretendo escrever o que de relevante aconteceu no dia, conforme a viagem for progredindo.

      Não sou fã de textão nem de coisas muito elaboradas, tampouco fotos perfeitas, então não esperem padrão de qualidade blogueirinhos e blogueirinhas rycos e phynos. Minha principal preocupação vai ser com a parte financeira. Cada centavo gasto será colocado aqui.

      Feitas as apresentações, vamos falar um pouco do roteiro que, já adianto, não é fixo.

      A entrada e a saída será por Barcelona. Comprei ida (24/09) e volta (05/11) saindo de Salvador por R$ 1.866 com taxas (AirEuropa). O seguro da viagem (42 dias) ficou por R$ 386,00 pela TravelAce. De BSN vou para Munique pela Vueling (R$ 212.76, cartão de crédito direto no site da companhia) já que a Ryanair tá com uma política de bagagem que não atende ao que eu quero. Assim que chegar em Munique, sigo para Nuremberg, que será minha hospedagem durante a Oktoberfest.

      A ideia pós oktober é fazer Praga-Berlim-Amsterdam-Antuérpia-Bruxelas-Londres. No entanto, ainda estou em dúvida sobre os locais da Bélgica. Vou deixar pra decidir na hora e com a ajuda de quem estiver acompanhando. Em Londres, tenho basicamente 8 noites. Mais pra frente pedirei ajuda sobre o que fazer, pra onde ir.

      No próximo post eu vou trazer alguns custos que integram a pré-viagem.



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