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rafael.celeste

Travessia dos Lençóis Maranhenses sem guia - Junho/18

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Resolvi que visitaria os lençóis maranhenses em junho de 2018. Consegui achar um amigo pra ir comigo e como já tinha conhecido a Chapada Diamantina sem guia, decidimos por ir sem guia, usar o app Wikiloc e ter mais liberdade. E sim, o app e o GPS do celular funcionam mesmo onde não há sinal do celular.

Li alguns relatos e vi que era possível chegar lá sem reservas.

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Pontos importantes dos Lençóis

 

A primeira etapa da viagem pra maioria das pessoas é sair de São Luís e chegar aos Lençóis. Chegamos no aeroporto por volta das 15h de uma quarta feira e foi fácil encontrar vaga numa van pra Barreirinhas. Custou 60 reais com a FrankTur. Pelo que entendi, as vans costumam sair de madrugada, de manhã e pelo fim da tarde. Dá pra agendar antes também.

Tivemos um pequeno imprevisto com a van até Barreirinhas e chegamos por volta das 22h na cidade. Pra minha surpresa, foi difícil achar vaga em hostels da cidade. Alguns estavam cheios ou fechados, pois não possuem recepção 24h. Ficamos numa pousada simples, perto da margem do Rio Preguiça. 80 reais por um quarto com uma cama de solteiro e uma cama de casal, ar condicionado e café da manhã incluso. Chuveiro frio. O nome da pousada é Lagoa Azul e não encontrei site dela, mas recomendo e essa é a localização aproximada no Google Maps.

Em Barreirinhas ainda conseguia um fraco sinal de internet pela TIM.

No dia seguinte, o plano era chegar até Atins de barco e de lá seguir para Canto dos Atins a pé. Na travessia, dormiríamos nos dois oásis existentes dentro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O primeiro deles é chamado de Baixa Grande e o segundo é dividido entre a Queimada dos Britos, mais ao norte e a Queimada dos Paulos, mais ao sul.

 

PRIMEIRO DIA - De Barreirinhas até Canto dos Atins (Barco + 6km de caminhada)

Pensamos em pegar o barco de linha, mais barato e mais demorado mas acabamos por pegar o passeio de voadeira, que para em Caburé e Mandacaru. É só pedir na agência para te levarem até Atins, pois a maioria das pessoas vai só até Caburé e volta. O passeio custa 60 reais por pessoa. A primeira parada é nos chamados Pequenos Lençóis, onde há uns macaquinhos e avista-se as primeiras dunas e lagoas. Notem como a água destas lagoas é suja comparada às lagoas dos Lençóis.

 

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A primeira lagoa avistada

O passeio tem ainda paradas em Vassouras, onde há um farol, e Caburé, para o almoço.

As pousadas de Atins buscam os hóspedes no desembarque dos barcos. Como não tínhamos pousada, seguimos a pé até Canto dos Atins, para o restaurante da Dona Luzia. São 6km até lá, fizemos a maior parte do caminho na beira do rio/mar, seguindo este tracklog. O restaurante da Dona Luzia, além de servir os famosos camarões, oferece estadia pra quem vai fazer a travessia. Há alguns quartos e também muitas redes. Liguei um dia antes para confirmar que haveria vaga (98 987097661). Na Dona Luzia já não consegui mais sinal de celular, porém disseram que tem sinal de Vivo nas proximidades. Os preços da Luzia são 35 reais para dormir em rede, 40 para dormir em cama, 40 reais os camarões e 5 reais o refrigerante. Há energia elétrica para carregar baterias e até uma televisão. O banho é ao ar livre e frio e não há iluminação no chuveiro, por isso leve sua lanterna. Dona Luzia nos perguntou o horário que sairíamos para nos servir o café da manhã. Às 3h  da manhã, comemos pães, queijo, leite, café e algumas frutas. Seguimos então para Baixa Grande.

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Dona Luzia durante a noite

 

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Algumas lagoas precisavam ser atravessadas

 

SEGUNDO DIA - De Canto dos Atins até Baixa Grande (26km de caminhada)

Eu havia baixado no Wikiloc o mapa do Maranhão e algumas trilhas dos Lençóis. Usamos na travessia toda este tracklog e ele foi sensacional. Nas poucas vezes que nos desviamos do caminho, nos arrependemos. Recomendo mais até do que o meu tracklog da travessia.

O primeiro trecho de caminhada é na beira da praia e as vistas não empolgam. Algumas pessoas optam por fazer essa parte de carro e começar apenas nas dunas, poupando cerca de três horas de caminhada. Chegamos em Baixa Grande por volta de 10h da manhã. A primeira casa é a de Dona Dete e foi nela que pernoitamos. A casa de Dona Loza fica um pouco mais a frente e nem chegamos até lá. Na Dona Dete almoçamos galinha caipira e jantamos omelete. O pernoite é em redes e a noite eles ligam um gerador por algumas horas, é o tempo disponível pra carregar as baterias. Em Baixa Grande dá pra nadar no Rio Negro e curtir o pôr do sol nas dunas. Em uma duna mais alta, indicada pelos moradores, consegui sinal da TIM e da Oi, mas só a Oi completou a chamada. Nada de sinal de internet. Os preços dentro dos Lençóis parecem ser sempre os mesmos: 35 reais por cada refeição e 35 pelo pernoite em rede, já com café da manhã incluso, desta forma, gastamos R$ 105 na maioria dos dias.

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A casa da Dona Dete

TERCEIRO DIA - De Baixa Grande até Queimada dos Paulos (12km)

No dia seguinte, o marido da Dona Dete nos serviu o café da manhã, com biscoitos, leite e um ovo frito pra cada. Saímos às 4h30 e chegamos na Queimada dos Britos por volta de 10h. A primeira casa é a do Seu Raimundo. Aparentemente a única casa com televisão dentro dos Lençóis. Seguimos por mais uns 30 minutos até a Queimada dos Paulos, que fica no mesmo oásis mas mais próxima de Santo Amaro e de Betânia. A última casa é a do seu Biziquinho e foi lá que ficamos.

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Queimada dos Britos, alagada nessa época do ano

A propriedade do seu Biziquinho me pareceu a mais bonita das que vimos na travessia. A comida preparada pela esposa dele também estava muito boa. Pra carregar baterias, há uma entrada USB disponível o tempo todo, que fica ligada em baterias alimentadas por placas solares. Bem perto da casa há uma duna muito boa pra ver o pôr do sol e uma grande lagoa bem rasa. Seu Biziquinho também trabalha como guia e agenda passeios em sua página do Facebook.

 

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A casa do Seu Biziquinho

 

QUARTO DIA - De Queimada dos Paulos até Santo Amaro, passando por Betânia (25km)

Seu Biziquinho serviu o café da manhã às 3h e seguimos caminhada rumo à Betânia. Nesse dia em especial fomos ‘atacados’ algumas vezes por alguns pássaros. Na realidade, eles só passavam perto de nós e não ofereceram perigo. Caso estejam incomodando, levantar os braços faz com que eles ‘abortem’ o mergulho.

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Céu fotografado no quintal da casa do Seu Biziquinho

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Algumas das lagoas mais bonitas

Às 7h chegamos na lagoa marcada no tracklog como “Lagoa linda para banho (presente)” e acredito que foi a lagoa mais bonita que vimos na travessia. Não muito tempo depois chegamos em Betânia. É preciso atravessar um rio para chegar no povoado, um guia nos disse pra gritar até que algum morador nos levasse de barco e foi o que fizemos. Após alguns minutos um rapaz apareceu e nos ajudou, sem cobrar nada.

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Rio que deve ser atravessado de barco em Betânia

Em Betânia almoçamos e descansamos. A ideia inicial era dormir lá e chegar em Santo Amaro no dia seguinte. Como já tínhamos visto lagoas o suficiente, resolvemos fazer o último trecho quando o sol baixasse e economizar um dia. Fomos junto com alguns rapazes que trabalham em Betânia e nesse ponto não seguimos o tracklog. A vantagem foi que atravessamos o rio novamente mas numa parte em que ele é raso e não precisamos de barco. No meio do caminho aceitamos uma carona e assim chegamos em Santo Amaro.

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Atravessando o rio na parte rasa

 

Chegando em Santo Amaro, paramos na Sorveteria Quero Quero. Perguntamos sobre hospedagem na cidade ao Célio, dono da sorveteria e ele nos disse que a opção mais barata seria ficar na casa de um amigo dele, o seu Manoel. Seu Manoel mora sozinho e aluga um quarto com uma cama de casal por 50 reais a diária. A casa é simples, o banho é frio e há um ventilador potente para espantar os inúmeros mosquitos que aparecem no quarto durante a noite. Seu Manoel foi muito simpático e pelo preço camarada, valeu muito a pena. Caso a sorveteria esteja fechada, a casa fica atrás da Cozinha Comunitária de Santo Amaro e seu Manoel disse ser conhecido na cidade como seu Manoel Mãozinha, por conta de um acidente que sofreu.

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Casa do Seu Manoel

Em Santo Amaro há finalmente sinal de 3G, fraco, da Oi. Disseram que a Vivo também funciona na cidade. As coisas em Santo Amaro são caras, pela dificuldade de transporte até lá. Um X bacon no trailer da praça custou R$12,00.

 

VOLTA PARA SÃO LUÍS

No dia seguinte, tomamos café na Pousada Paraíso. 15 reais pra comer a vontade, com boa variedade de sucos, pães, ovo mexido e frios. Tem wifi também.

Combinamos a volta para São Luís de van com a MiroTur. A saída seria às 13h e eles buscam onde você está hospedado. Atrasaram e nos buscaram numa Toyota Bandeirante, ainda passamos um bom tempo buscando passageiros por Santo Amaro. Há uma estrada asfaltada até Santo Amaro, mas a ponte que deveria ligar a cidade à estrada ainda não está pronta. Atravessamos o rio na caminhonete e passamos para a van. Chegando em São Luís nos colocaram em outro carro e fomos levados até o nosso hotel. O mais barato que encontramos foi o Soft Win. O hotel é novo e tem um bom custo x benefício.

 

ALGUMAS DICAS

Notamos que os guias tentavam se cobrir ao máximo do sol. Usavam camisetas brancas de manga comprida e um deles disse usar até luvas. Fizemos a maior parte da caminhada descalços, mas em alguns momentos a areia é tão dura que meus pés doíam e eu preferi o tênis. O problema é que é comum atravessar lagoas e ficar tirando e colocando o tênis gasta um tempo. Acredito que o ideal seja usar aquelas sapatilhas de mergulho.

No sentido Atins-Santo Amaro, caminha-se sempre a favor do vento e pela manhã o sol está atrás de você, por isso é mais comum a travessia nesse sentido.

Antes da viagem eu baixei várias trilhas e deixei salvas no wikiloc. Também baixei alguns relatos pra ter como fonte de consulta durante a caminhada. Levei também um Powerbank pra garantir que não ficaria sem bateria.

Achei que a travessia fosse mais cansativa, no fim das contas o que mais incomodou foi andar descalço em areia dura. Nossas mochilas estavam bem leves. Carregamos pouca comida (bananas, alguns biscoitos e chocolate) e uma garrafa de 1,5L de água pra cada. A partir do segundo dia levávamos a garrafa meio vazia, pois percebemos que era suficiente. Roupas de frio são completamente dispensáveis. Como venta muito o tempo todo, é bem viável usar apenas duas mudas de roupa pra travessia toda (uma pra andar e outra pra dormir). Chegando nas casas, você lava e logo seca.

Deixo abaixo alguns dos relatos que me ajudaram e recomendo deixar alguns deles baixados no celular, pra poder consultar durante a travessia.

https://umaviagempelasmontanhas.wordpress.com/2016/06/05/travessia-do-parque-nacional-dos-lencois-maranhenses/

https://www.destinodeviagem.com.br/travessia-a-pe-doa-lencois-maranhenses/

https://www.embarquepromundo.com.br/lencois-maranhenses-a-travessia/

https://aventurebox.com/brunafavaro/travessia-dos-lencois-maranhenses/report

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Excelente relato e experiência! Estou querendo fazer essa travessia neste mês. Quero fazer sem guia seguindo o tracklog que vc sugeriu, mas estou com receio por estar viajando sozinho e não tenho experiência com o wikiloc. Acha que consigo encontrar gente no caminho (ou ainda em Canto do Atins) e me juntar a eles? Vale a pena passar duas noites nessas paradas e aproveitar as lagoas ao redor? Se sim, onde sugeriria? Tenho 6 dias para a travessia. inté

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@Jaumz @Jaumz @Jaumz@[email protected]@Jaumz encontrar gente muito provavelmente vc vai, mas devem estar em grupos já com guia. O pessoal da região não gosta muito de quem vai sem guia e tenta fazer sua cabeça pra contratar um, pq é fonte de renda pra eles. Como eu estava sem guia, evitava andar por muito tempo logo atrás desses grupos pra não parecer que estava seguindo o guia deles. Sobre parar pra aproveitar lagoas, é algo bem pessoal. No quarto dia eu já estava satisfeito com as lagoas que visitei. Apesar de lindas, era só isso que eu fazia o dia inteiro. Mas se fosse pra parar, ficaria no seu biziquinho ou em Betânia. Os locais têm as melhores estruturas dos lençóis (Betânia melhor que seu biziquinho) e boas lagoas pra acessar por caminhada. Sobre o wikiloc, sugiro vc treinar com uma trilha da sua região pra ver como é, eu acho bem simples seguir o app. Mas não recomendaria a ninguém uma travessia dessas sozinho 

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@rafael.celeste Valeu, meu caro! Não é minha intenção fazer a trilha sozinho, mas tb não é deixar de fazê-la por não encontrar ninguém. Se surgir um grupo com roteiro parecido, vou junto. Qto à insatisfação dos locais, li reclamações até da Luzia, com forçação de barra e mudança de humor. Isso é phoda! Vou seguir sua orientação sobre testar o app antes. abrass

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    • Por rafa_con
      Então pessoal, já agradeço desde já se uma boa alma conseguir dar uma luz. 
      Estou ensaiando montar um roteiro de 15 dias que saia do Jalapão e vá até os Lençóis Maranhenses passando (ou não) pela Chapada das Mesas. Seria uma passagem de São Paulo > Palmas e volta São Luís > São Paulo. O obstáculo: não dirijo. 
      A vasta maioria dos roteiros que vejo aqui por essa região envolve locar um carro ao menos para ir de Palmas até Carolina. Gostaria de saber se é tão fim do mundo assim usar transporte público entre Palmas x Carolina e depois Carolina x São Luís. Alguém da região sabe dar informações atuais sobre isso? Por favor, tudo no preço mochileiro de ser, estou pulando fora de transfers VIP (mas também não estou na aventura de pedir carona). Na verdade acho que é mais ajuda pra ver se é possível concretizar esse roteiro sem carro sem perder tanto tempo. 
      Valeu! 
    • Por PedrãodoBrasil
      Expedição Extreme e Serra Fina
       
       
       
       
       
       
      Serra Fina 4 dias    16 a 19 Maio 2019
      Saida de Vitória no dia 15 de Maio e nos Hospedamos no
      Harpia Hostel Pousada Hotel,
      Do Amigo Alessandro (35) 98894-0533  (Hostel e Transfer)
       R. Ângelo Dalessandro - Centro, Passa Quatro – MG
       
      Participantes
      Idealizador da Trip
      https://www.facebook.com/pedraodobrasil  
      27 99805 8885
      Participantes
       
      https://www.facebook.com/bruno.languer.9
      https://www.facebook.com/patrick.martinscastelo
      https://www.facebook.com/rosa.natura.rosa
       
       
       
      1°dia
      16/05/2019
      Início 9 hs
      Fim 16 hs

      -Toca do Lobo, Quartizito e campi amarelo
      -Local do Camping : Capim Amarelo (Acampamento 1)
      *Entre toca do lobo e capim amarelo tem o último ponto de agua do dia a direita no quartizito.
      -Capim Amarelo. 2491mt de altitude.
      Muita subida, escalaminhada, muitas cordas.
      Enfim se vc é nutela não vá .
       
      2°dia
      17/05/2019
      Inicio 08 hs,
      termino 17 hs
      -Capim amarelo
      -Maracanã
      -Cachoeira vermelha
      -Base da pedra da mina (Acampamento 2)
      *Ultimo Ponto de agua do dia na base da Pedra da Mina.
      Chegamos neste ponto estava um bento muito forte e chovendo muito e estava muito frio, resolvemos acampar neste local (Base da Pedra da Mina). Isto por volta das 17:00 hs.
      Os ventos, tempestades e raios se intensificaram.
      Ficamos na barraca por 20:00 hs, pois durante o dia ficou feia a coisa.
      Saímos por volta das 14:00 hs do outro dia, devido tempestades e raios.
       
       
       
      3°dia
      18/05/2019
      Inicio 14:00 h
      Término 18:00 h
      Saímos da base da Pedra da Mina ainda com chuva e ventos fortes, atingimos o topo da Pedra da Mina com seus 2797 Metros de altitude.
       
      Os ventos lá em cima eram muito fortes, além do frio.
      Descemos e atingimos o vale d Rhuá.
      Encontramos uns caras que passaram um perrengue durante a noite.
      Seguimos pelo vale sempre a direita do rio.
      Passar pelo vale do Rhuá e uma coisa única, um belo vale com capins amarelos bem alto e muita lama.
      No final do vale foque sempre o V no final do vale.
      Pegamos agua para o dia seguinte, é importante pegar no mínimo 6 litros de água, pois até o ponto de água seguinte.
      Saímos do vale e dormimos num camping acima. Agora sim fomos agraciados por um por do sol maravilhoso. (Acampamento 3)
       
       
       
      4º dia
      19/05/2019
      Inicio 08:00hs
      Término 18:30 hs.
      Saída do Camping acima do vale do Rhuá e seguimos em frente, hoje porem deu um nascer do sol lindo, indicando que o dia ia ser aberto, pois os dias anteriores não foram de um bom tempo.
      Passamos Pelo Mirante do Vale das Cruzes, Pelo cume do Cupim de Boi, Pico dos três estados 2656 mt altitude, Ombro dos 3 estados, Cume Bandeirante, Alto Dos Ivos, entroncamento com a garganta do Registro, Ponto de água antes do Sitio do Pierre, Sitio do Pierre e Asfalto, onde o resgate nos aguardava.
      Volta ao Hostel, dormimos e fomos embora na segunda feira, finalizando assim a trip, que foi umas das mais HARD que já fiz.
      A Serra Fina para Mim é considerada uma das mais difíceis e pesadas do Brasil.
       
      Use sempre Protetor Labial.
       

      Dicas
      Mesmo fazendo a travessia no final da temporada de montanha, bambus e Capim Elefante são uma constante. Luvas e blusa de manga longa é boa pedida.
      O desespero em saber que a travessia oferece pouca água, não deve ser considerado algo extremo, lembre-se que o corpo necessita de liquidos, não somente água. Eu particularmente, levei sucos prontos, e água de coco e só abasteci a garrafa de água mesmo no terceiro dia. Os dois primeiros só bebia nos pontos de água. Mas isso claro, vai de pessoa para pessoa.
      Quando fizer paradas próximo ao Capim Elefante, a presença dos ratinhos deve ser considerada e não deixe a mochila aberta de forma alguma. Nos cumes, nada de comida fora da barraca e se possivel, longe dos cantos para evitar o cheiro.
      Protetor solar e chapeú que cubra o rosto e pescoço é ótimo, pois o bambuzal deixa muito matinho caindo pelas costas. Bandanas também são muito uteis, principalmente nos cumes para não ficar com o nariz vermelho pelo frio.
       
       
       
       































    • Por Humbertodown
      Olá pessoal, resolvi criar esse post desde já com intuito de obter muitas informações que possa agregar e me ajudar a começar a me preparar para a primeira travessia de 32 km da Petro - Terê, eu já fiz Pedra do Sino 3 vezes, mas nunca a travessia, estou ansioso, querendo levar o mínimo de peso, mas sabemos sempre que isso é quase impossível, então irei montar a lista dos equipos que provavelmente irei levar já com algumas imagens. Quem quiser deixar dicas eu agradeço. A data da minha travessia será nos dias 06, 07 e 08 de Julho de 2019, alguns amigos que iram comigo farão a travessia em 2 dias (Sábado e Domingo) eu e uma amiga ficaremos até na segunda feira. Ficaremos no Bivaque do Abrigo Açu e no Bivaque do Abrigo 4 (Pedra do Sino) onde já dormi duas vezes no Bivaque e uma no Camping. Ainda preciso comprar uma bota de trilha porque a minha da The North Face esta com o solado gasto, mas acredito que ainda vá dar tempo porque temos alguns meses pela frente, e preciso também de uma calça resistente pra trilha. 
      Vamos a lista de Equipos que já tenho e pretendo levar na mochila e no corpo
      Mochila Trilhas e Rumos 68 litros. 
      Camisetas de Mangas e sem mangas The North Face, Nike, Adidas, Puma todas respiráveis 
      Jaqueta de Plumas de Ganso MacPac Modelo Equinox Alpine Series
      Casaco de Fleece The North Face 
      Saco de dormir Western Mountaineering modelo Versalite -12ºC
      Isolante Térmico EVA Quechua 
      Tripe para máquina fotográfica ou celular e Bastão de Selfie 
      Bastão de Trilha Quechua 
      Lanterna Led de Cabeça 
      Calça Forclaz da Decathlon que vira bermuda
      Bota Quechua da Decatlhon
       
      Ao longo das semanas eu irei postando o que for lembrando e o que a turma recomendar, grato por algum comentário nesse tópico, abraços em todos. 
      No vídeo a seguir esta alguns dos equipamentos pela qual estarei levando para minha travessia.. Jaqueta MACPAC e o saco de dormir WM.
       
       
       
       


       

       



    • Por Bete Pandini
      Boa tarde, galera! Preciso de ajuda... Rota das Emoções saindo de São Luis (29/8) para Jeri (03/09) e meus dias não coincidem com a Rota Combo!! Precisaria de transfer no domingo e informações sobre ônibus são confusas. Pensei em alugar um carro e fazer o trajeto e pegando apenas passeios com Agência. Alguém sabe como estão as estradas? Alguém já fez? Obrigada!!
    • Por Da Silva Junior
      Ferrotrekking de Viana x Marechal Floriano com os amigos.
      dia 29 de Janeiro fiz um Ferrotrekking de Viana a Marechal Floriano passando por Domingos Martins, e contemplamos dois Tuneis e oito Pontilhões. show demais a galera curtiu e muito.
      Abaixo partida as oito da manhã da Pracinha de Viana. 




      Vista da Igreja da Conceição Centro de Viana Sede. 


      Chegamos no Pontilhão do Bairro Santo Agostinho. 

      olha a turma começo de trilha

      entrando no Pontilhão.

      Sentido Domingos Martins Zona Rural de Viana. 



      pausa de 20 minutos Lucas Lima cansou rápido olha que tiamos andado apenas 6 km 

      Vale das Águias, de onde você observa muito elas. 





      Olha a Paisagem Show 














      Depois dessa Curva chegaríamos a Bica de água Mineral a verdadeira água direto da pedra. 




      Eliane e Sr Sergio curtindo a caminhada

      Olha a Bica Aí 

      Bica da Linha

      Pivetta encheu o copo kkkk 



      Saindo do Segundo Pontilhão nesse lado estávamos em Domingos Martins

      olha a altura da criança.

      Pivetta Atravessando o Segundo Pontilhão sobre o Rio Jucu Braço Sul 

      Bora 


      Juliano show e Pivetta lá atras 






      1 KM para chegar no terceiro Pontilhão 



      Vista do Terceiro Pontilhão 


      Terceiro Pontilhão sobre o Rio Jucu braço sul 800 mts para o primeiro Túnel 


      Terceiro Pontilhão no trecho 






      tmjsss quarto pontilhão do Túnel de Pedra dos Ventos chegando 

      Túnel de Pedra dos Ventos com o quarto Pontihão. 

      Aquela foto na entrada do Túnel 





      Dentro do Túnel


      Juliano o cara 





      Saindo do Primeiro Túnel

      Bambuzal de Pedra dos Ventos 



      Escola de Pedra dos Ventos 

      Chegada na antiga parada Ferroviária de Pedra dos Ventos. 

      Olha lá atras da Eliane antiga plataforma de embarque de Pedra dos Ventos em Domingos Martins. 



      AQUELA FOTO E VAMOS QUE ESTÁVAMOS CHEGANDO NO MEIO DO TRECHO

      Ponte do Jucu. 

      Estação Ferroviária do Jucu só Ruínas. 

      Olha o que sobrou apenas a plataforma e a fundação. 

      meio do caminho completados partiu rumo a Germânia. 





      Pausa de uma hora na Estação do Jucu. 


      a Turma.
       

      Segundo Túnel entrada dele. 
       



      depois do Túnel 650 mts quinto pontilhão do Trecho. depois dessa curva aí. 


      Olha ele aí quinto Pontilhão sobre o Rio Jucu Braço Sul. 



      Farra. 

      Pausa para aquela foto. 

       

      Começa da atravessia 

      Formações.




      Chegada na Estação de Germânia Vale da Estação Domingos Martins.  

      Cansados nada bora partiu mais 6km em uma hora. 

      Estação DE Germânia ainda bem conservada. 

      Pontilhão  lado Marechal quase chegando. 








      Chegada em Marechal Floriano. 

      os Guerreiros que chegaram o resto não quis tirar foto tavão mortos. kkkkk

      Show demais ter feito isso nosso amigo Pivetta completou os 31 km conseguimos traze lo para essa aventura foi demais. deixo meu numero para vocês puderem me mandar msg seja no zap ou me ligar já fiz de Argolas até vargem alta e pretendo fazer até a divisa.
      interessados me chame. 27 996973825 aguardo abraço a todos. 





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