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Fora da Zona de Conforto

Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

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Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…

Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?

Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:

  • Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos.
  • Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

    Continue lendo: 
    Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

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    • Por TMRocha
      Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas.

      Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado.
      Primeiramente, vamos nos localizar:

      A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes.
      O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX.

      Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente.
      Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana
      E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido:
      *********************************************************************************
      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
      *********************************************************************************

      E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui.








      Isso é tudo! Boa sorte!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!
      A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo.
      Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas.
      E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los.
      Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar  The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn

    • Por milamguerra
      Olá, mochileiros!
      Passei dezoito dias de muita movimentação, chuva e bacalhau em Portugal. País lindo e seguro. 😍
      Usamos quase todos os tipos de transporte disponíveis no país, experimentamos algumas comidas típicas e nos enrolamos quase todos os dias com as diferenças do idioma. Curiosamente, nem sempre o idioma que temos em comum facilita as coisas. Às vezes dificulta a comunicação e nos proporciona bons rolos e boas risadas. Apesar de não termos tido sorte com o tempo (choveu praticamente 14 dos 18 dias que passamos por lá) adorei conhecer Portugal e deixo aqui minha experiência para quem planeja visitar a terrinha. Vou postando em etapas porque o relato ficou um pouco extenso, mas fiquem à vontade para ler, comentar e perguntar entre os posts.
      DIA 1: Lisboa - Oceanário, Telecabina e Parque Eduardo VII de metrô
      Depois de meses esperando uma promoção, voamos de TAP direto para Lisboa e chegamos lá às 5h da manhã. O check-in no estúdio que alugamos pelo Booking era só ás 15h e então aproveitamos o dia e a localização próxima do aeroporto para conhecer o Oceanário e a região do Parque das Nações. O voo foi muito cansativo, com direito a neném chorando o tempo todo, e o cansaço nos impediu de aproveitar melhor as visitas desse dia. 😴 Mesmo assim, valeu muito.

      Obs: optei por reservar estúdios em 3 das sete cidades pelas quais passamos para ter liberdade de cozinhar algo rápido, preparar nossos cafés da manhã, lavar e passar roupa, tudo isso pagando menos que em um hotel normal. Isso nos permitiu viajar com uma mala menor e economizar um pouco nas refeições. Dica: fiz minhas reservas com quatro meses de antecedência e peguei ótimos preços em lugares excelentes. Se puder, não deixe para a última hora.
      Continuando: esperamos um pouco no próprio aeroporto e lá mesmo compramos um chip da Vodafone com o plano turístico para ligações e internet (€ 10 com cerca de 4MB e do meu celular eu roteava para o do marido), que funcionou maravilhosamente bem em toda a viagem. Compramos também o Lisboa Card (de 3 dias, € 40 por pessoa) no balcão de informações turísticas do aeroporto Esse cartãozinho permite visitar várias atrações “gratuitamente” e dá desconto em outras tantas, além da gratuidade nos transportes da cidade como metrô, trem, bonde, elevadores. Já começamos a usar o cartão ali mesmo no aeroporto quando pegamos o metrô para a estação do Oriente. Sair do aeroporto de metrô é fácil, fácil. E barato!
      Na estação de trem Oriente, deixamos nossas malas no que eles chamam de cacifos (ou lockers), que são armários/cofres automáticos. Você deposita um valor em moedas de acordo com o tamanho do armário que escolher, recebe uma senha e paga o restante no retorno para retirar a bagagem. Se usar os cacifos, não perca a senha. Só com ela você consegue reaver as malas. Outra coisa que achei legal é que há no local uma máquina para trocar dinheiro, para o caso de você não ter moedas na hora. Você deposita uma nota e recebe tudo em moedas. Muito prático e fácil de usar. Também é possível guardar malas no aeroporto.

      Recomendo muito a visita ao Oceanário. Não é à toa que ele é considerado dos mais bonitos da Europa. Reserve um bom tempo para essa visita, especialmente se você for fã de vida marinha. Ao redor do imenso tanque principal há banquinhos para você observar com calma a movimentação de peixes, tubarões, arraias etc. Lindo!
      Há também lontras❤️, pinguins, patos, águas-vivas etc etc etc.

      Nós visitamos as duas exposições: a permanente (os aquários em si) e a exposição de florestas aquáticas, também interessante. Pagamos € 15,30 por pessoa já com o desconto do Lisboa Card. Sem ele ficaria em € 18 pp.
      Já cansados e com fome depois de não dormir à noite e bater perna pra lá e pra cá, pegamos a telecabina ali pertinho e fomos almoçar um bacalhau, melhor dizendo, quatro bacalhaus, pra começar bem a viagem: bacalhau a brás, posta de bacalhau grelhado, bacalhau com broa e bacalhau com natas no restaurante D’Bacalhau, ali mesmo no Parque das Nações.

      O passeio na telecabina é bacaninha, mas nada excepcional. Também tem desconto com o Lisboa Card.

      Depois dessa odisseia já estávamos mortos de cansaço e ainda não eram 14h. Não tínhamos gás pra mais nada, então liguei para o proprietário do estúdio que alugamos, que foi super gentil e nos deixou fazer o check-in um pouco mais cedo. Por falar nisso, o horário de check-in em Portugal é quase sempre às 15h e o check-out às 11h ou 12h.
      De volta à estação Oriente, reavemos nossa bagagem e pegamos o metrô até a estação Alamedas e lá mudamos para a linha verde até a Baixa-Chiado. Molezinha. O único porém é quem nem todas as estações estão equipadas com escada rolante/elevadores e isso pode dificultar a vida de quem viaja com malas grandes ou muitas malas. A nossa era pequena e não tivemos problemas.
      Descansamos um pouco no estúdio e saímos para conhecer a região.

      Ficamos hospedados no estúdio Chiado InSuites 100, na Baixa, pertinho de tudo. Recomendo. O estúdio é uma graça e muito prático. A área é muito bem servida de bares, restaurantes, farmácias, mercado, lojas, metrôs, trens, ônibus etc.
      Passamos no mercado Pingo Doce para comprar produtos para o café da manhã e, apesar de a água da torneira ser própria para beber em todo o país, não gostei do gosto dela e preferi comprar a mineral no mercado mesmo. Mas fica a dica para quem quiser economizar uns euros em água.
      Aproveitando que nessa época escurece por volta das 21:30 e, apesar do tempo feio, passeamos pela rua Augusta, conhecemos o Arco da Rua Augusta, a Praça do Comércio, o Parque Eduardo VII (que estava hospedando a Feira do Livro de Lisboa e não rendeu boas fotos).



      Jantamos uma massa deliciosa com vinho da casa no Prima Pasta, um dos inúmeros restaurantes da Baixa, e desmaiamos até o dia seguinte. Vale comentar que os vinhos da casa nos restaurantes portugueses são geralmente muito bons e baratos. Eles servem uma taça, meia garrafa ou garrafa inteira. Peça sem medo de ser feliz.
      DIA 2: Lisboa – São Pedro colaborou com a minha preguiça
      Conforme anunciado por vários aplicativos de previsão do tempo, o dia amanheceu frio e muito chuvoso. 😒 Aproveitamos para descansar e tentar espantar a desgraça do jetlag. O marido precisava trabalhar e passei a manhã de preguiça no estúdio. A chuva parou pela hora do almoço e resolvemos conhecer o Timeout Market, com a intenção de almoçar por lá. Não mesmo, de jeito nenhum. Muita gente, muita fila, muita confusão. O local é muito legal e há restaurantes de todos os tipos de cozinhas, mas estava insuportavelmente cheio. Desistimos e acabamos almoçando na Pastelaria Brasília ali pertinho. Bem simples, mas com bom preço, boa comida e bom vinho da casa.

      Dali pegamos o metrô e fomos visitar alguns clientes em Lisboa mesmo. Chovia bem e voltamos para o estúdio para o marido continuar o trabalho pendente. De novo fiquei de preguiça dando uma folguinha para os meus pés e esperando a chuva passar.
      À noite fomos bater perna pela região e experimentamos o bolinho de bacalhau da Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau. Apesar de famoso e de vir recheado com queijo da Serra da Estrela, achei que não vale a grana pagar tanto por uma massa de batatas. Enfim, gosto é gosto.

      Nesse dia experimentamos também os famosos e aclamados pastéis de nata. Gostamos, mas não achamos nada assim tão fenomenal neles. Enfim, questão de gosto mesmo.
      Mas o mais decepcionante em Portugal, para mim, foi o café. Passamos por uma sofrida peregrinação em busca de um café, no mínimo, mais ou menos. Sempre que pedíamos café, serviam um expresso MUITO FORTE ou alguma outra coisa muito ruim. A gente fazia cara feia e tomava por questão de honra, mas só mesmo em Cascais descobrimos o nome do café que gostamos e que normalmente tomamos aqui no Brasil. Fique de olho nos próximos capítulos para saber e fugir das roubadas. Hehe... 🤪

      Estava chovendo, então pegamos o metrô e fomos conhecer o shopping Colombo. São mais de 400 lojas de marcas conhecidas como Timberland, Chilli Beans, Toys "R" Us, C&A, Nike, Lacoste etc. Há também um mercado Continental e uma ótima praça de alimentação por lá. O acesso ao metrô é super fácil, feito por dentro do shopping mesmo. Não achei os preços lá essas coisas, mas vale a visita...

      Caminhar tranquilamente por Lisboa à noite com uma câmera a tira colo e mochila nas costas foi algo surreal pra mim. Mesmo morando em uma cidade relativamente pequena aqui no Brasil, não tenho coragem de sair à noite de câmera na mão. Essa é, sem dúvida, uma das grandes vantagens de Portugal.
      DIA 3: Lisboa – Belém e Castelo de São Jorge de elétrico (bonde)
      Um dia que eu não repetiria.
      Ainda com um pouco de jetlag, pegamos o elétrico 15E (o moderno, com wi-fi gratuito e tudo) na Praça da Figueira e desembarcamos em Belém. Detalhe: esse elétrico tem Wi-Fi gratuito. É tanto turista em Belém que achei que estava entrando em um formigueiro.
      - Padrão dos Descobrimentos: monumento interessante e imponente. Subimos de elevador até a cobertura, de onde se tem uma boa vista da Torre de Belém, do Mosteiro dos Jerônimos e de toda a região. Tem também um pátio muito bonito contando a história dos descobrimentos e das conquistas portuguesas, onde as escolas levam seus alunos para conhecer um pouco sobre as antigas glórias do país.


      - Torre de Belém: do Padrão fomos caminhando até a Torre (Cerca de 10 minutinhos) e depois de quase desistir, decidimos enfrentar aquela fila enooorme para entrar no monumento. Valeu, mas eu não faria de novo. Perdemos tempo demais ali.

      A intenção era visitar o Mosteiro dos Jerônimos logo em seguida, especialmente porque ele fica gratuito com o Lisboa Card, mas não tivemos coragem. A fila estava quase chegando no Japão e não tínhamos mais muito saco sobrando pra elas.
      Visitamos rapidamente a igreja (grátis para todos) e partimos para tentar experimentar os famosos pastéis de Belém. Doce ilusão. Como eu já tinha usado toda a minha cota de paciência na fila da Torre, nem pensei em enfrentar a quilométrica fila para saborear os pastéis. Entramos então em busca de uma mesa, na esperança de que seria mais fácil comer ali mesmo, mas a coisa estava séria demais para o meu gosto. Saímos dali correndo e, a mando do estômago, entramos no primeiro restaurante com mesas disponíveis na área. Era uma hamburgueria e nesse dia eu comecei a confirmar o que eu já vinha suspeitando desde o primeiro dia: a comida portuguesa é mesmo muito boa e muito farta, mas carece de sal. Durante toda a viagem fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa.

      Pegamos o mesmo bonde de volta, saltamos na Praça da Figueira e fomos ao estúdio descansar um pouco.
      Com as energias meio renovadas e o tempo um pouco melhor, partimos para o Castelo de São Jorge no elétrico 12E, na mesma Praça da Figueira. Esse elétrico nos deixou em frente ao miradouro das Portas do Sol, ao lado do miradouro de Santa Luzia. O elétrico 28 vai mais próximo do castelo, mas a diferença não é grande. Depois de algumas fotos ali, fomos caminhando para o Castelo. É fácil chegar seguindo as indicações, não se preocupe.

      Adoramos o castelo, especialmente agraciado com uma linda vista da cidade e do Tejo, ótimo local para assistir ao pôr do sol.


      Descemos o bairro de Alfama caminhando, com a noite em nosso encalço, e nos enfiamos no estúdio, exaustos. Ô dia cansativo!
      Sobre alimentação, os preços dos pratos ali na Baixa variam entre € 7 e € 11. Nem passei perto de restaurantes mais caros. 😬
      Veja mais abaixo:
      - Sintra de trem e taxi: Quinta da regaleira, Palácio da Pena, Castelo dos Mouros e Travesseiros da Periquita
      - Cascais e Cabo da Roca de trem e ônibus
      - Óbidos, Nazaré e Aldeia do Talasnal de carro alugado
      - Guimarães de trem
      - Porto e Douro de ônibus e bonde
    • Por rherr
      Parque Nacional Picos De Europa
       
      A viagem ao Parque Nacional Picos de Europa foi meu primeiro contato sério com a montanha. Foi a partir dela que descobri finalmente qual é a atividade física que me convém: as caminhadas de longas distância, ou travessias em alta montanha. Claro que o prazer de viajar divide minha motivação para isso; mas atualmente, passados 4 anos desta viajem, continuo praticando esta atividade, hoje mais pelo esporte em si, do que pelo passeio. Ao mesmo tempo, as belezas naturais das paisagens as quais me dirijo são também uma escusa muito válida para partir; tudo isto compõem meus motivos para ter ido aos Picos de Europa, em setembro de 2011. Trata-se de um local um tanto inóspito ao ser humano inadaptado (neste caso, eu mesmo) ao qual meu corpo teve que habituar-se, no que se refere ao esforço feito para enfrentar longas subidas, atravessar os vales e os campos de altitude.
       
      A Cordilheira Cantábrica ou Montes Cantábricos é um complexo de montanhas ao norte da Espanha, que discorre paralelo ao Mar Cantábrico. Tem um comprimento de 480 km desde a depressão basca até o Maciço Galaico, passando pelos Picos da Europa. A cordilheira se situa nas comunidades autônomas do País Basco, Cantábria, Principado de Astúrias e Castilla y León e representa o limite pelo sul da chamada “Espanha verde”. Enquanto que em sua vertente sul , desde o Maciço Central, existe pouco desnível, na vertente norte o desnível é bastante acusado pela proximidade ao mar, o faz que os rios, de caráter torrencial, e pendentes encalhadas em vales em forma de V, de ladeiras pronunciadas. Seus cumes ultrapassam os 2000 metros nos vãos mais pronunciados de Astúrias, León, Palência e na zona oriental, de Cantábria. Os ventos dominantes, de origem oceânica, chocam com a cordilheira, ascendendo e condensando tendo como resultado a refrigeração. Devido ao vento Föhn são produzidas abundantes precipitações na vertente norte cantábrica (de até 2000 mm anuais) e para quando os ventos descem até a vertente meridional estão já secos, dando origem a um clima mais árido. Wikipedia
       
      Cheguei a Madri vindo de Amsterdã, onde então vivia com minha ex-mulher, Maartje, minha companheira nesta viagem. A primeira coisa que fizemos foi alugar um carro, isto foi perto ao estádio Santiago Bernabeu. A estrada de saída da capital é ali perto, e não demorou muito já estávamos em direção ao norte, no sentido da província Cantábria. O destino era o vilarejo Potes , um pequeno município de estilo alpino, destino tradicional do turismo de montanha espanhol. No meio do trajeto paramos em Burgos para fazer as compras necessárias, onde não resisti entrar numa chacutería, loja típica da Espanha onde compra-se embutidos e queijos diversos. Comprei 1kg de jamón serrano para a viagem. Além do sabor incomparável, acho cômodo de armazená-lo na mochila e lavá-lo para trilha, ainda que não seja aconselhável come-lo durante a atividade física devido ao excesso de sal. Mesmo assim este alimento, assim como o salame, representa uma importante fonte de proteínas e minerais. Lamento pelos vegetarianos.
       
      Quando chegamos à Potes já era bem tarde na noite, pela sombra da lua via-se a silhueta de montanhas enormes ao fundo, causando verdadeira ansiedade por vê-las à luz do dia. O vilarejo é muito simpático, e como em qualquer lugar da Espanha, come-se muito bem. Dispõem de uma farta oferta de lojas artigos de montanha, mercados, hotéis e acampamentos com toda infraestrutura. Havia apenas poucos restaurantes abertos quando chegamos, e somente algumas pessoas pela rua. Seguimos para perto dos acessos ao parque pelo teleférico, um local chamado Fuente De, onde ingressamos num acampamento bem próximo ao estacionamento principal deste acesso ao parque. Embora tarde, fomos bem recebidos pelo pessoal. Ainda na recepção, compramos um mapa do parque, e numa rápida conversa com o dono do local, percebemos que o melhor a se fazer no dia seguinte era seguir a trilha que nos leva ao refugio Collado Jermoso.
       
       
      Ainda de madrugada, montamos o acampamento em silêncio para não incomodar os outros hospedes do local. No dia seguinte bem cedo, acordamos por volta das 6h00 da manhã, cheios de disposição e de ansiedade por ver o ambiente ao nosso redor. Na luz do dia, o acampamento já nos oferecia um panorama animador, cercados por formações rochosas impressionantes. Estávamos nitidamente num vale. Após o café, separamos o material necessário para subir o maciço central do parque, optando por 2 mochilas leves, com mais ou menos 6kg cada um. Deixamos o carro no estacionamento com o material do campo base, e por volta das 9h00, iniciamos a da trilha saindo de Fuente De com destino ao Refúgio Collado Jermoso, a 2400 metros de altitude.
       
      A primeira etapa é sem dúvida a mais exigente da caminhada, como acontece com toda ascensão às partes altas das montanhas. Caminhamos entre dois picos, chamados Tornos de Liordes, por uma subida 5.5km em zigzag bastante íngreme, saímos de Fuente De a 1052m até 1900m, no vale Vega de Liordes. Subindo por um terreno difícil, e rochoso. Não obstante, a paisagem vista desde a altitude alcançada, compensava-nos a cada metro. Olhar para frente era olhar para o alto. Era neste momento que sentíamos nossos corpos recebendo um tremendo desafio, e cada um deveria encontrar seu próprio ritmo de passo. Numa subida assim é melhor não forçar, ainda mais pessoas fisicamente despreparadas quanto éramos. Neste caso, pelo menos eu não era muito acostumado a exercícios físicos regulares, portanto, como quase do nada, de repente enfrentar aquelas encostas, era uma atividade um tanto exigente. Hoje em dia penso que estou muito mais condicionado, e já não me assusto com esse tipo de desnível. De todas as maneiras, estes primeiros dias de atividade são muito importantes para adaptação do corpo frente ao esforço enfrentado. Após esse período, é nítida a diferença de como se percebe o próprio corpo, e de como ele ganha resistência, sobretudo com uma alimentação e hidratação adequadas.
       
      Com estes dois fatores em dia, os dias de caminhada por essas trilhas deixam seu organismo visivelmente mais disposto e resistente. Mas a subida é longa, e requer paciência. Quando o desgaste bate forte, procuro não me queixar das dificuldades, mas absorver e me concentrar na pura sensação deste cansaço. É incrível como a mente trabalha entre movimento de opostos: no meu caso, quando evito pensar na fadiga, mais cansado fico, por outro lado, quando somente observo o estado do corpo exausto, e então me deparo com a realidade, eis o momento em que encontro a energia necessária para seguir. Todos os sentidos estão em alerta. Sinto que nessas etapas mais exigentes da subida, é necessário observar a si mesmo e ao corpo frente ao esforço, ter paciência, confiando numa recompensa, que em casos como este, trata-se mesmo do fim da subida.
       
      Terminamos o primeiro trecho de elevação em 2h30, em seguida paramos para um merecido e esperado lanche em Vega de Liordes. Um vale que é ao mesmo tempo um imenso e pitoresco campo de altitude, onde o ruído do vento passando por nós, a amplitude do espaço com suas belas formações rochosas ao fundo, junto dos animais nas pastagens, dão-nos uma incrível sensação de liberdade. Neste ponto já não há na paisagem vestígios de civilização, exceto nós mesmos e os outros passageiros, e as placas sinalizando a trilha ao refúgio. Depois do lanche de trilha, nos aproximamos do caminho que segue ainda Vega de Liordes. Neste momento um grupo de caminhantes pergunta-nos se por acaso sabemos onde está uma mina de água subterrânea que provavelmente corre por esta área. Na verdade fiquei feliz por saber que ali havia uma fonte, e que provavelmente seria a última até o refúgio. Fazia um calor intenso por volta do 12:00. Juntei-me a esse grupo na busca pela mina d´água, observando o solo atentamente, até que reparei que haviam canais subterrâneos por onde a neve derretida escoava, vinda dos picos acima de nós, porém ainda não encontrávamos o local onde poderíamos captá-la em estado puro, sem estar suja com os resídulos o solo. De repente um dos caras encontrou a fonte, e para nossa alegria, de uma água muito gelada, perfeita para o momento.
       
      Seguimos o caminho sinalizado sentido ao refúgio, onde se inicia uma trilha chamada Colladina, a qual se desenvolve na própria encosta da formação rochosa, que ao nosso lado transformara-se em uma parede. Em certos pontos expunha-nos a um precipício vertiginoso, mas sem riscos eminentes. Esta trilha incômoda e estreita segue por 1h00, num caminho que como se não bastasse a vertigem à nossa esquerda, é dividido com cabras de alta montanha, as quais impressionantemente se movem com desenvoltura e se equilibram para alcançar o melhor pasto rasteiro que nasce por entre as pedras. Quem não está habituado ou tem medo de altitude, encontrará problemas neste trecho, pois a sensação de estar exposto ao abismo é latente. Mesmo assim, não existe a necessidade do uso de cordas para cruzá-lo, apesar de estreito, o caminho somente requer atenção.
       
      No fim da trilha estreita chegamos num platô com uma vista privilegiada da Torre de las Minas de Carbón (2595m), imponentes agulhas de uma pedra esbranquiçada, formando junto ao terreno rochoso que compõe o local, o aspecto de um espaço lunar. Foi um momento para descansar e refletir o que estávamos fazendo. Uma pausa, nem tanto provocada pelo esforço, mas sim para aliviar a pressão vertiginosa que a Colladina nos impôs, principalmente para Maartje. Eu estava bem mais tranquilo com isso, o caminho até ali não me causara fobias extremas, eu estava mais preocupado em como acalmá-la, já que de sua parte, ela estava visivelmente afetada e não parecia estar desfrutando do passeio a essas alturas. Tivemos uma pequena discussão. Cheguei inclusive a propor para que voltássemos caso não quisesse mais seguir, mas foi nesse momento em que ela se levantou. Maartje nunca foi de desistir facilmente de qualquer coisa, esta é uma das qualidades que mais admirava nela. Na nossa frente havia o próximo desafio, outra subida bastante íngreme, porém mais curta que a da primeira etapa. Na verdade estávamos um tanto exaustos e estressados. Talvez tenha sido positivo que neste momento, passou por nós um grupo de corredores de alta montanha, que com menos peso que nós (não iam pernoitar no refúgio). Caminhavam num ritmo bem mais intenso comparado conosco. Isto nos deu ânimo para encarar mais uma ladeira elevada.
       
      Chegando lá em cima, tivemos nossa recompensa: já era possível avistar o abrigo. Aqui, a sensação de isolamento é forte, pois no longínquo horizonte, além daquela sensação de quanto o ser humano é pequeno frete a natureza, e não haver resquícios da civilização salvo o próprio abrigo do outro lado, o panorama das imponentes torres do maciço ocidental ao fundo de tudo, dava-nos a verdadeira dimensão daquela cordilheira. Algo que jamais havia visto e presenciado. No primeiro termo da vista, víamos o percurso restante até o abrigo Collado Jermoso do outro lado e ao nosso alcance. O refúgio era instalado num penhasco vertiginoso, coisas da engenharia, incrível como puderam instalar um abrigo naquele local, pensei. Numa primeira impressão, o que assustava neste trecho até o abrigo, era o nível de exposição, sobretudo se comparado com sensações cruzando a Colladina. De longe parecia ser inclusive uma exposição maior, embora mais curta. Outros grupos de pessoas também iam passando por ali. Maartje e eu nos olhamos e desejamo-nos boa sorte, desta vez dando risadas; estávamos um tanto aliviados por poder avistar nosso destino. Assim, partimos para o trecho de decida que atravessa o Collado, e finalmente subimos um trecho final até o abrigo.
       
      Chegando lá, montamos acampamento, com uma vista incrível, para a face sul da Torre de las Minas de Carbón. Fomos ao abrigo e conversamos rapidamente com o guarda responsável pelo local, mas ele estava muito ocupado junto com as outras pessoas que estavam ali, preparando um jantar para um grupo enorme que havia reservado o local. Voltamos então para nossa barraca para fazer o nosso merecido e saboroso jantar. Preparei minha especialidade nas montanhas, lentilhas castellanas (mais a frente haverá um capitulo sobre isso, incluindo essa receita). Tais comidas na montanha são as verdadeiramente saboreadas. Comemo-las dando um valor maior do que quando estamos nas cidades, talvez porque precisamos deste alimento mais do que nunca nestes momentos. Não sei se há como comparar este prazer ao de comer num restaurante confortável, mas para mim, essas refeições são momentos que valem a pena, pela alegria que nos dá. Tivemos a sorte de ter uma noite aberta, banhados por um luar frio, mas sem ser desagradável. O contorno daquela cordilheira sob esta luz seguia nos impressionando, tal como expostas pela luz do sol. Finalmente, olhando para ou outro lado, de onde viemos, lembrávamos, agora bem mais humorados, o quanto difícil fora chegar até ali.
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/3diasembarcelona/
       
      Três dias é pouco para conhecer tudo que a jovem e cultural Barcelona tem a oferecer, mas quando não há escolha, o jeito é fazer caber! É possível conhecer as obras clássicas de Gaudí (na minha opinião, a melhor parte), ver uma apresentação de flamenco, experimentar a culinária local, visitar museus fantásticos e até pegar uma prainha!
       
      Barcelona é a capital da Catalunha, região da Espanha com cultura e identidade próprias e até um idioma diferente do espanhol, o catalão (que aliás, se parece muito mais com o francês). Os catalães buscam insistentemente a independência total da região, fale com um deles e você perceberá isso em frases como “não sou espanhol, sou catalão”.
       
      A cidade não tem um custo tão elevado se comparado a outras grandes cidades européias, como Londres e Paris, e conta com um eficiente sistema de transporte público. Como é comum na Europa, o principal perigo por lá são os pickpockets, fique bem esperto com bolsas e carteiras!
       
      Dia 1
       
      Começamos pelo Park Guell, na parte alta da cidade (não se preocupe, tem escadas rolantes pra chegar até lá!), um complexo construído por Gaudí que originalmente seria um condomínio em meio a natureza, mas por falta de interessados acabou virando atração turística, inclusive declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO. Uma das casas terminadas tornou-se moradia do arquiteto no período de construção, hoje é um museu com alguns móveis usados -e criados- por ele. Essa atração é paga a parte.
       
      O lugar é totalmente orgânico e colorido, marcas registradas das obras de Gaudí. Muitas áreas, incluindo a famosa escultura da salamandra, são revestida por mosaicos coloridos, uma técnica chamada trencadís. Tudo ali tem uma inteligentíssima razão funcional, sem deixar de encantar pela beleza! Como se não bastasse tanta coisa linda pra ver lá dentro, a vista nas partes mais altas, voltada para o mar, também é espetacular!
       
      Endereço: Carrer d’Olot, s/n, 08024 Barcelona / Metrôs Vallcarca ou Lesseps, linha 3 – verde
      Horários: Variam de acordo com as estações.
      http://www.parkguell.cat
       
      A próxima parada foi o Museu Picasso, uma coleção incrível, que vai muito além do cubismo, em sua maior parte doada por Jaime Sabertés, amigo do artista. Alguns pontos altos são a série Las Meninas e as telas dos períodos azul e rosa. O prédio gótico onde fica o museu é uma atração a parte! Infelizmente estávamos com pouco tempo e não era permitido fotografar, então não tenho muitos registros, mas vale demais a visita!
       
      Endereço: Montcada 15-23, 08003 Barcelona / Metrô Jaume I, linha 4 – amarela
      Horários: De terça a domingo das 09:00 as 19:00 / Quintas das 09:00 as 21:30 / Fechado as segundas.
      http://www.museupicasso.bcn.cat
       
      Pra encerrar a noite fomos ver um show de flamenco, simplesmente fantástico!!! Entre tantas opções, escolhemos o Restaurante Nervion, ali mesmo pertinho do museu, o lugar é simples mas acolhedor e o valor pago inclui além do show, um jantar com entrada, prato principal e sobremesa.
       
      Dia 2
       
      Visitamos a Fondació Joan Miró, um enorme museu com quadros, esculturas, tapeçaria entre outras obras compondo a maior coleção do artista catalão. O lugar fica no Parc de Montjuïc, uma montanha com diversas outras atrações, mas como não parou de chover, ficamos só pelo museu mesmo! Também não tenho muitos registros pois não era permitido fotografar.
       
      Fundação Joan Miró
      Endereço: Parc de Montjuic, 08038 Barcelona
      Horários: Variam de acordo com os dias da semana / Fechado as segundas.
      http://www.fmirobcn.org
       
      Seguimos para a Casa Milà, também conhecida como La Pedrera, outra magnífica obra arquitetônica de Gaudí encomendada por Pere Milà e fortemente criticada na época. O prédio fica localizado no famoso Passeig de Gràcia, a fachada sinuosa com varandas em ferro forjado se destaca em meio as outras construções mais convencionais. Dentro do prédio é possível visitar um dos andares com os cômodos mobiliados como uma casa da época de sua construção, 1906. O último andar é uma exposição permanente com obejtos, desenhos, maquetes e audiovisuais que mostram algumas das obras de Gaudí e suas técnicas. O terraço é a parte mais esperada, mas infelizmente por causa da chuva não pudemos subir.
       
      Casa Milà / La Pedrera
      Endereço: Passeig de Gràcia, 92. 08008 Barcelona
      Horários: Segunda a Sexta das 09:00 as 18:00 / Sábados, domingos e feriados das 10:00 as 14:00.
      http://www.lapedrera.com
       
      Ainda do espírito Gaudí, fomos conhecer a Casa Batlló, uma verdadeira obra de arte em forma de prédio, não dá pra não sair de lá maravilhada com a genialidade do arquiteto! Conto sobre ela em detalhes aqui neste post!
       
      Fomos num bar de tapas ali pertinho experimentar a famosa iguaria nacional, que é na verdade uma entradinha ou comidinhas em pequenas porções. A variedade é imensa, quentes ou frios, com queijos, presuntos ou conservas… combinam direitinho com uma cerveja ou uma cava, o vinho espumante espanhol. Não me lembro o nome do lugar, mas certamente não vai ser difícil encontrar um desses onde você estiver!
       
      Dia 3
       
      Começamos o dia pela parte mais esperada da viagem, o Templo Expiatório da Sagrada Família, obra-prima ainda inacabada de Gaudí e cartão postal de Barcelona. A basílica que começou a ser construída em 1882 teve seu projeto modificado algumas vezes, passando do neogótico ao modernismo catalão, movimento da qual Gaudí fazia parte. Ele a construiu inspirado em uma floresta, o que é visível nos detalhes de seu interior todo branco, ladeado por vitrais que inundam o espaço com cor e vida. O projeto conta com 3 fachadas, a da Glória, a da Paixão e a da Natividade, sendo que as duas últimas já estão terminadas e são fantásticas, com estilos bem diferentes.
       
      Se tiver tempo (não foi nosso caso), ainda é possível subir em uma das torres e ter uma vista linda da cidade. No subsolo há uma área que conta um pouco da história do lugar.
       
      Eu não sou católica e preciso dizer que foi a primeira vez que entrei em uma igreja e senti paz, me senti realmente bem em estar ali, acho que o objetivo foi cumprido!
       
      O plano é que a obra fique pronta em 2026, no ano do centenário de seu criador, mal posso esperar para visitá-la outra vez!
       
      Sagrada Família
      Carrer de Mallorca, 401, 08013 Barcelona / Metrô Sagrada Família, linha 5 – azul ou 2 – lilás
      Horários: Variam de acordo com as estações.
      http://www.sagradafamilia.org
       
      O próximo ponto foi Barceloneta, o bairro de pescadores junto a praia. O tempo estava bem feio então foi só uma parada rápida e uma caminhadinha na orla. Alguns pontos marcantes são a escultura da artista alemã Rebecca Horn, conhecida como Los Cubos, mas que originalmente se chama L’Estel Ferit e o Hotel W Barcelona, uma construção moderníssima que se destaca na paisagem.
       
      Seguimos para Las Ramblas, a avenida mais famosa de Barcelona, que divide os bairros El Raval e Barri Gòtic, bonita e lotada de turistas! Em sua extensão ficam lojas, bares, restaurantes e ícones turísticos como o Mercat de La Boqueria, o mercado municipal, queríamos conhecê-lo mas estava fechado. O mosaico Pla de l’Os, de Miró também é um destaque no passeio.
       
      Entramos no Bairro Gótico, uma das regiões mais antigas da cidade, com diversas construções arquitetônicas no estilo gótico, é claro! A janta foi no Les Quinze Nits, na Plaza Real, não se assuste com o aspecto fino do restaurante, os valores são super acessíveis, e a comida é ótima!
       
      Lá por perto encontramos o Milk, um bar/restaurante super diferente, com uma decoração meio retrô, uns sofás, bem agradável… por lá terminamos a noite (e a viagem) tomando uma cava pra nos despedir em grande estilo de Barcelona.
       
      Para ir até o aeroporto usamos o Aerobus, como estávamos perto de um dos pontos por onde ele passa e não tínhamos muitas malas foi a opção ideal e mais econômica, o valor hoje é de 5,90 €.
       
      Como estávamos em 5 pessoas, alugamos um apartamento ótimo e baratíssimo pelo Airbnb, entre a Plaza de España e a Avenida Diagonal, uma boa localização para conhecer a cidade usando o metrô.
       
      *Valores e outras informações atualizados em Fev/2016
       
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/3diasembarcelona/
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