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BERLENGAS, UMA ILHA ALI TÃO PERTO (PORTUGAL)

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BERLENGAS, UMA ILHA ALI TÃO PERTO (PORTUGAL)

Anos e anos passados em Portugal e nenhum de nós se lembra de ter ido às Berlengas. Já tínhamos reserva feita para as galegas Cíes e não quisemos deixar o arquipélago português para trás. Bem mais fácil e rápido de lá chegar e preparar a visita. Bastou procurar uma empresa que fizesse a travessia, escolher o dia e fazer a viagem de pouco mais de uma hora de Lisboa a Peniche. A viagem de barco foi feita pela Viamar, mas também se pode ir pela AOMT.

O arquipélago é reserva da biosfera da UNESCO desde 2011. É habitat natural de diversas espécies de aves e répteis, que não devem ser incomodados.

Fomos em Agosto, num fim de semana de calor horroroso em qualquer ponto de Portugal, o que se revelou uma decisão inteligente. Estava muito mais fresco na ilha!

Como chegar:

Chegar a Peniche, estacionar gratuitamente no parque junto aos bombeiro e caminhar até ao cais. Na marina, vão à empresa onde reservaram antecipadamente, pagam e levantam os bilhetes. Se gostarem de arriscar e não tenham reservado, podem sempre procurar empresas que ainda tenham bilhetes disponíveis. A viagem de barco demora 40 minutos. No nosso dia o mar estava calmo, mas a fama e os sacos para vómito distribuídos no início da viagem são um pronúncio de que não é sempre tão fácil fazer os cerca de quinze quilómetros que separam as ilhas do continente.

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O que fazer:

  • Praia: logo ao sair do cais há uma praia com um tamanho inversamente proporcional à afluência, agravado em maré cheia;
  • Trilhos: estão bem assinalados e são acessíveis, não muito extensos nem íngremes (as estimativas de duração dos percursos estão folgadas):
    • Trilho da Berlenga: 3km e 3h, permite passar pelo farol e pelo forte. Até ao forte consegue-se ir, mas o farol não é acessível;
    • Trilho da Ilha Velha: 1,5km e 1h30, parte do bairro de pescadores, passa por Buzinas e pelo Carreiro dos Cações;
  • Forte S. João Baptista: à chegada, basta subir seguindo pela esquerda, em direcção farol, e continuar o percurso, até ver o magnífico forte. Para quem não puder ou não quiser caminhar, também pode ir de barco;
  • Visitar as grutas: há um passeio de barco pelas principais grutas (6€), não muito longo (1h). Existem diversas opções de barcos, alguns até com fundo de vidro;
  • Desportos aquáticos: paddle, pesca, snorkeling, tudo pode ser feito.

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Onde dormir:

  • Parque de campismo: chamar-lhe parque de campismo é talvez demasiado, porque é bastante simples, mas tem uma vista!
  • Forte S. João Baptista: o forte está renovado e é possível dormir lá. Não vimos as condições, mas estava quase cheio. Mais um sítio com uma vista fantástica, literalmente em cima do mar;
  • Pavilhão Mar e Sol: com um restaurante com o mesmo nome, este espaço tem alguns quartos pequeninos junto ao restaurante.

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Onde comer:

Levar alguma coisa para comer é sempre mais barato, mas há alguns espaços que servem refeições:

  • Restaurante Mar e Sol: consta que é caro, mas os pratos (principalmente a caldeirada) têm bom aspecto;
  • Micromercado Castelinho.

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Notas:

  • Não há multibanco (alguns sítios aceitam cartão);
  • Só recebe 350 visitas/dia;
  • É preciso seguir nos caminhos assinalados;
  • O gerador é desligado às 23h;
  • Deve-se trazer o lixo de volta, ou pelo menos até aos contentores no bairro dos pescadores;
  • As gaivotas são territoriais junto aos ninhos, não atacam, mas não gostam de visitas junto das crias.

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A nossa opinião:

Ir em Agosto, financeiramente falando, não é a melhor altura (bilhetes 7€ mais caros). É uma escapadela cara, mas continua a valer a visita. Pelo menos uma vez na vida devem ir, ver o verde translúcido das águas, o forte digno de cenário da Guerra dos Tronos, o farol, os trilhos, apreciar a vista e o domínio selvático das gaivotas, enfim, sentir um paraíso  natural aqui tão perto.

A água é fria, mas suportável. Talvez a praia fique demasiado cheia. Enquanto dormitámos ficámos demasiado encostados a malta que se sentou depois. Mas podem aventurar-se “praias” rochosas junto ao forte. Para quem vai para conhecer não achamos vantajoso dormir na ilha, porque não é grande, vê-se toda num só dia (6h entre as duas viagens de barco). Para quem gosta de campismo ou vai mesmo de férias já é outra história. E deve ter um céu estrelado excelente. O nosso conselho é ir a um dia de semana, em junho ou julho, para poupar, mas escolham uma altura de muito calor e sem vento.

365 dias no mundo estiveram 1 dia nas Berlengas, a 5 de agosto de 2018

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Em um bate e volta há onibus ou comboio de Peniche ou seria melhor chegar na véspera a cidade para embarcar no outro dia?

Onde fica?Ao Sul de Lisboa?Passei 40 dias e não ouvi falar,não funciona fora da alta temporada de calor?

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Chegando a Peniche no porto há várias empresas que fazem a viagem. Nós fizemos bate e volta, e fomos de Lisboa, foi uma hora e meia mas fomos na nacional. 

Fica mais a norte de Lisboa, perto de Óbidos. Sei que no inverno o mar fica muito agitado e a viagem de barco é dura, mas penso que não funciona só na época alta. 

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      Relato original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/porto-e-vila-nova-de-gaia-parte-i/
       

       
      DIA 1
       
      Em 2012, quando eu o Dan fizemos nossa primeira viagem internacional, a última parada foi Portugal. Decidimos incluir o país no roteiro pois ele tem família por lá e como só tinha lembranças de pequeno, era hora de conhecer as origens!
       
      Começamos pela cidade do Porto, no norte de Portugal. Na verdade a família dele fica em Vila Nova de Gaia, que é um distrito do Porto, mas fica do outro lado do rio Douro. ficamos hospedados por lá também, no Ibis Budget Porto Gaia (que pagamos com pontos no cartão, como muitas coisas nessa viagem! =).
       
      Já começamos fazendo presepada, pegamos o ônibus para o lado oposto do que deveríamos e quando vimos, chegamos na praia. Enfim, é uma daquelas surpresas boas quando as coisas saem do planejado.
       
      Sorte nossa que os portugueses são muito, extremamente simpáticos! Em toda a nossa estadia por lá foram muito solícitos quando pedíamos informações, quase que iam conosco até o lugar, eles são todos uns fofos!
       
      Chegamos então ao Pavilhão Rosa Mota (ou Pavilhão dos Desportos) onde antigamente ficava o Palácio de Cristal. Hoje o lugar é rodeado por um jardim super agradável e bem cuidado, com uns pavões circulando, lindos azulejos e uma vista incrível!
       
      Continuamos a pé pelo centro até que vejo a Igreja dos Carmelitas, totalmente barroca (é bobo me animar com isso, afinal tudo em Portugal é dos Carmelitas, mas como minha vó, uma das pessoas que mais amei na minha vida, e que ainda sinto saudades depois de tantos anos sem, se chamava Carmelita, sempre vou adorar esses acasos da vida).
       
      Passamos pela Torre dos Clérigos, que faz parte da Igreja dos Clérigos e tem uma vista bem legal da cidade (claro que depois de subir aquelas escadinhas super esmagadas. Claustrofóbicos, fiquem longe!).
       
      Uma das coisas que mais me encantou por lá foram os azulejos, é realmente incrível o efeito de igrejas, prédios e casas revestidos de azulejos azuis e brancos ou coloridos, pintados com cenas super elaboradas ou simplesmente padrões decorativos.
       
      A fome bateu e óbvio que fomos comer um bacalhau! Aliás, não é tão óbvio assim pois até pouco tempo atrás eu não era nada fã da iguaria lusitana, mas graças a um almoço da minha sogra pouco antes de ir viajar, mudei de opinião e pude aproveitar de verdade a experiência em Portugal! O melhor de comer por lá é que é super barato! Vinho então nem se fala, perfeito pra nós que adoramos comer. Para sobremesa também optamos pelo clássico, pastel de belém, e achamos muito melhor do que o “oficial”, em Lisboa.
       
      O próximo ponto é um dos lugares mais legais da cidade, a Livraria Lello e Irmão. A fachada em estilo neogótico é fantástica (só agora reparei na moça estragando minha foto) e o interior mais lindo ainda, todo de madeira, com escadas imponentes revestidas com um tapete vermelho… Infelizmente não era permitido tirar fotos, mas é só dar uma olhadinha nas imagens do Google (aqui) que dá pra ter uma noção de como é incrível o lugar. (Ah, e aqui outra coincidência, meu avô, marido da Carmelita, que agora vocês já conhecem, tinha o apelido de Lelo, e a livraria fica na Rua das Carmelitas! Muito amor né?).
       
      Caminhar pelo Porto é uma delícia, daqueles lugares que tem surpresas o tempo todo (pra mim uma viela, roupas coloridas penduradas ou casinhas azulejadas são lindas surpresas). Tem seus “defeitos”, claro, tem sujeira, tem coisa mal conservada, tem lugar feio… mas realmente acho uma perda de tempo ficar se apegando a esse tipo de coisa ao conhecer uma nova cidade, todo lugar no mundo tem defeitos, cabe a cada um escolher se isso vai pesar mais que a parte positiva da viagem ou não (momento desabafo).
       
      Já no fim da tarde seguimos pela Avenida dos Aliados, que é linda, cheia de prédio históricos e uma estátua equestre em homenagem à D. Pedro IV, até a Sé do Porto, um dos monumentos mais antigos de Portugal.
       
      A arquitetura da catedral é uma mistura de estilos. Inicialmente o românico, percebido na estrutura geral do prédio, mais comprido do que alto e sem muitas janelas, a herança gótica é visível especialmente no pátio interno, cheio de arcos ogivais, e finalmente o barroco, que está presente em todo o interior, assim como em alguns detalhes da fachada. À toda essa miscelânea se adicionam ainda imensos painéis em azulejo azul e branco e mais uma vista da cidade (sim, tem muitos lugares onde é possível ver essa cidade de cima rs!).
       
      Pra fechar o dia fomos finalmente conhecer a família portuguesa do namorado, mal entramos na rua, de taxi e uma das mulheres já veio correndo nos receber, disse que a tia-avó do Dan estava esperando ansiosíssima sentada em uma cadeirinha na calçada desde a hora em que ele ligou (umas 15h)! Não podíamos ter sido mais bem recebidos, todos estavam felizes demais em rever ou conhecer o parente brasileiro, ligaram pra todo mundo que morava perto ir lá nos dar um oi e até pra quem morava em outro país, pra contar que ele estava lá! Todos são super simpáticos e com um senso de humor muito peculiar dos portugueses, além disso não sabiam mais o que fazer pra nos agradar, era vinho, era bolinho de bacalhau… tudo maravilhoso! Fomos embora depois de levar uma bronca enorme porque estávamos num hotel e não ficamos lá rs, mas já prometemos que da próxima vez vamos nos redimir.
       

       
      DIA 2
       
      Nosso segundo dia pela terrinha começou com uma visita a Igreja de Santo Ildefonso. A fachada de azulejos azuis e brancos conta algumas passagens da vida do santo e no interior há uma mistura de estilos com destaque para o altar barroco.
       
      Bem pertinho de lá fica a Estação ferroviária São Bento, inaugurada em 1896. Ela é toda forrada por dentro com painéis de azulejos com cenas históricas portuguesas e padrões decorativos, maravilhoso! Pode parecer um pouco (ou muito) repetitivo falar tanto dos azulejos, mas é irresistível, em Portugal eles estão por toda parte e é justamente esse seu charme especial.
       
      Depois fomos nos perdendo até chegar na região do Palácio da Bolsa, um belo prédio rodeado por jardins super bem cuidados, não entramos mas o lugar é bem recomendado por quem já fez a visita.
       
      O próximo ponto foi o Conjunto de São Francisco, que conta com a Igreja da ordem terceira de São Francisco, um dos melhores lugares para admirar a chamada talha dourada (técnica de esculpir em madeira e revestir com ouro), junto com a Casa do Despacho, que funciona também como um pequeno museu de arte sacra, e o Cemitério Catacumbal, este último um tanto perturbador, trata-se de um andar subterrâneo com jazigos pela sala toda e ainda uma grade no chão onde se vê um “depósito de ossos”… bem mórbido!
       
      Pelo menos ao sair dá pra relaxar com uma linda vista do Douro, aquela região às margens do rio chama-se Ribeira, o que era a algum tempo atrás considerada uma área decadente, hoje é bastante turística e encanta os visitantes com suas ruelas e casas coloridas, é um dos pontos mais agradáveis pra sentar e comer um bolinho de bacalhau!
       
      Os simpáticos barquinhos lá ancorados serviam antigamente para o transporte de barris de vinho, já que do lado de Vila Nova de Gaia existem muitas caves de vinho do Porto (já chegaremos lá), mas se não me engano hoje a maioria serve como embarcação turística.
       
      Hora de conhecer o outro lado do rio, a região de Vila Nova de Gaia. A passagem principal entre os dois lados é a magnífica Ponte Luis I, projeto do engenheiro Théophile Seyrig que já foi parceiro de Gustave Eiffel, responsável pelo projeto da Torre Eiffel, daí a semelhança entre as duas estruturas. A ponte, cartão postal da cidade, é constituída por dois tabuleiros, um em cima, por onde passam metrô e pedestres e um em baixo, também para uso de pedestres e de carros.
       
      Chegando à outra margem do rio encaramos uma imensa subida para chegar até a cave da Graham’s. Tem várias opções por lá, escolhemos essa pois era onde o tio do Dan trabalhava. A visita passa pelos enormes tonéis, pelos barris, pelas caves… tudo com explicação do guia, e no final, a melhor parte, a degustação! E foi aí que descobrimos que lá eles tomam vinho do porto como um vinho normal, não como um aperitivo após a refeição, como fazemos aqui!
       
      Pra finalizar o dia com mais uma vista linda da cidade, e também descansar um pouquinho antes de ir jantar com a família do Dan, subimos até o Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar. É interessante observar o fragmento que sobrou das chamadas Muralhas Ferdinandas, construídas no século XIV, quando o Porto estava em crescimento e precisava expandir a área protegida da cidade.
       
      No dia seguinte alugamos um carro e seguimos para Lisboa, parando em Coimbra, Fátima e Sintra, onde fica o maravilhoso Palácio da Pena.
       
      Relato original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/porto-e-vila-nova-de-gaia-parte-i/
    • Por ALIRIO GABRIEL
      OLÁ, MEU PASSAPORTE FORA CARIMBADO NO DIA 08-10-19 (MADRID), ATUALMENTE ESTOU EM PORTUGAL, PORÉM SURGIU UMA OPORTUNIDADE RELACIONADA A UMA VIAGEM PARA PARTICIPAR DE UM EVENTO EM MOÇAMBIQUE, EVENTE ESTE COM DURACAO DE 4 DIAS, NO ENTANTO PRETENDO VOLTAR PARA PORTUGAL. MEU VISTO É DE TURISMO (90 DIAS). ISTO É POSSÍVEL OU O CARIMBO É DE ENTRADA UNICA ?  

      (MEU CARIMBO TEM A DATA E EM SEGUIDA UM PEQUENO ESPACAMENTO COM UMA NUMERAÇÃO 07)
    • Por Mari D'Angelo
      Leia aqui o texto original com fotos e gráficos!
       
      Quem tem um bichinho de estimação sabe, dói viajar sem eles! Mesmo deixando com alguém de confiança ou em um hotelzinho, ficamos sempre preocupados, querendo saber como estão e sofrendo por estar longe.
      Viajar de avião com animais de estimação requer um processo geralmente demorado, trabalhoso e não exatamente barato. Mas garanto que todo o esforço vale a pena!
      O ideal é começar o processo com uns 5 meses de antecedência. Muitos passos são os mesmos para diferentes destinos, mas a documentação e as vacinas necessárias podem mudar de país para país e de acordo com o animal. Vou relatar detalhadamente aqui o nosso caso, viajando com um cão, de Lisboa para São Paulo (ida e volta) com a TAP. Ou seja, fizemos todo o processo em Portugal, podem haver diferenças caso o processo seja feito no Brasil.
      Espero que esse relato te ajude a também viajar com seu bichinho, pois achei bem difícil conseguir informações concretas nos sites das cias aéreas e órgãos responsáveis!
       
      Passo a passo para viajar de avião com animais:
       
      1. Colocar o chip no animal
      O primeiro passo de todos é fazer a implantação do chip. Atualmente isso é obrigatório para todos os animais com viagens de/para a Europa. É lá que vão constar todos os seus dados e dos dados dele/a caso aconteça alguma coisa.
      Quando adotei o meu, na Casa dos Animais de Lisboa, ele já tinha o chip. Caso o seu não tenha, procure um veterinário de confiança para te orientar e fazer a aplicação.
       
      2. Dar a vacina da raiva
      Em alguns países, como Portugal, a raiva está erradicada, mas para viagens à países com risco, como o Brasil, a vacina é obrigatória! Em Lisboa, a Câmara Municipal tem um programa de vacinação que leva uma base móvel cada semana a um bairro. O custo é de 5 euros, veja aqui a programação.
      A vacina também pode ser dada no veterinário, e é importante fazer isso depois da colocação do chip, caso contrário será preciso aplicar a vacina novamente depois desse passo.
      Verifique atentamente se a data e outros dados inseridos na carteira de vacinação do animal estão certas, e peça sempre o selo comprovante
       
      3. Exame de sorologia (titulação de anticorpos contra o vírus da raiva)
      Depois de vacinado contra a raiva, é preciso submeter o animal ao exame de sorologia. É como um exame de sangue, que servirá para verificar se a vacina está fazendo efeito.
      Para isso vá ao seu veterinário de confiança e avise que o motivo é uma viagem para o Brasil, pois o exame só será válido se feito em laboratórios certificados para este fim. É muito importante que o laudo final seja algo como este da imagem. No nosso caso havíamos recebido um outro mais simples e não era válido oficialmente.
      A sorologia pode demorar até 3 meses para ficar pronta. Nós recebemos o resultado muito rápido, mas é melhor contar com esse prazo para programar a viagem.
      Uma observação importante: O resultado do exame deve ser igual ou superior à 0,5 U.I./ml. Caso o valor seja menor, vai ser preciso vacinar novamente e submeter o animal à sorologia outra vez, ou seja, mais possíveis 3 meses.
      Em Lisboa pagamos € 150,00 nesse exame. Ele é válido por toda a vida desde que as vacinas estejam sempre em dia.
       
      4.Comprar a passagem
      É claro que esse passo pode ser feito a qualquer momento, mas recomendo que já comece a pensar nisso assim que marcar a sorologia. É importante ser feito com antecedência pois nem todas as cias aéreas aceitam animais e as que aceitam podem ter uma limitação de no máximo 3 por voo. Vamos combinar que já é difícil achar um voo que se encaixe no nosso orçamento e planejamento, né? Melhor não arriscar.
      Assim que comprar a sua passagem, é preciso ligar na cia aérea para comprar a passagem do animal. Depois há um tempo até a transação ser aprovada e você recebe o comprovante por email.
      Pela TAP nós pagamos, só a parte dele, 400 euros ida e volta (são 200 por trecho). Isso varia muito se o cão ou gato vai na cabine ou porão e o peso total dele + a caixa de transporte. Veja aqui uma tabela com esses valores e outras informações da cia aérea sobre viagens com animais.
      Geralmente o peso máximo limite para que o bichinho possa ir na cabine é de 8kl (animal + caixa de transporte). O Banoffe foi no porão pois além de ele pesar mais que isso, é muito alto e não caberia na caixa de transporte de cabine (vou explicar sobre isso mais pra frente).
       
      5. Comprar a caixa de transporte
      Algumas cias aéreas aceitam animais de pequeno porte ou cães-guia na cabine. Nesse caso, uma caixa de transporte maleável é suficiente. Se o seu pet for no porão, terá que ir em uma caixa de transporte rígida e compatível com os padrões da IATA, que basicamente são:
      O animal tem que caber na caixa em pé e sentado, sem encostar a cabeça no teto; Ele tem que conseguir dar uma volta completa em torno de si mesmo; A caixa tem que ser rígida, com uma porta de metal e aberturas para ventilação em pelo menos 3 lados, A caixa não pode conter rodinhas. Caso tenha, vai ser preciso retirá-las antes de embarcar. Nós compramos o modelo Skudo da marca Trixie. Como não estava muito fácil encontrar uma que se encaixasse no tamanho dele, não tivemos tantas opções, mas ela atendeu perfeitamente às nossas necessidades. Pagamos € 101,99 na loja Fish Planet.
      O ideal é comprar a caixa o quanto antes depois de comprar a passagem, assim você já vai acostumando seu pet com ela e ele vai ficar menos tenso no dia da viagem.
      No nosso caso o Banoffe se acostumou super rápido, colocamos a caminha dele dentro da caixa e no segundo dia já entrava sozinho para dormir lá. Com o tempo colocamos também a porta e de vez em quando fechávamos com ele dentro e ficávamos interagindo com ele.
      No dia da viagem, forre a caixa com tapetes higiênicos, coloque a caminha dele ou o cobertor onde ele esteja acostumado a dormir, os bichinhos ou brinquedos que ele goste (se a cia aérea permitir) e uma peça de roupa sua, para que ele fique com o seu cheiro durante o vôo.
      Para os compartimentos de água e comida, não encontramos nada pronto a um preço acessível, então o elaboramos uma solução com um suporte de shampoos de banheiro + tupperwares, deu super certo! Não tivemos problema em ser algo adaptado, mas é importante se certificar que não esteja oferecendo nenhum risco de machucar o animal.
      Certifique-se de que as travas estão todas bem presas, e se necessário coloque parafusos nos espaços livres para isso (em algumas cias isso é obrigatório). Veja também se não tem cantos pontudos ou algo que possa machucar o animal duante o vôo, se for preciso lixe ou cubra essas partes.
       
      6. Fazer o passaporte
      Sim, eles também tem passaporte! Você pode fazer esse passo quase a qualquer momento, mas recomendo ser o quanto antes, só por precaução. É na própria clínica veterinária e geralmente sai na hora.
      Pagamos € 20,00 euros pelo dele. Vai ser preciso constar lá todas as comprovações de vacinas, exames etc, pois isso será checado no aeroporto.
       
      7. Desparasitação interna e externa
      Com no máximo 15 dias antes da viagem, é preciso fazer a desparasitação interna e externa do animal. Mesmo que você vá fazer isso em casa, é preciso ir ao veterinário pois ele deve apontar qual foi o desparasitante e a data de aplicação no passaporte! Atenção, é preciso fazer os dois! Tínhamos feito só o interno e tivemos que voltar para fazer o externo também, que é obrigatório para o Brasil.
      Pagamos € 2,50 pelo interno e € 23,50 pelo externo (esse valor é para 3 meses, mas há uma opção mais barata para apenas mês).
       
      8. Atestado de saúde do veterinário
      Com no máximo 10 dias antes da viagem é preciso levar o cão ou gato ao veterinário para que seja examinado e pegar o atestado dizendo que está apto para viajar.
      Atenção: Em Portugal o atestado deve ser como esse da foto. Ao solicitar esse documento ao veterinário, lembre-se de dizer que é para uma viagem intercontinental, caso contrário pode ser que receba um atestado comum, que não é válido para viagens.
       
       9. Entregar a documentação na DGAV
      Estamos chegando na fase final! Caso esteja viajando de Portugal para o Brasil, vai ser preciso reunir todos esses documentos acima e entregar na DGAV (Direção geral de Alimentação e Veterinária). Recomendo fazer isso assim que tiver o atestado do veterinário (ou seja, entre 9 e no máximo 3 dias antes da viagem), só pra garantir caso tenha que refazer alguma coisa.
      Na unidade de Lisboa não é preciso marcar horário, normalmente funcionam de segunda à sexta, das 9h-12h30 e das 14h-17h30. Clique aqui para mais informações.
      Os documentos necessários são:
      Passaporte do animal Atestado do veterinário Resultado da sorologia Carteira de vacinação Formulário que vão te entregar lá mesmo preenchido (com dados do voo, endereço de origem e destino e etc). Com isso eles vão te fornecer o Certificado Veterinário Internacional (CVI), um papel que vai juntar toda essa informação para que você entregue quando chegar no destino.
      O custo foi de 25 euros e ficou pronto no dia seguinte (mas isso não é uma regra).
      Se o seu pet tiver um passaporte europeu (que substitui o CVI na volta para a Europa) ou se for voltar em menos de um mês, o prazo não importa muito. Caso contrário é preciso ficar atento pois no Brasil o CVI tem validade de 30 dias.
       
      10. Check-in
      No dia da viagem, chegue com pelo menos 3 horas de antecedencia para garantir um embarque tranquilo. No nosso caso, fomos pela TAP e era só se dirigir ao balcão normal de check-in. Além das malas, o animal será pesado, assim como a caixa de transporte. Você receberá um termo de responsabilidade para ler e assinar.
      Pudemos ficar com ele até 1h antes do embarque, achei melhor assim para que ele ficasse menos tempo sozinho.
      Tente deixá-lo o máximo alimentado e hidratado possível, e leve sempre com você alguns tapetes higiênicos, saquinhos e panos para limpar as possíveis necessidades que eles farão dentro do aeroporto!
      Conversei bastante com a veterinária sobre como deixar ele mais tranquilo na viagem e ela me recomendou o Sileo, um calmante leve em forma de gel para darmos um pouco antes da viagem.
      Verifique se a sua cia aérea permite tranquilizantes e não dê algo muito forte, pois ou eles podem perder muito a consciência e não conseguir reagir caso precisem, ou, dependendo do calmante, eles relaxam por fora, mas o cérebro continua muito ativo por dentro, o que pode deixá-los angustiados! Fale com seu veterinário para chegar à melhor solução!
       
      11. Embarque
      Agora vem a hora mais tensa de todas, entregar o bichinho! Primeiro a funcionária da TAP nos leva para passar a caixa em um Raio X, em seguida vamos até o setor de cargas onde colocaremos o animal na caixa. É nessa hora que você coloca água e comida. Segundo eles, ninguém vai lá checar durante o vôo, então é bom colocar uma boa quantidade, só tomando cuidado para não correr o risco de cair com as manobras do avião.
      Lembrando que a caixa deve estar forrada com tapetes higiênicos e é ideal deixar o espaço o mais confortável e conhecido para ele. Deixe lá uma peça de roupa com o seu cheirinho!
      Também coloquei plaquinhas com a foto, o nome dele, origem, destino e número do vôo e nossos contatos em Portugal e no Brasil. Precaução nunca é demais, né?!
      Ps. Mães, agora entendo o que vocês sentem quando deixam os filhos na escola no primeiro dia de aula ou os vêem passando pela porta de embarque para um intercâmbio, que angústia!
       
      12. Desembarque
      Ao chegar no Brasil, é preciso se dirigir à esteira de bagagens especiais (que fica parada, não é como as de bagagens convencionais, claro!). Quando chegamos ele estava lá sozinho! Achei isso meio absurdo, mas Ok.
      Seguimos então para a Vigiagro, que fica logo após a polícia federal. Lá recolheram o certificado internacional e verificaram o passaporte, informando que para a volta deveríamos checar a legislação de Portugal.
      Ele parecia bastante tranquilo quando o pegamos. Um pouco assustado, mas logo que saiu da caixa já abanava o rabinho e caminhava normalmente!
       
      13. Volta
      Na volta a coisa já foi um pouco mais complicada.
      No caso de voltar para Portugal, é preciso entrar em contato por escrito com o Ponto de Entrada dos Viajantes pelo menos 48 antes da chegada, informando os dados do voo (confira aqui a lista de emails de acordo com a cidade de destino). Por segurança enviamos também todos os documentos do cão para conferir se estava Ok e se precisava de mais alguma coisa. A resposta foi que estava tudo correto e só seria necessário apresentar o passaporte dele no check-in.
      Só que chegamos lá e pediram também o CVI, alegando então que ele não poderia embarcar pois o documento estava datado com mais de 30 dias. Como era regresso à Portugal, o passaporte europeu é válido em substituição ao certificado sanitário (essa informação constava inclusive no folheto que nos deram na chegada ao Brasil para saber como proceder na volta).
      Depois de muita troca de informação entre a funcionária do balcão (muito atenciosa) e o superior dela (que deu de ombros para o nosso caso), conseguimos embarcar graças ao email da DGAV confirmando que estava tudo Ok.
      No Brasil as regras são um pouco diferentes. O animal não pode estar de roupa nem coleira e não podem ter brinquedos ou outros itens que possam ferí-lo durante a viagem. É preciso preencher diversos formulários e colar na caixa os adesivos que eles fornecem.
      Depois é como em Portugal, a caixa de transporte passa pelo raio-X, você coloca água e comida para o bichinho e entrega ele.
      Ao chegar no Aeroporto de Lisboa, há uma porta perto da esteira 9 onde ele vai ser entregue. A hora que ele chegar, um funcionário vem avisar e confere a passagem.
      A última coisa é passar pela consulta do veterinário lá dentro do aeroporto mesmo. Eles verificam o chip, conferem os documentos e pronto! Essa consulta é obrigatória e custa 40 euros.
       
      Custo total em euros baseado na nossa experiência: Lisboa – São Paulo (ida e volta)
      Vacina da raiva: 5,00 Sorologia: 150,00 Passagem (do cão): 400,00 Passaporte: 20,00 Caixa de transporte: 101,99 Desparasitação externa (Bravecto): 23,50 Desparasitação interna (Caniquantel Plus): 2,50 Consulta para pegar o atestado do veterinário: 30,00 Certificado veterinário na DGAV: 25,00 Tranquilizante (Sileo): 10,00 aproximadamente  Exame pericial veterinário no aeroporto de Lisboa: 40,00 TOTAL: € 807,99
      (não esqueça de contar outros gastos como os tapetes higiênicos, saquinhos de recolher o cocô etc)
       
      Links úteis:
      DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) Vigiagro (Vigilância Agropecuária Internacional) Consulado Brasileiro em Portugal Consulado Português no Brasil TAP Aeroporto de Lisboa Viajar com animais (blog com muita informação / E-book)  
      O ideal é ter sempre o acompanhamento do seu veterinário de confiança. Em Lisboa recomendo o Hospital Veterinário Arco do Cego. É 24h e a equipe sempre foi muito atenciosa com o Banoffe!
      Como eu disse, tudo pode mudar de caso para caso, então certifique-se sempre de toda a documentação necessária com a cia aérea e os órgãos responsáveis dos dois países.
      Peço desculpas pelo texto tão longo, mas senti muita falta de explicações detalhadas e centralizadas quando foi minha vez, então espero que isso ajude você que também quer levar seu bichinho para outro país! 
       
      Leia aqui o texto original com fotos e gráficos!


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