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Isla Negra, Valpo/Viña, Cajon del Maipo e Santiago – feriado de 4 dias

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Qdo revisitamos Santiago em novembro de 2017, já tínhamos comprado passagem para o feriado de 1º de Maio de 2018, com milhas. Custou a bagatela de 10.000 milhas por trecho somente. Irrecusável.

Os planos variaram desde então e a verdade é que eu havia reservado um hostel no Lastarria para os 4 dias. Mas mudei pouco antes da viagem: Passaríamos o 1º dia na Isla Negra, conhecendo a casa do Neruda que nos faltava, pernoitaríamos em Valparaíso e voltaríamos para Santiago. Ficou +- assim:

Dia 1 – Isla Negra, Valparaíso
Dia 2 – Valparaíso, Viña del Mar
Dia 3 – Cajon del Maipo
Dia 4 – Santiago

E assim fizemos.

Por alguma falha séria da minha parte, eu memorizei que o voo partia às 19hs do Galeão. Na verdade ele foi alterado algumas vezes desde a compra. E na verdade ele partia às 18hs. Saí do trabalho às 16, pegamos um taxi às 16:30 e ... deu tempo. Somente no aeroporto eu me dei conta do horário! Estou piorando.

Chegamos tarde da noite em Santiago, pegamos nosso taxi direto para o hotel. Eu havia reservado um hotel pertinho do Patio Bellavista, assim rolaria alguma saída na chegada. Hotel boutique maneiro, a 55 USD. Achei bom preço.

Rodamos um pouco pela área para ver o agito, e tinha muita gente nas ruas. Estacionamos num canto no Patio mesmo, onde curtimos cervas e o vai e vem. Fomos dormir umas 2 da manhã.

 

Dia 1 – Isla Negra e Valparaíso
Acordamos cedo, umas 8hs. Depois do café, saí para fazer um câmbio rápido – desnecessário, pq tinha na rodoviária – e partimos para a rodoviária. Pegamos o metrô e descemos na Estação Universidade Santiago. Lá fomos abordados por umas meninas, uniformizadas que nos sugeriram pegar o Pulmann, que, segundo elas, era mais rápido. Ok, aceitamos. Compramos para as 11:30. 6 K cada. Eram 10:40, então fizemos hora por lá. Câmbio por lá estava 595 CLP por USD, o mesmo que no centro da cidade.

O busum atrasou um pouco, mas lá fomos. Chegamos na Isla Negra umas 13:30. Vantagem de viajar leve é que vc carrega sua bagagem nas costas numa situação dessas numa boa. Fomos andando para a Casa do Neruda. Eu tinha receio de longas filas e tal, mas não havia ninguém na nossa frente. Maior tranquilidade. Pegamos o audioguia e lá fomos. Antigamente era guiada, agora não mais. Curtimos muito, espetáculo de lugar. “Completamos” as cass do Neruda, mas ainda voltaríamos à Sebastiana. Visual sublime dessa, com vista direto para o mar. Uma bela visita.

 

Na volta fui comprar passagens, e a moça da cia disse que era apenas fazer sinal no ponto de ônibus. Ok. Havia gente já na espera no ponto. E logo chegou um, amem. Deu 3K e alguma coisa por pessoa. Eram umas 15hs, sinal de que nossa estadia foi de 1,5h no geral.

Uma hora depois estávamos em Valparaíso. Decidimos ir andando para o hostel, assim respiraríamos um pouco a cidade. Os arredores da rodoviária, naturalmente, não são lá muito agradáveis, mas foi bacana o trajeto, conforme fomos nos afastando. Reservamos um hostel subindo um dos morros, perto de uma rua onde rola uma night intensa. Largamos as mochilas e saímos para explorar o fim de tarde. Em direção ao Cerro Concepcion, que é onde rola o agito que queríamos ver.

Passamos pelo parque onde era uma antiga prisão, tinha uma galera local curtindo. Depois ficamos rodando o Concepcion de cima pra baixo e para os lados. Percorrendo os caminhos estreitos e grafitados, pasajes, ascensores, e tudo o mais que houvesse pela frente. Que lugar bacana de noite, é aquele! Belíssimas construções, belíssimo visual, belos e divertidos grafites. Lugar que merece mais tempo de curtição noturna. Curtimos um lindo pôr do sol avermelhado no Paseo Iugoslavo, e então a fome falou mais alto. Estávamos só de café da manhã.

 

Jantamos num lugar marromeno, e logo embicamos num segundo turno na cervejaria Altamira, que fica ao lado de um ascensor. Muito boa! 

Rola muita atração artística e gastronômica no Cerro Concepción. Recomendo muito curtir a noite por lá. Rola muito grafite também, deve valer a pena buscar um walking tour dedicado a isso – para quem curte, claro. De todo modo, andando pelas ruas e ruelas, vc vai se deparar com alguns belos exemplares de arte de rua.

A vontade de esticar a noite era grande, mas precisávamos medir as forças e havia um dia inteiro seguinte a (re?) desbravar (de dia), então fomos dormir não tão tarde.

 

Dia 2 – Valparaíso e Viña del Mar
Domingo acordamos cedo para o café. Nem havia amanhecido! às 7 da matina Ideia era sair cedo mesmo, dar um rolê numas áreas lá de baixo, depois subir para a Sebastiana. Tava bem nublado. Fomos no arco inglês, pracinha da catedral (tínhamos passado no dia anterior), depois fomos subir. O ascensor estava fechado, então fomos de escada mesmo. Naquela hora da manhã, só havia bebuns. Na praça e na escadaria. Talvez assustem, mas... vivemos no Rio, né? 

 

 

Curtimos um pouco do Museu a Céu Aberto, que anda precisando de uma repaginada, mas que ainda proporciona um belo visual. E seguimos subindo até a Sebastiana, onde fomos um dos primeiros a chegar. Visitamos a casa (novamente, no meu caso), curtimos bastante. As casas do Neruda são muito maneiras de se conhecer. E, para quem se dispõe a ouvir o audioguide, as histórias são bem interessantes também. É pena que minha insensibilidade com poesia me limite a curtição da obra dele.

 

Depois disso repeti meu trajeto de anos antes, seguindo por toda a Av. Alemania até descer no Paseo Iugoslavo. Entramos no Museu de Belas Artes, não exatamente pelas obras, mas pelo Palácio em si, que é muito bonito. Visitamos rapidamente. Descemos de ascensor para a Praça Sotomayor, e seguimos a pé para o Artilleria. Exatamente o que eu me lembrava de ter feito antes. E, tal qual antes, havia fila para o ascensor Artilleria. Tal qual antes, subi a pé. Curtimos o visual, as casinhas, e não muito mais que isso – rola um mercado pra turistas lá em cima. Descemos a pé mesmo, e, de volta à praça, pegamos o metrô para Viña del Mar. Tanto em Santiago quanto lá, vc tem de comprar o cartão magnético para viajar no metrô. Desagradável para quem está lá só por uma viagem, mas vamos em frente. Acho que já era assim qdo fui. Devia ter guardado o cartão!

 

Em Viña fomos direto para a Quinta Vergara, mas o Palácio que eu queria ver estava em reforma. Andamos um pouco pelo parque e seguimos para o Palacio Rioja, mas chegamos na hora em que estava fechado para o almoço. Putz (sim, falta de planejamento detalhado!). De qq forma, é bem bonito. Passamos, mas não entramos dessa vez, no Museu Fonck. Foi bem legal quando fui, mas não quis repetir. Fomos descendo para o litoral. Viña é bem agradável em suas ruas internas, muito arborizada. No litoral, uma cena interessante: estava bem nublado, e até friozinho. E a galera na praia. Cheia de roupa de frio, claro. Um conceito diferente de praia. Quando estive lá da outra vez havia galera na praia tbm, mas pegando sol. Fazia calor.

 

Passamos pelo Cassino, visitamos o Castelo e fomos até o tradicional relógio, ponto seguro de milhões de fotos. Era hora de dar uma pausa e conseguimos encontrar um bar que servia bebidas sem precisar comer. Amem! No Chile geralmente é difícil encontrar lugares que sirvam apenas bebidas, vc necessariamente tem de pedir alguma comida para acompanhar. Depois de saborosos piscos sours e cervejas, lá fomos pegar nosso metrô de volta. Chegando em Valpo, pegamos um taxi que passou no albergue (mochilas!) e nos deixou na rodoviária. Já era fim de tarde, pegamos rapidamente um busum para Santiago. 

 

Da outra vez em que estive em Valparaíso, em 2010, eu cheguei de manhã desde Santiago, peguei um busum para a Sebastiana, conheci a Casa do Neruda, e depois segui andando até descer pelo Paseo Iugoslavo. Gostei muito da vibe na época, e deu aquela sensação de que valeria um retorno para um pernoite. A sensação que tive dessa vez é de que teria valido a pena mais de um pernoite. Que tenha uma próxima vez. Reconfirmei a vibe Santa Tereza (RJ) que eu tinha sentido da outra vez. Com o diferencial evidente do fator segurança. Rola muita comparação entre Valpo (mais antiga, mais bagunçada, mais perigosa, mais artística) e Viña (mais moderna, mais organizada, mais tranquila, mais praiana). Gosto muito de ambas, mas minha base é Valpo mesmo.

De busum, descemos na Pajaritos, pegamos metrô e chegamos ao nosso hostel no bairro Lastarria por volta das 20hs.

Mal chegamos e marcamos com umas amigas da Katia de nos encontrarmos para jantar. Tentamos o Tango, umas choperias, mas tava tudo cheio. Encontramos um famoso, mas que foi meio marromeno. Várias coisas faltando, lomo que tava faltando mas depois passou a ter – e aquilo não era lomo mesmo. Depois da janta, compramos umas Kross no mercado para saborear no quarto mesmo. 

 

Dia 3 – Cajon del Maipo
Eu já tinha pré-acertado a visita a Cajon del Maipo por whatsapp com a TripChile. Precisava apenas confirmar qdo chegasse a Santiago, e assim fiz, na noite anterior. Cedo pela manhã lá estávamos esperando a van para o passeio. Chegou umas 7hs. Fomos os últimos a entrar, e todos eram brasileiros. Não era lá muito confortável para dormir, então fui vendo filme.

Primeira parada, até para um café da manhã, foi em San Juan del Maipo. Tomei um café e depois fiquei rodando pela pracinha da pequena cidade. Fazia um friozinho muito bom. Lá é base para várias atrações pelas montanhas. Nosso guia era um simpático chileno que cometeu o deslize de perguntar ao grupo sobre Lula, e ainda com o agravante de elogiar o falecido ditador Pinochet. Ou seja, receita certa para a discórdia. Felizmente a galera não esticou a corda.

 

A primeira atração é o Embase El Yeso, uma represa belíssima que é área de mineração também. Logo, há um certo conflito de espaço entre as vans de turistas (amplamente de brasileiros naquele dia) e os caminhões. O visual é espetacular. Embora estivesse frio, ainda não havia começado a nevar. Era final de abril (último dia!), consta que normalmente começa a nevar em Maio. Com ou sem neve, o lugar é muito bonito. Pena mesmo é que só temos meia hora por lá. É o mal dos tours. Eu teria ficado bastante mais tempo curtindo o lugar. Talvez uma próxima vez. 

 

Mais 1h de viagem, e chegamos às Termas Colina. Galera nas piscinas de água quente. Funciona assim: as mais acima são mais quentes. Não consegui entrar. Ficamos numas intermediárias, só que mais próximas de baixo. Curtimos bastante. Também tem horário limite, e usamos o tempo todo de que dispomos. Ideal para lá é levar chinelos (#ficaadica), facilita muito a coisa de tirar e colocar roupas e caminhar de e para as piscinas.

 

Tinha bastante gente por lá, muitos brasileiros naturalmente. Mas ouvimos muita gente falando espanhol tbm. Vi que muita gente vai para lá de carro, arma uma tenda, faz churrasco, etc. Curte o dia. Parece ser um programa bacana. Aquele visual belo e seco típico da região, o rio passando lá embaixo, o sol direto (fez sol!) na cabeça, o vento. Uma experiência. 

Depois dos banhos quentes, fomos curtir um piquenique com a galera. Estava incluso (e eu nem sabia!). Garrafão de vinho e tira-gostos. Daria para ficar lá até o sol se por, mas a partida é relativamente cedo, umas 14 ou 15hs +-. De modo que chegamos umas 17hs de volta a Santiago. Eu teria ficado mais tempo!


Ainda que seja um tour com belíssimos visuais e a experiência nas termas, deve se levar em conta que dura 10 hs do dia, das quais vc passa a maior parte do tempo na van, indo e vindo e se deslocando entre as atrações. E não é nada barato, custa 45 CLP por cabeça. Mas a ótima lembrança do visual e da experiência é o que fica, ao menos para mim. Consideraria, no entanto, repetir o passeio, mas por conta própria.

Como chegamos ainda com luz Em Santiago, saí para passear pelo bairro Itália, que ainda não havia conhecido. O CC Gabriela Mistral, que fica ali no Lastarria, estava com as atrações fechadas na 2ª feira. Percorri Baquedano, e me embrenhei nas ruas do bairro Itália, que é bacana. Algumas áreas estavam se preparando para a noite, que começaria logo a seguir.

Nesse dia fomos jantar com as meninas na pizzaria Tiramisu. Mais uma vez. É badalada em excesso, pra falar a verdade (minha opinião, claro). É bom, mas não tanto assim para lotar do jeito que lota. Tem fila pra entrar, enquanto os vizinhos ficam com espaço sobrando.

Na saída ainda demos um rolê pela Isidora Goionechea antes de pegar o metrô de volta para nossa área. Tinha uma cervejaria que eu estava tentando conhecer, a Jose Ramon, mas que vivia cheia. Chegando lá, mesmo tarde da noite, estava cheia novamente. Então fomos dormir. Aproveitei um mercadinho para comprar uns refris vermelhos locais. Eram bons!

 

Dia 4 – Santiago
Terça-feira era 1º de Maio. Um dos feriados onde mais se fecham atrações pelo planeta (tipo 1 de Janeiro e 25 de Dezembro). Não deu outra, tava tudo fechado em termos de atrações mesmo. Nesse dia ganhamos o café da manhã de cortesia do hostel. Muito simpático!

Saímos para passear e a Avenida principal estava fechada para o desfile de 1º de Maio. O CC Gabriela Mistral sequer abriu. Na altura de onde estávamos ficava o palco, presumo que era o final do desfile. Fomos então ao encontro das massas, em direção ao Palácio do governo, que foi onde nos encontramos com a galera desfilando. Em frente ao palácio havia barreiras, mas fora dessa área o acesso era livre. Ficamos observando e fotografando os sindicatos e outras associações de trabalhadores (assim como diversas representações comunistas) desfilando. Uma moça chilena carregava um cartaz pedindo “Lula Livre”. Geralmente era desfile com cartazes, algumas fantasias, mas havia algumas coreografias tbm, acho que de grupos de artistas. Tudo na paz, ainda bem.

Depois de um tempo, embicamos para o centro. Tudo fechado mesmo, absolutamente nenhum museu aberto. O mercado abriu. Fizemos então uma caminhada pelo Parque Florestal, depois fizemos uma pausa na região do Bellavista. A Kross estava aberta e não lotada, como na sexta-feira em que lá estivemos. Curtimos algumas boas cervas, caminhamos nos arredores. Região bacana, aquela. Tem opções para diversos gostos e bolsos.

 

Ainda revimos o Cerro Santa Lucia, e depois ficamos curtindo o Bairro Lastarria e toda aquela efervescência cultural que rola por lá. Artistas de rua, bandas, feirinha, painéis espetaculares nas fachadas de um prédio. Almojantamos no Tambo e depois ficamos bebericando pisco sour até a hora de ir embora. Uber para o aeroporto deu 13 CLP, acho que havia promoção de taxis por 20 CLP no hostel. 

 

Chegaríamos ao Rio de madrugada. E assim foi mais uma viagem explorando cantos pelo mundo!
 

 

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    • Por fahypolito
      Olá pessoal,
      O fórum sempre me ajudou demais em todas as viagens que havia feito e nunca fiz um relato, peço desculpas, mas dessa vez vou tentar contribuir como posso no roteiro que voltei recentemente.
      LOGÍSTICA
      GOL e Latam todas conhecem, sem muitas novidades.
      A BOL (Boliviana de Aviacion) foi novidade para mim, achei OK, pontual, aviões igual a todos só que um pouco mais antigos, preço justo, só o check in que não consegui fazer online mas os guichês tinham vários funcionários e foram super rápidos.

      DICA: Perdi o voo de La paz - Uyuni (subestimei o trânsito de La Paz) a opção era remarcar (acho que 60 BOL de taxa, que é super barato) mas só tinha opção para o outro dia e iria atrapalhar meu planejamento. Fui conversando com várias pessoas no aeroporto e cheguei até um local onde saem os BUS (mas só tinha opção de tarde, e isso era 08 - 09 h da manhã) ou pegar as VANS (fica na mesma rua em quadras diferentes, não tem como não ovir pq os cara ficam gritando o destino). Então peguei uma VAN de La Paz -> Oruro (50 BOL - 2h trajeto) e Oruro - Uyuni (60 BOL - 3:30h tajeto), as VANS são dignas e bem novas mas super apertado e o trajeto tranquilo basicamente uma reta com estrada bem conservada. Esse local fica bem na saída do aeroporto, caminhadinha considerável mas peguei uma VAN de transporte oficial por 1,50 BOL que me deixou na rua de trás.
      Foto da Van
       
       
      HOSPEDAGEM
      Pesquiso e fecho tudo pelo BOOKING tem outras opções mas eu já acostumei e eles me dão alguns descontos esporádicos. Já fechei tudo antes, apenas Uyuni que desenrolei na hora e foi tranquilo.
      La Paz - Selina Hostel ( encurtador.com.br/chCGW ) - Localização boa com mercado, restaurante e farmácia bem próximo, possuem um restaurante/lanchonete que é bem bom e bem caro. Pegada deles é mais para galera que curte uma festa inclusive uma mini baladinha dentro do hostel, quartos e banheiros tudo ok.
      O centro é uma caminhada considerável visto que estará na altitude mas isso depende de cada um, eu particularmente fui até o mercado das bruxas e mirador kili kili a pé pq curto andar para explorar a cidade. Custo x benefício eu recomendo.
      Uyuni - Como era apenas uma noite fiquei num hotel bem barato (50BOL) que é bem zuadinho (não lembro nome e nem tem site), tem várias opções por todo canto, dá para chegar e procurar ou olhar no booking também.
      San Pedro Atacama - Aji Verde Hostel ( encurtador.com.br/ejlop ) - Hostel bem diferente, gostei muito da estrutura e do ambiente único problema é que ficava longe do centro, nada impossível de caminhar mas no fim do dia após os passeios eu deixei de ir no centro à noite por cansaço. Se pudesse ficaria em algum local mais próximo da rua Caracoles que é onde tem tudo. Tem mercado próximo do hostel e um restaurante de bairro.
      Santiago - Pariwana Hostel Santiago ( encurtador.com.br/rAHKY ) - Um dos hostels mais top que já fiquei, tudo nota 10 MAS se vc não gosta de farra/bagunça não vai gostar. Fica bem na região como se fosse a  Vila Madalena em SP, a Lapa no RJ, o Batel em Curitiba e assim por diante então a noite tem bastante barulho, se estiver indo para descansar, que não era meu caso, não vai conseguir. Mas tem TUDO perto, todos principais pontos turísticos da cidade estão próximos, mercado, restaurante tudo tudo próximo. 
       
      CÂMBIO
      Fiz um tópico exclusivo sobre o tema porque vejo que sempre tem muita dúvida e discussão sobre isso. A ideia foi tirar as fotos das cotações para tentar ajudar.
      Sempre levo DOLAR, acho que no fim das contas vai ser sempre a melhor opção na maior parte das vezes. É aceito em qualquer lugar do mundo e terá menos dor de cabeça MAS poder variar dependendo do destino, dependendo da cotação entre outras situações.
      Em Santa Cruz não sai do aeroporto então peguei só um pouco, no aeroporto de La Paz a cotação é melhor mas tem a pegadinha dos 20BOL de taxa, e na Calle Sagargana acredito que será a melhor opção, como eu estava no carnaval só tinha uma casa de câmbio aberta então com certeza não estava com a melhor cotação. Uyuni não tirei foto, não lembro o cotação mas em La Paz era melhor.

       
      Em San Pedro do Atacama o câmbio era 810 dollar, 176 reais mas pergunta em todas pq tem uma do lado da outra que dá bastante diferença.
       

       
      Simulações 

       
       
      DESTINOS 
      Não vou postar as fotos dos passeios para não deixar muito longo o post, mas tem bastante coisa no meu insta ( @fahypolito ) caso queira ver. Vou focar em postar imagens úteis que da trip que não estão no insta.
      DICA: Pode ser óbvio mas talvez alguém não tenha pensado nisso, pesquisa por hashtag no insta (caso não saiba segue foto abaixo) assim poderá ter ideias dos locais que irá visitar. Isso me ajudou bastante quando pesquisar o salar de uyuni para ter umas ideias para as fotos.
       

       
       
       
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. 
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. 
      Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar.
      Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. 
      Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios.
      Então vamos ao que interessa:
      Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai.
      Saída de Blumenau: 22/12/2018.
      Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018.
      Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018.
      Chegada em Blumenau: 03/01/2019.
      Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas.
      Roteiro/Condição das estradas/Pedágios:
      Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km.
      Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento.
      Pedágios:  Nenhum.
      Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km.
      As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil.
      Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65)
      Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos.
      Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos.
      Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos.
      Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. 
      As estradas também são muito boas.
      Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles.
      Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos.
      Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km.
      As estradas também são muito boas.
      Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama.
      Pedágios:  Nenhum.
      *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. 
      Hospedagem:
      Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia.
      Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina).
      Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina).
      Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile).
      Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018.
      *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis.
      Câmbio:
      Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS.
      Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15.
      Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15)
      R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10)
      Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama.
      O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real).
      Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154)
      R$ 1 Mil reais trocados em  San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170)
      *Compare antes de trocar seu dinheiro.
      Combustível / Postos de abastecimento:
      Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada).
      Infinia: variava de 45 a 48 pesos.
      Super: variava de 41 a 44 pesos.
      *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF.
      *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem.
      Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile).
      Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.)
      GPS:
      Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps.
      Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line.
      Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
      Seguros obrigatórios para seu carro:
      Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros.
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente.
      No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile".
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. 
      *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra.
      Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos.
      Seguros para você:
      Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. 
      Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades.
      Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso.
      Itens obrigatórios para o carro:
      Na Argentina:
      Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro.
      Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis.
      Segundo eles, os itens obrigatórios são:
      - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos);
      - 02 triângulos de segurança;
      - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco).
      E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios)
      - Kit de primeiros socorros;
      Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios.
      No Chile:
      Considerar todos os itens obrigatórios citados acima.
      E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também.

      Observação:
      Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento.
      Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro.
      No Chile não fomos abordados.
      Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo.
      O atendente solicita os documentos do carro e identidades.
      Preenche um formulário no computador.
      Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile.
      Não tem custo.
      Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas)
      A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama.
      Tem 06 guichês.
      É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido".

      Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina.
      Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa.
      Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro.
      Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem.
      Não tem custo.
      *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez.
      Espero que tenham gostado dessa primeira parte.
      Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne.
      Um abraço.
    • Por Alan karleno
      Fala Mochileiros..
      Procuro dicas para aperfeiçoar o meu roteiro e a quantidade de dias que se faz interessante para cada local. Planejo o roteiro entrando pela Argentina (buenos Aires), saindo pelo Chile (Santiago), em junho de 2020. Tenho 25 dias disponíveis. 
      Vôo. Teresina & buenos Aires (buenos Aires 3 dias).
      Vôo. Buenos Aires & Bariloche (Bariloche  + Villa la angostura 5 dias). 
      Vôo. Bariloche & Buenos Aires e Buenos Aires Ushuaia. (Dia para viagem). 
      Vôo. Ushuaia & El Calafate (4 dias El Calafate).
      Ônibus. El Calafate & Puerto Natales (5 dias Puerto Natales + Parque torres del paine). 
      Ônibus. Puerto Natales & Puta Arena (2 dias Puta Arena).
      Vôo. Punta arenas & Santiago ( 4 dias Santiago) + VALLE NEVADO ou FARELLONES.
      Vôo. Santiago & Teresina. 
      1 dias para emprevisto.
      Quero aproveitar ao máximo o tempo em viagem.
      Desde já agradeço pela atenção.
      Bora Mochila..
       
       
       
       
       
       
       
    • Por VoandoAltoFH
      Pessoal,
      Vou fazer um relato detalhado do Mochilão que fiz no comecinho deste ano, mas que lembrei só agora de postar aqui neste site.
      O legal de tudo isso é que registrei em videos, então estará bem fácil entender o passo a passo da viagem.
      Foram no total 32 dias de viagem e gastei R$ 13.560,00 para 2 pessoas, incluindo TUDO (hospedagem, comida, passagem aérea, passagem de ônibus, seguro viagem, passeios, transporte, taxi, mercado, museu, gorjeta, entrada de parques, etc)!!! Considerando que a cotação do dólar na época beiravam os R$ 3,85 posso dizer que em moeda americana saiu por US$ 3.522,00.
      Ressalto que se dividir o valor por pessoa, acabou saindo então por R$ 6.780,00 ou US$ 1.761,00 por pessoa aproximadamente. 
      Então, acredito que saiu bem barato e aproveitei muito a viagem.
      Todos os episódios estão registrados no meu canal do Youtube, mas postarei um pouco mais detalhado aqui, já que o conteúdo é escrito.
      Mas quem tiver curiosidades, poderá assistir por lá.
       
      Canal Voando Alto
       
      Abs!
    • Por VoandoAltoFH
      Assista em Video no Youtube - Cajon del Maipo
       
      Se estiver no inverno, recomendo visitar o Valle Nevado e aproveitar para esquiar nos resorts de ski. 
      Um outro passeio que recomendo, que é o tema deste video, seria o pacote para Cajón del Maipo, que inclua a visita ao próprio Cajón, as termas Valle de Colina, a represa, o Embalse El Yeso e no final ter um piquenique de vinho.
      Posso dizer que o valor do pacote está caro mesmo, mas valeu cada centavo. 
      Atualmente está custando em torno de 40.000 a 45.000 pesos chilenos. Em torno de US$ 60,00 ou R$ 230,00 por pessoa.
      Se estiver em 2 ou mais pessoas, sempre negocie um desconto, pois eles sempre dão. 
      Eles farão uma primeira parada na cidade San José del Maipo para que as pessoas possam tomar um café na manhã ou passar no banheiro. 
      Os lanches são muito mas muito caros. Eles estavam cobrando o combo com 1 empanada, 1 café e 1 garrafinha de água por apenas 5.000 pesos chilenos, que é em torno de R$ 30,00. 
      Eu tive que comer senão você ía passar mal dentro do carro, evite viajar de barriga vazia. 
      Recomendo que 1 dia antes, vá ao mercado, prepare o seu lanche ou um sanduiche, pra comer pela manhã e a tarde no almoço. Leve água, pelo menos 1 litro pra cada pessoa. 
      No mirante do Cajón del Maipo terá de 10 a 15 minutos para tirar fotos.
      Esqueci de comentar, o tour leva o dia inteiro, eles saem bem cedo, por volta das 06:00 da manhã e retornam às 19:00 da noite.
      Quase 99% das pessoas visitam este local, são brasileiros. 
      Além do turismo, a cidade tem como principal atividade economica, a mineração não metálica, exploração de minas de pedras. 
      Como é região montanhosa, recomento sempre vir bem agasalhado.
      Se tiver incluso a visita aos termas, será necessário levar roupa de banho e tolha.
      No caminho vocês verão algumas casas próximo às montanhas, que são refúgio para aqueles que visitam ou fazem trilhas na montanha, para que não morram congelados. Já que há uma grande variação de temperatura no local, chegando aos valores negativos.

      * Termas Valle da Colina
      Seria uma fonte de águas termais, com vários minerais que auxiliam na cura de algumas doenças de pele, bem como os 
      seus efeitos relaxantes. Ótimo para a pele, tanto é que vi algumas pessoas passando no rosto.
      As termas contam com 6 piscinas de vários tamanhos, variando a temperatura da água do morno para mais quentes, podendo chegar aos 50 graus Celsius na mais quente e alta do local.
      A infraestrutura do local é meio precária, os banheiros deixam a desejar e o chuveiro sai somente água fria. 
      O guia estará dando em torno de 1 hora a 1:30 para que possa desfrutar das termas, tempo mais do que suficiente para curtir o ambiente.
      Há também uma área para camping, conforme as imagens.

      * Embalse El Yeso
      Após o passeio nas termas, estamos indo à represa, o Embalse El Yeso. Ao lado o temos Rio Volcán.
      Ao lado vocês poderão verificar ao lado que tem uma montanha que praticamente se partiu ao meio, isso foi por conta de um dos grande terremotos que ocorreram no Chile. Principalmente o 
      terremoto de Las Melosas de 1958, que alcançou uma magnitude de 7 graus na escala Richter.
      Segundo o guia, o Chile é o número 2 no ranking de países com mais terremotos no mundo. Isso é assustador.
      Graças a Deus, durante a minha viagem, não senti nenhum tremor de terremoto.
      Chegamos agora na represa, Embalse El Yeso. Seria um reservatório de água doce, com capacidade de 250 milhões de metros cúbicos, com 8 km de extensão e 55 metros de profundidade, que abastece a cidade de Santiago e suas proximidades e essa obra foi concluído em 1964 .
      Geralmente as águas mudam de cor, neste caso está azul, em outras épocas ficam esverdeadas. 
      Se for no inverno, as montanhas ficam brancas, cobertos de neve. 
      Mas não é recomendado visitar durante o inverno, já que as estradas ficam escorregadias e bem perigosas. Além de não poder curtir bem os passeios, já que alguns trajetos o seu sapato vai 
      ficar todo encharcado.
      No geral é recomedado a visita durantes os meses de Outubro a Maio.

      * Piquenique
      Após isso, restará a última etapa do passeio que é o piquenique com vinho, geralmente ocorrerá em torno das 3 ou 4 horas da tarde.
      Este é o local para o piquenique com montanhas e em cima temos geleiras. É claro que por conta do aquecimento global, é praticamente que raro ver as geleiras no topo das montanhas, uma pena.
      Aí está o nosso guia preparando para o piquenique. Estará servido alguns salgados, frios, queijos com sucos e um bom vinho.

      * Itens para se levar no passeio
      - Agasalho, por conta da enorme variação de temperatura
      - 1 garrafa de água de 1 litro
      - Lanche ou sanduíche pro café da manhã e almoço
      - Biscoito pra matar a fome durante o trajeto
      - Roupa de banho
      - Toalha
      - Chinelo

      * Turismo "Miky" - Migguel 
      Celular/Whatsapp: +56 9 7257-2004
      E-Mail: [email protected]
      Instagram: migguel.azocar


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