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De Buenos Aires à Mendoza

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Pois então galera, depois de uma boa estudada aqui no fórum e na internet, partimos...

 

Irei detalhar os valores no final, anotei boa parte dos gastos.

Nossa viagem se iniciou com um pouco de antecedência, as passagens foram previamente compradas, éramos 3.

 

Fizemos câmbio aqui no RJ e levamos uma quantia em dólar, peso argentino e real. Por sinal, valor muito ruim, mas por questão de segurança, resolvemos dessa forma. (Dólar 1 = R$3,33 / Peso – R$1,00 = 4,17)

 

A data da partida foi dia 05/02/18, à noite, GALEÃO (RJ).

Logo no vôo o primeiro teste, a aeromoça já aplicou um espanhol, respiramos fundo e respondemos aquele portunhol padrão rsss.

Chegamos em solos Hermanos rápido, fomos pela Latam, tudo ok.

Na imigração, tudo tranquilo. Atendente só me perguntou onde eu ficaria.

 

Antes de viajar, já havia entrado em contato com um transfer que tem uma cabine no próprio aeroporto de nome “Taxi Ezeiza”, e lá estava meu nome em um papel, cheguei e falei meu portunhol com o rapaz e nos entendemos, paguei e fui, vale muito a pena. No dia havíamos chego as 23:00, então imagina a comodidade de logo resolver essa questão que tanto dá dor de cabeça. Preço fixo, atendimento cordial, partimos rumo ao hotel.

No trajeto para o hotel aquele encantamento bobo de navegante de primeira viagem rssss... tudo muito maneiro, até outdoor de hambúrguer, roupas, água...

 

Chegamos no hotel, ele fica bem no centro, mais precisamente calle Parana 720, havíamos reservado pelo booking, Mayflower suítes. A primeira impressão da rua a noite foi meio sombrio, mas nada que uns dois dias no local não nos adequemos. Entramos, visual bacana na entrada, falamos com o atendente, após uma breve surra para entender o espanhol na prática, que os filmes e duolingos não te ensinam, tudo se acertou, já paguei na hora toda a estadia, parte em peso e o complemento em dólar (Olha a importância de levar uma quantia de ambos, obrigado aos que me informaram sobre tal atitude, pois os nossos cartões não estavam passando). O rapaz entregou o cartão-chave, foram dois quartos. Hotel com elevador, ficamos com um quarto no segundo andar e um no terceiro andar. Sistema bacana de entrada do quarto através de cartão, mas só isso mesmo... Entramos, BUUH, sabe esses filmes de terror?! Creio que já filmaram alguma passagem naquele quarto! Cama grande, macia, mas e a coberta.. É no mínimo de 1950, antiga mesmo. Fui ao banheiro, cade o box? Rssss. Não tem, o chuveiro na parede joga água pra frente e a pessoa fica dentro de uma banheira, se quiser molhar a cabeça, trate de se abaixar em direção a saída de água.Voltei ao quarto para encarar a primeira noite de sono, até porque precisava repor a energia, pois o próximo dia prometia. Passei perrengue pra dormir, o ar começou a chover, tínhamos uma cachoeira no quarto, isso na primeira noite, BINGO! Desci pra falar com o atendente e ele disse que só no dia posterior, (Como assim parceiro ?!)... Nessa novela, tentamos durmir, caramba... no meio da noite minha esposa acorda e sente um bicho na cama, era um parente de mosca, ou sei lá o que, pensa no estresse, durmimos.

 

Dia 6/fev/2018

Curtimos um café logo em nossa esquina, e partimos para a caminhada.

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Primeiro, Obelisco. Logo em seguida procuramos o ponto de partida do ônibus turístico, bem próximo. Vale a pena, pois exploramos os locais mais distantes de nosso hotel com ele. A loja para comprar o bilhete fica ao lado de onde ele pára, ganhamos o mapa e um fone, no ônibus tem o local para o fone e tem a opção do idioma português 😉.

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Próxima parada LA BOMBONERA!

A todos que curtem o futebol, é um local indispensável! Eles valorizam e muito a história do clube. Fizemos o Tour no estádio e museu, TOP!

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Na saída almoçamos em uma “birosca”, como conhecemos aqui no RJ. Local bem simples, mas com uma parilla show de bola bem na rua de frente a saída. De volta ao ônibus, partiu.

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Próxima parada, Bosques de Palermo, e nele o Paseo el Rosedal. Devido ao horário, tanto o Jardim Japonês, quanto o Planetário Galileu Galilei estavam fechados, por conta disso, ambos ficaram para outro dia.

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Dia 7/fev/2018

A parte da manhã toda ficou por conta de burocracia bancária. MUITO IMPORTANTE!!! Tenha o contato de alguém do Brasil que possa resolver algo para você caso necessite entrar em contato com o banco, no nosso caso tivemos a sorte e ajuda de uma amiga, graças a Deus. O cartão não estava passando em nenhuma máquina, após o procedimento, começou a funcionar.

Como planejávamos ir a Mendoza no dia seguinte, fomos a rodoviária comprar as passagens. Retiro é o nome do lugar. Passamos pela estação de trem, muito bonito por dentro, por fora ? Horrível, feio... Entre a estação de trem e a de ônibus, tem uma favela. Muitos trabalhadores transitando, parecendo o centro do RJ com relação a quantidade de pessoas, mas também muitos mendigos, infelizmente um lugar mal conservado. Já dentro da rodoviária, que por sinal, mal cuidada também, identificamos o guichê e compramos a passagem, placa da Andesmar (Muito indicada aqui no fórum), mas fizemos a viagem com ônibus da empresa El Rápido. Passagens compradas, partimos rumo ao Museu Nacional de Belas Artes, mas antes disso, tenho que destacar um restaurante maravilhoso no qual almoçamos de nome “LIBER RESTO-BAR (Av. Del Libertador 690 – Esquina Libertad). Almoço, ARS270, Escalopinho, mix de saladas e batatas fritas, incluso guaraná, vinho ou cerveja e café após.

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O Museu Nacional de Belas Artes, imponente, com uma imensidão de obras de artes, muito válido e de graça... rssss

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Descanso, e cerveza por la noche, cerveza y cerveza rsssss. Conhecemos um barzinho bem alternativo, cerveja artesanal (Oohh maravilha...), um bom blues ao fundo, irado. Chegando no hotel, “cadê a bolsa mulher ?” BUHHH, deixamos no bar. Voltando lá, a atendente havia guardado, ponto positivo pros Hermanos e pro bar. Chega por hoje!

 

08/fev/2018

Acordamos com um protesto de trabalhadores na rua!
Tomamos um café no IBÉRICO, top!

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E partimos pra Mendoza...

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09/fev/2018

Chegamos por volta de 09/10:00hrs.

Ficamos no Hostel Estacion Mendoza, gostamos muito e recomendamos. Os atendentes show de bola, inclusive tinha uma brasileira trabalhando por lá. Teve no próprio hostel, rateio para eles fazerem um churrasco (Pensa numa maravilha…) em outro dia rolou Choripan (TOP!!!).

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Viagem muito cansativa, mas o importante é que chegamos com saúde.

Demos uma respirada no ar de Mendoza, almoçamos e partimos para fazer o reconhecimento da área.
Passamos pela Plaza España, tem alguns monumentos.

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Parque General San Martín, gigante, não conseguimos visitá-lo por inteiro.

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Plaza Independência, muito bonita e com um chafariz maneiro.

Museu de Ciências Naturais e Antropológicas “Juan Cornelio Moyano”, muitos animais em exposição, vale a pena!

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10/fev/2018

Partimos nesse dia para conhecer a parte cívica da cidade.

Passamos por todos os prédios governamentais que ficam próximos um do outro, Imponentes!

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E o melhor ainda estava por vir, fomos para a excursão do Vinho… INESQUECÍVEL!

Saímos às 14:00hrs e voltamos 20hrs.

Passamos por 3 vinícolas e uma fábrica de azeite.

Bodega DOMICIANO, essa parece ser bem industrial, grande.

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No meio das bodegas fomos a fábrica de azeite e derivados, de nome PASRAI, rolou degustação de azeite e compras.

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A segunda não me recordo o nome, apesar de bem restritiva com relação a registros, degustação, no geral foi boa.

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Por último, passamos na FLORIO, fechou com chave de ouro. A atendente muuito simpática, nota 1000 além de que teve muita degustação, sai tonteado de lá rsrsrs.

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Em todos os locais tiveram degustações e muita explicação tanto das frutas utilizadas, como processos e os locais de armazenamento, uma experiência incrível, principalmente pra quem curte degustar um bom vinho.

Voltamos ao hostel bem alegres por sinal, recomendadíssimo esse passeio!

 

11/fev/2018

Nesse dia fomos a excursão ALTA MONTANHA.

Simplesmente IMPERDÍVEL, NÃO DEIXE DE IR!!!

Seguimos a indicação de nosso hostel e compramos com eles mesmo o passeio.

A equipe nos buscou lá e foram nota 1000 (Transporte ALEO), só não me recordo o nome do motorista e guia, mas eles são muito bons!!!

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No trajeto, aconteceu um problema na RUTA e ficamos um bom tempo parada na pista, mas logo seguimos.

Passamos por diversos povoados.

Almoçamos em um restaurante muito rústico, só o bife de chorizo devia ter uns 700grs, sem brincadeira rsrsrsrs…

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A estrada para chegar até o Cristo Redentor, na divisa entre Argentina e Chile na Cordilheira dos Andes, tem muito zigue-zague, doidera…

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Ao chegar lá em cima, muito vento e pressão, pensei que fosse estourar meus ouvidos por alguns momentos.

Mas, muito lindo.

Tivemos a felicidade de ver neve em algumas montanhas “próximas”.

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Na volta, passamos pela Puente del Inca. A história é muito maneira e o lugar é MÁGICO!

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Não posso deixar de frizar novamente a recepção e todo auxílio dado pelo guia, super gente fina, de fato conhece aquela região, e explicou tudo em inglês e espanhol, que por sinal, estava tranquilo de entender para quem não tem fluência (EU).

 

12/fev/2018

Ficamos por conta da cidade, conhecendo sem roteiro.

 

13/fev/2018

Dia de voltar a Buenos Aires.

 

14/fev/2018

Chegada em Buenos Aires.

Saímos de taxi, até o “America Del Sur Hostel Buenos Aires”. Não tivemos problema algum, mas de qualquer forma, fui acompanhando com o gps.

O Hostel fica localizado em ruas sombrias, principalmente a noite. Mas nada que atrapalhe muito. Ele em si, é um prédio, muito bonito e limpo. A área de socialização é no térreo, onde tem um espaço a céu aberto, e uma cozinha. Os quartos são impecáveis.

 

15/fev/2018

Conhecemos o Jardím Japonês, muito bonito.

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Passamos pelo Planetário Galileu Galilei, mas nao nos interessamos em pagar e ver as exposições.

 

MALBA, com suas belas exposições!

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Floralis Genérica;

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Museu Nacional de Arte Decorativo;

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Jardim Botânico Carlos Thays;

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16/fev/2018

Bioparque Temaiken, simplesmente SENSACIONAL!!!

Muitos animais, parque bem organizado, lindo mesmo…

Pegamos ônibus na Plaza Italia e soltamos “próximo”. Caminhamos por volta de 10minutos.

Passeio pra curtir o dia todo, chegamos cansadíssimos ao hostel, muito bacana !

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17/fev/2018

Casa Rosada, agendamos quando já estávamos na Argentina. A visita é bem esclarecedora, os funcionários bastante atenciosos, recomenda a visita !

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Museu da Casa Rosada, fica ao lado, vale a pena conferir também.

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Museu Fragata Sarmiento.

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Na região próximo a Fragata, tem muitos restaurante. Almoçamos em um, que infelizmente não me recordo o nome, onde se paga um valor fixo o come até não aguentar mais, o garçom explicou que lá funciona da seguinte forma, você come, deixa o prato usado na mesa e prepara outro, acabou?! Pega outro, come, e vai até encher rsrsrs, TOP!

A noite fomos conhecer a boemia. Passamos por um barzinho de cervejas artesanais bem na esquina do hostel (America del Sur), e partimos pra frente da boate CLUB MUSEUM. É balada popular, cerveja ruim, pior do que Itaipava e cara.

 

18/fev/2018

Feira de San Telmo. Muitos itens artesanais e principalmente coisas antigas, não vi nada de interessante, mas vale a pena o passeio.

 

19/fev/2018

Ficamos de molho, sem compromisso.

 

20/fev/2018

A volta...


 

*** OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

- Nos dias finais, quando já estava em Buenos Aires, meu olho direito começou a coçar, ficar vermelho e por vezes remelar. Não sei ao certo se era conjuntivite, ou devido ao clima seco. Comprei colírio por lá e parecia que estava jogando pimenta no olho, só melhorou 2 dias após chegar em casa.

- Utilizamos muito o metrô, grande abrangência pela cidade de BA.

- Cartão SUBE, tem muitos lugares para fazer recarga, assim como recarga de celular também.

- Utilizamos a operadora CLARO, pegamos pacote de internet e foi válido.


 

ABAIXO, SERÃO DESCRITOS ALGUNS GASTOS:

 

*** LEMBRANDO QUE OS CUSTOS SÃO PARA 3 PESSOAS***

PASSAGENS AÉREAS: Rio de Janeiro x Buenos Aires R$3.203,01 

CÂMBIO no Rio de Janeiro: Dólar 1 = R$3,33 (Trocamos R$999,61) / Peso – R$1,00 = 4,17 (Trocamos R$1.000,08)

COTAÇÃO p/ SAQUE – BANCO SANTANDER: R$1 = ARS5,65 (Com as taxas inclusas)

TRANSFER (TaxiEzeiza): ARS780,00

HOTEL MAYFLOWER -> *2 QUARTOS* (05 à 08/fev/2018) ARS4581 (ARS631 + US$200 – Cotação Hotel “US$1 = ARS19,75”)

JANTA NO MAYFLOWER p/3 ARS910 (Menu executivo, suco e vinho)

OBELISCO (0800)

ÔNIBUS TURÍSTICO ARS670,00 (3 Tickets de 24hrs)

LA BOMBONERA - MUSEU + ESTÁDIO TOUR p/3 AR$780

ALMOÇO DO LADO DE FORA “LA BOMBONERA” p/3 AR$450 (Parrilla, lá dizia que era pra dois, mas comemos em 3 tranquilos)

ÔNIBUS B.A x MENDOZA ARS 4.052,20 (3 Passagens)

HOSTEL ESTACION MENDOZA -> *2 QUARTOS* (09 à 13/fev/2018) AR$7.520

ALMOÇO MENDOZA p/3 AR$800 (Bife de chorizo com salada ou fritas, vinho ou refrigerante e sobremesa)

ALMOÇO MENDOZA p/3 AR$907 (Bife de chorizo, suco e sobremesa)

EXCURSÃO DO VINHO “MAIPÚ” p/3 ARS1.560

EXCURSÃO ALTA MONTANHA P/3 ARS2.970

ÔNIBUS MENDOZA x BA p/3 ARS5065,50

HOSTEL AMERICA DEL SUR BUENOS AIRES p/3 1 quarto - 2 beliches (14/fev à 20/fev) US$248

JARDIM JAPONÊS P/3 AR$360

ALMOÇO BIOPARQUE TEMAIKEN P/3 AR$615 (Peito de frango frito com batata frita ou salada e refrigerante)

 

Apesar de não ter 100% dos gastos detalhados, apurei que por pessoa, foi gasto R$5.250.

Lembrando que os gastos são desde a saída de casa até a volta pra casa novamente, tudo incluso.

Observa-se que foi uma viagem bem “folgada”, não passamos aperto, apesar de no penúltimo e último dia, termos que reduzir bem os gastos diários, inclusive com alimentação, porém em TODOS os outros dias comemos MUITO BEM, a culinária hermana é TOP, um bife de chorizo que maltrata quem gosta de uma boa carne, sem contar os outros pratos de carne, assim como o bom e velho vinho para acompanhar as refeições.

Grande parte dos passeios em Buenos Aires foram gratuitos, mas os que foram pagos, em sua grande maioria eram valores simbólicos, se assim podemos dizer, e todos bem válidos.

Já em Mendoza, os dois passeios que fizemos foram pagos, até por questões lógicas, já que nos foi ofertado o transporte e guia.

A Alimentação no geral não achei cara, os pratos são bem objetivos, carne e salada ou batata frita. Normalmente vem um valor fechado para entrada, prato principal e bebida, vez ou outra sobremesa, um exemplo seria, pão de entrada, bife de chorizo com salada e vinho.

O conhecido CAFÉ, não podemos deixar de falar. Tem por toda parte e lugar em BA. Paramos em vários e gostamos de todos. Desde os mais sofisticados, com seus funcionários muito atenciosos, respeitosos. Até os mais “caseiros”, com seu atendentes fazendo você se sentir um local, atendimento olho no olho, super válido.

 

No mais é isso galera, caso eu venha lembrar algum fato ou até observar algum erro, vou comentar e/ou corrigir.

Caso tenham alguma dúvida, podem falar que assim como fui muito ajudado pelo fórum, estou disposto a ajudar também.

Grande abraço família e até a próxima.

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    • Por VoandoAltoFH
      Pessoal,
      Vou fazer um relato detalhado do Mochilão que fiz no comecinho deste ano, mas que lembrei só agora de postar aqui neste site.
      O legal de tudo isso é que registrei em videos, então estará bem fácil entender o passo a passo da viagem.
      Foram no total 32 dias de viagem e gastei R$ 13.560,00 para 2 pessoas, incluindo TUDO (hospedagem, comida, passagem aérea, passagem de ônibus, seguro viagem, passeios, transporte, taxi, mercado, museu, gorjeta, entrada de parques, etc)!!! Considerando que a cotação do dólar na época beiravam os R$ 3,85 posso dizer que em moeda americana saiu por US$ 3.522,00.
      Ressalto que se dividir o valor por pessoa, acabou saindo então por R$ 6.780,00 ou US$ 1.761,00 por pessoa aproximadamente. 
      Então, acredito que saiu bem barato e aproveitei muito a viagem.
      Todos os episódios estão registrados no meu canal do Youtube, mas postarei um pouco mais detalhado aqui, já que o conteúdo é escrito.
      Mas quem tiver curiosidades, poderá assistir por lá.
       
      Canal Voando Alto
       
      Abs!
    • Por VoandoAltoFH
      Assista em video no Youtube - Argentina
       
      Estarei mostrando os pontos turísticos principais da cidade de Buenos Aires na Argentina, bem como algumas dicas para curtir a cidade.
      Foi necessário 3 dias para conhecer a cidade, mas creio que de 4 a 5 dias são mais do que o suficiente para visitar com mais tranquilidade.
      Em relação aos custos, achei os preços em torno de uns 10% mais barato que o Brasil, então realmente valia a pena viajar neste país.
      Na segurança, posso dizer que havia um ótimo policiamento na cidade, em todos os pontos turísticos, havia 1 policial a menos de 2 quarteirões. 
      Use e abuse do Uber quando for num local que não é coberto pelo metrô ou de noite.
      O transporte público, existe um cartão chamado Sube, que é altamente recomendado a compra. 
      É possível adquirir em qualquer estação do metro ou bancas de jornal. O cartão custa em torno de 90 pesos argentinos que dá em torno de R$ 8,50. Recarga em qualquer estação do metrô.
      Quase 80 a 90% dos pontos turísticos estão cobertos pelo metrô e o melhor de tudo isso, o valor de cada trajeto de metrô sai por menos de R$ 2,00. É muito barato!
      No Teatro Colón, dá para realizar visitar monitaras, mas estavam bem caros, em torno de 500 pesos argentinos, que dá em torno de R$ 45,00. Não vale o preço.
      Temos o Obelisco com as iniciais da cidade. 
      No Café Tortoni, recomendo fazer um café da manhã. Venha um pouco cedo, senão terá que fazer filas para entrar. É um pouco caro, mas vale a pena a experiência.
      Na Catedral Metropolitana, tem o mausoléo com os restos do General José de San Martin, responsável pela independência da Argentina, do Chile e do Peru. 
      A Casa Rosada é a sede da presidência da república Argentina.
      Recomendo visitar o bairro San Telmo de Domingo, já que nesse dia da semana é que acontecem as feiras de antiguidades e artesanato. 
      No final da rua, teremos a escultura ou estátua da Mafalda. É um ponto turístico, mas que achei nada demais.
      Puerto Madero é um bairro residencial, com belos parques, ruas limpas e arborizadas. É bom para caminhar e conhecer. Mas o melhor está nos restaurantes próximo ao rio. 
      Vale a pena visitar aqui de dia e também de noite, pois cada um tem o seu charme.
      Os preços dos restaurantes estão na média de 400 a 800 pesos, que dá em torno de R$ 40 a 80 reais. 
      A visita no Museu Fragata, muito barato, tava custando uns 20 pesos, que dá em torno de R$ 2,00. 
      A Puente de la Mujer, à noite tem uma outra iluminação que vale a pena conhecer.
      El Ateneo, é uma das livraria mais conhecidas em Buenos Aires, posso dizer que seria a mais bonita do mundo. Construído num antigo teatro Gran Splendid inaugurado em 1919. 
      No fundo, onde tem o palco, fica o café, com o qual também recomendo passar. Na parte inferior, tem os livros focado para o público infantil.
      De todos os locais, o Barrio Chino é um lugar que não recomendo a visita. Seria praticamente que um Chinatown, mas se resumia a uma simples rua com no máximo 3 quarteirões com lojas ou restaurantes chineses. Foi uma perda de tempo.
      Aqui era o caminho que fiz entre diversos parques, para se chegar no Bosques de Pallermo. É bem bonito, bom pra fazer um piquenique, curtir a paisagem ou andar de pedalinho. Vi que muitos casais utilizavam o local pra fotos de casamento, achei isso interessante.
      O ponto ruim daqui é que tinha poucas árvores com sombra, então em dia de sol vai ser um pouco cansativo.
      No El Caminito fica um pouco afastado do centro de Buenos Aires, não tem metrô por perto, dá para chegar de ônibus ou Uber, que foi o meu caso. Recomendo não se afastar muito do ponto principal, pois as ruas ficam um pouco vazias. É ótimo pra fazer o seu almoço aqui, vendo os pequenos shows de tango.
      Na Faculdad de Derecho foi o caminho pra chegar na Floralis Genérica. Que é uma escultura metálica feita em 1943, localizado acima de um espelho de água, tem 23 metros de altura, a flor é de aço inoxidável com esqueleto de alumínio. Pesa 18 toneladas.
      Andando um pouco mais temo o Cemiterio de la Reconleta, dizem ser um dos cemitérios mais visitados do mundo e um dos principais pontos turísticos da cidade.
      Estão enterrados aqui grandes personalidades da história argentina, como presidentes, militares, economistas, poetas, escritores, ministros, artistas e pessoas que tem muito dinheiro.
      Como não conhecia muito a história da Argentina, fui visitar somente o túmula da Eva Perón a Evita, que foi a primeira dama da Argentina.
      * Links
      - App do Metro de Buenos Aires
      Android
      https://play.google.com/store/apps/de...
      IOS
      https://itunes.apple.com/us/app/bueno...
      - Cartão Sube
      https://www.argentina.gob.ar/sube
    • Por VoandoAltoFH
      Assista em Video no Youtube - Mendoza
       
      Vou comentar sobre dicas, curiosidades e os pontos turísticos visitados aqui na cidade de Mendoza, na Argentina.
      Como tinha somente 1 dia pra visitar o local, decidi focar somente no centro da cidade. Mas caso queira conhecer bem a localidade, acredito que sejam necessários pelo menos 3 a 4 dias.
      Mas o que fazer em Mendoza? 
      Além do centro da cidade, o principal é realizar os passeios como, 
      Tour de Vinhos, visita ao Aconcágua, a Cordilheira dos Andes, Termas e o resourt de Ski, se estiver no inverno.
      Existem outros tipos de passeios que não recomendo, pois você conseguiria fazer em qualquer outro lugar, como rafting, tirolesa, passeios à cavalo ou de bicicleta. Não vale a pena gastar dinheiro com isso, fora que estará pagando alto, por ser um ponto turístico.
      E aqui temos as ruas de Mendoza, tome cuidado ao caminhar, pois terá um monte de buracos na calçada, se você estiver descuidado ou utilizando o celular, com certeza vai tomar um belo tombo ou se machucar.
      Esses buracos ou caminhos, foram feito para irrigar as árvores da cidade, com a água que vem do degelo das montanhas. Então verá um monte de árvores ao lado desses buracos e o bom de tudo isso é ver que a cidade é bem arborizada.
      Estamos aqui na Plaza Carlos Pellegrini, que é o ponto de encontro do Walking Tour da Vivimza, que seriam passeios à pé, em troco de gorjetas. 
      Não gostei muito desse grupo, pois achei um pouco tediante, já que passava muito mais informações técnicas da cidade, achei que estava mais numa sala de aula e por pouco não fugi no 
      meio do trajeto.
      Outro ponto que não gostei, foi que ao invés de falar que o valor de contribuição das gorjetas sejam livres, meio que estipulava um teto mínimo que deveria receber, por exemplo: "O mínimo que geralmente as pessoas me dão é de US$ 5,00 ou US$ 10,00". 
      Desculpe, mas eu dou o quanto eu achar necessário, se o serviço for bom.
      Bom! Voltando, posso dizer que tinha uma espectativa da cidade, talvez seja por isso que a minha decepção foi grande. 
      Para quem já visitou a cidade de Gramado e suas vinícolas, lá no Rio Grande do Sul, que foi o meu caso, talvez se decepcione um pouco. Já que esperava algo próximo ou semelhante, mas não 
      foi o caso.
      Já que a cidade era um pouco pacato, as construções eram bem simples, bem de cidades do interior e não estou desmerecendo isso. 
      Não tinha muito policiamento na cidade, haviam alguns problemas sociais como mendigos e moradores de rua. E não era muito recomendado caminhar longe do centro da cidade ou quando 
      anoitecer, isso era a dica da própria guia.
      Essa é um das 5 pracas principais da cidades, no fundo o Edificio Da Vinci, que tem 22 andares.
      E a Plaza Independencia que é a maior e a principal da cidade. Tive o azar porque quase toda a cidade estava em reformas, tudo fechado.
      E o porque eu mostrei um prédio de 22 andares aquela hora? Não é grande coisa, mas lembre-se que em Mendoza temos terremotos, já que fica na região próxima das placas tectônicas ou o círculo de fogo do Pacífico. Não é para espantar, mas fiquem cientes disso.
      Outra curiosidade em Mendoza, temos a famosa "Siesta" que é o famoso cochilo que o pessoal tem no horário da tarde geralmente vai das 13:30 até as 16:30. A grande maioria das lojas fecham todos os dias, menos Mc Donalds, alguns restaurantes, supermercados e vinícolas. Praticamente as ruas ficam desertas.
      Em relação à casa de câmbio, posso recomendar o Cambio Santiago, que fica na esquina entre as Av. San Martin e a Rua Catamarca. 
      Recomendo lá porque era um estabelecimento seguro e confiável. Evite efetuar o câmbio diretamente com pessoas na rua, você pode até ter uma pequena vantagem na cotação, mas pode ter 
      problemas com dinheiro falso, evite este risco. 

      * Links
      - Walking Tour Vivimza ou Tours for Tips (Existem outros melhores)
      https://vivimza.com/
      - Cambio Santiago em Mendoza
      Av. San Martín 1199, M5500 Mendoza, Argentina
      http://www.cambiosantiago.com.ar/
    • Por Mari D'Angelo
      Dia 1
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires/
       

       
      Este ano comemorei meu aniversário um pouco diferente, ganhei de presente do namor(i)do uma viagem à Buenos Aires! Agora que já estou mais perto dos 30 do que dos 20, não anda sendo assim tão divertido ver os anos passando tão rápido, mas posso dizer que foi o aniversário mais bem comemorado de todos! Afinal, com tango, vinho, doce de leite… como não ser né? =)
       
      Chegamos pelo aeroporto de Ezeiza, sei que existe um ônibus que demora aproximadamente 1:30 mas como chegamos de madrugada não tivemos muita opção, fomos de taxi. Logo ao desembarcar, há vários guichês oferecendo o serviço, mas o balcão de taxi oficial do aeroporto saiu mais barato, 400 pesos (mais ou menos R$130,00) até o centro. Eles oferecem um desconto na volta se você já fechar na hora, mas acabamos não fechando e o taxi que pedimos pelo hotel deu o mesmo valor, então não sei se compensa fazer isso.
       
      Ah, vale dizer que desde 2014 a Argentina vem sofrendo com uma inflação meteórica, achamos a maioria das coisas extremamente caras, especialmente ingressos para atrações turísticas. Mesmo com o câmbio favorável ao real (1 Real = 3 Pesos), as coisas estão bem fora da realidade por lá.
       
      Ficamos no Hotel Mundial, achei bem bom! O quarto é simples, mas limpo e funcional e a localização é ótima, na Avenida de Mayo, bem perto de alguns pontos turísticos e do metrô (Estación Lima). O café da manhã era excelente, com uma grande variedade de doces e salgados (especialmente a tradicional mezzaluna, que é como um croissant menor e mais “massudo”). E ainda tinha um parzinho de alfajores e uma garrifinha d’água como um “welcome kit”, adorei!
       
      No primeiro dia, fizemos tudo a pé. Começamos pelo Palacio Barolo, sua arquitetura é incrível e todo ele foi construído com referências à Divina Comédia, de Dante. Os dias e horários para conhecê-lo são bem limitados, por isso não conseguimos entrar, mas deve ser bem interessante! Seguimos para a Plaza de los Dos Congresos com algumas esculturas como um original de “O pensador”, de Rodin, um simpático senhor de bigode e o imponente Monumento a los Dos Congresos. Ao fundo da praça fica o Palacio del Congresso, um maravilhoso edifício neoclássico inaugurado em 1906, dá pra “perder” uns bons momentos por lá admirando os detalhes da fachada.
       
      O próximo ponto foi o famoso Obelisco, dele em si não há muito a dizer, o que é mais interessante é a avenida onde está situado, a 9 de Julio. Com 6 pistas de cada lado, ela é considerada a avenida mais larga do mundo e realmente merece o título, é necessário esperar o farol abrir por pelo menos 2 vezes para conseguir atravessá-la inteira.
       
      Na Plaza General Lavalle, entre outros belos e super bem conservados prédios, fica o Teatro Colón. A ideia era fazermos a visita, mas com um ingresso a quase R$60,00, não foi possível!
       
      Um lugar que vale (muito) a visita é a Livraria El Ateneo Grand Splendid. Você pode até não ser um grande fã de livros ou pensar “Pra que vou numa livraria com livros em espanhol?” Bom, porque esta é uma livraria dentro de um antigo teatro! O lugar é fantástico, foi construído em 1919 e personalidades como Carlos Gardel passaram por seu palco, onde hoje você pode se sentar e tomar um café. É um dos lugares mais interessantes da cidade!
       
      Seguimos para a agradável Plaza General San Martín, onde há um enorme monumento em homenagem ao homem que participou da independência de alguns países da América do Sul e seus exércitos. De lá é possível também avistar a Torre Monumental (ou Torre dos Ingleses).
       
      Bem perto de lá, começa a Calle Florida, uma rua só de pedestres com lojas e mais lojas, uma legião de turistas e muita, muita gente tentando vender passeios, shows, trocar moeda etc, extremamente irritante! Se sua ideia não for comprar (o que não está mesmo valendo muito a pena), nem perca seu tempo por lá.
       
      Pra não dizer que foi um momento perdido da viagem, foi lá que fechamos o tango que iríamos a noite, a agência foi a Lisantour, fica bem no comecinho da rua e quem nos atendeu foi o brasileiro Amilton. Além disso paramos para comer as famosas empanadas, a essa altura já estava quase desmaiando de fome e não tem muitos lugares pra comer nesta rua, acabamos parando em um restaurante/bar chamado Barista, as empanadas (especialmente as de roquefort e queijo e cebola) e a Quilmes estavam ótimas, mas o valor pago não compensa, em outros lugares da cidade é infinitamente mais barato. Outra coisa que valeu a pena foi visitar as Galerias Pacifico, o prédio que começou a ser construído em 1888, remete um pouco a uma mini Galeria Lafayette em Paris, ou a Vittorio Emanuele em Milão, com algumas lojas famosas (geralmente caras) e uma linda arquitetura. O ponto alto é a cúpula central com maravilhosas pinturas murais de 5 artistas argentinos: Berni, Castagnino, Colmeiro, Spilimbergo e Urruchúa.
       
      Já no fim da tarde fomos conhecer a Plaza de Mayo, histórico ponto de encontro para manifestações na capital portenha. Lá se encontram prédios importantes como a Catedral Metropolitana, o Banco de la Nacion Argentina e a Casa Rosada, que funciona como palácio presidencial. Ela foi construída em estilo renascentista entre 1862 e 1885 e tem essa cor devido a uma mistura de cal e sangue de boi, materiais comuns nas construções daquela época.
       
      Depois desse dia cheio só nos restava curtir o famoso tango argentino! Escolhemos o Complejo Tango que incluia além do show, e do transfer, entrada, prato principal, sobremesa e uma garrafa de vinho ou cerveja pra cada um. Essa é a parte mais cara da viagem, pode se preparar! Pagamos 1.000 pesos (aproximadamente R$330,00), e era um dos menos caros. Mas vale super a pena, a comida é ótima e o show maravilhoso!
       
       
      Dia 2
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-ii//
       

       
      Depois de um primeiro dia intenso na capital portenha, partimos para descoberta dos bairros da Recoleta e Palermo Soho, ambos super agradáveis, daqueles que te dão vontade de morar por lá (aliás, fiquei mesmo com essa vontade, se não fosse o espanhol -que detesto- pensaria sériamente no caso).
      Dessa vez foi necessário usar o metrô, pois os lugares são relativamente longe do centro. A passagem custa 5 pesos (aproximadamente R$2,00) e é bem simples de se entender por lá. Descemos na estação Pueyrredón (linha D) pra dar uma passadinha na Galeria Patio del Liceo, uma combinação de lojas, espaço artístico e um simpático café, adorei muito!
       
      De lá partimos a pé para o Cemeterio de la Recoleta, no caminho encontramos esse prédio da faculdade de engenharia, maravilhoso!
       
      Não sou grande fã de cemitérios, mas confesso que esse é bastante interessante, alguns túmulos são verdadeiras maravilhas arquitetônicas, gostamos em especial de um com tema orgânico, bem ao estilo Gaudí (as fotos dele não ficaram legais, por isso não estão aqui). O ponto mais visitado (e meio escondido) é o mausoléu da família Duarte, onde está Evita, ele é bastante simples, com algumas placas homenageando a mulher que é um ícone argentino.
       
      Não quisemos nos demorar muito por lá, logo fugimos para um delicioso sorvete de doce de leite com brownie (que delícia!) na Freddo, bem em frente a linda saída neoclássica do cemitério.
       
      Seguimos a pé para a Floralis Generica, uma escultura metálica com pétalas que se abrem durante o dia e fecham no fim da tarde. Não é algo que eu tenha achado incrível, talvez pelo fato de ela estar envolta por tapumes, tirando um pouco da beleza do conjunto, mas enfim, foi interessante conhecer. Vale reparar no belo prédio da Faculdade de direito , bem ao lado do parque onde ela fica.
       
      Próxima parada, MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires) – 60 pesos. Fiquei super em dúvida entre visitar este ou o Museu Nacional de Belas Artes, ambos tinham obras que eu gostaria de ver. Optei por ele por ter coisas menos conhecidas (pelo menos pra mim, por enquanto) e não me arrependi nem um pouco, o lugar é fantástico! Destaque para o famoso Abaporu da brasileira Tarsila do Amaral e pinturas de Frida, Diego Rivera e Antonio Berni (um dos que trabalhou no incrível teto das Galerias Pacifico). De quebra ainda estava tendo uma mostra sensorial e interativa chamada Experiencia infinita, quem estiver por lá até o dia 08/06/2015 vale a pena conferir!
       
      Depois de andar mais um bom tanto, chegamos ao Jardím Japonés. Sinceramente, acho que foi a furada da viagem, o lugar até é bonito, mas achei artificial demais, com pontes, esculturas e ilhas construídas para os visitantes sentirem um clima oriental. Talvez se não tivesse pago absurdos 50 pesos pra entrar, teria sido menos mal, mas fiquei com a sensação de ter perdido tempo (e dinheiro).
       
      De lá pegamos um taxi até a feirinha de Palermo Soho, pra quem mora em São Paulo, é bem parecida com a Benedito Calixto, roupas descoladas, objetos de design e arte de rua dividem espaço com vários bares e restaurantes, uma das áreas mais interessantes da cidade! (queria comprar tudo, mas como disse no primeiro post, as coisas estão caríssimas por lá, voltei de mãos vazias rs). Paramos para almoçar no Cronico, me arrependi um pouco da milanesa de soja com fritas que pedi (sim, foi uma viagem gordinha!) mas ainda assim foi gostoso ver a noite cair observando o movimento do lugar.
       
      Caminhamos até a estação de metrô Plaza Italia (linha B), que é linda, rumo a outra furada, o Museu dos Beatles. Quando encontrei essa dica achei demais pois o Dani é super fã da banda, mas a real é que o museu do colecionador Rodolfo Vásquez é caríssimo (70 pesos!) e expõe basicamente objetos temáticos como jogos, brindes, brinquedos, réplicas e cópias de documentos. Pra não ser injusta, tem coisas interessantes como discos autografados e um tijolo do lendário Cavern em Liverpool, aliás, há um bar anexado ao museu, chamado The Cavern Club, a ideia é que ele fizesse referência ao original, mas digamos que pra quem já esteve lá, este aqui não retrata minimamente o estilo nem o clima do lugar.
       
      Não recomendo a visita ao museu, mas valeu por conhecer o Complejo La Plaza, onde ele fica, uma galeria a céu aberto com várias salas de teatro e restaurantes que é massivamente frequentada por moradores (aliás, tem muito teatro naquela cidade, muito mesmo!).
       
      E assim terminamos mais um dia cheio e delicioso! Achei que conseguiria condensar aqui também o último dia, mas deixa pra próxima!
       
       
      Dia 3
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-iii//
       

       
      Enfim, chegamos ao último dia!
       
      Começamos por uma caminhada por Puerto Madero, onde ficam a moderna Puente de La Mujer e a Fragata Sarmiento, uma embarcação que servia como navio-escola para a Escuela Naval Militar e hoje funciona como museu.
       
      Subimos para o bairro de San Telmo pela Avenida Belgrano, onde começa uma rota divertida de esculturas de personagens de quadrinhos argentinos chamada de Paseo de la Historieta, o caminho continua na Rua Chile até chegar no cruzamento com a Defensa, onde fica a famosa estátua da Mafalda. É óbvio que peguei uma fila cheia de crianças pra tirar minha foto ao lado dela! Bem em frente há uma lojinha cheia de Mafaldices, me controlei muito pra sair de lá só com um imã de geladeira (os preços absurdos ajudaram).
       
      Aos domingos, na própria Rua Defensa (que é enorme) funciona uma feira de antiguidades, souvenirs e afins, meio ao estilo Embu das Artes. Prepare-se, é bem lotado! Encontramos uma barraquinha na rua vendendo uma cerveja não absurdamente cara e pegamos uma pra ir tomando no caminho, era bem gostosa, chama Isenbeck e o lugar é o Debar.
       
      Continuamos até o fim da feirinha e seguimos em frente pois eu tinha colocado no roteiro a Igreja Ortodoxa Russa, vi umas fotos e fiquei super curiosa pra conhecer, mas chegando lá, estava fechada! Enfim, não vale a caminhada, mas a fachada já é bem bonita! Pensando no próximo longo trecho que iríamos andar (até o bairro de La Boca), resolvemos parar pra comer alguma coisa. Encontramos o restaurante Da vinci, sua decoração é bem interessante, tudo fazendo referência ao mestre renascentista italiano, nos pareceu um lugar mais frequentado por locais (o que preferimos) e tem empanadas maravilhosas (humm, só de lembrar me dá água na boca!), além de uma entrada com uns pãezinhos deliciosos!
       
      Todos dizem que não é muito interessante andar pela região de La Boca, de fato não é mesmo muito bonita, mas não me senti insegura por lá (de dia, à noite a garçonete do restaurante nos falou que realmente é meio perigoso). Passamos pelo estádio do Boca Juniors, o famoso La Bombonera, onde teria um clássico mais tarde, o clima estava bem legal, famílias, crianças e muita segurança. É possível visitá-lo mas não era nossa ideia, seguimos para o cartão postal da cidade, o Caminito.
       
      Vou ser super sincera, achei o lugar bem sem graça! Até é bonito, tem seu charme, tem casinhas coloridas… mas é tão, mas tãooo turístico que pra mim perde o sentido. A ideia de restaurar o local que inspirou o famoso tango homônimo, foi do artista Quinquela Martin, morador do bairro que o transformou as duas pequenas ruas do Caminito em espaços artísticos. Hoje o lugar é basicamente composto de restaurantes (caros) e lojas de souvenirs. Para voltar de transporte público ao centro, tivemos que entrar num lugar como uma garagem de ônibus e comprar nosso passe num guichê lá no fundo, meio estranho. Você paga proporcional ao trajeto, até a Plaza de Mayo pagamos 6,50 pesos por pessoa.
       
      Antes de voltar ao hotel passamos num mercadinho para comprar alguns vinhos, alfajores (compramos algumas variedades da marca El Cachafaz, recomendo o tradicional e o de maisena, mas não muito o mousse) e doce de leite (levamos o La Serenissima, que sei que é bom)!
       
      À noite quis conhecer um lugar que nunca tinha ido na vida, um cassino! Escolhemos o Casino Buenos Aires, em Puerto Madero, que funciona dentro de dois barcos ancorados no Rio da Prata, não cobra entrada e tem transfers que buscam os apostadores em dois pontos da cidade. A experiência foi engraçada, primeiro só observamos, atônitos, as roletas e mesas de pôker, as pessoas apostavam bolos de dinheiro e muitas vezes perdiam tudo em questão de segundos, super bizarro! Depois fomos para as salas de caça-níqueis, e ali o que víamos eram senhoras frenéticas apertando botõezinhos sem nem perceber o tempo passar. Escolhemos “brincar” nestes, que eram mais simples e menos arriscados, e acho que tivemos a famosa sorte de principiante, pois entre perdas e ganhos faturamos uns 50 pesos (ok, não é nada, mas foi uma primeira experiência feliz). Confesso que é meio tentador ficar horas jogando, você sempre acha que vai recuperar aquilo que perdeu e assim vai, mas conseguimos parar enquanto estávamos positivos rs.
       
      Paramos pra jantar no La Clac, na Avenida de Mayo, outro restaurante não-turístico que gostamos bastante. Nem aprovei tanto a comida, mas o lugar era super interessante, todo cheio de quinquilharias penduradas, móveis antigos e até uma sala de teatro onde rolam espetáculos de vez em quando.
       
      No dia seguinte foi acordar e ir embora. Pedimos o taxi pelo hotel (deu preguiça de passar umas 2h no ônibus), que deu o mesmo preço do aeroporto, e partimos de volta pra São Paulo.
    • Por hmarinioficial
      Beleza??
      Em Fevereiro/Março vou mochilar pela famosa Ruta 40! Vou chegar de sp em bus até Mendoza e de lá descer pela 40 até a Patagonia! Gostaria de saber se alguem já fez essa viagem e se tem algum povoado ou lugar que não posso deixar de conhecer!(Fora os já famosos!)...vou em uma viagem sem data marcada de volta...mas tenho que levar em consideração os 3 meses de visto que vão me dar...já que por essas cidades não vou ter extrenjeria para pedir mais 90 dias....(tenho como saída cruzar até o Chile e voltar)
      Aguardo opniões e dicas! Valeu!!! E espero que todos viagem muito em suas vidas!!


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