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Me ajudem com uma dúvida. Comprei minha primeira bota de trilha, uma Macboot, e fiquei muito em dúvida quanto ao tamanho. Entre o 39 e 40, o primeiro parecia justo demais e outro dava uma leve folga na parte de trás. Comprei a numeração menor, pois sempre ouço o pessoal falando que deve-se dar uma boa usada na bota antes pra laceá-la antes de usar na trilha. Minha pergunta é, as botas costumam mesmo dar uma boa folgada com o uso ou seria melhor eu trocar pela maior? 

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Bota pequena em trilha é encrenca na certa. Principalmente nas decidas de morro, quando seu pé  fica se projetando para a ponta da frente. Ao usar a bota, normalmente ela encaixa em seu pé melhor, mas não aumenta tanto assim de tamanho. Eu pegaria a 40, a não ser que ela não fique confortável para se andar com ela.

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    • Por Mauro Alonso Júnior
      Tenho pesquisado sobre estes modelos mas sempre fico na dúvida sobre qualidade dos materiais, resistência a chuva e vento, acabamento de piso e do quarto...
      Alguém pode me ajudar com opiniões de quem já as usou?
      Tenho uma Air Seconds Fresh & Black  4.2 XL da Quechua, mas acho ela muito exagerada e pesada para minhas necessidades.
      Caso já exista o tópico peço desculpas, mas não encontrei...
    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Galera, 
      pela primeira vez vou acamapar e fazer trilhas sozinho, vou para a patagonia em Out/2018 e queria um help de vocês quanto ao meu equipamento, vou listar o que pretendo comprar abaixo e gostaria de sugestões/feedbacks
      1 - Saco de dormir, limite de -5 graus, quechua ( Esse saco de dormir é suficiente para o frio da patagonia em outubro)
      https://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/equipamento-de-trekking-varios-dias-/sacos-de-dormir-de-trekking/saco-de-dormir-de-trekking-trek500-0-forclaz?skuId=2188620
      2 - Bota, Quechua (A impermeabilidade é boa? a bota cobre a necessidade da trilha?)
      https://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/homem-em-trilha-leve-de-1-dia/calcados/bota-de-trilha-intensiva-impermeavel-mh500-mid-masculina-quechua?skuId=2567125
      3 - Meias, Quechua ARPENAZ WARM (Essas meias são suficientes para não passar frio nos pés?)
      https://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/acessorios-de-vestuario-trilha-e-trekking/meias-adulto/meias-quentes-de-trilhas-arpenaz-warm-2-pares?skuId=241285
      4 - Conjunto de blusas (Vou passar frio com esse conjunto?)
      Segunda pele https://www.decathlon.com.br/ski-e-snowboard/masculino/segunda-pele/blusa-segunda-pele-simple-warm-masculina-wedze?skuId=2302370
      Segunda camada de fleece (não achei o link)
      Corta vento https://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/homem-em-trekking-de-varios-dias/jaquetas-de-pluma-soft-shell/jaqueta-masculina-de-penas-para-trekking-x-light?skuId=392841
      Qualquer ajuda é bem vinda. Valeuu!
    • Por Hélio Jr1502432675
      Este post não é um relato de viagem, trata-se um roteiro de trekking fruto das minhas experiências no interior do vale. Como nem todos tem tempo e/ou dinheiro pra passar vários dias no interior do Pati, segue a sugestão de um roteiro "completo" - com todos os principais atrativos - que pode ser feito em 3 noites - um feriadão qualquer!
      Este trekking pode ser feito com a presença de um guia local ou de forma autônoma. Não há OBRIGATORIEDADE de contratar guia, tampouco não é obrigatório ficar nos pontos de apoio.
      QUEM PODE FAZER? Qualquer pessoa com um mínimo de condicionamento físico. Embora não seja uma trilha altamente exigente, é necessária alguma condição física para percorrer distâncias razoáveis (+10km) por trilhas em dias consecutivos.
      QUANDO FAZER? Qualquer época do ano, na Chapada não é comum chover por vários dias seguidos sem parar. Pesquise a previsão do tempo antes. Se puder, faça este trekking após um período de chuvas na região, assim contemplará o Cachoeirão a todo vapor.
      ONDE INICIAR? Como a ideia é encurtar as distâncias para aproveitar o máximo, a sugestão é começar nas entradas mais próximas ao Vale do Pati, que são: Trilha dos Aleixos e Beco do Guiné. Ambas entradas estão nas proximidades do povoado de Guiné, pertencente ao município de Mucugê. O caminho pela Trilha dos Aleixos é 1km mais curto que o do Beco do Guiné (distância do início até o Mirante do Pati). Se a opção do primeiro dia for o Cachoeirão, a trilha dos Aleixos é cerca de 2.5km mais curta.
      Para reduzir as distâncias de carro, sugiro da seguinte maneira: quem vem de Lençois ou Palmeiras, comece pelo Beco do Guiné; quem sai de Ibicoara, Andaraí ou Mucugê, comece pela Trilha dos Aleixos.
      1º DIA: GUINÉ X IGREJINHA: 8km
      Dia de entrada no Vale, seja pela Trilha dos Aleixos ou pelo Beco do Guiné. Quem sobe pelos Aleixos tem a opção de banho no Rio3h Preto após 4km de caminhada. Quem vem pelo Beco também passa pelo Rio Preto, mas em um local diferente. Adiante terá o Mirante do Pati, com visual clásssico do Vale. Descida pela Rampa do Pati e chegada à Igrejinha (casa de João Calixto).
      Tempo de movimento: cerca de 3h, descontando as paradas.
      Pernoite: Igrejinha como apoio (pensão ou camping) ou seguir a trilha em direção ao Rio Pati (Cachoeira dos Funis) até um descampado próximo ao rio.
      2º DIA: IGREJINHA X PREFEITURA: 11km (Funis e Castelo/Morro Branco)
      Saída da Igrejinha para o Rio Pati, pelo Cemitério. Na chegada ao leito do rio, a trilha segue pelas margens e, em alguns trechos, pelo leito. Neste ponto o Rio Pati possui diversas quedas, formando alguns poços interessantes para banho. A queda principal, que também forma um bom poço para banho, é conhecida como Cachoeira dos Funis, está a cerca de 40 minutos da Igrejinha (1.8km).
      Depois de aproveitar o rio, seguir descendo até encontrar a trilha de saída para casa de Sr. Wilson, onde finaliza a caminhada pelo leito. Após a casa de Sr. Wilson tomar um atalho à esquerda, para interceptar a trilha do Castelo. Caso esteja com cargueira, pode optar por escondê-la em algum canto, antes de iniciar a subida, ou deixá-la na casa de Sr. Wilson ou de Agnaldo. A subida é bem acentuada e pode ser escorregadia, caso tenha chovido recentemente, possui cerca de 2km.
      Entre Funis e topo do Castelo são aproximadamente 2h de caminhada. Castelo x Prefeitura também são cerca de 2h.
      Tempo de movimento: cerca de 5h, descontando as paradas.
      Pernoite: sugiro na Prefeitura (Casa de Jailson), para adiantar o dia seguinte. Porém são muitas as opções no caminho: Agnaldo, Dona Leia, Dona Raquel, João e André. Para camping natural sugiro uma área do outro lado do Rio Pati, próximo a Prefeitura.
      3º PREFEITURA X SR EDUARDO (CASA DO CACHOEIRÃO): 15km (Cachoeira do Calixto e Poço da Árvore)
      Saída da Prefeitura para a Mata do Calixto, atravessando o Rio Pati. São aproximadamente 4.5km (2h) até a Cachoeira do Calixto. Fazer o trajeto sem as cargueiras, deixando guardada na Prefeitura. Se a pernoite anterior for na casa de Agnaldo, pode seguir pela trilha da margem esquerda do Rio Pati (não passa na Prefeitura), deixando as mochilas escondidas no acesso à mata do Calixto.
      No retorno da Cachoeira do Calixto, passagem pela Prefeitura. Cerca de 1km após a Prefeitura está o Poço da Árvore, que é um opcional no trajeto.
      Tempo de movimento: cerca de 6h30, descontando as paradas.
      Pernoite: sugiro na casa de Sr. Eduardo, onde o filho Domingos toma conta. Para camping natural, sugiro uma área após a Casa de Seu Eduardo, próxima ao ao Rio Cachoeirão.
      4º SR EDUARDO X GUINÉ: 20km (Cachoeirão por baixo e por cima)
      Saída da casa de Sr. Eduardo sentido os poços do Cachoeirão, trilha com duração aproximada de 1h. Se estiver com cargueira, deixe ela no entroncamento com a trilha da fenda do Cachoeirão. O acesso aos poços é bem irregular e será mais difícil transportando uma cargueira. Sol no poço até o início da tarde, porém sugiro a saída do local até, no máximo, 12:00. No retorno do poço, subir pela trilha da fenda, que, apesar do nome, não possui tanta dificuldade técnica.
      São 2 a 3 horas de subida até o topo do Cachoeirão, onde será possível contemplar a vista da 4ª cachoeira mais alta do Brasil e nadar em um pocinho em meio a mata. Deixando o Cachoeirão, a trilha segue pelos gerais até iniciar a descida da Serra do Esbarrancado. São 10km até o final dos Aleixos e 12km até o fim do Beco do Guiné. Sugiro sair do topo até às 15h, para não trlhar no escuro.
      Tempo de movimento: aproximadamente 7h, descontando as paradas.
      Último dia de trekking, caso queira optar por mais uma pernoite, a opção é o topo do Cachoeirão ou em algum ponto viável do gerais.
      CONSIDERAÇÕES:
      Desta forma, o trekking proposto tem aproximadamente 55km. Sugiro fazer neste sentido pois, na maior parte do tempo, a caminhada terá o relevo favorável.
      Dos atrativos conhecidos do Vale do Pati, o único não contemplado neste roteiro é o cânion do Guariba, que fica próximo a Casa de Joia, na saída para Andaraí.Alguns locais possuem mercadinho (Igrejinha e Prefeitura), onde é possível comprar alguns produtos básicos. Preços bem superiores ao de mercado, cabe frisar.
      Se possível, utilize calçados impermeáveis, de preferência botas. Leve o mínimo de peso possível nas cargueiras.
       
    • Por Mochileiros.com
      Para mochilar mundo afora não basta só colocar uma mochila nas costas e sair por aí, é preciso planejar a viagem com antecedência e pesquisar bastante sobre os destinos que pretende visitar. Quanto maior for o seu conhecimento sobre os destinos, melhor (e mais barata) será sua viagem.
       
      As dúvidas abaixo são as mais frequentes feitas por mochileiros de primeira viagem. Se elas não responderem suas dúvidas, faça uma pesquisa utilizando o campo de busca que aparece no cabeçalho do site. Na busca você pode inserir perguntas e palavras chave da maneira que achar melhor.
       
      Para dúvidas rápidas e pontuais, abra um tópico no fórum Perguntas Rápidas e não esqueça que o título do tópico deve ser a pergunta.
       
      Por onde começar:
       
      1 - Planejamento Antecipado e Documentação
      2 - Como criar um Roteiro de Viagem
      3 - Como Economizar em Transporte
      4 - Como Economizar em Hospedagem
      5 - Como Economizar em Alimentação
      6 - Levar dinheiro, cartão pré-pago, crédito ou débito?
      7 - Dicas sobre Segurança
      8 - Como acampar pela Primeira vez
      9 - FAQ - Perguntas frequentes
    • Por Mochileiros.com
      DICAS SOBRE SEGURANÇA
      A segurança é uma das principais preocupações de quem pretende mochilar pela primeira vez. O fato de viajar com uma mochila nas costas de forma econômica e independente (sem contratar uma agência), não acrescenta risco à sua segurança, ao contrário, pode até representar mais segurança se você fizer a lição de casa e pesquisar muito para obter o máximo possível de informações sobre os locais para onde irá viajar. Se informando bem, você estará muito mais seguro do que qualquer cliente de operadora e saberá o que evitar ou não. Portanto não tenha medo de botar o pé na estrada e siga as dicas abaixo:
       
      1. MANTENHA SEU PASSAPORTE EM LOCAL SEGURO
       
      Em muitos países existem quadrilhas especializadas em roubo de passaportes e o passaporte brasileiro é um dos mais valiosos do mundo, afinal, qualquer um pode se passar por brasileiro. Para protegê-lo, muitos viajantes utilizam “doleiras”, também conhecidas por “money belt“, que é uma espécie de cinto com um bolso que ficará grudado ao seu corpo por debaixo das roupas. Existem também as leg wallets, que são uma espécie caneleiras com bolsos.
       
      2. NÃO DÊ INFORMAÇÕES DE SUA VIDA PRIVADA E NÃO DIVULGUE SEU ITINERÁRIO PARA ESTRANHOS
       
      É comum (e saudável) fazer amizades ou conversar com pessoas sentadas ao seu lado no avião ou ônibus, especialmente se for uma viagem longa. Porém não transforme sua vida e sua viagem em um livro aberto. Você estará empolgado, com bom astral e portanto socialmente suscetível e isso o tornará uma vítima perfeita para golpistas e afins. Se limite aos assuntos superficiais desde que ele não seja sobre o seu itinerário ou sua vida privada, ou qualquer outra informação que possam usar para armar algo contra você. Como dizem por aí, boca fechada não entra mosquito!
       
      3. FECHE BEM A MOCHILA
       
      É importante fechar muito bem a mochila com cadeados e capas de proteção para impedir que algo seja roubado ou que ela seja usada por terceiros para transportar produtos ilícitos, como drogas ou qualquer outro tipo de contrabando.
       
      4. CUIDADO COM O DESLUMBRAMENTO
       
      Viajar é uma das melhores coisas da vida e durante a viagem em muitas situações você estará deslumbrado com algo. Isso o tornará uma presa fácil. Desfrute muito, mas siga vigilante e atento.
       
      5. NÃO OSTENTE
       
      O pior de todos os comportamentos de risco sem dúvida é a ostentação. É o querer parecer diferente, querer destaque. Durante sua viagem você irá ver mochileiros do mundo todo sempre com roupas simples, sem penduricalhos ou outros objetos que chamem atenção, essa é a receita. O ideal sempre é não destoar muito da população local, ser apenas mais um na multidão. Seja discreto e sobretudo circunspecto, essa é a receita de sucesso!
       
      6. FIQUE DE OLHO NO MAPA DO CRIME E NOS GOLPES CONTRA TURISTAS
       
      As pessoas costumam evitar locais com altos índices de criminalidade até mesmo nas cidades onde moram e durante uma viagem isso não deve ser diferente. É bom saber quais locais evitar ou que tipo de golpes são aplicados em turistas nos destinos que irá visitar. Há diversos mapas na internet com esses dados, procure no Google pelas palavras chave: “nome do destino + Crime Map”. Em várias cidades do mundo há gangs especializadas em aplicar golpes contra turistas, por isso é bom saber antecipadamente como evitá-los. Para isso mais uma vez o Google pode ser uma ferramenta útil. Busque por “tourist scams in + nome do destino”, exemplo “tourist scams in Paris” e você irá encontrar diversas publicações sobre os principais golpes praticados contra turistas no destino que irá visitar.
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