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CatarinaCSantos

MOCHILÃO FRANÇA / ITÁLIA / HOLANDA - GASTO MÉDIO

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Olá! ☺️

Vou partir de São Paulo em 30/09 para um mochilão de 18 dias na Europa.

Estou com as passagens compradas para conhecer França, Itália e Holanda. 

Minha dúvida no momento é se eu consigo sobreviver esses 18 dias com R$ 5.000,00 (cerca de 1.000 euros) sem contar as hospedagens.

Saberiam dizer o custo médio por dia nesses países?

Estou aceitando dicas dos principais pontos turísticos que eu não posso deixar de conhecer nesse roteiro e que não sejam tão caros.

 

Obrigada! 😁

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17 minutos atrás, CatarinaCSantos disse:

Minha dúvida no momento é se eu consigo sobreviver esses 18 dias com R$ 5.000,00 (cerca de 1.000 euros) sem contar as hospedagens.

Saberiam dizer o custo médio por dia nesses países?

1.000 euros dividido por 18 dias dá em torno de 55 Euros por dia.

O quanto que você vai gastar depende unicamente das suas escolhas lá na hora, o máximo que podemos fazer é citar alguns valores para você avaliar, por exemplo:

- Um almoço ou jantar num restaurante simples de Paris ou Amsterdam, pedindo o prato mais barato + algo para beber e ajudar a comida descer custa entre 16 e 20 Euros

- Um lanche na rua, numa padaria, lanchonete, supermercado, etc, custa entre 3 e 5 Euros, dependendo do que você comprar

- Um café, chocolate-quente, chá, suco, refrigerante, taça de vinho, cerveja num restaurante, café ou pub custa entre 3 e 5 euros dependendo do local

- Ingressos para as atrações turísticas e passeios mais legais custam entre 10 e 15 Euros

- Passagem de metrô e ônibus custa uns 2 Euros...

 

Ou seja, se você for almoçar um restaurante simples já vai uns 20 euros, se fizer as demais refeições do dia comendo lanche de rua ou supermercado, vai mais uns 10 a 15 Euros, você não vai atravessar meio mundo para ficar passando vontade do lado de fora das atrações, então põem mais 10 a 15 euros por dia de ingressos, some mais uns 5 Euros de metrô/ônibus

Somando tudo, chegamos numa estimativa de gastos na faixa de 45 a 55 euros de gastos por dia com comida, passeios e metrô/ônibus.

Claro que isto é uma estimativa, o valor final exato vai depender das suas escolhas lá, em alguns dias você vai gastar 70 Euros, em outros vai gastar 30 euros, mas numa média, a maioria dos mochileiros acaba gastando mesmo entre 40 e 50 euros por dia fora as hospedagens.

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29 minutos atrás, CatarinaCSantos disse:

Estou aceitando dicas dos principais pontos turísticos que eu não posso deixar de conhecer nesse roteiro e que não sejam tão caros.

Você já tem todas as passagens compradas, inclusive as passagens entre as cidades lá na Europa? Ou ainda tem que comprar as passagens locais?

Sugestão de leitura para você mesma poder decidir o que visitar:

Paris: https://www.google.com.br/search?q=roteiro+5+dias+paris
Amsterdam: https://www.google.com.br/search?q=roteiro+3+dias+Amsterdam
Roma: https://www.google.com.br/search?q=roteiro+3+dias+Amsterdam

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3 horas atrás, CatarinaCSantos disse:

França, Itália e Holanda.

Cada cidade é uma realidade! Quais cidades exatamente irá em cada um desses países? Esse é o primeiro ponto!

- Transporte publico

Foi algo que me surpreendi um pouco esse ano. Em Guent na Bélgica paguei 2.9 euros (e isso é caro!), em Amsterdam sai por 3,00 euros e o valido por 24 hrs 7.5 euros. Surpreendentemente Paris custa 1.9 e se você comprar 10 tickets ainda rola um desconto caindo para 1,45 euros. Estive em Roma o ano passado mas não lembro do preço...

- Comida:

Depois de ler algumas opiniões aqui no Blog e no grupo de viagens que participo mudei um pouco meus conceitos. Realmente gosto de sentar num restaurante e comer legal, e se o viajante esta em condições recomendo que o faça! Mas constatei que existem sim alternativas para um orçamento mais apertado.

a) Em Paris na rede Picard você encontra comida congelada a um preço muito acessível. Se você tiver a disponibilidade de um microondas no seu Hostel/Hotel você gasta menos de 15 euros com almoço e jantar. Claro que não sera uma comida de Chef, mas as pessoas que já comeram comentam que a comida não é ruim! Queijos, pães, embutidos, sanduíches prontos e vinhos em supermercados também são uma alternativa para uma "refeição" em torno de 10 euros ou menos...

Saindo do cenário supermercado... você encontra as famosas "formule". Nada mais são que menu's entrada + prato ou prato + sobremesa ou entrada+prato+sobremesa há um preço mais em conta. Não vá nos restaurantes das ruas principais, de frente para as atrações turísticas, com cardápios expostos em diversas línguas... procure nas ruas mais internas, estabelecimentos pequenos, geralmente com o menu em frances! E muito importante almoço é entre 12:00 e 14:00, fora isso é armadilha turística.  Nesses termos, é possível um almoço  descente entre 15 e 20 euros em Paris. Pagando um pouco menos tem os asiáticos... 10 a 15 euros. Para "jantar"... o dinner mesmo ai mais caro (sentar num restaurante bonitinho... entrada...prato...bla bla bla...). Alternativas... os famosos crepes na faixa de 10 euros, as vezes menos. Pizza... Voce acha na região de Saint Martin e Quartier Latin opções econômicas a noite.

Em qualquer restaurante, dos mais refinados aos mais simples, você pode pedir "Une carafe d'eau" (uma jarra de água potável da torneira) - em alguns lugares uma garrafa de água mineral custa caro! Para beber alcoólico você pode arriscar um "avez-vous a pichet?" - Trata-se de uma jarra de vinho da casa, geralmente mais barato que suco da fruta e os vinhos do cardápio.

b) Em Amsterdam você tem a opção da rede de supermercados ALBERT HEIJN onde encontra saladas, tortas, pães...tem ate Sushi em um próximo ao museu de Van Gogh...tudo por menos de 10 euros. Tem o Foodhallen (Bellamyplein 51, 1053 AT Amsterdam, Países Baixos) com opções entre 10 e 15 euros... tema rede FEBO com salgados em torno de 5 euros.

c) Roma segue o mesmo raciocínio de Paris, embora seja um pouco mais barata que Paris e Amsterdam.

Anos passado perto Vaticano, na Osteria Veneriana, comi um banquete por 23 euros (Salada + um prato de massa + um prato de carne + sobremesa + cafe + 1 L de água)... mais uma vez seguindo a logica de procurar as ruas mais internas, afastadas da frente das atrações turísticas e das praças... 

Em todo lugar tem Bob's, McDonalds e Burger King onde come-se com menos de 10 euros um menu completo.

Fuja de lugares como esses da foto abaixo, ai é para pedir um drink e apreciar a vista. Comida geralmente é cara e ruim. 

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Continuo a resenha mais tarde...

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Para resumir, 55 euros é um valor bemmmmm apertado! Principalmente para Paris e Amsterdam. Limitações irão existir... mas se o seu objetivo é somente sair andando pela cidade, entrar em poucas atrações e manter-se alimentada abrindo mão de degustar pratos tradicionais ou bebidas alcoólicas... é possível sobreviver.

Acho que 100 euros/dia é um valor confortável para fazer duas refeiçoes completas,  01 ou 02 atrações pagas por dia, bebida alcoólica,  lanche... vida noturna alguns dias da semana, transporte, uber ou taxi se houver necessidade. Alguns dias gastando menos outros gastando mais.

Lembre-se que a temperatura estará fria desfavorecendo a passeios ao ar livre. Chove, as vezes neva... venta... no verão em alguns dias peguei 13º, não raro 16º... 

Um outro detalhe é que alguns países estabelecem quantia minima para entrar: Onde fara a imigração (primeiro país que aterrizara em solo Europeu)? Na Espanha por exemplo tem um piso de 600 euros (aproximadamente) e ainda um minimo de 70 euros / dia...

Haaaaaaaaaaaaaa.... já ia esquecendo: Em Roma tem um lance muito legal!! O Aperitivo - Funciona assim, geralmente a entre as 17:30 e as 20:30, você paga um drink e tem acesso ilimitado a um buffet de tapas, caldos,  massas , embutidos, queijos, etc... Muiiiiiiitos estabelecimentos em Roma oferecem o Aperitivo... fica ligada.

 

 

 

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    • Por Thaís Liege
      Resolvi fazer esse relato pra contar sobre a minha viagem para a Itália entre dezembro/2018 e janeiro/2019, desde os preparativos até o retorno.
      PASSAGENS
      Comprei minhas passagens meio que no susto, no mês de novembro para datas em dezembro. Como só consigo pegar férias a partir do dia 20 de dezembro, fico sempre dependendo de promoções, porque mesmo comprando com antecedência, os valores estão lá no alto.
      Comprei as passagens no site da Latam, sendo que o valor de ida e volta, já com as taxas ficou em R$ 2.080,48.
      Na ida, eu sairia de Guarulhos no dia 24/12, às 23h15 (sim, para economizar, nem Natal a gente comemora), fazendo escala em Madrid e chegando em Milão - Malpensa no dia 25/12, às 17h45.
      Na volta, o voo seria direto, saindo de Milão – Malpensa, no dia 11/12, às 19h05 e chegando em Guarulhos às 04h50.
      Ocorre que o meu voo de ida foi cancelado. Belo início de viagem, mas isso é assunto para processinho hahahaha...
      A cia aérea me realocou em um voo para Frankfurt no dia seguinte (25/12), às 23h00. Como no dia 26/12 eu já tinha viagem de Milão para Veneza, conseguiram que eu pegasse um voo de Frankfurt direto pra lá, pela Lufthansa. O resultado é que perdi um dia em Veneza. Sorte de pobre soberbo.
       
      Comprada a passagem, fui para os preparativos e entre eles, estava descobrir o que era necessário para que não fosse extraditada ainda no aeroporto.
      Basicamente, era necessário passaporte com validade superior a 3 meses, passagem de retorno ao Brasil, reserva dos locais em que ficaria hospedada, o seguro saúde e comprovação de recursos financeiros para me manter lá durante a viagem.
      Passaporte e passagens em ordem, precisava arrumar os demais.
       
      SEGURO SAÚDE
      Para o seguro saúde, é necessário dar mais uma pesquisada por conta das coberturas necessárias. Também chamado de Seguro Schengen, por conta do Tratado de mesmo nome que visa dar livre circulação de visitantes entre os países signatários (entre eles a Itália), o seguro saúde para a Europa precisa de ter uma cobertura de no mínimo 30.000 euros, além de cobrir traslado de corpo e outras coisas.
      Para encontrar o que se encaixava nas minhas necessidades, eu usei um dos buscadores de seguro que tem na internet (não lembro o nome) e acabei optando pelo AC 35 Europa, da Assist Card, que custou R$ 179,85, do dia 24/12/2018 à 12/01/2019. Lembro que antes pesquisei pra ver e muitas pessoas que precisaram de usar o seguro, tinham falado bem da agilidade e atendimento deste, sem qualquer tipo de problemas.
       
      COMPROVAÇÃO DE RENDA
      A comprovação de renda você pode fazer de várias formas. Pode levar um travel card (cartão pré-pago) carregado, com o extrato de quanto tem nele, ou então um cartão de crédito, com comprovante do limite. Apesar de essas opções trazerem um pouco mais de segurança por não ficar andando com um monte de grana por aí, tem que ter em mente que a cotação diferenciada do travel card e o IOF do cartão de crédito podem pesar do bolso. Por exemplo, quando fui atrás disso, a diferença de cotação para dinheiro vivo e para carregar o cartão pré-pago era de quase 20 centavos por euro.
      Por conta disso, preferi levar tudo em dinheiro mesmo (cotação de R$ 4,59) e não tive nenhum problema com isso. Na maioria das vezes eu levava tudo comigo quando saía, em uma doleira (as várias camadas de roupas escondiam o volume da minha pequena fortuna). Nas poucas vezes que deixei nos armários dos hostels, não senti falta de nada.
      Ao todo, levei 900 euros e voltei com 164,64 euros, o que deu quase 40 euros por dia de alimentação, transporte dentro das cidades, lembrancinhas, algum passeio que resolvia fazer no dia e as diárias de Bolonha e de Florença, que paguei na hora.
       
      Feitos alguns dos preparativos, era hora de decidir o roteiro, para poder fechar as acomodações e os deslocamentos dentro da Itália.
       
      ROTEIRO
      Tive que levar em consideração que parte da viagem eu faria junto com um amigo que já estaria na Itália e parte faria sozinha, mas isso em nenhum momento foi problema, tanto que fechamos os mesmos destinos, só que em ordem inversa.
      Como eu chegaria e voltaria para o Brasil por Milão, Ficou assim o meu roteiro:
      25/12 à 26/12 – Milão
      26/12 à 28/12 – Veneza
      28/12 à 30/12 – Bolonha
      30/12 à 03/01 – Roma
      03/01 à 06/01 – Florença
      06/01 – Pisa
      06/01 à 09/01 – Turim
      09/01 à 11/01 – Milão
       
      ACOMODAÇÕES
      Decididos os locais e datas, passei a pesquisar as acomodações, optando por hostels que ficassem próximos ao transporte público e de restaurantes e bares, pois apesar de querer algo econômico, não queria cozinhar, já que um dos motivos para eu estar indo para Itália era pra comer bem.
      Todas as minhas reservas foram feitas pelo Booking.
      Como perdi minha diária em Milão por conta do cancelamento do meu voo, nem vou comentar sobre o mesmo.
      Veneza - Generator Venice – 2 diárias = 37,40 euros para quarto misto, com 16 camas, banheiro compartilhado e sem café da manhã.
      Mesmo tendo muitas camas, achei o espaço muito bom, sendo que cada cama tinha seu gaveteiro, além de ser super quentinho.
      O banheiro pelo que eu vi tem um por cada andar. Ele era BEM pequeno no geral e mais ainda nos dois boxes para banho, mas nada que fosse extremo e a limpeza dele era ok.
      O mais legal é que esse hostel tem um bar no térreo, frequentado tanto por hospedes quanto por pessoas de fora. Lá eles servem algumas coisas no café, além de massas, pizzas e drinks. Um ambiente muito legal, com mesa de sinuca, cadeiras, sofás e música.
      A localização também é ótima, porque apesar de não ficar em Veneza e sim na Ilha de Giudecca, ele fica de cara para a Praça de São Marcos, tendo dois pontos de barco muito próximos, com travessia de no máximo 5min. até Veneza.
      Bolonha – Dopa Hostel – 2 diárias = 60 euros para dormitório feminino, com 6 camas, banheiros compartilhados e café da manhã incluso.
      Esse foi o meu hostel favorito na viagem toda. As camas eram no estilo capsula, só que no tamanho GG, tanto que dava pra ficar sentado lá dentro, além de ter uma cortininha para maior privacidade. Uma das hostess era maravilhosa, na minha primeira noite ela fez risoto ao funghi pra mim e uma galera que estava conversando na cozinha, sem cobrar nada, além de conversar com todos e ter belas recomendações da cidade.
      Tinham 3 banheiros, mas daquele tipo de banheiro de casa mesmo e sempre limpos.
      Aqui foi o único lugar que encontrei café da manhã com comida salgada, como pão, torrada, queijo parmegiano reggiano, salame, além de ter geleias e nuttela. Eles também tinham café, leite e chá. Uma delícia.
      Além disso, as recomendações de lugares para comer deles foram as melhores. Melhor lasanha que comi na minha vida foi de um restaurante que eles nos passaram.
      A localização em Bolonha eu acho que não tem muito segredo. Andamos a pé para todos os cantos. 
      Roma – Roma Scout Center – 4 diárias = 104,76 euros para dormitório feminino, com 4 camas, banheiro compartilhado e café da manhã incluso.
      Esse hostel foi escolhido porque não tínhamos mais tantas opções, já que estava muito próximo da viagem e englobava o réveillon.
      Apesar disso, foi um bom hostel. O quarto dava para uma varanda e tinha armário. O aquecedor que era meio desregulado, ou você estava com frio, ou com calor.
      O banheiro era ok, estilo de colégio e a limpeza também não tenho do que reclamar.
      O café da manhã só tinha uma torradinha pra quebrar o açúcar de geleias, pastéis de massa folhada com recheio doce, cereal, entre outras coisas. Apesar disso, era muito bom e tinha até água com gás.
      Ponto negativo é que não tinha área comum, sendo que você acabava conversando apenas com o pessoal que estava no seu quarto.
      A localização era boa, apesar de não estar próxima às principais atrações da cidade. Esse hostel fica próximo a várias estações de metrô e da estação de trem de Tiburtina. 
      Florença – Emerald Palace – 3 diárias = 69 euros para quarto misto, com 4 camas, banheiro privativo e café da manhã.
      Hostel limpo e confortável.
      Pelo que eu entendi, quem cuida do hostel é uma senhora e o filho. Essa senhora era a simpatia em pessoa. Apesar de falar pouquíssimas coisas em inglês, ela tentava entender a todo custo. No café ela prepara torrada e cappuccino para todo mundo.
      Esse hostel fica MUITO bem localizado. Em frente à Basílica de San Lorenzo, pouquíssimas quadras da Duomo, dos principais Museus e tem diversos restaurantes e bares à sua volta, mas também não tinha lugar para interação entre os hóspedes. 
      Turim – Bamboo Eco Hostel – 3 diárias = 72 euros para quarto misto, com 6 camas, banheiro compartilhado e café da manhã.
      Hostel ok, não tenho maiores reclamações.
      Fica longe da estação de trem e dos principais pontos da cidade, mas fica super próximo de ponto do TRAM e tem restaurantes por lá, inclusive em frente, tem um boteco brasileiro que estava fechado justamente no período em que estava na cidade.
      O café da manhã também era ok, com vários tipos diferentes de leite e tinha a cozinha e uma sala de área comum. 
      Milão – Milano Ostello – 2 diárias = 44 euros para quarto feminino, com 6 camas, banheiro privativo e sem café da manhã.
      Apesar de não ter acontecido nada, achei esse um hostel meio estranho. Sei lá, mas não gostei muito.
      Para ir na área comum, tinha que descer as escadas e quando fui lá, só tinham funcionários do hostel.
      Fica longe dos principais pontos da cidade, mas a poucos metros de uma estação de metrô.
      Também está próximo de mercado e vários restaurantes.
      Gostei muito da localização. 
      *Uma coisa importante é que existe um tal de imposto municipal em pelo menos todas as cidades em que passei, que deve ser pago em dinheiro, na hora do check-in. Portanto, o valor desse imposto não está incluído no da diária e vai de 1 à 3 euros no total, para cada uma das acomodações.
       
      PASSAGENS PARA DESLOCAMENTOS NA ITÁLIA
      Já os valores com deslocamentos não teve pra onde correr, ficaram bem mais pesados, pois as passagens mais baratas já estavam esgotadas.
      Optei em fazer todas as viagens internas de trem, mas sei que em alguns trechos, principalmente os mais longos, as passagens de ônibus ficariam bem mais em conta. O ponto negativo é que de ônibus demora bem mais tempo. Também decidi por fazer essas viagens no período da manhã, o que acredito ter sido um erro. Como esse período é de inverno na Europa, amanhecia tarde e escurecia super cedo, no ponto de 17h00 parecer noite e às 20h00 eu já estar pensando em dormir. Acho que se fizesse os deslocamentos no fim do dia, teria aproveitado bem mais os curtos períodos de sol.
      Para passagens de trem pela Itália, existem duas cias, a Trenitalia e a Italo. Pelo que eu vi, a Italo opera poucos trechos, mais próximos de Milão, então a maioria dos meus deslocamentos foram todos pela Trenitalia.
      Importante observar que existem categorias diferentes. As que eu comprei foram da Regionale e da Regionale Veloce, que não tem assento marcado e você pode pegar qualquer trem dentro das 4 horas a partir do horário para o qual você comprou a passagem, desde que seja para o mesmo trecho. Também comprei da Frecciarossa, FrecciaBianca e Intercity que não sei a diferença, mas acho que seriam os assentos marcados.
      Na real eu nem fiquei olhando essas categorias, apenas escolhi as passagens mais baratas para os horários que eu queria.
      Os custos com trem foram os seguintes:  
      Veneza – Bolonha = 12,60 euros (Trenitalia – Regionale Veloce 2ª classe)
      Bolonha – Roma = 65,80 euros (Trenitalia – Intercity 1ª classe)
      Roma – Florença = 24,90 euros (Trenitalia – Frecciarossa 2ª classe)
      Florença – Pisa = 8,60 euros (Trenitalia – Regionale 2ª classe)
      Pisa – Genova = 9,90 euros (Trenitalia – FrecciaBianca 2ª classe)
      Genova – Turim = 12,40 euros (Trenitalia – Regionale Veloce 2ª classe)
      Turim – Milão = 9,90 euros (Italo – Smart)
       
      PASSAGENS NAS CIDADES, CITY PASS E ATRAÇÕES
      Alguns city pass e atrações comprei adiantado ou para garantir, ou para agilizar as visitações. Outros ingressos deixei para comprar na hora porque sabia que não eram tão concorridos. 
      Veneza
      VeneziaUnica = 30 euros - https://www.veneziaunica.it/en
      Adquirido no site ou em postos de vendas, esse city pass tinha a validade de 2 dias e valia para ônibus e vaporetto, que é o “barco ônibus”, menos para os mais luxuosos e para o ônibus que sai do aeroporto e vai para Veneza. Esse passe pode ser utilizado no período de um ano desde a sua compra.
      Achei necessário esse city pass, primeiro porque ficaria hospedada em outra ilha, precisando de pegar barco ao menos na chegada e na saída, segundo, queria fazer o passeio para as ilhas de Murano, Burano e Torcello, terceiro, como ficar hospedada de frente para a Praça de São Pedro e não querer dar um pulinho lá? E por último, as passagens de vaporetto estavam 7,50 euros, se eu não me engano.
      No site do VeneziaUnica é possível encontrar combos em que você escolhe o que quer, dá pra colocar mais ou menos dias de transporte, visitação à museus e igrejas e muitas outras coisas.
      Eu comprei pelo site e tentei fazer a retirada do passe (que é um cartão) nas máquinas que ficam na Piazzale Roma, mas não consegui. Sorte que o ponto de venda que fica no mesmo local ainda estava aberto e a atendente me entregou. 
      Ônibus Aeroporto Marco Polo – Piazzale Roma = 8 euros
      Comprei em um guichê dentro do aeroporto e param nos pontos de ônibus logo em frente à saída. Pelo que eu vi eles também vendem lá no ônibus, antes da partida. 
      Bolonha
      Não gastamos nada com atrações e passagens de ônibus. 
      Roma
      Roma Pass = 38,50 euros - http://www.romapass.it/
      Passe com validade de 72 horas que você pode usar para o transporte público (ônibus e metrô) e também dá direito à entrada gratuita em duas atrações e à desconto em outras.
      No site você pode optar pelo passe de menos tempo também e ver quais são as atrações disponíveis pra você visitar com esse passe.
      Nós optamos por ir no Coliseu, Palatino e Fórum Romano (que valem por uma entrada), que não precisam de agendar visita, só enfrentar numa fila enorme. Também fomos ao Museu Borghese, que necessita de agendamento prévio, feito por telefone.
      No momento da compra, você deve escolher o local de retirada dos passes. Eu achei melhor retirar na estação central, sendo que o guichê fica na zona de atendimento aos turistas. Para retirar, você deve levar o número de ordem da compra (preferencialmente a confirmação enviada pelo e-mail) e o passaporte da pessoa que comprou.
      Museu do Vaticano = 21 euros - https://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/do?weblang=en&do
      Também tem que ter agendamento prévio de data e horário, feito no próprio site, na hora da compra.
      Florença
      Como fiz tudo a pé, não gastei com transporte. 
      Bilhete único para Galeria Uffizi, Palácio Pitti e Jardins de Boboli = 18 euros
      Esse bilhete tem validade para 3 dias, sendo que você só deve agendar a data (no próprio site) para visita à Galeria Uffizi, que necessariamente será a primeira das 3 atrações a ser visitada. 
      Bilhete para Galleria dell’Accademia = 16 euros
      Também deve ter agendamento prévio da visita, feita pelo site.  
      Os bilhetes de todas, ou ao menos as principais atrações de Florença estão disponíveis para compra no site https://webshop.b-ticket.com/webshop/webticket/eventlist
      Retirei ambos os ingressos na bilheteria que fica do lado de fora da Galeri Uffizi.
      Turim
      Passagem avulsa de TRAM = 2,50 euro
      Você pode comprar nas máquinas, dentro do TRAM.
      Não lembro ao certo, mas acho que paguei 12 euros na passagem de 2 dias de validade. Comprei em uma lojinha que ficava ao lado do hostel.
      Museu Egipcio = 13 euros + 1 euro para o guarda-volume
      Comprei na bilheteria do próprio museu. 
      Museu do cinema + elevador panorâmico = 11 euros.
      Foi o único museu em que eu consegui o desconto por ter 26 anos (pessoas com até 26 anos tem direito à entrada reduzida em museus e outras atrações).
      Comprei na bilheteria do próprio museu. 
      Milão
      Transporte metrô por 2 dias = 8,50 euros
      Comprei na estação central, assim que cheguei, em uma loja lá dentro.
      Não fui em atrações pagas em Milão, então não tive gastos com isso.
       
      Esses foram os principais gastos que tive com a viagem, sem considerar a conversão e o IOF das compras feitas pelos sites.
      Feitas essas considerações, passo a falar do que mais gostei de cada cidade e quais as minhas considerações sobre elas.
        
      VENEZA
      Como só tive um dia em Veneza, saindo cedo para fazer os passeios em outras ilhas, acabei só conhecendo a cidade à noite. Então não tenho muito o que comentar.
      Devo dizer que amei ficar em Giudecca e passear por ela à noite. Além de ser bem mais barato do que ficar hospedado em Veneza, dá a impressão que você está em uma ilha abandonada, com aqueles casarões antigos dando um ar ainda mais misterioso.
      Murano
      É uma ilha bem simpática e os vidros ali fabricados são mesmo muito lindos (e caros).
      Não visitei nenhuma fábrica, mas parece que o valor pra essa atividade fica entre 3 e 5 euros.
       
       
      Burano
      Toda colorida, é a ilha perfeita pra tirar fotos.
       

       
      Foi nessa ilha que almoçamos, em um restaurante que tinha o menu completo por 20 euros, sendo que você podia escolher o primeiro prato, o segundo e a sobremesa (melhor panna cotta de café).
       
      Torcello
      É uma ilha minúscula que não tem muita coisa, mas que eu achei maravilhosa e queria ter passado uma noite.
       
       
      Tinha um restaurante lotadíssimo por lá, com cheiro muito bom e valor ok. Só não paramos pra almoçar porque estava cheio de pombas (problema da Itália, que tem milhares de pombas em todos os lugares).
       
       
      BOLONHA
      A minha recomendação lá é diminuir o passo, visitar a Piazza Maggiore, almoçar uma lasagne ala bolognese (10 euros) na Trattoria del Rosso, a melhor que já comi na vida e pra gastar as calorias, subir a pé para o Santuário de Nossa Senhora de São Lucas, que estava cerca de 6km do nosso hostel e que é quase todo feito sob pórticos.
       
      Lá existem alguns museus e outras atrações pagas pra visitar, mas preferimos ir com calma e aproveitar o bom tempo que encontramos depois das temperaturas amenas de Veneza.
       
      ROMA
      Reserve um dia para visitar o Coliseu, Palatino e Fórum Romano. Essas atrações estão coladas umas nas outras, sendo que o Palatino e o Fórum estão no mesmo “parque”.
      Coliseu é um clássico e deve ser visitado, mas se fosse pra eu eleger o meu predileto, com certeza seria o Palatino e Fórum Romano. Reserve ao menos umas 4 horas pra passear tranquilamente por essas maravilhas.
       
      Sem falar que na minha opinião, lá fica a melhor e menos concorrida vista para o Coliseu.

      Outro passeio que eu amei foi a Vila Borghese e a Galeria que fica lá e que tem obras mundialmente conhecidas de Bernini, Caravaggio, da Vinci, entre outros.
      O parque é sensacional e enorme, eu também reservaria um dia pra visitar ele e a Galeria.

      O Museu do Vaticano tem um acervo fantástico, desde artefatos egípcios, esculturas gregas e pinturas de valor inestimável (Capela Sistina que o diga).
      Mas como a maioria dos lugares em que fui, estava quase intransitável de tanta gente.

      É bom se programar pra passar ao menos meio dia pra visitar o museu todo, mas acho que o ideal seria um dia todo, pra você descansar, porque o negócio é realmente MUITO GRANDE.
      Também visitei a Piazza di Spagna (lotadíssima), Fontana di Trevi (bufando de gente), Piazza del Popolo e Pantheon que são relativamente próximos. Também fui no Altare dela Patria, que achei o monumento mais bonito da cidade.
      Uma dica é deixar pra comprar as lembrancinhas da viagem em Roma, porque foi o lugar mais barato em que vi. Tem uma banca do outro lado da rua da entrada do metrô da estação central que tinha muita coisa mais em conta e o dono é um etíope muito gente boa. As miniaturas estavam por 1 euro, enquanto 3 chaveiros estavam por 5 euros.
      Outra dica, por experiência própria, é que caso você vá passar o fim de ano em Roma e quer ver os fogos, a praça em frente ao Coliseu não é muito recomendável, pois a queima de fogos ocorre no Circo Maximus, sendo que o coliseu encobre tudo. Decepção hahahahaha
       
      FLORENÇA
      A cidade mais gostosinha pra você caminhar e admirar absolutamente tudo.
      Vá à Galeria Uffizi (enorme e sensacional), à Galleria dell’Academia (David), mas principalmente, vá até o Palácio Pitti, que é um combo entre grandes obras de arte, coleções de porcelana e gemas de pedras preciosas, arquitetura, vista da cidade e a natureza dos Jardins de Boboli. Minha atração favorita.

      Para uma bela vista da cidade, também vá até a Piazzale Michelangelo, principalmente no fim da tarde.
      Uma dica é para que você aproveite para ir no mesmo dia em que visitar o Palácio Pitti, pois as duas atrações são relativamente próximas.
      Fora isso, bata perna por toda a cidade, visite a Duomo, tire várias fotos por lá e pela Ponte Vecchio e admire essa cidade que parece que realmente foi feita pra abrigar arte.

       
      PISA
      Cheguei em Pisa lá pelas 9h00 e saí de lá às 14h30. Queria ter passado uma noite por ali também.
      Amei tudo na cidade que vai muito além da torre.

      Foi aqui que comi a melhor pizza da viagem, na Pizzeria l’Arancio, que encontrei por acaso no meio do caminho, voltando da Piazza dei Miracoli pra estação.
       
      TURIM
      Praticamente ninguém de fora da Itália vai pra Turim, a não ser por conta do futebol.
      Foi um choque, porque a Itália inteira estava lotada de brasileiros, menos Turim.
      Aqui tem o segundo maior museu egípcio do mundo e um dos melhores e mais completos de cinema.
      Inclusive, o Museu de Cinema de Turim, que fica no Mole Antonelliana, é sem dúvidas o meu predileto de todos que já visitei (o segundo é o Minas Vale e o terceiro é o Nacional de Cuba).

      Você precisa tomar a bebida mais conhecida da cidade, o Bicerin, que é deliciosa, apesar de cara (5 euros no Caffe Regio).
      Também recomendo visitar o Parco Valentino, que é lindinho, principalmente no início ou no fim do dia.
       
      MILÃO
      Sem dúvidas, a Duomo merece ser o principal cartão postal, porque aquilo é lindo e incrível. E parece que as pombas acham o mesmo.

      Por ali fica a Galeria Vittorio Emanuele que eu não vi muita graça (sou pobre) e a Rinascente, loja de departamentos gigante e que na cobertura tem um bar e uma bela vista pra catedral (de graça).
      Outro ponto que amei foi o Parque Sempione, que fica atrás do Castello Sforzesco.

      Dá pra entrar no Castelo, mas eu já estava farta de museu nesse ponto da viagem hahaha
      De lá eu fui a pé para conhecer o Bosco Verticale, passando pelo Bairro de Brera que é maravilhoso, cheio de restaurantes, cafés, prédios modernos e capelas antigas.
       
      Acho que é isso. Gostei muito da viagem, mas não tanto quanto eu esperava.
      Não comi tão bem quanto imaginei (senti MUITA FALTA de arroz, feijão e carne mesmo), mas comi a melhor pizza e a melhor lasanha da minha vida por lá.
      Acho que se algum dia eu me recuperar do rombo financeiro dessa viagem, a Itália não estrará tão cedo na minha lista de destinos.
       
      Ps1: na maioria das cidades eu não tive problemas em falar inglês com o pessoal do comércio ou mesmo com transeuntes.
      Ps2: em todas as maiores ou mais movimentadas cidades por que passei tinha uma loja da Venchi, onde tomei os melhores gelatos.
      Ps3: o gelato da Amorino, na Galeria Vittorio Emanuele é bonito (e caro), mas não tão bom.
      Ps4: o trecho de viagem de trem entre Pisa e Genova é todo feito pela Costa. Tome cuidado para pegar passagens durante o dia, pra poder ver essa maravilha.
       

    • Por sirhc
      Resolvi compartilhar esse relato do nosso pequeno passeio porque muitas pessoas não conhecem a pequena Cachoeira do Monjolinho, localizada logo à entrada da cidade.
      As cachoeiras mais famosas são a Dos Amores, Toldi, Tobogã e Poção.
      DOMINGO, 27/01/2019, 9:00AM
      Fomos de bicicleta. A trilha começa na entrada da cidade, saindo da rodovia e pegando uma estrada de terra, com uma porteira.
      A estradinha passa por um terreno particular, então não recomendo entrar de carro
      Em 10 minutos já avistamos a Pedra do Monjolinho e chegamos à cachoeirinha.
      Há três "piscinas" e há uma trilha subindo a cachoeira, por dentro da água, que não fizemos mas ficará para a próxima!
      No mapa abaixo, a localização aproximada:










    • Por GreciaAugusta
      Oi! Tô vindo aqui e lendo tudo quanto é tópico aberto porque bateu o desespero de a viagem estar próxima. rs
      13/3 - São Paulo>Paris (avião)
      20/3 - Paris>Veneza (avião)
      21/3- Veneza>Florença (trem)
      23/3- Florença>Roma (trem)
      28/3- Roma>São Paulo (avião)
      Se vocês puderem me dar dicas do que fazer por lá, eu agradeço muito! Tô indo sozinha, então minha companhia será eu mesma rs.
      p.s.: eu falo o básico de francês e tenho inglês intermediário, será que consigo? 
    • Por marilia.melo
      Boa tarde!
      Estarei de férias no mês de Março e desejo viajar para a Itália. Pesquisei um pouco e vi que é um mês chuvoso e frio no país. É isso mesmo? Vocês acham que o nível de chuva pode atrapalhar o turista?
       
      Outra coisa, pretendo fazer o seguinte roteiro:
       
      Veneza ou Milão (ainda a decidir - o que acham?): 2 Dias
      Florença: 4 dias (2 dias em Florença, com bate-volta para mais 2 cidades, a decidir)
      Roma: 5 dias
       
       O que acham?



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